quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

DERRUBANDO MAIS UM MITO HOMOFÓBICO

Oi!!!

Fiquei um pouquinho mais afastado do blog do que o comum porque tive uns probleminhas de força maior pra resolver. Mas agora tá tudo bem.
O site de utilidde pública que eu vou destacar esse mês é o do S.O.S. Vida Animal, que tem como objetivo básico a proteção dos animais. Tá aí o link:

http://www.sosvidaanimal.com.br/indexx.htm

Bom, há 1 ano atrás, no final de Fevereiro de 2008, eu fiz um post aqui no blog explicando quais seriam os 10 passos básicos que alguém precisa seguir pra se tornar um wiccaniano. E apesar de ter observado o comportamento dos wiccanianos em geral, eu procurei repassar os ensinamentos da Mavesper Cy Ceridwen, que é uma sacerdotisa wiccaniana da Tradição Diânica.
Pra quem não viu, tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_02_01_archive.html

Alguns meses depois, o Beto, do blog Rascunhos de Um Pagão, deixou um comentário naquele post, lembrando que os 10 passos que eu mencionei ali são os seguidos pela Tradição Diânica, mas não são exatamente os mesmos seguidos pela Tradição Gardneriana, por exemplo. E aí ele sugeriu que eu falasse sobre a Tradição Gardneriana e eu achei uma ótima idéia, já que essa foi a 1ª grande tradição wiccaniana, fundada na virada dos anos 40 pros 50 pelo Gerald Gardner (1884-1964), que foi, podemos dizer, o 1º wiccaniano a fazer uma divulgação maior da Wicca e, por isso, talvez possa ser visto como um dos patriarcas da religião.
Bom, acho que o melhor a fazer aqui em relação à Tradição Gardneriana é desmistificar uma lenda urbana que se criou sobre ela: a história de que essa é uma tradição wiccaniana homofóbica.
Há alguns anos, alguns grupos cristãos, ao perceberem que uma quantidade considerável de homossexuais e bissexuais tavam se convertendo à Wicca, pois esse é um grupo religioso que não persegue bissexuais e homossexuais, parece que tentaram impedir que isso continuasse acontecendo. Como? Espalhando a fofoquinha de que nenhum homossexual ou bissexual será verdadeiramente bem recebido na Wicca, pois o próprio Gerald Gardner era contra os homossexuais. Portanto, o melhor que qualquer homossexual ou bissexual tem a fazer é virar cristão e passar o resto da vida fingindo que não tem nada entre as pernas, pois só assim entrará no Reino do Céu.
Bom, em 1º lugar, como a gente sabe, cristãos sempre foram especialistas em deturpar a cultura alheia e colocar defeitos nos outros grupos religiosos pra fazer parecer que o Cristianismo é que tá sempre certo em qualquer situação. Basta estudar um pouquinho de História pra ver o que os inquisidores católicos e os caçadores de bruxas protestantes fizeram ao longo dos séculos.
Então, dizer que a Wicca é homofóbica foi só mais uma das inúmeras deturpações desse tipo que os cristãos cometeram.
Mas vamos às provas concretas de que eles tão errados. E isso se faz com 2 análises simples:
1ª, até onde eu pude estudar e observar, o próprio Gerald Gardner pessoalmente nunca falou nada especificamente contra nós. O que ele estabeleceu na Tradição Gardneriana é que deve haver em todas as coisas um equilíbrio entre o feminino e o masculino. Ou, no mínimo, a presença tanto do feminino quanto do masculino.
Alguns seguidores dele, que fundaram novos grupos wiccanianos mais ou menos inspirados nos ensinamentos dele, é que entenderam que a homossexualidade seria um desequilíbrio entre o feminino e o masculino. Mas aí não foi ele: foram outras pessoas, que fizeram interpretações pessoais (e equivocadas, pelo que a gente pode ver) das palavras dele.
E 2ª, é importante lembrar que na Wicca não existe nem nunca existiu um sacerdote de opinião infalível, que todos os seguidores têm a obrigação de obedecer. Isso você encontra lá no Vaticano, mas não na Wicca. Então, mesmo que um sacerdote wiccaniano (do mais experiente que existe ao mais iniciante que existe) manifeste qualquer opinião contra os homossexuais, nenhum outro wiccaniano do Mundo tem a obrigação de seguir a opinião dele.
Assim sendo, mesmo que o próprio Gerald Gardner tivesse dito abertamente alguma coisa contra os homossexuais, isso não mudaria nada: mesmo sendo um patriarca wiccaniano, a autoridade dele não é infalível e, portanto, nenhum outro wiccaniano seria obrigado a concordar com essa opinião. Os wiccanianos não são padres, que, se ouvirem o papa dizer que 2 + 2 = 5, são obrigados a concordar que 2 + 2 = 5.
E quanto a existirem wiccanianos homofóbicos, podem até existir. Mas esses vão ser homofóbicos por motivos pessoais, e não porque a religião incentiva eles a serem homofóbicos, como acontece com os seguidores das religiões judaico-cristãs. Ou se fizerem interpretações equivocadas das situações, como fizeram esses seguidores do Gerald Gardner que eu disse acima.

If you click on the 2nd link above, you’ll see that 1 year ago I posted about Wicca and mentioned the 10 basic steps to be a wiccan, based basically on Mavesper Cy Ceridwen’s opinions. She’s a Dianic Wiccan priestess.
Some months later, Beto, of Rascunhos de Um Pagão, commented at the post and reminded me that those are the steps followed by Dianic Wiccans, but not by all the Wiccans. Then, he suggested I should post about Gardnerian Wicca. And I think it would be great, because this was the 1st great wiccan tradition to be founded. It was founded in the late 40s or early 50s by Gerald Gardner, who was one of the 1st most famous wiccans.
Well, I think the best to do here is trying to stop an urban legend about Gardnerian Wicca: some people say such tradition is homophobic.
Some years ago, some christian groups saw many LGBT people converting to Wicca, because this religious group doesn’t persecute LGBT people. Then, the christians tried to stop it. And they started saying bisexuals and homosexuals aren’t welcome in Wicca, because Gerald Gardner himself was against LGBT people. So, homosexuals and bisexuals should convert to Christianism and pretend they have nothing between their legs to the end of their lives. Only in this way they’re going to Heaven.
Well, before anything, don’t forget christians have ever disfigured other cultures and other religious groups just to say Christianism is always right in any situation. That’s just what millions of catholics and protestants have done for centuries.
And that’s what they did when they said Wicca is homophobic.
Let’s see it better:
1st→ I’ve never seen a text written by Gerald Gardner himself where he speaks against us. He just said everything has a female side and a male side and both has their importance in every situation.
Some of their followers who founded new wiccan groups understood homosexuality is a loss of balance between a person’s female side and male side. But it’s a misunderstanding.
2nd→ Wicca doesn’t have and has never had an infallible priest who all wiccans must follow (it’s different from Vatican). Then, even if a wiccan priest says anything against LGBT people, it doesn’t mean any other Wiccan has the obligation to follow his opinion.
In this way, even if Gerald Gardner would say anything against homosexuals, it wouldn’t change anything. You now: if the pope says 2 + 2 = 5, every catholic priest has the obligation to agree with him. But such situation doesn’t exist in Wicca.
A Wiccan can be a phobe. But he’ll be that by himself, following his own opinions, not because his religion speaks against us, like a christian phobe.

Tú puedes clicar sobre el segundo enlace arriba para ver un post que hice hace 1 año sobre la Wicca, hablando de los 10 pasos básicos para ser un wiccano, inspirado basicamente en las opiniones de Mavesper Cy Ceridwen, una sacerdotisa del Dianismo Wiccano.
Algunos meses después, Beto, del blog Rascunhos de Um Pagão, comentó en el post y me recordó que aquellos son los pasos seguidos por los miembros del Dianismo Wiccano, pero no por todos los wiccanos. Así, él dijo que sería interesante hacer un post sobre el Gardnerisnismo Wiccano. Y tengo que decir que es muy interesante hacerlo, pues que esa fue la primera gran tradición de la Wicca, fundada entre los años 40 y 50 por Gerald Gardner, uno de los primeros wiccanos más famosos del Mundo.
Bueno, pienso que el mejor a hacer aquí es intentar acabar con un mito sobre el Gardnerianismo: hay quien dice que esa tradición es homofóbica.
Hay algunos años, algunos cristianos vieron que muchos homosexuales y bisexuales estaban convertiéndose a la Wicca, pues que ese grupo religioso no persigue bisexuales y homosexuales. Así, los cristianos intentaron acabar con eso. Y empezaron a decir que homosexuales y bisexuales en verdad no son bienvenidos en la Wicca, pues que el propio Gerald Gardner era contra nosotros. Así, el mejor que los homosexuales y bisexuales tienen a hacer es convertirse al Cristianismo y pasar el resto de sus vidas haciendo de cuentas que no tienen nada entre sus piernas. Y solamente así entrarán en el Cielo.
Bueno, antes que todo, es necesario recordar que cristianos siempre deformaron las otras culturas y los dogmas de los otros grupos religiosos solamente para decir que el Cristianismo tiene siempre la razón en todas las situaciones. Es eso lo que los católicos y protestantes hacen hay siglos.
Y es eso lo que hizieron cuando dicieron que la Wicca es homofóbica.
Vamos a ver:
Primero→ No conosco cualquier texto escrito por el propio Gerald Gardner en que él hable contra nosotros. El solamente dijo que todo tiene un lado femenino y un lado masculino y que los 2 lados tienen importancia en todas las situaciones.
Algunos seguidores suyos, que fundaron grupos después, entendieron que la homosexualidad es una falta de equilibrio entre los 2 lados. Pero eso es un malentendido.
Segundo→ La Wicca no tiene y nunca tuvo un sacerdote infalible que todos los wiccanos tienen que seguir (es diferente del Vaticano). Así, mismo que un sacerdote wiccano hable cualquier cosa contra nosotros, eso no significa que todos los wiccanos tienen que estar de acuerdo con él.
Así, mismo que Gerald Gardner hubiera hablado alguna cosa contra los homosexuales, eso no cambiaría nada. Como uds saben, si el papa dice que 2 + 2 = 5, todos los sacerdotes católicos tienen la obligación de estar de acuerdo con él. Pero tal situación no ocurre en la Wicca.
Un wiccano puede ser un homofóbico. Pero si lo es, lo es por sí solo, por sus propias opiniones, y no porque su religión lo estimula a ser contra nosotros, como ocurre con los cristianos homofóbicos.

Tu puoi clicare sul secondo link sopra per vedere un post che ho fatto 1 anno fa sulla Wicca, parlando dei 10 passi principali per essere un wiccan, basati basicamente nelle opinioni di Mavesper Cy Ceridwen, una sacerdotessa della Wicca Dianica.
Alcuni mesi dopo, Beto, del blog Rascunhos de Um Pagão, ha parlato nel post, ricordandomi che quei sono i passi che i membri della Wicca Dianica utilizzano, ma non sono quei che gli wiccan tutti quanti utilizzano. Così, lui ha detto che sarebbe interessante fare un post sul Gardnerianesimo. Ed ho bisogno di dire che è molto interessante farlo, visto che questa è stata la prima grande tradizione della Wicca, fondata fra gli anni 40 e 50 da Gerald Gardner, uno dei primi wiccan più famosi del Mondo.
Bene, penso io che il migliore a fare qui è cercare di dare fine a un mito: c’è chi dice che il Gardnerianesimo è omofobico.
Alcuni anni fa, dei cristiani hanno visto che molti omosessuali e bisessuali stavano diventando wiccan, visto che questo gruppo religioso non perseguita bisessuali ed omosessuali. Così, i cristiani hanno cercato di dare fine a questo. Ed hanno cominciato a dire che omosessuali e bisessuali non sono davvero benvenuti nella Wicca, perché lo stesso Gerald Gardner era contro noi. Così, il migliore che i bisessuali e omosessuali hanno da fare è diventare cristiani e far finta per sempre che non hanno niente fra le gambe. E soltanto così saranno andati al Cielo.
Bene, prima di tutto, c’è bisogno di ricordare che i cristiani sempre deturpano le altre culture e quello che dicono gli altri gruppi religiosi, soltanto da dire che il Cristianesimo ha sempre ragione in qualche situazione. È questo che i cattolici ed i protestanti hanno fatto per secoli.
Ed è questo che hanno fatto quando hanno detto che la Wicca è omofobica.
Guardate:
Primo→ Non conosco qualche testo scritto dallo stesso Gerald Gardner che parli contro noi. Lui soltanto ha detto che tutto ha un lato femmenile ed un lato maschile e che i 2 lati hanno importanza nelle situazioni tutte quante.
Alcuni fra i suoi seguaci, che hanno fondato nuovi gruppi dopo, hanno capito che l’omosessualità è una mancanza di equilibrio fra i 2 lati. Ma questo è un malinteso.
Secondo→ La Wicca non ha adesso e non ha mai avuto prima un sacerdote infallibile (l’opposto del Vaticano). Così, anche se un sacerdote wiccan parla qualcosa contro noi, questo non significa che gli wiccan tutti quanti hanno l’obbligo di essere d’accordo con lui.
Così, anche se Gerald Gardner avesse parlato qualcosa contro gli omosessuali, questo non cambierebbe niente. Come lo sapete, se il papa dice che 2 + 2 = 5, i sacerdoti cattolici tutti quanti hanno l’obbligo di mettersi d’accordo con lui. Ma tale situazione non c’è nella Wicca.
Un wiccan può essere un omofobico. Ma se lo è, lo è per sé stesso, e non perché la sua religione gli dice che deve esserlo, come i cristiani omofobici.

Bom, é isso.
Eu volto no mês que vem com a piada nova e a enquete nova.
Até lá!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

SE ELE FOSSE O NOSSO IMPERADOR, EU ADORARIA QUE A MONARQUIA VOLTASSE

Oi!!!

Gente, quero destacar o reconhecimento do nosso amigo Voyeur, do blog Voyeur, que me deu 2 selos de qualidade. Eu já tinha recebido os 2, como vocês já devem ter visto, mas quero agradecer aqui ao reconhecimento dele.
Bom, hoje a gente vai lembrar aqui de um dos príncipes da atual Família Imperial Brasileira: o João Henrique de Orleans e Bragança.

Príncipe Dom João Henrique de Orleans e Bragança nasceu em 25 de Abril de 1954.
O nome jurídico dele é esse mesmo, incluindo o “Príncipe Dom” do início. E o pai dele justificou o fato de registrar ele assim com medo de que um dia ele perdesse o título de “príncipe” e pra se assegurar de que ele teria esse título pra sempre.
O João era o filho mais velho do Príncipe João Maria de Orleans e Bragança, que era filho do Príncipe Pedro de Orleans e Bragança, que era filho da Princesa Isabel de Bragança e Bourbon, que era filha do Imperador Pedro II. Portanto, ele é trisneto do nosso último imperador.
A mãe do João era a Fátima Scherifa Chirine, ex-Princesa de Alexandria.
Ao longo dos anos 70, o passatempo preferido do João era viajar. E foi ao conhecer a Amazônia e o Xingu que ele, maravilhado com a paisagem, começou a fotografar tudo o que via, passando a se interessar cada vez mais por isso.
Ele também diz que aprendeu muito sobre a cultura do Brasil conversando com os habitantes dos lugares aonde ia: índios, caminhoneiros, peões e tal. Aliás, ele é um grande conhecedor do interior do Brasil.
Apesar de nunca ter estudado fotografia, o João chegou a trabalhar como fotógrafo pra extinta revista Manchete.
Em 1986, ele se casou com a Stella Cristina Lutterbach, com quem, no mesmo ano, teve 1 filho, chamado João Filipe.
Em 1989, nasceu a 2ª filha deles, a Maria Cristina.
Em 1993, o João defendeu a possibilidade da restauração da monarquia no Brasil, mas tendo como base a democracia, o Parlamentarismo e a imprensa livre.
No final de 2005, ele organizou uma exposição sobre o Egito, terra natal da mãe dele, morta 15 anos antes.
No tempo livre, o João gosta de praticar esportes. Algumas vezes, na companhia do filho.
Aliás, no início de 2006, eles tiveram no Marrocos, onde surfaram num mar que eles disseram que era gelado e cheio de tubarões.
O João é talvez o membro da Família Imperial que leva a vida mais comum. Ele gosta de ser chamado simplesmente de João, por todos. Mas os amigos chamam ele de Dom Joãozinho.
Sempre que fala em público, ele faz questão de destacar a importância da Cultura Brasileira e falar contra o consumismo exagerado.

Today we’ll talk a little about one of the princes of the Brazilian Imperial Family: João Henrique de Orleans e Bragança.
He was born on April 25th, in 1954, as Príncipe Dom João Henrique de Orleans e Bragança.
As you guys can see, his name includes the words “príncipe” and “dom”. His father named him in this way in order to give him the title of “príncipe” (it means “prince”, in Portuguese) forever.
João was the eldest child of Prince João Maria de Orleans e Braganza. This one was Prince Pedro de Orleans e Braganza’s son. This one was Princess Isabel de Braganza e Bourbon’s son. And this one was Emperor Pedro II’s daughter. Then, João is the great-great-grand-son of the last Emperor of Brazil.
His mother was ex-Princess Fátima Scherifa Chirine.


Negli anni 70, a João piaceva moltissimo viaggiare. E dopo aver conosciuto l’Amazzonia ed il Parco Indigeno dello Xingu e fotografato questi posti, lui ha scoperto che la fotografia gli piaceva davvero, visto che ha fotografato tutti quanti i bellissimi posti che ha trovato.
Lui dice anche che ha imparato moltissimo della Cultura Brasiliana parlando con la gente che trovava a questi posti. A proposito, lui è il principe brasiliano che conosce meglio i piccoli paesi di Brasile.
João non ha mai studiato fotografia, ma ha già lavorato come fotografo della rivista Manchete.
Nel 1986, lui ha sposato Stella Cristina Lutterbach. E loro primo figlio, João Filipe, è nato nello stesso anno.
Loro seconda figlia, Maria Cristina, è nata nel 1989.
I 2 hanno il titolo di principi, come suo padre.


En 1993, João habló de la posibilidad de la restauración de la monarquía en Brasil, fundamentada sobre la democracia, el Parlamentarismo y la prensa libre.
En 2005, él hizo una exhibición de la Cultura Egipcia en Brasil, por cuenta del aniversario de los 15 años de la muerte de su madre (ella era egipcia).
En su tiempo libre, le gusta practicar deportes. Algunas veces, João los hace junto a su hijo João Filipe.
Dicho sea de paso, en 2006, ellos estuvieron en Marruecos para practicar surf.
João es tal vez el miembro de la Familia Imperial Brasileña que tiene la vida más común. Le gusta ser llamado solamente João, por todos. Pero sus amigos lo llaman Dom Joãozinho.
Siempre que habla en público, él destaca la importancia de la Cultura Brasileña y habla contra el consumismo.

SACANAGENS DE CARNAVAL 4

E vai aí mais uma leva de safadinhos e safadões se divertindo no Carnaval pelo Mundo a fora.rs











E não se esqueçam, hein, gente: CAMISINHA SEMPRE!!!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

OS 11 ANOS DE REINADO DE UM REI MOMO MAGRO

Oi!!!

E chegou a época do Carnaval!
Assim, hoje a gente vai falar sobre o Rei Momo do Rio de Janeiro que ocupou esse posto por mais tempo: o professor e carnavalesco brasileiro Alex de Oliveira.

Ele nasceu aqui no Rio, em 1971.
Apesar de ter nascido no bairro de Marechal Hermes, o Alex viveu a infância e adolescência no bairro do Engenho de Dentro.
Dos 8 aos 18 anos, ele foi escoteiro.
A 1ª vez em que o Alex desfilou no Sambódromo foi no Carnaval de 1984, quando tinha 13 anos, na Portela.
Apesar de já ser formado em Arquitetura, ele resolveu seguir por outros caminhos. E assim decidiu se pós-graduar em Design de Interiores, fazendo o curso da Universidade Veiga de Almeida.
O Alex despertava a atenção dos professores pelo extremo interesse que demonstrava em Cultura Brasileira e História da Arte.
Atualmente, ele é professor do Curso de Carnaval dessa faculdade.
E depois disso, pra se especializar mais em roupas, ele também se formou em Figurino.
A escola de samba na qual o Alex começou a trabalhar de forma mais direta foi a Tradição Independente. E naquela época, apesar de gostar muito de Carnaval, ele nem pensava em ser Rei Momo um dia.
Ele foi coroado Rei Momo do Rio de Janeiro pela 1ª vez em 1997.
A maior parte das fantasias do Alex foram desenhadas pelo carnavalesco Sérgio Faria.


Ele chegou a pesar 220 kg! E pra emagrecer, teve que fazer uma cirurgia de redução do estômago, depois do desfile do Carnaval de 1999, perdendo 110kg.
A partir dali, o Alex foi um Rei Momo magro. Ou, no mínimo, foi ficando magro: ao todo, ele emagreceu 145 kg nos últimos 10 anos.
Isso desagradou alguns fãs do Carnaval, que gostavam da imagem clássica do Rei Momo gordo.
Inclusive, em alguns eventos do Carnaval dos quais o Alex participou fora do Rio, quando ele chegou, teve gente pensando que ele fosse um sambista que tinha ido representar o Rei Momo, pois não associaram a imagem daquele trintão magro e em forma à imagem do Rei Momo.
Bom, ele admite claramente que prefere ser magro do que ser gordo. E pra manter a forma, ele faz academia.
Em 2007, o Alex recebeu a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, por serviços prestados à Cidade do Rio de Janeiro.
A alegria e a simpatia são características marcantes dele.
Aliás, eu cheguei a ver o Alex pessoalmente, no Sambódromo, no desfile de 2008. Ele realmente é muito simpático. E bonito!rs
Bom, 2008 foi o último ano dele como Rei Momo, pois, por vontade própria, ele decidiu não se recandidatar mais ao título.
O Alex encerrou a carreira não só como o Rei Momo Carioca que ficou mais tempo nessa função (11 anos), mas também como aquele que mudou a imagem do Rei Momo de gordo pra magro.
Esse ano, ele tá estreando como carnavalesco, na Escola de Samba Unidos do Jacarezinho.
No tempo livre, ele gosta de ficar em casa vendo os antigos desfiles dele e recebendo amigos prum bate-papo.
Agora o Alex também pretende lançar um livro contando como foram os 11 anos de reinado dele.

Today we’ll talk a little about the man who was the King Momo of Rio de Janeiro for the longest period (11 years): Brazilian professor and carnavalesco Alex de Oliveira.
He was born in Rio de Janeiro, in 1971.
Alex was born in Marechal Hermes and raised in Engenho de Dentro (2 hoods of Rio).
At 8, he became a boy scout.
Alex’s 1st Carnival parade was in 1984 (he was 13), at samba school Portela.
Even having already a graduation in Architecture, he decided to post-graduate in Design. And he did that at Universidade Veiga de Almeida.
Alex was seen by his professors as one of the best students. And his favorite subjects were Brazilian Culture and History of Art.
Nowadays he’s a Carnival Professor at that university.
Alex graduated also in Costume Design.


La escuela de samba en que Alex realmente empezó a trabajar fue Tradição Independente. Y entonces él todavía no pensaba en ser un Rey Momo un día.
Su primera vez como Rey Momo de Río de Janeiro fue en 1997.
La mayor parte de las ropas de Alex fueron proyectadas por el carnavalesco Sérgio Faria.
Alex era muy gordo: ¡tenía 220 kilos! Pero después del Carnaval de 1999, tuvo una cirugía para perder peso, perdiendo entonces 110 kilos.
A contar de aquella época, él fue un Rey Momo delgado. O por lo menos se quedaría cada vez más delgado: la totalidad de peso que él perdió en 10 años fue de 145 kilos.
Eso no gustó a algunos fans del Carnaval, que deseaban verlo gordo, como todos los Reys Momos anteriores.
Dicho sea de paso, cuando Alex estuvo en algunos shows de Carnaval fuera de Río de Janeiro, algunas personas pensaron que él fuera un sambista que estaba allá para representar el Rey Momo, pues que aquel tipo delgado de casi 30 años era muy diferente del viejo gordo que esperaban.


Alex ha cominciato la sua carriera di Rei Momo grasso, come gli altri tutti quanti. Ma lui presto diventerebbe più magro. E dice che preferisce esser magro.
Nel 2007, lui ha ricevuto la Medaglia di Onorificenza Pedro Ernesto di Rio de Janeiro.
Alex è un uomo molto allegro e simpatico.
Io l’ho visto nel Sambodromo di Rio de Janeiro nel Carnevale del 2008. E devo dire che è veramente simpatico. E bello!
A proposito, 2008 è stato l’ultimo anno di Alex come Rei Momo, visto che lui, per sé stesso, ha deciso di non continuare in questa funzione.
Lui ha finito la sua carriera di Rei Momo di Rio de Janeiro come quello che l’è stato per più tempo (11 anni) e come il primo grande Rei Momo magro.
Adesso, Alex sta cominciando la sua carriera di carnavalesco, nella scuola di samba Unidos do Jacarezinho.
Quando non ha niente da fare, gli piace essere a casa sua rivedendo i suoi antichi show, quasi sempre insieme ai suoi amici.
Alex pensa anche di scrivere un libro, raccontando come sono stati i suoi 11 anni come Rei Momo.

SACANAGENS DE CARNAVAL 3

E assim como eu fiz no Carnaval do ano passado aqui no blog, vamos dar uma olhada no que mais alguns safadinhos andaram fazendo aí pelo Mundo...












Aliás, pra quem não viu o do ano passado, tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_02_01_archive.html

E lembrem-se: querem fazer sacanagem por aí, façam; mas usem CAMISINHA!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

UM INTELECTUAL BI ITALIANO

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no apresentador, jornalista, empresário e professor italiano Cecchi Paone.

Alessandro Cecchi Paone nasceu em Roma, em 16 de Setembro de 1961.
Quando tinha 14 anos, ele começou a dirigir um jornal da escola onde estudava.
Quando tinha 16 anos, o Alessandro começou a trabalhar na Rai, uma rede de televisão e rádio da Itália, apresentando um telejornal pra adolescentes e jovens. E a partir daí, ele ficaria conhecido como Cecchi Paone.
Apesar de, em 1980, ele ter se formado em Ciência Política, ele nunca se desligou da carreira jornalística, que foi se desenvolvendo ao longo dos anos 80, quando ele teve no comando de vários programas da Rai.
Depois disso, o Cecchi se mudou pra Espanha, voltando pra Itália em 1985. E aí ele foi morar em Milano (e até hoje nunca mais saiu de lá) e começou a trabalhar na Università Commerciale Luigi Bocconi, onde foi professor de Marketing da Comunicação Cultural.
Depois disso, o Cecchi deu aula da mesma matéria na Università Ca Foscari di Venezia.
Ele se pós-graduou pela Università degli Studi di Milano-Bicocca e pela Università Telematica Internazionale UniNettuno.
Em 1996, o Cecchi saiu da Rai e passou pra Mediaset, chegando a apresentar alguns programas também na Rete 4. E seguiria apresentando vários outros programas.
Ele também foi colunista dos jornais Il Giornale e Il Giorno.
No início de 2004, o Cecchi declarou em público que é bissexual, dizendo, pouco depois, que pretendia passar a trabalhar pelos direitos dos bissexuais e homossexuais.


E também não muito tempo depois, ele passaria a se empenhar nisso, no Partito Socialista.
Apesar de ter assumido que é bi, ele não fala muito sobre a vida pessoal dele. Mas se sabe que ele foi casado com uma espanhola por 7 anos e que, nos últimos tempos, só tem se relacionado com homens.
Desde 2006, o Cecchi trabalha como professor de Escritura de Produção Documental, na Università degli Studi Suor Orsola Benincasa.
Atualmente, ele é também o diretor da TV Marcopolo.
Bom, pra quem quiser visitar o site oficial do Cecchi (em Italiano), tá aí o link:

http://www.alessandrocecchipaone.it/

Hoy hablaremos un poco del presentador, periodista, empresario y profesor italiano Cecchi Paone.
Alessandro Cecchi Paone nació en Roma, el 16 de Setiembre de 1961.
Cuando tenía 14 años, él empezó a trabajar en el periódico de la escuela donde estudiaba.
Cuando tenía 16 años, Alessandro empezó a trabajar en la Rai, una cadena de radio y televisión italiana, como presentador de un noticiario para adolescentes y jóvenes. Y desde aquella época se quedaría conocido como Cecchi Paone.
El tuvo su formación en Ciencia Política en 1980, pero no dejó su carrera de periodista, que continuó a desarrollarse por los años 80, cuando él fue el presentador de muchos shows de la Rai.
Después de esa época, Cecchi se fue a vivir en España por unos pocos años.

After have lived in Spain for a few years, Cecchi went back to Italy in 1985. He’s lived in Milan since then. And at that time he worked at Università Commerciale Luigi Bocconi as a professor.
After that, he worked at Università Ca Foscari di Venezia also as a professor.
Cecchi postgraduated at Università degli Studi di Milano-Bicocca and at Università Telematica Internazionale UniNettuno.
In 1996, he left TV Rai and went to TV Mediaset. And he also would be the host of some Rete 4 shows. Anyway, many other TV shows would be hosted by him.
Cecchi also would be an
Il Giornale and an Il Giorno columnist.

Nel 2004, Cecchi ha dichiarato pubblicamente che è bisessuale, dicendo dopo che anche lavorerebbe per i diritti dei bisessuali ed omosessuali. E nel 2008, lui ha preso ufficialmente la tessera del Partito Socialista.
Della sua vita personale, si sa che lui ha avuto una moglie spagnola per 7 anni e, oggigiorno, ha relazioni soltanto con uomini.
Dal 2006, Cecchi insegna Scrittura Per La Produzione Documentaristica presso l’Università degli Studi Suor Orsola Benincasa.
Lui è anche il direttore del canale culturale Marcopolo.
Voi potete clicare sul link sopra per visitare il suo sito ufficiale.


Até mais!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

ALGUÉM VIU ELE LÁ PELO TEXAS?

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator estadunidense Reggie Rolle.

Ele nasceu em Minnesota, em 04 de Julho de 1976.
O Reggie estudou na Apple Valley High School.
Sobre a vida pessoal dele, pouco se sabe.
A estréia de carreira dele como ator na 7ª temporada de Power Rangers, em 1999.
O Reggie interpretou o ranger verde daquela temporada, numa época em que os diretores e produtores pretendiam criar um tema pro seriado o mais independente possível das temporadas anteriores (e a partir dali, cada temporada teve um tema próprio, com personagens próprios daquela temporada específica).
No final do mesmo ano, quando terminaram as gravações daquela temporada de Power Rangers, o Reggie se casou com a atriz Amy Miller, que tinha interpretado a vilã Trakeena. E eles tão juntos até hoje.
O Reggie ainda voltou a interpretar o mesmo personagem em 1 capítulo da 8ª temporada do seriado, gravada no ano seguinte.
Apesar da personagem Trakeena também voltar a aparecer em 2 capítulos dessa temporada, a Amy não quis voltar ao seriado, já dando demonstrações de que ela não parecia tá muito interessada em seguir adiante na carreira de atriz.
Então, os diretores tiveram que ser meio criativos: pegaram uma atriz com o mesmo tipo físico da Amy, a Jennifer Burns, e entregaram a personagem a ela, que entrou em cena com a voz alterada e usando uma meia-máscara que cobria a boca e o nariz.
Dá pra ver claramente que não era a mesma atriz. Mas deu pro gasto, né?rs
A Amy só pegaria mais uma pequena personagem no filme Rock Star (2001) e, depois disso, aparentemente, ela desistiu de vez da carreira de atriz.
O Reggie, na verdade, também não chegou a se desenvolver muito: ele só teve, até agora, 5 trabalhos como ator, no cinema e televisão.
O trabalho mais recente dele foi o filme Buds For Life (2004).
Atualmente ele mora no Texas, com a Amy.

Oggi parleremo un po’ dell’attor Reggie Rolle.
Lui è nato nel Minnesota, Stati Uniti, nel 4 Luglio del 1976.
Reggie ha studiato nell’Apple Valley High School.
Non si sa quasi niente della sua vita personale.
Reggie ha cominciato la sua carriera di attore nell’anno 7 di Power Rangers (1999).
Lui era il ranger verde di quell’anno dello show, quando i direttori volevano fare una storia quasi totalmente indipendente dagli altri anni (da quel punto, ogni anno di Power Rangers avrebbe la sua stessa storia ed i suoi stessi personaggi).


After have finished filming Power Rangers’ 7th season (1999), Reggie married Amy Miller, who had played Trakeena, the main villain of that season. And they’re still married.
Reggie played the same character in 1 episode of the next Power Rangers’ season (2000).
Also Trakeena is seen in 2 episodes of that season, but Amy refused to reprise her role.
Then, the directors found an actress who had her same physical characteristics, Jennifer Burns, and gave her the character. But even so Jennifer had to wear a mask to hide half of her face and also her voice was changed.
Of course you can see Trakeena isn’t played by the same actress in the 2 seasons, but it’s OK.


Después de acabar de rodar su parte en Power Rangers y de casarse con Reggie, en 1999, Amy tuvo un pequeño personaje en la película Rock Star (2001). Y después, por lo que se puede ver, renunció a su carrera de actriz.
La carrera de Reggie, en verdad, tampoco llegó a ser una de las más importantes: él tuvo, hasta hoy, solamente 5 trabajos como actor de Cine y TV.
Su última vez fue en la película Buds For Life (2004).
Hoy, Reggie y Amy viven en Texas.


Até a próxima!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

PORNOGRAFIA 3D

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

GUY MADISON 1922-1996

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem bissexual do passado: o ator estadunidense Guy Madison.

Robert Ozell Moseley nasceu na Califórnia, em 19 de Janeiro de 1922.
Ele estudou no Bakersfield College.
Depois disso, o Robert trabalhou por um tempo como telefonista, até que, quando tinha 20 anos, ele se alistou na Guarda Costeira dos Estados Unidos.
E 2 anos depois, na Califórnia, ele foi visto pelo caça-talentos Henry Willson, que tava à procura de um jovem com conhecimentos de navegação pra trabalhar num filme que tava pra ser gravado. E assim, o Henry logo se dirigiu ao Robert com essa proposta de trabalho.
Jovem, bonito e com 1, 83 m de altura, ele tinha o tipo físico ideal pra isso, além de ter formação de marinheiro necessária.
A idéia pareceu interessante ao Robert. E assim, ele estreou como ator no filme Since You Went Away (1944), assumindo o nome artístico de Guy Madison.
Com esse filme, ele chamou muito a atenção de milhares de fãs, que mandaram cartas pra Hollywood assim que o filme foi exibido nos cinemas, querendo saber mais sobre ele.
Assim, é claro que o Guy ganhou status de símbolo sexual.


Só que a fama dele tava baseada quase que só em aparência: como ator, ele era considerado meio inexpressivo e parado e nunca chegou a ser visto como um dos principais astros de Hollywood.
Alguns biógrafos do Guy afirmam que ele teve relações com o repórter Mike Connolly. E tem até quem afirme que o Mike tinha fotos eróticas do Guy (assim como de outros caras com quem ele transava) tiradas por ele mesmo e escondidas na casa dele.
Em 1949, o Guy se casou com a atriz Gail Russell, de quem se divorciou em 1954. E em Outubro do mesmo ano, ele se casou com a atriz Sheila Connolly.
O Guy teve 1 filho e 3 filhas com ela: o Robert, a Bridget, a Erin e a Dolly.
Em Abril de 1964, o Guy se divorciou da Sheila.
O último filme dele foi Red River (1988).
Depois disso, com a saúde enfraquecida devido ao fumo, o Guy não teve muito mais condições físicas de trabalhar.
Ele teve ao todo 64 trabalhos como ator no cinema e televisão.
O Guy morreu de enfisema pulmonar, em 06 de Fevereiro de 1996, 1 mês depois de completar 74 anos.
Tá aí o link pro site oficial dele:

http://www.guymadison.com/

Hoy hablaremos un poco de otro personaje bisexual del pasado: el actor estadounidense Guy Madison.
El nació en California, el 19 de Enero de 1922, como Robert Ozell Moseley.
El estudió en el Bakersfield College.
Después, Robert trabajó como telefonista, hasta que, cuando tenía 20 años, se alistó en los Guardacostas de los Estados Unidos.
Después de 2 años, en California, fue visto por el agente de talentos Henry Willson, que buscaba un jóven con conocimiento de navegación para trabajar en una película que estaba para empezar a ser rodada.
El invitó Robert a trabajar en esa película, creando así un nuevo actor: Guy Madison.

Nel 1944, Henry Willson ha trovato un bel ragazzo de 1, 83m e con formazione di marinaio per lavorare in un nuovo film (Since You Went Away). Lui si chiamava Robert, ma ha ricevuto il nome artistico di Guy Madison.
Solo con questo primo film, lui ha conquistato migliaia di fans, che hanno scritto tantissime lettere a Hollywood per sapere di più su quel giovane attore.
Guy diventava un nuovo simbolo sessuale.
Però la sua carriera era basata quasi soltanto sul suo aspetto: come attore, il pubblico degli Stati Uniti non lo vedeva come uno dei nomi più importanti di Hollywood.


Some of Guy’s biographers say he had sexual relations to Mike Connolly. And some say even that Mike had erotic pics of Guy with him at home!
In 1949, Guy married actress Gail Russell. They divorced in 1954. And moths later he married actress Sheila Connolly.
Guy had 1 son and 3 daughters with her: Robert, Bridget, Erin and Dolly.
He divorced from Sheila in 1964.
Guy’s last movie was Red River (1988).
After that he had no condition to continue acting because of sickness problems caused by smoking.
Guy worked as a TV and film actor for 64 times.
He died from emphysema in 1996, 1 month after his 74th birthday.
You guy’s can click on the link above to visit his official webbsite.

Bom final de semana e até!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

CARA DE GAROTO COM 37 ANOS

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador e diretor estadunidense Corey Feldman.

Corey Scott Feldman nasceu na Califórnia, em 16 de Julho de 1971.
Ele tinha 2 irmãos e 2 irmãs.
A família deles era judaica.
Com 3 anos, o Corey apareceu em alguns comerciais pra televisão. E com 6, ele fez algumas figurações no Mickey Mouse Club.
O 1º trabalho dele como ator (oficialmente, vamos chamar assim) foi em 1 capítulo do seriado Eight Is Enough, em 1978. E aí ele passou a assinar Corey Feldman como nome artístico.
Ele foi o 1º ator a interpretar o personagem Tommy Jarvis, o inimigo mortal do Jason Voorhees, no filme Friday the 13th: The Final Chapter (1984) ou Sexta-Feira 13-4ª parte-O Capítulo Final, como foi chamado no Brasil.
Eu falei sobre esse filme aqui em Abril de 2008. Pra quem não viu ou quiser dar mais uma olhada, tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_04_01_archive.html

E como eu disse lá, foi esse personagem quem conseguiu, apesar de sem muita explicação, matar o Jason no final do filme.
O Tommy foi um personagem criado em homenagem ao diretor Tom Savini, que foi um dos responsáveis pela ‘invenção’ do personagem do Jason no 1º filme da história.
É que, já que tava previsto que o Jason ia morrer de verdade nesse filme, pensaram em botar uma versão infantil do Tom na história, pra matar o personagem que o Tom tinha criado.
Bom, o Corey na época tinha 14 anos e o personagem tinha 12. O Tommy é um fã de filmes de terror que acaba se envolvendo numa história de terror... Inclusive, pra conseguir atrair a atenção do Jason e matar ele, o Tommy raspa a cabeça e se fantasia de Jason. E o filme termina dando a entender que, ao matar o Jason, ele pirou!rs Ou, no mínimo, ficou extremamente traumatizado (o que é confirmado no filme seguinte).
Vou deixar aqui um link pro final desse filme, pra quem quiser ver:

http://www.youtube.com/watch?v=asnO5bfL1Fo&feature=PlayList&p=4D3D0E62469BA637&index=12

No filme Friday the 13th: A New Beginning, de 1985, lançado no Brasil como Sexta-Feira 13-5ª parte-Um Novo Começo, que é a continuação do precedente, o Tommy é interpretado pelo ator John Shepherd, já que aí o personagem aparece com 20 anos.
Mas o filme começa com ele tendo um pesadelo em que ele volta a se ver com 12 anos sendo atacado pelo Jason. E é o Corey quem reaparece interpretando o personagem nessa cena.
Pra quem quiser ver...

http://www.youtube.com/watch?v=W9ko7MjymiI&feature=PlayList&p=B533CEA0625490AC&index=0

O 1º trabalho de mais destaque do Corey viria nesse mesmo ano: o filme infantil The Gonnies, no qual ele interpretou o personagem Clark.
Até hoje é meio impossível olhar pra ele não sentir uma atmosfera meio infantil. Não só por ele ter feito vários trabalhos marcantes quando era criança e adolescente, mas também pela cara de garoto que ele mantém até hoje, né?
Aliás, além da cara de garoto, o Corey também não chegou a crescer tanto assim: ele tem 1, 74m.


Em 1997, ele estreou como diretor com o filme Busted, no qual ele também trabalhou como ator.
Em Agosto de 1989, ele se casou com a atriz Vanessa Marcil. Mas eles nunca moraram na mesma casa. E no reveillon de 1992 pra 1993, eles se divorciaram.
No ano 2000, o Corey decidiu mudar de nome artístico, passando a assinar Kinky Finkelstein. Mas depois ele voltou atrás. Ainda bem, né?rs
Em Outubro de 2002, o Corey se casou com a atriz Susie Sprague. E tão juntos até hoje. E em Agosto de 2004, nasceu o Zen, o filho deles.
O trabalho mais recente do Corey como ator foi o filme de horror Terror Inside, lançado no ano passado. E pra esse ano, tem 3 filmes que ele gravou e ainda não foram lançados e mais 1 que ele tá filmando agora.
Ele teve até agora 74 trabalhos como ator no cinema e tele visão, 6 como dublador e 2 como diretor.
O Feldog, como é chamado pelos amigos, é vegetariano e ecologista. E ele faz parte de vários movimentos ligados à preservação do meio-ambiente. Entre eles, o Greenpeace.
Tá aí o link pro site oficial dele:

http://www.coreyfeldman.net/

Hoy hablaremos un poco del actor, doblador y director estadounidense Corey Feldman.
Corey Scott Feldman nació en California, el 16 de Julio de 1971.
El tenía 2 hermanos y 2 hermanas.
Su familia era judía.
Cuando Corey tenía 3 años, fue visto en anuncios publicitarios en la televisión. Y cuando tenía 6, fue visto en el Mickey Mouse Club.
Su primer trabajo realmente como actor fue en el serial Eight Is Enough (1978). Y entonces ganó el nombre artístico de Corey Feldman.
El fue el primer actor a vivir el personaje Tommy Jarvis, el enemigo principal de Jason Voorhees, en la película Viernes 13: Capítulo Final (1984).
Aquí en este blog hay un post hablando de ese filme. Uds pueden clicar sobre el primer enlace arriba para verlo.
Tommy mata Jason en esa película (no hay explicación de como, pues que Jason era inmortal).
El personaje Tommy fue inventado para homenajear Tom Savini, uno de los creadores del personaje Jason, en la primera película en que ese fue visto.
Es que, como esa sería la película de la muerte de Jason, fue decidido que esa muerte vendría por las manos de un personaje que simboliza uno de sus “padres”.


Tommy, il personaggio di Corey in Venerdì 13: Capitolo Finale (1984), aveva 12 anni ed era un fan dei film dell’orrore che è arrivato in una storia dell’orrore... A proposito, per uccidere Jason, lui fa quello che può per avere il suo stesso aspetto. E possiamo vedere che lui diventa un po’ pazzo quando uccide Jason.
Voi potete clicare sul secondo link sopra per vedere la scena in cui Tommy uccide Jason.
Nel film Venerdì 13: Il Terrore Continua (1985), Tommy è il personaggio dell’attor John Shepherd, visto che adesso è un ragazzo di 20 anni.
Ma il film comincia con lui facendo un sogno in cui, quando aveva ancora 12 anni, era attaccato da Jason. E Corey attua come Tommy anche in questa scena. Voi potete clicare sul terzo link sopra per vederlo in questa scena.
Il primo lavoro principale di Corey come attore è stato nello stesso anno: il film I Gonnies, in cui lui ha avuto il personaggio Clark.
Fino adesso è quasi impossibile guardare Corey e non vedere un bimbo. E non è soltanto dovuto ai suoi lavori quando era bambino, ma anche perché lui tiene anche oggi il viso di un bimbo.
Ed anche il suo corpo non è così grande: ha 1, 74 m.

Tommy’s debut as a director was in Busted (1997). And he was in this movie also as an actor.
In 1989, he married actress Vanessa Marcil. They would never live at the same home. And they divorced at the 1992/1993 New Year.
In 2000, Corey changed his artistic name to Kinky Finkelstein. But he would soon change it back to Corey Feldman. Thank goodness, really?rsrs
In 2002, he married actress Susie Sprague. They’re still married. And their son, Zen, was born in 2004.
Corey’s last movie has been the horror film Terror Inside (2008). But 3 new movies with him will be released in 2009. And he’s also filming another one.
He’s been a film and TV actor for 74 times, a voice actor for 6 times and a director for 2 times to now.
Feldog, as his friends call him, is a vegeterian and an animal right activist. And he’s a member of many ecologist groups. Greenpeace among them.
You guys can click on the last link above to visit his official site.

Até mais!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

UM DIVISOR DE ÁGUAS NOS FILMES DE LOBISOMEM

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outra produção dos anos 80: o filme inglês An American Werewolf in London, lançado no Brasil com o título traduzido de Um Lobisomem Americano Em Londres.

Bom, antes de mais nada, já que eu vou falar sobre a história do filme mais abaixo, me deixem dizer que esse filme tá todo no YouTube, legendado em Português. Assim, se alguém que ainda não viu o filme quiser assistir antes de ler o post aqui (pra não estragar as surpresas), tá aí o link:

http://www.youtube.com/watch?v=CWzTOeiTjx8&feature=PlayList&p=8C900DA4B00B98C1&index=0&playnext=1

An American Werewolf in London, lançado em 1981, foi escrito e dirigido pelo John Landis. Aliás, ele tinha esse roteiro pronto desde 1969!
Dizem que a intenção do diretor, no início, era fazer uma sátira dos filmes de lobisomem. E realmente tem várias cenas engraçadas durante o filme todo. Mas a história não se resume a fazer graça. Muito pelo contrário! Tem muito mais cenas de suspense. E várias de violência também: os ataques do lobisomem mostrados nesse filme são extremamente brutais (apesar de rápidos e sem mostrar muitos detalhes).
O ator David Naughton, na época com 30 anos, ganhou o personagem principal da história, que também se chama David.
Mas, apesar do ator principal ser dos Estados Unidos e apesar do filme ter sido lançado nos Estados Unidos antes de ser lançado na Inglaterra, ele foi todo gravado na Inglaterra. Não tem nem 1 cena nos Estados Unidos.
An American Werewolf in London trouxe uma série de inovações pro gênero lobisomem...
Nos filmes de lobisomem anteriores a esse, o lobisomem era sempre mostrado simplesmente como um homem de orelhas pontudas, unhas e dentes afiados e um pouco mais peludo do que seria normal: a aparência dele sempre lembrava muito mais um homem do que um monstro.
Mas An American Werewolf in London mudou completamente esse conceito. O lobisomem aqui é mostrado como um monstro quadrúpede que não lembra em nada um ser humano, nem na aparência nem no comportamento. Mas, ao mesmo tempo, você identifica imediatamente como sendo um lobisomem.
E os efeitos especiais foram incríveis pra época. Na 1ª vez em que o personagem se transforma, a gente vê os dentes crescendo, os olhos mudando de forma, os pelos começando a se desenvolver pelo corpo todo e todos os ossos do corpo dele se retorcendo! Isso no início dos anos 80!
Não foi à toa que ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Espaciais de 1982.
Bom, o filme começa nos mostrando 2 rapazes andando por uma região deserta do interior da Inglaterra, quando começa a anoitecer. São 2 amigos, dos Estados Unidos, que foram passar as férias lá: o David (interpretado pelo David rs) e o Jack (interpretado pelo Griffin Dunne).
É difícil explicar por quê, mas os 2 personagens passam uma certa simpatia ao público logo de cara. Tanto que depois é quase impossível não sentir uma certa pena dos 2 pelo que acontece com eles.
O lugar por onde eles tão passando é um grande vale sombrio que não tem uma aparência nem um pouco acolhedora. E o único vestígio de habitação nas redondezas é um pequeno vilarejo isolado.


Como não sabem exatamente onde tão, eles entram numa espécie de taberna que encontram no vilarejo pra comer ou beber alguma coisa e pedir informações. A única direção que tinham recebido antes, de um cara que tinha dado carona pra eles, era pra se manterem sempre andando na estrada.
Quando entram na taberna, eles são muito mal recebidos por todos os frequentadores que tão lá, que se mostram realmente incomodados com a presença dos 2 jovens estrangeiros. E assim, é claro que eles vão embora em poucos minutos, irritados com a recepção que tiveram e com medo da coisa ficar ainda pior, já que algumas pessoas ali pareciam extremamente rudes...
Logo depois que eles saem, enquanto algumas pessoas que tão na taverna começam a se questionar sobre o perigo que eles tão correndo lá fora, todos escutam um monstruoso uivo vindo das redondezas. E todos se olham, dando a entender que sabem o que é, mas nem querem falar no assunto!
Enquanto isso, o David e o Jack caminham meio sem rumo pra longe dali e, devido à escuridão, nem percebem que acabaram saindo da estrada e entrando num pântano. E pouco depois, começam a ouvir um animal estranho andando em círculos em volta deles e rosnando. Mas não conseguem ver o que é, por causa da escuridão e da névoa ao redor.
Segundos depois, o vulto de uma fera enorme dá um bote no Jack, atacando ele ferozmente. O David tenta fugir, mas volta pra ajudar o amigo e acaba sendo atacado e seriamente ferido também. Só que, quando ele já tá pra ser morto pela misteriosa criatura, alguns frequentadores da taverna aparecem e atiram no bicho.
O David tá muito ferido, mas, antes de desmaiar, ainda consegue olhar pro lado e ver um homem desconhecido morto a tiros no lugar da tal fera (uma pequena participação do hoje falecido ator Paddy Ryan).
Quando acorda, num hospital de Londres, o David é informado de que ele e o Jack foram atacados por um homem louco, que foi morto pelos habitantes locais pouco depois.
Ele tenta argumentar que eles foram atacados por um animal, e não por um ser humano, o que parece evidente pelas feridas de dentes e unhas que ele tem pelo corpo todo. Mas o médico que atendeu ele e os policiais que vêm tomar o depoimento dele explicam que o próprio cadáver do agressor foi encontrado e identificado no local do crime. E que provavelmente o David teve uma alucinação por causa do trauma que sofreu.
Ele fica sabendo também que o Jack não sobreviveu.
Enquanto se recupera, o David começa a se envolver com uma enfermeira do hospital, interpretada pela atriz Jenny Agutter. E depois que ele recebe alta, ele começa a namorar ela e acaba indo passar uns dias na casa dela.
Todas as noites o David tem pesadelos estranhos, nos quais ele se vê correndo nu por uma floresta e atacando animais, como se fosse um lobo.
Aliás, numa dessas cenas, a gente vê muito rapidamente (coisa de 2 ou 3 segundos) o martelão dele... É grossão, hein!rsrs


Bom, ocasionalmente, o David começa a enxergar o espírito do Jack, que, a cada vez que aparece, tem uma aparência mais decomposta.
O espírito explica a ele que a criatura que atacou eles era um lobisomem. E que o David, por ter sobrevivido ao ataque do monstro, se tornou o sucessor dele, e agora vai se transformar num lobisomem pro resto da vida, nas noites de lua-cheia, sem chance de cura!
O espírito do Jack também diz que tá condenado a vagar pela Terra como uma alma penada até que o sucessor do lobisomem que matou ele morra. Assim, ele tenta convencer o David de que ele tem que morrer, pois só dessa forma os 2 vão se libertar das suas respectivas maldições.
O David fica sem saber se o que ele vê e ouve é verdade ou se é só uma alucinação. Até que, na noite de lua-cheia seguinte, quando tá sozinho em casa, ele é atacado por uma repentina e dilacerante dor. Ele tira a roupa, se joga no chão e, numa transformação angustiante, vira um lobisomem.
O monstro deveria aparecer inteiro logo nessa cena. Mas o diretor acabou cortando a cena e só mostrando em close partes do corpo do lobisomem separadamente (o lobisomem só chega a aparecer inteiro no final do filme). Essa seria a cena que foi cortada:


Bom, essa 1ª transformação dele é uma das cenas mais marcantes e impressionantes do filme. E apesar de durar menos de 2 minutos, demorou mais de uma semana pra ficar pronta!
O David diz que as 2 partes mais difíceis desse filme pra ele aconteceram exatamente nessa cena: foram o tempo que era gasto com a maquiagem dele todos os dias e o calor que ele tinha que aguentar com aquela maquiagem.
Bom, descontrolado, o lobisomem sai pela noite de Londres, espreitando e matando ferozmente todos que encontra.
Na manhã seguinte, o David acorda completamente nu na jaula dos lobos de um zoológico. Ele rouba o casaco de uma mulher pra usar como roupa e consegue voltar pra casa da namorada.
Apesar de não se lembrar de nada do que fez enquanto tava transformado, ele acaba entendendo, por associação, o que aconteceu. Principalmente quando fica sabendo das mortes brutais de várias pessoas na madrugada anterior.
Ele conta à namorada o que tá acontecendo, mas ela fica sem saber ao certo o que fazer diante das coisas que ele diz.
Decidido a morrer, o David tenta cortar os pulsos, mas na hora acaba não tendo coragem e desistindo.
Sem saber muito bem o que fazer, ele vai a um cinema pornô na noite seguinte, onde tem outra visão do Jack, que agora aparece acompanhado pelos espíritos das pessoas que o David matou na noite anterior: tão todos condenados à mesma maldição do Jack.
Ainda no cinema, o David começa a se transformar pela 2ª vez. E um cara que tava lá, quando vê ele gemendo e se torcendo, acha que ele tá excitado e gozando por causa do filme pornô. E fica parado do lado dele, olhando, enquanto o David, quase em desespero, implora pra ele se afastar... Bom, o resultado vocês já imaginam qual é, né?
Depois de matar algumas pessoas dentro do cinema, o lobisomem sai pra rua e provoca uma série de acidentes na porta do cinema, pois todos que passavam por ali, correm de um lado pro outro sem saber o que fazer.
Informada de um tumulto causado por uma criatura parecida com um cachorro, a namorada do David entende o que tá havendo e corre pra lá. E ela chega quando a polícia acaba de encurralar ele num beco.
Ela consegue acalmar ele por alguns segundos, mas ele avança nela logo depois. Só que a polícia derruba ele a tiros no mesmo instante.
Essa cena final deixa um pouco a desejar, já que tem um corte direto da morte do David pros créditos finais.
Acho que todo mundo gostaria de ver pelo menos o espírito dele e o espírito do Jack se libertando, né?
Além disso, como aconteceu com o 1º lobisomem, ele se transforma de volta em homem assim que morre. Mas a gente não vê a transformação, o que eu acho que todo mundo também gostaria: só aparece os policiais atirando nele e aí já corta pra ele morto no chão e transformado de volta em homem.
Um final meio mal aproveitado prum filme tão legal...
São pouquíssimos os fãs de filmes de terror que desconhecem por completo An American Werewolf in London. Mas quase qualquer fã de filmes de lobisomem especificamente vê esse filme como um clássico do gênero. E como todo clássico, apesar desse aqui não ter tido uma continuação, ele inspirou alguns outros filmes do mesmo gênero, mas que não deram muito certo, com outros personagens e se passando em outros locais: An American Werewolf in Paris (1997), Mexican Werewolf in Texas (2005)...
E é claro, eu não posso deixar de destacar aqui a própria participação do David Naughton, que foi, sem dúvida, um dos talentos mais injustiçados dos anos 80 e 90: ótimo ator, mas sem ser devidamente reconhecido, ele nunca protagonizou nenhum outro grande filme.
De qualquer forma, ainda hoje, quase 30 anos depois de An American Werewolf in London, ele é reverenciado por quase todos os fãs de filmes de lobisomem.
E em 2006, o David foi homenageado com uma participação especial em outro filme de lobisomem: o Xerife Joe Ruben, em Big Bad Wolf.

Hoy hablaremos un poco aquí de otra producción de los años 80: la película inglesa An American Werewolf in London, conocida en los paises de Lengua Española como Un Hombre Lobo Americano en Londres.
Antes que todo, quiero decir a uds que hablaré de la historia de la película. Así, si alguien aquí todavía no vio esa película y quiere verla sin perder las sorpresas de la historia, es posible verla toda en YouTube clicando sobre el enlace arriba (está en Inglés con el letrero en Portugués).
Un Hombre Lobo Americano en Londres, de 1981, tuvo John Landis como guionista y director. Y dicho sea de paso, el guión estaba listo ya en 1969.
Se dice que el director deseba hacer una sátira de las películas de hombre lobo. Y en verdad hay muchas escenas divertidas en esa pelí. Pero hay mucho más escenas de suspense, tanto cuanto de violencia: las escenas en que el monstruo mata sus víctimas son realmente muy violentas (pero también muy rápidas y no son vistos los pormenores).
El actor David Naughton, entonces con 30 años, tuvo el personaje principal de la historia, también llamado David.
Pero hay una cosa interesante: el protagonista de la película es estadounidense, la película estrenó en los Estados Unidos antes que en Inglaterra, pero fue toda rodada en Inglaterra. No hay ninguna escena hecha en los Estados Unidos.
Un Hombre Lobo Americano en Londres trajo un nuevo estilo para las películas de licántropo...
Las películas de ese tipo más antíguas que esa tenian un hombre con orejas pontiaguas, dientes y garras agudos y un poco más velludo que el común. Pero su aspecto era siempre más de hombre que de monstruo.
En Un Hombre Lobo Americano en Londres otra cosa es vista. El licántropo aquí es un monstruo cuadrúpedo con un aspecto y un comportamiento totalmente diferentes de los humanos. Pero, al mismo tiempo, quien lo ve por la primera vez ya sabe muy bien que es un licántropo.
Los efectos especiales son realmente muy buenos para aquella época. En la escena de la primera transformación del personaje, es posible ver sus dientes creciendo, sus ojos cambiándose, sus pelos desarrollándose por todo su cuerpo y todos sus huesos retorciéndose. ¡En los años 80!
Por eso, la película recibió el Premio Oscar de Efectos Especiales de 1982.
Bueno, la película empieza con 2 muchachos caminando por una región rural de Inglaterra, cuando empieza a anochecer. Son 2 amigos estadounidenses que están en un viaje de vacaciones: David (el propio David) y Jack (Griffin Dunne).
Es fácil simpatizar con los 2 personajes. Y por eso, sus dramas personales son realmente lamentables al público.
El lugar donde están es un tipo de llanura sombría entre pequeños montes. Y las únicas habitaciones allá son las de una pequeña aldea.
Ellos se van propiamente para esa aldea para tener informaciones de donde están. Las únicas informaciones que habían tenido eran las del motorista con quien habían hablado había poco: tendrían que quedarse siempre caminando por la vía. Y sería propiamente por salir de la vía que el peor les ocurrería...

In An American Werewolf in London, David and Jack’s tragedy start when they arrive at a tavern in the North York Moors. Everybody in the tavern seems to be angry to them and surely they’re not welcome there. Then, they almost run away from the place soon after. Even because some people there are about to attack them.
As soon as they leave the tavern, some people there start talking about some kind of danger outside. And suddenly everybody hears a horrible howl from somewhere outside. Everybody looks at each other and we understand they know what it is. But nobody wants to talk about it.
At this point, Jack and David are walking adrift. As the night is very dark, they don’t see they have gone in a kind of a marsh. And soon after they hear some kind of unknown animal growling near them. They can’t see what it is because of the darkness.
Seconds later, the beast attacks Jack viciously. David tries to run away, but he comes back to help his buddy and the creature attacks him too. When he’s almost dead, the men who they met at the tavern appear and shoot at the beast.
Before fainting, David looks at his side and sees a dead man at the place of the beast (it was the late actor Paddy Ryan).
Weeks later, David wakes up at a hospital in London. A doctor tells him a crazy man attacked him and Jack and locals killed the guy to save them.
David says the creature which attacked them wasn’t a human being, but an animal. Even because of the injuries in his body. But the doctor and the policemen who go to the hospital to talk to him tell him a man’s dead body was found at the place of the crime. And they decide David is having some kind of traumatic hallucination because of what happened to him.
They also tell him Jack is dead.
David start having a soft affair to a nurse of the hospital. And as soon as he leaves the hospital he goes to her home to stay.
Every night he has nightmares about himself running nude across a forest. He lurks and attacks animals like a wolf.
By the way, we can see (very quickly) David’s wonderful cock! It’s thick!rs
Well, occasionally, David sees Jack’s spirit. And he’s each time in a more advanced stage of decay.
The spirit tells him the creature which attacked them was a werewolf. And David, who was attacked but not killed, became the monster’s successor: he’ll become a werewolf every full-moon night to the end of his life.
Jack’s spirit also says he’s cursed to exist in a state of living death for as long as the successor of the werewolf which attacked them survives. Then, he urges David to die. In this way, both will be free from their curses.
David doesn’t know if what he sees and hears is real or not. But the next full-moon night, when he’s alone at home, he really becomes a werewolf in an incredible and wonderful scene.
The monster should be totally seen in this scene. But such scene was deleted (it would be fully seen just in the last scene of the movie, seconds before its death).


La scena della prima trasformazione di David, in Un Lupo Mannaro Americano a Londra, è una delle più impressionanti del film. Ha meno di 2 minuti, ma è stata fatta in più di 1 settimana.
David dice che le 2 parti più difficili del film sono state in questa scena: il tempo in cui è stata fatta e il caldo che lui aveva mentre la faceva.
Bene, dopo esser trasformato per la prima volta, il licantropo va per Londra uccidendo tutti quanti vede.
David si alza nell’altra mattina, in un giardino zoologico di Londra, insieme ai lupi e totalmente nudo. Lui ruba il vestito di una donna e torna a casa della sua ragazza.
Lui non si ricorda di niente di quello che ha fatto quando era trasformato, ma capisce quello che gli è capitato. Specialmente quando scopre che delle persone sono state morte a Londra in quella notte.
David racconta alla ragazza quello che c’è, ma lei non sa cosa dire o fare.
Dopo questo, David pensa di uccidersi, ma non ha il coraggio da farlo.
Senza sapere cosa fare, lui va ad un cinema porno, dove si trasformerebbe un’altra volta. Ed un uomo che era al cinema e lo vede gemendo crede che David sta avendo un orgasmo dovuto al film che vede e rimane guardandolo. David gli supplica che va via, ma niente... Bene, già lo sapete come finisce questo, vero?
Il licantropo uccide delle persone al cinema e dopo lo lascia, uccidendo anche altre persone nella via.
Quando sa che un animale simile ad un cane sta uccidendo persone in centro, la ragazza di David capisce cosa c’è e ci va. E arriva quando la polizia ha chiuso il licantropo in una via senza uscita.
Lei quasi riesce a calmarlo. Ma lui l’attacca e la polizia l’uccide.
Questa ultima scena è un po’ stupida, vero? Anche perché finisce così.
Penso che tutti quanti vorrebero vedere lo spirito di David diventando libero della sua maledizione insieme allo spirito del suo amico Jack, che aveva la maledizione di essere un morto vivente mentre David fosse vivo.
Un’altra cosa: quando il licantropo è ucciso, lui diventa un uomo di nuovo. Ma non lo vediamo, visto che si vede soltanto la polizia uccidendolo in una scena e David già morto come uomo in un’altra scena.
Un finale stupido per un buon film...
Sono pochi i fans dei film dell’orrore che non conoscono Un Lupo Mannaro Americano a Londra. Ma i fans dei film di licantropi quasi tutti quanti vedono questo film come uno dei più importanti di questo tipo. E nonostante nessuno abbia fatto un secondo film continuando la storia, ci sono degli altri (stupidi) film, con altri personaggi, più o meno basati su questo: An American Werewolf in Paris (1997) Mexican Werewolf in Texas (2005)...
È certo che dobbiamo parlare anche dell’attor David Naughton, che non ha ricevuto il suo vero valore come attore negli anni 80 e 90. È un ottimo attore, ma non è più stato visto come il personaggio principale di altri grandi film.
Comunque sia, quasi 30 anni dopo Un Lupo Mannaro Americano a Londra, lui è ancora visto come uno dei grandi attori dei film di licantropi per i suoi fans.
Nel 2006, lui è stato in un altro film di licantropi: Big Bad Wolf.


Até!