domingo, 31 de janeiro de 2010

CUITELINHO

Oi!!!

Já chegamos ao último post de Janeiro!
Bom, já que um dos últimos posts aqui foi uma recordação do ano passado e já que no ano passado eu fiz vários posts mencionando fenômenos linguísticos usados popularmente e que a gente já viu que não são erros, vou fechar esse mês apresentando a vocês uma música folclórica brasileira que é cheeeeeeia de fenômenos linguísticos: Cuitelinho.
Bom, já sei que uma pergunta que muitos de vocês devem tá se fazendo é o que é ‘cuitelinho’, né?
É isso:

Cuitelinho é um sinônimo de colibri, beija-flor... Enfim, é essa avezinha pequenininha e bonitinha.
Sendo uma música folclórica, é claro que o autor dela é anônimo. Não se sabe quem inventou nem quando exatamente ela foi inventada. Ela veio do povo.
O 1º compositor que registrou essa música foi o Paulo Vanzolini. Mas ele mesmo deixou claro que não compôs a música; ele apenas ouviu o povo cantando isso e registrou o que ouviu.
Quanto à época e ao lugar em que essa música foi criada, é quase certo que foi depois da Guerra do Paraguai (1864-1870), pois a letra parece se referir a isso, e o lugar sem dúvida foi o Centro-Oeste Brasileiro, pois o próprio nome “cuitelinho” é mais usado no Mato Grosso do Sul (que na época era parte do Estado do Mato Grosso e que faz fronteira com o Paraguai) do que nas demais regiões do Brasil.
Bom, sendo uma música folclórica, é claro que ela apresenta variações na letra: pesquisando por aí, vocês vão encontrar pelo menos mais umas 4 ou 5 versões dela com algumas palavras diferentes da versão que eu tô botando aqui.
Mas, apesar de todas essas variações, Cuitelinho sempre é escrito usando fenômenos linguísticos presentes na fala popular brasileira.
E é por isso que eu tô apresentando essa música aqui: não só por ela ser um clássico musical do Folclore Brasileiro, mas também porque ela permite que a gente reveja fenômenos linguísticos que a gente viu ao longo de 2009.
Lá vai a letra:

Cheguei na bêra do porto
Onde as onda se espaia
As garça dá meia vorta
Senta na bêra da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia. Ai! Ai!
Quando eu vim de minha terra
Despedi da parentaia
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaia
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes bataia! Ai! Ai!
A tua saudade corta
Como aço de navaia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
E os óio se enche d’água
Que até a vista se atrapaia! Ai! Ai!

E pra quem quiser acompanhar a melodia, dê uma clicada aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=zCXfX6_oWJ0

Agora, vamos ver os fenômenos que eu disse com os links pros respectivos posts onde a gente falou sobre eles:

Na palavra “bêra”, a gente pode observar a monotongação.

http://centrogb.blogspot.com/2009/06/monotongacao.html

Nas expressões “as onda se espaia”, “as garça dá meia vorta, senta”, “terras paraguaia”, “fortes bataia” e “os óio”, a gente pode observar a eliminação do plural redundante.

http://centrogb.blogspot.com/2009/05/eliminacao-do-plural-redundante.html

Na palavra “vorta”, a gente pode observar o rotacismo.

http://centrogb.blogspot.com/2009/02/rotacismo.html

E nas palavras “espaia”, “parentaia”, “bataia”, “na-vaia”, “faia”, “óio” e “atrapaia”, a gente pode observar a assimilação.

http://centrogb.blogspot.com/2009/11/assimilacao.html

These are the lyrics of the folkloric Brazilian song Cuitelinho.

Esa es la letra de la canción folclórica brasileña Cuitelinho.

Queste sono le parole della canzione folclorica brasiliana Cuitelinho.

EIS A JUSTIÇA!

Bom, como vocês que acompanham o blog sabem bem, eu sempre fecho o mês linkando aqui um site de utilidade pública. E no final do mês passado, por puro esquecimento, acabei não fazendo isso.
Por esquecimento mesmo, nem teria outro motivo pra eu dizer isso aqui.
Bom, assim sendo, resolvi aproveitar a oportunidade e, esse mês, fazer um post especial linkando 2 sites de utilidade pública aqui (o desse mês e o do mês passado que ficou atrasado). E digo que é um post especial porque vou aproveitar ele pra fazer justiça sobre uma situação que aconteceu contra os homossexuais e bissexuais e que eu já comentei aqui em 2008 e 2009.
Como a maioria de vocês já sabem, em 2007, a Toca de Assis se recusou a receber doações feitas pelo Movimento Gay de Uberaba. Não vou repetir a história aqui porque eu já contei isso aqui em mais de 1 post. Mas, pra quem ainda não sabe do que se trata, dê uma clicada aqui e veja a história completa:

http://centrogb.blogspot.com/2009/10/catolico-com-muito-orgulho.html

Bom, agora, como eu disse, chegou a hora da justiça:

TENDO COMO TESTEMUNHAS TODAS AS PESSOAS QUE LEREM ESSE TEXTO, EU REJEITO QUALQUER BÊNÇÃO CATÓLICA DESTINADA A QUALQUER ATO DE CARIDADE QUE EU JÁ PRATIQUEI TANTO QUANTO A QUALQUER ATO DE CARIDADE QUE EU AINDA PRATICAREI, VENHA ESSA BÊNÇÃO DE QUALQUER MEMBRO DO CORPO ECLESIÁSTICO CATÓLICO ROMANO, SEM EXCEÇÕES, INCLUINDO OS PADRES, FREIRAS E DEMAIS MEMBROS DO CORPO ECLESIÁSTICO CATÓLICO ROMANO QUE SE DIZEM NOSSOS AMIGOS.

Pra derrubar bênçãos católicas recebidas contra a própria vontade, é simples: eu só preciso invocar o meu livre arbítrio contra essa bênção. É só dizer:

EM NOME DO MEU LIVRE ARBÍTRIO, EU REJEITO ESSA BÊNÇÃO.

Feito isso, o padre, freira ou seja lá o que for pode fazer o sinal da cruz quantas mil vezes ele quiser na minha direção e dizer que tá me abençoando que não vai mudar NADA: eu bloqueei a capacidade dele de me dar aquela bênção.
Se esse padre, freira ou seja lá o que for é um cristão, ele sabe que qualquer bênção, sacramento ou adjacências que ele queira me dar só vai fazer efeito real se eu mesmo aceitar receber, pelo meu próprio livre arbítrio. E no mesmo peso e na mesma medida, se eu me recusar a receber essa bênção pelo meu próprio livre arbítrio, aí essa bênção simplesmente não chega até mim.
Então, com a declaração que eu fiz acima, já resolvi o problema.
Fazendo isso, por que eu tô fazendo justiça? Simples:
Já que os membros da Toca de Assis não aceitam atitudes vindas de homossexuais, eu também não aceito bênçãos vindas de membros do corpo eclesiástico católico.
Já que os membros da Toca de Assis entendem que aceitar doações de homossexuais é “incentivar o homossexualismo” (palavras deles), eu também posso entender que expulsar bênçãos católicas da minha vida é uma forma de não incentivar o Catolicismo Romano ao meu redor.
Já que vários católicos disseram que a Toca de Assis agiu com “honra” (palavra deles) ao rejeitar doações de homossexuais, eu também posso decidir que estou agindo com honra em rejeitar bênçãos vindas de membros do corpo eclesiástico católico.
Já que vários católicos disseram que doações vindas de homossexuais e bissexuais não podem ser aceitas por católicos porque estão contaminadas com o pecado, eu também posso decidir que nenhuma bênção vinda de nenhum membro do corpo eclesiástico católico precisa ser aceita por mim, porque está contaminada com essências católicas.
Bom, de acordo com os católicos que apoiaram a Toca de Assis quando isso aconteceu, quando um homossexual ajuda uma instituição de caridade, isso é só uma falsa demonstração de filantropia.
Bom, se querem continuar pensando isso, problema deles. Mas eu, como cidadão, ajudo quem eu quiser. E eu ajudo porque a pessoa ou instituição precisa, mas não pra receber um ridículo e inútil reconhecimento do corpo eclesiástico católico.
Com essas determinações, eu faço justiça: eu não disse nada contra eles aqui que eles não tenham dito de forma pior contra nós antes.
Então, lá vão os sites de utilidade pública que eu vou linkar aqui esse mês:
O 1º é o do WCF. Lá vai:

http://www.wcf.org.br/default.htm

E o 2º é o da SBS. Lá vai:

http://www.sbsolidariedade.org.br/

E o católico que leu isso e não ficou satisfeito, como eu faço questão de lembrar, pode sair e não precisa se dar ao trabalho de voltar a esse blog.
Os católicos que fiquem com as bênçãos deles e que façam bom proveito delas entre eles, mas que façam bom proveito delas longe de mim!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CURUPIRA

Oi!!!

Hoje eu vou ser breve.rs
Já que no mês passado eu fiz um post sobre Boitatá, esse mês eu vou destacar aqui um desenho de curta-metragem de 10 minutos sobre outro personagem do Folclore do Brasil: Curupira.
O desenho se chama O Curupira e foi dirigido pelo Humberto Avelar.
Lá vai o link:

http://www.youtube.com/watch?v=r2uvjgbcMtY

You guys can click on the link above to watch a 10-minute-long cartoon about Curupira, a deity worshiped by the ancient Brazilian indians as the one who punishes evil hunters.
It’s called O Curupira, by Humberto Avelar.


Uds pueden clicar sobre el enlace arriba para ver un dibujo animado de 10 minutos sobre Curupira, una divinidad adorada por los antiguos indios brasileños como lo que castiga los cazadores perversos.
Se llama O Curupira, de Humberto Avelar.

Voi potete clicare sul link sopra per guardare un disegno animato di 10 minuti su Curupira, una divinità che gli antichi amerindi brasiliani adoravano come quello che punisce i cacciatori cattivi.
Si chiama O Curupira, di Humberto Avelar.

RECORDANDO 2009

E exatamente como eu fiz em Janeiro de 2009 em relação a 2008, vou linkar aqui em Janeiro de 2010 todos os meses de 2009, já que os arquivos deles ficaram um pouco menos acessíveis devido à mudança de ano.

Janeiro:

http://centrogb.blogspot.com/2009_01_01_archive.html

Fevereiro:

http://centrogb.blogspot.com/2009_02_01_archive.html

Março:

http://centrogb.blogspot.com/2009_03_01_archive.html

Abril:

http://centrogb.blogspot.com/2009_04_01_archive.html

Maio:

http://centrogb.blogspot.com/2009_05_01_archive.html

Junho:

http://centrogb.blogspot.com/2009_06_01_archive.html

Julho:

http://centrogb.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

Agosto:

http://centrogb.blogspot.com/2009_08_01_archive.html

Setembro:

http://centrogb.blogspot.com/2009_09_01_archive.html

Outubro:

http://centrogb.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

Novembro:

http://centrogb.blogspot.com/2009_11_01_archive.html

Dezembro:

http://centrogb.blogspot.com/2009_12_01_archive.html

These are the links to the archives of 2009.

Esos son los enlaces para los archivos de 2009.

Questi sono i link degli archivi del 2009.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O MAIOR AUTOR GAY DA LITERATURA DE TERROR

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador, diretor e roteirista inglês Clive Barker.

Ele nasceu em Merseyside, em 05 de Outubro de 1952.
O Clive estudou na Dovedale Privary School e na Quarry Bank High School.
Ele se formou em Inglês e Filosofia pela University of Liverpool.
Na adolescência, o Clive conheceu o teatro, passando a escrever e dirigir peças, nas quais ele também trabalhava como ator.
Em 1973, ele estreou ao mesmo tempo como roteirista, diretor e ator de cinema no curta-metragem de terror Salomé.
Entre 1984 e 1986, o Clive lançou 6 volumes de uma coleção de contos de terror conhecida como Books of Blood (lançados no Brasil com o título traduzido de Livros de Sangue), que tornaram ele um dos maiores autores de histórias de terror da atualidade, reconhecido inclusive pelo Stephen King, que é talvez o maior nome da Literatura de Terror que já existiu.
É o Clive mesmo quem ilustra os livros dele.
Em 1986, ele lançou o livro The Hellbound Heart. E foi inspirado nesse livro que surgiu talvez o trabalho de maior destaque dele no cinema: a série de terror Hellraiser.
O 1º dos 8 filmes dessa série foi lançado em 1987. E foi escrito e dirigido pelo Clive.
Em 1988, veio a continuação: Hellbound: Hellraiser II.
O roteiro desse filme também foi escrito pelo Clive, mas a direção ficou nas mãos do Tony Randel.
Em 1990, o Clive deu uma entrevista pra revista The Advocate, na qual ele declarou que é homossexual.
Em 1992, ele começou a namorar o fotógrafo David Emilian Armstrong. E eles tão juntos até hoje.
No mesmo ano, foi lançado o filme Hellraiser III Hell On Earth.
Esse também foi escrito pelo Clive, mas a direção dessa vez foi do Anthony Hickox.
No ano 2000, foi lançado o filme Hellraiser V: Inferno.
Esse também foi escrito pelo Clive, mas o diretor foi o Scott Derrickson.
E os 3 últimos filmes da série foram escritos pelo Clive e dirigidos pelo Rick Bota: Hellraiser VI Hellseeker (2002), Hellraiser VII: Deader e Hellraiser VIII: Hellworld (ambos lançados em 2005).
O Clive teve até agora 5 trabalhos como ator no cinema e televisão (além de vários no teatro), 28 como roteirista, 5 como diretor e 2 como dublador.
Nos últimos anos, ele teve alguns problemas de saúde causados pelo uso excessivo do cigarro: ele criou pólipos na garganta que chegaram a mudar o tom de voz dele e tirar 10% da capacidade de respiração dele!
Mas o Clive tá bem. Ele já parou de fumar e fez 2 cirurgias pra limpar a garganta.
Atualmente, ele mora em Los Angeles com o David.
E lá vai o link pro site oficial do Clive (em Inglês):

http://www.clivebarker.com/

Hoy hablaremos un poquito del actor, doblador, director y guionista inglés Clive Barker.
El nació en Merseyside, el 5 de Octubre de 1952.
Clive estudió en la Dovedale Privary School y en la Quarry Bank High School.
El se graduó en Inglés y Filosofía en la University of Liverpool.
Cuando era adolescente, Clive se acercó del teatro. Y empezó a escribir y dirigir piezas teatrales en que también trabajaba como actor.
En 1973, él tuvo su estreno como guionista, director y actor de películas al mismo tiempo en el cortametraje de horror Salomé.
Entre 1984 y 1986, Clive lanzó 6 libros de un grupo de cuentos de horror suyos conocidos como Books of Blood, que lo hicieron uno de los principales autores de historias de horror de la actualidad, reconocido hasta mismo por Stephen King, que es tal vez el mayor nombre de toda la Literatura de Horror del Mundo.

È Clive che fa le illustrazioni dei suoi libri.
Nel 1986, lui ha messo in circolazione il libro The Hellbound Heart. E forse il suo lavoro più conosciuto nel cinema è basato su questo libro: la saga di film horror Hellraiser.
Il primo di questi film (conosciuto in Italia come Non Ci Sono Limiti) è stato messo in circolazione nel 1987. E Clive è stato il suo soggettista e direttore.
Nel 1988, è arrivata la sua continuazione: Hellbound: Hellraiser II (Prigionieri dell’Inferno).
Clive è stato il soggettista un’altra volta, ma il direttore è stato Tony Randel.
Nel 1990, Clive ha detto che è omosessuale in un’intervista nella rivista The Advocate.
Nel 1992, lui ha cominciato ad avere una relazione con il fotografo David Emilian Armstrong. E loro sono ancora insieme.
Nello stesso anno, è arrivato il film Hellraiser III Hell On Earth (Inferno Sulla Città).
Anche questo film ha avuto Clive come soggettista. Il direttore è stato Anthony Hickox.


Hellraiser V: Inferno was released in 2000.
Clive scriptwrote this movie and Scott Derrickson directed it.
The 3 last movies of Hellraiser franchise were scriptwritten by Clive and directed by Rick Bota: Hellraiser VI Hellseeker (2002), Hellraiser VII: Deader and Hellraiser VIII: Hellworld (both 2005).
Clive’s been a cinema and TV actor for 5 times (and a theater actor for many times), a scriptwriter for 28 times, a director for 5 times and a voice actor for 2 times to now.
In the last years he’s had some health problems caused by smoking: some so severe polyps appeared in his throat that he was taking in 10% of the air he was supposed to have been getting! And it also changed his voice.
Anyway, Clive is OK. He’s stopped smoking and had 2 surgeries to remove the polyps.
Nowadays he lives in California with his boyfriend David.
You guys can click on the link above to visit his official website.


Até a próxima!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ELE NÃO TÁ MAIS TÃO PARECIDO COM O IRMÃO

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator canadense Aaron Ashmore.

Aaron Robert Ashmore nasceu na Colúmbia Britânica, em 07 de Outubro de 1979. E junto com ele, o irmão gêmeo dele: o futuro ator Shawn Ashmore.
O Aaron é 1 minuto mais velho do que o irmão.
Com 10 anos, os 2 gêmeos começaram a aparecer em comerciais. Às vezes juntos, às vezes sozinhos.
A estreia do Aaron como ator foi quando ele tinha 12 anos: uma ponta no filme Married to It (1991), lançado no Brasil com o título de Particularidades do Casamento.
Desde então, ele usa o nome artístico de Aaron Ashmore.
O Shawn começou a carreira na mesma época (2 anos antes, na verdade).
Curiosamente, conforme eles foram crescendo, foram ficando diferentes.
O Aaron é 3 centímetros mais alto que o Shawn (tem 1, 83m de altura) e tem os ombros um pouco mais largos.


Aliás, ele dá um bom caldo, né?rsrs
Os 2 têm as iniciais GMA tatuadas no pulso (é uma homenagem ao avô deles).
O Aaron e o Shawn moram juntos até hoje, em Toronto.


Em 2006, o Aaron entrou pro elenco fixo de Smallville, interpretando o personagem Jimmy Olsen.
Esse personagem já tinha aparecido antes em várias outras versões das histórias do Super Homem desde 1940, representado sempre como um garoto ruivo que trabalha no Daily Planet.
O Aaron entrou em Smallville na 6ª temporada do seriado e ficou lá até o final da 8ª, quando o personagem dele matou o monstro Doomsday (Apocalipse, no Brasil) e foi morto por ele ao mesmo tempo.
O Aaron participou, ao todo, de 52 capítulos de Smallville.
Ele teve até agora 42 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Atualmente, o Aaron tá gravando o filme The Shrine, no qual ele interpreta o personagem principal.
Ele nunca se casou, até onde se sabe nunca teve filhos e não costuma ser visto acompanhado.

Oggi parleremo un po’ dell’attore canadese Aaron Ashmore.
Aaron Robert Ashmore è nato nella Columbia Britannica, nel 7 Ottobre del 1979. Ed insieme a lui, suo fratello gemello: il futuro attor Shawn Ashmore.
Aaron è 1 minuto più vecchio di suo fratello.
Quando avevano 10 anni, i 2 fratelli hanno cominciato a lavorare in delle pubblicità televisive. Alle volte i 2 insieme, alle volte ognuno nella sua pubblicità.
La prima volta di Aaron come attore è stata quando lui aveva 12 anni: un piccolo personaggio nel film Married to It (1991).
Da quell’epoca, lui usa il nome artistico di Aaron Ashmore.
Shawn ha cominciato la sua carriera nella stessa epoca (veramente, 2 anni prima).


Curiously, the Ashmore Twins are getting more different from each other as much as time passes.
Aaron is 3 centimeters taller than Shawn (he’s 183 centimeters tall) and also his shoulders are broader than his brother’s.
By the way, as you guys can see on Aaron’s shirtless pic above, he’s hot, really?
Both brothers have the letters GMA tattooed on their wrist.
Aaron and Shawn still share the same home, in Toronto.
In 2006, Aaron arrived at Smallville. His character was Jimmy Olsen.
This character can be seen in many other versions of Superman’s saga. His 1st time along side this hero was in a 1940 version. And he is always a red-haired teen who works at The Daily Planet.


Aaron llegó a Smallville en el sexto año del serial y se quedó allá hasta el último capítulo del octavo año, cuando su personaje ayudó a matar el monstruo Doomsday, siendo él propio también muerto en aquella ocasión.
Aaron estuvo en 52 capítulos de Smallville.
El tuvo hasta hoy 42 trabajos como actor de Cine y TV.
Actualmente, Aaron está rodando el film The Shrine, en que actuará como el personaje principal.
El nunca se casó, nunca tuvo hijos (por lo que se sabe) y no es visto a menudo con nadie en público.


Até mais!

sábado, 23 de janeiro de 2010

O ÚNICO PRÍNCIPE ASSUMIDAMENTE GAY DA ATUALIDADE

Oi!!!

Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre o único príncipe assumidamente homossexual do Mundo no momento: o príncipe indiano Manvendra Singh Gohil.

Manvendra Singh Raghubir Singh nasceu no Rajasthan, em 23 de Setembro de 1965.
Como filho do Marajá Shri Raghubir Singhji Rajendrasinghji Sahib, ele é um membro da antiga Família Principesca de Rajpipla.
Ele ficou publicamente conhecido como Manvendra Singh Gohil.
Ele estudou na Scottish High School, em Maharashtra. E se formou em economia pelo Amrutben Jivanlal College.
O Manvendra sempre se sentiu sexualmente atraído só por homens, mas ao longo da infância, da adolescência e do início da juventude, nunca contou isso a ninguém.
Em 1991, ele se casou com a Chandrika Kumari, achando que viveria como heterossexual a partir dali.
Pouco depois, quando o Manvendra revelou à esposa que era homossexual e que nunca se sentiu atraído por mulher nenhuma (nem por ela, inclusive), o casamento entrou em processo de separação. E eles se divorciaram em 1992, sem dar nenhuma grande explicação a ninguém.
Em 2002, com 37 anos, o Manvendra teve um surto psicótico e teve que ser internado. E os médicos concluíram que o piripaque que ele teve foi causado pela pressão que ele sofreu por ter escondido por tantos anos que era homossexual. E aí contou aos pais dele o que aconteceu.
Mesmo assim, a princípio, o assunto ficou restrito aos membros da Família Principesca, sem ser comentado com mais ninguém.
Em 14 de Março de 2006, o Manvendra decidiu declarar em público que era homossexual.
Isso gerou uma grande rejeição contra ele nos grupos muçulmanos da Índia e nos grupos indianos influenciados por tradições vitorianas (ainda mais porque, naquela época, a homossexualidade ainda era considerada crime na Índia).
O Manvendra diz que já sabia que não vai ser nunca totalmente aceito por esses grupos, mas que não queria nem podia mais continuar fingindo que era heterossexual.
E a crise que ele teve foi por motivos legais e tradicionais, mas não religiosos, pois ele é praticante do Hinduísmo, que não é uma religião homofóbica.
A Família Principesca também não gostou da declaração pública da homossexualidade do Manvendra e ele foi simbolicamente deserdado dos títulos que tem por causa disso, mas isso não muda basicamente nada na prática. E inclusive, em 2008, ele anunciou que pretende adotar um filho, que vai ser o herdeiro dos títulos dele.
Em 2009, ele veio ao Brasil, pra participar da Parada Gay de São Paulo.
Pouco depois, em Julho, a homossexualidade deixou de ser crime na Índia.
No mesmo ano, o Manav, como é chamado pelos amigos, revelou que tá sozinho, mas tá à procura de um companheiro.


Frequentemente, ele pode ser visto em vários movimentos de caridade. E desde que assumiu a homossexualidade, ele também tem sido um dos principais ativistas GLBT na Índia.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre a homossexualidade na Índia em Junho de 2009. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2009_06_01_archive.html

Today we’ll talk a little about the only openly homosexual prince in Modern World History: the Indian prince Manvendra Singh Gohil.
He was born in Rajasthan, on September 23rd, in 1965, as Manvendra Singh Raghubir Singh.
As a son of Maharana Shri Raghubir Singhji Rajendrasinghji Sahib, he is a member of the Royal Family of Rajpipla.
He’s become popularly known as Manvendra Singh Gohil.
He studied at Scottish High School, in Maharashtra. And he graduated in Commerce and Economics at Amrutben Jivanlal College.
Manvendra has always felt sexual desire only to men. But as a boy, as a teen, and even as a post-adolescent, he told that to nobody.
In 1991, he married Chandrika Kumari. He thought it would make him a hetero guy.
A little later, Manvendra told his wife he’s never felt sexual desire to any female (including her). And the marriage started finishing from that point. They divorced in 1992 and didn’t tell anything to anybody at that time (Manvendra would be openly gay only in 2006).


Nel 2002, quando aveva 37 anni, Manvendra è stato ospitalizzato dovuto a un tipo di impeto psicotico. I medici hanno capito che questo è stato dovuto alla pressione psicologica che lui riceveva mentre nascondeva la sua omosessualità per tutti quelli anni. E l’hanno detto ai suoi genitori.
Anche così, la famiglia non ha detto niente a nessuno in quell’epoca.
Nel 14 Marzo del 2006, Manvendra ha detto in pubblico che è omosessuale.
Così, i gruppi musulmani e vittoriani dell’India l’hanno ostilizzato (anche perché l’omosessualità era ancora un delitto nell’India in quell’epoca).
Manvendra dice che già sapeva che questi gruppi non l’accetterebbero, ma non voleva e non poteva continuare facendo finta di essere etero.
L’attacco psicologico che lui ha avuto è stato dovuto a dei problemi tradizionali e legali. Ma lui non ha avuto qualche problema religioso, visto che è membro dell’Induismo, che non è una religione omofobica.


Desde el momento en que Manvendra dijo en público que es homosexual, en Marzo de 2006, eso no gustó nada a la Familia Real de Rajpipla. Así, él fue simbolicamente desheredado de sus títulos principescos por cuenta de eso, aunque tal situación no cambie basicamente nada en verdad. Y dicho sea de paso, en 2008, él dijo en público que está pensando en adoptar un hijo, que será el heredero de sus títulos.
En 2009, él estuvo aquí en Brasil, en la Marcha del Orgullo LGBT de São Paulo.
Poco después de eso, en Julio del mismo año, la homosexualidad dejó de ser un delito en India.
También en 2009, Manav, como el príncipe es llamado por sus amigos, dijo que está solo, pero que también está en busca de un novio.
Casi siempre, él puede ser visto en muchas organizaciones de caridad. Y desde que habló en público de su homosexualidad por la primera vez, él también se cambió en uno de los principales activistas LGBT en India.
Si todavía no lo viste, hay un post en este blog hablando de la homosexualidad en India. Puedes clicar sobre el enlace arriba para verlo.


Até a próxima!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

UM DOS VETERANOS DA DUBLAGEM BRASILEIRA

Oi!!!

Hoje a gente vai falar sobre o ator e dublador brasileiro Sílvio Navas.

Ele nasceu em São Paulo, em 15 de Março de 1942.
A estreia do Sílvio como ator foi no filme 2000 Anos de Confusão (1969).
Ele era irmão do ator e diretor de dublagem Older Cazarré. E através dele, o Sílvio conheceu a dublagem, se interessou e seguiu em frente nessa carreira, se dedicando mais a ela do que à carreira de ator.
O trabalho preferido mesmo dele foi quando ele dublou o Charlie Chaplin. Foi o Sílvio quem dublou ele no Brasil em todos os filmes falados que ele fez.
Ele também fez a voz do Wimpy (o Dudu, na versão brasileira), em Popeye, The Sailor, de 1960.
Um dos trabalhos mais curiosos que o Sílvio fez foi do desenho Barbapapa, de 1970, no qual ele fazia a voz de TODOS os personagens!
Também foi ele que fez a voz do Darth Vader, da série Stars Wars.
Nos Smurfs, de 1981, o Sílvio fez a voz do Papa Smurf, além do Vanity (Vaidoso, no Brasil).
Aliás, pra quem não viu, eu fiz um post sobre os Smurfs em Janeiro de 2008. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

E agora lá vai o link de um dos capítulos dos Smurfs em que o Sílvio fez a voz do Papa Smurf e do Vanity:

http://www.youtube.com/watch?v=fAXlSav3lUE

O Mumm-Ra, vilão principal de Thundercats, de 1985, foi um dos personagens que o Sílvio mais gostou de dublar.
Mas ele admite que foi um personagem difícil: além de falar muito, ele tinha 2 tons de voz diferentes (na forma de múmia, ele tinha uma voz rouca e falha; na forma de faraó, ele tinha um vozeirão).
Lá vai o link de um capítulo de Thundercats em que ele fez a voz do Mum-Ra:

http://www.youtube.com/watch?v=jp8UXyZh_FA&feature=PlayList&p=F958F4AFFDD7342D&index=20

Até hoje, quando o Sílvio conta pra alguém que era ele que fazia a voz do Mum-Ra, as pessoas sempre se empolgam e fazem várias perguntas.
Pra quem ainda não viu, eu fiz um post também sobre Thundercats em Setembro de 2008. Esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_09_01_archive.html

Bom, atualmente, o Sílvio mora em Santos, onde dirige um curso de dublagem.
Ele tem como característica ser sempre piadista.
E pra terminar, lá vai o link pruma mensagem que o Sílvio manda pros fãs:

http://www.youtube.com/watch?v=kDKhjMbsQqk

Today we’ll talk a little about the Brazilian actor and voice actor Sílvio Navas.
He was born in São Paulo, on March 15th, in 1942.
Sílvio’s debut as an actor was in 2000 Anos de Confusão (1969).
He was Older Cazarré’s brother. And this actor introduced him to dubbing. And since then, Sílvio has gone ahead in his career as a voice actor much more constantly than as a cinema actor.
His favorite times as a voice actor were when he gave his voice to Charlie Chaplin. He was voiced by Sílvio in Brazil in all his dialogue pictures.
Among many cartoon characters, Sílvio also voiced Wimpy, in Popeye, The Sailor (1960).


Uno dei lavori più interessanti di Sílvio è stato nel serial Barbapapa (1970), in cui i personaggi tutti quanti hanno ricevuto la sua voce in Brasile.
Lui è stato anche la voce brasiliana di Darth Vader, di Stars Wars.
In Smurfs (1981), conosciuto in Italia come I Puffi, Sílvio ha dato la sua voce a Papa Smurf e Vanity in Brasile.
Potete clicare sul primo link sopra per vedere un post che parla di Smurfs.
E potete clicare sul secondo link sopra per vedere un episodio di Smurfs in cui si sente la voce di Sílvio come Papa Smurf e Vanity (in Portoghese, ovviamente).
Uno dei suoi personaggi favoriti è stato Mumm-Ra, di Thundercats (1985).
Ma Sílvio dice che questo è stato un personaggio difficile, visto che Mumm-Ra parlava molto e Silvio aveva bisogno di parlare con 2 tipi diversi di voce per doppiarlo.


Uds pueden clicar sobre el tercer enlace arriba para ver un capítulo de Thundercats (1985) en que Sílvio da su voz al villano Mumm-Ra.
Hasta hoy, cuando Sílvio dice a alguien que él era la voz brasileña de Mumm-Ra, las personas siempre se quedan muy interesadas y empiezan a hacerle preguntas y más preguntas.
Bueno, si uds todavía no lo vieron, pueden clicar sobre el cuarto enlace arriba para ver un post que habla de Thundercats.
Actualmente, Sílvio vive en la ciudad de Santos, donde trabaja como director de un curso de doblaje.
El es muy conocido por siempre hacer chistes con todos.
Y para acabar, uds pueden clicar sobre el último enlace arriba para ver un mensaje (en Portugués) que Sílvio dejó para sus fans en YouTube.


Até a próxima!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

“GRANDES SANTOS”

Oi!!!

Até o início desse mês, foi exibida pela Rede Globo a novela Caras & Bocas, que, entre outros temas, apresentava uma família de judeus hassídicos, que chamaram a atenção de algumas pessoas por levarem uma vida de uma certa reclusão dentro do grupo deles, sem se misturar muito com o resto da sociedade.
Então, achei interessante dar uma olhada geral na forma como o Judaísmo vê a homossexualidade. E digo uma olhada geral porque o Judaísmo tá dividido em vários grupos, que tão divididos em subgrupos, que evidentemente têm visões diferentes desse e dos demais assuntos abordados pela Torá. Então, até pra falar de 1 grupo judaico só, isso já renderia muito assunto.

É claro que, apesar das diferenças, existem pontos em comum entre todos esses grupos...
Por exemplo, todos os judeus acreditam num Deus Único: Javé. E embora alguns até aceitem a existência de outras divindades, todos se recusam a adorar qualquer outra divindade, pedir qualquer coisa a qualquer outra divindade ou mesmo agradecer a qualquer outra divindade por qualquer graça recebida dela. A ideia é de que só quem não é judeu é que pode fazer isso. Os judeus só podem tomar essas atitudes direcionadas a Javé.
E todos os grupos judaicos têm rabinos.
Os rabinos de um grupo judaico não podem mandar em outro grupo judaico. E até dentro do mesmo grupo eles não têm autoridade incontestável nem inquestionável: um rabino é um orientador judeu, que aconselha algumas atitudes e desaconselha outras com base no que a Torá diz, mas só isso. O ‘poder’ dele termina aí. E ele também não pode expulsar ninguém do Judaísmo nem proibir ninguém de se tornar judeu. Nesse ponto, ele pode, no máximo, não simpatizar com alguma pessoa do grupo judaico do qual ele faz parte. Mas essa pessoa também não precisa dele pra continuar no Judaísmo. Se ela quiser, pode passar a se consultar com outro rabino, frequentar outro grupo judaico...
No Brasil, um dos rabinos de mentalidade mais progressista é o Nilton Bonder.


Lá vai o link de uma entrevista que ele deu ao Mais Você:

http://www.youtube.com/watch?v=5SUgF_2Ifbk

Bom, entre os grupos judaicos que existem, os 3 principais são os judeus ortodoxos (os judeus hassídicos são uma subdivisão dos ortodoxos), os judeus conservadores e os judeus progressistas.
Os judeus ortodoxos estabelecem o contato sexual físico entre pessoas do mesmo sexo, principalmente o contato sexual físico entre homens, como pecado. E por isso, não aceitam rabinos homossexuais em seus grupos, mas permitem (e nem poderiam deixar de permitir) que homossexuais e bissexuais façam parte desses grupos.
Assim, os rabinos ortodoxos aconselham os membros homossexuais dos seus grupos a viver sem sexo. E aconselham os membros bissexuais a se casar com pessoas do sexo oposto e viver uma vida hétero. Mas, basicamente, proíbem qualquer castigo físico contra gays e lésbicas.
Pra se colocar contra as práticas homossexuais, os judeus ortodoxos se apóiam naquela parte do Levítico que diz:

“Não te deitarás com varão como se fosses mulher: é abominação.”

Os judeus conservadores têm basicamente o mesmo posicionamento dos ortodoxos em relação a esse assunto. Mas alguns permitem que homossexuais se tornem rabinos.
Os rabinos conservadores geralmente lembram aos membros homossexuais dos seus grupos que a prática física da homossexualidade, de acordo com a visão deles, é pecado. Mas deixam na mão da pessoa ter vida sexual ativa ou não.
Os judeus progressistas, em geral, aceitam a homossexualidade sem restrições religiosas, sob a alegação de que aquela parte do Levítico não se adapta à realidade do Mundo atual (assim, é claro que a maioria dos judeus homossexuais são judeus progressistas).


Alguns grupos judaicos lembram que, de acordo com algumas interpretações, a masturbação masculina também é condenada pela Torá. E isso se deve ao desconhecimento do organismo masculino que existia na época em que o Judaísmo começou: pensavam que, assim como as mulheres paravam de menstruar quando chegavam a uma certa idade, os homens também paravam de ejacular quando chegavam a uma certa idade. Por isso, os homens não podiam exercer práticas sexuais que não fossem direcionadas EXCLUSIVAMENTE à reprodução (e isso inclui se masturbar e transar com outro homem), porque isso era visto como um desperdício de esperma.
Hoje, como já se sabe que o esperma não acaba, que o homem continua ejaculando até a velhice, não tem mais sentido fazer esse tipo de condenação.
Outros dizem que essa parte do Levítico foi escrita simplesmente pra impedir que os judeus adotassem práticas religiosas de outros povos e se afastassem das próprias tradições, já que todas as outras religiões da época não tinham dogmas que proibissem a homossexualidade e até falavam sobre deuses que se relacionavam com criaturas do mesmo sexo. Então, foi um dogma criado pra ser usado por aquelas pessoas e naquela época. Mas SÓ por aquelas pessoas e SÓ naquela época! E acabou-se!
Outros dizem que a palavra “abominação”, usada nesse trecho do Levítico, define alguma coisa que, apesar de ser desaconselhável e/ou mal vista, não chega a ser tão grave nem tão séria quanto um pecado. É uma coisa que desagrada a Javé, mas que não é proibida por ele.
Mas não se esqueçam que essa explicação é dada por grupos judaicos progressistas. Grupos judaicos ortodoxos e conservadores ainda se mantêm profundamente convencidos de que a masturbação é um pecado contra Javé, que a homossexualidade é um pecado contra Javé e que isso é imutável.
Agora, falando sobre as minhas experiências pessoais, eu admito que não tenho uma convivência extremamente próxima com uma quantidade muito grande de judeus. Mas todos que eu conheci até hoje sempre me trataram muito bem. Nenhum nunca me agrediu nem tentou me arrastar pra sinagoga.
Com os cristãos conservadores (católicos, protestantes ou outros) a gente vê exatamente o contrário disso: eles já chegam profundamente convencidos de que SÓ eles tão certos, xingando a gente, querendo arrastar a gente pra igreja deles e ameaçando a gente com o fogo do Inferno se a gente não se converter à igreja deles. E ainda se considerando “GRANDES SANTOS” por se comportarem dessa forma (eles dizem que tão “salvando” as pessoas agindo dessa forma)!
No caso dos judeus, eu não vejo nem mesmo os ortodoxos ou os conservadores fazendo isso!

Hasta el inicio del mes, fue exhibida por la Rede Globo la telenovela brasileña Caras & Bocas. Y entre otros temas, tal telenovela nos mostraba una familia de judíos jasídicos, que llamaban la atención del público por su estilo de vida separado de la mayor parte de la sociedad.
Así, pienso que es interesante hablar un poquito aquí del Judaísmo, pues que es una religión que tiene muchos y muchos grupos diferentes, que tienen visiones diferentes de la homosexualidad y de todas las otras situaciones mencionadas por la Torá (tanto que sería imposible hablar aquí de todos esos grupos judíos).
Es claro que, aunque haya diferencias entre los grupos judíos, todos también son semejantes en algunos puntos...
Por ejemplo, todos los judíos creen en un Dios Único: Jehová. Y aunque algunos judíos acepten que existen otras divinidades, todos se negan a adorar cualquier otra divinidad, pedir cualquier cosa a cualquier otra divinidad y hasta mismo agradecer a cualquier otra divinidad por cualquier gracia recibida. El concepto es: solamente los que no son judíos pueden hacer esas cosas relacionadas a otras divinidades, mientras que todos los judíos pueden hacerlas solamente relacionadas a Jehová.
Y todos los grupos judíos tienen rabinos.
Los rabinos de un grupo judío no pueden decidir nada que hay en otro grupo. Y hasta mismo dentro del mismo grupo, ellos no tienen autoridad incontestable o incuestionable: un rabino es un orientador judío, que aconseja algunas cosas y desaconseja otras, basado en lo que dice la Torá. Pero solo eso. Su “poder” acaba aí. Y él tampoco puede expulsar una persona del Judaísmo o prohibir que otras personas lleguen al Judaísmo. Así, él puede, a lo máximo, no querer bien a alguna persona que hace parte de su grupo. Pero tal persona no lo necesita para continuar siendo judía. Si ella lo prefiere, puede empezar a aconsejarse con otro rabino o mismo puede pasar a frecuentar otro grupo judío.
Uno de los rabinos brasileños más progresistas es Nilton Bonder.
Uds pueden clicar sobre el enlace arriba para ver una entrevista suya (en Portugués).

Among all the jewish groups, we can emphasize 3 of them as the main ones: the Orthodox Judaism, the Conservative Judaism, and the Reconstructionist Judaism.
The Orthodox Judaism says the physical sexual contact between people of the same sex, especially between males, is a sin. That’s why they don’t accept homosexual rabbis among them. But they basically accept homosexuals and bisexuals as common members of their groups.
Then, orthodox rabbis advise the homosexual members of their groups to live without sex. And they also advise the bisexual members of their groups to marry a person of the opposite gender and live as a heterosexual. But they are usually against any physical punishment for gays and lesbians.
For being against homosexual acts, orthodox jewish people use that part of Leviticus which says:

“A man shall not lie with another man as he would with a woman: it is an abomination.”

Conservative Judaism usually sees such situation in the same way. But some conservative jewish groups accept homosexual rabbis among them.
Conservative rabbis often preach the physical sexual contact between people of the same sex as a sin to the homosexual members of their groups. But they usually leave the person to decide how he wants to live.
Reconstructionist Judaism often accept homosexuality with no religious restrictions. They understand that part of Leviticus doesn’t make sense nowadays.
Some jewish groups say, according some interpretations, also the male masturbation is condemned by the Torah. And it was because of the lack of knowledge which existed when Judaism was founded about how the male organism works. It was thought men stopped ejaculating in their middle-age as well as women stopped menstruating in their middle-age. Because of that, males might not have any kind of sex which didn’t have the ONLY intention to procreate (and it included having sex to another male and masturbating). Otherwise they were throwing away their sperm.
Nowadays we already know sperm never “dries up”: every man continues ejaculating to the end of his like. Then, it’s stupid to condemn people because of such behavior nowadays.


“Non avrai con maschio relazioni come si hanno con donna: è abominio.”

Alcuni gruppi ebrei dicono che questa parte del Levitico è stata scritta semplicemente per evitare che gli ebrei accogliessero le tradizioni delle altre genti e che così lasciassero le loro stesse tradizioni, visto che le altre religioni tutte quante di quell’epoca non avevano qualche dogma contro l’omosessualità ed anche parlavano di dei che avevano delle relazioni sessuali con esseri dello stesso sesso. Così, questo dogma è stato creato per essere usato in quell’epoca. Ma SOLTANTO in quell’epoca! Ed è finito!
Altri gruppi dicono che la parola “abominio”, usata in questo caso, significa una cosa che è sconsigliabile, una cosa che è mal vista, ma che non è così terribile quanto un peccato. È una cosa che non piace a Geova, ma che Lui non vieta a nessuno.
Ma non dimenticare che questo è quello che dicono i gruppi di ebrei ricostruzionisti. I gruppi di ebrei ortodossi e conservatori ancora dicono di modo irreducibile che l’omosessualità è un peccato contro Geova tanto quanto la masturbazione è un peccato contro Geova. E che questo non cambierà mai.
Adesso parlerò un po’ di quello che ho visto nella mia vita personale... Devo dire che non conosco moltissimi ebrei e non ho tanto contatto con loro nella mia vita personale. Ma quei che io ho conosciuto fino adesso, tutti quanti, mi hanno sempre trattano molto bene. Nessun di loro mi ha mai aggredito o cercato di portarmi alla sua sinagoga.
Adesso, parlando dei cristiani conservatori (cattolici conservatori, protestanti conservatori o gli altri conservatori cristiani tutti quanti), si vede sempre l’opposto di questo: loro arrivano vicino a noi già sicurissimi che SOLTANTO loro hanno ragione, insultandoci, volendo trascinarci alla loro chiesa e dicendo che vogliono vederci nel fuoco dell’Inferno quando non accettiamo convertirci alla loro chiesa. E si dicono i “santi” che stano salvando le persone quando lo fanno!
Non ho mai visto un ebreo lo facendo. Nemmeno un ebreo ortodosso o conservatore lo fa!


Bom, até mais!

domingo, 17 de janeiro de 2010

“SANCTE SOCRATES, ORA PRO NOBIS!”

Oi!!!

Esse post é só uma explicação de algumas coisas que vocês vão ver em outros posts aqui no blog nos próximos meses.
Em 1997, o Governo da Grécia voltou a reconhecer o Helenismo como religião, depois da perseguição que ele sofreu desde o Império Romano, com o desenvolvimento do Catolicismo Romano.
Pra quem ainda não viu, eu fiz um post sobre o Helenismo em 2008. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008/07/helenismo.html

Pelo censo de 2005, cerca de 2000 gregos são praticantes do Helenismo. E nos demais países do Mundo, não há dados muito exatos. Mas como esse é um assunto pouco comentado no Brasil, acho que é bem válido falar sobre ele aqui. Até porque, como nós sabemos, o Helenismo é uma religião não homofóbica: ele não tem dogmas que falem contra pessoas homossexuais e bissexuais nem proíbe que essas pessoas tenham uma vida sexual ativa.
Na verdade, o Helenismo não tem nada contra o desejo sexual nem contra o sexo em geral (independente das preferências sexuais do praticante). A não ser em relação a pessoas que decidiram fazer algum voto de castidade.
O Helenismo é uma religião da alegria e da liberdade ligada à Natureza, e não da intolerância e da opressão ligada à repressão sexual.
Mas, principalmente por não ser uma religião homofóbica, eu decidi que, pelos próximos 6 meses a partir de agora, eu vou fazer 1 post por mês falando sobre 2 das 12 principais divindades do Helenismo.
Afinal, é preciso divulgar o máximo possível todos os caminhos religiosos não homofóbicos que os homossexuais e bissexuais podem seguir, lembrar que nós não somos obrigados a nos submeter à tirania de igrejas homofóbicas e lembrar a todos esses grupos religiosos homofóbicos que eles não são a última bolacha do pacote (o Divino tem muito mais a oferecer a todos nós do que esses grupos).
Não se esqueçam que 90% dos comentários homofóbicos que se ouve são inspirados em ‘justificativas’ religiosas. Assim, não é preciso pensar muito pra ver que 90% da homofobia divulgada pelo Mundo vêm de religiões homofóbicas. E assim sendo, é desses grupos religiosos que nós temos que nos defender o máximo possível.
É evidente que nós não precisamos desejar mal a ninguém, não precisamos armar situações contra ninguém e não precisamos agredir ninguém. A não ser que a pessoa em questão, ela agindo primeiro, nos ataque de uma forma tão extremista e tão radical que nos dê o direito de nos defender dessa forma.
Mas precisamos, SIM, nos defender, se já estamos sendo atacados. Se eles se dão o direito de nos atacar tão abertamente, nós temos mais direito ainda de nos defender.
Agora, se você é um católico conservador, um protestante conservador ou qualquer outro tipo de cristão conservador e não tá gostando de ler esse texto, eu faço uma pergunta: você tá fazendo o quê aqui nesse blog? Como eu já disse antes, aqui não é lugar de cristãos conservadores.
E não venha com aquela historinha de que entrou aqui sem querer. Porque, se fosse esse o caso, você teria entrado e saído logo depois, e não parado pra ler esse post até aqui.
E faço questão de lembrar uma coisa: eu não tô esperando que os cristãos conservadores mudem e aprendam a respeitar quem é diferente deles. Eles nunca vão fazer isso mesmo. São casos perdidos. Então, eles que fiquem lá no grupinho deles, bradando de ódio, louvando a discriminação e desejando o Inferno a quem não quer ser igual a eles. Mas, se vierem pra cima de nós, nós temos o direito de nos defender. Calados é que nós não podemos ficar quando formos atacados!
Bom, pra fechar esse post, vou lembrar aqui que não é difícil encontrar pela Internet certos textos escritos por padres homofóbicos que, depois de discursar contra nós, terminam o texto com aquele ditado católico:

“In corde Jesu, semper”

Então, vou lembrar aqui de uma crônica escrita pelo intelectual renascentista Desiderius Erasmus Roterodamus:

“Sancte Socrates, ora pro nobis!”

Significa “São Sócrates, ora por nós!”. E é uma crítica que ele escreveu, lembrando que muitos gregos antigos, como o Sócrates, tiveram uma genialidade muito maior e são muito mais dignos de serem chamados de “santos” do que certos católicos canonizados.
Se esses padres que eu mencionei querem nos bater, que batam. Mas se baterem, também vão levar. No mesmo peso e na mesma medida.

Bom, abaixo vai o post sobre as 2 primeiras divindades do Helenismo de quem eu vou falar: Zeus e Hera, o Casal Real Divino do Olimpo.

ZEUS e HERA

ZEUS

Entre todos os mitos e lendas populares que mencionam Zeus, nenhum diz que Ele é o Criador do Mundo. Pelo contrário: Ele é sempre mencionado nascendo depois que o Mundo já foi criado por outras divindades.
O que os mitos demonstram claramente com isso é que o culto de Zeus chegou à Grécia depois que a civilização já tinha se instalado lá, ou seja, Ele não é uma divindade nativa da Grécia.
Por volta do ano 2600 a.C., a Grécia foi invadida por povos indo-europeus, que foram os primeiros devotos do Deus a chegarem lá. E que impuseram o culto Dele aos povos nativos.
É possível que Zeus seja o mesmo Deus que os vikings cultuavam como o Deus Supremo deles: Odin. Afinal, Zeus e Odin são divindades com as mesmas características e originárias da mesma região do Mundo. Mas é uma coisa que não tem como afirmar com 100% de certeza, pois as informações mais seguras que existem sobre Odin vêm da Idade Média, milênios depois das primeiras informações que existem sobre Zeus.
Mesmo não sendo nunca visto como o Criador do Mundo, Zeus é sempre visto como o Organizador do Mundo: todos os mitos e lendas concordam que foi o Poder Dele que ‘domou’ as forças que antes eram desordenadas e impôs ao Mundo as regras que Ele julga como certas.
Embora Zeus fosse visto basicamente como o Soberano do Céu e da Terra, enquanto Posseidon era visto como o Soberano do Mar e Plutão como o Soberano do Mundo Subterrâneo, essa ideia é bastante contestável: os mitos e lendas mostram claramente que, quando era necessário, Zeus também tomava decisões que atingiam o Mar e o Mundo Subterrâneo, passando por cima da autoridade de Posseidon e Plutão.
Apesar de ser imaginado casado com Hera, a Deusa do casamento, Zeus era imaginado pelos gregos antigos tendo infinitas relações extra conjugais. A ideia é de que Ele tinha que espalhar pelo Mundo, o máximo possível, os filhos Dele, ao mesmo tempo em que Ele não era obrigado a ser maritalmente fiel a Hera. Afinal, se Ele é a Divindade Suprema, Superior a tudo o que existe, a vontade Dele pode passar por cima da fidelidade a Hera, assim como passa por cima da autoridade de Plutão e Posseidon, como já foi dito.
Além disso, muitos desses mitos só fazem sentido se forem interpretados de forma metafórica: a relação sexual entre Zeus e a outra personagem em questão representa, de forma simbólica, a união de alguma força com alguma outra força.
Nem todas as relações extra conjugais de Zeus foram com seres do sexo feminino. Inclusive, o Deus tinha o Seu próprio amante particular: o Príncipe Ganimedes.
Devido ao Poder que tem, Zeus recebeu do poeta Homero o título de “Pai dos deuses e dos homens”. É uma alusão ao pai de família grego do século IX a.C.: tais homens sustentavam e protegiam todas as pessoas que moravam em suas casas como membros de suas famílias, mas também exigiam submissão absoluta dessas pessoas, exerciam uma autoridade inquestionável sobre elas e puniam as pessoas da família que julgavam que estavam erradas; Zeus, no mesmo peso e na mesma medida, protege todas as criaturas do Mundo (sejam elas divinas, humanas ou de qualquer outra origem), mas também exige submissão absoluta dessas criaturas, exerce uma autoridade inquestionável sobre elas e pune quem Ele julga que está errado.
Uma das atribuições punitivas de Zeus que mais se desenvolveram na Grécia Antiga foi a que mencionava o Deus castigando aqueles que maltratavam seus hóspedes: quem negava boa hospitalidade a alguém que tivesse entrado na sua casa podia contar com um castigo impiedoso de Zeus.
Por volta do século IV a.C., Zeus passou a ser chamado por algumas correntes religiosas gregas de “Deus Único”, mas não no sentido de que os outros deuses deveriam ser esquecidos, e sim no sentido de não existir outro Deus Supremo: todos os outros deuses ficam abaixo Dele, mas nunca ao lado e menos ainda acima.
Outras correntes religiosas sintetizavam Nele as atribuições das outras divindades: enquanto os outros eram, cada um, o deus disso, a deusa aquilo, o deus daquilo outro, Zeus era o Deus de tudo. O Deus de todas as coisas juntas. Mas essa ideia não se desenvolveu muito.
O templo mais antigo de Zeus parece ser o que ficava no Santuário de Dodona, num território que hoje pertence ao Noroeste da Grécia. E alguns historiadores afirmam que o santuário já tava lá antes da chegada dos indo-europeus, oferecendo culto a outra divindade. Mas os invasores, dominando o santuário, fizeram dele um centro do culto de Zeus.
A adoração a Zeus era feita pelos gregos antigos nos lugares mais altos possíveis (geralmente nos topos de montanhas), por 2 motivos básicos: 1º, os indo-europeus mencionavam Zeus originalmente como um Deus do Céu, ligado aos relâmpagos e à claridade celeste, ou seja, quanto mais perto do Céu a pessoa tava, mais perto ela tava da essência original de Zeus; e 2º, sendo Ele a Divindade Suprema, o culto Dele deve ser celebrado literalmente acima do culto dos outros deuses.
Com a chegada do Cristianismo, a imagem que Zeus mantinha como Deus Supremo começou a preocupar os seguidores de Jesus: eles viam Zeus como um concorrente ao Javé que Jesus adorava.
Então, pra deturpar a imagem Dele, passaram a retratar Zeus com um simples tarado, que passa o tempo procurando insaciavelmente por sexo, sem se preocupar em proteger nem ajudar ninguém (praticamente a imagem oposta do Zeus original, né?).
O animal e o vegetal consagrados a Zeus são a águia e o carvalho.

Among all the myths about Zeus, no one mentions Him as the Creator of World. It’s the opposite: He is always born when the World already exists.
It shows clearly that Zeus’ worship arrived at Greece when civilization had been already established in that region. He isn’t actually a deity from Greece.
Around 2600 B.C., indo-europeans invaded Greece. And they imposed the God’s worship upon the people from that region.
It’s possible that Zeus is the same God who vikings worshiped as their Supreme God: Odin. Anyway, Zeus and Odin are deities with the same characteristics and from the same region. But it’s impossible to be 100% sure about that, because the 1st main pieces of information about Odin come from the Middle Ages and the 1st main pieces of information about Zeus are millennia older.
Anyway, Zeus isn’t the Creator of World, but He is the Organizer of World. His myths say His Power have controlled the disorganized powers which existed before His reign. And since then He’s imposed upon the World the rules which He sees as the best.
Zeus was seen basically as the King of Sky and Earth, while Poseidon was the King of Sea and Pluto was the King of Underworld. But it’s very disputable because the Ancient Greeks also believed, when it was necessary, Zeus’ authority occasionally passed over Poseidon and Pluto’s authority, even in situations tied to the Sea and the Underworld.
Zeus is married to Hera, Goddess of Marriage. But the Ancient Greeks imagined Him having hundreds of extra-conjugal affairs. It was believed He used to do that because He wanted to spread His children over the World as much as possible and, at the same time, He doesn’t have the obligation to live under marital fidelity. Anyway, if He is the Supreme Deity and Superior to everything, His decisions may pass over His fidelity to Hera as well as they may pass over Poseidon and Pluto’s authority.
And don’t forget many of His myths make sense only when they are seen under a metaphorical way: a sexual contact between Zeus and the other character can symbolize the union of a power and another power.
Not all Zeus’ lovers were female beings. He had even a private male lover: Prince Ganymede.
Because of His Power, Zeus was named by poet Homer “Father of Gods and Men”. It’s an allusion to the Greek fathers of families who lived in the 9th century B.C. Such men supported and protected all the people who lived at their houses as members of their families, but they also required a complete submission from those people, had an incontestable authority over them, and punished the ones who had made mistakes. In the same way, Zeus protected all the (divine and/or human) creatures in the World, but He also required a complete submission from those creatures, had an incontestable authority over them, and punished the ones who had made mistakes.
One of Zeus’ main punitive characteristics in the Ancient Greece was the punishment against the ones who maltreated their own guests.
Around the 4th century B.C., some religious Greek groups named Zeus “the Only God”. It didn’t mean the other deities should be forgotten, but it meant He was the Only Supreme God: all the other gods and goddesses will stay under Him forever.
Other religious Greek groups saw Him as the Only God of Everything: while the other deities were, each one, the god or goddess of a specific thing, He was the God of everything together. But such idea didn’t develop so much.
Zeus’ oldest temple seems to be the one which stayed in the Shrine of Dodona. And some historians say the temple was still there before the indo-europeans’ arrival. But it had been used to worship another deity. And when the indo-europeans took over the temple, they gave it to their God.
Ancient Greeks worshiped Zeus at the highest places (usually on mountaintops) for 2 basic reasons... 1st, indo-europeans saw Him as a God of Sky and associated to the celestial light. Then, as nearer to Sky one was as nearer to Zeus he was too. And 2nd, as the Supreme Deity, Zeus should be worshiped above all the other deities.
At the time of the spread of Christianism, Zeus started worrying Jesus’ followers: they saw Zeus as a kind of a contender against the Yahweh worshiped by Jesus.
Then, they tried to defame Zeus, mentioning Him as simple horny creature who spends His days looking only for sex and not protecting anyone (almost the opposite of Zeus’ original concept, really?).
Eagles and oaks are among the main symbols of Zeus.

Entre todos los mitos que hablan de Zeus, ningun Lo menciona como Creador del Mundo. Es lo opuesto: El siempre nace cuando el Mundo ya existe.
Eso nos muestra que el culto de Zeus llegó a Grecia cuando la civilización ya estaba allá. El no es una divinidad nativa de Grecia.
Más o menos en 2600 a.C., Grecia fue invadida por los indoeuropeos. Y ellos impusieron el culto de su Dios a los pueblos de la región.
Es posible que Zeus sea el mismo Dios que los vikingos adoraban como su Dios Supremo: Odín. Como sea, Zeus y Odín son divinidades con las mismas características y de la misma región. Pero es imposible tener 100% certeza de eso, pues que las primeras informaciones seguras de Odín nos llegan de la Edad Media, mientras que las primeras informaciones seguras de Zeus son milenios más antíguas.
Bueno, Zeus no es el Creador del Mundo, pero es el Organizador del Mundo. Sus mitos dicen que Su Poder controló las fuerzas desordenadas que existían antes de Su reinado. Y desde entonces, El impuso al Mundo las reglas que ve como las mejores.
Zeus era visto basicamente como el Rey del Cielo y de la Tierra, mientras que Poseidón era el Rey del Mar y Plutón era el Rey del Mundo Subterráneo. Pero eso es muy cuestionable, pues que, lo decían los antíguos griegos, cuando era necesario, la autoridad de Zeus pasaba por encima de las autoridades de Poseidón y Plutón, hasta mismo en situaciones ligadas al Mar y al Mundo Subterráneo.
Zeus es casado con Hera, la Diosa del Casamiento. Pero los antíguos griegos Lo imaginaban teniendo muchísimas relaciones extraconyugales. Se pensaba que El lo hacía porque deseaba tener la mayor cantidad posible de hijos por el Mundo y, al mismo tiempo, no tenía la obligación de someterSe a la fidelidad marital. Como sea, si El es la Divinidad Suprema y Superior a todas las cosas que hay, Sus decisiones pueden pasar por encima de Su fidelidad a Hera, tanto cuanto pasan por encima de las autoridades de Poseidón y Plutón.
Es necesario recordar que muchos de Sus mitos hacen sentido solamente cuando son vistos de modo metafórico: un contacto sexual entre Zeus y el otro personaje puede representar la unión de una fuerza con otra fuerza.
Los amantes de Zeus no fueron todos hembras. El tenía hasta mismo un amante personal: el Príncipe Ganimedes.
Gracias a Su poder, Zeus fue llamado “Padre de Los Dioses y de Los Hombres” por el poeta Homero. Es una alusión al padre de familia griego del siglo IX a.C. Tales hombres sostenían y protegían todas las personas que vivían en sus casas como miembros de sus familias, pero también les exigían sumisión total, tenían una autoridad incontestable sobre ellas y castigaban las que cometían errores. De la misma manera, Zeus protegía todos los seres (divinos y/o humanos) que vivían en el Mundo, pero El también les exigía sumisión total, tenía una autoridad incontestable sobre ellos y castigaba los que cometían errores.
Una de las características punitivas principales de Zeus en la Grecia Antígua era castigar los que maltrataban sus huéspedes.
Más o menos en el siglo IV a.C., algunos grupos griegos religiosos nombraron Zeus “el Dios Único”. Eso no significaba que las otras divinidades tenían que ser olvidadas, pero sí que El era el Único Dios Supremo: todos los otros dioses y diosas se quedarán por siempre debajo de El.
Otros grupos religiosos griegos Lo veían como el Único Dios de Todo: mientras que las otras divinidades eran, cada una, el dios o diosa de una cosa diferente, El era el Dios de todas las cosas juntas. Pero tal idea no se desarrolló mucho.
Es posible que el templo más antíguo de Zeus fuera lo que se quedaba en el Santuario de Dódona. Y algunos historiadores dicen que el templo ya estaba allá antes de los indoeuropeos, pero era utilizado para adorar otra divinidad. Mas cuando los indoeuropeos dominaron el templo, lo dieron a su Dios.
El culto de Zeus era hecho por los griegos antíguos en los lugares más altos (casi siempre sobre el cumbre de montañas) por 2 motivos básicos... Primero, los indoeuropeos Lo veían como un Dios del Cielo. Así, cuanto más cerca del Cielo se estaba, más cerca de Zeus también se estaba. Y segundo, como la Divinidad Suprema, Zeus tenía que ser adorado arriba de todas las otras divinidades.
En la época de la propagación del Cristianismo, Zeus empezó a asustar los seguidores de Jesús: ellos Lo veían como un tipo de contendiente del Jehová adorado por Jesús.
Así, hicieron lo que pudieron para difamar Zeus, hablando de El como un ser que pensaba solamente en sexo y que no hacía nada para proteger a nadie (casi lo opuesto del concepto original de Zeus, ¿verdad?).
La águila y el roble están entre los símbolos principales de Zeus.


Fra i miti tutti quanti che parlano di Zeus, nessun lo dice il Creatore del Mondo. È l’opposto: Lui sempre nasce quando il Mondo già esiste.
Questo ci mostra che il culto di Zeus è arrivato alla Grecia quando già c’era la civiliazzazione. Lui non è una divinità nativa della Grecia.
Più o meno nel 2600 a.C., gli indoeuropei hanno invaso la Grecia. E loro hanno imposto il culto del suo Dio ai popoli della regione.
È possibile che Zeus sia lo stesso Dio che i vichinghi adoravano come il suo Dio Supremo: Odino. Comunque sia, Zeus e Odino sono 2 divinità con le stesse caratteristiche e provenienti dalla stessa regione. Ma è impossibile esserne 100% sicuro, visto che le prime informazioni sicure che ci sono di Odino sono del Medioevo, mentre che le prime informazioni sicure che ci sono di Zeus sono alcuni millenni più antichi.
Bene, Zeus non è il Creatore del Mondo, ma è l’Organizzatore del Mondo. I Suoi miti dicono che il Suo Potere ha controllato le forze disordinate che c’erano prima del Suo regno. E da quell’epoca, Lui ha imposto sul Mondo le regole che vede come le migliori.
Zeus era visto basicamente come il Rè del Cielo e della Terra, tanto quanto Poseidone era il Rè del Mare e Ade era il Rè del Mondo Sotterraneo. Ma tutto questo è molto discutibile, visto che, così si diceva, quando c’era bisongo di farlo, Zeus non rispettava l’autorità di Poseidone e Ade, anche nelle situazioni legate al Mare ed al Mondo Sotterraneo.
Zeus è il marito di Era, la Dea del Matrimonio. Ma gli antichi greci L’immaginavano avendo tantissime relazioni extraconiugali. Si pensava che Lui lo faceva perché voleva avere la quantità più grande possibile di figli nel Mondo e, allo stesso tempo, non aveva l’obbligo di tenere la fedeltà coniugale. Comunque sia, se Lui è la Divinità Suprema e Superiore a tutto quanto c’è, quello che Lui decide è superiore alla Sua fedeltà a Era, tanto quanto è superiore alle autorità di Poseidone e Ade.
C’è bisogno di ricordare che dei miti Suoi hanno senso solo quando sono visti metaforicamente: un contatto sessuale fra Zeus ed un altro personaggio può simboleggiare l’unione di una forza con un’altra forza.
Gli amanti di Zeus non sono soltanto donne. Lui aveva anche un amante privato: il Principe Ganimede.
Grazie al Suo Potere, il poeta Omero ha chiamato Zeus “Padre degli Dei e degli Uomini”. È un’allusione al padre di famiglia greco del secolo IX a.C. Tali uomini provvedevano e proteggevano tutti quanti abitavano le case sue come membri delle sue famiglie, ma anche esigevano la loro sottomissione assoluta, avevano un’autorità incontestabile su loro e punivano quei che sbagliavano. Nello stesso modo, Zeus proteggeva gli esseri (divini e/o umani) tutti quanti del Mondo, ma anche esigeva la sottomissione assoluta di questi esseri, aveva un’autorità incontestabile su loro e puniva quei che sbagliavano.
Una delle caratteristiche punitive principali di Zeus nella Grecia Antica era punire quei che maltrattavano i suoi ospiti.
Più o meno nel secolo IV a.C., dei gruppi religiosi greci hanno chiamato Zeus “il Dio Unico”. Questo non significava che si doveva scordare le altre divinità, ma sì che Lui era l’Unico Dio Supremo: sarà superiore per sempre agli altri dei e dee tutti quanti.
Altri gruppi religiosi greci Lo vedevano come l’Unico Dio di Tutto Quanto: mentre le altre divinità erano, ognuno, il dio o la dea di una cosa diversa, Lui era il Dio delle cose tutte quante insieme. Ma questo concetto non si è molto sviluppato.
È possibile che il tempio più antico di Zeus sia quello che c’era nel Santuario di Dodona. E dei storici dicono che tale tempio c’era già prima dell’arrivo degli indoeuropei, ma era il tempio di un’altra divinità. Però, quando gli indoeuropei hanno dominato il tempio, l’hanno dato al suo Dio.
Gli antichi greci adoravano Zeus sui posti più alti (quasi sempre sulle cime delle montagne) per 2 motivi principali... Primo, gli indoeuropei Lo vedevano come un Dio del Cielo. Così, quanto più vicino al Cielo si fosse, più vicino a Zeus si era. E secondo, essendo Lui la Divinità Suprema, Zeus doveva essere adorato sopra le altre divinità tutte quante.
Quando ha cominciato la propagazione del Cristianesimo, Zeus ha cominciato a terrorizzare i devoti di Gesù. Loro lo vedevano come un concorrente del Giova che Gesù adorava.
Così, hanno fatto quello che potevano per calunniare Zeus, parlando di Lui come un essere che pensava solo a sesso e che non faceva niente per proteggere nessuno (quasi l’opposto del concetto originale di Zeus, vero?).
L’aquila e il faggio sono fra i simboli principali di Zeus.


HERA

A origem dessa Deusa é incerta. Alguns historiadores dizem que o culto Dela foi levado pra Grécia pelos conquistadores indo-europeus, há mais de 4000 anos, e outros dizem que Ela já era adorada pelos primeiros habitantes da Grécia, há uns 8000 anos.
De qualquer forma, Hera era a Deusa do casamento ali e, consequentemente, também era o símbolo religioso das esposas.
Lá pelo ano 2600 a.C., o culto de Zeus foi levado pra Grécia pelos conquistadores indo-europeus, que fizeram Dele o Deus Supremo, impondo o culto Dele aos povos conquistados. Esses povos, que seguiam tradições que hoje seriam vistas como feministas, adoravam principalmente divindades femininas. E o implante de uma divindade masculina como novo Deus Supremo deles mudou completamente a noção que eles tinham de homem e mulher, passando a criar comportamentos cada vez mais machistas a partir dali.
Bom, como Hera era a Deusa do casamento, Ela pareceu a Deusa ideal pra ser a esposa do novo Deus Supremo. E Ela passou a ser louvada como tal pelos gregos a partir daquela época: em algumas regiões da Grécia, todos os anos, a estátua de Hera, que era feita de madeira de carvalho (árvore consagrada a Zeus), era vestida com roupas de noiva e levada em procissão até o templo de Zeus mais próximo, onde era deixada num leito nupcial, como se Ela tivesse se casando sempre e infinitamente com Ele.
Devido a esse casamento, Hera passou a ser considerada a Rainha dos Deuses Olímpicos. Ou seja, entre todos esses deuses, Ela era vista como a 2ª mais poderosa, inferior apenas a Zeus.
Só que, devido a Hera ser considerada o símbolo religioso das esposas numa sociedade que tinha mergulhado num machismo quase absoluto, a imagem que passou a ser transmitida pra Ela foi a imagem que os maridos tinham das esposas, ou seja, uma criatura chata, que passa o dia inteiro de mau humor e reclamando sem parar.
O caráter vingativo e sádico com que Hera passou a ser imaginada vem muito daí também: quase todos os mitos e lendas populares que mencionam essa Deusa mostram ela perseguindo ou castigando alguém. Mas, quase sempre, é alguém que tomou alguma atitude negativa contra algum casamento. As vítimas principais de Hera são os maridos e esposas adúlteros, seus respectivos amantes e mais os filhos nascidos dessas uniões. E os castigos que Ela manda contra essas pessoas são sempre terríveis.
Existe um mito que menciona Hera enviando um monstro pra assombrar Tebas, já que o Rei de Tebas tinha mantido um relacionamento homossexual com um príncipe da Élida. E essa, de acordo com os mitos, teria sido a estreia da homossexualidade no Mundo: ninguém nunca tinha feito isso antes. Mas o castigo da Deusa contra eles foi só por eles terem inaugurado um novo tipo de relacionamento que não era um casamento, e não por eles serem homossexuais: não existe nenhum outro mito nem lenda popular que mencione Hera castigando outros homossexuais.
Mas até hoje, na maioria dos filmes, seriados e até desenhos animados inspirados na Mitologia Grega, Hera aparece quase sempre como vilã. Só que estudando os mitos gregos originais, a gente vê que não é bem isso.
Ao contrário de Zeus, que era imaginado pelos gregos cometendo sempre uma sucessão sem fim de adultérios, Hera era imaginada sendo sempre 100% fiel ao marido.
Ela também era imaginada como uma das 3 deusas olímpicas mais lindas, comparada em beleza só a Afrodite e Atena.
Também existe a forma Era, sem H, pro nome dessa Deusa. Mas Hera, com H, é bem mais comum de se ver.
Esse nome, de acordo com alguns etimólogos, vem da mesma origem que a palavra ‘herói’. Então, ‘hera’ seria uma espécie de sinônimo de ‘heroína’, o que se justifica pelo fato dessa Deusa enfrentar todos os desafios e destruir todos os inimigos que encontra pra manter a matéria sobre a qual Ela reina, ao mesmo tempo em que defende e protege incondicionalmente todos aqueles que se dedicam a essa matéria: o casamento.
O animal e o vegetal que simbolizam Hera são o pavão e o lírio.

It’s not so clear where Hera has come from. Some historians say Her worship was brought to Greece by indo-europeans 4000 years ago (or earlier). Others say She was already worshiped by the 1st inhabitants of Greece, 8000 years ago.
Anyway, Hera was the Goddess of Marriage in the Ancient Greece and, thanks to that, the religious symbol of wives.
Around 2600 B.C., indo-europeans introduced Zeus’ worship in Greece and made Him the Supreme God of Greece. But the 1st inhabitants of Greece were a matriarchal people who worshiped basically female deities. Then, having a male deity as their new Supreme Deity changed so much their concept about men and women and founded from that moment a patriarchal society.
As the Goddess of Marriage, Hera was seen as the perfect goddess to be the new Supreme God’s wife. And the ancient Greeks started worshiping Her under this concept since then. Every year, in some Greek regions, Hera’s statue was dressed as a bride, carried in procession to the nearest temple of Zeus, and left on a “marital bed”. Such ritual meant She was marrying Him always and always and always. And such Hera’s statues were made of oak wood (oak was the tree dedicated to Zeus).
This marriage has made Hera the Queen of the Olympian Gods. It means, among all the other deities, She was the 2nd most powerful. And She was under Zeus only.
But, as the religious symbol of wives in an almost completely patriarchal society, Hera wasn’t so well seen. Actually, She was seen as husbands always see their wives in such societies: boring and bad-tempered creatures who spend all their days complaining about everything and who never stop complaining.
Hera was often imagined having a sadistic and vengeful personality: almost all Her myths show Her punishing or hunting somebody down. But Her victim is always somebody who did something prejudicial against a marriage. Her favorite victims are adulterer men, adulteress women, their lovers, and the children born from such relations. And the punishments which She sends against these people are always terrible.
A myth says Hera sent a monster against Thebes because the King of Thebes had a homosexual affair with a prince of Elida. And, according to the ancient Greeks, that was the 1st homosexual affair in the World. But the Goddess’ punishment against it was just because they created a new kind of affair which wasn’t a marriage and not because they were homosexuals. There’s no other myth which shows Hera punishing other homosexuals.
Well, even nowadays, most of the movies, TV series, and even cartoons based on the Greek Mythology show Hera as a villain. But if you study the original Greek myths you’ll see it’s not exactly the case.
Zeus was always imagined having many and many extra-conjugal affairs. Hera was often imagined as the opposite: She is 100% loyal to Her husband.
She was also imagined as one of the 3 most beautiful olympian goddesses, along side Aphrodite and Athena.
Hera’s name, according to some etymologists, comes from the same origins than “hero”. Then, “Hera” is a kind of a synonym of “heroine”. Anyway, this Goddess faces Her difficulties and destroys all Her enemies just to protect what She reigns over as well as She protects the ones who devote themselves to what She reigns over: marriage. It explains why She is a “heroine”.
Peacocks and lilies are among the main symbols of Hera.


No se sabe muy bien de donde viene Hera. Algunos historiadores dicen que Su culto fue llevado a Grecia por los indoeuropeos hace más de 4000 años. Otros dicen que Ella ya era adorada por los primeros habitantes de Grecia hace 8000 años.
Como sea, Hera era la Diosa del Casamiento en la Grecia Antígua y, gracias a eso, era también el símbolo religioso de las esposas.
Más o menos en 2600 a.C., los indoeuropeos llevaron a Grecia el culto de Zeus, que fue hecho el Dios Supremo de Grecia. Pero los primeros habitantes de Grecia eran un pueblo matriarcal que adoraba basicamente divinidades femeninas. Así, tener una divinidad masculina como su Divinidad Suprema cambió totalmente su concepto de hombre y mujer y, desde entonces, inauguró una sociedad patriarcal.
Como Diosa del Casamiento, Hera fue vista como la diosa perfecta para ser la esposa del nuevo Dios Supremo. Y los antíguos griegos empezaron a adorarla en tales condiciones desde aquella época. En algunas regiones de Grecia, la estatua de Hera era vestida como una novia, llevada en procesión hacia el templo de Zeus más próximo y dejada sobre una “cama nupcial”. Tal ritual significaba que Ella está casándose con El siempre, siempre y siempre. Y tales estatuas de Hera eran hechas de madera de roble (el árbol de Zeus).
Este casamiento hizo Hera la Reina de Los Dioses. Y significa que, entre todas las divinidades, Ella es la segunda más poderosa, inferior solamente a Zeus.
Pero, como símbolo religioso de las esposas en una sociedad casi totalmente patriarcal, Hera no era muy bien vista. En verdad, Ella era vista como las esposas son vistas por sus maridos en tales sociedades: seres aburridos y malhumorados que se quedan por todos los días quejándose de todo y no acabando nunca de quejarse.
Hera era casi siempre imaginada teniendo una personalidad sádica y vengativa: casi todos Sus mitos La muestran castigando o persiguiendo alguien. Pero Su víctima es siempre alguien que hizo alguna cosa dañosa contra un casamiento. Sus víctimas favoritas son los hombres y mujeres adúlteros, sus amantes y los hijos nacidos de tales relaciones. Y los castigos de la Diosa contra esas personas son siempre terribles.
Hay un mito que habla de Hera utilizando un monstruo para castigar Tebas, porque el Rey de Tebas había tenido una relación homosexual con un príncipe de Elida. Y, lo dicen los antíguos griegos, esa fue la primera relación homosexual del Mundo. Pero el castigo de la Diosa no fue porque ellos eran homosexuales, y sí porque empezaron un nuevo tipo de relación que no era un casamiento. No hay otro mito que hable de Hera castigando ningun otro homosexual.
Bueno, hasta mismo actualmente, la mayor parte de las películas, seriales y dibujos animados basados en la Mitología Griega nos muestran Hera como una villana. Pero cuando tú estudias los mitos originales, ves que no es eso.
Zeus era siempre imaginado teniendo muchas y muchas relaciones extra conyugales. Pero Hera era lo opuesto: Ella era 100% fiel a Su marido.
Ella era imaginada también como una de las 3 diosas olímpicas más bellas, semejante solamente a Afrodita y Atenea.
El nombre de Hera, así dicen algunos etimólogos, viene del mismo origen de la palabra “héroe”. Así, “Hera” es un tipo de sinónimo de “heroína”. Como sea, esa Diosa encara Sus dificuldades y destruye todos Sus enemigos para proteger Su atribuición, tanto cuanto protege los que se dedican a esa misma atribuición: el casamiento. Por eso Ella es una “heroína”.
El pavo y el lirio están entre los símbolos principales de Hera.


Non si sa bene da dove viene Era. Alcuni storiografi dicono che il Suo culto è arrivato nella Grecia grazie agli indoeuropei, più di 4000 anni fa. Altri dicono che i primi abitanti della Grecia già L’adoravano 8000 anni fa.
Comunque sia, Era era la Dea del Matrimonio nella Grecia Antica e, grazie a questo, era anche il simbolo religioso delle mogli.
Più o meno nel 2600 a.C., gli indoeuropei hanno portato alla Grecia il culto di Zeus, e L’hanno fatto il Dio Supremo della Grecia. Ma i primi abitanti della Grecia erano una gente matriarcale che adorava basicamente le divinità femminili. Così, avere una divinità maschile come la sua Divinità Suprema ha cambiato totalmente i loro concetto di uomo e donna e, da quell’epoca, cominciato una società patriarcale.
Come Dea del Matrimonio, Era è stata vista come la dea perfetta per essere la moglie del nuovo Dio Supremo. E gli antichi greci hanno cominciato a adorarla così da allora. In delle regioni della Grecia, la statua di Era è stata vestita come una sposa, portata in una processione al tempio più vicino di Zeus e lasciata su un “letto nuziale”. Questo rituale significava che Lei Lo sta sposando sempre, sempre e sempre. E tali statue di Era erano fatte di legno di faggio (l’albero di Zeus).
Questo matrimonio ha fatto Era le Regina degli Dei. E significa che, fra le divinità tutte quante, Lei è la seconda più potente, inferiore soltanto a Zeus.
Ma, come il simbolo religioso delle mogli in una società quasi totalmente patriarcale, Era non era così ben accolta. A dirlo il vero, Lei era vista come sono viste le mogli in questo tipo di società: esseri noiosi e sempre di malumore che restano tutto il tempo brontolando dovuto a tutto e che non smettono di brontolare mai.
Era quasi sempre era immaginata avendo una personalità sadica e vendicativa: i Suoi miti quasi tutti quanti La mostrano castigando o inseguendo qualcuno. Ma la Sua vittima è sempre qualcuno che ha fatto qualcosa contro un matrimonio. Le Sue vittime favorite sono gli uomini e donne adulteri, i loro amanti ed i filgi che hanno avuto in queste relazioni. E le punizioni della Dea contro queste persone sono sempre terribili.
C’è un mito che parla di Era usando un mostro per punire Tebe, perché il Re di Tebe aveva avuto una relazione omosessuale con un principe di Elida. E, lo dicono gli greci antichi, questa è stata la prima relazione omosessuale del Mondo. Ma il castigo della Dea non c’è stato perché loro erano omosessuali, e sí perché hanno comiciato un novo tipo di relazione che non era un matrimonio. Non c’è qualche altro mito che parla di Era castigando altri omosessuali.
Bene, anche oggigiorno, la parte più grande dei film, show televisivi e cartoni basati sulla Mitologia Greca ci mostrano Era come la cattiva della storia. Ma quando si studia i miti originali si vede che non è proprio così.
Zeus era sempre immaginato avendo tantissime relazioni extraconiugali. Ma Era era l’opposto: Lei era 100% fedele a Suo marito.
Lei era anche immaginata come una delle 3 dee olimpiche più belle, simile soltanto a Afrodite e Atena.
Il nome di Era, così dicono degli etimologisti, viene dello stesso origine della parola “eroe”. Così, “Era” è un tipo di sinonimo di “eroina”. Comunque sia, questa Dea affronta le Sue difficoltà e distrugge i Suoi nemici tutti quanti quando vuole proteggere la Sua attribuzione, allo stesso tempo che protegge quei che si dedicano a questa stessa attribuzione: il matrimonio. Per questo Lei è un’“eroina”.
Il pavone e il giglio sono fra i simboli principali di Era.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A VERSÃO INVISÍVEL DO SCOOBY-DOO

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de um seriado dos anos 70: Goober and The Ghost Chasers (que no Brasil foi lançado com o título de Goober e Os Caçadores de Fantasmas).

Ele é uma produção da Hanna-Barbera Productions e segue o mesmo tema que Scooby-Doo, Where Are You? (também produzido e lançado pela Hanna-Barbera): um grupo de pós-adolescentes que, na companhia do cachorro deles, se envolvem em histórias de terror light.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre Scooby-Doo, Where Are You? em Julho de 2008. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_07_01_archive.html

Evidentemente, apesar das várias semelhanças entre os 2 desenhos, tem também algumas diferenças bastante perceptíveis. Talvez as 2 principais sejam que, em Goober, os garotos tão sempre voluntariamente procurando por fantasmas, monstros e outras criaturas bizarras e que a quantidade de criaturas bizarras REAIS que eles encontram é bem maior (em Scooby-Doo, os garotos esbarram sem querer com tais criaturas enquanto andam por aí e quase todos os seres estranhos que eles encontram são bandidos disfarçados que usam isso pra esconder algum crime).
No caso de Goober, os garotos são a equipe que produz uma revista que faz reportagens sobre temas sobrenaturais, chamada Ghost Chasers Magazine. E é daí que vem o interesse deles em procurar sempre por seres bizarros. Eles são o diretor bonitinho Ted, o fotógrafo Gilly e a entrevistadora Tina.
Nenhum deles tem uma personalidade tããããão marcante quanto os personagens de Scooby-Doo. Talvez o único que se destaque um pouco mais é o Gilly, que é tão obcecado por fotografar as criaturas que encontra que nem liga pro perigo que tá correndo na hora, sendo, muitas vezes, arrastado à força prum lugar seguro pelo Goober.rs
Quanto ao Goober, assim como o Scooby, ele é um cachorro super medroso e consegue falar algumas frases simples. Mas talvez a característica mais marcante dele seja uma espécie de poder sobrenatural involuntário que ele tem: sempre que leva um susto, ele fica invisível! Só a coleira e o gorro que ele usa na cabeça é que continuam aparecendo. E ele também volta a ficar visível sem querer.
A raça dele nunca é revelada, mas ele se parece, mais ou menos, com um cocker. E é todo azulado.


Bom, os garotos e o cachorro viajam pra diferentes partes do Mundo tentando fazer matérias sobre assuntos fantasmagóricos e fora do comum. E nessas andanças, quase sempre, eles esbarram com os membros da Família Partridge (a Família Dó Ré Mi, como ficou conhecida no Brasil), que acabaram virando uma espécie de personagens secundários fixos da história.
O 1º capítulo foi ao ar nos Estados Unidos em 08 de Setembro de 1973.
Bom, observando as roupas dos personagens, a gente vê que eles usam uma moda 100% anos 70 mesmo, né?rsrs
Pra quem quiser ver a abertura do desenho, dê uma clicada aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=d4mPqMppvus

O desenho deixou de ser produzido em Agosto de 1975, quando totalizou apenas 16 capítulos.
Não chegou a fazer nem a décima parte do sucesso de Scooby-Doo (talvez até por ser considerado ‘clone’ demais dele, né?), mas foi legal.

Today we’ll remember here a TV series produced in the 70s: Goober and The Ghost Chasers.
It was produced by Hanna-Barbera Productions. And it’s actually a scooby-doo-where-are-you-like cartoon (by the way, also Scooby-Doo, Where Are You? had been produced by Hanna-Barbera just a few years before). It’s about a group of post-adolescents and their dog who every day find a new “light horror” case.
If you haven’t seen it, I posted about Scooby-Doo, Where Are You? in 2008. You guys can click on the 1st link above to see such post.
Well, of course, in spite of the similarities between both series there are also several differences. The possibly 2 main differences are (in Goober) the kids are always looking for ghosts, monsters and other strange creatures because they themselves want it and most of the supernatural creatures who they meet are REAL (in Scooby-Doo, the kids often meet such creatures unintentionally while they drive around going to some other place and almost all the “supernatural beings” who they meet are actually human criminals in costume who used it to mask some crime).

I personaggi di Goober and The Ghost Chasers (conosciuto in Italia come Goober e I Cacciatori di Fantasmi) sono i produttori di una rivista di temi soprannaturali chiamata Ghost Chasers Magazine. Loro sono il direttore carino Ted, il fotografo Gilly e l’intervistatrice Tina.
Le loro personalità non sono così ben definite come si vede con i personaggi di Scooby-Doo, Where Are You? (Scooby-Doo, Dove Sei Tu?). Forse l’unico che ha una personalità un po’ più definita è Gilly: lui ha una vera ossessione per fotografare gli esseri soprannaturali che trova. E non ci fa attenzione quando è già in pericolo dovuto a questo. Quasi sempre, Goober ha bisogno di trascinarlo via ad un posto più sicuro.
Goober, tanto quanto il suo parallelo Scooby-Doo, è un cane molto codardo che riesce a parlare delle cose semplici. Però ha il potere di diventare invisibile. Ma a dirlo il vero, lui diventa invisibile senza volerlo, quando si spaventa, e diventa visibile di nuovo anche senza volerlo.
La sua razza è sconosciuta. Ma lui è più o meno simile ad un cocker azzurro.


En Goober and The Ghost Chasers, los 3 chicos (Ted, Gilly y Tina) y su perro (Goober) siempre están viajando a diferentes partes del Mundo para hacer reportajes sobre cosas sobrenaturales para su revista Ghost Chasers Magazine. Y mientras que lo hacen, se encuentran casi siempre con los miembros de la Familia Partridge, que por eso se quedan un tipo de personajes secundarios fijos de la historia.
El primer capítulo de ese dibujo animado fue visto en la televisión estadounidense el 8 de Septiembre de 1973.
Bueno, basta mirar las ropas de los personajes arriba para ver que son ropas auténticas de los años 70, ¿verdad?rsrs
Y para ver el opening del show, uds pueden clicar sobre el segundo enlace arriba.
El dibujo dejó de ser producido en Agosto de 1975, cuando tenía solamente 16 capítulos.
No se quedó nunca tan conocido cuanto Scooby-Doo, Where Are You? (o ¿Scooby-Doo Donde Estás?, como es llamado en Español). Tal vez por ser un verdader clon del otro dibujo. Pero fue interesante.


Até a próxima!