sexta-feira, 30 de abril de 2010

THOMAS MANN 1875-1955

Oi!!!

Bom, como a maioria de vocês já devem saber, tá correndo em Uganda uma proposta pra que a homossexualidade seja punida com a morte. E os opositores dessa lei pedem uma mobilização mundial contra os parlamentares que defendem essa lei.
O Avaaz tá divulgando uma petição pra pessoas ao redor do planeta assinarem se opondo a essa lei. Então, o site de utilidade pública que eu vou linkar aqui esse mês é o deles. Lá vai:

https://secure.avaaz.org/po/uganda_rights_3/97.php?cl_tta_sign=c5269381c6a4ede15f9286427d985959

Bom, hoje a gente vai dar uma olhada em mais um personagem histórico bissexual: o escritor alemão Thoman Mann.

Paul Thomas Mann nasceu em Schleswig-Holstein, em 06 de Junho de 1875.
O pai dele era alemão e a mãe era brasileira.
Aparentemente desde a adolescência, o Paul sempre sentiu desejos homossexuais. Mas, até onde se pode provar, ele nunca transou com homem nenhum e passou a vida inteira reprimindo esses desejos.
A única pessoa com quem ele se abriu desde a adolescência sobre o assunto foi o irmão mais velho dele, o futuro escritor Heinrich Mann.
O Paul se formou em Jornalismo pela Ludwig-Maximilians-Universität München e pela Technische Universität München.
Em 1901, ele publicou o 1º livro dele: Buddenbrooks. E assinou com o nome artístico de Thomas Mann.
A partir de então, ele se tornou um nome conhecido na sociedade alemã da época.
Um dos amigos mais famosos do Thomas era o pintor e violinista Paul Ehrenberg.
Em 1905, o Thomas se casou com a Katia Pringsheim. E no mesmo ano, nasceu a 1ª filha deles, a Erika.
No ano seguinte, nasceu o 2º filho deles, o Klaus. E não parou por aí: em 1909, nasceu o 3º filho deles, o Angelus; em 1910, nasceu a 4ª filha deles, a Monika; em 1918, nasceu a 5ª filha deles, a Elisabeth; e em 1919, nasceu o 6º e último filho deles, o Michael.
Ao longo dos anos 20, vendo que as ideias nazistas começavam a ganhar força na Alemanha, o Thomas começou a se manifestar em público contra elas.
Em 1929, ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.
Em 1933, quando o Nazismo chegou definitivamente ao poder na Alemanha, o Thomas foi pra Suíça com a família dele. Até hoje, os historiadores não parecem ter chegado a uma conclusão definitiva se ele foi exilado ou se ele fugiu. Mas, dentro do contexto em questão (ele era anti-nazista e a esposa dele era judia), é a mesma coisa, né?
Em 1939, eles deixaram a Europa e se mudaram pros Estados Unidos, onde se fixaram.
Em 1952, o Thomas decidiu voltar pra Suíça, onde ficaria pro resto da vida.
Ele morreu de aterosclerose em 12 de Agosto de 1955, 2 meses depois de completar 80 anos.
Em 1975, um diário do Thomas foi publicado, revelando, entre outras coisas, um amor platônico que ele sentia pelo amigo Paul Ehrenberg.
O Thomas é considerado um dos maiores romancistas da 1ª metade do século XX. E alguns estudiosos de Literatura observam insinuações de homossexualidade nos livros dele.

Hoy hablaremos un poco de otro personaje histórico bi: el escritor alemán Thoman Mann.
Paul Thomas Mann nació en Schleswig-Holstein, en 6 de Junio de 1875.
Su padre era alemán y su madre era brasileña.
Aunque tuviera deseos homosexuales desde muchacho, lo más posible es que Paul nunca haya tenido relaciones físicas con hombres.
La única persona con quien entonces habló de su sexualidad fue su hermano mayor, el futuro escritor Heinrich Mann.
Paul tuvo su formación en Periodismo en la Ludwig-Maximilians-Universität München y en la Technische Universität München.
En 1901, él publicó su primer libro: Los Buddenbrook (con el nombre artístico de Thomas Mann).
Desde entonces, su nombre empezó a quedarse famoso en Alemania.


Paul Ehrenberg era uno degli amici famosi di Thomas e il suo grande amore.
Nel 1905, Thomas ha sposato Katia Pringsheim. E loro prima figlia, Erika, è nata nello stesso anno.
Loro hanno avuto altri 3 figli e 2 figlie: Klaus (nel 1906), Angelus (nel 1909), Monika (nel 1910), Elisabeth (nel 1918) e Michael (nel 1919).
Lungo gli anni 20, Thomas ha visto che il nazismo cominciava a svilupparsi nella società tedesca. E così ha cominciato a parlarne contro in pubblico.
Nel 1929, gli è venuto conferito il Premio Nobel per la Letteratura.
Thomas e sua famiglia sono andati nella Svizzera nel 1933, visto che il nazismo ha cominciato a governare la Germania da quell’anno. Non si sa chiaramente se loro sono stati esiliati o se sono scappati via dalla Germania, ma sarebbe lo stesso, visto che Thomas era contro il nazismo e Katia era ebrea.

After have left Germany and moved to Switzerland in 1933, Thomas and his family left Europe in 1939. They moved to the States.
In 1952, he decided to go back to Switzerland for staying there to the rest of his life.
Thomas died of atherosclerosis on August 12th, in 1955. And he had had his 80th birthday just 2 months before.
In 1975, a diary of his was published. And, among other secrets about his private life, it revealed he had had homosexual feelings for his friend Paul Ehrenberg when he was young. But it’s possible Thomas had no physical sexual contact to any male in his life.
He’s usually seen as one of the greatest novelists of the early 1900s. And some Literature scholars see references of homosexuality in some of his books.


Bom, é isso. Até mês que vem!

terça-feira, 27 de abril de 2010

DESMISTIFICANDO AS LENDAS DE ‘POLTERGEIST’

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, diretor e roteirista estadunidense Oliver Robins.

Ele nasceu em New York, em 1971.
Quando o Oliver ainda era criança, a família dele se mudou pra Califórnia e ele começou a fazer comerciais pra televisão.
Pouco depois, quando ele tinha 10 anos, a mãe dele ouviu falar de uma seleção de meninos pra trabalhar num filme de Steven Spielberg: era Poltergeist.
Na verdade o diretor do filme era o Tobe Hooper. O Steven Spielberg foi roteirista e produtor.
O Oliver diz que, a princípio, apesar de saber que o filme seria uma história de terror, tratou aquilo como uma brincadeira.
Ele diz que não sabia exatamente o que ia encontrar durante as gravações, embora soubesse que apareceriam algumas coisas assustadoras. Mas, no início, também não achou que o filme seria grande coisa nem teria muita repercussão. Até porque os personagens são uma família norte americana comum, apesar de passarem por uma aventura sobrenatural. Mas o grande barato do filme foi exatamente que eles conseguiram se tornar simpáticos ao público de tal forma que, quando você assiste o filme, você quer simplesmente que eles escapem da criatura sobrenatural que persegue eles.
O Oliver interpretou o Robbie, uma das crianças da família perseguida. E acha que os personagens infantis também passavam um certo realismo porque o diretor não cobrou dos atores mirins que eles fossem atores, mas sim que eles fossem crianças mesmo, o mais naturais possíveis.
Na cena em que o palhaço de brinquedo do Robbie se transforma num monstro e ataca ele, os braços do palhaço se enrolaram sem querer em volta do pescoço do Oliver e ele quase morreu sufocado mesmo! Quem salvou ele foi o próprio Steven Spielberg, que correu na hora e tirou o negócio do pescoço dele.
O filme foi lançado em Junho de 1982. E no mesmo ano, o Oliver gravou mais 3 filmes.
Nos anos seguintes, ele aproveitou pra se dedicar mais aos estudos e se divertir como criança mesmo. E ele diz que esse foi um período legal também, porque permitiu que ele aproveitasse o final da infância.
Mas ele continuou fazendo peças de teatro na mesma época.
Em 1986, o Oliver teve em Poltergeist II: The Other Side (que recebeu o título brasileiro de Poltergeist II: O Outro Lado), interpretando o mesmo personagem.
Ele lembra que nenhum dos 2 filmes, apesar de serem histórias de terror, tinha cenas de pessoas sendo estripadas nem de sangue espirrando, como se vê em outros filmes de horror. Até porque a intenção ali era fazer uma sátira de horror, e não um filme traumatizante de horror, né?
Em 1987, o Oliver foi convidado pra interpretar o mesmo personagem em Poltergeist 3, mas não se interessou.
Sempre que possível, ele desmente as fofocas de que aconteciam manifestações sobrenaturais de verdade durante as filmagens ou que o filme era amaldiçoado e coisas assim.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre esses 3 filmes em Junho de 2008, lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_06_01_archive.html

Quando terminou de gravar Poltergeist II, o Oliver deixou a carreira de ator na televisão e no cinema profissional, mas continuou fazendo filmes particulares de curta metragem, escritos, produzidos e dirigidos por ele (embora ele mesmo não tenha o número exato de quantos foram). Alguns podem ser encontrados na Internet.
Em 1999, ele estreou como roteirista, com o filme Eating L.A.
No ano seguinte, o Oliver estreou como diretor, com o filme Dumped, do qual ele também foi roteirista.
Ele teve até agora 7 trabalhos como ator no cinema e televisão, 4 como roteirista e 3 como diretor.

Today we’ll talk a little about the American actor, director and scriptwriter Oliver Robins.
He was born in New York, in 1971.
When Oliver was still a kid, his family moved to California and he started working at advertisements.
A little later, when he was 10, his mother knew about an audition for a Steven Spielberg’s movie: he was looking for a boy for Poltergeist.
Actually it was a Tobe Hooper’s movie. Steven Spielberg was its scriptwriter and producer.
Oliver says he’s always known that was a horror story. But even so he saw that as fun.
He didn’t know exactly what he would find during the filming, in spite of knowing there would be some scary things. But when they started filming he thought the movie wouldn’t be as famous or recognized as a horror classic as it would soon become. Even because the main characters were a common American family (in spite of being in a supernatural adventure). But the most interesting about this movie is they’re so nice that when you watch the film you just want them to escape from the supernatural creature who tries to kill them.


Oliver ha avuto la parte di Robbie, uno dei bambini del film Poltergeist: Demoniache Presenze. E dice che i bambini erano realisti perché il direttore diceva ai piccoli attori che voleva che fossero bambini, e non attori, con un comportamento naturale.
Nella scena in cui il clown di Robbie diventa un mostro e l’attacca, le braccia del clown si sono accidentalmente attorcigliate intorno al collo di Oliver e lui è quasi stato soffocato così! Ma Steven Spielberg è riuscito a correre a lui e salvarlo.
Il film è messo in circolazione nel Giugno del 1982. E nello stesso ano, Oliver è stato in 3 altri film.
Gli anni dopo, lui ha passato il suo tempo studiando e giocando come qualche altro bambino. E dice che quella è stata un’epoca molto piacevole della sua vita, visto che allora ha vissuto la fine della sua infanzia.
Ma Oliver ha continuato lavorando come attore teatrale.
Nel 1986, lui è stato in Poltergeist II: The Other Side (conosciuto in Italia come Poltergeist II: L’Altra Dimensione), anche nella parte di Robbie.

Oliver nos recuerda que en las 2 primeras películas de la saga Poltergeist, aunque fueran historias de horror, no había escenas de personas teniendo sus tripas arrancadas o con su sangre saliendo a chorros, como se ve en otras películas de horror. Hasta mismo porque la intención allá era hacer una sátira de horror, y no un film traumatizante de horror, ¿verdad?
En 1987, él fue invitado a actuar como su mismo personaje de las otras películas (Robbie) en Poltergeist 3, pero no lo aceptó.
Siempre que lo puede, él habla contra los mitos (chismes, en verdad) que dicen que había manifestaciones sobrenaturales mientras que las películas eran rodadas, que las películas son endemoniadas y cosas semejantes.
Si todavía no lo viste, hay un post hablando de las 3 películas en este blog. Puedes clicar sobre el enlace arriba para verlo.
Cuando acabó su parte en Poltergeist II, El Otro Lado, en 1986, Oliver dejó su carrera como actor de televisión y cine profesional, pero continuó haciendo films particulares de cortometraje que lo tenían como guionista, productor y director. Algunos pueden ser encontrados en Internet.
En 1999, él tuvo su primera vez como guionista profesional, con la película Eating L.A.
En 2000, Oliver tuvo su primera vez como director profesional, en Dumped.
El tuvo hasta ahora 7 trabajos como actor en Cine y TV, 4 como guionista y 3 como director.


Até mais.

domingo, 25 de abril de 2010

UM GALÃ VENEZUELANO

Oi!!!

Só uma palavrinha antes de entrar no tema de hoje.
Alguém comentou no post abaixo sobre os filmes de horror de que eu já falei aqui. Bom, sim. Desde o início do blog, tem vários. Embora o Super CECG&B não seja especificamente um site de filmes de terror, com certeza ele contém vários posts mencionando filmes desse tipo. E nunca vi ninguém reclamando nos comentários. Então, se tá desagradando, posso afirmar que não tá desagradando muito: as pessoas podem até não falar nada quando gostam de alguma coisa; mas com certeza elas falam quando NÃO gostam de alguma coisa, né?rsrs
Mas enfim: eu só queria aproveitar a deixa pra lembrar que, quando surge um post sobre esse assunto no Super CECG&B, o objetivo na verdade é falar sobre alguma produção do passado (podem ver que a maioria deles são dos anos 90 pra trás), que pode ou não ser um filme de terror: também já fiz posts sobre desenhos animados antigos, sobre seriados... E vem mais posts sobre outras produções por aí.
Bom, é isso. E hoje a gente vai dar uma olhada no ator, diretor teatral e engenheiro venezuelano Víctor Cámara.

Víctor Manuel Cámara Parejo nasceu em Caracas, em 10 de Junho de 1959.
Bem antes que ele nascesse, a família dele já era ligada ao meio artístico: o avô, o pai e a mãe dele também eram atores.
Desde adolescente, o Víctor frequentou cursos de interpretação, começando a trabalhar em várias peças de teatro como ator.
Ele se formou em Engenharia pela Universidad Central de Venezuela. Mas, ao mesmo tempo em que se graduava, ele nunca deixou de trabalhar como ator de teatro.
Enquanto trabalhou no teatro, o Víctor não se limitava apenas a ser ator, trabalhando também nas outras áreas relacionadas ao teatro. Ele fez de tudo um pouco, mas foi principalmente ator e diretor teatral.
Desde então, ele passou a usar o nome artístico de Víctor Cámara.
Em Fevereiro de 1977, ele se casou com a Ivette Planchard. E tão juntos até hoje.
Em 1979, o Víctor estreou na televisão, na novela La Comadre.
Em 1984, com 25 anos,ele teve na novela Topacio, o trabalho dele mais conhecido no Brasil, lançado aqui com o título traduzido de Topázio (apesar de que só chegou aqui no início dos anos 90, lançado pelo SBT).


Em 1995, o Víctor estreou no cinema, com o filme Rosa de Francia.
Em 1997, nasceu a Samantha, a única filha dele com a Ivette.
Desde 2008, o Víctor mora no México, pra onde se mudou pra gravar uma novela.
Além dos vários trabalhos no teatro, ele teve até agora 29 trabalhos como ator no cinema e televisão como personagens fixos. Mas, contando com as participações especiais, ele já apareceu em mais de 60 novelas.
Além das carreiras de ator e de diretor de teatro, o Víctor também segue em frente com a carreira de engenheiro em imobiliárias do México e da América Central.
Pra quem quiser conhecer o site oficial dele, tem versões em Espanhol, Inglês e Italiano. Lá vai o link:

http://www.victorcamara.com/

Today we’ll talk a little about the Venezuelan actor, theater director and engineer Víctor Cámara.
He was born in Caracas, on June 10th, in 1959, as Víctor Manuel Cámara Parejo.
Before his birth, his family was already an acting family. His grand-father, father, and mother were actors.
As a teen, Víctor started attending acting courses. And then he went ahead with his career as an actor and could be seen in several theater shows.
He graduated as an engineer at Universidad Central de Venezuela. But while he attended university, he continued acting at theater.


Mientras que trabajaba en el teatro, Víctor no fue solamente un actor allá. Trabajó también en todos los otros campos laborales del teatro. Hizo un poco de todo, pero fue principalmente actor y director.
Desde entonces, él usa el nombre artístico de Víctor Cámara.
En 1977, él se casó con Ivette Planchard, que es su esposa hasta hoy.
La primera telenovela de Víctor fue La Comadre (1979).
En 1984, él estuvo en la telenovela Topacio, su trabajo más conocido aquí en Brasil, que recibió el nombre brasileño traducido de Topázio (pero fue visto en Brasil, en la cadena de televisión SBT, solamente en el inicio de los años 90).

Il primo film di Víctor è stato Rosa de Francia (1995).
Nel 1997, è nata Samantha, sua unica figlia con sua moglie Ivette.
Dal 2008, Víctor abita in Messico, grazie alle sue telenovele.
Lui è già stato in tantissimi show teatrali ed ha avuto fino adesso 29 lavori come attore in Cinema e TV nella parte di personaggi fissi. Ma quando si vede le partecipazioni speciali che ha già avuto, si scopre che è già stato in più di 60 telenovele.
Víctor non è soltanto un attore e direttore teatrale, ma anche un ingegnere con una carriera negli affari di questo tipo del Messico e dell’America Centrale.
Voi potete clicare sul link sopra per visitare il suo sito ufficiale. Ci sono le versioni dei testi in Italiano, Inglese e Spagnolo.


Até mais!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

GORDINHO, BAIXINHO E CARECA, SIM! E DAÍ?

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador, diretor, roteirista e mágico estadunidense Jason Alexander.

Jason Scott Greenspan nasceu em New Jersey, em 23 de Setembro de 1959.
Ele estudou na Livingston High School.
Quando era adolescente, o Jason queria ser mágico (já fazendo algumas apresentações com o nome artístico de Jason Alexander). Mas quando viu que não teria um grande desenvolvimento nessa profissão, ele decidiu ser ator.
Ele começou a perder os cabelos com 16 anos, sempre foi meio gordinho e nunca cresceu muito (tem 1, 64m de altura). Assim, ele já percebeu logo de cara que não seria galã.rs Por isso mesmo, a maioria dos trabalhos dele foram pro lado da comédia.
Mas o 1º filme do Jason não teve nada de comédia. Foi um filme de terror: The Burning (lançado no Brasil com o título de A Vingança de Cropsy), de 1981. Ele tinha 22 anos e interpretou o personagem Dave. Aliás, apesar de interpretar um jovem num slasher, o personagem dele não morre! Curioso, né?rs
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre esse filme em Agosto de 2009. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2009_08_01_archive.html

Também em 1981, o Jason se casou com a atriz Daena E. Title. E tão juntos até hoje.
Também nos anos 80, o Jason começou a trabalhar como ator de teatro, mantendo uma constante carreira teatral até hoje.
E ele também canta frequentemente em vários shows que faz.
Em 1992, nasceu o 1º filho do Jason com a Daena: o Gabriel.
No mesmo ano, o Jason estreou como diretor, em 1 capítulo do seriado Seinfeld, no qual ele também trabalhava como ator.
E em 1996, nasceu o 2º filho dele com a Daena: o Noah.
No ano seguinte, o Jason interpretou o personagem Buzz, no filme com temática gay Love! Valour! Compassion! (que recebeu o título brasuca de Entre Amigos).
Em 1999, o Jason teve o único trabalho dele até agora como roteirista, no especial The Whitey Show.
O Jay, como é chamado pelos amigos, teve até agora 64 trabalhos como ator no cinema e televisão (além de vários trabalhos no teatro), 23 como dublador, 6 como diretor e 1 como roteirista.

Today we’ll talk a little about the American actor, voice actor, director, scriptwriter and magician Jason Alexander.
Jason Scott Greenspan was born in New Jersey, on September 23rd, in 1959.
He studied at Livingston High School.
As a teen, Jason wanted to be a magician (and at that time he already used Jason Alexander as his stage name). But when he realized such career wouldn’t go ahead, he decided to start an acting career.
He started loosing his hair at 16, he’s never been a thin guy and he’s never been very tall (he’s 164 centimeters tall). Then, he soon understood he wouldn’t be among the main male sex symbols. And most of his career as an actor has been based on comedy.


La primera película de Jason fue un film de horror: The Burning (1981). El tenía 22 años y actuó como Dave. Dicho sea de paso, es curioso que su personaje sea uno de los que no se mueran, aunque sea un joven en una película de horror slasher, ¿verdad?
Si no lo viste, puedes clicar sobre el enlace arriba para tener más informaciones acerca de esa película en un post de Agosto de 2009 de este blog.
1981 fue también el año en que Jason se casó con la actriz Daena E. Title. Y ellos están juntos hasta hoy.
También en los años 80, Jason empezó a trabajar más directamente como actor teatral. Y mantiene constantemente tal carrera hasta hoy.
El casi siempre también canta en sus shows.


Il primo figlio di Jason e sua moglie Daena è nato nel 1992: Gabriel.
Nello stesso anno, Jason ha avuto il suo primo lavoro come direttore, in Seinfeld (lui era anche un attore di questo serial).
Suo secondo figlio con Daena è nato nel 1996: Noah.
L’anno dopo, Jason è stato nel film Love! Valour! Compassion! (conosciuto in Italia come Le Stagioni dell’Amore), come il personaggio Buzz.
Nel 1999, lui ha avuto il suo unico lavoro fino adesso come soggettista: The Whitey Show.
Jay, come lo chiamano i suoi amici, ha avuto fino adesso 64 lavori come attore in Cinema e TV (senza parlare dei suoi tantissimi show teatrali), 23 come attore vocale, 6 come direttore e 1 come soggettista.

HINO HOMÉRICO À TERRA

E já que ontem foi o Dia da Terra, vamos lembrar dessa data com o hino homérico à Magna Mater Gaia, deusa da Terra:

Eu cantarei a Terra, Mãe de todas as coisas.
Inabalável ancestral do Mundo.
Origem de tudo que se arrasta sobre o solo, nada nas águas e voa nos ares.
De Ti, Augusta Deusa, nascem os belos frutos, pois Tu lhe dás ou retiras a subsistência segundo Tua vontade.
Da riqueza que espalhas, na abundância de Teu coração, o homem retira todas as coisas: a colheita que enche os campos e o gado robusto que lá prospera.



Homero

quarta-feira, 21 de abril de 2010

CALVÍCIE

Oi!!!

Hoje eu decidi fazer um post sobre um assunto que, em maior ou menor grau, preocupa muitos homens: a perda de cabelos.
Apesar de que a calvície se manifesta tanto em homens quanto em mulheres, ela geralmente assusta mais os homens porque é mais perceptível neles: nos homens, os cabelos todos da mesma área da cabeça vão caindo quase ao mesmo tempo (geralmente acima da testa em alguns homens e no alto da cabeça em outros), fazendo a careca crescer visivelmente naquela parte específica da cabeça; nas mulheres, os cabelos vão caindo em quantidades iguais pela cabeça toda, o que não costuma deixar uma careca muito aparente, embora a perda da quantidade de cabelos delas também seja inegável (se você der uma olhada na cabeleira de uma mulher que hoje tem 60 anos e comparar com a cabeleira dela de quando ela tinha 20 anos, você vê claramente que a cabeleira dela era bem mais cheia naquela época do que hoje).
Bom, a calvície, como a gente vê, tá ligada ao envelhecimento: todo ser humano, conforme vai envelhecendo, vai perdendo a quantidade de cabelos que tinha antes. Não quer dizer que vai ficar careca, mas inevitavelmente vai ter uma quantidade de cabelos menor na velhice do que tinha na juventude. Então, até aí, a calvície é um processo natural do organismo humano. Não há por quê ter medo dela nem tentar evitar ela de forma absoluta (até porque você não vai conseguir).
Mas é claro: se tá uma coisa muito acelerada, se você percebe que tá perdendo mais cabelos do que seria comum em pouco tempo (principalmente se você ainda tem menos de 30 anos), aí é o caso de procurar um dermatologista pra ver o que tá acontecendo. Porque a calvície aí pode ser pelos mais variados motivos: desequilíbrio hormonal, alergia aos produtos com que você lava os cabelos, estresse psicológico... E a maioria desses casos têm controle se forem tratados ainda no início.
De qualquer forma, seja lá o tipo de calvície que a pessoa desenvolva, mesmo que não tenha como controlar momentaneamente (eu digo ‘momentaneamente’ porque, como a gente já viu, com o tempo a calvície chega, mais cedo ou mais tarde, com mais intensidade ou com menos intensidade), também não é nenhuma tragédia. Pode não ser muito agradável, pode não ser muito legal, mas é uma imposição da Natureza.
E não faltam exemplos de homens com mais de 40 anos, carecas e bem sucedidos:

O Cecil Thiré...

...o Marcos Caruso...

...o Ney Latorraca...

...o Ney Matogrosso...

...o Sílvio de Abreu...

...e até mesmo a Nany People já disse numa entrevista que, por baixo das perucas coloridas que ela usa, ela é careca.
Só lembrando: não tô falando da boca pra fora, não! Eu tenho 34 anos, ainda não posso dizer que tenho poucos cabelos, mas já tenho bem menos do que antes e já se percebem os primeiros sinais de calvície aparecendo acima da minha testa. E que eu sei, obviamente, que vão aumentar ao longo do tempo. E tô bem tranquilo com isso.

Baldness is something inevitable. But if it’s developing so quickly, look for a dermatologist.

La calvicie es una cosa inevitable. Pero si está desarrollando muy rápidamente, busca un dermatólogo.

La calvizie è una cosa inevitabile. Ma si sta aumentando molto rapidamente, cerca un dermatologo.

Até mais!

domingo, 18 de abril de 2010

HOMENS GRUDENTOS = APURRINHAÇÃO

Oi!!!

Uma espécie de ‘reclamação’ que eu já ouvi contra mim é que eu sempre reclamo de mulher. Então decidi fazer esse post hoje pra esclarecer algumas coisinhas sobre isso:

1º- Como eu já disse em outros posts em outras ocasiões, eu não sou obrigado a idolatrar as mulheres nem a achar as mulheres o máximo só porque eu sou gay e elas são mulheres. Nem acho que elas tenham o mesmo tipo de obrigação em relação a mim. Podemos ser amigos? Podemos nos dar bem um com o outro? Óbvio que sim. Mas isso não quer dizer que tem que haver um endeusamento recíproco (e nem mesmo um endeusamento unilateral, que seja) só porque um é gay e o outro é mulher. Assim sendo, se uma mulher faz uma merda, eu não tenho a obrigação de fechar os olhos pra essa merda, fingir que tá tudo bem e dar razão à mulher só porque eu sou gay e ela é mulher. Nem espero o mesmo da parte dela se eu fizer alguma merda.

2º- Em relação à minha vida pessoal ou a erros que eu vejo as pessoas cometendo e que me atingem de alguma forma, eu não reclamo de mulher: eu reclamo de pessoas que me incomodam e me atrapalham. Se um homem me apurrinha, eu acho que me cabe o direito de não gostar e de me manifestar; se uma mulher me apurrinha, como eu já disse acima, não sou obrigado a fingir que tá tudo bem só porque ela é mulher e eu sou gay, o que também me dá o direito de não gostar e de me manifestar. Mas tem certos tipos de apurrinhação que, provavelmente por motivos culturais, a gente recebe bem mais de mulheres do que de homens. A superproteção e a infantilização, por exemplo. Olhem a diferença de quantidade de mulheres superprotetoras e infantilizadoras pra quantidade de homens superprotetores e infantilizadores. Mas, isso não quer dizer que não existem homens superprotetores e infantilizadores. E é exatamente sobre isso que eu vou falar aqui hoje.

Bom, na maioria das situações que eu já andei observando por aí, os avôs são o tipo de homem mais superprotetor e mais infantilizador.
Vamos ver alguns exemplos do que eu digo:
Eu já vi avô preocupadíssimo porque o neto de 14 anos (sim, catorze!) tava sozinho em casa, “porque é perigoso criança ficar sozinha em casa”. E ligando pra ele e falando frases idiotas do tipo:

“Não mexe em fogo, não, tá, filhinho?”

Eu também já vi avô falando com o neto adolescente que nem débil mental. Por exemplo:

“Quando vochê era pequenininho, vovô levava vochê na páia pá vochê bincá...”

Eu também já vi avô que, quando viu o neto ADULTO abrindo a geladeira pra botar alguma coisa lá dentro e fechando logo depois (não demorou nem 5 segundos), chegou pra alguém que tava do lado e ficou:

“Olha lá, fulana! Olha lá a geladeira aberta!”

Como quem diz:

“O garotinho está brincando de abrir a porta da geladeira e gastando luz!”

Claro que também pode não ser o avô. Mas quase sempre é um homem mais velho da família que tem esse tipo de comportamento: tem pai que é assim, tem irmão mais velho que é assim, tem tio que é assim, tem primo mais velho que é assim...
Naquelas reuniões grandes de família, em que se juntam realmente todas as criaturas da família, das mais agradáveis às mais desagradáveis (aquelas reuniões que, das duas uma: ou você adora estar ali; ou você sente verdadeiro nojo de estar ali), a gente eventualmente vê aquele homem mais velho do que o outro parente que ele tá infantilizando, quando se senta com essa outra pessoa à mesa na hora de almoçar, ficar assim em tempo integral:

“Olha aqui! Come isso! Come aquilo! Olha aqui! Tem isso, tem aquilo, tem aquilo outro...”

Ele fala isso com o tom de voz mais débil mental do Mundo! E a cada minuto ele fica pegando as comidas que tão servidas na mesa e botando na frente da outra pessoa, colocando a comida no prato da outra pessoa sem ela pedir, colocando a bebida no copo da outra pessoa sem ela pedir...
Ou então, enquanto ela tá comendo, ele fica assim o tempo todo pra alguém que teja por perto:

“Vai lá e pergunta o que ele quer! Ele pode tá precisando de alguma coisa! Vê se ele quer alguma coisa!”

Aí, quando a pessoa vai botar sal na comida ou açúcar no refresco que ela tá bebendo, ele fica (também com o tom de voz mais retardado do Mundo):

“Chega, filhinho! Chega, filhinho!”

A princípio, você pode até achar isso “bonitinho” ou “engraçadinho”. Mas vá se colocar no lugar da outra pessoa que tá aturando isso 60 minutos por hora!
Agora me digam: vocês acham que eu vou dar razão a esse tipo de homem ou apoiar esse tipo de homem? Óbvio que não! Me dá até um certo nojo quando eu encontro uma criatura dessas por aí. Nem chego mais perto do cara quando identifico que ele é assim ou se ele começa a se comportar dessa forma comigo.
Agora, falando por mim, pelas experiências que eu tive na minha vida pessoal, eu diria que se comportar da forma como eu descrevi acima é um defeito mormente de mulher mesmo. De todas as pessoas que alguma vez já tentaram me superproteger e me infantilizar, quase todas sempre foram mulheres. Homens, com exceção de uns 2 ou 3 retardados que eu já encontrei pelo caminho, nunca me trataram assim.
Mas tem gente que gosta de ser tratada assim, né?
Eu já vi até gays, inclusive, dizendo que se sentem “aconchegados” e “compreendidos” (SIC) quando são superprotegidos por uma mulher.
Bom, os que gostam de ser tratados assim por uma mulher, que façam bom proveito. Os que gostam de ser tratados assim por um homem, a mesma coisa. Mas EU não quero nenhum dos 2 pra mim, com certeza!
Então, espero que tenha ficado claro que eu não tenho nenhum problema específico com mulher. Só não gosto e não aturo certos comportamentos chatos, desagradáveis, incômodos, apurrinhantes, que tanto homens quanto mulheres têm. Só que não se pode negar o óbvio: alguns desses comportamentos são mais comuns em mulheres do que em homens. Mas ninguém aqui tá inocentando os homens que têm esse tipo de comportamento.

I don’t put up with nasty men and I don’t put up with nasty women either.

Yo no soporto hombres fatidiosos y tampoco soporto mujeres fatidiosas.

Io non sopporto uomini noiosi ed anche non sopporto donne noiose.

Até mais!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

SE A VERDADE DESAGRADA, PROBLEMA DOS CRISTÃOS CONSERVADORES

Oi!!!

Bom, como vocês devem saber, no mês passado o Bill Clinton e o Bush Jr fizeram uma visita política ao Haiti, pra ver as condições em que o país se encontra depois do grande terremoto que devastou o Haiti em Janeiro.
Num determinado momento, depois de apertar a mão de um haitiano, o Bush Jr limpou a mão na camisa do Bill Clinton.
Se você não viu, dê uma clicada aí:

http://www.youtube.com/watch?v=PAPIzInz1qY

Bom, pra quem se diz, antes de mais nada, um cristão conservador (na verdade, ele passou 8 anos seguidos dizendo isso), acho que o Bush Jr mostrou claramente o que são cristãos conservadores, né?
Podemos entender que alguém que se diz um cristão conservador tem nojo de negro e tem nojo de pobre. Não sou eu que estou dizendo: são as evidências que o Mundo inteiro viu nessa cena. Se a verdade desagrada, fazer o quê?

If you think about conservative Christianism, think about the guy above.

Si tú piensas en el Cristianismo conservador, piensa en el tipo arriba.

Se tu pensi al Cristianesimo conservatore, pensa al tipo sopra.

Bom, fica aí algo pra refletir. Lembrando que eu estou falando aqui de cristãos CONSERVADORES (é o que ele mesmo diz que é), e não de qualquer cristão.

Até mais!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

ATENA e DEMÉTER

ATENA


A maioria dos historiadores supõem que essa deusa é originária de Creta, pois já são encontrados registros do culto dela lá por volta do ano 4000 a.C. Mas o principal centro de culto dela era Atenas, que hoje é a capital da Grécia. E era lá que aconteciam a maioria dos rituais dedicados a ela.
Quase sempre os mitos e lendas populares mencionavam os reis de Atenas se consultando com Atena em momentos específicos da vida deles.
Ela protege os fabricantes de armas, os tecelões e os confeccionadores que trabalham com artes manuais em geral.
Na Grécia Antiga, Atena também recebia culto como deusa da guerra. Mas, ao contrário de Ares, que também tava associado à guerra mas sempre partia direto pra carnificina, Atena era a favor da guerra só em último caso, quando todas as soluções pacíficas pro problema já tinham sido esgotadas: a violência gratuita pertencia a Ares, e não a Atena.
Ela era imaginada pelos gregos antigos como a deusa que, apesar de ser sempre extremamente corajosa, nunca agia sem antes pensar nas conseqüências. E entre todos os deuses olímpicos, Atena era a única considerada com uma sabedoria compatível com a de Zeus, tomando sempre as decisões mais racionais e sem criar um envolvimento sentimental profundo com quase nada.
Atena era vista como uma deusa virgem, talvez pra poder nunca ter um contato mais próximo com ninguém. Mas, devido a isso, os sacerdotes e sacerdotisas dela tinham que fazer voto de castidade.
Esse comportamento ‘frio’ e ‘distante’ com que essa deusa era imaginada é explicado por um motivo muito simples: Atena é o símbolo religioso da mulher que assumiu um comportamento considerado masculino pra poder ter vez e ser valorizada numa sociedade machista. Então, ser o mais racional possível e proteger as pessoas mais racionais é tudo de que ela precisa.
O animal e o vegetal que simbolizam Atena são a coruja e a oliveira.

Most of the historians say Athena is a goddess from Crete, because there are some historical registers of her worship in Crete in the 4000s B.C. But the main center of Athena’s worship was Athens. And most of her rituals used to take place there.
Many myths mention the kings of Athens asking Athena’s advice at specific moments of their lives.
She protects arm makers, weavers and artisans at all.
In the Ancient Greece, Athena was also worshiped as the goddess of war, but not in Ares’ way. Athena accepts war only if there isn’t any kind of peaceful solution to a problem. Bloodbath is not her job.
She was seen as an extremely courageous deity by the ancient Greeks. But she’s never acted before thinking about the consequences of her acts. And among all the Olympian Deities, Athena was the only one imagined as having a kind of wisdom similar to Zeus’. Her decisions were always rational and she rarely had a strong emotional connection to anything.
Athena was seen as a virgin goddess. Maybe because it helped her to avoid any stronger contact to other beings. But thanks to that her priests and priestesses had to live without sex too.
The “cold” behavior imputed to this goddess is easily explained: Athena is the religious symbol of women who act in a masculine way to have some value in a patriarchal society. Then, she just has to be as rational as she can and to protect “her” people (rational people).
The animal and vegetal which symbolize this goddess are owl and olive tree.


La mayor parte de los historiadores dicen que Atenea es una diosa de Creta, puesto que hay algunos registros históricos de su adoración en Creta más o menos en 4000 a.C. Pero el principal centro de su culto era Atenas, donde ocurría la mayor parte de sus rituales.
Muchos mitos hablan de reyes de Atenas pediendo consejos a esa diosa en momentos específicos de sus vidas.
Atenea protege los armeros, tejedores y artesanos.
Los antíguos griegos la adoraban también como la diosa de la guerra, pero no como Ares. Atenea acepta la guerra solamente si ho hay ninguna solución pacífica para un problema. La carnicería no le pertenece.
Ella era vista como una divinidad extremamente intrépida, pero que nunca actuaba antes de pensar en las consecuencias de sus actos. Y entre todas las Divinidades Olímpicas, Atenea era imaginada como la única que tenía una sabiduría semejante a la de Zeus. Sus decisiones eran siempre racionales y ella casi nunca tenía relaciones emocionales muy fuertes con nada.
Ella era vista como una diosa virgen. Tal vez porque eso la ayudaba a no tener relaciones muy fuertes con otros seres. Pero por cuenta de eso, sus sacerdotes y sacerdotisas tenían que vivir sin sexo como ella.
El comportamiento “frío” atribuído a Atenea es fácil de ser comprendido: ella es el símbolo religioso de la mujer que actúa de modo masculino para tener valor en una sociedad patriarcal. Así, solamente tiene que ser lo más racional posible y proteger “su” gente (las personas racionales).
El animal y el vegetal que la simbolizan son la lechuza y el olivo.


La parte più grande degli storiografi dice che Atena è una dea cretese, visto che ci sono dei registri storici del suo culto in Creta verso gli anni 4000 a.C. Ma il principale centro del suo culto era Atene, dove succedevano i suoi rituali più importanti.
Molti miti ci raccontano che i re di Atene si consultavano con questa dea in dei momenti specifici delle loro vite.
Atena protegge gli armaioli, i tessitori e gli artigiani.
Gli antichi greci la cultuavano anche come la dea della guerra, ma non come Ares. Atena accetta la guerra soltanto se non c’è nessuna soluzione pacifica per un problema. I bagni di sangue non appartengono a lei.
La vedevono come una divinità estremamente coraggiosa, ma che non agiva senza pensare prima. E fra le Divinità Olimpiche tutte quante, vedevono Atena come l’unica che aveva un sapere simile a quello di Zeus. Quello che lei decideva era sempre razionale e lei quasi mai aveva qualche relazione emozionale molto forti con niente.
La vedevono anche come una dea vergine. Forse perché questo l’aiutava a non avere qualche relazione molto forte con altri esseri. Ma proprio per questo, il suoi sacerdoti e sacerdotesse dovevano vivere senza sesso come lei.
Il comportamendo “freddo” attribuito a Atena è facile di capirsi: lei è il simbolo religioso della donna che agisce di modo mascolino per avere valore ad una società patriarcale. Così, ha bisogno di essere razionale tanto quanto sia possibile e proteggere la “sua” gente (le persone razionali).
L’animale ed il vegetale che la simboleggiano sono la civetta e l’olivo.


DEMÉTER


Essa deusa parece ser claramente de origem grega, adorada pelos primeiros habitantes da Grécia há vários milênios.
Deméter costuma ser mencionada como deusa da terra e da vegetação. E é, realmente. Mas é de um tipo específico de terra e vegetação: ela era vista pelos gregos antigos como a deusa da terra cultivada e da agricultura. Então, a terra e a vegetação que tão numa floresta aonde nenhum ser humano vai, por exemplo, não são matéria dela. Mas as que tão num campo cultivado, são.
O culto dessa deusa se espalhou basicamente por todos os territórios do Norte do Mediterrâneo e pelo Oriente Próximo.
Mas o principal centro do culto de Deméter era a cidade de Elêusis, na própria Grécia. Lá eram realizados os Mistérios de Elêusis, que eram, talvez, a maior manifestação religiosa da Grécia Antiga.
Pra tentar explicar bem o que eram os Mistérios de Elêusis eu teria que fazer um post falando só sobre isso, porque é um assunto muito extenso. Então, pra simplificar, vamos dizer que era um grande ritual ligado ao nascimento, à vida, à morte, à ressurreição e à terra. E quem participava deles tomava conhecimento de segredos que não podiam ser divulgados pra nenhum não-iniciado.
O culto de Deméter é diretamente associado ao da filha dela. E elas costumavam ser invocadas juntas, mencionadas simplesmente como “As Duas Deusas”.
Essa filha de Deméter, durante a Primavera e o Verão, se chama Core, e fica junto com os deuses da agricultura; durante o Outono e o Inverno, ela se chama Perséfone, e fica junto com os deuses da morte.
Essas idas e vindas da filha pra perto e pra longe de Deméter mostram que ela representa a mãe que sempre acolhe carinhosamente o filho de volta, mesmo que esse filho precise se afastar de vez em quando. Ela é o símbolo religioso da mulher que, em primeiríssimo lugar, quer ser mãe: engravidar, parir, amamentar e criar o filho são a grande prioridade dela. Qualquer outra coisa vem em 2º plano pra ela.
Por isso mesmo, no imaginário popular dos gregos antigos, Deméter nunca se casou e só teve poucos amantes: nunca foi muito importante pra ela ser esposa ou amante, mas sim mãe.
O animal que simboliza Deméter é a porca. E todos os vegetais que são tradicionalmente cultivados em qualquer tipo de agricultura também são símbolos dela, mas principalmente o trigo.

Demeter seems to be a goddess from Greece, worshiped by its 1st inhabitants millennia ago.
She’s usually mentioned as the goddess of earth and vegetation. And she is, of course. But she’s the goddess of a specific kind of earth and vegetation: she was seen by the ancient Greeks as the goddess of the cultivated earth and agriculture. Then, for example, reigning over the earth and vegetation which stay in a forest where no human being goes is not her job. But reigning over the ones which stay in a vegetable garden is.
Demeter was worshiped in almost all the territories of the North Coast of Mediterranean and the Near East.
But the main center of her worship was Eleusis, in Greece. The Eleusinian Mysteries took place there. And they were perhaps the greatest religious manifestation in the Ancient Greece.
We can simplify saying the Eleusinian Mysteries were a great ritual connected to birth, life, death, resurrection and earth. And the people who had taken part in it couldn’t reveal to anyone the secrets which they had seen in the ritual.
Demeter’s worship is extremely connected to her daughter’s. By the way, both were worshiped together under the religious title “The Goddesses”.
During Spring and Summer her daughter is named Kore and stays alongside the deities of agriculture. During Fall and Winter she is named Persephone and stays alongside the deities of death.
It shows Demeter is the mother who is forced to accept when her child goes away from her, but also accepts her child back when it’s the child’s time to come back. She’s the religious symbol of women who want to be mothers before anything. Getting pregnant, giving birth, breast-feeding and raising a child are her priority. Anything else is less important to her.
That’s why the ancient Greeks imagined her as a goddess who’s never got married and had only a few lovers: she wants to be a mother, not a wife or a lover.
The animal which symbolizes her is sow. And all the vegetables cultivated in gardens (but especially wheat) symbolize her.


Es casi cierto que Demetra sea una diosa griega, adorada por los primeros habitantes de Grecia hace milenios.
Ella es casi siempre mencionada como la diosa de la tierra y de la vegetación. Y es claro que lo es. Pero es la diosa de un tipo específico de tierra y de vegetación: ella era vista por los antíguos griegos como la diosa de la tierra cultivada y de la agricultura. Así, por ejemplo, reinar sobre la tierra y la vegetación que se quedan en una floresta donde ningun ser humano se va no hace parte de su poder. Pero reinar sobre la tierra y la vegetación que se quedan en un huerto, sí.
Demetra era adorada en casi todos los territorios de la Costa Norte del Mediterráneo y en el Oriente Cercano.
Pero su principal centro de culto era Eleusis, en Grecia. Los Misterios Eleusinos, que ocurrían allá, eran tal vez la mayor manifestación religiosa en la Grecia Antígua.
Se puede simplificar diciendo que los Misterios Eleusinos eran un gran ritual vinculado al nacimiento, a la vida, a la muerte, a la resurrección y a la tierra. Y las personas que habían participado de eso no podían revelar a nadie los secretos que habían visto en el ritual.
El culto de Demetra está asociado al culto de su hija. Dicho sea de paso, las 2 eran adoradas juntas con el título religioso de “Las Dos Diosas”.
En la Primavera y Estío, su hija es llamada Core y se queda junto a los dioses de la agricultura. En el Otoño e Invierno, se llama Perséfone y se queda junto a los dioses de la muerte.
Eso nos muestra que Demetra es la madre forzada a aceptar cuando su hijo se va, pero también lo acepta cuando está en el tiempo de su regreso. Ella es el símbolo religioso de la mujer que quiere ser madre antes que todo. Quedarse embarazada, dar a luz, amamantar y educar un hijo son su prioridad. Todas las otras cosas le son menos importantes.
Por eso, los antíguos griegos la imaginaban como una diosa que nunca se casó y tuvo solamente pocos amantes: ella quiere ser madre, y no esposa o amante.
El animal que simboliza Demetra es la cerda. Y todos los vegetales cultivados en huertos (pero antes que todo el trigo) la simbolizan.


È quasi certo che Demetra sia una dea greca, che riceveva il culto dei primi abitanti della Grecia millenni fa.
Quasi sempre si parla di lei come la dea della terra e della vegetazione. E chiaramente lo è. Ma è la dea di un tipo particolare di terra e vegetazione: gli antichi greci la vedevono come la dea della terra coltivata e dell’agricoltura. Così, per esempio, regnare sulla terra e la vegetazione che restano in una foresta dove nessun essere umano va non fa parte del suo potere. Ma regnare sulla terra e la vegetazione che restano in un orto, sì.
Demetra era adorata nelle terre quasi tutte quante della Costa Nord del Mediterraneo e del Vicino Oriente.
Ma il centro principale del suo culto era Eleusi, nella Grecia. I Misteri Eleusini, che succedevano là, erano forse la principale manifestazione religiosa della Grecia Antica.
Si può semplificare dicendo che i Misteri Eleusini erano un gran rituale legato alla nascita, alla vita, alla morte, alla risurrezione ed alla terra. E le persone che avevano partecipato di questo non potevano dire a nessuno i segreti che avevano visto nel rituale.
Il culto di Demetra è legato a quello di sua figlia. A proposito, le 2 erano adorate insieme con il titolo religioso di “Le Due Dee”.
Nella Primavera ed Estate, sua figlia si chiama Kora e resta insieme agli dei della agricoltura. Nell’Autunno ed Inverno, lei si chiama Persefone e resta insieme agli dei della morte.
Questo ci mostra che Demetra è la madre forzata ad accettare quando suo figlio se va, ma anche l’accetta quando arriva il tempo del suo ritorno. Lei è il simbolo religioso della donna che vuole essere madre prima di tutto. Essere incinta, partorire, allattare e educare un figlio sono la sua priorità. Le altre cose tutte quante le sono meno importanti.
Per questo, gli antichi greci l’immaginavano come una dea che non è mai stata sposata ed ha avuto solo dei pochi amanti: lei vuole essere una madre, e non una moglie o un’amante.
L’animale che simboleggia Demetra è la scrofa. Ed i vegetali tutti quanti coltivati negli orti (ma specialmente il grano) la simboleggiano.


Até mais!

domingo, 11 de abril de 2010

O MAIS FAMOSO BABUÍNO MUTANTE DO CINEMA DE TERROR

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar de uma produção pós-oitenteira: o filme de terror Shakma, lançado no Brasil com o título de A Fúria Assassina.

O filme foi escrito pelo Roger Engle e dirigido pelo Tom Logan.
Esse não é um slasher e também não é um filme de assombração: é um filme de mutante. Daquele tipo em que uma criatura normal é geneticamente modificada e transformada num monstro porque é atingida por alguma energia radioativa, porque tem contato com alguma substância tóxica ou porque é submetida a algum tipo de experiência.
O último filme desse tipo de que eu falei aqui foi The Incredible Melting Man (O Incrível Homem Que Derreteu), em Outubro de 2008. Não viu? Tá aí o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_10_01_archive.html

Bom, a criatura em questão nesse filme aqui é um babuíno chamado Shakma, que é acidentalmente transformado numa fera assassina mutante pronta pra despedaçar qualquer coisa que se mexa na frente dele!
O babuíno que aparece no filme é um babuíno sagrado de verdade, chamado Typhoon (“babuíno sagrado” é o nome que se dá aos babuínos cinzentos).


O nome dele aparece creditado no final.rs
Só nas cenas em que o animal corria algum risco de vida ou de se machucar é que usaram bonecos mecânicos em formato de babuíno. E mesmo assim os bonecos nunca eram mostrados inteiros (a câmera sempre fechava nas patas, na boca e tal).
Nunca é feito nenhum mistério sobre o tema principal da história. Na verdade, aos 6 minutos de filme, tudo isso que eu disse acima sobre o enredo já começa a ser revelado.
O cenário também não oferece grandes surpresas: a história se passa toda num prédio que serve como campus a uma universidade de Medicina. A única coisa que muda é que mais de 90% das cenas são dentro do prédio e uma meia dúzia de takes rápidos mostram ele por fora. E aparentemente parece que foi tudo gravado num prédio de verdade mesmo. Até onde eu pude me informar, não foi usado nenhum cenário de estúdio, não.
No elenco, só tem 2 nomes mais famosos: o Christopher Atkins e o hoje falecido Roddy McDowall.



Pra quem não viu, eu fiz um post sobre o Christopher em Novembro de 2008. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008_11_01_archive.html

O Roddy, que por sinal era assumidamente gay, interpretou o macaco Cornelius na série cinematográfica O Planeta dos Macacos.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre essa série em Julho de 2009. Esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

Parece que primatas bizarros foram comuns nos filmes em que o Roddy trabalhou, né?rs
Alguns personagens desse filme são verdadeiras caricaturas: o Sam (personagem do Christopher) é o herói bonitão, loiro, de olhos azuis, que é bonzinho o suficiente pra se culpar por tudo de ruim que aconteceu na história (o que até um certo ponto é verdade) e que derrota o ‘monstro’ no final; o Sorenson (personagem do Roddy) é uma espécie de cientista louco, que passa o tempo todo esquecendo as coisas que acabou de falar, esquecendo o que combinou que ia fazer agora há pouco e esquecendo que dia é hoje; o Bradley é um nerd pós-hippie, barbudo, com óculos enormes, com a aparência bastante suja e que passa o tempo todo mascando um chiclete... Mas, descontando esses clichês bobos, até que os personagens cumprem as expectativas da história.
Shakma foi lançado em Outubro de 1990.
Pra quem quiser ver, lá vai o trailer:

http://www.youtube.com/watch?v=HgU__2zW2b0

O filme começa mostrando o tal prédio da faculdade.


Depois disso, vemos um professor de medicina chamado Sorenson realizando uma cirurgia, enquanto é observado pelos alunos.
Ajudado pelos alunos Richard e Gary, ele abre o crânio de uma criatura (não é mostrado o que é) com um bisturi e injeta uma substância no cérebro da criatura.
Daí corta pruma cena em que somos apresentados ao herói da história: o Sam, um dos alunos da faculdade.
Ele tá conversando com um colega, o Bradley, sobre o jogo que vai ter lá naquela noite: eles vão usar o prédio como cenário prum jogo de RPG. Vai ser uma espécie de esconde-esconde estilizado em que 1 dos participantes monitora todos os outros.
Detalhe: esse participante que vê todos os outros, cognominado “mestre do jogo”, é o próprio Professor Sorenson, que também vai participar da brincadeira. E os outros participantes são os alunos dele: o Sam, o Bradley, o Gary, o Richard, a Kim e a Tracy (que é namorada do Sam).
Bom, não seria uma certa falta de profissionalismo (pra não dizer queimação de filme com o reitor da universidade) desse professor participar desse tipo de brincadeira no ambiente de trabalho dele?
Mas enfim: o Bradley explica ao Sam que cada jogador vai usar um comunicador, mas que só o mestre do jogo faz contato com esses comunicadores (os jogadores não se comunicam entre si). E cada jogador vai ter um rastreador colocado na roupa que vai permitir que o mestre veja, por uma tela, em que parte do prédio ele tá.
O objetivo do jogo é chegar à sala onde tá a “princesa do jogo” sem ser visto pelo Richard, que vai participar do jogo como “vilão”, espreitando os jogadores pelos corredores do prédio. E eles têm que andar pelos corredores e procurar as pistas que indicam qual é a sala onde a princesa tá. E ir pegando os “tesouros” (bolas de gude, saquinhos de purpurina e coisas assim) espalhados pelos corredores, pra ganhar pontos.
A Kim, que faz a princesa, quase tem orgasmos múltiplos quando olha pro Sam. Mas ele, apesar de entender qual é a dela, vê ela só como uma garotinha deslumbrada.
Depois de falar com o Bradley, o Sam se encontra com a Tracy numa sala da faculdade, na mesma hora em que o Richard e o Gary tão trazendo o animal operado por eles. E quando a Tracy pergunta o quê foi operado, eles respondem que foi um babuíno da faculdade, chamado Shakma.
Quando a Tracy pergunta por que usaram o “macaco”, o Richard explica que aquilo não é exatamente um macaco, mas sim um babuíno: o 2º mais feroz de todos os primatas (depois do ser humano). E que exatamente por isso, ele foi usado numa experiência pra tentar diminuir a ferocidade dele... O Sorenson aplicou uma substância experimental no cérebro dele pra isso. Mas o bagulho produziu o efeito inverso, ou seja, aumentou ainda mais a ferocidade do bicho!
Segundos depois, vemos que a coisa ficou ainda mais séria do que pensavam, pois o Shakma acorda da anestesia soltando rugidos parecidos com os de um leão e quebrando tudo ao redor dele! Ou seja: a experiência transformou o babuíno normal num babuíno mutante!
Pra fazer o babuíno ficar com essa ‘voz’, dublaram ele com os rugidos de um leão de verdade mesmo.
Bom, quando acorda, o bicho chega a arranhar o Richard. Mas antes que ele faça mais estragos, o Sam tem tempo de injetar um sedativo nele, fazendo ele desmaiar de novo.
Só tem uma coisa estranha aí: a criatura acabou de ter a cabeça aberta e o cérebro operado e não aparece, nem nessa cena nem em nenhuma outra ao longo do filme, nenhum vestígio da operação na cabeça dele! Nem uma manchinha de sangue nos pelos! Será que ele ficou tão mutante assim que adquiriu uma capacidade de cicatrização absoluta em poucos minutos?rs
Bom, nesse meio tempo, o Gary apertou o botão do alarme de emergência da sala, fazendo o Sorenson correr pra lá. E quando contam o que aconteceu, ele manda dar um sedativo mais forte ainda ao babuíno, mesmo sabendo que ele provavelmente não vai sobreviver a isso: não há mesmo como reverter o processo que ele sofreu.
O Sam fica puto, pois o Shakma era uma espécie de bichinho de estimação dele na faculdade. Aliás, ele gostava tanto de primatas que tinha até um macaquinho de pelúcia que ele deixava lá na faculdade! Que meigo, né?rsrs Depois dizem que os gays é que são frescos!
Bom, em vez de injetar phenothiazina no Shakma, o Sam injeta phenacyclaphetamina. Embora isso não esclareça muita coisa pra gente, o que dá a entender é que isso faria o animal sofrer menos dor e, consequentemente, seria um sedativo mais fraco.
Depois, quando o Richard entra na sala onde ficam as jaulas dos animais (e onde também fica o incinerador pra queimar os animais mortos), no 5º andar do prédio, levando o babuíno desacordado, o Sorenson entra logo depois dele, mandando ele deixar o babuíno lá em cima de uma mesa, porque no dia seguinte ele quer fazer uma autópsia (e acreditando que ele já deve tá até morto por causa da phenothiazina).
Nem é preciso muita imaginação pra saber quais são as consequências disso, né?rsrs
E mais uma: como o alarme de emergência tava com defeito, quando o Gary ligou ele, não teve mais como fazer ele parar de apitar, o que fez com que o Gary desativasse o mecanismo geral do alarme (e esquecesse de ligar de novo depois).
Bom, de noite, o Sorenson tranca as portas do prédio pra ninguém entrar e atrapalhar o jogo, dá o comando pro outros começarem e vai pra sala dele, de onde vai monitorar o jogo pelo computador.
Aliás, a sala onde ele tá é o único lugar do prédio que tem um telefone! E vejam só: um prédio de 9 andares, que é o campus de uma universidade, não tem nenhuma câmera de segurança em lugar nenhum! E não fica nem 1 único vigia nem sequer na portaria do andar térreo! Que espécie de faculdade é essa, que fica tudo 100% largado assim e sem comunicação quase nenhuma?! Aí já é esculachar, né?rsrs
Bom, o jogo começa.
O Sam vai procurar pistas no 4º andar do prédio. Aí ele encontra a Tracy e os 2 ficam lá se esfregando numa sala escura (mas não tem nenhuma cena de sexo no filme, nem aí nem depois rs).
E o Gary vai procurar pistas no 2º andar, enquanto o hipponga Bradley vai pro 5º andar e entra na sala onde ficam as jaulas dos animais. E se horroriza quando vê quase todas as jaulas arrebentadas, os animais que tavam dentro delas despedaçados a dentadas e sangue espirrado pelas paredes!
Segundos depois, ele olha pro lado e vê o Shakma, que avança e derruba ele.
No mesmo instante, o sinal dele some da tela do computador do Sorenson, que fica sem entender o que aconteceu... Aliás, o público também fica sem entender o que aconteceu, né?rs Tudo bem: deu pra entender que o Bradley morreu. Mas o sinal dele ia se apagar por causa disso? Afinal, o rastreador ainda tava na roupa dele. E, até 2ª ordem, ligado!
Bom, o Sorenson manda o Richard ir até a sala onde perdeu o sinal do Bradley pra ver o que houve. E ele vai ‘feliz da vida’ mesmo!rs É que, de todos ali, o Richard é o que tá menos a fim de participar. Por 3 motivos básicos: ele não gostou de ser o vilão (além de ter que usar uma ridícula máscara de monstro de borracha por causa disso); ele tem um encontro marcado com a namorada Laura, que vai passar lá de carro pra pegar ele às 3h da manhã; e (o principal) ele acha esse jogo uma apurrinhação e só tá jogando pra puxar o saco do professor.
Chegando à sala dos animais, além de encontrar a mesma destruição que o Bradley encontrou, ele ainda vê o cadáver do colega, degolado a dentadas, caído no chão! E ao ouvir alguma coisa se aproximar rosnando, ele corre pruma espécie de armário de parede da sala e se tranca lá... Só o tempo do babuíno chegar e começar a se jogar contra a porta. Mas, como não consegue arrombar, o bicho acaba desistindo e se afastando.
Aí o Richard vê um vidro de ácido hidroclórico numa prateleira do armário e (imbecilmente) resolve pegar aquilo pra usar como arma contra o babuíno, em vez de continuar seguro lá dentro até chegar ajuda.
Bom, quando ele sai lá de dentro, o babuíno não tem dificuldade em avançar nele e ele acaba derrubando o ácido sobre a própria cabeça.
Depois de tentar se comunicar com o Richard e não conseguir, o Sorenson tranca a sala dele e resolve ir à sala dos animais pessoalmente pra ver o que tá havendo lá... Ele trava o elevador quando salta no 5º andar e, segundos depois, vê pegadas de babuíno sujas de sangue por todo o chão!
Depois que vai à sala dos animais e encontra os alunos mortos, o Sorenson corre de volta pro elevador pra pedir ajuda, ao mesmo tempo em que ouve alguma coisa rosnando atrás dele! Só que ele não tem tempo de destravar o elevador, pois o babuíno vem correndo e avança nele!
Ouvindo os ‘rugidos de leão’ lá em cima, o Sam entende que o Shakma tá vivo e solto! Assim, ele nem tem tempo de começar a comer a Tracy e vai correndo com ela, pela escada, até o 5º andar... Depois de andar alguns metros pelo corredor, vendo no chão as pegadas sangrentas do babuíno, o Sam acaba esbarrando com o próprio bicho! Mas ele tem tempo de correr e bater a porta da escada antes que o babuíno alcance ele (as portas das escadas são pesadas demais pro bicho empurrar).
O Sam e a Tracy sobem pro 6º andar pela escada, pra procurar um telefone e vão correndo pelos corredores de lá. E ao mesmo tempo, o Shakma já chegou a um ponto tão grande de ferocidade que, só de ouvir os passos deles no andar de cima, começa a pular, tentando alcançar o teto pra atacar eles! E mais tarde ele vai começar a atacar e quebrar até os armários e mesas que encontra nas salas, ou seja, a ferocidade mutante que ele adquiriu vai aumentando a cada hora!
Sem encontrar comunicação e lembrando que não podem acionar o alarme de emergência porque o Gary desativou ele no prédio todo, o Sam e a Tracy não têm outra saída a não ser descer pro 5º andar pra verem o que houve lá e se defenderem do babuíno da forma que der.
Chegando em frente à sala dos animais, eles veem um cadáver caído no chão lá dentro, mas não conseguem identificar quem é. E o Shakma vem correndo lá de dentro na direção deles! Mas o Sam tem tempo de fechar a porta da sala e manter ele lá dentro. E a Tracy fica segurando a porta, enquanto o Sam corre pelos corredores do andar pra ver se tem mais alguém ferido.
Ele encontra o cadáver do Sorenson caído no elevador. E arrasta ele até a escada, sem perceber que o chaveiro do Sorenson, com a chave da porta principal do prédio, ficou no elevador!
Depois, o Sam e a Tracy correm também pra escada.
Sem saber se o cara que eles viram caído na sala dos animais tá vivo ou não, o Sam decide voltar lá pra ver. E combina com a Tracy que ela distraia o Shakma enquanto ele faz isso, pois ela não vai ter força pra carregar um homem ferido (se o cara ainda tiver vivo, vai precisar de ajuda pra andar).
Ela consegue atrair o babuíno pra perto do elevador, enquanto o Sam entra na sala. Mas quando vê o estado em que o corpo do Richard ficou, ele corre pro lavatório da sala e começa a vomitar!
Enquanto isso, a Tracy se enfia dentro de uma espécie de armário do corredor pra se esconder. Mas o Shakma fareja ela e começa a arrebentar o armário!
Ouvindo os gritos dela, o Sam corre até lá e atrai o babuíno pruma sala de 2 portas. E quando o bicho entra por uma porta, ele sai pela outra e fecha, correndo pra pegar a Tracy logo depois e indo pra escada com ela.
Eles decidem se separar pra reunir o Bradley (que eles pensam que ainda tá vivo), o Gary e a Kim: o Sam vai ver quem tá do 4º andar pra baixo e a Tracy vai ver quem tá do 6º andar pra cima.
A Tracy pega o comunicador do professor e, parando em frente ao elevador no 6º andar, ela tenta entrar em contato com os outros pelo aparelho. Mas só consegue entrar em contato com o Gary, que tá exatamente no elevador, subindo pro 6º andar. E lá ele encontra o chaveiro do Sorenson, que bota no bolso.
Só que o Shakma ouviu o elevador se movendo e apertou o botão no 5º andar!
Conclusão: o elevador para no 5º, o Shakma entra e o Gary já era! E quando o elevador chega no 6º e a porta abre, a Tracy só vê o babuíno terminando de matar o Gary e sai correndo dali, se trancando num banheiro.
Ela consegue segurar a porta, enquanto o babuíno tenta arrombar do outro lado. Mas num determinado momento, ela resolve soltar a porta pra pegar a lixeira do banheiro e botar atrás da porta pra escorar. Só que, enquanto ela tenta fazer isso, o bicho entra!
Ela tenta fugir pelo basculante do banheiro, mas o babuíno alcança e mata ela!
Enquanto isso, o Sam chega ao refeitório da faculdade e finalmente descobre que é lá que a Kim tava escondida. E ele conta a ela o que tá acontecendo.
Eles se armam com facas de cozinha e se preparam pra subir pro 6º andar. Mas, no caminho, passam por uma janela e veem o carro da Laura parado lá embaixo, esperando o Richard.
Eles chegam na janela e gritam por ela o mais alto que podem. Mas ela tá dentro do carro, com todos os vidros fechados e ouvindo música. Então, já era.
Assim, eles sobem pro 6º andar, mas o Sam vai na frente e eles se separam. E a Kim, passando em frente a um banheiro, olha pro chão e vê pegadas ensanguentadas de babuíno saindo de lá!
Ela sai procurando o Sam e encontra ele, em frente ao elevador, tendo acabado de encontrar o cadáver do Gary ali.
A Kim conta ao Sam o que viu no banheiro e ele diz a ela pra subir até o alto do prédio e continuar tentando chamar a atenção da Laura. E enquanto isso ele entra no banheiro, mas só encontra a Tracy morta.
No 8º andar, a Kim encontra um dos tesouros do jogo escondido num sofá do corredor: um saco de bolas de gude. E resolve aproveitar e jogar aquilo em cima do carro da Laura, pra chamar a atenção dela... Mas não acerta nenhuma bola lá!
Finalmente, a Kim tem a ideia de usar uma lanterna pra chamar a atenção da Laura quando ela olhar pra cima. Só que isso surte o efeito contrário: quando olha pra cima e vê a luz se mexendo na janela, a Laura conclui que eles ainda tão jogando dentro do prédio e vão demorar. Assim, ela liga o carro e vai embora.
Sem saber o que fazer, a Kim decide descer até a sala dos animais pra recolher o corpo do Richard. Mas lá ela encontra o Shakma, que mata ela... Mas ele não tinha ido pro 6º andar?! Só se ele aprendeu a andar de elevador e desceu de volta pro 5º, né? Bom, tudo bem. Até que um babuíno aprender a operar um elevador não é uma coisa tão difícil assim...
Mas enfim: enquanto isso, o Sam tá ajeitando os cadáveres do Gary e da Tracy no canto de uma sala. E finalmente, no bolso da calça do Gary, ele encontra o chaveiro do Sorenson! Mas, depois de sair correndo à procura da Kim pra contar o que achou, ele encontra ela morta na sala dos animais.
Sem ter mais o que fazer, o Sam destranca a sala do Sorenson e liga pro 911. Mas tem uma crise de culpa e acaba desligando: como agora só restaram ele e o Shakma no prédio, ele decide que ele tem que matar o babuíno pra se redimir das mortes de todos ali.
Colocando protetores contra mordidas nos braços, o Sam se arma com uma lança e vai pra uma das salas, onde prepara uma armadilha pro Shakma: inundando o chão de água, ele coloca todos os fios da instalação elétrica daquele andar ali, encostados na água. Quando o babuíno entra e pisa na água, ele liga a corrente elétrica... Mas, apesar de queimar todas as luzes do andar, ele só consegue dar um choque no bicho, que sai correndo pelos corredores escuros e some. Será que essa resistência à eletricidade também é efeito da experiência?rs
Bom, o Sam sai pelos corredores procurando o babuíno. Mas o bicho avança nele por trás e dá várias mordidas violentas no pescoço dele! Só que o Sam ainda tem tempo de puxar a faca que levava e ferir o babuíno, fazendo ele fugir.
O Sam vai pra sala dos animais, onde tem um grande espelho, pra ver até que ponto ele ficou ferido. E aí ele vê que as mordidas deixaram ele com a jugular direita estourada, ou seja, vai sangrar até a morte em poucos minutos!
Mas, antes de morrer, ele ainda consegue pensar em outra armadilha...
O Sam chega na porta da sala e, quando percebe que o Shakma viu ele, volta lá pra dentro. E o babuíno entra logo depois e vê o Sam parado, num espaço aberto da sala, agora com a jugular esquerda estourada (vocês já vão ver por quê), sorrindo pra ele... O bicho corre na direção da imagem que vê e avança sobre ela. Mas a imagem se parte em cacos de vidro e o babuíno cai direto dentro do incinerador: aquilo era o espelho, que o Sam deixou em frente ao incinerador, enquanto ele ficava do outro lado da sala.
Quando o Shakma cai lá dentro, o Sam fecha a porta do incinerador e liga, finalmente matando o babuíno queimado lá dentro.
Com as últimas forças que tem, o Sam sai pro corredor, dá mais alguns passos e cai agonizante. E ironicamente, ele cai com o rosto virado prum canto do corredor onde tá o macaquinho de pelúcia dele... A última imagem que ele vê.


E o filme acaba.

Hoy hablaremos un poco de una producción post-ochentera: el film de horror Shakma.
Roger Engle fue su guionista y Tom Logan fue su director.
Esa película no es un slasher y tampoco es una película de seres sobrenaturales: es una película de mutante. Es aquel tipo de película que nos muestra un ser normal que tuvo su parte genética cambiada por algun tipo de energía radioactiva, por algun tipo de substancia tóxica o por algun tipo de experimento científico. Y desde entonces, es un monstruo mutante.
La última película de ese tipo de que hablé aquí fue The Incredible Melting Man (Viscosidad), en Octubre de 2008. Si no lo viste, puedes clicar sobre el primer enlace arriba para verlo.
Bueno, el ser visto en este film aquí es un babuino llamado Shakma, que, accidentalmente, es cambiado en una bestia mutante asesina, ¡decidida a romper en pedazos cualquier cosa que se mueva delante a ella!
Lo que se ve en la película es un babuino sagrado verdadero, llamado Typhoon (“babuino sagrado” es como se llama el babuino grisáceo). Su nombre puede ser visto en el final del film.
Solamente en las escenas en que el animal tenía cualquier riesgo de morirse o de herirse fueron utilizados babuinos robots. Pero solo partes de los robots (boca, patas...) eran mostradas por la cámara.
El film no hace nunca secretos de su tema. En el sexto minuto de la película ya se empieza a saber todo lo que yo dije arriba.
El escenario no tiene muchas cosas sorprendentes: toda la historia ocurre en un edifico que es el campus de una universidad de Medicina. La única cosa que cambia es que 90% de las escenas son dentro de la construción y algunos poco takes muestran su exterior. Y por lo que me fue posible saber, todo fue rodado en un edificio verdadero, y no en un estudio.
Entre los actores, hay solamente 2 nombres realmente famosos: Christopher Atkins y el ya finado Roddy McDowall.
Si todavía no lo viste, hay un post hablando de Christopher en Noviembre de 2008. Clica sobre el segundo enlace arriba para verlo.
Roddy, que dicho sea de paso era publicamente gay, actuó como el mono Cornelius en la saga cinematográfica El Planeta de Los Simios.
Si todavía no lo viste, hay un post hablando de tal saga en Julio de 2009. Clica sobre el tercer enlace arriba para verlo.
Bueno, se puede creer que primates peculiares eran comunes en las películas de Roddy, ¿verdad?rs
Algunos personajes de este film aquí son verdaderas caricaturas: Sam (Christopher) es el héroe bonito, rubio, con ojos azules, mártir lo suficiente para culparse de todos los males de la historia (lo que es casi la verdad) y que derrota el “monstruo” en el final de la historia; Sorenson (Roddy) es un tipo de científico loco que siempre se olvida de lo que acabó de hablar, que siempre se olvida de lo que dijo que haría hay poco y que siempre se olvida de que día es hoy; Bradley es un nerd post-hippie, barbudo, con gafas enormes, con un aspecto sucio y que está siempre mascando una goma... Pero, aunque haya estos clichés, son personajes que hacen lo que tienen que hacer en la historia.
Shakma fue lanzado en Octubre de 1990.
La película empieza mostrándonos el predio de la universidad.
Entonces, se ve el Profesor Sorenson operando un ser, mientras que sus alumnos lo miran.
El inyecta una substancia en el cerebro del ser (no es posible ver que ser es), siendo ayudado por sus alumnos Richard y Gary.
En la próxima escena, conocemos Sam, el héroe del film y uno de los alumnos de la universidad.
Charlando con Bradley, él habla del juego en que ellos estarán por la noche (un tipo de RPG) en el propio edificio de la universidad.
Dicho sea de paso, hasta mismo Sorenson estará allá, actuando como el “amo del juego”, que mira todos los otros participantes. Y estos son Sam, Bradley, Gary, Richard, Kim y Tracy (la novia de Sam).
Ahora díganme: ¿qué tipo de profesor es ese que participará de un juego de ese tipo en su propio ambiente de trabajo?
Como sea, Bradley dice a Sam que cada participante tendrá un mecanismo de comunicación para hablar con el amo del juego. Y cada participante también tendrá un rastreador en sus trajes para que el amo lo vea con su computador.
El objetivo del juego es llegar a la sala donde se queda la “princesa” sin ser visto por Richard, que será el “villano” y caminará por los pisos del predio, buscándolos. Y ellos tienen que irse por los pisos, buscando indicios de donde es la sala de la princesa.
Kim, que será la princesa, casi tiene orgasmos múltiplos cuando mira Sam. Pero él la ve solamente como una niña tonta y no hace caso de ella.
Después de hablar con Bradley, Sam se encuentra con Tracy en otra sala, mientras que Richard y Gary están llegando allá con el ser que Sorenson operó. Y cuando Tracy les pregunta que es aquello, le dicen que es Shakma, un babuino de la universidad.
Cuando Tracy pregunta el motivo de utilizar el “mono” en el experimento, Richard le dice que aquello no es propiamente un mono, pero un babuino: el segundo primate más feroz que hay (después del ser humano). Y el experimento era propiamente para tentar sacar su ferocidad, con una substancia experimental que Sorenson le inyectó en el cerebro. Pero el resultado fue lo opuesto: ¡el animal se quedó todavía más feroz!
Segundos más tarde, las cosas se quedan todavía más serias: Shakma despierta de la anestesia y empieza a atacar todas las cosas alrededor, ¡al mismo tiempo en que gruñe igual a un león! O sea: ¡el experimento cambió el babuino normal en un babuino mutante!
Para dar esa “voz” al primate, lo doblaron con los gruñidos de un león real.
Bueno, cuando el babuino despierta, ataca Richard, pero no le hace grandes daños. Y Sam tiene tiempo de inyetarle más anestesia, haciéndolo dormir otra vez.
Lo que ellos no saben es que Shakma despertará de esa otra anestesia por la noche, ¡en el momento del juego! ¡Y cambiará el predio en su territorio de caza y la gente allá en sus presas!


C’è una cosa strana nel film Shakma (conosciuto in Italiano come La Scimmia Che Uccide e Morire Per Gioco): un babbuino amadriade, chiamato Shakma, diventa un mutante assassino dopo una chirurgia nel cervello, ma non si vede mai sulla sua testa nemmeno una cicatrice della chirurgia! Nemmeno una macchia di sangue nei suoi peli! Bene, si può credere che l’animale è diventato così mutante che la sua capacità di cicatrizzazione adesso è super assoluta, vero?rs
Quando Shakma si sveglia dall’anestesia, attacca Gary e Richard, gli studenti di Medicina che l’hanno operato (il palazzo dove loro sono è il campus di un’università di Medicina). Ma Sam, un altro studente, è riuscito a intorpidirlo con un’altra dose di anestesia.
Sorenson, il professore di Medicina di quell’università, arriva quando sente l’alarme d’emergenza della sala. Lui decide che si deve dare un sedativo ancora più forte all’amadriade, nonostante sappia che questo l’ucciderà. Ma come tutti quanti sanno già che l’animale non tornerà mai come era prima...
Sam è veramente arrabbiato, perché vedeva Shakma come un animale “suo” all’università. A proposito, i primati piacciono tanto a lui che ha un pupazzo di peluche a forma di scimmia che lascia all’università! E dopo dicono che noi, gay, siamo i deboli!
Bene, Sam non inietta phenothiazina in Shakma, ma sì phenacyclaphetamina. Chiaramente, per noi è difficile sapere qual’è la differenza fra le 2 cose, ma quello che si può capire è che la phenacyclaphetamina farebbe meno male all’amadriade e, così, sarebbe un sedativo meno forte.
Dopo questo, Richard entra la sala dove restano le gabbie degli animali, al quinto piano del palazzo, portando il babbuino svenuto e pensando di ucciderlo allora. Ma Sorenson entra e gli dice di lasciare l’animale su un tavolo della sala, perché gli farà un’autopsia il giorno dopo (forse pensa che la phenothiazina l’ha già ucciso).
Bene, già lo sapete cosa succederà grazie a questo, vero?rs
E c’è un altro problema: Gary ha arrestato l’alarme d’emergenza generale del palazzo, perché aveva un difetto e continuava a suonare ininterrottamente (e dopo non l’ha acceso di nuovo).
Di sera, Sorenson chiude a chiave le porte tutte quante del palazzo: ci sarà un gioco là (un tipo di RPG) solo fra lui ed i suoi alunni. E dopo lui torna alla sua sala, dove sorveglierà gli alunni con il suo computer, e gli dice di cominciare il gioco.
A proposito, la sua sala è l’unica del palazzo dove c’è un telefono! Ma questo è uno scherzo! Un palazzo di 9 piani, che è il campus di un’università, ha soltanto 1 telefono, non ha qualche macchina filmatrice nei suoi corridoi e non ha nemmeno 1 unica guardia al suo hall! Ma che merda di università è questa?!
Bene, il gioco comincia.
Sam fa la sua parte nel gioco al quarto piano del palazzo. Ma lui trova la sua fidanzata Tracy e loro rimangono facendo... delle cose (nonostante non si veda qualche scena di sesso in questo film).
Gary resta al quarto piano e Bradley, un altro studente, resta al quinto piano, dove entra la sala degli animali. E lui diventa terrorizzato quando vede le gabbie quasi tutte quante distrutte e con gli animali strappati dentro e sangue sulle pareti!
Secondi dopo, Shakma si mostra, attacca Bradley e lo butta giù.
Allo stesso tempo, Sorenson non riesce più a vedere dove Bradley è con il suo computer... È un po’ difficile capirse quale è la relazione fra la morte di Bradley e la sua “sparizione” nel computer di Sorenson, visto che il trasmettitore che mostra Bradley al computer ancora funziona.
Comunque sia, Sorenson dice a Richard di andare alla sala degli animali da vedere cosa c’è. E lui è veramente arrabbiato, perché non voleva nemmeno essere lì. Ed aveva 3 motivi per questo: gli hanno dato la parte del “cattivo” del gioco (e per questo deve camminare fra gli piani del palazzo cercando gli altri studenti), voleva fottere una ragazza che tra poco verrà a prenderlo e (prima di tutto) lui detesta questo gioco e sta giocando soltanto perché è un adulatore di Sorenson.
Quando arriva alla sala degli animali, in aggiunta a trovare le stesse cose che Bradley ha trovato prima, Richard vede anche la carogna del collega sul pavimento della sala, con la gola strappata! E quando sente una cosa avvicinarsi ruggendo, lui entra un tipo di armadio nella parete della sala e si chiude... Quasi allo stesso tempo, Shakma arriva e cerca di sfondare la porta. Ma quando capisce che non riuscirà a farlo, va via.
Allora, Richard vede una fiaschetta di acido idroclorico su uno scafale e decide che l’userà come arma contro l’amadriade... Sarebbe un po’ più intelligente rimanere dentro l’armadio e aspettare l’aiuto dei suoi amici, vero?
Bene, quando lui lascia l’armadio, Shakma l’attacca e lui rovescia l’acido sulla sua stessa testa...
Quando non riesce più a comunicarsi con Richard, Sorenson chiude la porta della sua sala a va lui stesso alla sala degli animali per vedere cosa c’è... Lui arresta l’ascensore al quinto piano e, mentre cammina per il corridoio, vede delle orme insanguinate di amadriade sul pavimento!
Dopo aver visto tutto quello nella sala degli animali, Sorenson torna correndo all’ascendore, allo stesso tempo de sente qualcosa ruggendo dietro lui! Ma non ha tempo di accenderlo, visto che Shakma arriva correndo e attacca il professore!
Quando sente tutto quel rumore al quinto piano, Sam comincia a capire cosa succede e, insieme a Tracy, sale per la scala al quinto piano... Dopo aver camminato un po’ per il corridoio, anche Sam vede quelle orme insanguinate sul pavimento. Momenti dopo, lui trova Shakma, ma ha tempo di correre verso la scala e di chiudere la porta (le porte della scala sono troppo pesanti e l’amadriade non riesce a aprirle).
Sam e Tracy salgono al sesto piano, dove cercano un telefono. E Shakma è già diventato così feroce che, quando sente i 2 correndo sul corridoio sopra il quinto piano, comincia a saltare verso il soffitto, volendo attaccarli! E dopo esso comincerà ad attaccare anche gli armadietti ed i tavoli delle sale dove arriva!
Sam e Tracy non trovano qualche tipo di comunicazione e ricordano che non possono suonare l’alarme d’emergenza perché Gary l’ha arrestato. L’unica cosa che possono fare è tornare al quinto piano e vedere quello che potranno fare, mentre si proteggono contro Shakma come gli sia possibile.
Quando arrivano davanti alla sala degli animali, loro vedono qualcuno caduto sul pavimento, ma non hanno tempo di identificarlo, perché Shakma, che era dentro la sala, viene correndo verso loro! Però Sam ha tempo di chiudere la porta e tenere l’amadriade dentro la sala. E Tracy prende la porta, mentre Sam corre verso i corridoi, cercando i loro amici.
Lui trova la carogna di Sorenson nell’ascensore. E la trascina alla scala, ma non vede che l’anello portachiavi del professore, con la chiave della porta principale del palazzo, è rimasta nell’ascensore!
Dopo questo, Sam e Tracy corrono verso la scala.
Sam decide tornare alla sala degli animali per vedere se l’uomo che ha visto prima è ancora vivo. E chiede a Tracy di richiamare l’attenzione di Shakma mentre lui va alla sala, visto che lei non avrà forza per portare un uomo per i corridoi.
Tracy fa Shakma seguirla ad un posto vicino all’ascensore, mentre Sam entra la sala degli animali. Ma quando vede come la faccia di Richard è rimasta, lui comincia a vomitare!
Allo stesso tempo, Tracy resta nascosta dentro un tipo di armadio al corridoio. Ma Shakma l’annusa e comincia a distruggere l’armadio!
Quando sente Tracy strillando, Sam corre verso il corridoio dove lei è e chiama Shakma ad una sala con 2 porte. Quando l’amadriade entra per una porta, Sam esce per l’altra e la chiude, correndo al posto dove Tracy resta e aiutandola a correre verso la scala.
Loro sono sicuri per adesso, ma non avranno la stessa sorte nel futuro...


This is the plot of Shakma (1990):
A group of Medicine students are playing an RPG-like game in a building of their university at night when a mutated baboon named Shakma escapes from a laboratory of the same building.
Sam and his girlfriend Tracy see the creature has killed their friends Sorenson, Bradley and Richard. And they decide to call Gary and Kim (their other friends who are also playing) and try to run away from the building. So, Sam goes to look for them on the 4th floor and Tracy goes to the 6th floor (Shakma is on the 5th floor).
Tracy stops near the elevator and uses a walkie-talkie to try to talk to the others. But she can make contact only to Gary, who is exactly in the elevator going to the 6th floor. By the way, he finds Sorenson’s key ring dropped in the elevator (it has all the keys of the building) and puts it in his pocket.
But Shakma hears the elevator moving and pushes the elevator button!
Conclusion: the elevator stops on the 5th floor, Shakma goes in and Gary is dead! When the elevator opens its door on the 6th floor, Tracy just sees Shakma finishing to slash Gary’s throat and runs away to a restroom.
She is able to keep the door closed while the baboon shocks itself against the door over and over again. But there’s a moment when she decides to lean a garbage can against the door to be sure Shakma won’t enter. But while she leaves the door to get the can, the creature opens the door and goes in the restroom!
Tracy tries to run away, but the baboon slashes her in a few seconds!
At the same time, Sam finds the room where Kim was and tells her what’s happening.
They get some knives in the kitchen and start going to the 6th floor to meet Tracy. But looking from a window they see a car parked near the building. It’s Laura, Richard’s girlfriend. And she’s there to pick him up.
They shout to her as loud as they can. But she is closed inside the car listening to music. So, forget about.
They go to the 6th floor, but Kim falls behind. And when she passes near a restroom, she sees bloody baboon footprints on the floor near the restroom door!
She moves away from there and looks for Sam. And she finds him carrying Gary’s dead body away from the elevator.
Kim tells Sam what she saw. And he decides she had to go to the last floor of the building and try to call Laura’s attention. While she does that, he goes in the restroom to see what is there. But he just finds Tracy’s dead body.
On the 8th floor, Kim starts throwing everything she can toward Laura’s car. But nothing which she throws hits the car!
Finally, Kim has an idea. She uses a flashlight to call Laura’s attention to the building and show her something’s wrong. But the opposite happens: when Laura sees that light on a window, she understands that’s part of the game and supposes it will still last for a long time. Then, she starts the car and drives away from the campus.
As Kim doesn’t know what to do now, she decides to go to the room on the 5th floor where Sam told her Richard was killed by Shakma, in order to carry his dead body to a more solemn place. However the creature finds and kills her... But wasn’t that baboon roaming the 6th floor some scenes ago?! Well, we can suppose now it knows how to operate the elevator and went down again to the 5th floor. And let’s be honest: learning that is not so difficult for a primate.
Anyway, Sam carries Gary and Tracy’s dead bodies to a more calm room. And then he finally finds Sorenson’s keys in Gary’s pocket! But when he runs to Kim to tell her now they can open the hall door of the building and run away (they’ve been closed in the building because of the game) he finds only her dead body.
As Sam has nothing else to do, he uses the keys to go in Sorenson’s room and calls 911. But he has a crisis of culpability and hangs up. Now the only living beings in the building are he and Shakma. And he understands it gives him the obligation to kill the baboon in order to have his redemption (he didn’t kill the creature at a time when he was able to do that, and then he decides everybody’s death is his fault).
He wears protectors against bites around his arms, gets a spear and goes a room where he prepares a trap for the mutant. He makes all the floor of the room wet and puts there all the electric cords of that part of the building. When Shakma goes in the room and steps on the water, Sam connects the electricity... It turns off the lights all over that floor and hurts the baboon, but doesn’t kill it. The creature runs away across the halls and disappears in the darkness. It shows us how mutant the baboon’s become, really?rs
Well, Sam leaves the room and tries to find Shakma. But the creature attacks him from behind and slashes his neck wildly. However Sam has time to hurt the mutant with his knife and make it run away.
Sam goes to the room where the incinerator stays and where there is a big mirror to try to see how he is. His right jugular is bleeding. And as a Medicine student, he knows it’ll kill him in some minutes!
But before dying he has time to prepare another trap...
Sam arrives at the door of the room and calls Shakma’s attention. And then he enters the room again. The baboon goes in subsequently and sees the guy at an open side of the room smiling at it. Now his left jugular is bleeding (you’ll understand why soon). And when the creature runs toward Sam and jumps against him, Sam’s image explodes in glass splinters and the mutant falls inside the incinerator. The guy had put the mirror in front of the incinerator and stayed on the other side of the room when the animal entered.
When Shakma falls inside the machine, Sam closes its door and turns the incinerator on, burning the mutant to death.
The dying Sam leaves the room and slowly walks across the halls, seconds before falling on the floor. And ironically the last thing which he sees is his stuffed monkey left on a corner.
And the film ends.
You guys can click on the 4th link above to watch the trailer.


Bom, até mais!