domingo, 3 de agosto de 2008

430 ANOS DO SEBASTIANISMO

Oi!!!

Bom início de semana!
Obrigado a todos que já responderam a enquete e aos que ainda vão responder também.
Bom, amanhã vão se completar 430 anos que começou uma manifestação folclórica muito significativa nas culturas de Portugal e Brasil: o Sebastianismo. Então, o post de hoje vai ser sobre isso.
Vamos começar dando uma olhada na figura principal dessa manifestação: o Rei Sebastião I de Avis-Beja, de Portugal.

Ele nasceu em Lisboa, em 20 de Janeiro de 1554.
O Sebastião era filho do Príncipe João Manuel de Avis-Beja e da Princesa-consorte Joana de Habsburgo.
O pai do Sebastião era filho do Rei João III de Avis-Beja, de Portugal, e herdeiro direto do trono. Mas morreu de diabetes 17 dias antes do Sebastião nascer. Portanto, no mesmo instante em que nasceu, o garoto ocupou o lugar do pai como herdeiro direto do Trono Português.
Desde que nasceu, ele sempre apresentou uma saúde muito frágil. E alguns historiadores supõem que a fragilidade física dele era consequência de uma sucessão de casamentos de pessoas da mesma família entre os antepassados dele.
Em Junho de 1557, morreu o João III. Assim, apesar de ter só 3 anos, o pequeno príncipe se tornou o Rei Sebastião I, de Portugal, como sucessor do avô.
Apesar de já ser o rei, evidentemente ele ainda não podia governar o país com essa idade. Assim, a avó dele, a Rainha-consorte Catarina de Habsburgo, assumiu o poder como regente, pretendendo exercer essa função até que ele tivesse idade pra governar. Mas, como ela era espanhola e o Rei Felipe II, da Espanha, demonstrava interesse em se apoderar de Portugal na época, a maioria dos políticos portugueses não viam com bons olhos que ela governasse o país (seria facilitar as coisas pro Felipe II). E conseguiram que ela fosse deposta 5 anos depois. Aí o Cardeal Henrique de Avis-Beja, um dos principais nomes da Inquisição em Portugal, se tornou o novo regente, até que o Sebastião I tivesse idade pra assumir o poder.
E claro que durante esse período, com um inquisidor ditando as regras de Portugal, o Catolicismo Romano foi ganhando mais poder político do que nunca no país.
Criado com a presença constante de padres, o Sebastião I recebeu uma formação exageradamente católica. E por isso ele era incentivado a passar o tempo jejuando e se submetendo a outros rituais dessa igreja.
A idéia dos padres com isso era desviar os interesses dele do governo do país e fazer com que ele dedicasse o tempo só a questões religiosas. Assim, o Henrique de Avis-Beja viu que o Catolicismo Romano tava tão livre pra governar Portugal que decidiu entregar o poder ao rei quando ele tinha 14 anos: isso não atrapalharia em nada os interesses católicos. E como era de se esperar, ele deixou os padres mandarem no país.
Alguns historiadores afirmam que antes disso, ainda na pré-adolescência, o Sebastião I teve algumas relações com homens. Possivelmente, padres.
Mas a característica principal que a gente observa nesse rei, se a gente observar o comportamento dele, é uma insanidade bastante clara. Se os motivos disso eram neurológicos ou psicológicos... Podiam ser as 2 coisas. Como eu já disse, muitos antepassados dele (alguns dos quais eram deficientes mentais) eram parentes consangüíneos; e a criação exageradamente religiosa que ele teve provavelmente também produziu traumas.
A prova mais clara da conturbação mental do Sebastião I parece ter sido quando ele começou a se preocupar em converter os muçulmanos do Norte da África ao Catolicismo Romano, levando essa idéia a extremos cada vez maiores...
O Norte da África era um território completamente pobre, que não renderia nenhum lucro e ainda traria uma série de despesas pro Governo Português, caso fosse conquistado por ele. Mas, mesmo assim, em Junho de 1578, quando tinha 24 anos, o Sebastião I foi liderar pessoalmente o Exército Português no Marrocos naquilo que ele acreditava ser uma nova cruzada. Aparentemente, ele se via como uma espécie de santo católico que transformaria o Norte da África numa terra católica. E ele partia pro ataque seguindo apenas os próprios delírios, sem dar importância às palavras dos generais.
Todos os reis vizinhos, católicos e muçulmanos, viram em tudo aquilo apenas uma loucura, pois as pretensões dele nem tinham como ser realizadas. E menos ainda com ele atacando abertamente e sem obedecer a nenhum plano de batalha. Aparentemente, nem ele sabia o que tava fazendo, né?
Bom, o Sebastião I foi visto pela última vez lutando na Batalha de Alcácer-Quibir, em 04 de Agosto daquele ano. E depois disso nunca se soube o que aconteceu. Mas o mais provável é que ele tenha morrido por ali mesmo e que o corpo dele tenha se misturado aos dos vários guerreiros mortos espalhados pelo chão, né?
De qualquer forma, foi a partir daí que começaram as suposições sobre o destino final dele, já que era um destino ignorado por todos. E essas suposições logo se transformaram nas lendas populares que formaram o Sebastianismo. Ou seja, se podemos especificar uma data pro início do Sebastianismo, ele começou em 04 de Agosto de 1578.
Com o desaparecimento do Sebastião I sem filhos, o Henrique de Avis-Beja se tornou o novo Rei de Portugal. Mas 2 anos depois, o Felipe II invadiu Portugal, reclamando o trono pra ele e conseguindo isso à força.
Logo, o povo de Portugal inventou a lenda de que, em pouco tempo, o Sebastião I apareceria, expulsaria o usurpador espanhol e reassumiria o poder. E talvez tenha sido a partir daí que ele começou a ser visto como redentor do povo.
Em 1581, foi resgatado do Norte da África o cadáver de um jovem português que, aparentemente, era o rei desaparecido. E ele foi sepultado em Lisboa, com as devidas honras. Mas isso não acabou com as lendas populares e o Sebastianismo seguiu em frente.
Com a grande imigração de portugueses pras colônias da América do Sul, principalmente pras regiões que hoje são o Nordeste do Brasil, as lendas populares sobre esse rei logo se desenvolveram no nosso sertão, permanecendo ali por séculos.
Essas lendas sempre prometiam que um dia o Sebastião I voltaria pra libertar os adoradores dele de todas as dificuldades que eles sofriam.
Passando a ser visto como uma divindade popular pelos portugueses, ele acabou sendo associado a uma divindade católica com o mesmo nome: São Sebastião, que viveu 13 séculos antes do Rei Sebastião I.


E devido a essa confusão entre os 2, eles começaram, extra-oficialmente, a receber culto como se fossem a mesma divindade, chamada de forma genérica de “Dom Sebastião”.
Não que isso mudasse muita coisa, pois muitos sebastianistas nem sabiam direito a quem eles tavam adorando: o que eles chamavam de “Dom Sebastião” era tão somente a figura idealizada do Salvador do Mundo, que eles acreditavam que um dia apareceria pra salvar eles de todas as dificuldades que eles encontravam na vida que levavam.
É bom lembrar que o mito do salvador redentor, ou seja, essa lenda de que alguém vai chegar um dia pra libertar o povo de todas as situações difíceis nas quais ele vive, é uma lenda quase universal. É difícil encontrar um povo que não acredite nisso (esse personagem geralmente é um ser divino ou um ser humano que foi elevado à condição divina).
Mas enfim: no início do século XIX, alguns pequenos reinos não-legalizados foram fundados no Nordeste do Brasil sob a influência do Sebastianismo. Os reis desses reinos eram fanáticos religiosos que se diziam inspirados por “Dom Sebastião” e profetas dele. Geralmente eles diziam que a divindade tava escondida perto dali e apareceria em breve, trazendo riquezas infinitas e inigualáveis pro povo da região e libertando esse mesmo povo das dificuldades pelas quais passava.
Nesses reinos eram praticados diferentes tipos de rituais religiosos, dos mais primitivos aos mais evoluídos (pros padrões da época), usados pra cultuar “Dom Sebastião”. Alguns até iam mais pro lado do Catolicismo Romano do que do Sebastianismo. Mas alguns historiadores acham que esses seguiam os rituais católicos mais por hábito do que por devoção religiosa.
É bom lembrar que, apesar de ter evidentemente uma influência religiosa, o Sebastianismo nunca chegou a ser uma religião organizada nem dentro dos próprios grupos dele. Muito em vez de ser uma religião, era mais uma mistura de lendas populares confusas que cada um interpretava como queria. Podemos dizer que foi, no máximo, uma seita religiosa tão confusa que não deu certo.
Bom, é claro que os reinos sebastianistas eram destruídos pelas autoridades oficiais pouco depois de ser fundados, assim como os habitantes eram massacrados. E o mais famoso desses reinos provavelmente foi Canudos, na Bahia, destruído em 1897.
Apesar do foco principal do Sebastianismo no Brasil ter sido no Nordeste, alguns pequenos grupos também se manifestaram em Minas Gerais, aqui no Rio e em algumas outras regiões.
E até hoje, em algumas regiões mais isoladas do Brasil, os habitantes ainda contam lendas que tem “Dom Sebastião” desempenhando quase sempre a função de redentor de alguém ou de alguma coisa ou, no mínimo, falando sobre a volta dele algum dia.
Uma delas, por exemplo, conta que ele vive numa cidade mágica que fica mergulhada no litoral do Maranhão, em frente à Praia dos Lençóis: a Cidade Encantada d’El-Rei Dom Sebastião. E em todas as noites de Sexta-Feira que não tem luar, aparece nessa praia um touro negro gigante com uma estrela de luz na testa, assustando todos que tiverem por perto. Mas se alguém atirar uma pedra na estrela, vai fazer o touro sumir pra sempre. E como consequência disso, a cidade de São Luís vai afundar no Mar, ao mesmo tempo em que a Cidade Encantada d’El-Rei Dom Sebastião vai emergir diante da Praia dos Lençóis.


Essa lenda foi lembrada no samba enredo da Mangueira, no Carnaval de 1996, com a música Os Tambores da Mangueira Na Terra da Encantaria.

Have a nice week!
Thank you who’s commented at the enquete and you who will too.
Well, tomorrow will be the 430th anniversary of Sebastianism, an important part of the culture of Portugal and Brazil. So, today I’ll talk a little about it.
The main historical character of Sebastianism was King Sebastian I of Portugal. He was born in Lisbon on January 20th, in 1554, as Sebastian de Aviz-Beja.
His father was Prince John Emmanuel de Aviz-Beja and his mother was Princess consort Joan Habsburg.
John Emmanuel was King John III’s son and heir to the Portuguese Throne. But he died 17 days before Sebastian’s birth. So, the boy was named the heir to the Throne of Portugal at his birth.
Sebastian was born as a very sick child. And some historians suppose it was a consequence of many semi-incestuous marriages among his ancestors.
John III died in June 1557. So, the 3-year-old Sebastian became the new King of Portugal.
But of course a so young monarch might not rule the country. So, Queen consort Catherine Habsburg became the regent in his name. She intended to rule Portugal to Sebastian I’s adulthood. But she was Spanish. And King Philip II of Spain was a claimant to the Portuguese Throne. So, most of the Portuguese politicians didn’t want her as the regent. Anyway, she was deposed 5 years later. And Cardinal Henry de Aviz-Beja, an inquisitor, was named the new regent in name of Sebastian I to his adulthood.
Well, imagine an inquisitor ruling Portugal: the Roman Catholicism became stronger than it had ever been before in that country!
Anyway, Sebastian I was raised among roman catholic priests who did their best to make him a bigoted catholic person.
Actually, they wanted him to be a fanatic catholic king who played down the government and thought just about religion. And Henry de Aviz-Beja decided to stop his regency when Sebastian I was still 14, because he would never be in the way of the Roman Catholicism plans to rule Portugal. And actually he allowed the catholic priests to do anything which they wanted.
Some historians suppose this king had some homosexual affairs when he was still a preteen. And possibly his lovers were priests.


È certo che Sebastiano I era un re pazzo. Forse dovuto a motivi neurologici (ci sono stati molti matrimoni incestuosi fra i suoi antenati), forse dovuto a motivi psicologici (lui ha vissuto come fanatico fra sacerdoti cattolici).
La sua grande pazzia è stata volere convertire violentemente i musulmani del Nordafrica al Cattolicesimo Romano.
Il Nordafrica era una regione totalmente povera e darebbe solamente spese al Portogallo se diventasse un territorio suo. Ma nel Luglio del 1578, quando aveva 24 anni, Sebastiano I ci è arrivato con l’Esercito Portoghese, per cominciare quello che credeva essere una nuova crociata. Lui si vedeva come un santo cattolico che cambierebbe il Nordafrica in una regione cattolica. E attaccava senza fare attenzione alle parole dei suoi generali.
Gli altri re tutti quanti vedevano lui soltanto come un pazzo, visto che non sarebbe mai possibile fare quello che lui voleva. E sarebbe ancora meno possibile farlo attaccando come lui lo faceva. È quasi certo che nemmeno lui sapeva quello che faceva.
Sebastiano I è stato visto per l’ultima volta nella Battaglia di Ksar-el-Kebir, nel 4 Agosto dello stesso anno. E nessuno ha mai saputo se è stato morto nella stessa occasione o dopo questo in altra situazione.
Comunque sia, i miti parlando di lui hanno cominciato nello stesso giorno. Così, possiamo dire che il Sebastianismo è nato nel 4 Agosto del 1578.
Senza Sebastiano I, che non ha mai avuto figli, Erico I è diventato il nuovo Re del Portogallo. Ma 2 anni dopo questo, Filippo II di Spagna ha attaccato il Portogallo e è diventanto il suo nuovo re.
Allora, i portoghesi hanno cominciato a raccontare il mito che Sebastiano I tornerebbe presto per distruggere l’usurpatore spagnolo e continuare come il Vero Re del Portogallo. E da quell’epoca, hanno cominciato a vederlo come un redentore.
Nel 1581, il cadavere di un giovane portoghese trovato nel Nordafrica è portato nel Portogallo. Si credeva che fosse Sebastiano I e così gli hanno dato sepoltura. Ma il Sebastianismo ha continuato.
Nella stessa epoca, molti portoghesi sono venuti a vivere nel Nordest del Brasile, portandoci i miti del Sebastianismo, che continuerebbero in quella regione per secoli.
Questi miti dicevono che un giorno Sebastiano I tornerebbe per liberare i suoi seguaci dal male.


Sebastián I de Portugal se cambió en una divinidad folclórica portuguesa. Y así empezáron a confundirlo con una divinidad católica con el mismo nombre: San Sebastián, que vivió 13 siglos antes de Sebastián I. Y los 2 empezáron a recibir culto como si fueran la misma divinidad, llamada de “Dom Sebastião”.
Bueno, la verdad es que los propios sebastianistas no sabian muy bien a quien daban culto. La divinidad que llamaban “Dom Sebastião” era solamente un Salvador del Mundo idealizado, que ellos creían que regresaría un día para libertarlos de sus dificultades.
Es importante recordar que el mito del redentor, o sea, de la persona que llegará un día para libertar sus adoradores de las situaciones difíciles de sus vidas, es un mito casi universal. Son pocos los pueblos que no creen en ese tipo de mito (casi siempre ese personaje es un ser divino o un ser humano que se cambió en divino).
En el siglo XIX, algunos pequeños reinos sebastianistas eran vistos en el Nordest de Brasil. Los reyes de esos reinos eran adoradores fanáticos de “Dom Sebastião”. Generalmente, decían que esa divinidad estaba próxima y regresaría en poco tiempo, trayendo riquezas a su pueblo y libertándolo de sus dificultades.
Había allá muchos tipos diferentes de culto a la divinidad. Y algunos eran hasta mismo más católicos que sebastianistas. Pero algunos historiadores dicen que esos eran católicos más por costumbre que por devoción.
Es importante recordar que el Sebastianismo no fue nunca una religión propiamente, pero sí un grupo de mitos religiosos extraños y confusos que las personas narraban.
Bueno, es claro que los reinos sebastianistas eran destruidos por las autoridades oficiales poco después de haber sido fundados. Y sus habitantes en general eran muertos. El más conocido de esos reinos fue Canudos, destruido en 1897.
El Sebastianismo en Brasil ocurrió también en Minas Gerais, Rio de Janeiro y algunas otras regiones.
Hasta hoy, en algunas regiones más aisladas de Brasil, los habitantes todavía narran mitos sobre “Dom Sebastião”.
Uno de esos mitos nos habla que él vive en una ciudad debajo del Mar de Maranhão, delante de la Playa de Lençóis: la Cidade Encantada d’El-Rei Dom Sebastião. Y se dice que en las noches de Viernes que no tienen claro de luna, un gran toro negro de que todos tienen miedo puede ser visto con una estrella en su cabeza. Pero en el día que alguna persona lanzará una piedra en la estrella, hará el toro desaparecer por siempre. Y al mismo tiempo, hará la ciudad de São Luís sumergir en el Mar y la Cidade Encantada d’El-Rei Dom Sebastião emerger delante de la Playa de Lençóis.
Ese mito fue recordado por la Escuela de Samba Mangueira, en el Carnaval de 1996, con la canción
Os Tambores da Mangueira Na Terra da Encantaria.

8 comentários:

Anônimo disse...

isto é o que dá a nefasta influência das religiões nos governos, especialmente a igreja católica.
portugal perdeu tudo o que lhe restava neste período, um rei louco, devido a doutrinação da igreja, morre adolescente numa cruzada impossível, portugal cai na mão dos espanhóis durante 60 anos, perde várias colônias para a mui amiga inglaterra, que só não as havia roubado antes por causa do tratado de amizade perpétua entre os dois países, tratado este que só foi bom para a inglaterra (aliás esta história do tratado dá até um post no blog).
mas como portugal era então,parte da espanha então eles se sentiram livres para agir. o interessante é que quando portugal recuperou sua independência a inglaterra nem se preocupou em devolver as colônias.
além disso o grande poder que a igreja católica conquistou neste período, e que se estende até hoje transformou portugal em um dos países mais atrasados do mundo, que só agora com a comunidade européia parece evoluir.
evolução esta que nós e as outras ex-colônias não receberemos, por não fazermos parte da CE. ao contrário, só recebemos foi o atraso, a influência da igreja (agora também os ditos evangélicos), o preconceito, a pobresa etc

Leo Carioca disse...

Assino embaixo de tudo o que você disse!

HOMBRESPARAHOMBRES disse...

Hola Leo, muy interesante la historia del rey Sebastiao I y su tiempo. Felipe II, no tenía bastantes problemas que se apropió de Portugal y la fastidió. Bueno, Sebastiao, su locura y su leyenda aparte del sebastianismo, sirvió al gran Donizetti para escribir una ópera llamada Don Sebastiano, que trata de sus andanzas por el norte de África.
Un abrazo para tí.

Leo Carioca disse...

Hum! Interessante!
Eu não conhecia essa ópera, mas vou me buscar mais informações sobre isso.
Valeu pela dica!
Um abraço também!

Javier disse...

Una historia muy curiosa !!!

Leo Carioca disse...

Es verdad!

Anônimo disse...

isso nao é crença inventada nao!,é ispirada pelo proprio Don sebastiao,ele construiu um castelo no fundo do mar sim,e também é o lider dos encantados.

Leo Carioca disse...

Tá bom
Se você acredita, nada contra.