domingo, 28 de junho de 2009

A HOMOSSEXUALIDADE NA ÍNDIA E SUAS (MUITAS) CONTRADIÇÕES

Oi!!!

O link de utilidade pública que eu vou deixar esse mês é pra quem quiser assinar o abaixo-assinado contra o homofóbico projeto de lei do deputado Olavo Calheiros, que pretende proibir que homossexuais adotem filhos no Brasil. Tá aí:

http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=abaixo2

Algumas dúvidas que com certeza surgiram na cabeça de muitos brasileiros desde que estreou a novela Caminho das Índias é a forma como a homossexualidade é tratada na Índia.
Bom, na verdade, o que existe lá em relação a esse assunto é uma grande série de contradições e de regras que parece que nunca são válidas pra todos os casos. E por isso, é meio difícil definir as coisas por lá quando o assunto é homossexualidade.
Mas vamos tentar dar uma olhada nisso com esse post.
Antes de mais nada, vamos diferenciar ‘indiano’ de ‘hindu’, porque eu vejo muita gente confundindo uma coisa com a outra: indiano é qualquer pessoa que nasce na Índia; hindu é um praticante do Hinduísmo, ou seja, um adorador de Brahma, Vishnu, Shiva e dos deuses que ficam abaixo deles.



Bom, a cho que não é novidade pra ninguém que a religião tem uma voz ativa muito forte na sociedade indiana, né? Então, a explicação pruma grande parte de homofobia na Índia vem daí.
As 2 religiões dominantes na Índia são o Hinduísmo e o Islamismo (apesar da quantidade de hindus ser gritantemente maior do que a de muçulmanos): 80% dos indianos são praticantes do Hinduísmo e 13% são praticantes do Islamismo. Os praticantes de todas as outras religiões juntas e mais os ateus formam só 7% da população indiana.
O Islamismo é a religião mais abertamente homofóbica que existe: os discursos e as pregações dessa religião são sempre contra os homossexuais e bissexuais, sem a mínima intenção de disfarçar isso.
Já o Hinduísmo não é uma religião homofóbica. Na verdade, os Vedas (que são os Livros Sagrados do Hinduísmo) nem mencionam nada muito específico sobre homossexualidade. Mas existem grupos hindus que, ao longo dos séculos, se deixaram influenciar por grupos muçulmanos e, muitas vezes, adotaram ideias muçulmanas como estilo de vida. E esses grupos tentam deturpar passagens dos Vedas pra fazer parecer que elas condenam a homossexualidade.
Até onde se pode observar, sempre foram esses grupos hindus homofóbicos, junto com grupos muçulmanos, que procuraram espalhar o ódio contra homossexuais e bissexuais na Índia.
Uma grande parte dos historiadores afirmam que a homossexualidade e a bissexualidade eram aceitas numa boa na sociedade indiana até o início da Idade Média, ou seja, antes da chegada do Islamismo à Índia.
Simplificando: a culpa pela existência da homofobia na Índia é toda (ou quase toda) dos muçulmanos, e não dos hindus.
Quanto à questão das leis indianas que falam sobre o assunto, podemos observar algumas contradições...
Pelo menos oficialmente, a homossexualidade ainda é considerada crime na Índia. E a pena seria a prisão perpétua.
Mas nas cidades grandes e nas cidades turísticas já começam a ser observados gays, lésbicas e bis que, apesar de não serem bem vistos pelos muçulmanos e pelos hindus muçulmanizados, são deixados em paz pela maioria dos héteros. E eventualmente até boates e bares gays já são encontrados nas cidades maiores e mais urbanizadas do país.
E já existem por lá movimentos que se manifestam explicitamente pedindo a descriminalização da homossexualidade na Índia, embora nenhum dos políticos principais do país pareça dar muita importância a tais movimentos.
Um dos nomes que se destacam nessas manifestações é o jornalista Ashok Row Kavi.
Em 2006, o Príncipe Manvendra Singh Raghubir Singh, filho do Marajá de Rajpipla (um Estado do Oeste da Índia), assumiu publicamente que é gay. E ele diz que é, com orgulho, o único príncipe assumidamente homossexual do Mundo no momento.
Desde 2008, algumas poucas cidades grandes da Índia passaram a ter paradas gays, algumas das quais contaram com a presença da atriz indiana Celina Jaitley, uma das principais defensoras dos direitos GLBT no país.
E agora em Abril de 2009 foi lançada a 1ª revista indiana voltada pro público gay: a Bombay Dost.
Pra quem quiser ver o site oficial dessa revista (em Inglês), tá aí o link:

http://www.bombaydost.co.in/

Assim, a ideia de que basta ser homo ou bi pra ser preso pra sempre na Índia, embora possa acontecer, nem sempre procede.
É claro que, se você for pruma região da Índia onde existe menos turismo ou onde a maioria da população é muçulmana, a possibilidade de você ser preso ou no mínimo agredido por ser homossexual ou bissexual é extremamente maior.
Então, se você é gay, lésbica ou bi e tá indo pra Índia, o que se pode sugerir é que você não exponha as suas preferências sexuais de forma muito explícita e procure ficar só nas partes mais turísticas e/ou mais industrializadas de lá. E o mais importante de tudo: sempre evite contato com os muçulmanos e com grupos muçulmanizados em geral, porque de outro modo a gente pode afirmar com 99% de certeza de que eles vão fazer alguma coisa contra você, em maior ou menor grau.
Aliás, mesmo pros héteros, expor muito a vida sexual em público não costuma ser uma boa na Índia. É que sexo, em geral, não é um assunto discutido de forma muito aberta por lá. Mesmo quando se trata de falar de relações sexuais entre pessoas de sexos diferentes, isso não costuma ser comentado em público nem com detalhes. E se alguém for a um lugar público com uma roupa um pouquinho mais ousada, dependendo do lugar, pode até ser preso por atentado ao pudor!
Provavelmente, isso é por causa da influência muçulmana. Afinal, os muçulmanos, como todos os judaico-cristãos, têm a tendência de se colocar contra o sexo ou, no mínimo, de esconder e reprimir o sexo o máximo possível.
Bom, não posso deixar de mencionar aqui uma comunidade indiana que despertou a curiosidade da comunidade GLBT do Brasil, por ter sido apresentada ao público brasileiro pela novela Caminho das Índias: as hijiras (ou hijras).


A comunidade hijira é uma espécie de grupo semissecreto: apesar de que as hijiras convivem frequentemente com a maioria da sociedade, muito do que se passa no estilo de vida delas raramente vem a público ou, em alguns casos, nunca vem a público.
O que se sabe com mais clareza sobre elas é que são pessoas que nasceram homens e, em algum momento da vida, passaram a se vestir de mulheres. Ou vice-versa. E a partir dali, deixaram de ser considerados homens e mulheres e passaram a ser considerados hijiras, que são vistas como um 3º sexo, nem homens nem mulheres.
Assim, se uma hijira que já foi homem transar com um homem, isso não costuma ser visto pelos indianos como homossexualidade, pois, já que ela não é mais considerada homem, então a transa que aconteceu ali não foi entre um homem e outro homem, mas sim entre um homem e uma hijira. E algumas inclusive se casam com homens.
À 1ª vista, o que parece é que um grupo hijra é um grupo de transexuais, ou seja, pessoas que nasceram com um sexo, mas se sentem sendo do outro sexo. E em muitas vezes é isso mesmo, mas nem sempre: homens heterossexuais impotentes muitas vezes resolvem se tornar hijiras pra esconder isso (a impotência masculina é vista como algo muito vergonhoso em algumas regiões da Índia), crianças que nascem com alguma má formação no órgão sexual quase sempre são entregues pelos pais a algum grupo de hijiras (e aí são criadas pra se tornar novas hijiras) e pessoas de outras eventuais origens podem virar hijiras também.
As hijiras que nasceram homens muitas vezes se submetem à castração. Mas como isso é proibido na Índia, geralmente é feito de forma extremamente escondida e artesanal: uma hijira mais velha corta o pênis e os testículos da outra usando algum tipo de faca e utiliza ervas medicinais pra evitar a hemorragia e fazer a cicatrização. E muitas delas só se consideram ‘hijiras de verdade’ a partir do momento em que são castradas.
Nem todas as hijiras que nasceram homens aceitam fazer a castração. E como isso é uma coisa muito escondida, não há dados se a maioria das hijiras são as castradas ou as não-castradas.
As hijiras hindus oferecem adoração a um ser divino chamado Bahuchara Mata, que é considerada a deusa protetora dos homossexuais e bissexuais.


E os rituais que elas fazem pra adorar essa deusa quase sempre são secretos e só hijiras podem tá presentes neles.
Por incrível que pareça, também existem hijiras muçulmanas! Mas se a gente pensar que aqui no Ocidente também existem travestis católicos, é quase a mesma coisa, né?
A forma como as hijiras são vistas pelo resto da sociedade varia muito de uma região pra outra da Índia: em alguns lugares, elas são tratadas como seres divinos; em outros, são desprezadas e tratadas como marginais da pior espécie.
Às vezes, mesmo nos lugares onde as hijiras são mal vistas, se dá a elas o direito de entrar em propriedades particulares sem precisar de convite. E pela tradição, elas devem ser sempre bem tratadas o máximo possível.
Existem explicações diferentes pra isso: alguns dizem que não se pode contrariar as hijiras, pois elas lançam maldições contra quem faz isso; outros dizem que a castração deu poderes divinos a elas e, por isso, elas trazem bênçãos aos lugares onde entram, e o que elas desejarem de positivo enquanto tiverem ali se concretiza.

The telenovela Caminho das Índias has brought some questions to Brazilians since its premiere, last January, about how homosexuality is seen in India.
Well, actually India is a country which has so many contradictions about such subject. Each case is solved in a different way. Then, it’s difficult to define how homosexuality is seen there.
Let’s talk a little about that now.
Before anything, let’s differentiate an Indian from a hindu, because many people think both words mean the same. Actually an Indian is any person who was born in India. A hindu is a person who has Hinduism as his religion and who worships Brahma, Vishnu, Shiva and the other hindu gods and goddesses under them.
Religion and religious traditions are something very strong in India. And part of homophobia in Indian society comes strongly from them.
The 2 largest religious groups in India are Hinduism and Islamism (in spite of the quantity of hindus is much higher than of muslim’s): about 80% of Indians are hindus and about 13% of them are muslims. Atheists and members of other religions are only 7% of the Indians.
As you guys certainly know, Islamism is the most openly homophobic religion in the World. This religion always preaches viciously against LGBT people.
Hinduism is not a homophobic religion. Actually, the Vedas (the Holy Texts which Hinduism is based on) mention basically nothing about homosexuality. But there are some hindu groups which have been influenced by muslim groups along the centuries. And in some cases they adopted muslim dogmas and some pieces of the muslim lifestyle. These groups usually try to deform the Vedas’ words to say they condemn homosexuality.
These muslim-hindu groups alongside the all muslim groups have motivated hate against homosexuals and bisexuals in India along the centuries.
Many historians say homosexuality and bisexuality were accepted and common in ancient Indian society. And it changed only in the early Middle Ages, when Islamism arrived there.
It means: all homophobia in India (or at least 90% of that) is the muslims’ fault.
About the Indian laws about homosexuality, there are also some contradictions about them.
Homosexuality is officially illegal in India. And LGBTs theoretically should be sentenced to life in prison there. But it’s not always like that.
In the largest tourist cities of India it’s possible to see gays, lesbians and bisexuals who are still hated by muslims and muslim-hindus, but don’t bother the other hetero people at all. And there are even some few LGBT discos and nightclubs in such cities.


Nonostante l’omosessalità e la bisessualità siano ancora illegali nell’India (c’è la sentenza di carcere a vita contro i bisessuali ed omosessuali in questo paese), sono già viste delle manifestazioni indiane chiedendo la sua legalizzazione in India. Ma sono pochi i grandi politici indiani che fanno attenzione a questo.
Uno dei principali attivisti LGBT nell’India è il giornalista Ashok Row Kavi, che è pubblicamente gay.
Nel 2006, il Principe Manvendra Singh Raghubir Singh, figlio del Maharaja di Rajpipla (nell’Ovest dell’India), ha detto in pubblico che è omosessuale. E lui dice con orgoglio che è l’unico principe pubblicamente omosessuale del Mondo oggigiorno.
Dal 2008, alcune poche città grandi indiane hanno già avuto le sue marcie dell’orgoglio gay. E l’attrice Celina Jaitley è stata vista in alcune di queste marcie. Lei è uno dei principali attivisti dei diritti LGBT nell’India.
Nell’Aprile del 2009, è messa in circolazione la prima rivista gay indiana, chiamata Bombay Dost.
Voi potete clicare sul link sopra per visitare il sito di questa rivista (in Inglese).
Così, se una persona è omosessuale o bisessuale nell’India, può esser messa in stato di arresto per questo. Ma non è sempre così.
È certo che, se tu vai in una regione dell’India dove la parte più grande della popolazione è musulmana, è più possibile che tu sia messo in arresto o almeno aggredito soltanto perché sei omosessuale o bisessuale.
Comunque sia, se una persona è gay, lesbica o bi e vuoi andare nell’India, quello che si può suggerire è: non dire a tutti quanti e tutto il tempo che non è eterosessuale e rimanere soltanto nelle parti turistiche delle città grandi. E il più importante: non avvicinarsi dei musulmani e dei gruppi di induisti-musulmani, perché, se lo fa, è 99% certo che questi faranno qualcosa contro la persona.
A proposito, questo non è un problema soltanto dei bisessuali e degli omosessuali: anche gli eterosessuali non possono parlare molto della loro vita personale in pubblico. Anche questo non piace molto alla parte più grande degli indiani, visto che culturalmente non si parla molto di sesso in pubblico nell’India. Ed anche quando si trata di sesso fra un uomo ed una donna, non se ne parla quasi niente in pubblico. E se qualche persona va a un posto pubblico con qualche tipo di vestito un po’ più sensuale, a dipendere dal posto, può essere messo in arresto per oltraggio al pudore!
È possibile, e quasi certo, che questo sia dovuto all’influenza musulmana. Non dimenticare che i musulmani, come i giudaico-cristiani tutti quanti, hanno la tendenza di essere contro il sesso o, almeno, di nascondere e soffocare il sesso tanto quanto sia possibile.


Algunas veces, la telenovela Caminho das Índias nos mostró una comunidad interesante de la India: las hijiras (o hijras). Así, vamos a hablar un poquito de ellas.
Las hijiras son casi una sociedad secreta. Son vistas por casi toda la sociedad indiana, pero poco se sabe del estilo de vida de la mayor parte de ellas.
Lo que se sabe más de las hijras es que eran hombres que, a contar de algun momento de sus vidas, pasaron a vestirse de mujeres. O viceversa. Y desde entonces dejaron de ser vistas como hombres y mujeres y pasaron a ser vistas como hijiras, que son el tercer sexo.
Así, si una hijira que era hombre hace sexo con un hombre, en general eso no es visto por los indianos como homosexualidad, pues que aquella hijira no es más un hombre, y lo que hubo allá no fue sexo entre hombres, pero sí sexo entre un hombre y una hijira. Y dicho sea de paso, hay hijiras que son casadas con hombres.
Lo que en general pensamos cuando vemos hijiras es que es un grupo de transexuales, o sea, que se sienten miembros del sexo opuesto al suyo. Bueno, aunque algunas veces una hijira sea eso, no lo es siempre: hay hombres heterosexuales con impotencia eréctil que se quedan hijiras para ocultarlo (ser impotente, en algunas partes de la India, es visto como algo muy degradante); hay niños nacidos con problemas físicos en sus órganos sexuales que son dados por sus padres a algun grupo de hijiras (y así se quedan nuevas hijiras) y personas de otros tipos que también pasan a ser hijiras.
Muchas de las hijiras nacidas como hombres se dejan castrar. Pero siendo la castración algo prohibido en la India, en general lo hacen de modo muy oculto y rústico: una hijira más vieja extirpa el pene y los testículos de la otra utilizando un tipo de cuchillo y usa plantas medicinales para impedir la hemorragia y cicatrizar la herida. Y muchas de ellas dicen que son “verdaderas hijiras” solamente después que están castradas.
No son todas las hijiras nacidas como hombres que aceptan ser castradas. Y como es una cosa muy oculta, no hay propiamente como saber si la mayor parte de ellas es castrada o no.
Las hijiras hindúes son devotas de Bahuchara Mata, la diosa protectora de los homosexuales y bisexuales. Y los rituales hechos por ellas para adorar esa diosa son casi siempre secretos y solamente hijiras pueden hacerlos.
Hay también hijiras musulmanas. Y aunque eso sea extraño (pues que en general musulmanes son homofóbicos), tenemos que recordar que hay también travestíes católicos, lo que es casi la misma cosa, ¿verdad?
El modo como las hijiras son vistas por la sociedad es muy variado en las diferentes partes de la India: en algunas regiones, ellas son vistas como seres divinos; en otras, son vistas como parias.
Muchas veces, hasta mismo donde las hijiras no son bien vistas, ellas pueden entrar en las casas de las personas sin necesitar invitación. Y dice la tradición que tienen que ser tratadas muy bien.
Hay explicaciones diferentes para eso: algunos dicen que, si una hijira es maltratada, ella puede lanzar maldicones contra la persona que lo hace; otros dicen que la castración da poderes a la hijira para bendecir los lugares donde ella entra.


Bom, eu volto no mês que vem. Até lá!

sábado, 27 de junho de 2009

RICHARD BLACKWELL 1922-2008

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico gay: o ator, estilista e colunista de moda estadunidense Richard Blackwell.

Richard Sylvan Selzer nasceu em New York, em 29 de Agosto de 1922.
A infância dele, nos anos 20, foi extremamente difícil: filho de mãe judia solteira (ele nunca conheceu o pai), ele era vítima de preconceito por ser pobre, por ser judeu e por ser filho de mãe solteira. Ele chegou a passar fome e ainda por cima apanhava muito do marido da mãe.
O Richard teve que parar de estudar ainda criança pra pegar os trabalhos que apareciam e ajudar no sustento da casa. E eventualmente, ainda na pré-adolescência, ele teve que se prostituir com caras mais velhos pra conseguir alguns trocados a mais.
Ele já contou também que foi estuprado por um homem adulto quando tinha 11 anos.
Em 1935, com 13 anos, o Richard conseguiu a oportunidade de fazer uma figuração numa peça de teatro. E aí ele foi se enturmando com pessoas que trabalhavam no teatro e conseguindo novos trabalhos. E com isso, ele conseguiu um emprego como mensageiro na Warner Bros, se mudando pra Califórnia pra ir trabalhar lá.
A estreia dele como ator de cinema foi em 1938, quando ele tinha 16 anos, no filme Little Tough Guy.
Mas esse trabalho do Richard é tão desconhecido (até porque o nome dele nem foi creditado no filme), que muita gente pensa que o 1º filme dele foi Juvenile Court, gravado no mesmo ano.
Nesse, o nome dele foi creditado como Dick Selzer... Estranho, porque ele nunca voltou a usar esse nome em nenhum outro trabalho dele.
Depois disso, ele não voltaria a ser visto em filmes (como ator) pelos próximos 36 anos. Mas frequentemente ele tava por trás das câmeras de alguma forma.
Bom, ainda na época em que fez esses primeiros filmes, ele conheceu o Howard Hughes, que contratou ele e decidiu dar a ele o novo nome artístico de Richard Blackwell.
Nos anos 40, ele voltou pra New York, voltando a trabalhar como ator de teatro por um tempo.
Também no final dos anos 40, o Richard começou a namorar o cabeleireiro Robert Spencer, com quem continuou até a morte, ou seja, por quase 60 anos.


Nos anos 50, o Richard começou a investir na carreira de estilista, passando a se identificar como Mr. Blackwell. E nos anos 60 ele já era reconhecido como um grande designer.
Depois disso, ele começou a trabalhar como colunista de moda, passando a investir basicamente nessa carreira.
Em 1974, depois de quase 40 anos fora do cinema, o Richard fez uma participação no filme Truck Turner. Mas na verdade ele nunca se interessou muito em ser ator de cinema: faria só mais alguns poucos trabalhos além desse.
Em 1991, ele publicou o livro Mr. Blackwell: 30 Years of Fashion Fiascos. E 4 anos depois, ele publicou a autobiografia dele, intitulada From Rags To Bitches.
Nesse livro, o Richard conta que, quando era jovem, ele teve um romance com o ator Tyrone Power, morto por um enfarte em 1958.


Isso chocou várias pessoas que faziam parte da vida pessoal do Tyrone, pois, mesmo entre os amigos dele, raríssimas pessoas sabiam das relações dele com homens.
Bom, em 1999, o Richard teve no último filme dele: Foreign Correspondents.
Ele teve ao todo apenas 7 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Em 2001, o Richard sofreu uma paralisia facial periférica.
Em 2008, ano em que completava 86 anos, ele começou a manifestar problemas de saúde. E morreu em 19 de Outubro, como consequência de uma infecção intestinal.

Hoy hablaremos un poquito de otro personaje histórico gay: el actor, modista y columnista estadounidense Richard Blackwell.
El nació en Nueva York, el 29 de Agosto de 1922, como Richard Sylvan Selzer.
Su niñez, en los años 20, fue muy trágica: como su madre era judía y soltera (él no conoció nunca su padre), la mayor parte de las personas lo detestaba por ser judío, por ser hijo de madre soltera y por ser pobre. En muchas veces él no tenía lo que comer y el marido de su madre lo agredía casi siempre.
Richard tuvo que dejar de estudiar cuando era todavía un niño para trabajar y ayudar su familia. Y algunas veces, tuvo que prostituirse con hombres y muchachos mayores para tener un poquito más de dinero.
El también dijo una vez que fue estuprado por un hombre adulto cuando tenía 11 años.
Después de todo eso, en 1935, cuando tenía 13 años, Richard tuvo la oportunidad de trabajar como figurante en un show teatral. Entonces, conoció otras personas y consiguió otros trabajos. Y le fue posible conseguir un trabajo como mensagero en la Warner Bros, lo que lo llevó a irse vivir en California, donde tendría sus primeras películas.


Richard’s debut as a movie-actor was in Little Tough Guy (1938), when he was 16.
This is a so unknown movie in his curriculum (even because his name wasn’t credited) and, because of that, many people think his 1st movie was Juvenile Court (also in 1938).
Then, he was credited as Dick Selzer. But he didn’t use such artistic name in other movies after that.
He would be in another movie again (as an actor) just 36 years later. But he would continue there.
At the time when Richard had his movie debut, he met Howard Hughes. And this one changed his artistic name to Richard Blackwell when he signed Richard to RKO.
In the 40s, he went back to New York (where he had been born) to have some time as a theater actor.
Also in the late 40s, he started having an affair with hairdresser Robert Spencer. And they would be together to Richard’s death, almost 60 years later.


Negli anni 50, Richard ha cominciato la sua carriera di stilista, diventando conosciuto come Mr. Blackwell. E negli anni 60, lui era già visto come un grande stilista.
Dopo questo, lui ha cominciato a lavorare quasi soltanto come articolista.
Nel 1974, dopo quasi 40 anni senza lavorare come attore di cinema, Richard è stato nel film Truck Turner. Ma in realtà, questa carriera non gli è mai stata così importante. Lui avrebbe soltanto dei pochi altri lavori come attore dopo questo.
Lui ha messo in circolazione 2 libri suoi: Mr. Blackwell: 30 Years of Fashion Fiascos (1991) e From Rags To Bitches (1995).
Nel secondo libro, Richard dice che, quando era ragazzo, ha avuto una relazione con l’attor Tyrone Power, morto nel 1958.
Questa è stata una strana sorpresa alle persone che conoscevano Tyrone, visto che anche i suoi amici principali quasi tutti quanti non avevano mai saputo delle sue relazioni con uomini.
Bene, l’ultimo film di Richard è stato Foreign Correspondents (1999).
Lui ha avuto soltanto 7 lavori come attore di TV e cinema.
Nel 2001, Richard ha avuto un attacco di Paralisi di Bell.
Nel 2008, quando compieva 86 anni, lui ha avuto degli altri problemi con la sua salute. Ed è morto nel 19 Ottubre, dovuto ad un’infezione nell’intestino.


Bom, até mais!

terça-feira, 23 de junho de 2009

UMA GRANDE CARREIRA QUE NÃO DECOLOU

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador e diretor estadunidense Mark Hamill.

Mark Richard Hamill nasceu na Califórnia, em 25 de Setembro de 1951.
Ele tinha 2 irmãos e 4 irmãs.
O Mark se formou em Arte Dramática pelo Los Angeles City College.
A estreia dele como ator foi em 1970, em 1 capítulo do seriado The Headmaster.
Aí ele adotou o nome artístico de Mark Hamill, que algumas vezes também seria creditado como Mark Hamil, com 1 L só.
Em 1973, ele estreou como dublador, dando voz ao personagem Corey, do desenho animado Jeannie.
Foi só o 1º de uma grande série de trabalhos que o Mark teria e tem até hoje, dublando principalmente desenhos animados.
Em 1977, ele ganhou sem dúvida o personagem principal da carreira dele: o Luke Skywalker, herói principal dos 3 últimos capítulos da série cinematográfica Star Wars.


O 1º filme em que esse personagem apareceu foi Star Wars Episode IV: A New Hope, lançado no Brasil com o título traduzido de Guerra Nas Estrelas: Uma Nova Esperança.
Durante as gravações, o Mark bateu com o carro e quebrou o nariz e um osso do lado esquerdo do rosto, tendo que ser substituído em algumas cenas por um dublê, mostrado de longe.
O acidente deixou o nariz dele ligeiramente torto pra sempre.
Em Dezembro de 1978, o Mark se casou com a Marilou York, que tava grávida dele. E eles tão juntos até hoje.
E em Junho de 1979, nasceu o 1º filho deles, o Nathan.
No ano seguinte, o Mark voltou a encarnar o Luke Skywalker em Star Wars Episode V: The Empire Strikes Back, que no Brasil virou Guerra Nas Estrelas: O Império Contra-Ataca.
Nos anos 80, ele também começou a se dedicar à carreira de ator de teatro.
Em Março de 1983, nasceu o 2º filho do Mark e da Marilou, o Griffin.
E no mesmo ano, o Mark interpretou o herói Luke Skywalker pela última vez, em Star Wars Episode VI: Return of Jedi, que recebeu o título brasuca de Guerra Nas Estrelas: O Retorno de Jedi.
Esse personagem transformou o Mark num dos maiores símbolos sexuais do final dos anos 70 e início dos 80. E olhem que ele nunca foi um homem enorme (tem 1, 75m) nem aparece nu ou seminu em nenhuma vez em que interpreta esse personagem nem nada disso. Mas é que ele era muito gatinho.


Infelizmente, isso não garantiu a ele uma carreira das mais brilhantes: ele foi um dos maiores exemplos de atores que conseguiram um brilho estratosférico com um personagem, reconhecido basicamente no Mundo inteiro, mas que depois disso nunca mais voltaram a ter o mesmo brilho.
A carreira do Mark como ator continuou. Aliás, não faltaram outros trabalhos pra ele. Mas qual foi o outro personagem dele que se igualasse ao Luke Skywalker? Infelizmente, nenhum.
Bom, em Julho de 1988, nasceu a 3ª filha do Mark com a Marilou, a Chelsea.
Em 2004, o Mark teve o até agora único trabalho dele como diretor, no filme Comic Book: The Movie.
Ele também produziu esse filme e interpretou o personagem principal.
Nas eleições presidenciais de 2008, o Mark apoiou o Barack Obama.
O Mark teve até agora 136 trabalhos como ator no cinema e televisão (além de várias peças de teatro), 65 como dublador e 1 como diretor.
Tá aí o link pro site do fã-clube oficial dele (em Inglês):

http://www.markhamill.com/

Hoy hablaremos un poco del actor, doblador y director estadounidense Mark Hamill.
Mark Richard Hamill nació en California, el 25 de Setiembre de 1951.
El tenía 2 hermanos y 4 hermanas.
Mark se formó en Arte Dramática en Los Angeles City College.
Su primer trabajo como actor fue en 1 capítulo del serial The Headmaster (1970).
Desde entonces, él usa el nombre artístico de Mark Hamill, que algunas veces también fue visto como Mark Hamil, con 1 L sola.
Su primer trabajo como doblador fue en el dibujo animado Jeannie (1973), dando voz al personaje Corey.
Ese fue el primero de los muchos trabajos de Mark en su carrera de doblador, que él mantiene hasta hoy.
En 1977, él actuó por la primera vez como el personaje principal de su carrera: Luke Skywalker, el héroe principal de los 3 últimos filmes de la saga Star Wars, conocida en Español como La Guerra de Las Galaxias.
La primera película en que tal personaje es visto es Star Wars Episode IV: A New Hope, conocido en algunos paises de Lengua Española como Una Nueva Esperanza.


Mentre filmava Star Wars Episode IV: A New Hope (Guerre Stelari: Una Nuova Speranza, in Italiano), Mark ha avuto un incidente con la sua macchina, dove ha fratturato il naso e un osso del lato sinistro della faccia. Così, uno stuntman l’ha sostituito in alcune delle sue scene nel film.
Il suo naso è diventato un po’ storto per sempre dovuto all’incidente.
Nel Dicembre del 1978, Mark ha sposato Marilou York, che era incinta di un figlio suo. E loro sono ancora insieme.
Loro primo filgio, Nathan, è nato nel Giugno del 1979.
Nel 1980, Mark ha avuto la parte di Luke Skywalker, allora per la seconda volta, nel film Star Wars Episode V: The Empire Strikes Back (Guerre Stelari: L’Impero Colpisce Ancora, in Italia).
Negli anni 80, lui ha avuto anche molti lavori come attore teatrale.
Nel Marzo del 1983, è nato Griffin, il secondo figlio di Mark e Marilou.
E nello stesso hanno, lui è stato nel suo ultimo film come Luke Skywalker: Star Wars Episode VI: Return of Jedi (chiamato in Italia Guerre Stelari: Il Ritorno dello Jedi).


Luke Skywalker made Mark one of the main male sex symbols of the late 70s and early 80s. And he isn’t a so tall man (he’s 175 centimeters tall) and has never been seen naked or even shirtless as Luke. But he was a very cute beautiful guy at that time.
Unhappily, it didn’t gave him a so great career as an actor. He’s one of those actors who became superstars with specific characters and had fans all around the World thank to such characters, but have never had other so remarkable characters in their career.
Of course Mark’s acting career has gone ahead. By the way, it’s never stopped. But has he ever had another Luke-Skywalker-like character in his career? No, he hasn’t!
Well, his wife Marilou gave birth to their 3rd child, Chelsea, in 1988, after his Star War time.
Mark’s debut as a director was in 2004: Comic Book: The Movie.
It’s been his only time as a director to now. And he was in this movie also as an actor and producer.
During the United States presidential campaign and election in 2008, Mark supported and campaigned for Barack Obama.
Mark’s been a movie and TV actor for 136 times, a voice actor for 65 times and a director for 1 time to now.
You guys can click on the link above to visit the site of his official fan club.


Até!

domingo, 21 de junho de 2009

UM INVESTIGADOR DE “CRIATURAS DESCONHECIDAS”

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no criptozoólogo russo Igor Bourtsev.

Criptozoologia, pra quem não sabe, é a ciência que se presta a explicar (ou pelo menos tentar explicar) de forma científica a possível existência de seres vivos que são considerados lendários ou a história de seres vivos que já foram extintos sem deixar muitos vestígios.
Bom, o Igor nasceu na União Soviética, em 1940.
Nos anos 60, ele começou a se interessar por Criptozoologia. E em 1965, com 25 anos, ele foi pela 1ª vez participar de uma expedição pra procurar pistas de “criaturas desconhecidas”, no Norte do Monte Cáucaso.
O objetivo principal do Igor seria sempre encontrar as criaturas que tinham dado origem às lendas sobre os “homens-macacos” nos quais os camponeses locais acreditavam.
Em 1970, ele teve no Azerbaijão, procurando pistas do mesmo tipo de criatura. E estudou os vestígios do que encontrou lá pelos 5 anos seguintes.
Pouco antes disso, em Outubro de 1967, um tal de Roger Patterson conseguiu filmar durante cerca de 30 segundos uma criatura parecida com um gorila-fêmea correndo e se escondendo entre as árvores de uma floresta da Califórnia, sendo perdida de vista logo depois.
É claro que esse filme já recebeu várias críticas negativas ao longo das décadas, mas até hoje nunca foi provado que ele é uma fraude. Só que também não fica claro o quê é mostrado ali, até porque o filme é bem tremido em algumas partes.
Pra quem quiser ver, tá aí o link pra ele no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=2ByWc5hTgBk&feature=related

Bom, desde que teve acesso a esse filme, em 1971, o Igor já assistiu ele milhares de vezes ao longo dos anos. E assim como vários outros biólogos que já assistiram, ele defende que o filme não mostra nenhum tipo conhecido de macaco nem um ser humano disfarçado, mas sim um tipo ainda não-registrado de hominídeo (o grupo de mamíferos do qual fazem parte o ser humano, o chimpanzé e o gorila).
Também em 1971, ele teve com uma expedição no Noroeste do Cáucaso, aonde voltaria em 1975 com outra expedição.
No ano seguinte, o Igor teve na Mongólia com outra expedição, investigando uma suposta aparição de yetis.
Em 1978, ele teve pela 3ª vez no Noroeste do Cáucaso. E depois dessas 3 expedições lá, sempre que possível recolhendo as pistas (restos mortais, geralmente) que encontrava, ele concluiu que ali já tinha existido, pelo menos até o final do século XIX, algum tipo de hominídeo ainda não-registrado.
Na verdade, os exames realizados nas amostras que Igor recolheu provaram que aquilo são restos mortais humanos. Assim, o que ele encontrou provavelmente foram restos mortais de alguma tribo selvagem que viveu naquela região no século XIX.
No ano seguinte, ele teve nas Montanhas de Pamiro-Alai, no Usbequistão, onde encontrou uma trilha de pegadas que ele acredita ter sido feita por algum hominídeo desconhecido.
O Igor encheu as pegadas com gesso e fez moldes delas. E nessa foto, ele aparece mostrando um desses moldes e comparando com o próprio pé dele:


Ele estudou os vestígios do que encontrou no Usbequistão pelos 3 anos seguintes.
Em 1990, o Igor teve na região do Lago Lovozero, na Rússia, com outra expedição. E durante o resto dos anos 90 ele praticamente estudou os vestígios que eram encontrados na Rússia.
Em 2004, ele foi pros Estados Unidos, onde investigou uma suposta aparição de sasquatches numa fazenda do Tennessee. Mas nessa última aventura dele, nada foi registrado ou encontrado.
O Igor trabalha no Museu Darwin, em Moscou, onde são realizados estudos sobre a evolução das espécies.

Today we’ll talk a little about Russian cryptozoologist Igor Bourtsev.
Cryptozoology is the search for creatures which are considered to be mythological or even nonexistent by traditional Biology, but are supposed at least to have existed in the past.
Anyway, Igor was born in the USSR, in 1940.
In the 60s, he got really interested in Cryptozoology. And in 1965, that 25-year-old biologist went for the 1st time in an expedition to look for traces of “unknown creatures” in North Caucasus.
Igor’s main intention would always be finding the creatures on which the native caucasians based the mythological monkey-men which they believed in.
In 1970, he went to Azerbaijan to look for traces of the same kind of creature. And he would study the pieces of information which he found there for the next 5 years.


En Octubre de 1967, un hombre llamado Roger Patterson filmó por más o menos 30 segundos un ser semejante a un gorila hembra corriendo en una floresta de California y escondiéndose entre los árboles.
Es claro que por muchos años ese filme ya fue visto de modo negativo por mucha gente, pero hasta hoy no fue posible a nadie probar que es una fraude. Mas tampoco es posible ver muy bien que tipo de ser es visto allá, pues que la imagen no es buena.
Si quieres verlo, puedes clicar sobre el enlace arriba.
Bueno, desde 1971, Igor ya vio tal filme miles de veces. Y tanto cuanto muchos otros biólogos que también ya lo vieron, él está cierto de que el filme no nos muestra un tipo ya conocido de mono y tampoco un ser humano con una ropa de mono, pero sí un tipo todavía desconocido de homínido (el grupo de mamíferos de que hacemos parte el ser humano, el chimpancé y el gorila).
También en 1971, él se fue con una expedición por la primera vez al Noroeste del Cáucaso, donde regresaría con otra expedición en 1975 y con otra en 1978.
Todavía en 1972, Igor se fue a Mongolia con otra expedición, ahora para andar a la caza de yetis.


Dopo esser andato nel Nordovest del Caucaso per 3 volte negli anni 70, prendendo le cose importanti (ceneri, quasi sempre) che trovava sempre che era riuscito a farlo, Igor ha capito che degli ominidi sconosciuti avevano già vissuto in quella regione almeno fino alla fine del secolo XIX.
In realtà, gli esami fatti nelle ceneri che lui ha trovato hanno mostrato che quelle erano le ceneri di esseri umani. Così, è quasi certo che quello che lui ha trovato erano le ceneri di qualche tribù selvatica che aveva vissuto in quella regione nel secolo XIX.
Nel 1979, Igor è andato nella Montagna Pamiro-Alai, nell’Uzbekistan, dove ha trovato delle orme che lui crede che sono di un ominido sconosciuto.
Lui ha riempito queste orme con gesso. E voi potete vedere sopra una foto sua prendendo una delle forme di gesso che ha fatto nelle orme e mettendola in contrasto con il suo stesso piede.
Igor ha studiato tutto quello che ha trovato nella Pamiro-Alai per 3 anni.
Nel 1990, lui è stato vicino al Lago Lovozero, in Russia, cercando lo stesso tipo di creatura. E farebbe basicamente la stessa cosa fino alla fine degli anni 90.
Nel 2004, Igor è andato negli Stati Uniti, dovuto alla storia di dei sasquatch che, così si dice, sono stati visti in una fattoria del Tennessee. Ma lui non ha trovato veramente niente in questa sua avventura.
Lui lavora ancora nel Museo Darwin, a Mosca.


Até mais!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

AS NAJAS DE BATINA

Oi!!!

Bom, eu já deixei claro aqui várias vezes que não vou com a cara do Catolicismo Romano. Por uma série de motivos: pela destruição histórica que essa igreja já causou, por não concordar com a maior parte das ideias católicas romanas, pela hipocrisia com que essa igreja se comporta...
Mas em algumas vezes em que eu disse isso, apareceu alguém nos comentários pra tomar as dores principalmente dos padres...
Evidentemente, eu não tenho nada contra o fato de alguém discordar do que eu digo. Até porque é muitas vezes a discordância entre 2 pessoas que permite uma explicação melhor de ambas as opiniões. Uma pessoa só não pode achar que a outra é obrigada a concordar com a opinião dela ou a seguir o estilo de vida que ela vê como certo.
Mas enfim: achei interessante fazer um post sobre isso, já que algumas pessoas que passaram por aqui, como eu disse, seguem o estilo “Viva os padres!” ou “Coitadinhos dos padres!”.

Pra começar, vou fazer aquela pergunta da qual todo mundo já sabe a resposta: alguém é obrigado a ser padre? Não. É uma escolha, que se faz por livre e espontânea vontade.
E como eu já expliquei em outras ocasiões, se você entra por livre e espontânea vontade numa instituição, é porque você concorda no mínimo com a maioria das ideias dessa instituição, né? E o Catolicismo Romano defende ideias contra os homossexuais e bissexuais. Portanto, quem é padre, em maior ou menor grau, concorda com ideias contra os bissexuais e homossexuais.
Mas se você disser a um padre que só é padre quem quer, pois não existe alguém que é obrigado a ser padre, ele vai responder alguma coisa mais ou menos assim:

“Nós não somos padres porque queremos, mas sim porque somos chamados por Deus para ser padres.”

Aí, entra o tal do discurso da vocação...
Vejam só: sinceramente, na maioria das vezes, eu duvido muito dessa história de vocação. O que a gente percebe com muito mais clareza é que a maioria dos padres só viraram padres pra fugir de algum problema da vida pessoal deles que eles não conseguiram enfrentar...
Vocês já devem ter ouvido muita gente dizendo que todo padre é um gay enrustido, né? Bom, eu acho que não é exatamente isso, mas passa perto disso. O que a gente percebe na maioria dos padres é que quase todos eles não sabem lidar com o assunto ‘sexo’. É ou não é? Tem alguns que têm um ataque histérico quando surge esse assunto; tem outros que chegam falando num tom de voz mais manso, mas ainda assim sempre fazendo condenações contra o sexo. Mas o ataque contra o sexo, em maior ou menor grau, de forma histérica ou de forma controlada, tá sempre presente quando um padre fala sobre esse assunto.
Então, o que a gente percebe é que a grande maioria dos padres têm algum problema mal resolvido relacionado a sexo, provavelmente ligado a alguma coisa que aconteceu no passado deles. Mas pode até ter sido com uma mulher. Então, nada impede que um padre seja um hétero frustrado.
Outra coisa que a gente percebe é que os padres falam muito em humildade, mas isso fica só no discurso: eles já partem do princípio de que você não tem como sobreviver sem eles. Aliás, pela própria doutrina católica, nem se comunicar com Deus você pode sem os padres: não adianta você confessar a Deus alguma coisa que você tenha feito de errado, mesmo que você tenha se arrependido do que fez; você tem que confessar ao padre e ele, se achar que o seu arrependimento é verdadeiro, pode ou não absolver você do que você fez de errado. E são sempre essas as ideias que um padre vai tentar fazer com que você acredite.
Já sei que tem gente que vai dizer:

“Ah, mas eu já conheço o padre fulano há 10 anos e ele nem nunca falou sobre religião comigo.”

Ué! E você pensa que esse tipo de declaração me surpreende?! Muito pelo contrário: era exatamente o que eu esperava ouvir. Porque a tática católica mais usada atualmente pra converter os outros é exatamente essa: não falar sobre religião logo no início, passar uma imagem de que não tem preconceito contra nenhum tipo de pessoa, esperar um tempo (às vezes anos) até ganhar a sua confiança e, só depois disso, tentar arrastar você pra igreja dele.
Qualquer padre desse grupinho que não se diz preconceituoso geralmente se aproxima de você com um sorriso, falando palavras agradáveis, querendo abraçar você... Mas não se deixe enganar por essa aparência acolhedora, porque é só aparência mesmo.
Bom, você já viu como uma naja dá o bote? Ela fica imóvel, dando a entender que não vai fazer nada, às vezes por vários minutos. Algumas chegam até a fingir que tão mortas e se deixam tocar pela pessoa ou animal que tiver por perto. E aí, quando essa pessoa ou animal sai da defensiva, pois conclui que ela não vai mesmo fazer nada, a naja dá o bote.


Um padre desse tipo que eu acabei de descrever tem carinha de anjo, mas é uma cobra naja, só esperando o momento em que você se desarme pra dar o bote.
Simplificando: é só uma tática de conversão mesmo. As pessoas muitas vezes só não percebem isso logo de cara porque contrasta com a tática de conversão da maioria dos pastores evangélicos, de tentar arrastar você pra igreja deles logo de cara, sem esperar.
Outra coisa importante de se lembrar: os padres fizeram um voto de amar e perdoar as pessoas incondicionalmente, assim como fizeram um voto de não julgar as pessoas.
Agora responda com sinceridade: você vê eles cumprindo esses votos em tempo integral? Eu já vi aqueles que violam esses votos em tempo integral, mas não que cumprem em tempo integral.
Bom, lembrando que EU nunca fiz nenhum desses votos, eu posso impor que ninguém cobre isso de mim, certo? Mas todos nós podemos exigir isso dos padres, pois eles fizeram esses votos (e não vamos deixar de lembrar que por livre e espontânea vontade). Não é culpa nossa se eles são fracos demais pra não cumprir os votos que fazem. Mas é um direito nosso exigir que eles cumpram e julgar eles se eles não cumprirem (repito: NÓS não fizemos nenhum voto de não julgar).
Agora, falando abertamente sobre a questão da homossexualidade, é claro que vocês já ouviram aquele discurso (que nunca passou de discurso) vindo de alguns padres:

“Eu não tenho nada contra os homossexuais, mas sim contra o homossexualismo. A minha santa madre igreja acolhe maternalmente os homossexuais, mas condena os atos que eles praticam.”

É isso o que a gente vê? Não é preciso observar muito pra ver que os ataques que eles cometem geralmente são contra as pessoas homossexuais, e não contra os atos que elas praticam. Então esse discursinho é só uma forma de camuflar a homofobia.
Mas tem também os padres que são abertamente homofóbicos e fazem discursos abertamente contra nós, que nos julgam abertamente e tal, sem nem sequer disfarçar a homofobia. E muitas vezes com o apoio dos chamados “leigos”. Ou será que alguém aqui vai se fazer de desentendido e dizer que nunca ouviu alguma frase desse tipo:

“Um padre julga você?! E daí? Ele está apenas fazendo o trabalho dele! Pare de enganar a você mesmo e deixe essa vida imunda do homossexualismo!”

É claro que esse tipo de frase caberia perfeitamente na boca de um padre, de uma freira ou de qualquer outro membro do corpo eclesiástico (e não duvido nada que algum de vocês já tenha ouvido isso da boca de um deles). Mas eu, por acaso, já ouvi isso da boca de uma “leiga”. Pelo que eu pude entender, uma beata, ou outro nome que você queira dar a esse tipo de vagabunda católica.
Tem também aqueles leigos que não nos atacam, mas vêm na defesa, 100% parcial e tendenciosa, dos padres deles:

“Ah! Coitadinhos e pobrezinhos dos padres! São seres humanos iguais a qualquer outro! E têm todos os defeitos de um ser humano!”

“Coitadinhos dos padres! São humanos e falhos! Eles podem errar, assim como eu e você!”

“Se você não quer se aproximar dos padres, reze por eles: eles precisam de você!”

“Se você recebeu ódio por parte dos padres eu lamento muito por isso! Muito mesmo! Mas por que não dar às pessoas uma nova chance?”

É principalmente por esse último tipo de colocação que eu disse que essa defesa é tendenciosa e parcial, pra não dizer hipócrita: quando interessa dizer que os padres são seres humanos falhos e sujeitos a erros, é isso que a gente ouve da boca dos “leigos”; e quando interessa dizer que os padres são seres tão superiores que sem eles você não pode nem se comunicar com Deus (lembrem-se da historinha da confissão), também é isso que a gente ouve da boca dos “leigos”.
E tem também aqueles padres que fazem discursos homofóbicos ao mesmo tempo em que posar de santos. Esses falam coisas mais ou menos assim:

“Apesar da sua alma já estar condenada ao fogo do Inferno, eu vou rezar por você. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Amém!”

Mas isso a gente resolve de uma forma bastante fácil. É só responder na mesma hora:

“Em nome do meu livre arbítrio, eu rejeito essa bênção!”

De acordo com a própria mentalidade cristã em geral, o livre arbítrio de uma pessoa tem muito mais força do que qualquer bênção que qualquer sacerdote humano possa dar. Então, se um padre abençoar você e você rejeitar essa bênção, ele pode fazer o sinal da cruz quantos milhões de vezes ele quiser pra você, porque não vai surtir efeito nenhum. Qualquer bênção que ele queira dar só vai funcionar se você aceitar receber. E se você bloqueou bênçãos vindas dele com o seu livre arbítrio, você já jogou todas as bênçãos dele no chão, não importa o que ele faça.
E use isso pra confrontar ele mesmo! Diga abertamente:

“Vem pra cima! Vamos ver o que é que tem mais força: as suas bênçãos ou o meu livre arbítrio?”

Quero ver o que esse pobre coitado vai responder pra essa pergunta.
Outra coisa que eu não posso deixar de mencionar aqui são os padres homossexuais e bissexuais. Não faltam exemplos de padres que visitam bares e boates GLBT e sites GLBT em geral.
Muito provavelmente, vários já entraram aqui. E como essa página é aberta à visitação pública, eu não posso impedir que eles entrem. Mas, como eu já disse em outras ocasiões, deixo bem claro que eles não são bem-vindos aqui, tanto quanto eles deixam claro que nós não somos bem-vindos nas igrejas deles. Quem com ferro fere...
E com certeza não vou me rebaixar a bater boca com padres gays que vêm aqui, né? São só uns pobres coitados que têm que esconder até deles mesmos que são homossexuais pra poderem continuar fazendo parte dessa igreja! Esses não são dignos nem de ódio. São pouca coisa demais pra isso.
E quanto aos padres que vão a boates gays, deixem eles pra lá. Afinal, todo dia limpam o chão das boates, né? E provavelmente usam bons desinfetantes. Assim, não corremos o risco de sujar os sapatos pisando nos mesmos lugares onde esses padres pisaram.
E pra encerrar, quero lembrar aqui de uma coisa: existem, sim, ainda que numa quantidade baixíssima, alguns padres que não têm nada contra nós e que, em alguns casos, até entraram pra essa igreja pra tentar fazer alguma coisa a nosso favor e contra a homofobia. Mas são esses pouquíssimos padres de um lado tentando expor certas ideias e todos os outros do outro JUNTO COM O VATICANO impondo outras ideias. E qual é a mentalidade do Catolicismo Romano?

ROMA LOCUTA, CAUSA FINITA

Pra quem não sabe o que é isso, lá vai a tradução:

“Roma fala, causa encerrada!”

Depois dessa, não tenho mais o que comentar.

Ya dije muchas veces aquí que la Iglesia Católica Romana no me gusta nada. Por muchos motivos: por lo que esa iglesia hizo de mal al Mundo en todos los siglos de su historia, por su hipocresía, porque no estoy de acuerdo con casi nada de lo que dicen sus sacerdotes...
Pero en algunas veces en que yo lo dije, algunas personas fueron vistas en los comments del blog defendiendo los curas católicos...
Es claro que no hay problema cuando una persona no está de acuerdo con lo que digo. Hasta mismo porque algunas veces es la discordancia de 2 personas que les da la oportunidad de explicar mejor sus ideas. El único problema es cuando uno piensa que el otro tiene la obligación de estar de acuerdo con sus ideas o de tener su misma manera de vivir.
Como sea, este post aquí hablará un poquito de los sacerdotes católicos, pues que algunas personas que vienen aquí piensan cosas como “¡Viva los padres!” o “¡Pobrecitos de los padres!”.
Empezando, les hago aquella pregunta de que todos ya sabemos la respuesta: ¿un hombre tiene la obligación de ser un sacerdote católico? Es claro que no. Es una elección del propio hombre.
Como ya dije en otros posts, si tú te quedas miembro de un grupo porque tú mismo lo quieres, es porque estás de acuero por lo menos con la mayor parte de las ideas de ese grupo, ¿no es eso? Y el Catolicismo Romano tiene ideas contra los homosexuales y bisexuales. Así, si un hombre decide que será un sacerdote católico es porque, con más o con menos fuerza, él también tiene ideas contra los bisexuales y homosexuales.
Pero si tú dices a uno de esos sacerdotes que él es miembro de esa iglesia porque lo quiere y que nadie es obligado a serlo, él te dirá alguna cosa más o menos así:

“No somos sacerdotes porque lo deseamos, pero sí porque Dios nos llamó a serlo.”

Entonces, empiezan a hablar de su vocación...
En verdad, no creo que sus vocaciones sean verdaderas en la mayor parte de las veces. Lo que se ve muy más claramente es que casi todos ellos se quedaron sacerdotes para huir de algun problema de su vida personal que no les fue posible solucionar...
Es cierto que uds ya oyeron alguien decir que todos los curas son gays con problemas con su homosexualidad, ¿verdad? Bueno, no creo que sea propiamente eso, pero sí algo casi como eso. Lo que vemos es que la mayor parte de los sacerdotes tienen problemas con el tema “sexo”. Hay los que tienen ataques de histeria cuando se habla de sexo con ellos; y hay otros que hablan de modo un poco más calmo, pero también haciendo condenaciones contra el sexo. Pero hablar mal del sexo, con más o con menos intensidad, de modo histérico o de modo calmo, es lo que un cura hace siempre.
Así, lo que se ve es que la mayor parte de los sacerdotes de esa iglesia tienen problemas con sexo, posiblemente gracias a algo de su pasado. Pero es totalmente posible que haya sido con una mujer. Entonces, es cierto que muchos curas son heteros con problemas con su sexualidad.
Otra cosa muy vista es que los sacerdotes hablan de humildad, pero solamente hablan de eso, pues que están de acuerdo con la idea de que no se puede vivir sin ellos. Basta recordar que su iglesia dice que no se puede hablar con Dios sin los curas: si un católico romano hace algo malo, no puede confesarlo a Dios, mas tiene que hacerlo al cura, pues que solamente este, con el poder que dice que Dios le dio, puede absolverlo de lo que hizo... Y el sacerdote está de acuerdo con esas ideas y quiere que tú también lo estés.


Some people say:

“I was introduced to that catholic priest more than 10 years ago. And he’s never talked to me about religion.”

Well, I’m not surprised. Actually that’s what I was supposed to hear. Because those are the tactics which roman catholic priests use nowadays to convert people to their church. When a priest is introduced to you, he doesn’t speak immediately about religion, he says he isn’t against any kind of person, he waits (years, in some cases) for having your confidence... And only after that he tries to carry you to his church.
Priests of this kind usually smile to you, talk about pleasant things to you, try to hug you... But don’t let this friendly look fool you! It’s actually just a false friendly look.
Have you ever seen najas when they’re about to bite their victims? They stand still and pretend they won’t do anything. Occasionally they do that for many minutes. And some of them even pretend they’re dead and the person or animal which is near them can even touch them and they don’t do anything. So, when that person or animal stops paying attention to them, they attack viciously.
Priests of that mentioned kind have angels’ faces. But they’re actually najas waiting the best moment for attacking their victims.
Anyway, as I’ve said, these are only new catholic tactics to convert people. And some people don’t understand it because they’re different from most of the protestant tactics: pastors usually try to convert you to their church as soon as they’re introduced to you, really?
Another important thing: catholic priests take vows about loving people unconditionally and forgiving people unconditionally. And another of their vows is not judging people.
Tell me something: have you ever seen a priest doing that seriously? I’ve already seen the ones who violate all of these vows, but not the ones who follow all of them.
And don’t forget: I’ve never taken any of these vows. Then, don’t want me to do such things. But we can want catholic priests to do them. Because they took such vows by their own will. It’s not our fault if they’re so weak and can’t follow them. But it’s our right demanding this from them and judging them if they don’t do that (I’ll repeat: I, as well as most of you, have never taken any vow about not judging).
Now let’s talk a little about homosexuality. Of course you have already heard something like that from priests:

“I have nothing against homosexual people, but I have everything against homosexualism. My Holy Mother Church takes care of her homosexual children, but condemns their actions.”

Do you really see that? It’s not necessary paying so much attention to see catholic priests attacking homosexual people. And not homosexual actions. This speech is only a way of hiding the catholic homophobia.
And there are also the priests who are openly homophobic and speak openly against us, judge us openly... And in many of these cases, catholic lay people support their words. Haven’t you ever heard something like that?

“If a catholic priest judges you because you are homosexual he is only doing his job! Stop lying yourself and leave this dirty lifestyle!”

Of course a priest, a nun or any other creature of this kind would be able to say the very same thing (and you have already probably heard some similar thing from some of them). But I heard that from a catholic lay bitch once. It was a churchgoer. Well, I don’t know the best word to call this kind of catholic whore.


Ci sono i laici cattolici che non ci attaccano, ma dicono cose così parziali e tendenziose quando parlano di qualche sacerdote che ci attacca:

“Ah! Poveretto del sacerdote! È un essere umano uguale agli altri! Ed ha gli stessi difetti degli altri!”

“Ah! Povereti dei sacerdoti! Fanno sbagli come io e te!”

“Se tu non vuoi i sacerdoti vicino a te, devi almeno pregare per loro: hanno bisogno di te!”

“Se qualche sacerdote cattolico ti ha già dato odio, mi dispiace moltissimo saperlo! Ma perché non dare alle persone una nuova possibilità di fare bene a te?”

È questo ultimo tipo di frase che mi fa dire che i laici sono parziali e tendenziosi: alle volte, dicono che i suoi sacerdoti sono esseri umani uguali alle altre persone e che fanno sbagli; alle volte, dicono che i suoi sacerdoti sono esseri così superiori alle altre persone che queste non possono nemmeno parlare con Dio senza loro (basta ricordare la confessione).
Ci sono anche i sacerdoti che parlano contro noi allo stesso tempo che vogliono essere visti come santi. E dicono qualcosa così:

“La tua anima appartiene già all’Inferno perché sei omosessuale. Ma anche così pregherò per te. In nome del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo! Così sia!”

Ma questo è un problema semplice: dobbiamo soltanto rispondere a questo animale stupido:

“In nome del mio libero arbitrio, io rifiuto questa benedizione!”

Tutta la mentalità cristiana dice che il libero arbitrio di una persona è più forte che qualche benedizione di un sacerdote umano. Così, si un sacerdote cattolico ti da una benedizione e tu rifiuti tale benedizione, lui non può fare niente più. Le sue benedizioni avranno qualche potere nella tua vita soltanto se tu l’accetterai. E se tu l’hai bloccata con il tuo libero arbitrio, il sacerdote può fare tutto quello che vuole, ma anche così non riuscirà a darti questa benedizione.
Ed è buono che tu lo dica ad un sacerdote:

“Andiamo a vedere qual’è il più forte: le tue benedizioni od il mio libero arbitrio.”

Cosa questa bestia stupida risponderà se tu lo dirai?
Un’altra cosa di cui devo parlare qui è dei sacerdoti che sono omosessuali e bisessuali. Ci sono molti di questi che possono essere visti visitando i siti LGBT od i bar LGBT, vero?
È possibile che molti di questi abbiano già visitato questo blog. Ma questo, come lo sapete, è un sito pubblico e qualche persona può visitarlo. Non posso impedirlo. Però, come ho già detto in altre occasioni, dico che loro non sono benvenuti qui, tanto quanto loro dicono che noi non siamo benvenuti nelle loro chiese.
È certo che non litigherò con qualche sacerdote gay che venga qui. Loro sono dei poveri stupidi che hanno bisogno di nascondere di loro stessi che sono omosessuali per avere la possibilità di continuare ad essere membri di questa chiesa. Non li odio. Loro sono così stupidi che non meritano il nostro odio.
E parlando dei sacerdoti che sono visti nei bar gay, lascia perdere! Comunque sia, il piso di questi bar è pulito tutti i giorni, vero? E credo che sono usati dei disinfettanti molto buoni. Così, non siamo messi in rischio di contaminare le nostre scarpe camminando sullo stesso piso dove queste cose hanno camminato prima.
Bene, non posso finire questo post senza ricordare una cosa: ci sono, sì, alcuni pochi sacerdoti cattolici che non hanno niente contro noi e che, in alcuni casi, sono anche diventati sacerdoti di questa chiesa pensando di fare qualcosa a nostro favore e contro l’omofobia. Ma sono i pochissimi sacerdoti di questo tipo di un lato e gli altri tutti quanti dell’altro lato insieme al Vaticano. E qual’è la mentalità di questa chiesa?

ROMA LOCUTA, CAUSA FINITA

Dopo questo, ho bisogno di dire qualche altra cosa?


Bom, depois de tudo isso, quem achar que ainda tem algum argumento pra defender os padres, fique à vontade pra comentar.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

MAIS UM MONSTRO DO PÂNTANO OU UM NOVO JASON?

Oi!!!

Como a maioria de vocês já devem saber, a gente tá no ano da... ‘volta’ do Jason Voorhees numa nova versão da história, com o filme Friday The 13th. Lançado no Brasil com o título de Sexta-Feira 13 (mesmo nome do 1º filme em que se falou nesse personagem, em 1980), esse novo filme foi inspirado nos 3 primeiros filmes do Jason. Pra quem não viu, eu fiz um post sobre esses filmes em Abril de 2008. Tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_04_01_archive.html

Bom, pra quem desconhece o gênero slasher, pode até parecer o contrário, mas criar uma nova versão da história do Jason não é de forma nenhuma uma novidade, pois acho que já faz alguns anos que a gente perdeu as contas de vilões loucos, deformados e mascarados que saem por aí matando pessoas em slasher movies, né?
Não vou repetir aqui o que é um slasher movie porque eu já expliquei isso mais de 1 vez em posts anteriores. Mas, pra quem quiser tirar alguma dúvida, é só passar no post que eu fiz em Dezembro do ano passado sobre Hell Night. Tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

Bom, já tinham sido feitos alguns slashers antes de 1980, é claro. Mas os que foram feitos a partir dali parece que procuravam cada vez mais imitar o Jason quando apresentavam seus vilões ao público. E o que eu acho que fez mais isso é o filme do qual eu vou falar hoje: The Hatchet, lançado no Brasil com o título de Terror No Pântano.

O vilão desse filme, chamado Victor Crowley, é praticamente uma cópia do Jason. E o Victor tem, inclusive, a característica sobrenatural principal do Jason: é imortal.
As 2 diferenças principais entre eles são o fato do Victor não usar máscara e de ter uma aparência muito mais monstruosa do que o Jason.


Mas até o ator que interpreta o Victor é o mesmo que interpretou o Jason em 4 filmes dele: o Kane Hodder.
Quanto ao filme, começou a ser gravado em Abril de 2005, sendo lançado no ano seguinte. E foi escrito e dirigido pelo Adam Green, que diz ter planos pra fazer uma continuação. Mas, pelo menos até agora, não rolou.
Bom, o filme começa com um coroa e o filho dele navegando num barquinho de madrugada pelos sombrios pântanos da Louisiana: eles tão caçando crocodilos.
O filho é interpretado pelo ator Joshua Leonard, que foi um dos heróis de The Blair Witch Project (A Bruxa de Blair, aqui no Brasil). E num certo momento, ele resolve dar uma mijada, chega na beira do barco e bota o piru pra fora (mas não dá pra ver nada, não se animem!rs). Só que um crocodilo pula da água, dá um bote e quase come o cacete dele! Assim, ele pede ao pai pra encostar na margem, desembarca e entra alguns metros no pântano. Mas quando termina de mijar, ele volta ao barco e encontra o cadáver do pai estripado e esquartejado!
Ele se prepara pra se defender da criatura que fez aquilo. Mas quando a tal coisa sai rosnando do meio das árvores e fica visível, o cara só pensa em fugir, apesar de nem ter tempo pra isso: a criatura faz ele em pedaços ferozmente!
A câmera não mostra quem ou o quê fez isso.
Daí passa prum festival de Mardi Gras, no centro de New Orleans, na parte da tarde. E ali somos apresentados ao herói da história, o Ben, interpretado pelo bonitinho Joel Moore, tentando se afastar da confusão e ir prum lugar mais calmo.


Junto com ele, vai o amigo Marcus, personagem do ator Deon Richmond. E os 2 resolvem fazer uma excursão noturna por um pântano da qual tinham ouvido falar, que aparentemente só era agendada numa lojinha de um canto menos movimentado da cidade, onde eles encontram o Shawn, interpretado pelo gatinho oriental Parry Shen.

O Shawn diz ao Ben e ao Marcus que ele é o guia da tal excursão. E marca com eles o lugar pra pegarem o micro-ônibus que vai levar eles ao pântano, onde vai ter uma barca pra fazer o passeio.
Junto com eles, vão o casal de meia idade Jim e Shannan, além de 2 (retardadas) aspirantes a atrizes chamadas Jenna e Misty, um cara que diz ser diretor de cinema chamado Shapiro e uma garota caladona chamada Marybeth.
O Shapiro diz à Jenna e à Misty que quer fazer um filme com elas. Assim, ele passa o tempo todo filmando elas mostrando as tetas e se beijando. E elas são otárias o suficiente pra acreditar que aquilo é sério!
Claro que o Shapiro não é diretor de nada e só anda por aí colecionando fotos e filmagens de mulheres peladas que ele encontra ao acaso... Aliás, a pior parte do filme é ver essas 2 mostrando as tetas o tempo todo. Mas, pra quem gosta...
E o Jim e a Shannan não têm muita importância. Só entraram na história pra morrer!rs
Bom, quando chegam ao pântano, eles saem do ônibus e pegam a barca, que tá ancorada à margem de um rio do pântano. Mas antes de começar o passeio, ainda aparece um daqueles malucos caipiras pra dar um susto básico neles, dizendo pra eles não entrem no pântano ou vão encontrar algo maligno lá.
Gente, tudo bem que quase todo filme de terror tem um personagem que aparece pra falar isso. Mas sejamos francos: é completamente desnecessário, né?
Bom, logo se entende por quê a excursão era negociada SÓ naquela lojinha meio escondida da cidade: era uma passeio ilegal. A barca passava por uma área do pântano de acesso proibido. Mas nenhum dos passageiros parece se incomodar muito com isso.
Agora imaginem se alguém em sã consciência vai fazer um passeio ilegal de barca pela área mais isolada de um pântano de madrugada... Só até aí, a coisa já tem tudo pra não acabar bem, né?
Enquanto cruzam o rio, num certo momento eles vêem um vulto grandalhão entre algumas árvores, mas se escondendo na escuridão assim que percebe que é visto.
Desde que eles tavam no ônibus, o Shawn tentava fazer graça, contando todas as piadas decoradas possíveis, além de tentar dar informações sobre os pontos turísticos da cidade. Mas ele dava tantas gafes que todos logo entenderam que ele não conhecia nada do local. E a prova maior disso vem quando ele mete a barca num banco de areia no meio do rio, obrigando todos a desembarcar e correr pra margem, enquanto a barca vira e afunda.
Mas um crocodilo sai da água e ataca ferozmente o Jim enquanto ele caminhava pra margem, só não chegando a matar ele porque a Marybeth saca uma arma e atira no bicho.
Apesar de agradecidos, todos estranham que ela tenha levado uma arma. Então, ela explica que só foi à excursão pra procurar o pai e o irmão, que tinham desaparecido ali 2 dias antes enquanto caçavam crocodilos. E ela acredita que o responsável por isso é um tal de Victor Crowley.
O Shawn até já tinha ouvido falar alguma coisa sobre isso, mas é claro que as informações que ele tinha sobre o assunto eram completamente tortas. E a Marybeth, enquanto aponta pruma casa velha e quase em ruínas a poucos metros dali, conta o que realmente aconteceu...
Anos antes, um lenhador viveu naquela casa. E ele tinha um filho monstruosamente desfigurado e com alguma espécie de retardo mental chamado Victor Crowley, que ele mantinha longe das outras pessoas pra que não fizessem mal a ele.
A mãe do garoto nunca é mencionada na história.
Um dia, alguns garotos da cidade vizinha foram até lá quando o Victor tava sozinho em casa e incendiaram a casa com ele dentro. O pai dele chegou logo depois e arrombou a porta com um machado pra tentar tirar o filho lá de dentro, mas acabou acertando a cara do garoto, que tava do outro lado da porta, quando fez isso!
Tudo isso é mostrado em cenas de flashback, enquanto a Marybeth conta a história. E quem interpreta o pai do Victor é o mesmo Kane Hodder, que interpreta ele na fase adulta.
No YouTube tem algumas cenas (em Inglês) dessa parte do filme. Pra quem quiser ver, dá uma clicada aí:

http://www.youtube.com/watch?v=Q5imvAEBDDU

Bom, ninguém nunca soube direito o que aconteceu depois disso, mas se supunha que o Victor tinha morrido no acidente e que o pai dele tinha morrido de depressão 10 anos depois, já que ele praticamente dedicava a vida a cuidar do filho.
Só que quem se aproximava do pântano de noite costumava ouvir a voz de um homem chorando e chamando pelo pai, o que também levantava a hipótese de que o Victor não tinha morrido.
Apesar de assustados com a história, todos resolvem ir até a casa, pois não tem nenhum outro sinal de civilização ao redor e, assim supõe a Marybeth, perto da casa deve ter algum caminho que dê pra fora do pântano. Mas aí eles começam mesmo a ouvir os gemidos de um homem chamando pelo pai vindo da casa e resolvem recuar. Só que aí já é tarde demais: o Victor sai lá de dentro furioso e mata o Jim e a Shannan.
Os outros todos saem correndo apavorados, enquanto a Marybeth termina de descarregar a arma dela no Victor, que cai imóvel no chão. E depois ela corre pra junto dos outros, se reagrupando com eles a algumas dezenas de metros dali, dizendo que matou o monstro.
Só o Shapiro sai correndo em outra direção. E pouco depois, acaba esbarrando com o Victor, que tá bem vivo e mata o Shapiro violentamente.
Enquanto isso, os outros decidem voltar à casa dos Crowley, pois, por incrível que pareça, é o único lugar onde podem encontrar alguma coisa pra se armar e se defender. E enquanto o Ben e a Marybeth entram na casa pra ver o que encontram lá dentro, os outros ficam do lado de fora montando guarda.
Entre uma série de carcaças de animais presas em armadilhas, a Marybeth encontra os restos mortais do pai e do irmão (os 2 que morreram no início do filme). Mas apesar do choque, ela e o Ben se armam com uma pá e um garfo de feno que eles encontram lá.
Enquanto isso, lá fora, o Victor sai de trás de uma árvore de surpresa e ataca os outros, que tentam se defender como podem.
O Ben e o Marybeth vêm correndo e atacam o Victor pra defender os outros, mas não conseguem fazer muita coisa. E o monstro mata o Shawn e a Jenna, enquanto os outros fogem correndo pelo pântano.
Quando se reagrupam, o Ben e a Marybeth contam aos outros que viram tanques de gasolina dentro da casa. Assim, o que eles têm a fazer é atrair o Victor lá pra dentro e usar a gasolina pra incendiar ele. Se não, ele não vai descansar até matar todos.
Assim, o Ben entra mais uma vez na casa pra preparar a armadilha, a Misty fica na porta pra avisar de algum problema que haja e o Marcus e a Marybeth ficam lá fora fazendo barulho pra atrair a atenção do monstro. Mas de repente, enquanto o Ben tá lá dentro, alguma coisa joga a carcaça da Misty em cima dele. E olhando na direção da porta, ele vê o Victor. Aí o Ben grita e atrai os outros. E os 3 conseguem realmente tacar fogo no monstro. Mas, por incrível que pareça, começa a chover no mesmo instante...
Os 3 saem correndo pelo pântano, até que chegam a um velho cemitério, onde o Victor alcança eles e mata o Marcus violentamente.
Depois ele arranca uma haste de ferro do muro do cemitério e joga no Ben, ferindo ele na perna. Mas ele e a Marybeth conseguem enfiar essa mesma haste no pescoço do monstro assim que ele se aproxima, deixando ele cravado lá e inconsciente.
Concluindo que dessa vez ele morreu, o Ben e a Marybeth vão andando na direção do rio. E encontrando um barco, entram nele e vão navegando na direção da cidade. Mas um solavanco do barco faz a Marybeth cair no rio e ir pro fundo.
Quando ela olha pra cima, vê a mão do Ben entrando na água e se estendendo pra ela. Mas quando ela nada pra cima e chega na superfície, dá de cara com o Victor a bordo do barco e segurando o braço decepado do Ben, que tá seriamente ferido e caído num canto do barco.
E o filme acaba assim.
O que parece é que nenhum dos personagens ali percebeu uma coisa muito simples: o Victor só atacava quem entrava ou tentava entrar na casa dele. Tanto que, no início, quando eles ainda tavam no barco e ele tava observando eles entre as árvores, ele não fez nada. Até fugiu quando foi visto, né?
Mas aí, eles tentaram entrar na casa dele, depois entraram lá mesmo e mais tarde entraram de novo. E quanto mais eles faziam isso, mais furioso o monstro ficava!
Afinal, o acidente em que o pai dele feriu ele só aconteceu porque os garotos atacaram a casa dele, né? E provavelmente foi isso que levou ele a passar a atacar com tanto ódio e violência quem se aproximava da casa.
A história também não explica por quê ele era monstruoso e imortal. Mas, pra dizer a verdade, a única referência que se faz ao passado dele é quando a Marybeth conta a história dele.
O fato de, aparentemente, não ter sobrevivido ninguém da excursão não ajuda muito na criação de uma continuação pro filme. A não ser que sigam mesmo o estilo dos filmes do Jason, em que, com pouquíssimas exceções, os personagens que apareciam num filme nunca voltavam a aparecer nas continuações dele.
Bom, vamos esperar pra ver.

Como la mayor parte de uds ya saben, 2009 es el año de regreso de Jason Voorhees en una nueva versión de su historia: Friday The 13th. Conocido en los paises de Lengua Española como Viernes 13 (el mismo nombre de la primera pelí en que se habló de ese personaje, en 1980), esa nueva película es una mezcla de las 3 primeras películas de Jason. Y hay un post en este blog que habla un poco de esas pelís. Uds pueden clicar sobre el primer enlace arriba para verlo.
Bueno, quien conoce slashers sabe que producir una nueva versión de la historia de Jason no es una innovación, pues que ya no se sabe más cuantos otros villanos locos, desfigurados y mascarados ya fueron vistos matando personas en slashers, ¿verdad?
Yo ya expliqué en otros posts lo que es un slasher y así no lo haré otra vez ahora. Pero si alguien no lo sabe, puede clicar sobre el segundo enlace arriba para ver un post sobre Noche Infernal (1981) que habla bien de eso.
Bueno, es claro que otros slasher ya existían antes de 1980. Pero la mayor parte de los que fueron hechos a contar de entonces tienen villanos casi iguales a Jason. Mas pienso yo que lo que tiene un villano más semejante a Jason es The Hatchet, conocido en algunos paises hablantes de Español como Victor Crowley.
En verdad, ese es el nombre del monstruo de esa película. Y dicho sea de paso, él tiene la característica principal de Jason: es inmortal.
Las 2 diferencias principales entre Jason y Victor es que ese último no usa máscaras y tiene un aspecto muy más monstruoso.
El actor que da vida a Victor actuó como Jason en 4 de sus películas: Kane Hodder.
La película empezó a ser rodada en Abril de 2005 y estrenó 1 año después. Y Adam Green, el autor y director, dice que piensa en rodar una continuación. Pero hasta ahora no la empezó.
Bien, la historia empieza con un hombre de mediana edad y su hijo cazando crocodilos en un pantano de Luisiana de madrugada, utilizando un pequeño barco.
El hijo es el personaje de Joshua Leonard, conocido por la película The Blair Witch Project (El Proyecto de La Bruja de Blair o El Proyecto Blair Witch para los hablantes de Español). Y cuando él quiere mear, empieza a hacerlo en una lado del barco (pero ya les digo que no se ve su polla). ¡Mas un crocodilo salta del agua y casi come su pija! Así, él pide a su padre para acercar el barco de la tierra y se va algunos metros dentro del pantano para mear allá. Pero cuando regresa, ¡encuentra el cadáver de su padre totalmente dilacerado!
El muchacho se queda furioso y pronto a luchar contra el ser que lo hizo. Pero cuando la cosa sale de entre los árboles y lo ataca, él quiere solamente escapar, sin conseguir hacerlo: ¡la criatura lo mata con una violencia horrible!
No es posible ver la criatura en esa escena.
La próxima escena nos muestra una fiesta de Mardi Gras en Nueva Orleans. Y allá está Ben, el héroe de la historia y personaje de Joel Moore, haciendo lo que puede para encontrar un lugar más calmo en la ciudad.
Junto a él, está su amigo Marcus, personaje de Deon Richmond. Y los 2 piensan en irse en un paseo por un pantano de que habían tenido algunas informaciones. Pero tal paseo es fijado solamente en una pequeña tienda, donde ellos encuentran Shawn, personaje de Parry Shen.
Shawn dice a Ben y Marcus que es el guía del paseo. Y fija con ellos el lugar donde estará el microbús que los llevará al pantano, donde encontrarán la barca en que se hace el paseo.
Los otros que también se van en el paseo son la pareja de mediana edad Jim y Shannan, 2 (idiotas) atrices principiantes llamadas Jenna y Misty, un tipo que se dice director de cine llamado Shapiro y una muchacha que no dice nada llamada Marybeth.
Shapiro dice a Jenna y Misty que hará una película con ellas. Así, las filma besándose y mostrando sus tetas todo el tiempo. ¡Y ellas son tan imbeciles que lo creen!
Es claro que Shapiro no es un director: solamente colecciona imagenes de mujeres desnudas que encuentra. Y la peor parte de la película es ver esas 2 mostrando sus tetas todo el tiempo. Pero a quien eso gusta...
Jim y Shannan en verdad no tienen importancia para la historia. Y Marybeth está procurando su padre y hermano (los 2 que fueron muertos cuando empezó el film).
Mas casi todos esos personajes (o tal vez todos) serán muertos por Victor en el pantano.


Hatchet (2006) shows us Ben, Marcus, Marybeth, Jim, Shannan, Jenna, Misty and Shapiro going to a haunted swamp tour in Louisiana. And their tour guide, Shawn, takes them to the swamp, where the tour boat is. But before going ahead, they meet one of those crazy rustic guys who are seen in every horror movie saying something like “Don’t go there or you will meet something evil!!!”.
Do you think this kind of character is really necessary?
Anyway, the tour which our heroes are having is illegal. The boat goes to a restricted area of the swamp. But we can see seems nobody is worried about that.
Now look at that: somebody goes to an illegal swamp tour on a boat which tours through restricted areas of a swamp at night... Do you really think it’ll have a happy end?
Well, while they go across the river, they suddenly see a big figure in the trees. But he quickly disappears in the darkness without doing anything to them.
Even before arriving at the swamp, it was possible to see that Shawn knew nothing about anything: he made many and many blunders about the place and its history. But the worst part is when he accidentally crashes the boat into a sandbank. And everybody has the leave the boat while it’s sinking and go to the bank.
But an alligator appears and attacks Jim while he’s walking to the bank. And it doesn’t kill him just because Marybeth shoots it with a gun.
Everybody calms down. But they don’t understand why she has a gun. And she tells them about her father and brother who disappeared in the swamp 2 days ago. And she says she is there actually to find them and has the gun with her because she thinks Victor Crowley caused that.
Shawn knows a little about that. But Marybeth tells everybody Victor Crowley’s real history, while she points to a decayed and presumably abandoned house near them...
Years ago, a woodsman lived in that house. He had a monstrous and brain-damaged son named Victor Crowley. And he used to keep the boy hidden from people because of his physical and mental conditions.
Victor’s mother is never mentioned.
Once, a group of boys went to Victor’s house when he was alone and put fire in the house with him inside it. Victor’s father arrived at the same moment and tried to hack down the door with a hatchet to save his son. But Victor was on the other side of the door and his father accidentally hit him with the hatchet.
We can see all this part of Victor’s past in a flashback, while Marybeth tells the history. And Victor’s father is a Kane Hodder’s character, as well as the adult Victor.
You guys can click on the 3rd link above to watch some of these scenes at YT.
Well, nobody has ever known clearly what happened after that. But it was supposed that Victor died when his father hit him. And the sad man, who used to take care of his son all the time, died of a broken heart 10 years later.
But at the same time, it’s said it’s possible to hear a man crying and calling his father when somebody goes to the swamp at night. Then, some people also suppose that Victor is still alive somewhere in the swamp.
Everybody is scared. But even so they decide to go to the house, because there is no other place around to go. And Marybeth supposes there’s some kind of road near the house. So, they’ll be able to leave the swamp. But then they listen to a man groaning inside the house and decide to go back. But now it’s too late: a monstrous creature who must be Victor leaves they house and kills Jim and Shannan. He’s really furious!
All the others run away across the swamp, while Marybeth shoots the monster and presumably kills him. And after that she runs to meet her tourmates and tells them what she did. But actually Victor is totally alive! And they are in serious danger!


Hatchet (2006) ci racconta la storia del mostro Victor Crowley, che attacca tutti quanti arrivano vicino a casa sua, in una palude della Louisiana.
Dopo aver ucciso 2 persone che erano in giro per la palude e si sono avvicinate della casa, lui è abbattuto da Marybeth, una ragazza che era nello stesso giro.
Ben, Marcus, Jenna, Misty, Shawn e Shapiro sono gli altri che erano nel giro e sono scappati via mentre Victor gli attaccava per la prima volta. Ma Marybeth gli dice cosa ha fatto, pensando che aveva ucciso Victor.
Comunque sia, Shapiro si è perso degli altri nella palude e, trovando Victor, questo l’uccide.
Senza saperlo, gli altri decidono di tornare alla casa di Victor, visto che è l’unico posto dove possono trovare qualcosa per difendersi nella palude. E mentre Ben e Marybeth entrano e cercano qualcosa, gli altri restano davanti alla casa facendo la guardia.
Ci sono molti e molti animali morti dentro la casa. E fra questi Marybeth trova le carcasse di suo padre e di suo fratello, che sono spariti 2 giorni fa nella palude. Ma anche così, lei aiuta Ben a trovare una pala ed un forcone.
Mentre lo fanno, Victor improvvisamente attacca gli altri fuori della casa e loro fanno quello che possono per difendersi.
Ben e Marybeth arrivano e attaccano Victor per difendere gli altri, ma non riescono a fare molto. E Victor uccide Shawn e Jenna, mentre gli altri scappano via di nuovo.
Dopo questo, Ben e Marybeth dicono a gli altri che hanno visto dei serbatoi di benzina dentro la casa. Così, quello che si deve fare è portare Victor alla casa e usare la benzina per bruciarlo. O loro tutti quanti saranno uccisi.
Ben entra la casa e comincia a preparare la trappola, Misty fa la guardia vicino alla porta e Marcus e Marybeth rimangono fuori cercando Victor. Ma improvvisamente, qualcosa lancia la carcassa di Misty sopra Ben. E quando lui guarda la porta, vede Victor. Lui comincia ad urlare e gli altri arrivano. Ed i 3 insieme riescono a bruciare Victor con la benzina. Ma allo stesso tempo, comincia a piovere...
Ben, Marcus e Marybeth corrono per la palude mentre il mostro li perseguita ed arrivano ad un vecchio cimitero, dove Victor riesce a uccidere Marcus.
Dopo questo, lui fere la gamba di Ben con un’asta di ferro. Ma il ragazzo, insieme a Marybeth, riesce a usare la stessa asta per attraversare il collo del mostro e, lo pensano loro, ucciderlo.
Mentre guardano il “cadavere” di Victor, Ben e Marybeth camminano verso il fiume della palude. Loro trovano una piccola imbarcazione e l’usano per navigare verso la città. Ma un’apparente onda del fiume fa Marybeth cadersi nell’acqua e sommergersi.
Mentre nuota verso la superficie, lei vede la mano di Ben cercando di prendere la sua. Ma quando arriva vicino, Marybeth vede Victor prendendo la mano mutilata di Ben, mentre questo è già quasi morto e caduto sul piso dell’imbarcazione.
Ed il film finisce così.
Quello che i personaggi non hanno capito è che Victor attaccava soltanto chi si avvicinava o entrava a casa sua. C’è anche una scena che lo mostra guardando le persone senza farle niente, perché erano ancora lontano dalla casa.
Ma dopo questo, loro sono avvicinati della casa, dopo hanno entrato nella e dopo hanno entrato di nuovo... Così, il mostro diventava ogni volta più furioso!
Quest’ossessione sua di attaccare qualcuno che si avvicina della casa è dovuta ad un incidente che è sucesso più di 10 anni fa, quando lui era solo a casa e dei bambini si sono avvicinati ed hanno incendiato la casa. E suo padre, che è arrivato allo stesso tempo, l’ha ferito con un’accetta mentre faceva quello che poteva per salvarlo della casa in fiamme... Così, Victor pensava che qualcuno che si avvicinasse farebbe lo stesso che i bambini hanno fato.
Nonostante suo padre fosse umano e mortale, la storia non dice perché Victor è un mostro immortale. E a dire il vero, tutto quanto si sa del suo passato è questo.
Apparentemente, tutti quanti erano in giro per la palude in questo film sono morti. Così sarebbe un po’ difficile fare una continuazione del film. Ma quando ricordiamo i film di Jason possiamo vedere che sono pochi i personaggi visti in più di 1 film. Se la storia di Victor avrà lo stesso stile di quella di Jason...
Bene, lo vedremo.

Até!