domingo, 31 de agosto de 2008

UM DOS PRINCIPAIS NOMES GLBT NA POLÍTICA DA SUÍÇA

Oi!!!

Bom início de semana! E ao mesmo tempo, bom final de mês, né?rsrs
O site de utilidade pública que eu vou destacar esse mês é o blog dos Dependentes Químicos Anônimos. Achei o trabalho deles muito importante e muito interessante.
Tá aí o link:

http://www.dqanonimos.blogspot.com/

Bom, hoje a gente vai dar uma olhada num político e advogado suíço que é homossexual assumidíssimo: o Claude Janiak.

Ele nasceu em Basel, em 30 de Outubro de 1948.
Como era filho de pai polonês e mãe suíça, o Claude foi registrado como cidadão polonês, só conseguindo a cidadania suíça quando tinha 8 anos. Mas até hoje ele mantém as 2 nacionalidades.
Ele é membro do Sozialdemokratische Partei der Schweiz (o Partido Democrata Socialista da Suíça).
Em 1967, o Claude entrou pra Universität Basel, se formando em Direito em 1971.
E em 1975, ele se doutorou.
No ano seguinte, o Claude passou a ser membro do Departamento Executivo de Bubendorf, ficando nessa instituição até 1979.
Ainda em 1978, ele começou a trabalhar como advogado em Binningen.
Em 1981, o Claude se tornou membro do Parlamento Territorial de Kanton Basel-Landschaft, ficando nessa instituição até 1987.
No ano seguinte, ele passou a ser membro do Parlamento de Binningen, ficando lá até 1995.
Ainda em 1991, o Claude se tornou um membro da diretoria do Banco Territorial Basellandschaftliche. E ele exerce essa função até hoje.
Em 1994, ele voltou a ser membro do Parlamento Territorial de Kanton Basel-Landschaft. E em 1998, ele passou a ser o presidente dessa instituição ficando lá até o ano seguinte.
Assim que saiu de lá, o Claude foi eleito membro do Nationalrat (o Conselho Nacional da Suíça), sendo reeleito em 2003.
Em 2005, ele foi Presidente do Nationalrat, ocupando esse cargo até o ano seguinte.
Em 2007, o Claude foi eleito membro do Ständerat (o Conselho Suíço de Estados).
Sendo gay assumido, ele é visto como um dos principais representantes GLBT na política suíça.

Have a nice week!
Today we’ll talk a little about an openly gay Swiss lawyer and politician: Claude Janiak.
He was born in Basel, on October 30th, in 1948.
Having a Polish father and a Swiss mother, Claude’s a Polish citizen since birth. And he would acquire Swiss citizenship only at 8. Nowadays he has both citizenships.
He’s a member of Sozialdemokratische Partei der Schweiz (Social Democratic Party).
Claude graduated in Law at Universität Basel, in 1971.
And he completed his doctorate degree in 1975.

En 1976, Claude pasó a ser miembro del Departamento Ejecutivo de Bubendorf, quedandose allá hasta 1979.
Todavía en 1978, él empezó a trabajar como abogado en Binningen.
En 1981, Claude pasó a ser miembro del Parlamento de Territorio de Kanton Basel-Landschaft, quedandose allá hasta 1987.
En el otro año, él pasó a ser miembro del Parlamento de Binningen, quedandose allá hasta 1995.
Todavía en 1991, Claude pasó a ser uno de los miembros principales de la dirección del Banco de Territorio Basellandschaftliche. Y está allá hasta hoy.

Nel 1994, Claude è tornato al Parlamento di Kanton Basel-Landschaft (l’aveva lasciato nel 1987). E nel 1998, lui è diventato il presidente di questo gruppo. E lo sarebbe fino al 1999.
Avendo lasciato questo parlamento, lui è stato eletto membro del Nationalrat (il Consiglio Nazionale della Svizzera). Ed è stato eletto di nuovo nel 2003.
Nel 2005, Claude è diventato il Presidente del Nationalrat. E lo sarebbe per 1 anno.
Nel 2007, lui è stato eletto membro del Ständerat (il Consiglio degli Stati della Svizzera).
Claude è pubblicamente gay e, per questo, visto come uno dei principali nomi GLBT nella politica della Svizzera.

Eu volto no mês que vem com a piada nova e a enquete nova.
Até!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

UMA MENSAGEM RELIGIOSA PRA NÓS, GLBTs, ESPALHARMOS

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

DIA DO VAQUEIRO

Apesar de ainda não existir oficialmente o Dia Nacional do Vaqueiro (em cada parte do Brasil é comemorado num dia diferente), tão pensando em fixar essa data em 29 de Agosto.
Também não sei se vai se chamar Dia do Vaqueiro ou Dia do Caubói.
De qualquer forma, e embora esse dia ainda não tenha sido determinado definitivamente, vamos comemorar no melhor estilo, né?rs
Em Junho de 1996, 4 caubóis posaram pelados pra Playgirl, nos Estados Unidos. Então, vou deixar aqui algumas fotos deles que eu achei: com vocês, o C.T. Frank, o Doug Hale, o Matt Sebanc e o Rick Gager.




Happy Cowboy’s Day!

Feliz dia del Vaquero!

Felice Giorno del Cowboy!

Até mais!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

UMA VÍTIMA DA HOMOFOBIA DISFARÇADA DE LEI

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada num militar e cantor brasileiro que nos últimos meses levantou a discussão sobre a homofobia no Exército do Brasil: o Laci Marinho de Araújo.

Ele nasceu em 1972.
O Laci fez o curso preparatório pra sargento na cidade de Três Corações, em Minas Gerais.
Ele sempre se relacionou com mulheres. Mas quando entrou pro Exército e passou a ter um contato mais direto só com homens, tomar banho junto com um monte de homens pelados e musculosos e tal, descobriu que também sentia atração sexual por eles (hoje ele se considera bissexual).
Concluindo o curso, o Laci se tornou conhecido como “Sargento De Araújo”.
Ele sempre apresentou um comportamento muito ansioso e inquieto.
Em Dezembro de 1995, no Batalhão da Guarda Presidencial, em Brasília, o Laci conheceu o também Sargento Fernando Alcântara de Figueiredo.
Eles logo se tornaram amigos e moraram no mesmo alojamento até 1997, quando se mudaram e foram morar juntos. E aí começaram uma relação a 2, que dura até hoje.


Até o final de 2005, o Laci foi o vocalista da banda Terceira Visão.
Como cantor, ele usava o nome artístico de Éron Anderson.
Ele conseguia levar ao mesmo tempo sem problemas as profissões de cantor e sargento, organizando horários diferentes pra elas sem dificuldades e sem nunca misturar uma coisa com a outra.
A maioria dos amigos do Laci não sabiam que ele era bi, apesar de saberem, é claro, que ele morava com o Fernando. E ele também não costumava conversar sobre sexo nem nada parecido com isso no quartel.
Por motivos de segurança, o Laci e o Fernando sempre diziam que eram só amigos. Mas em Junho de 2008, eles deram uma entrevista à revista Época falando abertamente sobre a relação deles.
Foi o 1º casal gay brasileiro em que os 2 eram militares na ativa a assumir uma relação amorosa em público.
A revista chegou a preparar uma capa em que os 2 apareciam se beijando. Mas acabou abrindo mão dela pra publicar outra em que eles apenas apareciam juntos. Tão aí as 2 capas:


De qualquer forma, 4 dias depois o Laci foi preso.
O motivo alegado pro encarceramento foi ele ter abandonado o serviço por mais de 8 dias, o que caracterizaria deserção. Mas ele justificou a ausência no trabalho por motivo de doença: ele tava fazendo um tratamento de saúde.
No dia 05, o Fernando foi ao Senado pra se informar sobre o andamento da situação. Mas foi barrado, sob a alegação de que usava uma roupa indevida pra entrar no Senado. Isso é meio impossível, já que ele vestia uma roupa emprestada pelo gabinete do próprio Senador Eduardo Suplicy. Então, o mais provável é que tenha sido barrado por ser gay.
Depois de conversar com o Eduardo Suplicy, o Fernando chegou à conclusão de que deveria deixar a carreira militar (aliás, ele também foi preso por 8 dias por ter se apresentado em entrevistas usando uma camisa do Exército Brasileiro). E ele saiu do Exército no final de Junho.
No dia 06 de Junho, o Laci foi transferido pra carceragem do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.
A transferência dele foi muito indevida, já que, de acordo com o laudo do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, ele sofre de disfunção vertiginosa labirintal, esclerose múltipla, lesão na medula, depressão e psicose. Portanto, ele não teria condições psicológicas pra deixar o hospital.
Além disso, a manutenção da prisão do Laci pode ser considerada ilegal ou, no mínimo, indevida, já que ele tem estabilidade profissional, residência fixa e ficha limpa.
O Eduardo Suplicy solicitou à Juíza Zilah Maria Fadul Petersen que autorizasse uma visita do Fernando ao Laci. Ela autorizou que o Fernando visitasse o Laci todo dia por 1 hora.
O Laci chegou a alegar que foi preso porque denunciou um esquema de corrupção. Mas o mais provável é que tenha sido pelo fato de ser bissexual e não esconder isso.
Foi pedido um habeas corpus pra ele no dia 27 de Junho, mas foi negado. E no final de Julho foi pedido outro. Então, no dia 30 de Julho, depois de 56 dias de prisão, foi determinada a libertação dele pelo Supremo Tribunal Federal.
De qualquer forma, o Laci deve ser julgado e, se ficar eventualmente determinado que ele desertou, ele pode ser preso de novo.
Ele ainda faz parte do Exército, pois sair agora, eles acham, pode complicar mais ainda as coisas, botando mais lenha na fogueira sobre a história da deserção.
Mas, por orientação do advogado, o Laci não tá falando em público.
No dia 06 de Agosto, o Laci e o Fernando agradeceram publicamente aos senadores que apoiaram eles durante todo o conflito.
No dia 15, eles se encontraram com a Senadora Fátima Cleide, que é a relatora do projeto de lei que criminaliza a homofobia no Brasil.

Oggi parleremo un po’ di un sergente e cantante brasiliano che ci ha ricordado delle situazioni omofobiche nell’Exército do Brasil: Laci Marinho de Araújo.
Lui è nato nel 1972.
Laci è stato nel corso di sergenti della città di Três Corações, in Minas Gerais.
Lui ha sempre avuto relazioni con donne. Ma quando è arrivato nell’esercito ed ha cominciato ad avere più contatto soltanto con uomini (facendo la doccia con loro, per esempio), ha scoperto che era bisessuale.
Quando ha finito il corso, Laci è diventato conosciuto come “Sargento De Araújo”.
Lui è sempre stato molto inquieto.
Nel Dicembre del 1995, nel Batalhão da Guarda Presidencial, a Brasília, Laci ha conosciuto il Sergente Fernando Alcântara de Figueiredo.
Loro sono diventati grandi amici e sono rimasti nello stesso dormitorio fino al 1997, quando sono andati a vivere insieme. Ed allora, hanno cominciato la loro relazione, che c’è fino adesso.
Fino al 2005, Laci anche cantava nel gruppo Terceira Visão.
Come cantante, lui era conosciuto come Éron Anderson.
Lui aveva le 2 carriera allo stesso tempo senza problemi.

Most of Laci’s friends didn’t know he was bisexual. But of course they knew he lived with Fernando at the same home. And he never used to talk about sex or similar topics when he was doing his military service.
Anyway, to protect themselves, Laci and Fernando used to say they were only friends. But last June they gave an interview to
Época magazine talking about their relationship.
So, they were the 1st Brazilian gay couple of working military men to say in public they were LGBT.
The magazine made a cover to publish where they could be seen kissing each other. But it gave up and published another one where they can be seen just touching each other. You guys can see both above.
Anyway, Laci was arrested after the interview.
Officially, his imprisonment was based on a 8-day-period when he was out of his military service: it would make him a deserter. But actually he was out because he needed a sick leave.
On August 5th, Fernando went to the Senate to know what was happening. But he was forbidden to go in because (they said) he wasn’t wearing the appropriate clothes to enter the Senate. But it was impossible, because it was the progressist Senator Eduardo Suplicy who indicated him those clothes. So, it’s basically clear Fernando was forbidden to enter the Senate because he was gay.
Anyway, Fernando talked to Eduardo Suplicy and, after that, decided to resign from the Army. And he did that in the end of June.
Laci would be arrested to the end of July.

Después de haber sido detenido en 4 de Junio por haber dicho en público que era bisexual, Laci fue transferido para el Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.
Su transferencia fue muy indebida, porque el laudo del Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana decía que él tenía esclerosis múltiple, labirintitis avanzada, lesiones en la medula, depresión y psicosis. Así, no tenía condiciones psicológicas para dejar el hospital.
Y mantenerlo detenido era ilegal o, por lo menos, indebido, porque Laci tenía un trabajo fijo, una residencia fija y no tenía ningun delito en su pasado.
El Senador Eduardo Suplicy consiguió de la Jueza Zilah Maria Fadul Petersen que Fernando (el novio de Laci) pudiera visitarlo todos los días por 1 hora.
Laci dijo una vez que estaba detenido porque había hablado contra uno de sus superiores. Pero lo más posible es que fuera detenido porque, siendo un sargento, había dicho en público que era bisexual.
Fue solicitado (pero no conseguido), un habeas corpus para él en 27 de Junio. Y después de 1 més, fue solicitado otro. Así, él dejó la prisión en 30 de Julio, después de 56 días allá.
Ahora, Laci está esperando su proceso judicial.
El es todavía un miembro del Exército Brasileiro, porque, así lo piensan, dejar el ejército ahora lo hará visto como un desertor.
El abogado de Laci no quiere que él hable en público.
El 6 de Agosto, Laci y Fernando hicieron un agradecimiento en público a los senadores que los ayudaron durante toda esa situación.
El 15 de Agosto, ellos se fueron a ver la Senadora Fátima Cleide, una de las responsables por el proyecto de ley para hacer de la homofobía un delito en Brasil.


Até mais!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

ERIK BRUHN 1928-1986

Oi!!!

Bom início de semana!
Hoje a gente vai dar uma olhada em mais um personagem histórico homossexual: o ator, bailarino, coreógrafo, diretor e escritor dinamarquês Erik Bruhn.

Erik Belton Evers Bruhn nasceu em Copenhague, em 03 de Outubro de 1928.
Quando tinha 9 anos, ele começou a ter aulas de dança com o Det Kongelige, o grupo de balé mais clássico da Dinamarca.
Com 18 anos, o Erik entrou pro grupo como membro oficial. E com 20 anos, passou a se apresentar como solista, passando a se apresentar com o nome artístico de Erik Bruhn.
Em 1952, ele foi pela 1ª vez pros Estados Unidos pra gravar o filme Hans Christian Andersen.
Foi a estréia do Erik como ator. Mas a carreira dele como ator nunca se desenvolveria muito (ele só teve 3 trabalhos como ator no cinema e televisão), porque ele nunca se dedicaria muito a isso mesmo.
Como escritor, a produção dele também foi relativamente modesta: ele escreveu o livro Beyond Technique, em co-autoria com o Fred Fehl; e também escreveu Bournonville and Ballet Technique: Studies and Comments On August Bournonville’s Etudes Choregraphiques, também uma produção de co-autoria, dessa vez com a Lillian Moore.
A dança era a realidade do Erik.
No início dos anos 60, assim que ele conheceu o bailarino soviético Rudolf Nureyev, que tava se apresentando na Dinamarca, eles logo começaram a namorar.
A relação deles nunca foi muito fácil principalmente porque o Rudolf, além de ter uma dificuldade muito grande de se submeter a regras (devido à vida repressora que ele tinha levado na União Soviética), era muito promíscuo e traía muito o Erik.
Além disso, o Rudolf era muito impulsivo e muito inconsequente, se metendo sempre em confusões por causa das coisas que dizia e fazia em público. E era sempre o Erik quem tinha que consertar as confusões que ele arranjava.
De 1967 até 1973, o Erik foi o diretor do Kungliga Baletten, um dos maiores balés da Suécia.
Lá pelo final dos anos 70 e início dos 80, o Rudolf foi contaminado pelo HIV, devido à vida promíscua que levava. E consequentemente, é possível que ele tenha passado pro Erik (apesar de que isso nunca foi confirmado, é claro).
Bom, em 1983, o Erik se tornou o diretor do National Ballet of Canada. Mas pouco depois ele descobriu que tava com câncer nos pulmões.
Ele morreu em 01 de Abril de 1986, faltando 6 meses pra completar 58 anos.
Oficialmente, o Erik morreu de câncer. Mas alguns acham que pode ter sido de AIDS. Isso também não muda nada, né?
Bom, vou deixar o link pruma cena dele na ópera La Sylphide:

http://br.youtube.com/watch?v=9P2z277HKS0

Buona settimana!
Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico omosessuale: l’attor, ballerino, coreografo, direttor e scrittor danese Erik Bruhn.
Lui è nato a Copenaghen, nel 3 Ottobre del 1928, come Erik Belton Evers Bruhn.
Quando aveva 9 anni, lui ha cominciato a studiare danza nel Det Kongelige, uno dei principali gruppi di Danza Classica della Danimarca.
Quando aveva 18 anni, Erik è diventato uno dei membri del gruppo. E quando aveva 20, è diventato un solista, già conosciuto artisticamente come Erik Bruhn.
Nel 1952, lui è andato negli Stati Uniti per la prima volta, per essere nel film
Hans Christian Andersen.
Quella è stata la prima volta di Erik come attore. Ma lui non sviluppererebe questa sua carriera (ha avuto soltanto 3 lavori come attore alla TV ed al Cinema), solamente perché non era questo che gli interessava di più, ma sí la danza.

Erik no tuvo una gran carrera como actor y se puede decir lo mismo de su carrera como escritor: él escribió Beyond Technique junto a Fred Fehl y Bournonville and Ballet Technique: Studies and Comments On August Bournonville’s Etudes Choregraphiques junto a Lillian Moore.
Su gran carrera fue gracias a la danza.
En los años 60, Erik conoció el bailarín soviético Rudolf Nureyev, que entonces se presentaba en Dinamarca. Y ellos se quedaron amantes.
Su relación fue siempre difícil, porque Rudolf, por cuenta de su pasado de represión, tenía muchas dificuldades para seguir reglas. Y mantenía una vida de promiscuidad sexual que disgustaba muchísimo a Erik.
Y además, Rudolf siempre decía y hacía cosas en público sin pensar, produciendo siempre muchas confusiones. Y era siempre Erik quien tenía que solucionar esos problemas.

From 1967 to 1973, Erik was the director of Kungliga Baletten, one of the greatest ballets of Sweden.
In the late 70s or early 80s, the very promiscuous Rudolf got AIDS. And it’s possible he infected Erik, because they would be lovers to Erik’s death. Anyway, nobody will ever be sure about that.
Well, Erik became the director of National Ballet of Canada in 1983. But he got a lung cancer soon after.
He died on April 1st, in 1986. It was 6 months before his 58th birthday.
Officially, Erik was killed by a lung cancer. But some suppose he had AIDS. Anyway, does it make any difference?
Well, you guys can click on the link above to watch one of his scenes at
La Sylphide.


Até mais!

sábado, 23 de agosto de 2008

UM PRÍNCIPE HERDEIRO E REGENTE

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no próximo ocupante do Trono de Liechtenstein: o Príncipe Alois.


Alois Philipp Maria von und zu Liechtenstein nasceu em Zürich, em 11 de Junho de 1968.
Ele era o 1º filho do Príncipe Johannes Adam Liechtenstein (fiz um post sobre ele aqui no mês passado), e da Condessa Marie Aglaë. E portanto, ele era o herdeiro direto do Trono de Liechtenstein depois do pai.
O Alois nasceu durante o reinado do avô dele, o Príncipe Soberano Franz Josef II.
O Alois estudou na Schloss Vaduz e, depois, foi pra Inglaterra, onde estudou na Royal Military Academy Sandhurst, recebendo treinamento militar e servindo ao Exército Britânico por 6 meses, em Hong Kong e em Londres.
Depois ele foi pra Áustria, onde se formou em Filosofia do Direito pela Paris-Lodron-Universität Salzburg, em 1993.
Em 03 de Julho do mesmo ano, ele se casou com a Princesa Sophie Elizabeth Marie Gabrielle von Bayern.
Ainda em Novembro de 1989, morreu o Franz Josef II. E com isso, o Johannes Adam passou a ser o novo Príncipe Soberano de Liechtenstein, com o nome de Hans-Adam II. E com isso também, o Alois passou a ser o herdeiro direto do trono.
Em Maio de 1995, nasceu o 1º filho dele e da Sophie, o Príncipe Joseph, que agora é o herdeiro direto do Trono de Liechtenstein depois do pai.
Em Outubro de 1996, nasceu a Princesa Marie-Caroline, a 2ª filha deles. Em Abril de 1999, nasceu o Príncipe Georg, o 3º filho deles. E finalmente em Dezembro do ano 2000, nasceu o 4º e, até agora, último filho deles: o Príncipe Nikolaus.
Em 2004, o Hans-Adam II decidiu deixar o poder, mas sem deixar o trono. E pra isso, ele nomeou o Alois Príncipe Regente de Liechtenstein. Assim, oficialmente, ainda é o Hans-Adam II quem tá no trono, mas quem governa o país desde 15 de Agosto daquele ano é o Alois.
Alguns supõem que ele fez isso pra preparar o filho desde já pra ocupar o trono como monarca um dia.
Entre as monarquias modernas, a de Liechtenstein é uma das que dão mais poder político ao monarca ou ao representante dele no poder. Assim, como regente do país, o Alois é uma das autoridades principais de Liechtenstein.

Today we’ll talk a little about the Hereditary Prince of Liechtenstein: Alois Philipp Maria von und zu Liechtenstein.
He was born in Zürich, on June 11th, in 1968.
Alois was the 1st son of Prince Johannes Adam Liechtenstein (the future Hans-Adam II) and Countess Marie Aglaë. So, he was the heir to the Throne of Liechtenstein after his father.
When he was born, his grand-father, Franz Joseph II, was the Sovereign Prince of Liechtenstein.
Alois studied 1st at Schloss Vaduz (in Liechtenstein) an later at the Royal Military Academy Sandhurst (in England). He served in Hong Kong and in London for 6 months.


Nel Novembre del 1989, il Principe Sovrano Franz Josef II è morto. Così, suo figlio è diventato il nuovo Sovrano del Liechtenstein, come Hans-Adam II (ho parlato di lui nel mese scorso). E Alois è diventato il principale erede del trono.
Dopo aver lasciato la Royal Military Academy Sandhurst, lui è andato a vivere nell’Austria, dove si è laureato in Filosofia del Diritto nell’Universität di Salisburgo, nel 1993.
Nel Luglio dello stesso anno, lui ha sposato la Principessa Sophia Elizabeth Marie Gabrielle della Baviera.
Nel Maggio del 1995, è nato il Principe Joseph, il primo figlio di Alois e Sophia e successore di suo padre.
Nell’Ottobre del 1996, è nata loro seconda figlia, la Principessa Marie-Caroline. Nel Aprile del 1999, è nato loro terzo figlio, il Principe Georg. E nel Dicembre del 2000, è nato loro quarto (e fino adesso ultimo) figlio, il Principe Nikolaus.


En 2004, el Príncipe Soberano Hans-Adam II decidió dejar el poder, pero sin dejar su trono. Y para eso, él designó su hijo y heredero Alois como Príncipe Regente de Liechtenstein. Así, por la jurisdicción, Hans-Adam II todavía es el ocupante del Trono de Liechtenstein, pero Alois gobierna el pais desde 5 de Agosto de 2004.
Algunos dicen que él lo hizo para preparar el hijo desde ahora para ser el ocupante del trono en el futuro.
Si hablamos de las monarquías más modernas, la de Liechtenstein es una de las que dan más poder político al soberano o a la persona que gobierna el pais en su nombre. Así, siendo el regente, Alois es ya una de las autoridades principales de Liechtenstein.


Bom fim de semana e até mais!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

DIA DO FOLCLORE

Oi!!!

Bom, amanhã, 22 de Agosto, é o Dia do Folclore.
Então, decidi fazer o post de hoje falando sobre alguma coisa do Folclore Brasileiro. Mas como o Folclore Brasileiro é uma coisa muito vasta e, pra ser objetivo, a gente tem que simplificar, vou falar aqui sobre uma manifestação natural do território brasileiro que é literalmente povoada de lendas populares: o Rio São Francisco.

Os primeiros europeus que chegaram a esse rio (pelo menos oficialmente) foram os membros da frota do Amerigo Vespucci, em 04 de Outubro de 1501. E como tavam no Dia de São Francisco de Assis, eles chamaram o grande fluxo de água de Rio São Francisco.
Antes disso, o rio era chamado de Opará pela tribo de índios que viviam na foz dele. E depois foi apelidado de Velho Chico pelos colonos europeus que se instalaram perto dele.
A nascente do rio é em Minas Gerais e, percorrendo cerca de 2830 km e tocando em 5 Estados Brasileiros (Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe), ele deságua no Mar.


Todo esse volume de água com mais de 500 anos de História registrada fizeram desse rio o palco de uma série de lendas populares. E várias criaturas lendárias, principalmente monstros, foram imaginadas vivendo ali ao longo dos séculos. E muitas, inclusive, se confundem.
Vamos ver algumas:
O Caboclo d’Água é uma divindade maléfica que muitos habitantes das margens do São Francisco imaginam habitando o fundo desse rio. E dizem que ele odeia os humanos que constroem casas nas beiras do São Francisco ou que atravessam ele de barco, fazendo sempre maldades com eles: ele escava as bases das margens do rio pra fazer as casas construídas ali desabarem e espanta os peixes pra longe quando percebe que algum barco tá ali pra pescar.
Algumas vezes, o Caboclo d’Água é imaginado virando as embarcações e devorando os tripulantes.
Apesar disso, alguns habitantes das proximidades do São Francisco fazem oferendas de fumo a ele, procurando atrair os favores dessa divindade e, ao mesmo tempo, se proteger das maldades dela.
O Caboclo d’Água é descrito às vezes como um gigante deformado, às vezes como um pequeno homem negro.
O Cavalo do Rio é um cavalo invisível que as lendas contam que passa o tempo correndo pelas margens do São Francisco. E se acredita que é possível ver as pegadas dele se formando no chão enquanto ele anda, ao mesmo tempo em que se ouve os relinchos dele.
Esse monstro vira todas as embarcações que não têm carrancas. Assim, as carrancas são a melhor proteção contra ele.
O Minhocão é talvez o mais terrível dos monstros lendários do Rio São Francisco.
Contam que ele é um surubim gigante com mais de 300 anos que, devido à idade, sofreu uma mutação, se transformando numa gigantesca criatura metade peixe, metade serpente. E adquiriu os poderes de nadar mais rápido que qualquer outra criatura e de penetrar na terra, atravessando muitos quilômetros de subterrâneo e provocando terremotos por causa disso até em cidades bem distantes do São Francisco.
Se acredita que, às vezes, o Minhocão também nada próximo da superfície, vira as embarcações e devora todos os tripulantes.
Quando quer parecer inofensivo, ele se transforma numa ave branca de pescoço comprido.
A Cachorrinha d’Água é um monstro benéfico do São Francisco.
Ela é descrita como uma linda cachorrinha branca com uma estrela de outro na testa. E passa o dia nadando no rio ou se secando nas margens.
Se acredita que quem vê esse monstrinho vai ficar rico pra sempre.
E várias lendas populares além dessas ainda são contadas pelos habitantes das margens do São Francisco.
É importante lembrar que, devido à imensa quantidade de regiões por onde esse rio passa (das mais urbanizadas às mais desertas), é claro que essas lendas não predominam ao longo de todas elas. Mas devem ser lembradas como uma parte importante do nosso folclore.

Tomorrow (August 22) is the Folklore Day.
So, I decided to post about the Brazilian Folklore. But the Brazilian Folklore is something very extensive. So, to get to the point, I’ll post about a part of the folklore which you can find about São Francisco River.
The 1st European people who arrived at this river (officially) were Amerigo Vespucci and his “team-mates”, in 1501. And they named it São Francisco River, because it was the Saint Francis of Assisi’s Day (October 4).
The indians who lived at the river mouth had named it Opará. And the Portuguese settlers who would arrived later would call it Velho Chico.
The river source is in Minas Gerais and it runs across 5 Brazilian States (Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas, and Sergipe) for about 2830 km and flows into the Sea.
Of course a so long and so old river has at least some hundreds of legends. And these legends tell us about some supernatural creatures (especially monsters). Let’s take a look at some of them.
Caboclo d’Água is an evil deity who is believed to live on the river bed. He hates the human beings who build their homes on the river banks and the ones who cross the river. And he does bad things to them: he collapses the banks where there are houses on and drives the fish away when he sees somebody fishing on the river.
He also sinks boats and eats their crew occasionally.
Even so, some inhabitants of São Francisco’s area offer tobacco to this deity to be helped by him and to protect themselves against him.
Caboclo d’Água is said to be sometimes a deformed giant, sometimes a black dwarf.
Cavalo do Rio is an invisible horse who is believed to live on the São Francisco’s banks. It’s said you can see its tracks appearing on the ground when it’s running there. And you can hear it neighing too.
This monster always sinks the boats which don’t have any carranca. So, if you want to protect yourself against it, the best way to do that is using a carranca.
Minhocão is believed to be the most terrible São Francisco monster.
It’s said this monster was an enormous 300-year-old catfish. And it became a mutant, half fish, half serpent. It also has some powers: it can swim faster than any other creature and it can put itself inside the earth. So, it can go across the earth for many kilometers, making earthquakes even to the towns which stay far from São Francisco’s area.
It’s also believed Minhocão swims under the boats, sinks them, and eats their crew.
When it wants to be seem as harmless, it became a white long-necked bird.
Cachorrinha d’Água is a sweet São Francisco monster.
It’s believed to be a beautiful white female dog who has a gold star on its forehead. It spends all its time swimming on the river or drying itself on the banks.
If you meet this monster once, you’ll get rich forever.
And many other creatures are believed to live in São Francisco River.
Of course these legends aren’t usual in all São Francisco’s areas. Don’t forget it’s a very long river. But they’re an important part of the Brzilian folklore.

Mañana (22 de Agosto) es el Día del Folklore.
Así, hoy hablaré un poco del Folklore Brasileño. Pero el Folklore Brasileño es muy amplio. Así, para ser directo, hablaré de la parte de ese folklore que puede ser encontrada en el Río São Francisco.
Los primeros europeos que llegaron a ese río (así lo dice la historia oficial) fueron los miembros de la flota de Américo Vespucio, en 1501. Y como aquél era el Día de San Francisco de Asís (4 de Octubre), ellos llamaron el río de Río São Francisco.
Los indígenas que vivían en la desembocadura del río lo llamaban Opará. Y después sería llamado Velho Chico por los colonos portugueses que se fueron a vivir allá.
La fuente del río es en Minas Gerais. Y ello pasa por 5 Estados brasileños (Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas y Sergipe) con sus 2830 kilómetros antes de llegar al Mar.
Es claro que un río tán largo y ya tán antíguo tiene muchas y muchas leyendas. Y muchas criaturas (principalmente monstruos) son imaginadas viviendo allá. Vamos a ver algunas de ellas:
Caboclo d’Água es una divinidad malvada que muchos imaginan que vive en el lecho del São Francisco. Y él odia los humanos que tienen casas en las margenes del río o que cruzan el río, haciéndoles cosas terribles: él derruba las margenes donde hay casas y asusta los peces cuando ve que hay pescadores en el río.
Algunas veces, él naufraga embarcaciones y come su tripulación.
Hay habitantes de las proximidades del São Francisco que hacen sacrificios de tabaco a esa divinidad, para conseguir sus favores y protegerse contra sus maldades.
Caboclo d’Água es visto algunas veces como un gigante desfigurado, otras como un enano negro.
Cavalo do Rio es un caballo invisible que vive corriendo por las margenes del São Franciso. Y se imagina que es posible ver sus pisadas despuntando en el suelo, así como es posible escuchar su relinchar.
Ese monstruo hace naufragar todas las embarcaciones que no tienen carrancas. Así, el mejor modo para defenderse contra él es utilizar una carranca.
Minhocão es tal vez el más terrible de los monstruos del São Francisco.
Se imagina que es un siluriforme con más de 300 años y, por cuenta de su edad, se cambió en un monstruo mitad pez, mitad serpiente. Y pasó a tener los poderes de nadar más rápido que todas las otras criaturas y de entrar por la tierra por muchos kilómetros, causando terremotos hasta mismo a las ciudades que se quedan muy lejos del São Francisco.
Minhocão es imaginado también naufragando embarcaciones y comiendo su tripulación.
Cuando quiere ser visto como un ser inofensivo, él se cambia en un ave blanca con un pescuezo largo.
Cachorrinha d’Água es un monstruo benéfico del São Francisco.
Es imaginada como una bella perra blanca con una estrella de oro en su frente. Y se queda todo el tiempo nadando en el São Francisco o secándose en sus margenes.
Si una persona la ve, se quedará rica por siempre.
Y muchas otras leyendas populares todavía son conocidas por los habitantes de las proximidades del São Francisco.
Es importante recordar que, gracias a la gran cantidad de regiones por donde ese río se va, esas leyendas no son comunes a todas ellas. Pero son una parte importante del Folklore de Brasil.

Domani (22 Agosto) è il Giorno del Folklore.
Così, oggi parlerò un po’ del Folklore Brasiliano. Ma il Folklore Brasiliano è molto vasto. Così, per essere più esatto, parlerò di una parte di questo folklore che può esser vista nel Fiume São Francisco.
I primi europei arrivati a questo fiume (così lo dice la Storia Ufficiale) sono stati Amerigo Vespucci ed i membri del suo gruppo, nel 1501. E come quel era il Giorno di San Francesco d’Assisi (4 Ottobre), l’hanno chiamato Fiume São Francisco.
Gli amerindi che vivevono nella foce del fiume lo chiamavano Opará. E dopo sarebbe chiamato Velho Chico per i coloni portoghesi che ci sarebbero andati.
La sorgente del fiume è in Minas Gerais. Ed esso va a 5 Stati Brasiliani (Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe) con i suoi 2830 chilometri prima di arrivare al Mare.
Chiaramente un fiume così grande e così antico ha molti e molti miti. E si crede che alcune creature (specialmente mostri) vivono nelle sue acque. Andiamo a vedere alcune di queste creature:
Caboclo d’Água è una divinità cattiva che si crede che vive nel letto del São Francisco. Lui odia gli umani che vivono nelle sponde del fiume o che l’attraversano, facendo cose terribili contro loro: lui fa cadere le sponde dove ci sono case ed allontana i pesci dai pescatori.
Alcune volte, lui fa affondare le barche e mangia chi c’è.
Alcune persone che vivono vicino al São Francisco gli fanno offerte di tabacco, per averlo accanto e per non essere vittime dei suoi atti cattivi.
Caboclo d’Água è visto alcune volte come un gigante deforme, altre come un nano nero.
Cavalo do Rio è un cavallo invisibile che si crede che vive nelle sponde del São Francisco. E si crede che si può vedere le sue orme sul suolo e sentire il suo nitrito.
Questo mostro fa affondare le barche tutte quante che non hanno nessuna carranca. Per questo, il migliore per esser usato contro lui è una carranca.
Minhocão è forse il mostro più terribile del São Francisco.
Si crede che è un pesce gatto con più di 300 anni e, grazie alla sua età, è diventato un mostro metà pesce, metà serpente. Può anche nottare più rapidamente che tutte le altre creature ed entrare nella terra per molti chilometri, facendo molti terremoti anche nelle città lontane dal São Francisco.
Si crede che Minhocão può anche affondare le barche e mangiare chi c’è.
Quando vuole esser visto come un essere innocuo, lui diventa un uccello bianco con un collo lungo.
Cachorrinha d’Água è un mostro buono del São Francisco.
Si crede che è una bella cagna bianca con una stella d’oro sulla fronte. E resta tutto il tempo nottando nel fiume o asciugandose nelle sponde.
Se qualcuno la vede, diventa ricco per sempre.
Ci sono molti altri miti conosciuti per chi vive vicino al São Francisco.
Ma c’è bisogno di ricordare che, grazie a la grande quantità di regioni per dove questo fiume va, questi miti non sono comuni dovunque sia. Però sono una parte importante del Folklore del Brasile.


Bom, até mais!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

O MONSTRO DA ILHA DOS CÃES

Oi!!!

Hoje eu vou falar aqui sobre mais uma produção dos anos 80: o filme canadense Humongous.


Mas, como esse filme não é muito conhecido no Brasil, decidi fazer uma coisa diferente dessa vez. Vou analisar o filme, em vez de apenas lembrar aqui da história e da produção dele.
Em 1º lugar, quero dizer que só tô afirmando que o filme é desconhecido no Brasil por um motivo muito simples: pelo que eu soube, ele só passou na televisão 2 vezes aqui no Brasil (pelo menos na TV aberta), no SBT.
Além disso, só saiu por aqui em VHS, mas não em DVD. E mesmo o VHS é meio difícil de achar. Se você for a uma locadora grande, daquelas que têm todo tipo de filme mesmo, talvez você encontre ele lá embaixo da prateleira de ‘Terror’ ou da prateleira de ‘Suspense’.
Bom, é um filme, a meu ver, de Suspense. Mas quase sempre ele é classificado como Terror. Provavelmente porque ele tem aquelas características bem marcantes dos slasher movies (que aqui no Brasil foram apelidados de “terror adolescente”) do início dos anos 80: depois de ficar presos num lugar isolado e onde não podem receber ajuda imediata, um grupo de jovens são perseguidos por um louco deformado que vai matando 1 por 1 do grupo, até ser morto pela heroína, no final do filme. O roteiro de qualquer slasher movie é 100% assim ou, no mínimo, 90% assim.rs
Nesse tipo de filme, os personagens do grupo de jovens são sempre os mesmos: um garoto bonzinho, uma garota boazinha, um garoto brigão, uma garota tarada que mostra as tetas em alguma cena e um garoto ou uma garota que faz o estilo ‘ninguém me ama, ninguém me quer’.
O cara deformado e louco que persegue eles também tem sempre como características bem repetidas a incapacidade de falar (quando muito, ele rosna e grita) e a força sobre-humana.
Bom, tudo isso tem em Humongous. Mas eu digo que não é um filme de Terror porque ele não tem cenas aterrorizantes. Todas as cenas violentas do filme acontecem em off ou sob má condição de visibilidade. Então, não dá pra ver detalhe nenhum. Você chamaria isso de “filme de terror”? O que tem de aterrorizante nisso?
Bom, já que eu mencionei a má condição de visibilidade, tenho que dizer que essa é a crítica principal que esse filme tem recebido ao longo dos anos: o excesso de cenas escuras. É que a história se passa quase toda de noite, e só isso já não ajuda muito, né? E algumas das cenas que se passam de dia são em lugares fechados e pouco iluminados. Conclusão: em muitas cenas você nem entende direito o que tá acontecendo por causa da escuridão.
A 2ª crítica principal que o filme recebe é que o monstro quase não aparece. Mas tem uma explicação pra isso: ele simplesmente não é tão importante assim. Os garotos tão naufragados numa ilha e a história gira em torno deles conseguirem sobreviver até encontrar um jeito de sair da ilha ou de serem tirados de lá por alguém. O monstro é apenas o obstáculo principal no caminho deles, mas não é o único. Eles também têm que se defender de um cão de guarda solto na floresta da ilha, pensar num jeito de fazer contato com alguém que resgate eles e botar isso em prática. O monstro é até relativamente pacífico: ele só mata pessoas pra comer os cadáveres (já que não tem mais comida quase nenhuma na ilha) ou quando se sente ameaçado ou entende que o território dele tá sendo invadido. Ou seja, ele é retratado durante a história toda como um predador selvagem que mata pra comer ou pra defender o próprio território. E ao contrário dos vilões de outros slasher movies oitenteiros, ele não usa uma máscara pra cobrir a cara deformada nem utiliza nenhum tipo de arma pra matar. Ele avança nos inimigos só com unhas e dentes mesmo.


Esse monstro é uma criatura tão animalesca e tão desprovida de características humanas que nem nome ele tem! No roteiro do filme, ele é chamado apenas de Ida’s Son, já que o nome da mãe dele é Ida. Mas ela mesma não parece ter dado um nome a ele e, pelo que o filme dá a entender, ela tratava ele muito mal.
A história parece deixar claro que ele nasceu de um estupro. Mas não tem explicação pra deformação e pros problemas mentais com os quais ele nasceu. A não ser que a gente suponha que, pelo fato de ter engravidado de um estupro, a mãe tentou abortar ele, o aborto falhou e o feto ficou gravemente afetado.
O nascimento, a infância e a adolescência do Ida’s Son não são mostrados em momento nenhum. Mas a história dá a entender que ele nunca saiu da ilha nem teve contato com nenhum ser humano além da mãe, o que potencializou os problemas mentais que ele já tinha. E a única referência que se dá da relação dele com a mãe é uma cena em que, quando ele se depara com a heroína da história fingindo que é ela, ele demonstra um medo terrível dessa figura.
Ele também passa a maior parte do tempo no porão da casa, mesmo podendo sair de lá quando bem entende. E isso dá a entender que ele foi acostumado a ficar lá (possivelmente, a mãe obrigava).
A gente observa muitas semelhanças entre o Ida’s Son e o Jason Voorhees: os 2 são loucos e deformados, os 2 têm força sobre-humana, os 2 não tiveram pais presentes e foram criados só por mães desequilibradas, os 2 viveram a maior parte da vida em ambientes selvagens e sem contato com ninguém além de suas mães desequilibradas... A diferença básica é que, como eu já disse, o Ida’s Son é totalmente animal e não-civilizado. O Jason já segue outra linha, né? Pra quem não viu, fiz um post sobre ele aqui no blog em Abril.
Bom, a tal de Ida não parecia ser propriamente louca, mas sim profundamente traumatizada por ter sido estuprada e, depois, parido um filho deformado e louco. E a obsessão dela em manter ele na ilha e afastado de qualquer outra pessoa parece ser mais uma demonstração de maternidade neurótica do que de loucura. Afinal, o sonho de consumo de toda mãe superprotetora parece ser manter o filho numa ilha pra sempre, onde ele vai ficar “seguro” infinitamente. Mas ela não pensa nas consequências disso... E quais são as consequências disso? Ela cria um monstro! Um monstro completamente despreparado pra conviver com outras pessoas e que vai levar a desgraça a outras pessoas no futuro.
Então, a interpretação psicológica da história desse filme é bem interessante, né?
Agora, vendo o lado mais técnico, chegamos à 3ª crítica principal que o filme recebe: ele tem muitas cenas e situações que parecem ter sido plagiadas de filmes de terror feitos 1 ou 2 anos antes.
Bom, Humongous foi todo gravado em 1981, mas só foi lançado em 1982. E se a gente der uma olhada em alguns filmes de terror de 1980, de 1981 e até mesmo de antes disso... Vamos ver algumas cenas e situações do filme pra exemplificar: um grupo de jovens chegam a uma ilha distante onde não tem quase mais nada vivo, porque um louco deformado devorou quase tudo o que tinha lá e agora quer devorar os recém-chegados (a mesma situação que se vê em Antropophagus, de 1980); em quase todas as cenas em que o monstro aparece, ele tá no escuro ou contra a luz, deixando visível apenas um vulto descontrolado e de aparência ameaçadora (tem várias cenas assim em The Funhouse, de 1981); quando tá sendo perseguida pelo monstro, a heroína do filme entra num cômodo escuro, finge que é a mãe dele e, com esse truque, consegue se salvar pelo menos momentaneamente (a mesmíssima cena pode ser vista em Friday The 13th-part II, de 1981); e até mesmo os personagens Eric, Sandy e Carla andando por um casarão abandonado e procurando por alguém lembram várias cenas de desenhos animados de mistério (principalmente se a gente pensar nas cenas do Fred, da Daphne e da Velma, de Scooby-Doo, Where Are You?, de 1969, né?rs).
Mas aí entra uma outra questão: os filmes de terror do início dos anos 80, principalmente os slashers, são montados do início ao fim a partir de clichês e a partir de cenas que a gente vê iguais (ou quase) em outros filmes. É ou não é? Então, não sei se dá pra dizer que isso é um ponto negativo. Eu diria que é simplesmente uma característica dos slashers. Se você assistir Hell Night (1981), que foi lançado no Brasil com o título de Noite Infernal, você vai ver muito mais clichês lá do que em Humongous. Aliás, a única coisa inovadora que tem em Hell Night é que no final é revelado que os jovens lá eram perseguidos por 2 loucos deformados em vez de 1 (qualquer dia vou falar sobre esse filme aqui).
Bom, eu não consegui a informação de onde exatamente Humongous foi gravado. Mas aparentemente não foi em nenhuma ilha, pois não aparece ilha nenhuma vista de fora e mostrada como um todo. Quando muito, aparece uma praia ou outra, mas sem mostrar detalhes.
E os efeitos especiais desse filme hoje nos parecem meio bobos. Mas eram os efeitos do início dos anos 80, né, gente? Tem que levar isso em conta.
O filme foi dirigido pelo inglês Paul Lynch, que tinha acabado de lançar, em 1980, o filme de terror Prom Night, que teve o nome traduzido aqui no Brasil pra Baile de Formatura (e que, por sinal, também recebeu muitas críticas por causa do excesso de cenas escuras). Prom Night foi o 3º filme que ele dirigiu e Humongous foi o 4º.
Quanto ao elenco, a maioria dos atores (nem todos, evidentemente) ainda tavam nos primeiros trabalhos ou mesmo no primeiro trabalho.
O ator canadense Page Fletcher, por exemplo, que mais tarde interpretou o personagem-título do seriado RoboCop, teve o 1º trabalho dele em Humongous (ele faz o estuprador que morre despedaçado pelos cães, no início da história).


E o próprio Garry Robbins, que interpretou o Ida’s Son, do alto dos 2, 16m de altura dele, também tava na estréia dele como ator.
Ele é um dos atores mais altos do Mundo e o homem mais alto do Canadá.


Pelo fato do monstro aparecer muito pouco no filme, a altura dele foi muito pouco explorada nas cenas. Mas, curiosamente, foi devido ao tamanho do personagem que o filme recebeu esse título (‘humongous’ é ‘gigante’ em Inglês).
Pensaram também em chamar o filme de Dog Island, porque o personagem Bert, quando dá as poucas informações que tem sobre a ilha, chama o lugar de “Dog Island” (“Ilha do Cão” ou “Ilha dos Cães”). Aliás, ele foi até lançado em Francês com o título de La Malédiction de L’île Aux Chiens (“A Maldição da Ilha dos Cães”). Mas no Canadá mesmo acabaram deixando Humongous.
Aqui no Brasil, ele foi lançado inicialmente com o título de O Monstro da Ilha, sendo exibido na televisão com esse nome. Mas, como eu já disse, parece que só passou na televisão 2 vezes por aqui, ambas no SBT.
Quando foi lançado o VHS do filme, o título brasuca foi mudado... pra tradução do nome que pensaram em dar no Canadá: A Ilha dos Cães.
Bom, pelo menos assim o título centra a atenção na própria ilha, o que era mesmo a idéia inicial. O Monstro da Ilha, a meu ver, fica parecendo título de filme infantil ou então daqueles filmes de aventura em que um grupo de biólogos e pesquisadores vão a uma ilha distante pra pesquisar alguma criatura desconhecida. Eu acho que A Ilha dos Cães já dá mais um certo ar de mistério ao filme. Bom, é apenas a minha opinião.
Aliás, quando foi lançado, ele foi classificado pra 18 anos em alguns países. Mas hoje poderia passar na Sessão da Tarde que não chocaria quase ninguém. E diga-se de passagem: numa das vezes em que ele passou no SBT (que foi exatamente quando eu vi a 1ª vez), passou de tarde, no falecido Cinema Em Casa, dos anos 90.
Bom, pra quem gosta de terror adolescente ou de filmes de ‘terror’ e/ou ‘suspense’ do início dos anos 80 em geral, Humongous é uma boa. Mas pra quem gosta de filmes com história mais movimentadas e efeitos especiais de última geração, aí eu já posso adiantar que não vai gostar desse filme.
A música The Island of Humongous, da banda Frightmare, foi inspirada nesse filme.
Ele foi colocado no YouTube há mais ou menos 1 ano atrás (eu revi ele lá), mas foi tirado logo depois.
De qualquer forma, pra quem ficou curioso ou achou interessante e não conseguiu encontrar o VHS do filme por aí em nenhuma locadora, vou deixar o plot do filme aí embaixo pra vocês darem uma lida:

PLOT→ Em 1946, uma mulher é estuprada pelo ex-namorado bêbado durante uma festa numa ilha. Logo depois, o tarado é feito em pedaços pela criação de cães de guarda que ela tem na ilha. E ela própria termina de matar ele, quebrando-lhe a cabeça com uma pedrada. Em 1982, um grupo de jovens tão passeando de iate por um lago. Eles se chamam Sandy (a boazinha), Eric (o bonzinho), Nick (o brigão), Donna (a tarada) e Carla (a ‘ninguém me ama, ninguém me quer’). Surpreendidos por um nevoeiro, eles acabam se perdendo pelo lago e, à noite, esbarram com uma lancha que tá à deriva. O único tripulante é 1 homem, que eles levam à bordo do iate. Ele diz que se chama Bert e que tava à deriva porque o casco da lancha dele se chocou contra as pedras que cercam uma ilha a poucas dezenas de metros dali, a qual eles veriam, se o nevoeiro não atrapalhasse. Os garotos se animam a desembarcar lá. Mas o Bert explica que, apesar da tal ilha ser o único ponto de terra daquele lado do lago, ir pra lá não é uma boa idéia: a única habitante da ilha é uma velha maluca que mantém uma criação de cães de guarda lá e ela não deixa ninguém desembarcar na ilha. Os garotos estranham a história e, enquanto ancoram o iate, pedem mais explicações. Mas o Bert diz que não se sabe quase nada sobre a tal velha, pois ela só sai da ilha 2 vezes por ano pra comprar mantimentos e nunca fala com ninguém. E há mais de 30 anos ela vive lá sozinha como eremita. Enquanto ele explica, todos começam a ouvir uivos e rosnados vindos da direção da ilha, mas supõem que devem ser os cães. Assustado com a história que acabou de ouvir somada ao barulho que vem da ilha, e ao mesmo tempo querendo posar de macho, o Nick decide assumir o controle do iate e sair dali do jeito que der. Isso faz todos entrarem em pânico, pois já viram que tem várias pedras submersas por ali e em poucos minutos o iate bateria numa delas! Aí começa uma briga na qual o Nick acaba incendiando o iate e obrigando todos a se jogar no lago e nadar até a tal ilha. Mas, quando chegam lá, percebem que a Carla sumiu. Se sentindo culpado pela aparente morte dela, o Nick começa a chamar ela aos gritos, sem obter resposta. Mas acaba atraindo a atenção de alguém ou alguma coisa, que começa a observar o grupo de longe enquanto rosna e anda entre as árvores da floresta da ilha. O Nick resolve entrar na floresta pra procurar a tal velha e pedir ajuda. E como todos tão muito putos com ele, ninguém se dispõe a ir junto. No caminho, ele é atacado por um pastor alemão, mas consegue fugir correndo pela floresta. O cachorro tenta ir atrás, mas é agarrado por um vulto que sai do meio das árvores e estrangulado por ele. Sem ver nada do que aconteceu, o Nick chega à casa de barcos da ilha, tranca a porta e se esconde lá dentro. Pouco depois, ele ouve uma coisa rosnando do lado de fora e vai até um buraco na porta pra ver o que é. E lá fora, ele vê metade de uma cara deformada olhando lá pra dentro pelo mesmo buraco. Logo depois, a porta é derrubada e o vulto de um homem enorme invade a casa de barcos. Quando amanhece e o Nick não volta, os outros na praia começam a se preocupar. Assim, o Eric e a Sandy resolvem entrar na floresta pra ver o que ocorreu, enquanto o Bert e a Donna esperam na praia. Pouco depois, a criatura que atacou o Nick chega à praia e mata a Donna e o Bert. Enquanto isso, o Eric e a Sandy andam pela floresta e encontram várias carcaças e esqueletos de cachorro, mas nem 1 único cachorro vivo. E estranham o silêncio absoluto da ilha: não parece ter nem 1 passarinho vivo lá! Eles chegam à casa de barcos, ao lado da qual fica uma placa de “não ultrapasse”. E lá dentro, encontram a Carla. Ela explica que chegou à ilha por uma outra praia e, encontrando a casa de barcos com a porta arrombada, entrou lá pra se abrigar. Eles estranham que todos os barcos tão com o tanque de combustível furado e, por causa disso, o chão da casa de barcos tá alagado de combustível. Os 3 saem andando pela ilha e encontram um velho casarão abandonado. E lá dentro, principalmente no 2º andar, percebem que tá tudo perfeitamente arrumado, apesar de coberto de poeira. Eles encontram o quarto que devia ser o da tal velha com várias fotos antigas dela (a mesma mulher que foi estuprada no início do filme) e descobrem que o nome dela é Ida. Nas fotos mais antigas ela aparece sorrindo. E nas mais recentes, do final dos anos 40, ela tem um olhar de ódio e segura um bebê no colo. Nessas últimas, ela sempre cobre totalmente o bebê, tentando esconder alguma coisa. No mesmo quarto, eles encontram o esqueleto da velha, sentada num sofá em posição de descanso. E aí os 3 concluem que, depois que ela morreu, os cachorros ficaram sem comida e acabaram morrendo de fome. Eles acham também o diário dela. E logo depois de encontrar o esqueleto, eles começam a ouvir a voz de um homem gritando e rosnando no porão. Concluindo que não tão sozinhos, eles saem da casa e entram no porão por uma porta externa. E lá eles encontram os cadáveres dos amigos, que parecem ter sido mortos a unhas e dentes! Os 3 entram em pânico e fogem dali, correndo de volta pra praia e levando o diário da Ida. A Sandy lê o diário e, depois, explica ao Eric o que conseguiu entender: em anotações confusas, a Ida conta que, há mais de 30 anos, ela teve um filho que nasceu deformado e com o cérebro afetado e, por causa disso, ela aparentemente manteve ele na ilha por todos esses anos. Ela nunca menciona o pai do filho, mas demonstra odiar homens. No ano anterior ela ficou doente e viu que ia morrer. Então, ela furou os tanques de todos os barcos pra que ele não fugisse e continuasse “seguro” na ilha depois da morte dela. E o Eric conclui que, depois da morte da mãe, pra sobreviver, ele teve que matar e comer todos os bichos da ilha. E que eles são a próxima refeição! O Eric chega à conclusão de que a única forma de escapar da ilha é incendiar a casa de barcos. Assim, alguma embarcação que teja passando no lago, ao ver o fogo, vai se aproximar da ilha pra ver o que houve. Pra isso, o Eric e a Sandy deixam a Carla na praia e voltam ao casarão pra procurar fósforos, armados com um galho de árvore afiado. Lá, eles são surpreendidos pelo Ida’s Son, que ataca e mata o Eric. A Sandy corre e se tranca no quarto da Ida. Como tá tudo muito arrumado lá, ela conclui que a Ida não deixava o filho entrar lá. Assim, ouvindo ele se aproximar, ela apaga quase todas as luzes do quarto, bota um casaco da Ida e fica de costas pra porta. Quando o Ida’s Son entra, a Sandy finge que é a Ida e enxota ele do quarto. Ela encontra uma caixa de fósforos no quarto e sai de lá. Mas no corredor ela dá de cara com o Ida’s Son, que aí vê que foi enganado e avança nela. Ela corre até a casa de barcos, sendo perseguida pela criatura. No caminho, ela passa pela Carla, que nem percebe o que tá havendo e é atacada e estrangulada pelo Ida’s Son. A Sandy consegue entrar na casa de barcos e, quando a criatura entra atrás dela, ela risca um fósforo e, jogando no chão cheio de combustível, incendeia tudo. Ela foge e deixa ele queimando lá dentro. Ela pensa que matou ele. Mas ele sai todo queimado lá de dentro e ataca de novo. Então, ela arranca a placa de “não ultrapasse” do chão e crava na barriga dele, matando ele finalmente. Profundamente traumatizada por tudo o que acabou de passar, a Sandy se senta nas docas da ilha e fica lá parada em estado de choque (supostamente, até ser vista por alguma embarcação que se aproxime da ilha por causa do fogo, como previu o Eric).

Today we’ll remember another production from the 80s: the Canadian movie Humongous.
Here in Brazil we don’t have it as DVD: it was released only as VHS. And even the VHS is a little difficult to be found, except if you go to a very great video club.
Well, I don’t see this film as a horror movie. I would say it’s a suspense thriller. But it’s usually genred as “horror”. Presumably because it has all the characteristics of the slasher movies which were produced in the early 80s: a group of post-adolescents gets trapped in a place where nobody will help them immediately, a crazy deformed man starts killing them one by one, and the “sweet girl” of the group kills him in the end of the movie. Every slasher movie has its script.
The post-adolescents of the group are always the same kind of people: a good boy, a good girl, a bad boy, a horny girl who shows her boobs in some moment, and a nerd.
And also the crazy deformed guy who attacks them has always the same characteristics. He doesn’t speak (at most he growls and shouts) and is extremely strong.
Well, you’ll see everything which I mentioned above in
Humongous. But I said it’s not a horror movie because it doesn’t have any horror scenes. All the violent scenes of this movie are off-screen or at least aren’t shown clearly. So, many times you just can’t understand what’s happening. Would you call it “a horror movie”? Where is its horror?
Well, as I told you, there are many scenes in which you don’t understand what’s happening. And that’s the strongest criticism which people make against this movie: it has many, many, many very dark scenes. Most of the story goes on at night (and just this really doesn’t help). And some scenes which go on in the daytime take place in dark closed places. Anyway: the darkness makes a large part of the story incomprehensible.
Presumably the 2nd strongest criticism which people make against
Humongous is about the monster: we never see him clearly. But that’s just because he insn’t so important. The boys and girls are shipwrecked on an island. And the main theme of the story is what they can do to survive and leave the island. The monster is the worst obstacle on their way, but it’s not the only one. There’s also a hound loose in the forest of the island, there’s also the impossibility to contact anybody to rescue them from the island... We can say even the monster is in some point peaceful. He kills people only to eat their dead bodies (there isn’t almost anything else to eat on the island) or to protect the area around his house. It means the story tells us he’s a predator (an animal, we can say) who kills to eat or to protect himself. And he’s very different from the villains of the other slashers of that time. He doesn’t mask his deformed face and he doesn’t use any kind of arm to kill (he does that with his own nails and teeth).
This nonhuman creature (or human who became a nonhuman) doesn’t have even a name. The script mentions him just as “Ida’s Son”, because his mother’s name was Ida. But it seems she herself never gave him a name. And she presumably mistreated him so much.
It’s implicit he was born from a rape. But no explanation is given as to why he was born deformed and crazy. Except if you suppose his mother tried to have an abortion (after all, he was a rape-baby), it didn’t work, and the fetus got brain-damaged and with physical problems.
His birth, childhood, and teenages aren’t shown. But we can understand he never left the island and never had any contact to another human being except his mother. Of course it made his mental problems get even stronger. And the only scene which shows us something about his relationship with his mother is when he goes in a dark room and sees Sandy playing Ida. And he gets extremely scared of her.
He stays in the basement of his house for most of the time. But he can go out from there any time he wants. So, he’s used to be there (perhaps his mother forced him to stay there).
We find many similarities if we compare Ida’s Son to Jason Voorhees: both are crazy and deformed, both are super strong, both didn’t have contact to their fathers and were raised by crazed mothers, both spent most of their lives in wildernesses and had no contact to other people... The basic difference between them is that Ida’s Son is just a beast and Jason is a serial killer. If you haven’t seen it, I posted about Jason here in April.
Well, Ida didn’t seem to be crazy, but deeply traumatized because she had been raped and given birth to a child like that. And her obsession with keeping the son on the island and far from other people seems to be some kind of obsessive motherhood. As you guys know, every overprotective mother wants to keep her child on an island, where he’ll be “safe” forever. But she never thinks about its consequences. And what are its consequences? She’ll create a monster! A monster who will not be able to live with any other person. And he’ll always damage other people in the future.
The psychological interpretation of this movie is very interesting.


Una de las grandes críticas contra
Humongous es que esa película tiene muchas escenas y situaciones iguales a las de otras películas de horror un poco más antiguas.
Humongous fue todo rodado en 1981, pero su estreno fue solamente en 1982. Y cuando vemos algunas pelís de horror de 1981 y 1980... Por ejemplo: un grupo de jóvenes llega a una isla distante donde no hay casi más nada vivo, porque casi todo allá fue comido por un loco desfigurado que ahora quiere comer los jóvenes (podemos ver la misma situación en Gomia, Terror En El Mar Egeo, de 1980); en muchas y muchas escenas en que el monstruo está, podemos ver solamente su bulto monstruoso contra la luz (lo mismo que hay en La Casa de Los Horrores, de 1981); hay una escena en que la heroína de la historia se vá a un cuarto oscuro y simula ser la madre del monstruo para salvarse (la misma escena puede ser vista en Viernes 13, 2ª parte, de 1981); y hasta mismo los personajes Eric, Sandy y Carla, caminando por una vieja casa abandonada nos hacen recordar de Fred, Daphne y Vilma en algunas escenas (de ¿Scooby-Doo Dónde Estás?,
de 1969 rsrs).
Pero podemos ver que las películas de horror del inicio de los años 80, principalmente las de cine slasher, eran hechas desde el inicio hasta el fín basadas en clichés, o más propiamente en escenas iguales (o casi iguales) a las de otras películas de horror. ¿No es eso? Así, ¿es posible criticar un slasher por utilizar clichés? Una de las principales características de los slashers son los clichés... ¿Y conoces una pelí de horror llamada
Hell Night (1981)? Esa tiene mucho más clichés que Humongous.
La única cosa un poco más diferente allá es que, en el fín de la película, sabemos que los jóvenes eran perseguidos por 2 locos desfigurados, y no por 1 solo. Tal vez un día yo hable aquí de esa película también.
Bueno, no me fue posible saber donde
Humongous
fue rodado. Pero pienso que no fue en una isla, porque no hay ninguna isla vista totalmente en la película. Solamente algunas playas, pero sin pormenores.
Los efectos especiales son vistos hoy como muy simples, pero eran los efectos de los años 80.
El director fue el inglés Paul Lynch, que había acabado de estrenar la película de horror
Noche de Graduación (1980), que, así como Humongous, tuvo muchas críticas por cuenta del exceso de escenas oscuras. Noche de Graduación fue su tercera película y Humongous
fue la cuarta.
Hablando de los actores, muchos (no todos, es claro) estaban todavía empezando sus carreras.
El actor canadiense Page Fletcher, por ejemplo, que después sería el personaje principal del serial
RoboCop,
tuvo su estreno en esa película.
Y el actor Garry Robbins, con sus 2, 16 m de altura, también estrenó como actor allá, como el monstruo Ida’s Son.
El es uno de los actores más altos del Mundo y el hombre más alto de Canadá.
Su altura no fue muy recordada en la película, porque su personaje no es muy bien visto en ninguna escena. Pero fue por la altura del personaje que la película fue llamada
Humongous
(“descomunal”, en Inglés).
Pensaron también en llamarla
Dog Island, porque el personaje Bert llama la isla donde la historia se pasa de “Dog Island” (“Isla del Perro” o “Isla de Los Perros”) en una escena. Dicho sea de paso, el nombre de la película en Francés es La Malédiction de L’île Aux Chiens
(“La Maldición de La Isla de Los Perros”).
Aquí en Brasil, la película estrenó en la televisión como
O Monstro da Ilha
(“El Monstruo de La Isla”), pero fue vista en la TV brasileña solamente 2 veces.
Cuando la pelí nos llegó como VHS, el nombre brasileño fue cambiado para la tradución de lo que pensaban en tener en Canadá:
A Ilha dos Cães.
Pienso yo que A Ilha dos Cães nos hace tener más atención en la isla, ¿verdad? O Monstro da Ilha nos hace pensar en una película para niños o alguna otra cosa como eso. Y A Ilha dos Cães
da cierta atmósfera de misterio a la historia. Bueno, es solamente lo que pienso yo.
En algunos paises, todavía en los años 80, la clasificación de esa película fue de 18 años. Hoy puede ser visto en la TV por la tarde y poca gente se impresionará.
La canción
The Island of Humongous,
del grupo Frightmare, fue basada en esa película.
Bueno, puedo decirte que, si te gusta el cine slasher y si te gustan las películas de horror de los 80, Humogous te gustará. Si ese tipo de película no te gusta nada, no veas esa película porque es cierto ya que no te gustará.

PLOT DI HUMONGOUS→ Nel 1946, una donna è stuprata dal suo ex-fidanzato ubriaco mentre c’era una festa nella sua isola. Dopo questo, i segugi che che lei teneva nell’isola uccidono lo stupratore e lei stessa finisce la morte dell’uomo, rompendo la sua testa con un sasso. Nel 1982, un gruppo di giovani sta attraversando un lago nel loro yacht. Loro sono Sandy, Eric, Nick, Donna e Carla. Una forte nebbia gli fa essere persi nel lago e, di sera, loro trovano un battello alla deriva. C’è soltanto 1 uomo nel battello e loro lo raccogliono. Lui dice che si chiama Bert ed il suo battello si è rotto perché si è scontrato con i sassi di un’isola vicino. E sarebbe possibile vederla da dove sono se non ci fosse la nebbia. I ragazzi pensano di andarci. Ma Bert dice che non sarebbe una buon’idea: l’unica persona che vive nell’isola è una vecchia pazza che tiene molti e molti cani feroci nell’isola e non lascia nessuno andarci. I ragazzi trovano la storia strana e vogliono sapere di più. Ma Bert dice che non si sa quasi niente della vecchia, perché lei lascia l’isola soltanto 2 volte all’anno per comprare approvvigionamenti e non parla mai con nessuno. E ci sono già più di 30 anni che lei vive così. Mentre lui parla, si può sentire qualcosa ringhiando ed ululando nell’isola. La storia che Bert racconta ed il rumore che viene dall’isola fanno paura a Nick. Ma lui vuole esser visto come il grande maschio e decide lasciare quel posto con l’yacht. Tutti cominciano a lottare contro lui, perché sanno che l’yacht si scontrerebbe con i sassi che ci sono intorno. Ma Nick comincia un incendio e tutti quanti saltano fuori dall’yacht e nuotano all’isola. Quando arrivano alla spiaggia, si accorgono che Carla è sparita. Nick comincia a gridare il nome di Carla, ma lei non gli risponde. Però qualcuno (o qualcosa) si avvicina e comincia a guardare i ragazzi mentre ringhia e si nasconde fra gli alberi dell’isola. Nick decide di entrare nella foresta dell’isola e cercare la vecchia per supplicare il suo aiuto. Nessuno va con lui, perché sono tutti molto arrabbiati. Mentre lui attraversa la foresta, un pastore tedesco l’attacca, ma lui è riuscito a scappare. Il cane lo segue per un po’, ma è morto per la cosa che stava in agguato fra gli alberi. Nick corre alla rimessa di barche dell’isola e ci è rimasto. Pochi minuti dopo, lui sente qualcosa ringhiando fuori della casa e va alla porta, guardando per un buco per vedere cosa c’era. E lui vede la metà di un viso deforme guardando per lo stesso buco. Allora, la figura di un uomo molto grande distrugge la porta e attacca Nick. Di mattina, tutti cominciano a preoccuparsi con Nick, che non è tornato. Così, Eric e Sandy entrano nella foresta per vedere cosa c’era, mentre Bert e Donna rimangono nella spiaggia. Dopo questo, la creatura che ha attaccato Nick arriva alla spiaggia ed uccide Donna e Bert. Eric e Sandy attraversano la foresta e trovano molti cani morti, ma non c’è nessun vivo. Ed il silenzio gli fa credere che non c’è nessun animale vivo nell’isola. Loro trovano la rimessa di barche con la porta distrutta ed un segnale di “NO TRANSPASSING!” accanto. E Carla era nella rimessa! Lei dice che è arrivata in un’altra spiaggia dell’isola ed è entrata nella rimessa perché ha trovato la porta distrutta. Loro possono vedere che i serbatoi delle barche sono distrutti ed il piso è diventato un vero lago di combustibile. Loro continuano a atraversare la foresta e trovano una grande casa vecchia dove non c’è nessuno. Si può vedere che è tutto organizzato nel secondo piso della casa. Loro trovano la camera della vecchia con molte foto sue (la donna che è stata stuprata) e scoprono che lei si chiamava Ida. Nelle foto più antiche lei è felice. Ma nelle altre si può vederla piena di odio, con un neonato fra le braccia. Lei sembra volere nascondere il neonato nelle foto. Loro trovano anche lo scheletro di Ida nella camera e decidono che lei è morta e, senza cibo, anche i cani sono morti tutti quanti. Loro trovano anche il diario di Ida. Allora, loro cominciano a sentire un uomo gridando e ringhiando nel seminterrato della casa. Loro si accorgono che non sono soli, lasciano la casa, entrano nel seminterrato per un’altra porta e trovano i cadaveri dei suoi amici! Loro si lasciano prendere dal panico e corrono alla spiaggia. Sandy legge il diario di Ida e, dopo, racconta a Eric quello che ha capito: Ida dice che, più di 30 anni fa, ha avuto un figlio deforme e con problemi nel cervello, che lei ha tenuto nell’isola per tutti questi anni. Lei non parla mai del padre di suo figlio, ma si vede che odia gli uomini. Lei ha avuto una malattia faceva 1 anno ed ha capito che morirebbe. Per questo, lei ha distrutto i serbatoi delle barche, volendo che il figlio non lasciasse l’isola dopo la sua morte e continuasse “sicuro”. Eric capisce che lui ha ucciso i cani per mangiarli, perché non ha più trovato cibo dopo la morte della madre. E adesso mangierebbe a loro! Eric capisce che c’è bisogno di incendiare la rimessa di barche. Così, se un’altra barca lo vedesse dal lago, si avvicinerebbe per vedere cosa c’era. Eric e Sandy si armano con un tronco e tornano alla casa per cercare fiammiferi. Ma Ida’s Son gli trova, attacca Eric e lo uccide. Sandy va in fretta alla camera di Ida per nascondersi. Lei capisce che, se è tutto organizzato nel secondo piso della casa, è perché Ida non lasciava il figlio andarci. Così, lei spegne la luce della camera, mette una camicetta di Ida e da la schiena alla porta. Quando Ida’s Son arriva, Sandy fa finta di essere sua madre e lo fa andare via. Dopo questo, lei trova una scatola per fiammiferi, la prende e lascia la camera. Ma quando lei arriva al corridoio, Ida’s Son la vede e l’attacca. Lei scappa in fretta per la foresta con la creatura correndo dietro lei. Sandy trova Carla vicino alla rimessa di barche. Ma lei non vede nemmeno cosa c’è e Ida’s Son la uccide. Sandy è riuscita a entrare nella rimessa di barche e, quando la creatura ci entra, lei lancia un fiammifero sul piso e comincia un incendio. Lei scappa e lascia Ida’s Son in mezzo al fuoco, pensando che lo uccirebbe così. Ma lui lascia la rimessa di barche totalmente bruciato e l’attacca di nuovo. Così, lei prende il segnale di “NO TRANSPASSING!” e l’uccide con questo. Totalmente traumatizzata dovuto a tutto quello che le è capitato, Sandy si siede sul bacino dell’isola e ci rimane senza dire o fare niente (forse fino a che qualcuno la andrà in aiuto, come pensava Eric).

Até mais!

domingo, 17 de agosto de 2008

O MAIOR (E MAIS SEXUAL) JOGADOR DE FUTEBOL PORTUGUÊS

Oi!!!

Bom início de semana, gente!
Eu ia mandar esse post ontem, mas tive uns contratempos aqui.
Antes de mais nada, quero agradecer aos amigos pelos parabéns pelo meu aniversário no post precedente. Obrigado!
Bom, hoje a gente vai dar uma olhada no jogador de futebol português Cristiano Ronaldo.

Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro nasceu na Ilha da Madeira, em 05 de Fevereiro de 1985.
Ele tem 1 irmão e 2 irmãs.
Desde criança, o Cristiano sempre gostou de jogar futebol.
A 1ª instituição futebolística em que ele jogou foi o Clube Futebol Andorinha de Santo António. Ele chegou lá em 1992, com 7 anos de idade, ficando até 1995.
Então, com 10 anos, o Cristiano entrou pro grupo infantil do Clube Desportivo Nacional, se mudando pra Lisboa no ano seguinte.
Ele ficou no Clube Desportivo Nacional até 1997, quando entrou pro Sporting Clube de Portugal. E foi nesse clube que ele realmente começou a se destacar mais, a partir de 2002.
O Cristiano ficou no Sporting Clube de Portugal até 2003, quando ele entrou pro Manchester United F.C., da Inglaterra.
Ele teve presente na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.
Em 2007, o contrato do Cristiano com o Manchester United F.C. foi renovado até 2012. Portanto, é claro, ele tá lá até hoje.
Mas, pelo dá pra ver, ele tem recebido algumas propostas (todas recusadas até agora) pra ir pro Real Madrid.
Dizem os fofoqueiros de plantão que o Cristiano já teve fama de arrogante e soberbo, se considerando melhor do que os colegas ou achando que os outros é que não tinham talento nenhum.
Mas mesmo os que dizem isso costumam dizer que ele já foi pior no passado e hoje tem se mostrado mais equilibrado. Provavelmente, isso foi consequência de como ele se destacou mais do que os outros jogadores com menos idade do que eles.
De qualquer forma, o Cristiano é considerado por muitos o maior jogador de futebol português do Mundo.
Ele tem 1, 83m de altura, que ele depila frequentemente, pois é muito vaidoso.
Nessa foto em que o Cristiano foi paparazzado ajeitando a bermuda, dá pra ver que ele tava lisinho, né?rsrs


Já nessa outra foto em que ele foi paparazzado numa praia da Sardenha, nem tanto:

Isso dava até uma enquete: Você prefere o Cristiano Ronaldo pentelhudo ou lisinho?rsrsrs
Além de cuidar do corpo, muitas vezes ele também pode ser visto usando jóias.
Pelo que dizem os fofoqueiros de plantão, o Cris, como é chamado pelos amigos, é um dos jogadores de futebol mais promíscuos da Europa, sendo visto praticamente com uma mulher diferente por noite.
Bom, dando uma olhada nessa outra foto em que ele foi paparazzado saindo do Mar, pelo volume que a gente vê na sunga (é impressão minha ou o amigo dele tá olhando?), dá pra perceber que ele é no mínimo bastante assediado, né?


E bastante paparazzado também, é claro.
Na Inglaterra, o Cristiano é considerado o maior símbolo sexual do momento entre o público homossexual e bissexual masculino.
Em Junho, ele começou a sentir fortes dores no tornozelo direito, tendo que se submeter a uma cirurgia. Mas ele já tá bem. Só que deve continuar fora dos campos até Outubro.

Oggi parleremo un po’ del calciator portoghese Cristiano Ronaldo.
Lui è nato nell’Arcipelago Madera, nel 5 Febbraio del 1985, come Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro.
Lui ha 1 fratello e 2 sorelle.
Da bambino, a Cristiano piaceva già giocare a calcio.
Il primo club dove lui è stato è il Clube Futebol Andorinha de Santo António. Lui ci è arrivato nel 1992 (quando aveva 7 anni) e ci resterebbe al 1995.
Quando aveva 10 anni, Cristiano è andato al Clube Desportivo Nacional. E per questo, lui è andato a vivere a Lisbona nel 1996.
Lui ha lasciato il Clube Desportivo Nacional e andato al Sporting Clube de Portugal nel 1997. Ed in questo club, dal 2002, hanno cominciato a vederlo come un grande calciatore.
Cristiano è rimasto nel Sporting Clube de Portugal al 2003, quando è andato al Manchester United F.C., dell’Inghilterra.
Lui è stato nel Campionato Mondiale di Calcio 2006, nella Germania.

En 2007, el contrato de Cristiano con el Manchester United F.C. fue renovado hasta 2012. Así, es claro que él todavía está allá.
Pero podemos ver que el Real Madrid lo quiere mucho.
Dicen los chismes que Cristiano ya fue muy soberbio, viendo a sí propio como muy mejor que sus compañeros.
Mas las mismas personas que lo dicen admiten que él no es más así. Y tal vez lo fuera en el pasado porque tuvo su ascensión muy más rápida que la de sus compañeros y con menos edad que ellos.
Como sea, Cristiano es visto por muchos como el principal jugador fe fútbol portugués del Mundo.
El es muy vanidoso y siempre depila su cuerpo de1, 83 m.
Bueno, como uds pueden ver en una de las fotos arriba (hecha por un paparazzo) en que Cristiano arregla sus bermudas, él está con sus pendejos depilados. Pero en la otra foto (también hecha por un paparazzo en una playa de Cerdeña), podemos ver que él dejós los pendejos allá.
Eso sería una enquete interesante: ¿Tú prefieres Cristiano Ronaldo con pendejos o sin pendejos?rsrs

Well, Cristiano Ronaldo is known as a very vain person. And he can be seen wearing some jewels on his 183-cm-tall very hot body.
Gossips say he’s one of the horniest European soccer players. And he can be seen each evening with a different female... Well, let’s say he’s the main character of many porn gossips.rs
If you guys take a look at the last pic above, you see Cristiano has a very good buldge, doesn’t he? So, at least there are many people who try to bring him together... By the way, I think his friend is looking at his buldge...
Anyway, there are always many paparazzi looking for Cristiano.
In England, he’s seen as the main male sex symbol among gays and bisexual men nowadays. And if we think about this face, his body, his cock, and his sexual record, we can understand why.
Last June, Cris (as his friends call him) had some problems in his right ankle and had to have a surgery. But now he’s OK. But he’ll be out from the field to next October.


Bom, até mais!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

O MAIOR CHEF BOLIVIANO DO BRASIL

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no chef boliviano Checho Gonzales.


Winston Edmundo Gonzales Frontaura nasceu em La Paz, em 16 de Novembro de 1966.
Em 1974, a família dele se mudou pra São Paulo, onde ele viveu quase a vida toda.
O Winston pensou em ser músico, mas não deu certo.
Em 1999, ele começou a trabalhar como cozinheiro no restaurante Namesa. E como tinha o apelido de Checho, acabou ficando conhecido profissionalmente como Checho Gonzales.
Antes disso, ele nunca tinha trabalhado diretamente com culinária. Mas diz que sempre gostou do assunto.
No ano seguinte, o Checho se mudou aqui pro Rio, atendendo a uma oferta pra trabalhar no Zazá Bistrô como cozinheiro (a dona do restaurante é casada com um amigo de infância dele). E no mesmo ano, o Checho virou chef.
Em 2002, ele abriu um restaurante em Macaé. Mas acabou não dando certo e fechou depois de 6 meses.
O 1º restaurante próprio que o Checho abriu aqui no Rio foi o Pecado, em Ipanema.
Em 2007, ele fechou o Pecado e decidiu se mudar pra Espanha, onde trabalharia como chef do restaurante de um amigo, em Valencia. Mas a coisa lá não foi adiante e ele nem chegou a sair do Brasil, continuando a carreira no Zazá Bistrô mesmo.
Apesar de não se prender a um tipo específico de culinária, o Checho costuma usar receitas latinas tendo ingredientes acrescentados de modo pessoal. Ele tem uma formação muito auto-didática, o que ele acha que ajudou muito ele a ser criativo.
Mas ele diz que a função dele é mesmo colocar a mão na massa: ele detesta ficar com a parte administrativa do restaurante e confessa que nem sabe cuidar direito dessa parte.
Em 2009, o Checho pretende fazer uma viagem ao Sudeste da Ásia. E ele já supõe que vai voltar de lá cheio de novas idéias gastronômicas.
Ele tem fama de ter cara de bad-boy. Mas explica que, na verdade, ele já comparou as fotos em que aparece sorrindo com as fotos em que aparece fazendo cara de marrento. E nessas últimas ele achou que fica melhor. Então, decidiu fazer essa pose sempre que é fotografado.
As tatuagens também podem dar um ar mais pesado ao Checho (ele tem mais de 50 tatuagens no corpo de 1, 79m).


No tempo livre, ele gosta de sair à noite, tanto no Rio quanto em São Paulo (pois ele vai lá toda semana pra visitar a filha dele).
Uma coisa que o Checho costuma lamentar profundamente é a perda da comensalidade na sociedade atual: há algumas décadas, era enquanto faziam as refeições à mesa que as pessoas se reuniam e discutiam o que acontecia durante o dia delas; hoje, com as refeições rápidas e a pressa cada vez maior das pessoas, ninguém mais faz isso.

Hoy hablaremos un poco del chef boliviano Checho Gonzales.
Winston Edmundo Gonzales Frontaura nació en La Paz, el 16 de Noviembre de 1966.
En 1974, su familia se fue a vivir en São Paulo, Brasil, donde él vivió casi toda su vida.
Winston pensó en trabajar con música, pero no le fue posible.
El empezó a trabajar como cocinero en 1999, en el restaurante Namesa. Y por tener ya el apodo de Checho, pasó a ser conocido en su medio prefesional como Checho Gonzales.
Antes, él no había nunca trabajado con comida, aunque eso le gustase mucho.
En 2000, Checho se vino a vivir en Rio de Janeiro, para trabajar como cocinero en el restaurante Zazá Bistrô. Y en el mismo año ya se cambió en el chef del restaurante.


In 2002, Checho started a restaurant in Macaé. But it would be closed 6 months later.
The 1st restaurant which he started in Rio de Janeiro was Pecado, in Ipanema.
In 2007, Checho closed Pecado, because he intended to leave Brazil and move to Spain: he would work as the chef of a friend’s restaurant, in Valencia. But things didn’t go ahead and he stayed in Brazil. He continued his career as a chef at Zazá Bistrô restaurant.
He doesn’t follow a specific kind of cookery. He occasionally use some latin ingredients following his own ideas. And most of he’s learned has been by himself. That’ why he’s so creative.
Anyway, Checho says his job is cooking: he sees himself as a terrible restaurant administrator.


Nel 2009, Checho pensa di viaggiare nel Sudest dell’Asia. Ed è sicuro che sarà tornato con moltissime mete gastronomiche.
Si dice che lui ha la faccia di un bad boy. Ma lui stesso dice che veramente crede che così diventa più bello nelle foto. Non crede che il suo sorriso è bello.
Forse Checho sembra un bad boy anche dovuto ai più di 50 tattuagi nel suo corpo di 1, 79 m.
Quando non ha niente da fare di sera, gli piace fare qualche passeggiata, a Rio de Janeiro od a São Paulo (lui vive a Rio, ma va a São Paulo tutte le settimane per visitare sua figlia).
Checho dice che è triste che oggigiorno la società brasiliana non abbia più la commensalità. Anni ed anni fa, le persone parlavano del loro giorno quando erano insieme pranzando o cenando; adesso, nessuno lo fa, dovuto ai fast food e alla fretta che tutti quanti sempre hanno.