A maioria dos historiadores supõem que essa deusa é originária de Creta, pois já são encontrados registros do culto dela lá por volta do ano 4000 a.C. Mas o principal centro de culto dela era Atenas, que hoje é a capital da Grécia. E era lá que aconteciam a maioria dos rituais dedicados a ela.
Quase sempre os mitos e lendas populares mencionavam os reis de Atenas se consultando com Atena em momentos específicos da vida deles.
Ela protege os fabricantes de armas, os tecelões e os confeccionadores que trabalham com artes manuais em geral.
Na Grécia Antiga, Atena também recebia culto como deusa da guerra. Mas, ao contrário de Ares, que também tava associado à guerra mas sempre partia direto pra carnificina, Atena era a favor da guerra só em último caso, quando todas as soluções pacíficas pro problema já tinham sido esgotadas: a violência gratuita pertencia a Ares, e não a Atena.
Ela era imaginada pelos gregos antigos como a deusa que, apesar de ser sempre extremamente corajosa, nunca agia sem antes pensar nas conseqüências. E entre todos os deuses olímpicos, Atena era a única considerada com uma sabedoria compatível com a de Zeus, tomando sempre as decisões mais racionais e sem criar um envolvimento sentimental profundo com quase nada.
Atena era vista como uma deusa virgem, talvez pra poder nunca ter um contato mais próximo com ninguém. Mas, devido a isso, os sacerdotes e sacerdotisas dela tinham que fazer voto de castidade.
Esse comportamento ‘frio’ e ‘distante’ com que essa deusa era imaginada é explicado por um motivo muito simples: Atena é o símbolo religioso da mulher que assumiu um comportamento considerado masculino pra poder ter vez e ser valorizada numa sociedade machista. Então, ser o mais racional possível e proteger as pessoas mais racionais é tudo de que ela precisa.
O animal e o vegetal que simbolizam Atena são a coruja e a oliveira.
Most of the historians say Athena is a goddess from Crete, because there are some historical registers of her worship in Crete in the 4000s B.C. But the main center of Athena’s worship was Athens. And most of her rituals used to take place there.
Many myths mention the kings of Athens asking Athena’s advice at specific moments of their lives.
She protects arm makers, weavers and artisans at all.
In the Ancient Greece, Athena was also worshiped as the goddess of war, but not in Ares’ way. Athena accepts war only if there isn’t any kind of peaceful solution to a problem. Bloodbath is not her job.
She was seen as an extremely courageous deity by the ancient Greeks. But she’s never acted before thinking about the consequences of her acts. And among all the Olympian Deities, Athena was the only one imagined as having a kind of wisdom similar to Zeus’. Her decisions were always rational and she rarely had a strong emotional connection to anything.
Athena was seen as a virgin goddess. Maybe because it helped her to avoid any stronger contact to other beings. But thanks to that her priests and priestesses had to live without sex too.
The “cold” behavior imputed to this goddess is easily explained: Athena is the religious symbol of women who act in a masculine way to have some value in a patriarchal society. Then, she just has to be as rational as she can and to protect “her” people (rational people).
The animal and vegetal which symbolize this goddess are owl and olive tree.
La mayor parte de los historiadores dicen que Atenea es una diosa de Creta, puesto que hay algunos registros históricos de su adoración en Creta más o menos en 4000 a.C. Pero el principal centro de su culto era Atenas, donde ocurría la mayor parte de sus rituales.
Muchos mitos hablan de reyes de Atenas pediendo consejos a esa diosa en momentos específicos de sus vidas.
Atenea protege los armeros, tejedores y artesanos.
Los antíguos griegos la adoraban también como la diosa de la guerra, pero no como Ares. Atenea acepta la guerra solamente si ho hay ninguna solución pacífica para un problema. La carnicería no le pertenece.
Ella era vista como una divinidad extremamente intrépida, pero que nunca actuaba antes de pensar en las consecuencias de sus actos. Y entre todas las Divinidades Olímpicas, Atenea era imaginada como la única que tenía una sabiduría semejante a la de Zeus. Sus decisiones eran siempre racionales y ella casi nunca tenía relaciones emocionales muy fuertes con nada.
Ella era vista como una diosa virgen. Tal vez porque eso la ayudaba a no tener relaciones muy fuertes con otros seres. Pero por cuenta de eso, sus sacerdotes y sacerdotisas tenían que vivir sin sexo como ella.
El comportamiento “frío” atribuído a Atenea es fácil de ser comprendido: ella es el símbolo religioso de la mujer que actúa de modo masculino para tener valor en una sociedad patriarcal. Así, solamente tiene que ser lo más racional posible y proteger “su” gente (las personas racionales).
El animal y el vegetal que la simbolizan son la lechuza y el olivo.
La parte più grande degli storiografi dice che Atena è una dea cretese, visto che ci sono dei registri storici del suo culto in Creta verso gli anni 4000 a.C. Ma il principale centro del suo culto era Atene, dove succedevano i suoi rituali più importanti.
Molti miti ci raccontano che i re di Atene si consultavano con questa dea in dei momenti specifici delle loro vite.
Atena protegge gli armaioli, i tessitori e gli artigiani.
Gli antichi greci la cultuavano anche come la dea della guerra, ma non come Ares. Atena accetta la guerra soltanto se non c’è nessuna soluzione pacifica per un problema. I bagni di sangue non appartengono a lei.
La vedevono come una divinità estremamente coraggiosa, ma che non agiva senza pensare prima. E fra le Divinità Olimpiche tutte quante, vedevono Atena come l’unica che aveva un sapere simile a quello di Zeus. Quello che lei decideva era sempre razionale e lei quasi mai aveva qualche relazione emozionale molto forti con niente.
La vedevono anche come una dea vergine. Forse perché questo l’aiutava a non avere qualche relazione molto forte con altri esseri. Ma proprio per questo, il suoi sacerdoti e sacerdotesse dovevano vivere senza sesso come lei.
Il comportamendo “freddo” attribuito a Atena è facile di capirsi: lei è il simbolo religioso della donna che agisce di modo mascolino per avere valore ad una società patriarcale. Così, ha bisogno di essere razionale tanto quanto sia possibile e proteggere la “sua” gente (le persone razionali).
L’animale ed il vegetale che la simboleggiano sono la civetta e l’olivo.
Essa deusa parece ser claramente de origem grega, adorada pelos primeiros habitantes da Grécia há vários milênios.
Deméter costuma ser mencionada como deusa da terra e da vegetação. E é, realmente. Mas é de um tipo específico de terra e vegetação: ela era vista pelos gregos antigos como a deusa da terra cultivada e da agricultura. Então, a terra e a vegetação que tão numa floresta aonde nenhum ser humano vai, por exemplo, não são matéria dela. Mas as que tão num campo cultivado, são.
O culto dessa deusa se espalhou basicamente por todos os territórios do Norte do Mediterrâneo e pelo Oriente Próximo.
Mas o principal centro do culto de Deméter era a cidade de Elêusis, na própria Grécia. Lá eram realizados os Mistérios de Elêusis, que eram, talvez, a maior manifestação religiosa da Grécia Antiga.
Pra tentar explicar bem o que eram os Mistérios de Elêusis eu teria que fazer um post falando só sobre isso, porque é um assunto muito extenso. Então, pra simplificar, vamos dizer que era um grande ritual ligado ao nascimento, à vida, à morte, à ressurreição e à terra. E quem participava deles tomava conhecimento de segredos que não podiam ser divulgados pra nenhum não-iniciado.
O culto de Deméter é diretamente associado ao da filha dela. E elas costumavam ser invocadas juntas, mencionadas simplesmente como “As Duas Deusas”.
Essa filha de Deméter, durante a Primavera e o Verão, se chama Core, e fica junto com os deuses da agricultura; durante o Outono e o Inverno, ela se chama Perséfone, e fica junto com os deuses da morte.
Essas idas e vindas da filha pra perto e pra longe de Deméter mostram que ela representa a mãe que sempre acolhe carinhosamente o filho de volta, mesmo que esse filho precise se afastar de vez em quando. Ela é o símbolo religioso da mulher que, em primeiríssimo lugar, quer ser mãe: engravidar, parir, amamentar e criar o filho são a grande prioridade dela. Qualquer outra coisa vem em 2º plano pra ela.
Por isso mesmo, no imaginário popular dos gregos antigos, Deméter nunca se casou e só teve poucos amantes: nunca foi muito importante pra ela ser esposa ou amante, mas sim mãe.
O animal que simboliza Deméter é a porca. E todos os vegetais que são tradicionalmente cultivados em qualquer tipo de agricultura também são símbolos dela, mas principalmente o trigo.
Demeter seems to be a goddess from Greece, worshiped by its 1st inhabitants millennia ago.
She’s usually mentioned as the goddess of earth and vegetation. And she is, of course. But she’s the goddess of a specific kind of earth and vegetation: she was seen by the ancient Greeks as the goddess of the cultivated earth and agriculture. Then, for example, reigning over the earth and vegetation which stay in a forest where no human being goes is not her job. But reigning over the ones which stay in a vegetable garden is.
Demeter was worshiped in almost all the territories of the North Coast of Mediterranean and the Near East.
But the main center of her worship was Eleusis, in Greece. The Eleusinian Mysteries took place there. And they were perhaps the greatest religious manifestation in the Ancient Greece.
We can simplify saying the Eleusinian Mysteries were a great ritual connected to birth, life, death, resurrection and earth. And the people who had taken part in it couldn’t reveal to anyone the secrets which they had seen in the ritual.
Demeter’s worship is extremely connected to her daughter’s. By the way, both were worshiped together under the religious title “The Goddesses”.
During Spring and Summer her daughter is named Kore and stays alongside the deities of agriculture. During Fall and Winter she is named Persephone and stays alongside the deities of death.
It shows Demeter is the mother who is forced to accept when her child goes away from her, but also accepts her child back when it’s the child’s time to come back. She’s the religious symbol of women who want to be mothers before anything. Getting pregnant, giving birth, breast-feeding and raising a child are her priority. Anything else is less important to her.
That’s why the ancient Greeks imagined her as a goddess who’s never got married and had only a few lovers: she wants to be a mother, not a wife or a lover.
The animal which symbolizes her is sow. And all the vegetables cultivated in gardens (but especially wheat) symbolize her.
Es casi cierto que Demetra sea una diosa griega, adorada por los primeros habitantes de Grecia hace milenios.
Ella es casi siempre mencionada como la diosa de la tierra y de la vegetación. Y es claro que lo es. Pero es la diosa de un tipo específico de tierra y de vegetación: ella era vista por los antíguos griegos como la diosa de la tierra cultivada y de la agricultura. Así, por ejemplo, reinar sobre la tierra y la vegetación que se quedan en una floresta donde ningun ser humano se va no hace parte de su poder. Pero reinar sobre la tierra y la vegetación que se quedan en un huerto, sí.
Demetra era adorada en casi todos los territorios de la Costa Norte del Mediterráneo y en el Oriente Cercano.
Pero su principal centro de culto era Eleusis, en Grecia. Los Misterios Eleusinos, que ocurrían allá, eran tal vez la mayor manifestación religiosa en la Grecia Antígua.
Se puede simplificar diciendo que los Misterios Eleusinos eran un gran ritual vinculado al nacimiento, a la vida, a la muerte, a la resurrección y a la tierra. Y las personas que habían participado de eso no podían revelar a nadie los secretos que habían visto en el ritual.
El culto de Demetra está asociado al culto de su hija. Dicho sea de paso, las 2 eran adoradas juntas con el título religioso de “Las Dos Diosas”.
En la Primavera y Estío, su hija es llamada Core y se queda junto a los dioses de la agricultura. En el Otoño e Invierno, se llama Perséfone y se queda junto a los dioses de la muerte.
Eso nos muestra que Demetra es la madre forzada a aceptar cuando su hijo se va, pero también lo acepta cuando está en el tiempo de su regreso. Ella es el símbolo religioso de la mujer que quiere ser madre antes que todo. Quedarse embarazada, dar a luz, amamantar y educar un hijo son su prioridad. Todas las otras cosas le son menos importantes.
Por eso, los antíguos griegos la imaginaban como una diosa que nunca se casó y tuvo solamente pocos amantes: ella quiere ser madre, y no esposa o amante.
El animal que simboliza Demetra es la cerda. Y todos los vegetales cultivados en huertos (pero antes que todo el trigo) la simbolizan.
È quasi certo che Demetra sia una dea greca, che riceveva il culto dei primi abitanti della Grecia millenni fa.
Quasi sempre si parla di lei come la dea della terra e della vegetazione. E chiaramente lo è. Ma è la dea di un tipo particolare di terra e vegetazione: gli antichi greci la vedevono come la dea della terra coltivata e dell’agricoltura. Così, per esempio, regnare sulla terra e la vegetazione che restano in una foresta dove nessun essere umano va non fa parte del suo potere. Ma regnare sulla terra e la vegetazione che restano in un orto, sì.
Demetra era adorata nelle terre quasi tutte quante della Costa Nord del Mediterraneo e del Vicino Oriente.
Ma il centro principale del suo culto era Eleusi, nella Grecia. I Misteri Eleusini, che succedevano là, erano forse la principale manifestazione religiosa della Grecia Antica.
Si può semplificare dicendo che i Misteri Eleusini erano un gran rituale legato alla nascita, alla vita, alla morte, alla risurrezione ed alla terra. E le persone che avevano partecipato di questo non potevano dire a nessuno i segreti che avevano visto nel rituale.
Il culto di Demetra è legato a quello di sua figlia. A proposito, le 2 erano adorate insieme con il titolo religioso di “Le Due Dee”.
Nella Primavera ed Estate, sua figlia si chiama Kora e resta insieme agli dei della agricoltura. Nell’Autunno ed Inverno, lei si chiama Persefone e resta insieme agli dei della morte.
Questo ci mostra che Demetra è la madre forzata ad accettare quando suo figlio se va, ma anche l’accetta quando arriva il tempo del suo ritorno. Lei è il simbolo religioso della donna che vuole essere madre prima di tutto. Essere incinta, partorire, allattare e educare un figlio sono la sua priorità. Le altre cose tutte quante le sono meno importanti.
Per questo, gli antichi greci l’immaginavano come una dea che non è mai stata sposata ed ha avuto solo dei pochi amanti: lei vuole essere una madre, e non una moglie o un’amante.
L’animale che simboleggia Demetra è la scrofa. Ed i vegetali tutti quanti coltivati negli orti (ma specialmente il grano) la simboleggiano.
Até mais!
4 comentários:
Beleza, cara? Tou meio ausente dos blogs porque tou sem PC, tou *tentando* me acostumar com um Macintosh que vai ficar comigo e totalmente perdido nesse negócio. Quando eu tiver um leitor de RSS bom eu volto a acompanhar seu blog. Forte abraço.
E eu esses dias nem entrei na Internet!rs
Passei lá no seu blog, mas acho que o comentário que eu fiz não entrou, não sei por quê!
Abraço também!
É porque eu modero os comentários, andei tendo problemas com gente desocupada que não gosta do que lê e fica xingando. O seu já foi aprovado.
Abração.
Eu passei lá depois e vi.rs
Abração!
Postar um comentário