Entre todos os mitos e lendas populares que mencionam Zeus, nenhum diz que Ele é o Criador do Mundo. Pelo contrário: Ele é sempre mencionado nascendo depois que o Mundo já foi criado por outras divindades.
O que os mitos demonstram claramente com isso é que o culto de Zeus chegou à Grécia depois que a civilização já tinha se instalado lá, ou seja, Ele não é uma divindade nativa da Grécia.
Por volta do ano 2600 a.C., a Grécia foi invadida por povos indo-europeus, que foram os primeiros devotos do Deus a chegarem lá. E que impuseram o culto Dele aos povos nativos.
É possível que Zeus seja o mesmo Deus que os vikings cultuavam como o Deus Supremo deles: Odin. Afinal, Zeus e Odin são divindades com as mesmas características e originárias da mesma região do Mundo. Mas é uma coisa que não tem como afirmar com 100% de certeza, pois as informações mais seguras que existem sobre Odin vêm da Idade Média, milênios depois das primeiras informações que existem sobre Zeus.
Mesmo não sendo nunca visto como o Criador do Mundo, Zeus é sempre visto como o Organizador do Mundo: todos os mitos e lendas concordam que foi o Poder Dele que ‘domou’ as forças que antes eram desordenadas e impôs ao Mundo as regras que Ele julga como certas.
Embora Zeus fosse visto basicamente como o Soberano do Céu e da Terra, enquanto Posseidon era visto como o Soberano do Mar e Plutão como o Soberano do Mundo Subterrâneo, essa ideia é bastante contestável: os mitos e lendas mostram claramente que, quando era necessário, Zeus também tomava decisões que atingiam o Mar e o Mundo Subterrâneo, passando por cima da autoridade de Posseidon e Plutão.
Apesar de ser imaginado casado com Hera, a Deusa do casamento, Zeus era imaginado pelos gregos antigos tendo infinitas relações extra conjugais. A ideia é de que Ele tinha que espalhar pelo Mundo, o máximo possível, os filhos Dele, ao mesmo tempo em que Ele não era obrigado a ser maritalmente fiel a Hera. Afinal, se Ele é a Divindade Suprema, Superior a tudo o que existe, a vontade Dele pode passar por cima da fidelidade a Hera, assim como passa por cima da autoridade de Plutão e Posseidon, como já foi dito.
Além disso, muitos desses mitos só fazem sentido se forem interpretados de forma metafórica: a relação sexual entre Zeus e a outra personagem em questão representa, de forma simbólica, a união de alguma força com alguma outra força.
Nem todas as relações extra conjugais de Zeus foram com seres do sexo feminino. Inclusive, o Deus tinha o Seu próprio amante particular: o Príncipe Ganimedes.
Devido ao Poder que tem, Zeus recebeu do poeta Homero o título de “Pai dos deuses e dos homens”. É uma alusão ao pai de família grego do século IX a.C.: tais homens sustentavam e protegiam todas as pessoas que moravam em suas casas como membros de suas famílias, mas também exigiam submissão absoluta dessas pessoas, exerciam uma autoridade inquestionável sobre elas e puniam as pessoas da família que julgavam que estavam erradas; Zeus, no mesmo peso e na mesma medida, protege todas as criaturas do Mundo (sejam elas divinas, humanas ou de qualquer outra origem), mas também exige submissão absoluta dessas criaturas, exerce uma autoridade inquestionável sobre elas e pune quem Ele julga que está errado.
Uma das atribuições punitivas de Zeus que mais se desenvolveram na Grécia Antiga foi a que mencionava o Deus castigando aqueles que maltratavam seus hóspedes: quem negava boa hospitalidade a alguém que tivesse entrado na sua casa podia contar com um castigo impiedoso de Zeus.
Por volta do século IV a.C., Zeus passou a ser chamado por algumas correntes religiosas gregas de “Deus Único”, mas não no sentido de que os outros deuses deveriam ser esquecidos, e sim no sentido de não existir outro Deus Supremo: todos os outros deuses ficam abaixo Dele, mas nunca ao lado e menos ainda acima.
Outras correntes religiosas sintetizavam Nele as atribuições das outras divindades: enquanto os outros eram, cada um, o deus disso, a deusa aquilo, o deus daquilo outro, Zeus era o Deus de tudo. O Deus de todas as coisas juntas. Mas essa ideia não se desenvolveu muito.
O templo mais antigo de Zeus parece ser o que ficava no Santuário de Dodona, num território que hoje pertence ao Noroeste da Grécia. E alguns historiadores afirmam que o santuário já tava lá antes da chegada dos indo-europeus, oferecendo culto a outra divindade. Mas os invasores, dominando o santuário, fizeram dele um centro do culto de Zeus.
A adoração a Zeus era feita pelos gregos antigos nos lugares mais altos possíveis (geralmente nos topos de montanhas), por 2 motivos básicos: 1º, os indo-europeus mencionavam Zeus originalmente como um Deus do Céu, ligado aos relâmpagos e à claridade celeste, ou seja, quanto mais perto do Céu a pessoa tava, mais perto ela tava da essência original de Zeus; e 2º, sendo Ele a Divindade Suprema, o culto Dele deve ser celebrado literalmente acima do culto dos outros deuses.
Com a chegada do Cristianismo, a imagem que Zeus mantinha como Deus Supremo começou a preocupar os seguidores de Jesus: eles viam Zeus como um concorrente ao Javé que Jesus adorava.
Então, pra deturpar a imagem Dele, passaram a retratar Zeus com um simples tarado, que passa o tempo procurando insaciavelmente por sexo, sem se preocupar em proteger nem ajudar ninguém (praticamente a imagem oposta do Zeus original, né?).
O animal e o vegetal consagrados a Zeus são a águia e o carvalho.
Among all the myths about Zeus, no one mentions Him as the Creator of World. It’s the opposite: He is always born when the World already exists.
It shows clearly that Zeus’ worship arrived at Greece when civilization had been already established in that region. He isn’t actually a deity from Greece.
Around 2600 B.C., indo-europeans invaded Greece. And they imposed the God’s worship upon the people from that region.
It’s possible that Zeus is the same God who vikings worshiped as their Supreme God: Odin. Anyway, Zeus and Odin are deities with the same characteristics and from the same region. But it’s impossible to be 100% sure about that, because the 1st main pieces of information about Odin come from the Middle Ages and the 1st main pieces of information about Zeus are millennia older.
Anyway, Zeus isn’t the Creator of World, but He is the Organizer of World. His myths say His Power have controlled the disorganized powers which existed before His reign. And since then He’s imposed upon the World the rules which He sees as the best.
Zeus was seen basically as the King of Sky and Earth, while Poseidon was the King of Sea and Pluto was the King of Underworld. But it’s very disputable because the Ancient Greeks also believed, when it was necessary, Zeus’ authority occasionally passed over Poseidon and Pluto’s authority, even in situations tied to the Sea and the Underworld.
Zeus is married to Hera, Goddess of Marriage. But the Ancient Greeks imagined Him having hundreds of extra-conjugal affairs. It was believed He used to do that because He wanted to spread His children over the World as much as possible and, at the same time, He doesn’t have the obligation to live under marital fidelity. Anyway, if He is the Supreme Deity and Superior to everything, His decisions may pass over His fidelity to Hera as well as they may pass over Poseidon and Pluto’s authority.
And don’t forget many of His myths make sense only when they are seen under a metaphorical way: a sexual contact between Zeus and the other character can symbolize the union of a power and another power.
Not all Zeus’ lovers were female beings. He had even a private male lover: Prince Ganymede.
Because of His Power, Zeus was named by poet Homer “Father of Gods and Men”. It’s an allusion to the Greek fathers of families who lived in the 9th century B.C. Such men supported and protected all the people who lived at their houses as members of their families, but they also required a complete submission from those people, had an incontestable authority over them, and punished the ones who had made mistakes. In the same way, Zeus protected all the (divine and/or human) creatures in the World, but He also required a complete submission from those creatures, had an incontestable authority over them, and punished the ones who had made mistakes.
One of Zeus’ main punitive characteristics in the Ancient Greece was the punishment against the ones who maltreated their own guests.
Around the 4th century B.C., some religious Greek groups named Zeus “the Only God”. It didn’t mean the other deities should be forgotten, but it meant He was the Only Supreme God: all the other gods and goddesses will stay under Him forever.
Other religious Greek groups saw Him as the Only God of Everything: while the other deities were, each one, the god or goddess of a specific thing, He was the God of everything together. But such idea didn’t develop so much.
Zeus’ oldest temple seems to be the one which stayed in the Shrine of Dodona. And some historians say the temple was still there before the indo-europeans’ arrival. But it had been used to worship another deity. And when the indo-europeans took over the temple, they gave it to their God.
Ancient Greeks worshiped Zeus at the highest places (usually on mountaintops) for 2 basic reasons... 1st, indo-europeans saw Him as a God of Sky and associated to the celestial light. Then, as nearer to Sky one was as nearer to Zeus he was too. And 2nd, as the Supreme Deity, Zeus should be worshiped above all the other deities.
At the time of the spread of Christianism, Zeus started worrying Jesus’ followers: they saw Zeus as a kind of a contender against the Yahweh worshiped by Jesus.
Then, they tried to defame Zeus, mentioning Him as simple horny creature who spends His days looking only for sex and not protecting anyone (almost the opposite of Zeus’ original concept, really?).
Eagles and oaks are among the main symbols of Zeus.
Entre todos los mitos que hablan de Zeus, ningun Lo menciona como Creador del Mundo. Es lo opuesto: El siempre nace cuando el Mundo ya existe.
Eso nos muestra que el culto de Zeus llegó a Grecia cuando la civilización ya estaba allá. El no es una divinidad nativa de Grecia.
Más o menos en 2600 a.C., Grecia fue invadida por los indoeuropeos. Y ellos impusieron el culto de su Dios a los pueblos de la región.
Es posible que Zeus sea el mismo Dios que los vikingos adoraban como su Dios Supremo: Odín. Como sea, Zeus y Odín son divinidades con las mismas características y de la misma región. Pero es imposible tener 100% certeza de eso, pues que las primeras informaciones seguras de Odín nos llegan de la Edad Media, mientras que las primeras informaciones seguras de Zeus son milenios más antíguas.
Bueno, Zeus no es el Creador del Mundo, pero es el Organizador del Mundo. Sus mitos dicen que Su Poder controló las fuerzas desordenadas que existían antes de Su reinado. Y desde entonces, El impuso al Mundo las reglas que ve como las mejores.
Zeus era visto basicamente como el Rey del Cielo y de la Tierra, mientras que Poseidón era el Rey del Mar y Plutón era el Rey del Mundo Subterráneo. Pero eso es muy cuestionable, pues que, lo decían los antíguos griegos, cuando era necesario, la autoridad de Zeus pasaba por encima de las autoridades de Poseidón y Plutón, hasta mismo en situaciones ligadas al Mar y al Mundo Subterráneo.
Zeus es casado con Hera, la Diosa del Casamiento. Pero los antíguos griegos Lo imaginaban teniendo muchísimas relaciones extraconyugales. Se pensaba que El lo hacía porque deseaba tener la mayor cantidad posible de hijos por el Mundo y, al mismo tiempo, no tenía la obligación de someterSe a la fidelidad marital. Como sea, si El es la Divinidad Suprema y Superior a todas las cosas que hay, Sus decisiones pueden pasar por encima de Su fidelidad a Hera, tanto cuanto pasan por encima de las autoridades de Poseidón y Plutón.
Es necesario recordar que muchos de Sus mitos hacen sentido solamente cuando son vistos de modo metafórico: un contacto sexual entre Zeus y el otro personaje puede representar la unión de una fuerza con otra fuerza.
Los amantes de Zeus no fueron todos hembras. El tenía hasta mismo un amante personal: el Príncipe Ganimedes.
Gracias a Su poder, Zeus fue llamado “Padre de Los Dioses y de Los Hombres” por el poeta Homero. Es una alusión al padre de familia griego del siglo IX a.C. Tales hombres sostenían y protegían todas las personas que vivían en sus casas como miembros de sus familias, pero también les exigían sumisión total, tenían una autoridad incontestable sobre ellas y castigaban las que cometían errores. De la misma manera, Zeus protegía todos los seres (divinos y/o humanos) que vivían en el Mundo, pero El también les exigía sumisión total, tenía una autoridad incontestable sobre ellos y castigaba los que cometían errores.
Una de las características punitivas principales de Zeus en la Grecia Antígua era castigar los que maltrataban sus huéspedes.
Más o menos en el siglo IV a.C., algunos grupos griegos religiosos nombraron Zeus “el Dios Único”. Eso no significaba que las otras divinidades tenían que ser olvidadas, pero sí que El era el Único Dios Supremo: todos los otros dioses y diosas se quedarán por siempre debajo de El.
Otros grupos religiosos griegos Lo veían como el Único Dios de Todo: mientras que las otras divinidades eran, cada una, el dios o diosa de una cosa diferente, El era el Dios de todas las cosas juntas. Pero tal idea no se desarrolló mucho.
Es posible que el templo más antíguo de Zeus fuera lo que se quedaba en el Santuario de Dódona. Y algunos historiadores dicen que el templo ya estaba allá antes de los indoeuropeos, pero era utilizado para adorar otra divinidad. Mas cuando los indoeuropeos dominaron el templo, lo dieron a su Dios.
El culto de Zeus era hecho por los griegos antíguos en los lugares más altos (casi siempre sobre el cumbre de montañas) por 2 motivos básicos... Primero, los indoeuropeos Lo veían como un Dios del Cielo. Así, cuanto más cerca del Cielo se estaba, más cerca de Zeus también se estaba. Y segundo, como la Divinidad Suprema, Zeus tenía que ser adorado arriba de todas las otras divinidades.
En la época de la propagación del Cristianismo, Zeus empezó a asustar los seguidores de Jesús: ellos Lo veían como un tipo de contendiente del Jehová adorado por Jesús.
Así, hicieron lo que pudieron para difamar Zeus, hablando de El como un ser que pensaba solamente en sexo y que no hacía nada para proteger a nadie (casi lo opuesto del concepto original de Zeus, ¿verdad?).
La águila y el roble están entre los símbolos principales de Zeus.
Fra i miti tutti quanti che parlano di Zeus, nessun lo dice il Creatore del Mondo. È l’opposto: Lui sempre nasce quando il Mondo già esiste.
Questo ci mostra che il culto di Zeus è arrivato alla Grecia quando già c’era la civiliazzazione. Lui non è una divinità nativa della Grecia.
Più o meno nel 2600 a.C., gli indoeuropei hanno invaso la Grecia. E loro hanno imposto il culto del suo Dio ai popoli della regione.
È possibile che Zeus sia lo stesso Dio che i vichinghi adoravano come il suo Dio Supremo: Odino. Comunque sia, Zeus e Odino sono 2 divinità con le stesse caratteristiche e provenienti dalla stessa regione. Ma è impossibile esserne 100% sicuro, visto che le prime informazioni sicure che ci sono di Odino sono del Medioevo, mentre che le prime informazioni sicure che ci sono di Zeus sono alcuni millenni più antichi.
Bene, Zeus non è il Creatore del Mondo, ma è l’Organizzatore del Mondo. I Suoi miti dicono che il Suo Potere ha controllato le forze disordinate che c’erano prima del Suo regno. E da quell’epoca, Lui ha imposto sul Mondo le regole che vede come le migliori.
Zeus era visto basicamente come il Rè del Cielo e della Terra, tanto quanto Poseidone era il Rè del Mare e Ade era il Rè del Mondo Sotterraneo. Ma tutto questo è molto discutibile, visto che, così si diceva, quando c’era bisongo di farlo, Zeus non rispettava l’autorità di Poseidone e Ade, anche nelle situazioni legate al Mare ed al Mondo Sotterraneo.
Zeus è il marito di Era, la Dea del Matrimonio. Ma gli antichi greci L’immaginavano avendo tantissime relazioni extraconiugali. Si pensava che Lui lo faceva perché voleva avere la quantità più grande possibile di figli nel Mondo e, allo stesso tempo, non aveva l’obbligo di tenere la fedeltà coniugale. Comunque sia, se Lui è la Divinità Suprema e Superiore a tutto quanto c’è, quello che Lui decide è superiore alla Sua fedeltà a Era, tanto quanto è superiore alle autorità di Poseidone e Ade.
C’è bisogno di ricordare che dei miti Suoi hanno senso solo quando sono visti metaforicamente: un contatto sessuale fra Zeus ed un altro personaggio può simboleggiare l’unione di una forza con un’altra forza.
Gli amanti di Zeus non sono soltanto donne. Lui aveva anche un amante privato: il Principe Ganimede.
Grazie al Suo Potere, il poeta Omero ha chiamato Zeus “Padre degli Dei e degli Uomini”. È un’allusione al padre di famiglia greco del secolo IX a.C. Tali uomini provvedevano e proteggevano tutti quanti abitavano le case sue come membri delle sue famiglie, ma anche esigevano la loro sottomissione assoluta, avevano un’autorità incontestabile su loro e punivano quei che sbagliavano. Nello stesso modo, Zeus proteggeva gli esseri (divini e/o umani) tutti quanti del Mondo, ma anche esigeva la sottomissione assoluta di questi esseri, aveva un’autorità incontestabile su loro e puniva quei che sbagliavano.
Una delle caratteristiche punitive principali di Zeus nella Grecia Antica era punire quei che maltrattavano i suoi ospiti.
Più o meno nel secolo IV a.C., dei gruppi religiosi greci hanno chiamato Zeus “il Dio Unico”. Questo non significava che si doveva scordare le altre divinità, ma sì che Lui era l’Unico Dio Supremo: sarà superiore per sempre agli altri dei e dee tutti quanti.
Altri gruppi religiosi greci Lo vedevano come l’Unico Dio di Tutto Quanto: mentre le altre divinità erano, ognuno, il dio o la dea di una cosa diversa, Lui era il Dio delle cose tutte quante insieme. Ma questo concetto non si è molto sviluppato.
È possibile che il tempio più antico di Zeus sia quello che c’era nel Santuario di Dodona. E dei storici dicono che tale tempio c’era già prima dell’arrivo degli indoeuropei, ma era il tempio di un’altra divinità. Però, quando gli indoeuropei hanno dominato il tempio, l’hanno dato al suo Dio.
Gli antichi greci adoravano Zeus sui posti più alti (quasi sempre sulle cime delle montagne) per 2 motivi principali... Primo, gli indoeuropei Lo vedevano come un Dio del Cielo. Così, quanto più vicino al Cielo si fosse, più vicino a Zeus si era. E secondo, essendo Lui la Divinità Suprema, Zeus doveva essere adorato sopra le altre divinità tutte quante.
Quando ha cominciato la propagazione del Cristianesimo, Zeus ha cominciato a terrorizzare i devoti di Gesù. Loro lo vedevano come un concorrente del Giova che Gesù adorava.
Così, hanno fatto quello che potevano per calunniare Zeus, parlando di Lui come un essere che pensava solo a sesso e che non faceva niente per proteggere nessuno (quasi l’opposto del concetto originale di Zeus, vero?).
L’aquila e il faggio sono fra i simboli principali di Zeus.
A origem dessa Deusa é incerta. Alguns historiadores dizem que o culto Dela foi levado pra Grécia pelos conquistadores indo-europeus, há mais de 4000 anos, e outros dizem que Ela já era adorada pelos primeiros habitantes da Grécia, há uns 8000 anos.
De qualquer forma, Hera era a Deusa do casamento ali e, consequentemente, também era o símbolo religioso das esposas.
Lá pelo ano 2600 a.C., o culto de Zeus foi levado pra Grécia pelos conquistadores indo-europeus, que fizeram Dele o Deus Supremo, impondo o culto Dele aos povos conquistados. Esses povos, que seguiam tradições que hoje seriam vistas como feministas, adoravam principalmente divindades femininas. E o implante de uma divindade masculina como novo Deus Supremo deles mudou completamente a noção que eles tinham de homem e mulher, passando a criar comportamentos cada vez mais machistas a partir dali.
Bom, como Hera era a Deusa do casamento, Ela pareceu a Deusa ideal pra ser a esposa do novo Deus Supremo. E Ela passou a ser louvada como tal pelos gregos a partir daquela época: em algumas regiões da Grécia, todos os anos, a estátua de Hera, que era feita de madeira de carvalho (árvore consagrada a Zeus), era vestida com roupas de noiva e levada em procissão até o templo de Zeus mais próximo, onde era deixada num leito nupcial, como se Ela tivesse se casando sempre e infinitamente com Ele.
Devido a esse casamento, Hera passou a ser considerada a Rainha dos Deuses Olímpicos. Ou seja, entre todos esses deuses, Ela era vista como a 2ª mais poderosa, inferior apenas a Zeus.
Só que, devido a Hera ser considerada o símbolo religioso das esposas numa sociedade que tinha mergulhado num machismo quase absoluto, a imagem que passou a ser transmitida pra Ela foi a imagem que os maridos tinham das esposas, ou seja, uma criatura chata, que passa o dia inteiro de mau humor e reclamando sem parar.
O caráter vingativo e sádico com que Hera passou a ser imaginada vem muito daí também: quase todos os mitos e lendas populares que mencionam essa Deusa mostram ela perseguindo ou castigando alguém. Mas, quase sempre, é alguém que tomou alguma atitude negativa contra algum casamento. As vítimas principais de Hera são os maridos e esposas adúlteros, seus respectivos amantes e mais os filhos nascidos dessas uniões. E os castigos que Ela manda contra essas pessoas são sempre terríveis.
Existe um mito que menciona Hera enviando um monstro pra assombrar Tebas, já que o Rei de Tebas tinha mantido um relacionamento homossexual com um príncipe da Élida. E essa, de acordo com os mitos, teria sido a estreia da homossexualidade no Mundo: ninguém nunca tinha feito isso antes. Mas o castigo da Deusa contra eles foi só por eles terem inaugurado um novo tipo de relacionamento que não era um casamento, e não por eles serem homossexuais: não existe nenhum outro mito nem lenda popular que mencione Hera castigando outros homossexuais.
Mas até hoje, na maioria dos filmes, seriados e até desenhos animados inspirados na Mitologia Grega, Hera aparece quase sempre como vilã. Só que estudando os mitos gregos originais, a gente vê que não é bem isso.
Ao contrário de Zeus, que era imaginado pelos gregos cometendo sempre uma sucessão sem fim de adultérios, Hera era imaginada sendo sempre 100% fiel ao marido.
Ela também era imaginada como uma das 3 deusas olímpicas mais lindas, comparada em beleza só a Afrodite e Atena.
Também existe a forma Era, sem H, pro nome dessa Deusa. Mas Hera, com H, é bem mais comum de se ver.
Esse nome, de acordo com alguns etimólogos, vem da mesma origem que a palavra ‘herói’. Então, ‘hera’ seria uma espécie de sinônimo de ‘heroína’, o que se justifica pelo fato dessa Deusa enfrentar todos os desafios e destruir todos os inimigos que encontra pra manter a matéria sobre a qual Ela reina, ao mesmo tempo em que defende e protege incondicionalmente todos aqueles que se dedicam a essa matéria: o casamento.
O animal e o vegetal que simbolizam Hera são o pavão e o lírio.
It’s not so clear where Hera has come from. Some historians say Her worship was brought to Greece by indo-europeans 4000 years ago (or earlier). Others say She was already worshiped by the 1st inhabitants of Greece, 8000 years ago.
Anyway, Hera was the Goddess of Marriage in the Ancient Greece and, thanks to that, the religious symbol of wives.
Around 2600 B.C., indo-europeans introduced Zeus’ worship in Greece and made Him the Supreme God of Greece. But the 1st inhabitants of Greece were a matriarchal people who worshiped basically female deities. Then, having a male deity as their new Supreme Deity changed so much their concept about men and women and founded from that moment a patriarchal society.
As the Goddess of Marriage, Hera was seen as the perfect goddess to be the new Supreme God’s wife. And the ancient Greeks started worshiping Her under this concept since then. Every year, in some Greek regions, Hera’s statue was dressed as a bride, carried in procession to the nearest temple of Zeus, and left on a “marital bed”. Such ritual meant She was marrying Him always and always and always. And such Hera’s statues were made of oak wood (oak was the tree dedicated to Zeus).
This marriage has made Hera the Queen of the Olympian Gods. It means, among all the other deities, She was the 2nd most powerful. And She was under Zeus only.
But, as the religious symbol of wives in an almost completely patriarchal society, Hera wasn’t so well seen. Actually, She was seen as husbands always see their wives in such societies: boring and bad-tempered creatures who spend all their days complaining about everything and who never stop complaining.
Hera was often imagined having a sadistic and vengeful personality: almost all Her myths show Her punishing or hunting somebody down. But Her victim is always somebody who did something prejudicial against a marriage. Her favorite victims are adulterer men, adulteress women, their lovers, and the children born from such relations. And the punishments which She sends against these people are always terrible.
A myth says Hera sent a monster against Thebes because the King of Thebes had a homosexual affair with a prince of Elida. And, according to the ancient Greeks, that was the 1st homosexual affair in the World. But the Goddess’ punishment against it was just because they created a new kind of affair which wasn’t a marriage and not because they were homosexuals. There’s no other myth which shows Hera punishing other homosexuals.
Well, even nowadays, most of the movies, TV series, and even cartoons based on the Greek Mythology show Hera as a villain. But if you study the original Greek myths you’ll see it’s not exactly the case.
Zeus was always imagined having many and many extra-conjugal affairs. Hera was often imagined as the opposite: She is 100% loyal to Her husband.
She was also imagined as one of the 3 most beautiful olympian goddesses, along side Aphrodite and Athena.
Hera’s name, according to some etymologists, comes from the same origins than “hero”. Then, “Hera” is a kind of a synonym of “heroine”. Anyway, this Goddess faces Her difficulties and destroys all Her enemies just to protect what She reigns over as well as She protects the ones who devote themselves to what She reigns over: marriage. It explains why She is a “heroine”.
Peacocks and lilies are among the main symbols of Hera.
No se sabe muy bien de donde viene Hera. Algunos historiadores dicen que Su culto fue llevado a Grecia por los indoeuropeos hace más de 4000 años. Otros dicen que Ella ya era adorada por los primeros habitantes de Grecia hace 8000 años.
Como sea, Hera era la Diosa del Casamiento en la Grecia Antígua y, gracias a eso, era también el símbolo religioso de las esposas.
Más o menos en 2600 a.C., los indoeuropeos llevaron a Grecia el culto de Zeus, que fue hecho el Dios Supremo de Grecia. Pero los primeros habitantes de Grecia eran un pueblo matriarcal que adoraba basicamente divinidades femeninas. Así, tener una divinidad masculina como su Divinidad Suprema cambió totalmente su concepto de hombre y mujer y, desde entonces, inauguró una sociedad patriarcal.
Como Diosa del Casamiento, Hera fue vista como la diosa perfecta para ser la esposa del nuevo Dios Supremo. Y los antíguos griegos empezaron a adorarla en tales condiciones desde aquella época. En algunas regiones de Grecia, la estatua de Hera era vestida como una novia, llevada en procesión hacia el templo de Zeus más próximo y dejada sobre una “cama nupcial”. Tal ritual significaba que Ella está casándose con El siempre, siempre y siempre. Y tales estatuas de Hera eran hechas de madera de roble (el árbol de Zeus).
Este casamiento hizo Hera la Reina de Los Dioses. Y significa que, entre todas las divinidades, Ella es la segunda más poderosa, inferior solamente a Zeus.
Pero, como símbolo religioso de las esposas en una sociedad casi totalmente patriarcal, Hera no era muy bien vista. En verdad, Ella era vista como las esposas son vistas por sus maridos en tales sociedades: seres aburridos y malhumorados que se quedan por todos los días quejándose de todo y no acabando nunca de quejarse.
Hera era casi siempre imaginada teniendo una personalidad sádica y vengativa: casi todos Sus mitos La muestran castigando o persiguiendo alguien. Pero Su víctima es siempre alguien que hizo alguna cosa dañosa contra un casamiento. Sus víctimas favoritas son los hombres y mujeres adúlteros, sus amantes y los hijos nacidos de tales relaciones. Y los castigos de la Diosa contra esas personas son siempre terribles.
Hay un mito que habla de Hera utilizando un monstruo para castigar Tebas, porque el Rey de Tebas había tenido una relación homosexual con un príncipe de Elida. Y, lo dicen los antíguos griegos, esa fue la primera relación homosexual del Mundo. Pero el castigo de la Diosa no fue porque ellos eran homosexuales, y sí porque empezaron un nuevo tipo de relación que no era un casamiento. No hay otro mito que hable de Hera castigando ningun otro homosexual.
Bueno, hasta mismo actualmente, la mayor parte de las películas, seriales y dibujos animados basados en la Mitología Griega nos muestran Hera como una villana. Pero cuando tú estudias los mitos originales, ves que no es eso.
Zeus era siempre imaginado teniendo muchas y muchas relaciones extra conyugales. Pero Hera era lo opuesto: Ella era 100% fiel a Su marido.
Ella era imaginada también como una de las 3 diosas olímpicas más bellas, semejante solamente a Afrodita y Atenea.
El nombre de Hera, así dicen algunos etimólogos, viene del mismo origen de la palabra “héroe”. Así, “Hera” es un tipo de sinónimo de “heroína”. Como sea, esa Diosa encara Sus dificuldades y destruye todos Sus enemigos para proteger Su atribuición, tanto cuanto protege los que se dedican a esa misma atribuición: el casamiento. Por eso Ella es una “heroína”.
El pavo y el lirio están entre los símbolos principales de Hera.
Non si sa bene da dove viene Era. Alcuni storiografi dicono che il Suo culto è arrivato nella Grecia grazie agli indoeuropei, più di 4000 anni fa. Altri dicono che i primi abitanti della Grecia già L’adoravano 8000 anni fa.
Comunque sia, Era era la Dea del Matrimonio nella Grecia Antica e, grazie a questo, era anche il simbolo religioso delle mogli.
Più o meno nel 2600 a.C., gli indoeuropei hanno portato alla Grecia il culto di Zeus, e L’hanno fatto il Dio Supremo della Grecia. Ma i primi abitanti della Grecia erano una gente matriarcale che adorava basicamente le divinità femminili. Così, avere una divinità maschile come la sua Divinità Suprema ha cambiato totalmente i loro concetto di uomo e donna e, da quell’epoca, cominciato una società patriarcale.
Come Dea del Matrimonio, Era è stata vista come la dea perfetta per essere la moglie del nuovo Dio Supremo. E gli antichi greci hanno cominciato a adorarla così da allora. In delle regioni della Grecia, la statua di Era è stata vestita come una sposa, portata in una processione al tempio più vicino di Zeus e lasciata su un “letto nuziale”. Questo rituale significava che Lei Lo sta sposando sempre, sempre e sempre. E tali statue di Era erano fatte di legno di faggio (l’albero di Zeus).
Questo matrimonio ha fatto Era le Regina degli Dei. E significa che, fra le divinità tutte quante, Lei è la seconda più potente, inferiore soltanto a Zeus.
Ma, come il simbolo religioso delle mogli in una società quasi totalmente patriarcale, Era non era così ben accolta. A dirlo il vero, Lei era vista come sono viste le mogli in questo tipo di società: esseri noiosi e sempre di malumore che restano tutto il tempo brontolando dovuto a tutto e che non smettono di brontolare mai.
Era quasi sempre era immaginata avendo una personalità sadica e vendicativa: i Suoi miti quasi tutti quanti La mostrano castigando o inseguendo qualcuno. Ma la Sua vittima è sempre qualcuno che ha fatto qualcosa contro un matrimonio. Le Sue vittime favorite sono gli uomini e donne adulteri, i loro amanti ed i filgi che hanno avuto in queste relazioni. E le punizioni della Dea contro queste persone sono sempre terribili.
C’è un mito che parla di Era usando un mostro per punire Tebe, perché il Re di Tebe aveva avuto una relazione omosessuale con un principe di Elida. E, lo dicono gli greci antichi, questa è stata la prima relazione omosessuale del Mondo. Ma il castigo della Dea non c’è stato perché loro erano omosessuali, e sí perché hanno comiciato un novo tipo di relazione che non era un matrimonio. Non c’è qualche altro mito che parla di Era castigando altri omosessuali.
Bene, anche oggigiorno, la parte più grande dei film, show televisivi e cartoni basati sulla Mitologia Greca ci mostrano Era come la cattiva della storia. Ma quando si studia i miti originali si vede che non è proprio così.
Zeus era sempre immaginato avendo tantissime relazioni extraconiugali. Ma Era era l’opposto: Lei era 100% fedele a Suo marito.
Lei era anche immaginata come una delle 3 dee olimpiche più belle, simile soltanto a Afrodite e Atena.
Il nome di Era, così dicono degli etimologisti, viene dello stesso origine della parola “eroe”. Così, “Era” è un tipo di sinonimo di “eroina”. Comunque sia, questa Dea affronta le Sue difficoltà e distrugge i Suoi nemici tutti quanti quando vuole proteggere la Sua attribuzione, allo stesso tempo che protegge quei che si dedicano a questa stessa attribuzione: il matrimonio. Per questo Lei è un’“eroina”.
Il pavone e il giglio sono fra i simboli principali di Era.



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