quarta-feira, 30 de junho de 2010

WILLIAM III VAN ORANJE-NASSAU 1650-1702

Oi!!!

Não vou linkar nenhum site de utilidade pública aqui porque já fiz isso quando fiz o post sobre o Juanes.
Bom, hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico aparentemente homossexual: o Rei William III, da Inglaterra.

Willem Hendrik van Oranje-Nassau nasceu em Den Haag, em 14 de Novembro de 1650.
Ele foi o único filho do Stadhouder Willem van Oranje-Nassau e da Princesa Mary Stuart, filha do Rei Charles I Stuart, da Inglaterra.
Stadhouder, pra quem não sabe, era um título que se dava à pessoa que ocupava o posto mais alto na política e no militarismo dos Países Baixos.
O Willem nunca conheceu o pai, que morreu 8 dias antes do nascimento dele. E como o título de stadhouder era hereditário, ele passou a ser o novo stadhouder no mesmo instante em que nasceu (mas, obviamente, ao longo da infância e adolescência dele, as funções correspondentes a esse cargo foram exercidas por outros políticos, e não por ele).
Ele foi educado como protestante calvinista e assistiu aulas durante 7 anos na Universiteit Leiden.
Em 1669, com 19 anos, o Willem passou a governar os Países Baixos de forma mais direta, apesar de ter que lutar contra vários e vários opositores ao redor dele.
Além disso, ele também teve que lutar contra governantes estrangeiros que queriam se apoderar dos Países Baixos. Um desses foi o tio dele, o Rei Charles II Stuart, da Inglaterra, irmão da mãe dele.
Em 1674, a paz entre a Inglaterra e os Países Baixos foi assinada. E pra consolidar a aliança entre as 2 nações, foi declarado um noivado entre o Willem e a Princesa Mary Stuart, prima dele e sobrinha do Charles II.
Eles se casaram em Novembro de 1677. Mas nunca tiveram filhos (a Mary já chegou a engravidar, mas perdeu o filho).
Em 1685, o Rei Charles II morreu sem filhos. E assim, o irmão dele e pai da Mary subiu ao trono como novo rei. Era o James II Stuart.
Como esse rei era católico e assumiu várias posturas anti-protestantes, ele logo começou a ser muito mal visto tanto pelo povo quanto pelos políticos, já que a grande maioria dos habitantes dos territórios ingleses eram protestantes. E por isso mesmo, muitos queriam que ele renunciasse ao trono em favor da Mary, que era protestante.
Aproveitando a oportunidade que se criou por causa disso, em 1688, o Willem declarou guerra à Inglaterra, com o objetivo de destronar o James II, tendo a intenção de se livrar da política católica do sogro e ao mesmo tempo se aproximar do Governo da Inglaterra, já que, com a queda do James II, o trono passaria pra Mary (embora ela própria não concordasse com a forma como a coisa tava sendo feita).
Durante a invasão, a maior parte dos protestantes ingleses abandonaram o James II e passaram pro lado do Willem, já reconhecendo ele como novo soberano deles.
Essa situação ficou conhecida na História da Inglaterra como Revolução Gloriosa.
Em Dezembro daquele ano, o James II foi destronado. E em vez de condenar o sogro à morte, o Willem permitiu que ele fosse embora da Inglaterra como rei deposto (até porque, se matassem ele, transformariam ele num mártir católico ou, eventualmente, num santo).
Depois disso, como era de se esperar, o trono passou pra Mary. E o título do Willem deveria ser de príncipe consorte ou, no máximo, rei consorte... Só que ele reivindicou o Trono da Inglaterra pra ele! Mas o Parlamento respondeu que, sendo a Mary, e não ele, a herdeira do trono, ele não podia ter mais direitos do que ela nesse sentido. Assim, o máximo que se poderia fazer era coroar os 2 em diarquia com a mesma autoridade. E assim se fez: em 13 de Fevereiro de 1689, o William e a Mary assumiram as funções de Rei e Rainha da Inglaterra, mas cada um sendo soberano por si só e independente do outro.
Foi até hoje o único caso de diarquia da História da Inglaterra (na monarquia, o trono é ocupado por 1 soberano só; na diarquia, por 2 soberanos ao mesmo tempo), além de ter sido a fundação dos reinados constitucionais: a partir dali, a autoridade do Parlamento se tornou superior à autoridade dos reis e rainhas.
Bom, naquela época, como até hoje, os reis da Inglaterra também eram reis da Escócia. Só que, até ali, Inglaterra e Escócia ainda eram 2 reinos separados. Então, eram feitas 2 coroações separadas, o que levou o Willem a ser coroado como “Rei William III, da Inglaterra” e também como “Rei William II, da Escócia” (e informalmente, ele foi apelidado pelos escoceses de “Rei Billy”).
A Mary foi coroada como “Mary II, de Escócia e Inglaterra”. Mas ela só desempenhava funções políticas quando era realmente obrigada a isso. De outro modo, ela deixava tudo nas mãos do William III.
Em 1694, a Mary II morreu de varíola. E o William III, apesar de assumir uma postura sempre triste e depressiva a partir dali, continuou no trono sozinho. E nunca mais voltou a se casar.
Apesar de existirem alguns rumores sobre um caso dele com uma dama da corte chamada Elizabeth, na verdade não há nenhuma prova concreta da existência de outras mulheres na vida do William III além da própria esposa.
Na verdade, ele parecia não gostar muito da companhia feminina e vivia sempre cercado por homens. Os mais conhecidos eram 2 amigos que ele levou dos Países Baixos pra Inglaterra, chamados Hans Willem Bentinck e Arnold Joost van Keppel. E na época mesmo corriam fofocas na corte de que o rei era homossexual.
Alguns historiadores dizem que não há como afirmar isso porque não existem provas disso. Mas vamos juntar as evidências: o casamento dele foi simplesmente um ato político que não produziu filho nenhum (o que nos faz supor que nunca foi consumado), a ausência de mulheres na vida dele era clara e ele explicitamente adorava homens. Minimamente, dá o que pensar, né?
Como o William III não tinha filhos, o Parlamento reconheceu a Princesa Anne Stuart, irmã da Mary II, como herdeira dele.
No início de 1702, o William III levou um tombo de um cavalo. E enquanto era tratado, ele pegou uma pneumonia, morrendo em 08 de Março daquele ano.

Hoy hablaremos aquí de otro posible personaje histórico homosexual: el Rey Guillermo III de Inglaterra.
El nació en La Haya, el 14 de Noviembre de 1650, como Willem Hendrik van Oranje-Nassau.
El fue el único hijo del Estatúder Willem van Oranje-Nassau y de la Princesa María Stuart, hija del Rey Carlos I Stuart, de Inglaterra.
Un estatúder era la principal persona responsable por la política y por el militarismo de los Países Bajos.
Willem no conoció nunca su padre, puesto que nació 8 días después de su muerte. Y como el cargo de estatúder era hereditario, él se quedo el nuevo estatúder en el mismo momento que nació (aunque, obviamente, no haya trabajado como un a lo largo de sus tiempos de niño y muchacho).
El fue educado como protestante calvinista y estuvo por 7 años en la Universiteit Leiden.
Willem empezó a gobernar los Países Bajos en 1669, cuando tenía 19 años, aunque todavía tuviera que luchar contra muchos enemigos políticos.
Por otra parte, tenía que luchar contra reyes de otros países que deseban sus tierras. Uno de ellos fue su tío, el Rey Carlos II Stuart, de Inglaterra, hermano de su madre.
En 1674, hubo la paz entre Inglaterra y los Países Bajos. Y para consolidar la unión entre las 2 naciones, fue decidido el compromiso matrimonial entre Willem y la Princesa María Stuart, su prima y sobrina de Carlos II.
El casamiento ocurrió en 1677. Pero no produció hijos (aunque María se haya quedado embarazada).
En 1685, Carlos II se murió sin hijos, dejando el trono a su hermano Jacobo II Stuart. Y después de su destitución, María, su hija, se quedaría la nueva reina. Y en diarquía junto a ella, su marido.


James II was a catholic king who came to several anti-protestant decisions. Then he had no popularity among his people and even among his noblemen who were almost all protestant guys. And because of that most of them wanted him to abdicate in favor of his daughter Mary, a protestant.
His also protestant son-in-law William of the Netherlands decided to take advantage of that and declared war on England in order to depose James II. Actually he wanted to stop his father-in-law’s catholic politics and try to go near the English Government: after James II’s deposition, Mary was supposed to be the new monarch (but she herself didn’t agree with her husband’s acts).
While William started his invasion, most of the English protestants left their king and declared their support to him. Some started seeing him as their new monarch from then.
That was the so-called Glorious Revolution.
James II was deposed in December of the same year. And William didn’t sentenced him to death, but allowed him to leave England as an “ex-king”. You see: William knew that if they would kill him it would presumably make him a catholic saint or something like that.
Then, Mary was named the new queen. And William’s title should have been prince consort or at most king consort... But he wanted to be the king in his own right! Anyway, the Parliament decided he might not be over her as an heir to the throne. At most both might be crowned as diarchs with the same kind of authority. And that was what happened: on February 13th, in 1689, William and Mary became the King and Queen of England each one in its own right.
It’s been the only diarchy in the English History to this day (in a monarchy there’s 1 sovereign in charge, in a diarchy there are 2 of them in charge). And it was also the time to start the constitutional reigns: since then the Parliament’s authority has been over the sovereign’s authority.


Quando c’è stata la diarchia nell’Inghilterra, ed anche oggigiorno, i sovrani di quel paese erano anche i sovrani della Scozia. Ma allora, Inghilterra e Scozia erano ancora 2 regni diversi e, grazie a questo, i sovrani avevano 2 incoronazioni diverse. Così, Guglielmo è diventato allo stesso tempo “Guglielmo III, dell’Inghilterra” e “Guglielmo II, della Scozia” (e conosciuto in modo non convenzionale come “Re Billy della Scozia”).
Maria è diventata “Maria II, dell’Inghilterra e Scozia”. Ma lavorava nella politica soltanto quando era veramente forzata a farlo. Altrimenti, lasciava queste funzioni a sua marito Guglielmo III.
Nel 1694, Maria II è morta. E da quell’epoca, Guglielmo III è diventato un uomo depresso e triste, ma ha continuato come il Re dell’Inghilterra. E non è mai stato sposato di nuovo.
Si dice che lui ha avuto una relazione con una delle signore della corte chiamata Elizabeth, ma non c’è proprio un documento storico che comprovi l’esistenza di altre donne nella vita di Guglielmo III oltre a sua moglie.
Veramente, si vede che non gli piaceva molto avere donne insieme a lui. Ma fra i più conosciuti dei suoi molti amici uomini possiamo parlare di Hans Willem Bentinck e Arnold Joost van Keppel... I pettegolezzi che raccontavano sulle sue relazioni amorose con questi uomini erano comuni.
Alcuni storiografi dicono che non si può affermare che Guglielmo III era omosessuale, visto che nessuno l’ha mai provato. Ma vediamo la sua storia: lui ha sposato Maria II come un’azione politica e non ha mai avuto figli con lei (così, è possibile che non abbia mai fatto sesso con lei), si può vedere l’assenza di donne nella sua vita personale e lui chiaramente amava restare insieme a uomini. Almeno possiamo suporre delle cose, vero?
Visto che lui non aveva figli, la Principessa Anna Stuart, la sorella di Maria II, è diventata la sua erede.
Nell’inizio del 1702, Guglielmo III è caduto dal suo cavallo e, in seguito, ha avuto una polmonite. Con la salute cattiva dopo questo, lui è morto nell’8 Marzo dello stesso anno.


Bom, até mais!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

KARL I VON WÜRTTEMBERG 1823-1891

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em mais um personagem histórico homossexual: o Rei Karl I von Württemberg.

Karl Friedrich Alexander von Württemberg nasceu em Stuttgart, em 06 de Março de 1823.
Ele era filho do Rei Wilhelm I von Württemberg e da 3ª esposa dele, a Rainha consorte Pauline von Württemberg.
O Karl tinha 2 irmãs mais velhas, do 2º casamento do pai, e 1 irmã mais velha e 1 irmã mais nova do mesmo pai e da mesma mãe.
Ele estudou nas cidades de Berlin e Tübingen.
Em Julho de 1846, com 23 anos, o Karl se casou com a princesa russa Olga Romanov.
Eles nunca tiveram filhos e, aparentemente, o casamento nunca se consumou.
Ao mesmo tempo, o Karl não fazia nenhum esforço pra esconder que era homossexual e geralmente todos no palácio sabiam quem eram os amantes dele.
Em Junho de 1864, morreu o Rei Wilhelm I. E o Karl, como único herdeiro masculino do trono, se tornou o novo monarca, com 41 anos, com o título de “Sua Majestade, o Rei Karl I, de Württemberg”.
Em 1888, ele deu o título de Barão de Savage ao Charles Woodcock, o mais famoso dos amantes dele. E os 2 faziam uma certa questão de esfregar na cara da corte que eram amantes, chegando mesmo a aparecer em público usando roupas iguais.
Lembrando que o final do século XIX foi talvez a época mais conservadora da História da Europa, é claro que isso enfureceu muitos nobres. E o rei e o barão começaram a sofrer tal pressão pra se separar que o Charles acabou deixando Württemberg e se mudando pros Estados Unidos, onde tinha nascido.
Passados alguns anos, o Karl I se tornou amante do diretor de teatro Wilhelm George. Mas, dessa vez, apesar de não esconder o caso de ninguém, ele foi um pouco mais discreto, com medo de que voltasse a acontecer a mesma coisa que antes.
Como não teve filhos, o Karl I reconheceu o filho de uma das irmãs dele como herdeiro do trono. E esse, o Wilhelm II, se tornou o novo Rei de Württemberg quando o Karl I morreu, em 06 de Outubro de 1891, faltando 5 meses pra completar 69 anos.
Apesar de Württemberg não existir mais como país (hoje ele é um território da Alemanha), a sepultura do Karl I ainda pode ser vista no Castelo de Altes Schloss.

Hoy hablaremos un poquito de otro personaje histórico homosexual: el Rey Carlos I von Württemberg.
Carlos Federico Alejandro von Württemberg nació en Stuttgart, el 06 de Marzo de 1823.
El era hijo del Rey Guillermo I von Württemberg y de su tercera esposa, la Reina consorte Paulina von Württemberg.
Carlos tenía 2 hermanas más viejas, del primer casamiento de su padre, y 1 hermana más vieja y otra más jóven de sus mismos padres.
El estudió en las ciudades de Berlín y Tubinga.
En Julio de 1846, cuando tenía 23 años, Carlos se casó con la princesa rusa Olga Romanov.
Ellos nunca tuvieron hijos y, según parece, tampoco tuvieron sexo.
Al mismo tiempo, Carlos no tenía problemas en mostrar a todos que era homosexual. Y casi siempre sus amantes eran publicamente conocidos como tales.


King William I of Württemberg died in 1864. And the 41-year-old Charles, as the only male heir to the throne, became the new monarch, known from then as “His Majesty the King Charles I of Württemberg”.
In 1888, he elevated Charles Woodcock, his most famous boyfriend, to Baron Savage. In some way both the king and the baron wanted to show the court they were lovers. They even started appearing together in public dressed identically.
Don’t forget the late 1800s was perhaps the most conservative time of the European History. Then, of course many noblemen were angry to the 2 Charles’ relationship. And they were so hard-pressed to stop their love affair that Charles Woodcock was forced to leave Württemberg and go back to the United States, his birth-country.


Alcuni anni dopo la sua relazione con Charles Woodcock, Carlo I ha avuto come amante il direttore teatrale Wilhelm George. Ma, nonostante non nascondesse a nessuno la sua relazione con lui, allora il rè è stato un po’ più discreto che prima. Aveva paura di che anche Wilhelm fosse forzato a lasciarlo, come è stato successo con Charles, dovuto alla relazione troppo pubblica che avevano.
Carlo I non ha mai avuto figli. E per questo, ha riconosciuto suo nipote, figlio di una delle sue sorelle, come il suo erede. Questo, Guglielmo II, è diventato il nuovo Rè di Württemberg quando Carlo I è morto, nel 6 Ottobre del 1891, quando aveva 68 anni.
Württemberg non esiste più come un paese (oggigiorno è una regione della Germania). Ma si può vedere ancora la tomba di Carlo I nel Castello Altes Schloss.


Até mais!

sábado, 26 de junho de 2010

DIA DE JULIANO

Oi!!!

Hoje a gente comemora uma data que, embora não seja muito conhecida no Brasil, deve ser bem lembrada por nós: o Dia de Juliano.
“Juliano, o Apóstata”, como foi apelidado pelos cristãos, ou “Juliano Magno”, como é chamado em algumas comunidades pagãs, é o Imperador Flavius Claudius Iulianus, que governou o Império Romano entre os anos de 360 e 363.

E como ele morreu, de acordo com a maioria dos historiadores, no dia 26 de Junho de 363, esse passou a ser o Dia de Juliano.
Mas por que esse imperador é importante pra nós?
Bom, embora tenha sido batizado e criado como católico (religião que vinha se tornando oficial no Império Romano desde o início do século), assim que assumiu o poder, ele se declarou seguidor de Júpiter, e não de Jesus, começando a tentar restaurar o mesmo poder que a religião romana tinha antes.
Apesar de ser vistos pelos cristãos como um perseguidor deles, na verdade ele concedeu liberdade de culto a todos os romanos: quem quisesse ser pagão podia ser, quem quisesse ser judeu também podia ser e quem quisesse ser cristão também podia ser. Ou seja: ele não foi contaminado pelo proselitismo dos cristãos, apesar de ter sido criado como um.
Depois da morte, ele foi divinizado pelos pagãos da época, passando a receber culto como um novo deus.
Por tudo isso, ele é visto por muitos grupos pagãos e neo-pagãos como o principal padroeiro ou patriarca deles.
Lembrando que as religiões às quais os pagãos pertencem (Budismo, Candomblé, Druidismo, Helenismo, Hinduísmo, Wicca, Xintoísmo...) não têm dogmas homofóbicos, e lembrando que, até um certo ponto, Juliano foi um mantenedor dessas religiões (ou pelo menos um mantenedor do direito delas de se preservarem até os dias de hoje, apesar da perseguição que todas elas sofreram por parte do Cristianismo), então ele também foi um mantenedor do direito dos homossexuais e bissexuais de terem uma religião que aceite eles. Pelo menos no Ocidente.
É claro que, ao longo do tempo, cada uma dessas religiões foi passando a ter seus próprios patriarcas. Mas, até um certo ponto, pode se dizer que a manutenção do Paganismo no Ocidente começou com Juliano.
É bom lembrar que essas religiões não trazem melhores condições apenas pros homossexuais e bissexuais, mas também pros heterossexuais que buscam uma conexão com o Divino mais repleta de liberdade e sem todas as ideias de repressão que o Cristianismo ensina.
Mas é claro: mirando-nos no exemplo do próprio Juliano, nós, pagãos, não podemos ser proselitistas. Assim, quem gosta de ser cristão, que continue sendo. E digo o mesmo a quem gosta de ser judeu e a quem gosta de ser muçulmano (apesar de que, pelo menos aqui no Brasil, é raro encontrar um judeu com ideias radicalmente repressoras).
E obviamente, quem gosta de ser ateu, que continue sendo também. A opção pela ausência de religião também tem que ser respeitada por nós, pagãos.
Então, se por algum motivo você tá pensando em se tornar pagão, ou seja, em se converter a uma das religiões em questão, sem dúvida nenhuma que uma das primeiras lições que você tem que aprender é não descer ao nível proselitista de certos cristãos fanáticos, que tentam sempre arrastar a outra pessoa pra igreja deles, queira a outra pessoa ou não. Você pode e deve divulgar a sua religião a quem se interesse por ela, explicar como ela funciona e tirar dúvidas que a outra pessoa tenha sobre o assunto. Mas nunca, jamais, de forma nenhuma, tentar obrigar outras pessoas a se tornarem membros da sua religião contra a vontade delas.
E como eu já sei que algum cristão radical vai tentar deturpar as minhas palavras aqui, quero lembrar que eu disse que CERTOS cristãos são fanáticos e proselitistas, mas não disse em momento nenhum que TODOS os cristãos são fanáticos e proselitistas. Portanto, se você é cristão e vestiu a carapuça, não posso fazer nada.
Bom, são esses os ensinamentos que Juliano nos deixou: restaurar o culto dos antigos deuses, abominar o proselitismo e aceitar que as outras pessoas sigam pelos caminhos religiosos ou ateístas que escolheram seguir. Então, temos que admitir que são ensinamentos muito produtivos, né?
Ave Juliano Magno!

Today, June 26th, is the Julian’s Day.

Hoy, el 26 de Junio, es el Día de Juliano.

Oggi, il 26 Giugno, è il Giorno di Giuliano.

Até mais!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

UM QUE SOBREVIVEU À CENSURA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no escritor, jornalista e ator chileno Pedro Lemebel.

Pedro Mardones Lemebel nasceu em Santiago de Chile, em 1955.
Ao longo dos anos 80, ditadura do Augusto Pinochet passou a impor uma censura extremamente radical contra a Literatura no Chile. E assim, o Pedro e o escritor Francisco Casas fundaram uma espécie de grupo cultural chamado Yeguas del Apocalipsis, no qual eles passaram a fazer interpretações teatrais dos textos que eles mesmos escreviam, falando quase sempre sobre a forma como a homossexualidade e a transexualidade eram tratadas no Chile, ao mesmo tempo em que faziam apelos à defesa dos direitos humanos, sempre massacrados pelas ditaduras.
Entre 1987 e 1995, o Yeguas del Apocalipsis se apresentou em público por mais de 800 vezes.
Até onde eu pude me informar, o Pedro sempre disse em público que é homossexual. E em várias aparições públicas que fez, ele já apareceu vestido de mulher ou usando roupas de visual andrógeno. Aliás, na maioria das fotos dele que a gente encontra pela Internet é assim que ele tá.
Nos anos 90, ele namorou o escritor argentino Gonzalo Garcés (por sinal, outro ídolo homossexual dos países hispânicos da América do Sul), 19 anos mais novo do que ele, por cerca de 5 anos.
Além da carreira de escritor e autor e ator teatral, o Pedro tem colaborado também com jornais chilenos. E é frequentemente convidado a dar palestras sobre Literatura, já tendo se apresentado inclusive na Harvard University, Massachusetts.
Entre os livros dele, podemos destacar Los Incontables (1986), La Esquina Es Mi Corazón (1995), Loco Afán: Crónicas de Sidario (1996), De Perlas y Cicatrices (1998), Tengo Miedo Torero (2001), Zanjón de La Aguada (2003), Adiós, Mariquita Linda (2005) e Serenata Cafiola (2008).
Nos livros do Pedro, ele fala basicamente sobre o lado marginal da sociedade chilena. E as histórias, contadas quase sempre de forma irreverente e irônica, quase sempre têm também algumas passagens autobiográficas dele.

Today we’ll talk a little about the Chilean writer, journalist and actor Pedro Lemebel.
He was born in Santiago de Chile, in 1955, as Pedro Mardones Lemebel.
Along the 80s, Augusto Pinochet’s military dictatorship started imposing the strongest kind of censure against Literature in Chile. Then, Pedro and writer Francisco Casas founded a kind of a cultural group called Yeguas del Apocalipsis which gave them the opportunity to play their own texts as theater actors. Their stories used to be about how homosexuality and transexuality were seen in Chile. And they also tried to teach about the Human Rights which are usually so massacred at dictatorships at all.


Entre 1987 y 1995, el colectivo de arte Yeguas del Apocalipsis, fundado por Pedro, realizó alrededor de 800 eventos en público.
Por lo que me fue posible saber, él siempre dijo en público que es homosexual. Y en muchas de las veces en que fue visto en público, tenía ropas de mujer o por lo menos ropas que no pueden ser definidas como masculinas o femeninas. A propósito, la mayor parte de sus fotos que pueden ser vistas en Internet lo muestran así.
En los años 90, Pedro tuvo una relación de 5 años con el escritor argentino Gonzalo Garcés (otro que es visto como un ídolo por muchos homosexuales de América del Sur), que es 19 años más jóven que él.


Pedro ha una gran carriera como autore e attore teatrale, ma anche come giornalista è così. E quasi sempre l’invitano a parlare in delle conferenze di Letteratura. A proposito, lui è già stato nella Harvard University, nel Massachusetts per questo.
Tra i suoi libri più conosciuti, possiamo parlare di Los Incontables (1986), La Esquina Es Mi Corazón (1995), Loco Afán: Crónicas de Sidario (1996), De Perlas y Cicatrices (1998), Tengo Miedo Torero (2001), Zanjón de La Aguada (2003), Adiós, Mariquita Linda (2005) e Serenata Cafiola (2008).
Nei suoi libri, Pedro parla prima di tutto del lato più ripudiato della società cilena. E le sue storie, raccontate generalmente di modo ironico, quasi sempre ci mostrano delle parte della sua stessa vista personale.


Até a próxima!

terça-feira, 22 de junho de 2010

THALES PAN CHACON 1956-1997

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outro personagem histórico bissexual: o ator e dançarino brasileiro Thales Pan Chacon.

Thales da Costa Pan Chacon nasceu em São Paulo, em 23 de Novembro de 1956.
Em 1974, ele começou o curso universitário de Arquitetura da Universidade de São Paulo. Mas deixou a faculdade sem chegar a se formar.
Na mesma época em que entrou pra faculdade, o Thales começou a estudar dança, acabando por decidir seguir a carreira de dançarino ou de ator.
Então, ele foi pra Bélgica, onde fez cursos de dança sob a direção do Maurice Béjart.
Assim, o Thales teve formação tanto de ator quanto de bailarino. E ele seguiu em frente com o nome artístico de Thales Pan Chacon.
A estreia dele na televisão foi no seriado Avenida Paulista (1982).
No cinema, a estreia do Thales foi no filme Elite Devassa (1984).
Em 1988, enquanto gravava a novela Fera Radical, ele começou a namorar a atriz Carla Camurati, que era colega dele na novela. E eles ficariam juntos por 6 anos.
Mesmo depois de terminar com a Carla, o Thales sempre continuou convivendo com ela. E, de acordo com ele mesmo, não dava pra definir exatamente se eles eram namorados, amigos...
Ainda em 1993, ele entrou pro elenco da novela Olho No Olho. O personagem dele tava previsto pra ficar até o fim. Mas, devido a uma pneumonia fortíssima que o Thales contraiu, ele teve que sair logo no início e o personagem só apareceu nos 3 primeiros meses da novela. Ele quase morreu na ocasião!
Enquanto se recuperava, ele aproveitou pra estudar bastante e viajar bastante. E também aproveitou pra se dedicar mais ao teatro, já que, na época, ele tava sem muito pique pra encarar o ritmo pesado de uma produção de televisão.
Muito provavelmente, ali ele já sabia que tava com o HIV, porque, pelo comportamento dele, dá a impressão de que ele queria aproveitar o tempo que ainda tinha, né? E alguns anos mais tarde, quando veio a público que ele tava com AIDS, ele disse que não sabia quando exatamente tinha sido contaminado, mas que deve ter sido no final dos anos 80.
Vamos lembrar que a geração dele (os que foram adolescentes nos anos 60 e 70) foi uma das que tiveram mais gente contaminada, porque é uma das gerações mais arredias ao uso da camisinha.
Bom, o Thales nunca declarou em público que era bissexual (na verdade, eu nunca encontrei nenhuma entrevista dele em que ele falasse sobre as preferências sexuais dele), mas sempre existiram fofocas sobre isso.
Ele nunca parou de trabalhar (inclusive ainda voltou à televisão) e continuou na ativa até o fim. E morreu em 02 de Outubro de 1997, faltando 1 mês pra completar 41 anos.
O último trabalho do Thales foi o filme La Serva Padrona, que só foi lançado em 1998, depois da morte dele.
Ele teve ao todo 19 trabalhos como ator de cinema e televisão, além de vários shows e peças de teatro.
Todos que conviveram com o Thales dizem só guardar lembranças boas dele.

Hoy hablaremos un poquito de otro personaje histórico bisexual: el actor y danzarín brasileño Thales Pan Chacon.
Thales da Costa Pan Chacon nació en São Paulo, el 23 de Noviembre de 1956.
En 1974, él empezó el curso de Arquitectura de la Universidade de São Paulo. Pero lo dejó sin formarse.
En la misma época en que llegó a la universidad, Thales empezó a estudiar danza. Y así decidió seguir por la carrera de danzarín o de actor.
Entonces, él se fue a Bélgica, donde estudió con Maurice Béjart.
Así, él tuvo desde siempre las formaciones de danzarín y actor al mismo tiempo. Y empezó su carrera con el nombre artístico de Thales Pan Chacon.
Su primera vez como actor de televisión fue en el serial Avenida Paulista (1982).
La primera vez de Thales como actor de Cine fue el la película Elite Devassa (1984).

In 1988, while he was in telenovela Fera Radical, Thales started having an affair with actress Carla Camurati, his colleague in the show. They would be together for the next 6 years.
Even after their “divorce” Thales and Carla continued as close friends. Actually, he himself used to say he didn’t know exactly if he was her friend or husband.
In 1993, he was in telenovela Olho No Olho. His character was supposed to be in the show to the finale. But a strong pneumonia forced him to leave the telenovela and the character was seen only in its 1st 3 months. He almost died then!
While Thales was recovering he studied and traveled as much as he could. And at the same time he worked as a theater actor because he had no state of health to go ahead in a television production.
He certainly already knew at that time he had the HIV virus. Because his behavior shows us he wanted to use all the time he still had as much as possible. And some years later, when it was finally said in public he had AIDS, he said he didn’t know exactly when he had received the virus. But he supposed it had been in the late 80s.


C’è bisogno di ricordare che la generazione di Thales (quei che sono stati adolescenti negli anni 60 e 70) è stata una di quelle che hanno avuto più gente con AIDS, visto che è una delle generazioni che più scarta il profillatico. E lui è stato una delle vittime di questo tipo di ignoranza.
Bene, lui non ha mai detto in pubblico che era bisessuale (veramente, non ho mai trovato qualche intervista sua parlando niente della sua sessualità), ma ci sono sempre stati dei pettegolezzi che lo dicevono.
Anche quando era già malato, Thales non ha mai lasciato la sua carriera di attore (e sarebbe ancora stato in delle telenovele) ed ha continuato a lavorare fino alla sua morte. E questa è arrivata quando lui aveva 40 anni, nel 2 Ottobre del 1997, 1 mese prima del suo compleanno.
Il suo ultimo lavoro è stato il film La Serva Padrona, che sarebbe messo in circolazione solo nel 1998, dopo la sua morte.
Thales ha avuto 19 lavori come attore in TV e Cinema e tantissimi show teatrali.
Le persone tutte quante che l’hanno conosciuto dicono che lui ha lasciato soltanto buoni ricordi.


Até a próxima!

domingo, 20 de junho de 2010

O PROTAGONISTA DE ‘ENTRE AMIGOS’

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator estadunidense Stephen Bogardus.

Ele nasceu na Virginia, em 11 de Março de 1954.
O Stephen estudou no Choate Rosemary Hall.
Depois, ele fez o curso universitário de Arte Dramática da Princeton University, se formando em 1976.
Enquanto teve na universidade, o Stephen cantou no grupo Princeton Nassoons e fez parte do grupo teatral Princeton Triangle Club.
Assim, ele começou a carreira como ator de teatro. E atuaria em várias e várias peças dali pra frente.
Em 1979, o Stephen se mudou pra New York, onde logo foi reconhecido como um grande ator teatral e ganhou vários prêmios da área.
A estreia dele na televisão foi em 1982, em 1 capítulo do seriado Cagney & Lacey. Mas foi ao teatro mesmo que ele sempre se dedicou mais.
O Stephen não revela muito sobre a vida pessoal dele em público. Mas se sabe que, ainda nos anos 80, ele se casou com a dançarina Dana Moore. E tão juntos até hoje.
A estreia do Stephen no cinema foi uma ponta no filme Life With Mikey (que no Brasil recebeu o título traduzido de A Vida Com Mikey), em 1993.
Em 1995, ele teve na peça teatral de temática gay Love! Valour! Compassion!, interpretando o protagonista Gregory.
Em 1997, foi feita uma versão cinematográfica de Love! Valour! Compassion! (lançado no Brasil com o título de Entre Amigos). E o Stephen tava lá de novo, interpretando o mesmo personagem.
Tanto a versão teatral quanto a versão cinematográfica da história foram escritas pelo Terrence McNally e dirigidas pelo Joe Mantello.
Desde 1999, o Stephen tem feito algumas participações eventuais no seriado Law & Order, interpretando o personagem Austin.
O Stephen teve até agora 22 trabalhos como ator no cinema e televisão.
E a quantidade de peças de teatro que ele já fez até hoje é meio incontável, né? Porque ele tá desde os anos 70 na ativa sem parar.

Today we’ll talk a little about the American actor Stephen Bogardus.
He was born in Virginia, on March 11th, in 1954.
Stephen studied at Choate Rosemary Hall.
Then, in 1976, he graduated from Princeton University.
During his Princeton years, Stephen was a member of the Princeton Nassoons and the Princeton Triangle Club.
So he started his acting career as a theater actor. And many, many theater shows would be in his curriculum from that time.
In 1979, Stephen moved to New York. And soon he would be recognized as a talented theater actor and win several theater awards.


La prima volta di Stephen in TV è stata in 1 episodio del serial Cagney & Lacey (1982).
La sua prima volta in Cinema è stata nel film Life With Mikey (Cercasi Superstar), del 1993.
Nel 1995, lui è stato nello show teatrale gay Love! Valour! Compassion!, nella parte del protagonista Gregory.
Nel 1997, è stata fatta una versione cinamatografica di Love! Valour! Compassion! (Le Stagioni dell’Amore, in Italia). E possiamo vedere Stephen anche in questo film, anche nella parte di Gregory.
Lui non parla molto della sua vita personale in pubblico. Ma si sa che è sposato dagli anni 80 con la ballerina Dana Moore.

Love! Valour! Compassion! Fue un show teatral de temática gay de 1995 que inspiró la película con el mismo nombre de 1997 (conocida en algunos países de Lengua Española como Amor, Valor, Compasión: Con Plumas y A Lo Loco).
Las 2 versiones tuvieron Stephen como actor principal, Terrence McNally como guionista y Joe Mantello como director.
Desde 1999, Stephen puede ser visto en algunos capítulos del serial Law & Order, actuando como el personaje Austin.
El tuvo hasta ahora 22 trabajos como actor tanto en Cine como en TV.
No se sabe bien la cantidad de shows teatrales en que Stephen ya estuvo, puesto que él ha trabajado sin parar como actor teatral desde los años 70.


Até a próxima!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A BEBIDA DESNECESSÁRIA MAIS CONSUMIDA DA SOCIEDADE

Oi!!!

Hoje vamos falar sobre um alimento que, embora seja frequentemente consumido na nossa sociedade, na verdade deve ser evitado: o leite.
Embora seja um dos tipos de alimento mais desaconselhados pela maioria dos nutricionistas, o leite ainda é um dos artigos alimentícios mais consumidos na sociedade brasileira. Principalmente, o leite de vaca.
Bom, até por uma questão de lógica, nenhum ser humano deveria beber isso. Afinal, leite de vaca foi feito pra alimentar bezerro, e não pra alimentar ser humano, né?rs
Vejam só: o organismo humano (principalmente o organismo humano adulto) tem uma dificuldade muito grande em digerir o leite, tem dificuldade em digerir outros alimentos que tenham sido ingeridos junto com o leite e, de acordo com algumas fontes, pode até provocar doenças (doença de crohn, diabetes, osteoporose...).
Que fique claro que eu não tô aqui me excluindo do grupo das pessoas que bebem leite. Eventualmente, eu também bebo. Mas sei que é uma coisa que não deve ser feita, pelo menos com frequência. E procuro evitar.
É bom lembrar que leite é um alimento do qual a gente não tem exatamente como fugir por completo, porque, mesmo que você não beba leite diretamente, muito provavelmente, você consome leite através de outros alimentos: iogurte, manteiga, margarina, queijo, requeijão... Sem falar que a massa da maior parte dos doces também leva leite. Se você consome qualquer uma dessas coisas, você tá consumindo leite.
Você só pode dizer que não consome leite se você também não come NADA disso.
Então, se a gente já consome leite em todos esses outros produtos, não precisa ainda por cima beber, né?
Claro que, além do leite de vaca, tem outros tipos de leite que também são consumidos, embora em menor quantidade: leite de búfala, leite de cabra e tal. Só que todos têm ainda mais gordura do que o leite de vaca. Então, os efeitos podem ser ainda piores!
Se você mora numa região rural ou tem acesso ao leite que vem direto de lá, evite beber principalmente leite de búfala, leite de ovelha e leite de porca. São os mais gordurosos que podem ser achados no Brasil... Eu sei que, pra quem mora numa região urbana, é meio bizarro ouvir falar no consumo de alguns desses tipos de leite. Mas, em certas cidades do interior do Brasil, é relativamente comum beber isso.
E o mais gorduroso que existe no Mundo é o leite de rena. Mas, se você não mora na Escandinávia ou na Rússia, provavelmente você nunca vai beber isso, né?rsrs
E se você gosta muuuuuito de leite, não consegue viver sem rs, aí o mais recomendável é comprar leite de soja. É um pouquinho mais caro, mas é bem mais saudável.

Drinking milk is not necessary.

Beber leche no es necesario.

Bere latte non è necessario.

Até mais!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

COM QUE INTENÇÃO ISSO É FEITO? E PRA QUÊ SERVE?

Oi!!!

Bom, como vocês sabem, a gente tá na época das paradas gays pelo Brasil.

Mas, independente de quem seja contra ou a favor delas, vamos ver umas coisinhas aqui...
Teoricamente, uma parada gay é uma manifestação pra lutar pelos direitos GLBT. Não é isso? Só que, na maioria das vezes, sejamos francos: a coisa não passa de um carnaval fora de época.
Obviamente, é um desfile alegre, festivo, colorido e tal. Mas, geralmente, não passa disso na prática.
Bom, não que eu seja contra a parada gay. Mas eu fico pensando em 2 coisas: quais são as intenções em fazer aquilo e pra quê aquilo serve?
Se a intenção é fazer uma festa, um desfile, uma grande reunião animada ou alguma coisa assim, aí tudo bem. Que continue do jeito que tá, porque realmente é isso o que se vê ali.
Mas se a intenção é fazer uma manifestação pra reivindicar os nossos direitos, aí a coisa tem que ser mais séria do que aquilo. Porque eu não vejo em quê uma multidão pulando e dançando no meio da rua tá reivindicando os direitos do que quer que seja.
Outra coisa: essas paradas são uma espécie de chamariz de famosos que são ‘falsos simpatizantes’ da comunidade GLBT.
É preciso lembrar que FALAR QUE É simpatizante é uma coisa, mas SER simpatizante é outra. E a gente vê isso claramente na Parada Gay.
Chega lá a atriz Fulana de Tal e fala:

“Eu sou simpatizante!”

Aí chega o ator Fulano de Tal e fala:

“Eu sou simpatizante!”

Aí chega a apresentadora Beltrana de Tal e fala:

“Eu sou simpatizante!”

Tá. Mas o que é que essas pessoas fazem na prática a nosso favor?
Bom, dos que fazem, eu acho ótimo! E muitos dos famosos que aparecem por lá realmente tomam atitudes a nosso favor em outras ocasiões fora dali. Mas vocês podem ver que a grande maioria que se diz “simpatizante” nem sequer menciona o assunto ‘homossexualidade’ durante o resto do ano. Eles são “simpatizantes” SÓ durante a parada gay.
Uma grande parte desses famosos que aparecem na parada gay só vão lá pra aparecer, pra serem fotografados, pra serem filmados, pra terem o nome publicado em revistas... Enfim: pra ficar na mídia. Mas o ‘lado simpatizante’ deles (se é que eles têm esse lado) se limita a isso.
É basicamente a mesma coisa que a gente vê em relação às chamadas “rainhas dos gays”. Pra quem não viu, eu fiz um post sobre isso em Dezembro de 2008. Esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008/12/rainhas-dos-gays-quem-so-as-falsas-e-as.html

Então, como eu disse, não sou contra as paradas gays, mas acho que certos princípios ali precisam ser repensados e reformulados. Inclusive em relação às ‘celebridades’ que aparecem por lá.
Pelo menos, se a intenção for reivindicar os nossos direitos.

Gay pride parades are important. But we have to think before making them.

Las marchas del orgullo gay son importantes. Pero tenemos que pensar antes de hacerlas.

Le parate dell’orgoglio gay sono importanti. Ma abbiamo bisogno di pensare prima di farle.

Pensem nisso! E até a próxima!

terça-feira, 15 de junho de 2010

ALGO PRA REFLETIR

Oi!!!

Bom, como todos os visitantes aqui do blog já devem ter visto, desde Janeiro, eu tenho feito posts sobre as 12 principais divindades do Helenismo. E isso se acaba aqui, porque agora eu terminei de falar sobre essas divindades.
Lembrando que o Helenismo, que voltou a ser reconhecido oficialmente como religião pelo Governo da Grécia em 1997, não tem dogmas homofóbicos, não proíbe que homossexuais e bissexuais façam parte dele e não proíbe que homossexuais e bissexuais tenham vida sexual ativa.
Pesquisando mais sobre as 12 divindades das quais eu falei aqui, você pode entender melhor o Helenismo. Lembrando que nós não somos rejeitados por essas divindades. Pra essas divindades, nós não somos aberrações. Pra essas divindades, nós não somos abominações. Enfim, é o oposto do que nós ouvimos quando entramos em várias igrejas cristãs e ouvimos os cristãos falarem sobre o deus deles.
Pra quem se interessou, fica aí um convite a conhecer melhor uma religião em que você vai ser aceito como é. Você não vai ser rejeitado, não vai ser xingado, não vai ficar ouvindo indiretas contra você... Bom, como eu disse acima, você vai encontrar o oposto do que encontra em várias igrejas cristãs.
E também é uma religião que permite uma integração maior com as forças da Natureza. O Fogo, a Água, o Ar e a Terra estão presentes em toda parte, ainda que de formas diferentes e se manifestando através de deuses e deusas diferentes.
Bom, fica aí algo pra pensar:

Khaire!

HÉSTIA e POSSEIDON

HÉSTIA


A maioria dos historiadores concordam que essa já era uma deusa louvada pelos primeiros habitantes da Grécia. E os gregos pareciam procurar manter essa imagem, já que costumavam mencionar ela como a mais velha de todos os deuses olímpicos.
Héstia faz parte quase exclusivamente da religião, já que são raríssimos os mitos e lendas que falam sobre ela.
Dentro dos templos de todos os outros deuses existia sempre um altar de Héstia. E se acreditava que até eles (os outros deuses) ofereciam louvores a ela.
Em todas as casas gregas existia um altar com uma lareira, onde era oferecido o culto aos deuses olímpicos. E esse ambiente da casa era sempre consagrado a Héstia. Mas apesar de ser uma presença tão constante nos templos e nas casas dos gregos, ela não era invocada pra interagir diretamente na vida das pessoas. Pelo contrário: ela ensinava as pessoas a se autocontrolar e a se manter intocadas por influências negativas ou que causassem o descontrole. Nesse ponto, a influência divina de Héstia é, guardando-se as devidas proporções de diferença, bem parecida com a de Buda, quando ele tenta ensinar as pessoas a chegar ao Nirvana.
Héstia é uma deusa virgem, já que na castidade, pelo menos teoricamente, se encontra um autocontrole maior do que no sexo. E por isso os sacerdotes e sacerdotisas dela tinham que fazer o voto de castidade.
Essa personalidade tão abstrata e tão autocontrolada inspirou muito pouco os artistas em geral a retratarem essa deusa, o que explica o número tão pequeno de pinturas e esculturas que mostram ela.
Não parecem existir animais nem vegetais que simbolizem Héstia, até porque poucas coisas no Mundo podem representar alguém que procura ficar afastada do Mundo (pelo menos durante o maior tempo possível).
Por ser uma presença constante nas casas de todos, ela é considerada a protetora das casas.

Most of the historiographers say Hestia was worshiped by the 1st inhabitants of Greece, because she was usually mentioned as the eldest among all the olympian deities.
She can be seen almost exclusively in the religious contexts and there are very few myths which mention her.
Inside the temples of all the other deities there was always a Hestia’s shrine. And she was believed to be worshiped even by the other deities.
Inside all the ancient Greek houses there was a shrine with a fireplace where the olympian deities were worshiped. And this part of the houses was dedicated to Hestia. But even as a so present deity in the Greek temples and houses she wasn’t called by people to solve their personal problems. Actually she used to teach people how to have their self-control and to be far from evil influences. If you want, it’s possible under such context to associate Hestia to Buddha, because he teaches basically the same to the ones who intend to attain Nirvana.
Hestia is a virgin goddess because a life without sex (presumably) gives you a stronger self-control. And because of that her priests and priestesses had to live without sex as well.
Her so abstract and self-controlled personality has never inspired many artists. And it explains why there are so few pictures and sculptures based on her.
Animals and vegetables which symbolize Hestia are unknown. You see: there are very few things in the World which can symbolize somebody who intends to be as far as possible from the rest of the World.
As the most present deity in every house, she is seen as the goddess who protects all the homes.


La mayor parte de los historiadores dicen que Hestia ya era adorada por los primeros habitantes de Grecia, porque ella era dicha casi siempre la más vieja de las divinidades olímpicas.
Ella hace parte casi solamente de la religión, puesto que hay poquísimos mitos que la mencionan.
Dentro de los templos de todas las otras divinidades había siempre un altar de Hestia. Y se creía que ella era adorada hasta mismo por las otras divinidades.
Dentro de todas las antíguas casas griegas había un altar con un hogar donde las divinidades olímpicas eran adoradas. Y esa parte de las casas era consagrada a Hestia. Pero aunque ella fuera una divinidad tan presente en los templos y casas griegos, las personas no le suplicaban la solución de sus problemas personales. En verdad, lo que ella siempre hacía era mostrar a la gente como tener el control de sí mismo y como quedarse lejos de influencias malévolas. Si quieres decirlo, se puede comprender que lo que Hestia enseña es en principio lo mismo que Buda enseña, cuando recordamos de lo que él habló en relación a alcanzar el Nirvana.
Hestia es una diosa virgen, puesto que una vida sin sexo (supuestamente) nos da un control de nosotros mismos más fuerte. Y por cuenta de eso, sus sacerdotes y sacerdotisas tenían que vivir sin sexo también.
Esta personalidad tan abstracta y controlada nunca ha inspirado muchos artistas. Y esa es la razón de que haya tan pocos cuadros y esculturas de Hestia.
Según parece, no hay animales o vegetales que la simbolizan, puesto que hay pocas cosas en el Mundo que puedan simbolizar un ser que hace todo lo que puede para quedarse lejos del Mundo.
Como la divinidad más presente en todas las casas, Hestia es vista como la diosa protectora de las casas.


La parte più grande degli storiografi dice che Estia era già adorata fra i primi abitanti della Grecia, perché quasi sempre si diceva che lei era la più vecchia delle divinità olimpiche.
Lei è parte quasi soltanto della religione, visto che ci sono pochissimi miti che la menzionano.
Dentro i tempi delle atre divinità tutte quante c’era sempre un altare di Estia. E si credeva che anche le altre divinità l’adoravano.
Dentro le antiche case greche tutte quante c’era un altare con un focolare dove si adorava le divinità olimpiche. E questo posto delle case era consagrato a Estia. Ma anche come una divinità così presente nei tempi e case greci, le persone non le supplicavano la soluzione dei suoi problemi personali. Veramente, quello che lei sempre insegnava alla gente era come avere l’autocontrollo e come rimanere lontano dall’influenze malevole. Se vuoi dirlo, si può capire che quello che Estia insegna è sostanzialmente lo stesso che Buddha insegna, quando si ricorda di quello che lui ha parlato su entrare nel Nirvana.
Estia è una dea vergine, visto che una vita senza sesso (presumibilmente) ci da un autocontrollo più forte. E grazie a questo, anche i suoi sacerdoti e sacerdotesse avevano bisogno di vivere senza sesso.
Questa personalità così astratta e autocontrollata non ha mai ispirato molti artisti. E questa è la ragione della poca quantità di quadri e sculture di Estia.
A quanto pare, no ci sono animali o vegetali che la simbollegiano, visto che ci sono poche cose nel Mondo che possono simbollegiare un essere che fa tutto quello che può per restare lontano dal Mondo.
Come la divinità più presente a casa di tutti quanti, Estia è la dea protettrice delle case.


POSSEIDON


As terras de origem de Posseidon, de acordo com a maioria dos historiadores, correspondem à atual Líbia. Isso faz bastante sentido, já que os próprios gregos antigos sempre relacionavam esse deus ao “lado de lá do Mediterrâneo”, contando inclusive lendas sobre um castelo submarino que ele tinha no Litoral da Líbia.
É um pouco difícil especificar a época em que o culto dele chegou à Grécia. Mas certamente foi há mais de 3000 anos, pois já existem registros dele no século IX a.C. como um deus já tradicionalmente visto como poderoso entre os gregos.
Teoricamente, Posseidon era visto como o Senhor do Mar no mesmo peso e na mesma medida em que Plutão era visto como o Senhor do Mundo Subterrâneo e Zeus era visto como o Senhor do Céu e da Terra. Mas os mitos e lendas mostram que não era bem assim: quando era preciso, a Autoridade de Zeus passava por cima das autoridades de Posseidon e de Plutão e Ele ditava ordens no Mar e no Mundo Subterrâneo também.
Apesar de terem essa visão de Posseidon, isso não impedia que os gregos antigos vissem ele como um dos deuses mais poderosos e tratassem ele com o devido louvor.
Portanto, Posseidon pode ser visto como o símbolo religioso do homem que não tem tanto poder quanto teoricamente deveria ter, mas nem por isso deixa de ser poderoso e, consequentemente, nem por isso deixa de ser valorizado.
Os mitos e lendas que mencionam Posseidon falam sobre inúmeras aventuras amorosas dele, tanto com homens quanto com mulheres. E em consequência disso, a quantidade de filhos que as lendas atribuem a ele também é gigantesca.
Além de ser a maior de todas as divindades do Mar, ele também é o deus dos terremotos e das fontes e nascentes. Por isso, todas as divindades helênicas ligadas à água (mesmo as que controlam as águas que correm longe do Mar) reconhecem a soberania dele sobre todas as águas. E todos os movimentos que o Mar faz, desde as ondas mais fraquinhas até os maremotos mais violentos, são vistos como manifestações do poder dele.
Quanto à personalidade de Posseidon, ela é vista como uma representação do próprio Mar: o Mar que produz a abundância sem a qual nada poderia viver nesse planeta, que gera energia, que alimenta, que é uma fonte inesgotável de novos nascimentos, que sempre abrigou e sempre abrigará eternamente incontáveis trilhões de seres vivos; mas também o Mar que invade a terra com os mais devastadores maremotos e tsunamis, que destrói, que mata, que afoga, que devora todos os corpos de quem está morto nele. Tudo isso junto é a essência de Posseidon.
Ele protege principalmente as pessoas que trabalham diretamente com o Mar ou que dependem do Mar pra sobrevivência imediata.
O tridente que Posseidon geralmente aparece segurando é um apetrecho de pesca, usado pelos antigos pescadores gregos, e representa a intimidade do deus com as pessoas que tiram seu sustento do Mar. Mas, durante a Idade Média, quando os padres católicos tentaram denegrir a imagem de deuses não-cristãos, colocaram o tridente de Posseidon no diabo em que eles acreditavam. Era uma tentativa de dizer que os deuses de outras origens e o diabo dos católicos são a mesma coisa.
Em Português, existe também a forma Poseidon, com 1 S só, pro nome desse deus. Ou mesmo Posídon.
O animal e o vegetal que simbolizam ele são o cavalo e o pinheiro.

About Poseidon’s origins, most of the historiographers say he’s from Libya. Such explanation works if you think the Greeks themselves used to tell myths about a Poseidon’s castle which stays under the Libyan Sea.
It’s a little difficult to say when his worship arrived to Greece. But it was certainly more than 3000 years ago, because in the 9th century B.C. he was already mentioned as a powerful Greek god.
In theory, Poseidon was seen as the Lord of Sea as well as Pluto was seen as the Lord of the Underworld and Zeus was seen as the Lord of Sky and Earth. But the myths show it wasn’t exactly like that: when it was necessary, Zeus’ Authority deposed Poseidon and Pluto’s authority and He ruled the Underworld and Sea too.
In spite of seeing Poseidon under such context, the ancient Greeks accepted him as one of the most powerful deities and worshiped him in this way.
Then, Poseidon can be seen as the religious symbol of the man who doesn’t have all the power which he should, but is still seen as very powerful.
His myths tell he had many sexual adventures with males and females. And such adventures produced several children.
Poseidon is not only the greatest deity of Sea but also the god of earthquakes and of all the water sources. That’s why all the connected-to-water Hellenic deities recognize his supremacy over all the waters. And all the maritime motions are seen as manifestations of his power.
About his personality, it’s a representation of Sea itself. Sea produces a kind of abundance which all our planet needs to survive, gives energy, feeds, gives birth to uncountable lives, and has always been the home of uncountable trillions of living beings. But Sea also invades islands and even mainlands with terrible seaquakes and tsunamis, destroys, kills, drowns, and devours every dead body which is in it. All these things together form Poseidon’s essence.
He protects before anybody the ones who work with Sea or need Sea to survive immediately.
Poseidon’s trident is a symbol of his intimacy with fishermen (the ancient Greek fishermen used tridents to work). But in the Middle Ages the catholic priests try to denigrate all the no-christian deities. And then they put Poseidon’s trident on their devil. It was a way to mean the deities from other origins and the catholic devil are the same.
The animal and vegetable which symbolize Poseidon are horse and pine.


Hablando de los origenes de Poseidón, la mayor parte de los historiadores dice que él viene de Libia. Hace sentido, puesto que los propios griegos tenían mitos que hablaban de un castillo suyo bajo el Mar de Libia.
Es un poco difícil decir cuando su culto llegó a Grecia. Pero es cierto que fue hay más de 3000 años, porque en el siglo IX a.C., él ya era visto como un gran dios griego.
En teoría, Poseidón era visto como el Señor del Mar tanto como Plutón era visto como el Señor del Subterráneo y Zeus era visto como el Señor del Cielo y de la Tierra. Pero los mitos muestran que no era propio eso: cuando era necesario, la Autoridad de Zeus deponía las autoridades de Poseidón y Plutón y El reinaba también sobre el Mar y el Subterráneo.
Aunque Poseidón fuera visto así por los antíguos griegos, ellos lo aceptaban como una de las divinidades más poderosas y lo adoraban como tal.
Así, Poseidón puede ser visto como el símbolo religioso del hombre que no tiene todo el poder que debería tener, pero todavía es visto como muy poderoso.
Sus mitos hablan de muchas relaciones sexuales suyas tanto con hombres como con mujeres. Y también de muchos hijos suyos.
Poseidón no es solamente la mayor divinidad del Mar, pero también el dios de los terremotos e de todas las fuentes de agua. Por eso, todas las divinidades acuáticas helénicas reconocen su supremacía sobre todas las aguas. Y todos los movimientos del Mar son vistos como mafinestaciones de su poder.
Hablando de su personalidad, es una representación del propio Mar. El Mar produce un tipo de abundancia que todo el planeta necesita para sobrevivir, da energía, alimenta, permite incontables nuevos nacimientos y ha sido siempre el domicilio de incontables trillones de seres vivientes. Pero el Mar también invade islas y continentes con terribles maremotos y tsunamis, destruye, mata, ahoga y devora todos los cuerpos muertos que están en él. Todas esas cosas juntas forman la esencia de Poseidón.
El protege más que todo la gente que trabaja con el Mar o que lo necesita para sobrevivir de inmediato.
El tridente de Poseidón es un símbolo de su intimidad con los pescadores (los antíguos pescadores griegos utilizaban tridentes para trabajar). Pero en la Edad Media, los sacerdotes católicos hacían lo que podían para difamar todas las divinidades que no fueran cristianas. Y pusieron el tridente de Poseidón en su diablo. Era un modo de decir que las divinidades de otros origenes y el diablo católico eran la misma cosa.
El animal y el vegetal que simbolizan Poseidón son el cavallo y el pino.


Parlando dell’origine di Poseidone, la parte più grande degli storiografi dice che lui viene dalla Libia. Questo è così possibile che i greci avevano miti che raccontavano di un castello suo sotto il Mare della Libia.
È un po’ difficile dire quando il suo culto è arrivato nella Grecia. Ma è certo che questo è successo più di 3000 anni fa, perché nel secolo IX a.C., già se lo vedeva come uno dei principali dei greci.
In teoria, vedevano Poseidone come il Signore del Mare tanto quanto Plutone come il Signore del Sotterraneo e Zeus come il Signore del Cielo e della Terra. Ma quello che i miti raccontano non è proprio questo: quando aveva bisogno di farlo, l’Autorità di Zeus deponeva quella di Poseidone e Plutone e Lui governava anche il Mare ed il Sotterraneo.
Nonostante Poseidone fosse visto in questo modo, i greci antichi l’accettavano come una delle divinità principali e l’adoravano così.
Si può vedere Poseidone come il simbolo religioso dell’uomo che non ha il potere tutto quanto che dovrebbe avere, ma che ancora lo vedono come molto potente.
I suoi miti raccontano di molte relzioni sessuali sue con uomini e donne. Ed anche dei suoi tantissimi figli.
Poseidone non è solo la principale divinità del Mare, ma anche il dio dei terremoti e delle fonti di acqua. Per questo, le divinità acquatiche elleniche tutte quante risonoscono la sua supremazia sopra le acque tutte quante. E si vede sempre i movimenti del Mare come manifestazioni del suo potere.
Parlando della sua personalità, è proprio un ritratto del Mare. Il Mare produce un tipo di abbondanza di cui il pianeta tutto quanto ha bisogno per sopravvivere, da energia, alimenta, permette infinite nuove nascite ed è sempre stato l’abitazione di infiniti trilioni di esseri viventi. Ma il Mare anche invade isole e continenti con terribili maremoti e tsunami, distrugge, uccide, annega e divora i corpi morti tutti quanti che ha dentro. Tutto questo insieme è l’essenza di Poseidone.
Lui protegge prima di tutto la gente che lavora con il Mare o che lo bisogna per sopravvivere immediatamente.
Il tridente di Poseidone è un simbolo della sua intimità con i pescatori (gli antichi pescatori greci usavano tridenti per lavorare). Ma nel Medioevo, i sacerdoti cattolici facevano quello che potevano per diffamare tutte quante le divinità che non fossero cristiane. Ed hanno messo il tridente di Poseidone nel suo diavolo. Era come dire che le divinità di altre religioni e il diavolo cattolico erano la stessa cosa.
L’animale ed il vegetale che simboleggiano Poseidone sono il cavallo ed il pino.

Até mais!

sábado, 12 de junho de 2010

SERIA ISSO UMA COMÉDIA SENTAI?

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outra produção dos anos 80: o seriado japonês Dai Sentai Goguru Faibu, lançado no Brasil com o nome de Gigantes Guerreiros Goggle Five (a tradução exata em Português seria “Grande Esquadrão Goguru Faibu”).

Os sentais começaram a ser produzidos no Japão em 1975, pela Toei Company. E Goguru Faibu, produzido e lançado em 1982, foi o 6º sentai da História da Televisão Japonesa. Os 5 anteriores a esse são inéditos no Brasil, portanto, dos sentais mais antigos, esse é o único que já foi exibido por aqui (pelo menos na TV aberta).
Se você não se lembra exatamente do que é um sentai ou quer tirar alguma dúvida, eu já fiz posts aqui no blog sobre outros 2 sentais: Changeman e Flashman. Então, pode clicar aqui...

http://centrogb.blogspot.com/2008/02/vamos-change.html

...e aqui...

http://centrogb.blogspot.com/2009/11/e-apos-20-anos.html

...pra mais informações.
Bom, eu nunca vi os sentais anteriores a esse porque, como já foi dito, eles nunca passaram aqui. Mas, pelas informações que eu tive, esse aqui apresentou uma certa melhora em termos de produção, pelo menos se comparado aos seus antecessores.
É. Pode até ser. Mas o seriado não conseguiu se livrar de certas... Na verdade, MUITAS esquisitices. Algumas, inclusive, por culpa da distribuidora brasileira, como a gente já vai ver.
Pela atuação dos atores, nota-se que a intenção era fazer uma história séria... Mas parece que ficou só na intenção: o visual de alguns personagens, a forma como eles lutam, os efeitos especiais ‘bobinhos’ e as contradições ao longo da história acabaram, talvez sem intenção, transformando Goguru Faibu numa espécie de comédia sentai. Não que não tenha nenhuma cena séria, mas...
Vejam as armas de alguns personagens, por exemplo: o guerreiro azul luta com um bambolê de plástico, o guerreiro amarelo luta com uma bola de borracha e a guerreira rosa luta com uma fita de seda!
Nossa! Que armas incríveis pra lutar contra robôs e monstros com super poderes, né?rsrsrs Eu não digo nem ‘vencer’, mas alguém conseguiria sequer ‘assustar’ algum vilão com essas armas? Se é que isso são armas, né?
A explicação pra isso é que as armas dos heróis foram inspiradas em apetrechos de esportes olímpicos... Mas não dava pros roteiristas se inspirarem em nada melhor, não? Pelo menos não pagariam um mico tão grande!
As entradas pra base dos heróis são cabines telefônicas que ficam no meio de um parque de diversões. E pra entrar na base que (dizem que) é secreta eles entram nessas cabines com o parque cheio de gente, com todo mundo olhando, e descem por dutos subterrâneos “escondidos” no chão das cabines que levam até a base...
Que espécie de base ‘secreta’ é essa?!rsrs
Mas, em relação a esse assunto, tem uma parte pior ainda mais abaixo. Continuem lendo que vocês vão ver...
Bom, os monstros apresentados pelo seriado (como em todo sentai que se preze, nesse aqui os heróis também têm que lutar contra um monstro diferente a cada capítulo) são mutantes cibernéticos chamados mozus. Só que, além de mal feitos, eles também parece que têm algum problema mental sério: quase todos os mozus ficam pulando e agitando os braços pra lá e pra cá que nem uns retardados e todos sem exceção ficam rindo sem motivo o tempo todo e repetindo o próprio nome várias vezes seguidas.
Outra coisa que acaba ficando cômica é o maniqueísmo com que tudo é apresentado: o seriado mostra a ciência boazinha de um lado e a ciência malvadinha do outro.rs
Quanto aos efeitos especiais, é claro que não podem ser comparados aos de hoje (isso foi gravado em 1982). Mas mesmo pros padrões daquela época, eram bem fraquinhos.
Também pode se dizer que a história não é muito movimentada: você literalmente conta nos dedos os capítulos em que acontece alguma coisa importante.
Sobre os personagens, o único que tem um destaque realmente maior na história é o Ken Ichi, que é o guerreiro vermelho (ou seja, o líder) do grupo. Foi interpretado pelo ator Yoshiji Akaki, com 24 anos na época.


Curiosamente, ele não seguiu em frente na carreira de ator, que deixou ainda nos anos 80. E logo depois surgiu um boato de que, em 1995, com 37 anos, ele teria morrido devido a um câncer nos pulmões. Mas o próprio Yoshiji já veio a público pra desmentir esse boato recentemente.
Outro rosto conhecido do público brasileiro nos anos 80 que aparece no seriado é o ator Junichi Haruta, na época com 27 anos, que interpretou o guerreiro preto Kampei (e que 3 anos depois, daria vida ao vilão Magaren, de Jaspion).


Era ele mesmo quem atuava em todas as cenas de luta e ação, dispensando os dublês. E dos atores que interpretam os heróis desse seriado, ele é o único que continua na ativa até hoje.
Goguru Faibu foi dirigido pelo Shohei Tojo. E o roteirista principal foi o Hirohisa Soda.
O seriado teve, ao todo, 50 capítulos. O 1º foi ao ar na televisão japonesa em 06 de Fevereiro de 1982.
No Brasil, o seriado só chegou em 1989, exibido pela Bandeirantes, que pretendia apostar na ‘moda’ da época de exibir seriados japoneses. Mas foi mais usado como tapa-buracos da programação: quando não tinha nada fixo pra passar, fosse de manhã, de tarde ou de noite, a Band botava lá um capítulo de Goguru Faibu.
Outra coisa que não ajudou o seriado no Brasil foi a dublagem, que foi realmente horrível: os personagens se chamavam pelos nomes errados (a Mazuruka foi chamada de “Sazoria” pelo menos 2 vezes), de vez em quando aparecia a pessoa falando e a voz não entrava, e o próprio som da voz dos dubladores era abafado!
A sonoplastia então conseguia ser pior do que isso, pois ficava eternamente tocando as mesmas musiquinhas irritantes ao fundo cena.
Mas, se você é fã de sentais e não se incomoda com todos os problemas que eu mencionei acima, esse seriado tem tudo pra agradar você.
Lá vai o link pra abertura dele:

http://www.youtube.com/watch?v=O_R7X_YPAto

O 1º capítulo começa mostrando um cientista japonês chamado Hongo viajando por uma cadeia de montanhas desertas da Alemanha, em 1982. Ele tá procurando um castelo que, de acordo com informações que ele teve, é uma das bases de uma organização secreta chamada Desudaku (que na tradução brasileira mudou de nome pra Des-Dark).
Desde o ano 3000 a.C., essa organização tem reunido os cientistas com ideias mais maléficas e destruidoras do Mundo, que, desde aquela época, com a descoberta do metal, começaram a construir máquinas rústicas. E essas foram evoluindo até se tornarem mais desenvolvidas que as da ciência convencional.
O velho cientista realmente encontra o castelo. Mas quando entra, descobre que ele já foi abandonado por Desudaku. Exceto por um grupo de andróides que atacam o velho assim que ele chega! São soldados da organização, que foram deixados ali pra vigiar o castelo.
Enquanto isso, perto dali, um jovem esportista japonês chamado Ken Ichi Akama tá praticando alpinismo sozinho por aquelas montanhas. E entrando numa caverna, ele acaba, sem querer, encontrando uma passagem secreta que leva ele ao interior do castelo.
O Ken Ichi chega na hora exata em que o Hongo tá sendo atacado. E defende o velho, dando a maior surra nos soldados e botando eles pra correr.
Apesar de fugirem da porrada, eles detonam o castelo. E o Ken Ichi e o Hongo mal têm tempo de fugir enquanto tudo desaba.
Concluindo que o jovem alpinista é um dos guerreiros dos quais ele vai precisar pros planos dele, o Hongo leva o Ken Ichi com ele de volta pro Japão. E então, ficamos sabendo que o cientista já imaginava que o ataque de Desudaku aconteceria mais cedo ou mais tarde, pois ele reuniu 4 meninos e 1 menina especialistas em computador e mandou que cada um selecionasse 1 jovem que soubesse lutar pra fazer frente aos ataques diretos de Desudaku, no dia em que esses ataques viessem a acontecer.
Além das 5 crianças, tem lá também 2 moças que ajudam o Hongo a operar os computadores da base. E uma delas simplesmente some da história, sem nenhuma explicação, depois de alguns capítulos. Vai ver que a atriz achou alguma coisa mais interessante do que isso pra fazer, né? O que não devia ser muito difícil.rs
Bom, como o Ken Ichi foi escolhido pelo próprio cientista, as crianças só precisaram escolher mais 4 pessoas. E aí são escolhidos um jogador de shogi chamado Kampei Kuroda, um jogador de hockey no gelo chamado Saburo Aoyama, um tratador de animais do zoológico chamado Futoshi Kijima e uma dançarina chamada Miki Momozono.
Cada um dos jovens recebe um bracelete que, quando acionado, materializa uma armadura no corpo dele. E essas armaduras não são apenas em cores diferentes, mas também têm pedras preciosas diferentes incrustadas nos capacetes, que representam civilizações já extintas. Assim: o Ken Ichi usa a armadura vermelha, que tem um rubi no capacete (símbolo da Civilização Atlântida); o Kampei usa a armadura preta, que tem uma esmeralda no capacete (símbolo da Civilização Mesopotâmica); o Saburo usa a armadura azul, que tem uma safira no capacete (símbolo da Civilização Egípcia); o Futoshi usa a armadura amarela, que tem uma opala no capacete (símbolo da Civilização Moai, embora, na tradução do seriado no Brasil, digam que é o símbolo da Civilização Muçulmana); e a Miki usa a armadura rosa, que tem um diamante no capacete (símbolo da Civilização Inca).
A mensagem que o seriado pretende transmitir com isso é que o futuro da Humanidade tá nas mãos das crianças, mas são os jovens que têm que partir pra ação direta e, todos juntos, precisam se apoiar na sabedoria dos povos antigos.
E o grupo dos 5 guerreiros recém-recrutados recebem o nome de Goguru Faibu (ou Goggle Five, se preferirem).
Bom, enquanto isso, é claro que Desudaku não ficou a ver navios... No mesmo instante em que foram informados de que o castelo da Alemanha foi invadido, os vilões concluíram que a organização secreta deles agora não era mais secreta.rs Então, era preciso partir pra outro método: atacar abertamente a população.
Os vilões em questão têm como nova base uma fortaleza móvel em forma de castelo, que até então tava escondida no fundo do Mar, chamada Desutopia.
Na sala central da fortaleza fica uma parede de vitrô, atrás da qual fica um cíclope chamado Tabu... Só vemos a silhueta dele por trás do vitrô, mas já dá pra ter uma ideia de como ele é.
Bom, o Tabu é o chefe de Desudaku. E pra ser servido, ele reuniu lá 4 manés humanos, que tão entre os vilões mais insossos de todos os sentais que eu já vi.rs Mas vamos ver eles melhor:
O General Desugira (que no Brasil foi rebatizado como Des-Killer) é, pelo menos no início da história, a 2ª autoridade máxima de Desudaku, recebendo ordens apenas do Tabu.
Tem também 2 cientistas meia-boca, que são, aparentemente, os últimos cientistas que sobraram de Desudaku: o Professor Igana e a Professora Zazoria.


Será que pra ser cientista do mal a pessoa tem que usar roupas ridículas? Parece que sim, né?rsrs
Bom, eles são os responsáveis pela criação dos mozus e dos robôs da organização.
E a Mazuruka (que no Brasil virou Mazurka), que é uma espécie de serviçal guerreira dos demais membros da organização. Ela só tem autoridade sobre os mozus e sobre os soldados.
Como eu já disse, Desudaku parte pro ataque direto assim que sabe do que aconteceu na Alemanha. E Desutopia deixa o fundo do Mar e vai voando na direção do Japão, arrasando as terras por onde passa, até que manda um mozu, acompanhado por soldados, atacar (pra variar rs) Tókyo. Mas os Goguru Faibu aparecem e interceptam o ataque.
Depois de destruir os soldados, eles juntam as 5 espadas deles e disparam um raio de energia em forma de Y no mozu, conseguindo acabar com ele... Aliás, apesar desse raio ter força pra matar, ele é tão fraquinho que nem explode a criatura. Só dá-lhe um solavanco e ela cai morta.rs
Bom, em resposta a isso, a Zazoria manda um robô gigante voando até o lugar onde o mozu foi destruído. E lá chegando, o grandalhão dispara um raio de energia no monstro, fazendo ele ressuscitar e ser teletransportado pruma cabine de comando dentro do robô. E de lá ele começa a atacar os heróis, pilotando o robô.
Nem é preciso dizer que Desudaku vai usar essa mesma tática até o final do seriado em 99% das vezes em que um mozu for morto, né?rsrs
Bom, vendo a situação por um monitor da base “secreta”, o Hongo manda uma nave gigante que ficava “escondida” na base deles pra ajudar os heróis... Agora vejam só: a base fica escondida embaixo de um estádio de beisebol e, pra nave sair, todo o estádio é levantado por dezenas de metros, a nave enorme sai voando lá de dentro e depois o estádio desce de volta pra posição em que tava antes, com a cidade toda vendo isso! E ninguém estranha isso e ninguém sabe onde fica a base “secreta” deles!rsrsrs
Detalhe: essa cena se repete algumas dezenas de vezes até o final do seriado e tá sempre acontecendo um jogo na hora em que o estádio é suspenso e a nave sai! Comparado a isso, as cabines telefônicas do parque de diversões não são nada, né?
Bom, a nave chega até os heróis, levando a eles 1 jato e 2 tanques. E o Hongo revela a eles que, unindo esses veículos, é possível criar um robô gigante pra lutar contra o robô de Desudaku. Assim, o Ken Ichi pega o jato, o Saburo pega um tanque e o Futoshi pega o outro.
O Kampei e a Miki ficam lá dentro da nave vendo a coisa pegar fogo e, de vez em quando, disparando um missilzinho contra o robô inimigo pra dar uma força pros colegas.
Depois de uma lutazinha lá, os heróis destroem o robô inimigo com o mozu dentro e festejam a vitória... Nem é preciso dizer que o mesmo tipo de cena vai se repetir algumas dezenas de vezes ao longo do seriado, né?rsrs
Bom, entre os robôs gigantes de Desudaku, conhecidos como kongus, os 4 primeiros mandados pra lutar contra os heróis têm a aparência de simples robôs gigantes. Mas, do 5ª em diante, a coisa muda: vendo que os kongus não tão dando conta do recado, o Igana e a Zazoria resolvem mudar a estrutura deles, passando a construir kongus que são imitações em tamanho gigante dos mozus (mas com uma aparência mais robótica, evidentemente). Mas isso não dá nenhuma grande vantagem aos vilões.
No capítulo 15, o Tabu começa a se apurrinhar com a série de derrotas que os súditos dele vêm sofrendo pros heróis. E resolve dar um castigo a cada um.
Pra isso, ele faz Desutopia descer até as profundezas do Mar no Polo Sul e extrair de lá um caixão, com o nome Desmark escrito na tampa. E dentro dele, tá hibernando uma espécie de mago chamado Desumaruku, que usa um klaft de faraó na cabeça... O que é que isso tem a ver com o resto da história, só o diretor sabe.rs


Até porque nunca é feita nenhuma associação dele com o Egito nem nada parecido com isso. E ele tava no Polo Sul...
Mais um detalhe: ele tava dormindo no caixão junto com 2 bonequinhas roxas pequenininhas chamadas Bera e Besu (que meigo, né?rsrs). E assim que ele se levanta do caixão, a 1ª providência que ele toma é fazer as 2 crescerem até o tamanho humano... Mas essas personagens são 2 paredes: elas ficam até o último capítulo sem falar nenhuma palavra e sem fazer nenhum gesto, cada uma em pé de um lado do Desumaruku.
Bom, o Desumaruku já trabalhou pra Desudaku há séculos atrás. E a intenção do Tabu em trazer ele de volta era rebaixar o Desugira: o Tabu nomeia o Desumaruku marechal e nova 2ª autoridade máxima da organização.
Os próximos a se estrepar são o Igana e a Zazoria: no mesmo capítulo, os 2 recebem uma última chance do Tabu pra acabar com os heróis, mas, como falham, são condenados à morte pelo cíclope. E é o próprio Desumaruku quem destrói os 2 com raios de energia diante dos outros membros da organização.
Só a Mazuruka que não recebeu punição nenhuma. Provavelmente porque ela é tão insignificante na história que o Tabu até se esqueceu dela.rs
Nos capítulos seguintes, não acontece nada de importante. Até que, no capítulo 34, o Tabu se toca que tem que criar mozus capazes de sobreviver ao raio em forma de Y dos Goguru Faibu, pois foi isso que matou todos os mozus até agora. Mas, no mesmo capítulo, os heróis resolvem o problema: criam um novo golpe mortal, que passam a usar sempre a partir daí.
Aí vem outra bizarrice: o novo golpe mortal é uma lança que se forma quando os 5 juntam as espadas deles e que só fica pronta depois de mais ou menos 1 minuto de coreografias com eles fazendo poses e pulando de um lado pro outro... Ora essa! Daria tempo de sobra pros mozus atacarem eles enquanto eles ainda tão formando a lança, né? Mas não: os bichos só ficam sacudindo os braços e repetindo o próprio nome, como sempre.rsrs Eu avisei que esses monstros eram retardados.
No capítulo 48, vendo que nada do que foi tentado até agora serviu pra acabar com os heróis, o Desumaruku resolve partir prum plano mais extremista: implantar um bomba no corpo da Mazuruka, fazer ela entrar na base dos Goguru Faibu e explodir tudo lá dentro. E sem revelar o que pretende, ele submete ela a uma operação pra dar a ela o poder de ficar invisível (aproveitando pra implantar a bomba nela) e manda ela dar um jeito de entrar na base secreta dos heróis, sob a promessa de destituir o Desugira e dar à Mazuruka o posto dele se ela for bem sucedida.
Depois de ficar invisível, a Mazuruka entra num dos carros dos Goguru Faibu e é levada por eles pra dentro da base sem eles perceberem. E de lá, ela manda um sinal pro Desugira, que se coloca a caminho, enquanto os heróis são atraídos pra longe da base por um mozu.
Assim que matam o monstro, os heróis voltam à base e encontram o Desugira, que acabou de chegar e contar à Mazuruka o plano do Desumaruku, ameaçando explodir ela com um controle remoto que ele segura, enquanto as 5 crianças e a assistente do Hongo se encolhem num canto. Mas a Mazuruka arranca o controle das mãos do Desugira e explode a si mesma, pretendendo matar o general com a explosão pra se vingar de Desudaku.
Na verdade, embora o Desugira não percebesse, a intenção do Desumaruku era que ele morresse na explosão também, pois ele não era mais necessário a Desudaku.
O capítulo acaba dando a entender que todos morreram na explosão. Mas o capítulo seguinte mostra que a única que morreu foi a própria Mazuruka: embora a explosão tenha destruído a base por completo, os heróis, as crianças, a assistente do Hongo e o próprio Desugira tão todos vivos. E o Ken Ichi, como todo herói bonzinho, comete o erro de cuidar do vilão ferido e dar uma nova chance a ele... Pouco depois, ele vê que essa não foi uma boa ideia, pois o Desugira logo volta pra Desutopia e, assumindo o controle de um kongu, parte pra atacar os heróis.
Esses pegam o robô deles e partem pra porrada. E depois de uma difícil luta, destroem o kongu com o Desugira dentro.
No capítulo seguinte (o último), o Desumaruku desafia os Goguru Faibu pruma luta. E usando a magia dele, dá a maior surra neles, voltando logo em seguida pra Desutopia e se dirigindo pra Tokyo, disposto a destruir a cidade.
Então, os heróis preparam uma armadilha: voam com a nave até o lugar por onde Desutopia vai passar antes de chegar a Tokyo, deixam a nave lá ‘abandonada’ e se escondem. E quando Desutopia passa, como era de se esperar, o Tabu e o Desumaruku se interessam pelo equipamento e aterrissam ao lado da nave, mandando alguns soldados irem se apossar dela. E no instante em que as portas do castelo se abrem pros soldados saírem, os heróis saem do esconderijo e aproveitam pra invadir Desutopia.
Enquanto procuram pela sala de comando, eles lutam contra algumas dezenas de soldados que aparecem pelo caminho (alguns, inclusive, usando armaduras e armas de samurais). E até a Bera e a Besu finalmente resolvem se mexer: elas se transformam em guerreiras humanóides e vão lutar contra os heróis, mas são destruídas por eles minutos depois.
O Ken Ichi é o 1º que consegue chegar à sala de comando (os outros vão se retardando por causa dos obstáculos que encontram pelo caminho). E depois de lutar contra o Desumaruku, ele consegue destruir o vitrô do Tabu com um golpe de espada, revelando finalmente a aparência da criatura... Não é nada muito diferente do que a silhueta dele já mostrasse: um cíclope cheio de chifres. A única ‘novidade’ que se vê é que o corpo dele é formado por genes apodrecidos que foram reunidos desde que a organização se formou, em 3000 a.C. Conclusão: o bicho é simplesmente uma carniça de 5000 anos.rsrs
Ele teletransporta todos que tão dentro do castelo (menos ele mesmo) pra fora. E lá, depois de acabar com os últimos soldados restantes, os heróis finalmente destroem o Desumaruku com a lança deles.
Depois, eles disparam um míssil contra Desutopia, destruindo ele completamente... Mas, das ruínas do castelo, o Tabu se levanta em tamanho gigante.
Os heróis pegam o robô deles e, depois de uma difícil luta, finalmente conseguem destruir o cíclope apodrecido.rs


Depois disso, os heróis se despedem dos garotos, enquanto vemos algumas cenas de flashback do seriado todo, pois cada um se lembra das aventuras pessoais que viveu ao longo do seriado.
O Hongo lembra que a paz do Século 21 agora tá nas mãos das crianças daquela época (início dos anos 80). E os heróis, tendo feito a parte deles, se afastam sorrindo.
Ainda no início de 1982, foi lançado um curta metragem de 28 minutos, também com o título de Dai Sentai Goguru Faibu, inspirado no seriado, com os mesmos atores interpretando os mesmos personagens do início do seriado.

Hoy hablaremos de otra producción de los años 80: el tokusatsu (serial japonés) Dai Sentai Goguru Faibu, más conocido en los países de Lengua Española como Gran Escuadrón Goggle V y aquí en Brasil como Gigantes Guerreiros Goggle Five.
Los sentais empezaron a ser producidos en Japón en 1975, por las manos de la Toei Company. Y Dai Sentai Goguru Faibu, producido y lanzado en 1982, fue el sexto sentai de la Historia de la Televisión Japonesa. Los 5 sentais más antíguos que este nunca fueron vistos en Brasil (por lo menos en los canales de televisión abierta), lo que hace este serial el único entre los sentais más antíguos realmente conocido por el público brasileño.
Si no te recuerdas propiamente de lo que es un sentai o quieres sacar dudas de este tema, puedes clicar sobre los 2 primeros enlaces arriba para ver 2 posts que hablan de 2 otros sentais: Changeman y Flashman. Allá se puede tener otras informaciones.
Bueno, yo nunca tuve la oportunidade de ver los 5 primeros sentais, como tampoco la mayor parte de los otros brasileños la tuvieron. Pero por lo que me fue posible saber, este aquí mostró algunos mejoramientos en su producción, por lo menos cuando es comparado a sus precedentes.
Si eso es verdad (no digo que no lo sea), sin embargo este serial no dejó de tener algunas cosas extrañas... En verdad, MUCHAS. Algunas, dicho sea de paso, por cuenta de la compañía que lo lanzó en Brasil, como ya vamos a ver.
Cuando se ve la actuación de la mayor parte de los actores, se puede entender que la intención era producir una historia seria... Pero creo que fue solamente la intención: el aspecto de algunos personajes, el modo como ellos luchan, los efectos especiales muy simples y las contradicciones a lo largo de la historia simplemente, y tal vez sin la intención de hacerlo, cambiaron Dai Sentai Goguru Faibu en un tipo de comedia sentai. Es claro que la historia tiene también un lado más serio, pero...
Por ejemplo, vean las armas que algunos personajes utilizan: ¡el guerrero azul lucha con un hula-hula de plástico, el guerrero amarillo lucha con una bola de goma y la guerrera color de rosa lucha con una cinta de seda!
¡Caracoles! Tales armas son realmente increíbles para luchar contra robots y monstruos con super poderes, ¿verdad?rsrsrs Yo no diría siquiera “vencer”, ¿pero a alguien sería posible por lo menos “amedrentar” cualquier villano con este tipo de armas? Quiero decir, si eso son realmente armas.
La explicación para eso es que las armas de los héroes fueron inspiradas en pertrechos utilizados en deportes olímpicos... ¿Pero no sería posible a los guionistas inspirarse en alguna cosa un poco mejor? Por lo menos no se quedaría una cosa tan ridícula.
Los accesos para el cuartel de los héroes son cabinas telefónicas que se quedan a lo largo de un parque de atracciones. Y para entrar en el cuartel que (dicen que) es secreto, ellos entran en esas cabinas con el parque lleno de gente, con todos mirándolos, y bajan por ductos subterráneos “escondidos” en el piso de las cabinas que los conducen a su cuartel...
Hay otra cosa todavía más ridícula: la nave de los héroes suspende todo un estadio de béisbol en medio de un ciudad en todas las veces que deja el cuartel y se va a ayudarlos, lo que muestra claramente a todos donde se queda el cuartel.
¿Qué tipo de cuartel “secreto” es ese?rsrs
Bueno, los monstruos vistos en este serial (como en todos los demás sentais, en este aquí los héroes también tienen que luchar contra un monstruo diferente a cada capítulo) son mutantes-cyborgs conocidos como mozus. Pero sus trajes son muy mal hechos y los propios personajes, según parece, tienen cualquier tipo de problema mental serio: casi todos los mozus se quedan saltando y moviendo sus brazos como si fueran imbeciles y todos ellos se quedan reíndose sin razón y hablando sus propios nombres por muchas veces seguidas.
Otra cosa que acaba por ser cómica es el maniqueísmo con que todo es visto aquí: el serial nos muestra los científicos santos, los científicos perversos y un grupo luchando contra el otro.rs
Hablando de los efectos especiales, es claro que no pueden ser comparados a los actuales (eso fue rodado en 1982). Pero, hasta mismo para aquella época, ya no eran buenos.
Y tampoco el desarrollo de la historia es algo muy interesante: son pocos (en verdad poquísimos) los capítulos en que ocurre aluna cosa que cambie la historia.
Hablando de los personajes, el único que tiene un destaque mayor a lo largo de la historia es Ken Ichi, que es el guerrero rojo (o sea, el líder) del grupo. Y fue el personaje del actor Yoshiji Akaki, que tenía 24 años en aquella época.
Es curioso que él no se fue adelante en su carrera de actor, dejándola todavía en los años 80. Hubo chismes de que, en 1995, con 37 años, él fue llevado por un cáncer en los pulmones. Pero él propio ya llegó en público para decir que eso no es verdad.
Otro actor que se puede destacar es Junichi Haruta, en quella época con 27 años, que tuvo como personaje el guerrero negro Kampei. Fue muy conocido aquí en Brasil en los años 80 por actuar en el serial Kyoju Tokuso Jasupion como el villano Mado Gyaran.
Era el propio Junichi que actuaba en las escenas de lucha y aventura, sin necesitar dobles. Y entre los actores principales de este serial, él es el único que sigue hasta hoy en la carrera de actor.
Dai Sentai Goguru Faibu tuvo Shohei Tojo como director. Y su guionista principal fue Hirohisa Soda.
El serial tuvo, en total, 50 capítulos. El primero fue visto por la primera vez en la televisión japonesa el 6 de Febrero de 1982.
En Brasil, el serial llegó solamente en 1989, siendo exhibido por la emisora de TV Bandeirantes, que así seguía la moda de las emisoras brasileñas de aquella época de exhibir tokusatsus. Pero, en verdad, fue utilizado para tapar huecos en la programación: cuando no tenía nada fijo para exhibir, la Badeirantes nos mostraba cualquier capítulo de Dai Sentai Goguru Faibu. Fuera por la mañana, por la tarde o por la noche.
Otra cosa que no ayudó nada al serial en Brasil fue el doblaje realmente horrible que tuvo aquí: los personajes se llamaban por nombres errados (la villana Mazuruka fue llamada “Sazoria” por los menos por 2 veces), algunas veces los actores eran vistos hablando pero no había voz en el audio, y hasta mismo el propio sonido de la voz de los dobladores llegaba muy sofocado.
Y la sonoplastía llegaba a ser peor que eso, puesto que se podía escuchar eternamente las mismas músicas irritantes sonando al fondo de las escenas.
Pero, si tú eres un fan de sentais y si todos los problemas de que hablé arriba no te desgustan, Dai Sentai Goguru Faibu tiene todo para gustarte muchísimo.
Y para ver el opening del serial, tú puedes clicar sobre en tercer enlace arriba.


Il primo episodio di Dai Sentai Goguru Faibu (Goggle Five) comincia ci mostrando uno scienziato giapponese chiamato Hongo in viaggio per una catena montuosa disabitata della Germania, nel 1982. Lui sta cercando un castello che, secondo delle informazioni che ha avuto, è una delle basi di un’organizzazione segreta chiamata Desudaku.
Dal 3000 a.C., questa organizzazione unisce gli scienziati più cattivi e distruttivi del Mondo, che, da quell’epoca, grazie alla scoperta del metallo, hanno cominciato a produrre delle macchine rustiche, che si sono sviluppate negli ultimi 5000 anni e adesso sono più possenti delle macchine comuni.
Il vecchio scienziato veramente trova il castello, ma vede che Desudaku è già andato via. Però, ci sono molti androidi dentro il castello. E loro attaccano il vecchio! Sono i soldati di Desudaku che sono stati lasciati nel castello per proteggerlo.
Allo stesso tempo, un giovane sportivo giapponese chiamato Ken Ichi Akama sta praticando alpinismo da solo su quelle montagne. Ed entra una caverna dove, senza volerlo, trova un passaggio segreto che lo porta al castello.
Ken Ichi arriva quando gli androidi stanno attaccando Hongo. Lui protegge il vecchio e gli androidi scappano via.
Comunque sia, gli androidi esplodono il castello. E Ken Ichi e Hongo quasi non hanno tempo di uscire mentre tutto si rovina.
Hongo capisce che Ken Ichi è uno dei guerrieri necessari per i suoi progetti, e porta il giovane alpinista con lui quando torna in Giappone. E allora si sa che lo scienziato già immaginava che l’attacco di Desudaku succederebbe prima o poi. E per questo, aveva già formato un gruppo di 4 bambini e 1 bambina specialisti in computer, volendo che ognuno selezionasse 1 giovane che sapesse lottare per proteggere il Mondo contro l’attacco di Desudaku.
Hongo ha anche 2 ragazze che l’aiutano con i computer della sua base. E c’è una che sparisce dopo dei pochi episodi senza spiegazione. Forse l’attrice che aveva quella parte ha trovato qualcosa più interessante da fare, vero? Questo non sarebbe difficile.rs
Bene, Ken Ichi era già scelto per Hongo. Così, i bimbi hanno scelto soltanto 4 altre persone: un giocatore di Shogi chiamato Kampei Kuroda, un giocatore di hockey su ghiaccio chiamato Saburo Aoyama, il portiere di uno zoologico chiamato Futoshi Kijima ed una ballerina chiamata Miki Momozono.
Ogni guerriero riceve un braccialetto che, quando l’azionano, veste ognuno con un’armatura. Queste armature hanno colori diversi ed anche pietre preziose diverse nei caschi, come simboli di 5 civiltà che non esistono più: Ken Ichi ha l’armatura rossa, che ha un rubino (simbolo della Civiltà Atlantida); Kampei ha l’armatura nera, che ha uno smeraldo (simbolo della Civiltà Mesopotamica); Saburo ha l’armatura blu, che ha uno zaffiro (simbolo della Civiltà Egiziana); Futoshi ha l’armatura gialla, che ha un opale (simbolo della Civiltà Moai); e Miki ha l’armatura rosea, che ha un diamante (simbolo della Civiltà Inca).
Il messaggio che lo show trasmette è che i bambini sono i responsabili per il futuro, ma i giovani devono lottare per esso e, tutti quanti insieme, devono usare il sapere degli antichi.
Il gruppo dei 5 guerrieri riceve il nome di Goguru Faibu (o Goggle V).
Un po’ prima di questo, quando hanno saputo dell’invasione nel castello della Germania, i cattivi di Desudaku hanno capito che la sua organizzazione segreta allora non era più segreta.rs Così, da quel momento hanno deciso di attaccare apertamente la popolazione.
Loro hanno come la sua base principale una cittadella simile a un castello, che rimaneva al fondo del Mare, chiamata Desutopia.
Alla sala principale del castello c’è una parete di vetro che nasconde un ciclope chiamato Tabu... Si vede solo il suo contorno dietro la parete, ma si può capire come lui è.
Tabu è il signore di Desudaku. Ed i suoi sudditi principali sono 4 umani veramente stupidi.rs E tutti quanti con dei vestiti ridicoli, come si può vedere sopra. Sono questi:
Il General Desugira è la seconda autorità massima di Desudaku. Solo Tabu lo comanda.
Il Professor Igana e la Professoressa Zazoria sono, a quanto pare, i 2 ultimi scienziati (incompetenti) di Desudaku. E sono i creatori dei mostri mozu e dei robot dell’organizzazione.
E Mazuruka è una guerriera subalterna degli altri membri dell’organizzazione. Lei comanda i mozu ed i soldati.
Quando Desudaku sa di quello che è successo nella Germania, Desutopia lascia il fondo del Mare e comincia a volare verso il Giappone, distruggendo tutto quanto trova per dove va ed inviando già un mozu e dei soldati contro Tokyo. Ma i Goguru Faibu intercettano l’attacco del mozu.
Dopo aver distrutto i soldati, loro mettono le sue 5 spade insieme e sparano un raggio simile a una Y contro il mozu. E nonostante questo l’uccida, non lo fa esplodere.
In conseguenza a questo, Zazoria invia un robot gigante volando al posto dove hanno ucciso il mozu. Ed il robot risuscita il mostro con un raggio di energia, lo portando ad una cabina di pilotaggio che ha sulla testa. Così, il mozu comincia a attaccare gli eroi mentre guida il robot.
Chiaramente, Desudaku farà la stessa cosa sempre che un mozu sarà morto.rsrs
Hongo vede tutto questo dalla sua base segreta e invia un’astronave gigante che rimaneva nascosta nella base per aiutare gli eroi... Ma guarda: la base rimane nascosta sotto uno stadio di baseball e, quando la nave ha bisogno di lasciare la base, tutto lo stadio si alza per molti e molti metri, la nave gigante lascia quel posto volando e dopo lo stadio torna a come era prima. La città tutta quanta lo vede, nessuno crede che questo sia strano e nessuno sa dove la base “segreta” rimane!rsrsrs
A proposito, la stessa situazione sarà successa per quasi 50 volte fino alla fine dello show e c’è sempre una partita di baseball quando la nave fa questo! Qualcuno è sicuro che questa base è segreta?
Bene, la nave ha dentro 1 aviogetto e 2 autoblindate. Ken Ichi guida l’aviogetto, Saburo guida un’autoblindata e Futoshi guida l’altra. E Hongo dice agli eroi che, combinando i 3 veicoli, si può fare un robot gigante e lottare contra il robot di Desudaku.
Kampei e Miki restano dentro la nave e guardano la battaglia.
Dopo la lotta, gli eroi distruggono il robot nemico con il mozu dentro e festeggiano la loro vittoria... Non ho bisogno di dire che lo stesso tipo di scena sarà visto per molte e molte altre volte nello show, vero?rsrs


Let’s see the conclusion of the Japanese TV series Dai Sentai Goguru Faibu (Dai Sentai Goggle-V):
In the 15th episode, the main villain Tabu (Taboo) gets tired of his followers’ defeats and decides to punish them.
He orders his flying castle Desutopia (Deathtopia) to be piloted to the South Pole and extracts a coffin from the seabed. It’s written Desmark on it. And a wizard named Desumaruku was hibernating inside the coffin. He wears a pharaoh klaft around his head, but no episode of the series mentions him as a wizard from Egypt.
There were also 2 little violet and blue dolls with him while he was sleeping in the coffin. They’re named Bera and Besu (Bella and Beth). And at the same moment when Desumaruku gets up from his coffin, he grows them up to the human size. But both characters are just background actresses. They stay to the last episode speaking no word and moving no arm. They stand up on Desumaruku’s both sides and that’s all.
Well, Desumaruku worked for the evil organization Desudaku (Deathdark) many centuries ago. And Tabu brought him back and designated him as a marshal in order to humiliate Desugira (Deathgiller). As a general, this one was the 2nd head of Desudaku. But Desumaruku’s homecoming deposed him from this level.
The next villains who have their doom are the scientists Igana and Zazoria. Tabu gives them a last chance to destroy the heroes Goggle V. As it doesn’t work, he condemns them to death. Desumaruku himself destroys them.
Actually, the only thing which those scientists did was changing the kongus’ shape. Kongus are Desudaku’s giant robots. The first 4 kongus looked like simple giant robotic warriors. But thanks to Igana and Zazoria the next ones were constructed as giant imitations of the mozu beasts. Anyway it changed really nothing about the kongus’ quality.
The next episodes show nothing really important. But in the 34th episode Tabu finally understands he has to produce mozu beasts who can survive from the Goggle V mortal attacks. Anyway that was what has killed all the mozu beasts to now. But in the same episode the heroes solve the problem: they create a spear which becomes their new mortal attack to destroy all the next mozus.
Then we see a very strange (or should I say stupid?) thing: every time they use the spear they spend almost 1 minute to do that while they jump and jump... What a fuck! The mozus would be able to attack them while they’re doing that with no problem, wouldn’t they? But they don’t! By the way, I think these monsters are mentally retarded, because each one of them just moves his arms, laughs with no reason, and repeats his own name all the time!
In the 48th episode, Desumaruku decides to use a more extremist plan to destroy the heroes: inserting a bomb in a Desudaku member’s body and making him enter in the Goggle V basis in order to destroy it. He decides to do that to his assistant Mazuruka (Mazurka), but reveals nothing to her. Actually he does that when he performs a surgery on her saying it will make her invisible. And then he orders her to use this power to enter the heroes’ basis. Desumaruku tells Mazuruka he intends to depose Desugira and give her his place.
Mazuruka gets invisible and hides herself in one of the Goggle V’s car. Then, she manages to enter the basis, contacts Desugira, and tells him where the basis is. And he goes in the basis while a mozu is calling the heroes’ attention.
As soon as the heroes kill the monster, they come back to the basis and find Desugira revealing Mazuruka what’s happening and saying he’ll explode her with the remote control he’s holding. But she takes the control from his hands and explodes herself, intending to kill Desugira in a suicide act of revenge against Desudaku.
Well, Desugira hadn’t understood it, but Desumaruku’s intention was killing also him, because he’s gotten unnecessary to Desudaku anymore.
The episode ends suggesting everybody died in the explosion. But the next episode reveals the only victim was Mazuruka herself. The explosion destroyed the basis, but the Goggle V, the other members of their group and even Desugira are still alive. As every good hero, Ken Ichi (the red leader of the group) decides to take care of the villain because he’s very hurt... A little later he sees it wasn’t a good idea giving Desugira a new chance: he just goes back to Desutopia and uses a kongu to try to kill the heroes.
Anyway, the heroes use their giant robot to destroy the kongu with Desugira inside it.
The next (and last) episode shows Desumaruku fighting against the Goggle V and flying with Desutopia against Tokyo to destroy the city.
Then, the heroes prepare a trap for him. They fly with their ship to the way where Desutopia will fly over, “abandon” the ship and hide themselves near there. When Desutopia goes nears the ship, of course Tabu and Desumaruku get interested in the “abandoned” ship and decide to appropriate of it. They land the castle near the ship and send some soldiers to get it. But as soon as the soldiers open the castle door to go out, the Goggle V appear and use this chance to invade the castle.
While they look for Tabu to kill him, they have to fight against many, many soldiers (some of them armed as samurais). And even Bera and Besu decide to do something and assume the form of human warriors in order to fight against the Goggle V. But the heroes destroy them minutes later.
Ken Ichi is the 1st one to enter Tabu’s room (the other ones are fighting against those obstacles which they’ve met). And after have fought against Desumaruku, he manages to destroy the translucent wall which had hided Tabu along all the series. And then we see he’s a horned cyclops and his body is made of rotten genes which have been accumulated since when Desudaku was founded in 3000 B.C. Conclusion: the thing is a 5000-year-old carrion.rsrs
He teletransports everybody (except himself) to out of the castle. Then the Goggle V destroy the last soldiers and finally manage to kill Desumaruku.
After that, they shoot a missile against Desutopia and explode it completely... But at the same time, Tabu grows up to a giant size and goes to fight against the heroes.
The Goggle V go to their giant robot and, after a difficult fight, finally destroy the rotten cyclops.rs
And then, it’s time to say good-bye, while we see some flashback scenes. Actually they’re the memories of each hero about his/her personal adventures along the series.
Hongo reminds everybody the peace of the 21st century is in the hands of children of that time (1983). And the 5 heroes follow their ways. Their part is done.
In the early 1982, a 28-minute-long film based on the 1st episodes of the series was released with the same actors playing the same characters. It’s also called Dai Sentai Goguru Faibu.