segunda-feira, 31 de maio de 2010

W.H. AUDEN 1907-1973

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: o poeta inglês W.H. Auden.

Wystan Hugh Auden nasceu em North Yorkshire, em 21 de Fevereiro de 1907.
Ele tinha 2 irmãos mais velhos.
Quando o Wystan tinha 1 ano, a família dele se mudou pra West Midlands.
Embora os pais dele fossem anglicanos, seguiam uns rituais religiosos meio ecumênicos, metade anglicanos, metade católicos.
O Wystan adorava Mitologia Nórdica.
Na infância e adolescência, ele estudou na St. Edmund’s School e depois na Gresham’s School. Nessas escolas, ele conheceu os futuros poetas Christopher Isherwood e Robert Medley. Ambos, de acordo com alguns historiadores, foram amantes dele alguns anos depois.
Em 1925, o Wystan foi fazer o curso universitário de Biologia da University of Oxford. Mas mudou pra Inglês depois que entrou, se formando em 1928.
Enquanto teve lá, ele fez amizade com o poeta Stephen Spender, que, dizem alguns, também foi amante dele.
Em 1930, o Wystan publicou o 1º livro dele, Poems, assinando com o nome artístico de W.H. Auden e sendo logo reconhecido como o grande poeta inglês da geração dele.
Vários poemas dele, de modo direto ou indireto, falam sobre homossexualidade.
Em 1935, o W.H. se casou com a atriz alemã Erika Mann, filha do escritor alemão Thomas Mann. Pra quem não viu, eu fiz um post sobre ele no mês passado.
Esse casamento foi simplesmente um trato que o W.H. e a Erika fizeram pra dar a ela um passaporte inglês e dificultar que ela fosse perseguida pelos nazistas, porque ela era judia.
Em 1939, o W.H. se mudou pros Estados Unidos, onde começou a namorar o poeta Chester Kallman, 14 anos mais novo do que ele.
O caso deles só durou 2 anos, porque o W.H. queria um relacionamento monogâmico e o Chester, na época com 20 anos, queria saber é de trepar com todos os homens que conseguisse.
De qualquer forma, eles continuaram amigos até a morte do W.H. E chegaram a morar juntos por anos depois disso. Mas, de acordo com ambos, sem namorarem mais.
Em 1972, o W.H. decidiu voltar pra Inglaterra.
No ano seguinte, ele decidiu passar o Verão na Áustria. E no dia 29 de Setembro, com 66 anos, ele foi morto por um enfarte.

Today we’ll talk a little about another homosexual historical character: the English poet W.H. Auden.
Wystan Hugh Auden was born in North Yorkshire, on February 21st, in 1907.
He had 2 elder brothers.
When Wystan was 1 year old, his family moved to the West Midlands.
In spite of calling themselves “anglicans”, actually his parents had a kind of an ecumenist religiosity, half anglican, half roman catholic.
As a little boy, Wystan loved Norse Mythology.
During his childhood and adolescence he studied at St. Edmund’s School and later at Gresham’s School. At these schools he met the future poets Christopher Isherwood and Robert Medley. Some of his biographers say both would be his lovers some years later.


Nel 1925, Wystan è arrivato all’University of Oxford. Voleva laurearsi in Biologia. Ma dopo ha cambiato il suo corso a quel di Inglese. E si è laureato nel 1928.
Quando era all’università, lui è diventato amico del poeta Stephen Spender, che, si dice, sarebbe un amante suo.
Nel 1930, Wystan ha messo in circolazione il suo primo libro, Poems, con il nome artistico di W.H. Auden. Ed è stato riconosciuto come uno dei principali poeti inglesi di quell’epoca.
Molti poemi suoi menzionano l’omosessualità.
Nel 1935, W.H. ha sposato l’attrice Erika Mann, figlia dello scrittor Thomas Mann. Se non l’avete visto, c’è un post parlando di lui nel mese scorso.
Questo matrimonio è stato soltanto un accordo fra W.H. e Erika per darle un passaporto inglese per impedire ai nazisti di perseguitarla, visto che lei era ebrea.


En 1939, W.H. dejó Inglaterra y se fue a vivir en los Estados Unidos, donde empezó a tener una relación con el poeta Chester Kallman, 14 años más jóven que él.
Pero su relación se acabó 2 años más tarde, puesto que W.H. deseaba una relación monogámica y Chester, en aquella época con 20 años, deseaba follar con todos los machos que le fuera posible.
Como sea, ellos continuaron siendo siempre amigos hasta la muerte de W.H. Y llegaron hasta mismo a vivir juntos más tarde por muchos años. Pero, de acuerdo con los 2, se quedaron solamente amigos.
W.H. regresó a Inglaterra en 1972.
En 1973, él se fue a pasar el Verano en Austria. Y el 29 de Setiembre del mismo año, un ataque cardíaco lo mató, con 66 años.

MAIS UM PASSO

E como sempre, vamos fechar o mês linkando um site de utilidade pública. Ou, como dizem os franciscanos, “enganando as pessoas com a nossa falsa demonstração de filantropia, porque boas ações vindas de homossexuais são contaminadas com energias diabólicas”.
Não gostaram dessa definição? Que vão brigar com os franciscanos, porque é isso que eles falam de nós.
Bom, lá vai o link do blog Exército de Salvação:

http://blog.exercitodoacoes.org.br/

Até o mês que vem!

sábado, 29 de maio de 2010

UMA VIDA DE MUITA LUTA E MUITO COMPANHEIRISMO

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no poeta, ator e professor estadunidense Peter Orlovsky.

Ele nasceu em New York, em 08 de Julho de 1933.
O Peter nasceu numa família de imigrantes russos pobres, o que obrigou ele a deixar a escola e começar a trabalhar na infância pra ajudar a sustentar a casa. E trabalhou em vários empregos temporários.
Em 1951, quando tinha 18 anos, ele se alistou no Exército dos Estados Unidos.
Em 1953, o Peter foi mandado pra lutar na Guerra da Coreia. Mas, pouco depois, ele foi transferido de volta pros Estados Unidos, pra cuidar dos feridos numa base hospitalar do exército, na Califórnia.
No final do ano seguinte, ele conheceu o poeta estadunidense Allen Ginsberg.
Pra quem não viu, eu fiz um post sobre ele em Janeiro.
O Allen já chegou a se referir em público ao Peter como “marido” dele, numa época em que ninguém se atrevia a fazer isso.
Ainda nos anos 50, influenciado pelo Allen, o Peter começou a escrever poemas.
Em 1959, ele estreou como ator, no curta-metragem Pull My Daisy. Mas ele não se dedicou muito à carreira de ator, chegando a fazer só mais 3 filmes além desse.
Nos anos 60, apesar do Peter e do Allen já tarem coroas, eles fotografaram pelados juntos.
Ao longo dos anos 50, 60 e 70, eles viajaram por vários países da Europa e Ásia, acompanhados de alguns amigos poetas que o Allen tinha.
Aparentemente, eles tinham uma relação aberta (cada um podia transar com quem quisesse, naquele ‘estilo anos 60 e 70’ mesmo, né?).
Em 1974, o Peter começou a dar aulas de Poesia no Naropa Institute.
Ao todo, ele e o Allen ficaram juntos por 43 anos. E em 1997, com a morte do Allen, o Peter se retirou um pouco da vida pública.
Em 2009, ele descobriu que tá com um câncer nos pulmões. E tem lutado contra a doença desde então.

Today we’ll talk a little about the American poet, actor, and professor Peter Orlovsky.
He was born in New York, on July 8th, in 1933.
Peter was born in a poor Russian family. And it forced him to leave school to start working in order to help to support his home. And he worked hard in many different jobs at that time.
In 1951, the 18-year-old boy joined the United States Army.
In 1953, Peter was sent to the Korean War. But subsequently he was transferred off the front to work as a medic in a hospital in California.


En el final de 1954, Peter conoció el poeta estadounidense Allen Ginsberg.
Si no lo viste, hay un post hablando de él en Enero.
Allen ya llegó a hablar de Peter en público como su “marido”, en una época en que realmente ningún otro homosexual lo hacía.
Todavía en los años 50, influenciado por Allen, Peter empezó a escribir sus poemas.
En 1959, él tuvo su primer trabajo como actor, en la película Pull My Daisy. Pero en verdad su carrera de actor nunca se desarrolló mucho y él estuvo solamente en otros 3 filmes.
Todavía en los años 60, aunque no fueron más jovencitos, Peter y Allen posaron desnudos juntos para algunas fotos.


Negli anni 50, 60 e 70, Peter e Allen Ginsberg sono stati in molti paesi dell’Europa e dell’Asia, insieme e dei poeti che erano amici di Allen.
Si crede che la relazione di Peter e Allen era aperta (ognuno poteva fare le cose che volesse con chi lo volesse, com’era comune negli anni 60 e 70, vero?).
Nel 1974, Peter ha cominciato a lavorare come professore di Poesia nel Naropa Institute.
Lui e Allen sono rimasti insieme per 43 anni. E nel 1997, dopo la morte di Allen, Peter ha in prattica lasciato la vita pubblica.
Nel 2009, lui ha scoperto un cancro nei suoi polmoni. E adesso lotta contro questa malattia.

MAIS UM CAPÍTULO DA SAGA SE APROXIMA DO FIM

Agora, lá vai uma MENSAGEM IMPORTANTE pra todos os visitantes: o blog tá chegando ao fim.
Bom, é claro que eu continuaria aqui se pudesse, mas a questão é que o espaço pra postar imagens tá começando a acabar.
Mas, evidentemente, eu não simplesmente sair do ar: vai haver outro blog, que vai ser o sucessor desse, seguindo o mesmo estilo desse. E lá, a saga vai continuar.
Eu pretendo continuar atualizando esse aqui até o final do mês que vem. E aí vamos seguir em frente num endereço novo, que, é claro, eu vou linkar aqui.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ICEBERGS À VISTA NO Super CECG&B

Oi!!!

O post de hoje vai ser só a título de curiosidade.
Como a maioria de vocês devem saber, no início do ano, um iceberg gigantesco se deslocou do Polo Sul.

Os oceanógrafos concordam que a movimentação e o derretimento do iceberg muito provavelmente vão afetar a vida marinha do Hemisfério Sul. Só não chegam a um acordo sobre até que ponto isso vai acontecer.
Não existe concordância nem sequer sobre o tamanho do iceberg. Algumas fontes dizem que, quando ele apareceu, a parte visível dele tinha 160 km de cumprimento. Só que a parte visível de um iceberg é sempre bem menor que a parte submersa, que pode ser até 4 vezes maior. E se for esse o caso, ele tinha mais de 600 km de cumprimento. Mas é claro que agora já tá menor, né?
Mas vamos esclarecer umas coisinhas aqui: icebergs são perigosos, podem alterar o meio ambiente do lugar onde se encontram, mas a gente tem que tomar cuidado com certas mensagens sensacionalistas que são divulgadas por aí. Uma coisa é se preocupar com um perigo real; outra coisa é se impressionar com um pânico alarmista criado por sensacionalismo.

The colossal iceberg of 2010... Sensationalism ore truth?

El gigantesco iceberg de 2010... ¿Sensacionalismo o verdad?

Il gigantesco iceberg del 2010... Sensazionalismo o verità?

Até mais!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

HEFESTO e HERMES

HEFESTO

Não há muitos dados sobre a origem de Hefesto. Mas esse deus certamente já era louvado na Grécia pelo menos desde o século IX a.C.
Como o 1º grande centro de culto dele parece ter sido a ilha vulcânica de Lemnos, no Mar Egeu, é provável que ele seja um deus originário do Oriente Próximo. E o culto dele deve ter sido levado à Grécia por marinheiros que iam comerciar em Lemnos ou nas ilhas próximas de lá.
Apesar de Hefesto ser louvado principalmente como deus do fogo, nas primeiras épocas do culto dele, aparentemente, era visto como o deus dos relâmpagos. A associação ao fogo propriamente dito deve ter começado quando os primeiros adoradores dele viram relâmpagos causando algum incêndio, concluindo que a vontade de Hefesto, a partir dali, era ser louvado como deus do fogo antes de mais nada. Mas isso é só uma teoria.
O principal centro do culto dele, como já foi dito, parecia ser Lemnos, onde fica um vulcão consagrado a ele. E os mitos mais antigos contam que ele vivia dentro do vulcão, onde tinha uma forja instalada e produzia armas e objetos de poder.
Outro centro do culto de Hefesto era Atenas. Mas as adorações voltadas pra ele lá eram sempre associadas a Atena e mais voltadas pra ela do que pra ele, já que ela é a deusa protetora de Atenas.
Hefesto protege as pessoas que trabalham com artes manuais em geral, mas principalmente os que trabalham com metais e com fogo. E por isso mesmo, esses eram os principais adoradores dele na Grécia Antiga.
Apesar de ser um dos deuses principais do Helenismo, ele era imaginado quase sempre se mantendo afastado dos outros deuses e procurando trabalhar o mais sozinho possível.
Todos os mitos e lendas populares que mencionam Hefesto concordam que ele é o mais fisicamente feio entre todas as divindades olímpicas. E isso, de acordo com alguns mitos, fazia com que ele fosse rejeitado por alguns deuses e, como resposta, rejeitasse a companhia deles também. Mas ele sempre tava presente quando era necessário (ele era imaginado como o criador de vários pertences dos deuses).
Na maioria dos mitos ele é descrito como um deus coxo, que anda mancando. E muitos historiadores defendem que esse movimento inconstante de locomoção representaria simplesmente o movimento do relâmpago, que nunca é reto, mas sempre cheio de curvas irregulares.
A natureza solitária de Hefesto não permitiu que ele fosse imaginado tendo romances significativos. Mas os mitos mencionam alguns personagens que eram filhos dele, nascidos de umas poucas relações sexuais ocasionais que ele teve.
Ele também era imaginado como marido de Afrodite. Mas esse casamento era só um castigo de Zeus contra a deusa, que tinha se recusado a transar com Ele: a mais linda das deusas forçada a se casar com o mais feio dos deuses. E o casamento nunca aconteceu na prática, pois Hefesto buscava a solidão e Afrodite rejeitava o marido ao mesmo tempo em que buscava vários amantes e nunca dava nenhum filho a ele.
Assim, Hefesto é o símbolo religioso do homem solitário por natureza, de poucos amigos e que responde à rejeição com rejeição, mas que tem consciência das suas obrigações.
Não parece haver animais nem vegetais associados diretamente a ele. Mas a lenha de qualquer vegetal, desde que usada como combustível pro fogo, é um símbolo dele.

There aren’t many historical registers of Hephaestus’ origins. But this god was certainly worshiped in Greece at least in the 9th century B.C.
It seems the 1st great center of his worship was Lemnos, an island of the Aegean Sea. Then, he’s presumably a god from the Near East. If that’s the case his worship must have been adopted by the Greek sailors who used to go to Lemnos.
Hephaestus is the god of fire. But it’s supposed he started being worshiped as a god of the lighting strikes. Presumably his 1st worshipers associated him to fire when they saw a lighting strike putting fire to something. Then they understood their master wanted to be seen as the god of fire from that moment. But it’s only a supposition.
As it was already mentioned, the 1st great center of Hephaestus’ worship was Lemnos, where there’s a volcano which belongs to him. And the god was believed to live inside the volcano creating powerful objects.
Another center of his worship was Athens. But in that case it was associated to Athena’s worship and more directed to her than to him.
Hephaestus protects the people who have manual labors. But especially the one who work with metals and fire. And such people were his main worshipers in the Ancient Greece.
In spite of being one of the main deities of Hellenism, he was usually imagined staying away from the other deities and working as alone as possible.
Hephaestus’ myths always tell he is the ugliest olympian deity. And according to some myths, he was rejected by some other deities because of that, as well as he rejected them back. But he was always there when his powers were necessary.
Most of his myths say he was a lame god who walked limping. And some historiographers say it was a representation of the lighting strike motion.
As a friendless god, Hephaestus didn’t have important love affairs. But some myths tell about characters who were born from occasional sexual relations which he had.
He was also imagined as Aphrodite’s husband. But such marriage was just a punishment against this goddess: Zeus forced her (the most beautiful goddess) to marry Hephaestus (the ugliest god) because she had rejected Him sexually. And actually their marriage never went on: Hephaestus always looked for solitude as well as Aphrodite rejected him, never gave children to him, and went to meet her several lovers.
In this way, he’s the religious symbol of the man who is alone because he himself wants it, has at most a few friends, and answers rejection with rejection. But he complies with his obligations.
It seems there aren’t animals or vegetables associated to Hephaestus. But all the kinds of wood (providing that are used to stoke the fire) can be seen as his symbols.


Hay pocos registros históricos del origen de Hefesto. Pero este dios ya era ciertamente adorado en Grecia por lo menos en el siglo IX a.C.
Se puede creer que el primer gran cientro de su culto era Lemnos, una isla del Mar Egeo. Así, es posible que él sea un dios del Oriente Cercano. Y si es propiamente eso, su culto fue adoptado por los marineros griegos que se iban a Lemnos.
Hefesto es el dios del fuego. Pero se cree que, en las épocas más antíguas, era adorado como dios de los relámpagos. Es posible que sus primeros adoradores lo asociaron al fuego cuando vieron un relámpago incendiando alguna cosa y, así, entendieron que su señor deseba ser visto como dios del fuego. Mas eso es solamente una suposición.
Como ya fue dicho, el primer gran cientro del culto de Hefesto fue Lemnos, donde hay un volcán que le pertenece. Y se creía que el dios vivía dentro del volcán, produciendo objetos de poder.
Otro cientro de su culto era Atenas. Pero allá estaba asociado al culto de Atenea y era más direccionado a ella que a él.
Hefesto protege los que actúan en trabajos manuales. Pero antes que todo los que trabajan con metales y con fuego. Y tales personas eran sus principales adoradores en Grecia.
Aunque sea una de las divinidades principales del Helenismo, él era casi siempre imaginado quedándose lejos de las otras divinidades y trabajando solo siempre que lo podía.
Los mitos de Hefesto dicen que él era la divinidad olímipica más fea de todas. Y por eso, lo dicen algunos mitos, era rechazado por algunas otras divinidades y las rechazaba en respuesta. Pero estaba siempre allá cuando era necesario.
La mayor parte de sus mitos hablan de él como un dios cojo que caminaba cojeando. Y algunos historiadores dicen que eso es una representación del movimiento de los relámpagos.
Siendo un dios de pocos contactos, Hefesto no tuvo relaciones amorosas importantes. Pero hay mitos que hablan de personajes nacidos de sus actividades sexuales ocasionales.
El era imaginado como marido de Afrodita. Pero tal casamiento fue un castigo contra la diosa: Zeus la forzó a casarse con Hefesto (la diosa más linda con el dios más feo) porque ella Lo había rechazado sexualmente. Y en la práctica tal casamiento nunca ocurrió: Hefesto continuaba buscando quedarse solo y Afrodita lo rechazaba, no le daba hijos y buscaba solamente sus amantes.
Así, él es el símbolo religioso del hombre que es solo porque lo quiere, tiene por lo máximo pocos amigos y rechaza los que lo rechazan. Pero cumple con sus obligaciones.
No hay propiamente animales y vegetales asociados a Hefesto. Pero todos los tipos de leña (a condición de que sea usada para avivar el fuego) pueden ser vistos como sus símbolos.


Ci sono pochi registri storici parlando dell’origine di Efesto. Ma è certo che questo dio era già adorato nella Grecia almeno nel secolo IX a.C.
Si può credere che il primo grande centro del suo culto era Lemno, un’isola del Mar Egeo. Così, è possibile che lui sia un dio del Vicino Oriente. E se è questo, il suo culto è stato adottato dai marinai greci che andavano in Lemno.
Efesto è il dio del fuoco. Ma si crede che, ai primi tempi del suo culto, era un dio dei fulmini. È possibile che i suoi primi adoratori l’abbiano associato al fuoco quando hanno visto un fulmine incendiando qualcosa e, così, hanno capito che il suo signore voleva esser visto come dio del fuoco. Ma questo è soltanto una supposizione.
Come già si sa, il primo grande centro del culto di Efesto era Lemno, dove c’è un vulcano che appartiene a lui. E si credeva che il dio abitava il vulcano, producendo degli oggetti di potere.
Un altro centro del suo culto era Atene. Ma in questo caso il suo culto era associato a quel di Atena e apparteneva più a lei che a lui.
Efesto protegge quei che fanno i lavori manuali. Ma prima di tutto quei che lavorano con metalli e fuoco. Queste persone erano i suoi principali adoratori nella Grecia.
Nonostante sia una delle divinità principali dell’Ellenismo, lui era quasi sempre immaginato restando lontano dalle altre divinità e lavorando solo sempre che poteva farlo.
I miti di Efesto dicono che lui era la divinità olimpica più brutta che c’era. E per questo, così dicono dei miti, delle altre divinità lo rifiutavano e lui faceva lo stesso contro loro. Ma era sempre presente quando avevano bisogno di lui.
La parte più grande dei suoi miti dice che lui è un dio storpio che cammina zoppicando. E degli storiografi dicono che questo è un ritratto del movimento dei fulmini.
Come un dio senza molti amici, Efesto non ha avuto relazioni di amore importanti. Ma ci sono miti che raccontano che dei personaggi sono nati dalle sue relazioni sessuali sporadiche.
Lui era immaginato come marito di Afrodite. Ma questo matrimonio era un castigo contro la dea: Zeus l’ha obbligata a sposare Efesto (la più bella dea con il più brutto dio) perché lei Lo aveva rifiutato sessualmente. A dirlo il vero tale matrimonio non ha mai esistito: Efesto continuava cercando la solitudine e Afrodite lo rifiutava, non gli dava figli e cercava soltanto i suoi amanti.
Così, lui è il simbolo religioso dell’uomo che è solo perché lo vuole, ha al massimo dei pochi amici e rifiuta quei che lo rifiutano. Ma sempre fa quello che ha bisogno di fare.
Non ci sono proprio animali e vegetali che simboleggiano Efesto. Ma i tipi tutti quanti di legna (a condizione che sia usata da alimentare il fuoco) possono essere visti come simboli suoi.


HERMES

Sobre a origem de Hermes, é certo que é uma das divindades mais antigas da Grécia. Mas alguns historiadores supõem que ele já era adorado pelos primeiros habitantes da região. E se essa teoria estiver certa, o culto desse deus deve ter quase 8000 anos.
Apesar de ter vários atributos, ele era louvado na Grécia Antiga quase sempre como um deus ligado aos territórios rurais.
Hermes protege as pessoas que andam pelos campos (tanto os que trabalham lá quanto os que tão apenas passando por lá) e também os animais que vivem lá. Por isso, era sempre louvado pelos antigos camponeses e pastores gregos.
No imaginário popular, ele era visto como um deus astuto e ardiloso, que rarissimamente cometia agressões físicas: ele sempre era imaginado dando um jeito de vencer quando se via ameaçado de alguma forma, mas vencia através da manipulação da situação, e não através da violência.
Ao mesmo tempo, Hermes era sempre imaginado como um deus gentil e amável, sempre disposto a fazer favores aos outros deuses e fazendo amizade com facilidade tanto com seres divinos quanto com seres humanos. Não havia deus ou mortal que não gostasse dele. E até Hera, que quase sempre era vista como uma Divindade extremamente antipática, era imaginada demonstrando simpatia por Hermes.
Ele também não é um deus que costuma castigar os sacrílegos (a não ser os que fazem alguma coisa diretamente contra ele), preferindo deixar as punições por conta de outras divindades.
Os mitos e lendas populares falam de uma infinidade de relações sexuais eventuais que ele teve por aí, das quais nasceram vários filhos.
Embora muitos mitólogos empolgados queiram atribuir parceiros sexuais masculinos a Hermes, não há propriamente um registro deles em nenhum mito, embora nada impeça que eles existam.
De qualquer forma, Hermes pode ser no máximo o parceiro sexual de alguém, mas nunca o amante de alguém, pois ele nunca é imaginado tendo relacionamentos fixos com ninguém. Todos os mitos deixam claro que ele não é nem nunca foi casado com ninguém, assim como não costumava parar pra cuidar dos filhos que tinha por aí.
Assim, ele é o símbolo religioso do homem simpático, pacifista, ótimo amigo, ótimo parceiro sexual e que sempre protege quem pede a proteção dele. Mas que não serve pra ser pai, marido e nem mesmo amante ‘sério’ de ninguém.
Como Hermes parece ser antes de tudo um deus presente nos campos onde é exercida a pecuária, os animais e vegetais consagrados a ele são todos os que são encontrados nesses campos.

About Hermes’ origins, he’s certainly one of the oldest deities of Greece. But some historiographers say he was already worshiped by the 1st inhabitants of that region. If they’re right, the worship of this god is almost 8000 years old.
In spite of reigning over several other subjects he was worshiped in Greece basically as a god connected to the agrarian regions.
Hermes protects the people who are in countries (working there or just passing through) as well as the animals which live there. That’s why he was always worshiped by the ancient Greek herdsmen.
He was imagined as a smart god who very rarely attacked somebody physically: when he was in danger he always won using his smartness, not violence.
At the same time, Hermes was imagined as a very kind god who always did the other deities favors and had friends among divine beings and among human beings. There wasn’t any god or person who didn’t like him. Even Hera, Who was usually seen as a very surly Deity, was imagined as a Hermes’ admire.
He’s a god who almost never punishes sinners (except the ones who do something directly against him).
Hermes’ myths tell about his many, many sexual relations which produced several children.
Some mythologists try to say Hermes had also male sexual partners. Well, of course it’s not impossible, but no myth tells about that clearly.
Anyway he can be at most somebody’s sexual partner, but never a “serious” lover. He’s never imagined having “serious” love affairs with anybody. His myths say clearly he’s never got married or left his life to take care of his children.
Then he’s the religious symbol of the nice and peaceful man who is a fine friend, a wonderful sexual partner, and who protects all the ones who ask for his protection. But if you’re looking for a father, a husband or a “serious” lover don’t look for him.
As an agrarian god before anything, Hermes has as his symbols all the animals and vegetables which stay in the countries where there’s husbandry.


Hablando del origen de Hermes, es cierto que es una de las más antíguas divinidades de Grecia. Pero algunos historiadores dicen que él ya era adorado por los primeros habitantes de la región. Si es así, el culto de este dios tiene casi 8000 años.
Aunque sea el señor de muchas otras cosas, él era adorado en Grecia fundamentalmente como un dios vinculado a las regiones agrícolas.
Hermes protege la gente que está en los campos (trabajando allá o simplemente pasando por allá) tanto como los animales que viven allá. Por eso era siempre adorado por los antíguos pastores griegos.
El era imaginado como un dios astuto que poquísimas veces atacaba alguien fisicamente: cuando estaba en peligro, él siempre vencía usando su astucia, pero no violencia.
Al mismo tiempo, Hermes era imaginado como un dios muy amable que siempre hacía favores a las otras divinidades y tenía amigos tanto entre los seres divinos como entre los seres humanos. No había dios o persona que él no pudiera encantar. Hasta mismo Hera, que era casi siempre vista como una Divinidad muy malhumorada, era imaginada como una admiradora de Hermes.
El es un dios que casi nunca castiga los sacrílegos (menos los que hacen alguna cosa directamente contra él).
Los mitos de Hermes hablan de sus muchas y muchas relaciones sexuales de las cuales nacieron muchos hijos.
Algunos mitólogos hacen lo que pueden para decir que Hermes tuvo también amantes masculinos. Bueno, es claro que eso no es imposible, pero ningun mito habla claramente de eso.
Como sea, él puede ser a lo máximo la pareja sexual de alguien, pero nunca un amante “serio”, puesto que no es imaginado nunca teniendo relaciones “serias” con alguien. Sus mitos dicen claramente que él nunca fue casado o dejó de hacer otras cosas para ocuparse de sus hijos.
Así, él es el símbolo religioso del hombre pacífico y simpático que es un óptimo amigo, una maravillosa pareja sexual y que protege todos los que buscan su protección. Pero si estás buscando un padre, un marido o un amante “serio”, ¡déjalo!
Siendo antes que todo un dios de las tierras agrícolas, Hermes tiene como sus símbolos todos los animales y vegetales que se quedan en los campos donde hay agricultura.

Parlando dell’origine di Ermes, è certo che è una delle divinità più antiche della Grecia. Ma alcuni storiografi dicono che lui era già adorato fra i primi abitanti di quella regione. Se è così, il culto di questo dio ha quasi 8000 anni.
Nonostante sia il signore di molte altre cose, lui era adorato nella Grecia prima di tutto come un dio legato alle regioni agrarie.
Ermes protegge quei che sono nelle praterie (lavorando o solamente attraversandole) tanto quanto gli animali che abitano nelle praterie. Per questo era sempre adorato dagli antichi pastori grieci.
Lui era immaginato come un dio astuto che pochissime volte attaccava qualcuno fisicamente: quando era in pericolo, lui sempre vinceva usando la sua astuzia, ma non la violenza.
Allo stesso tempo, Ermes era immaginato come un dio molto amabile che sempre faceva favori alle altre divinità ed aveva amici tanto fra gli esseri divini quanto fra gli esseri umani. Non c’era dio o persona a che lui non potesse incantare. Anche Era, che era quasi sempre vista come una Divinità molto irascibile, era immaginata come un’ammiratrice di Ermes.
Lui è un dio che non punisce i sacrileghi quasi mai (eccetto quei che fanno qualcosa dritto contro lui).
I miti di Ermes parlano delle sue molte e molte relazioni sessuali dalle quali sono nati molti figli.
Alcuni mitologi fanno quello che possono per dire che Ermes ha avuto anche degli amanti maschili. Bene, questo chiaramente non è impossibile, ma nessun mito lo racconta esplicitamente.
Comunque sia, lui può essere al massimo il partner sessuale di qualcuno, però non può essere mai un amante “serio”, visto che non è mai immaginato avendo relazioni “serie” con qualcuno. I suoi miti raccontano chiaramente che lui non è mai stato sposato od ha lasciato di fare altre cose per occuparsi dei suoi figli.
Così, lui è il simbolo religioso del’uomo pacifico e simpatico che è un ottimo amico, un meraviglioso partner sessuale e che protegge tutti quanti cercano la sua protezione. Ma se stai cercando un padre, un marito od un amante “serio”, lascialo!
Essendo prima di tutto un dio delle terre agrarie, Ermes ha come i suoi simboli gli animali a vegetali tutti quanti che restano nelle praterie dove c’è agricoltura.

domingo, 23 de maio de 2010

RATO-MACACO OU MACACO-RATO?

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outra produção do terror oitenteiro: o filme italiano Quella Villa In Fondo Al Parco, lançado no Brasil com o título de O Rato Humano.

Foi escrito pelo Dardano Sacchetti e dirigido pelo Giuliano Carnimeo, já no final da carreira dele.
Não chega a ser um lixo absoluto, mas também tá longe de ser um filme bom. Acho que até muito mais pela direção e pela produção do que pela história, porque, se tivesse sido dirigido de outra forma e recebido mais investimento na produção, até que sairia alguma coisa legalzinha dali.
Mas a gente vê, desde a 1ª cena, que é uma produção de baixíssimo custo. E a direção terminou de arrastar a coisa pro buraco.
O próprio título original do filme já é uma coisa meio sem sentido: Quella Villa In Fondo Al Parco... Bom, a palavra ‘villa’, em Italiano, pode ser traduzida como ‘casarão’, em Português. Assim, a tradução em Português poderia ser “Aquele Casarão No Fundo do Parque”... Vejam só: a casa em questão só poderia ser considerada um “casarão” pros padrões de uma favela (ou talvez nem isso), pois ela não passa de uma casa comum, e muito suja e muito mal cuidada por sinal.
Mas, como ‘villa’ também pode significar ‘chácara’, ‘sítio’, tá bom. Vamos fingir que é isso!rs
Os títulos que o filme recebeu nos Estados Unidos e no Brasil também não fazem muito sentido: Ratman (“Homem Rato”) e O Rato Humano... A criatura vista no filme é um mutante, nascido do cruzamento artificial de um rato com uma macaca.


Ele não é um homem e, obviamente, não tem nada de humano! Então, por que esses títulos?
Bom, já que falamos nele, o mutante foi interpretado pelo hoje falecido ator Nelson de la Rosa, que não tinha nada mais que 72 centímetros de altura! E em 1990, ele entrou pro Guiness como o menor homem do Mundo.


Tudo bem que, com menos de 80 centímetros, ele tinha até o tamanho ideal pra interpretar uma criatura que tá a meio caminho entre um rato e um macaco, mas a forma sanguinária como o personagem se comporta não se adapta à estrutura física frágil que ele tinha.
A maioria das cenas que mostram o mutante atacando os demais personagens não convencem ninguém. Porque, por motivos óbvios, por mais que o Nelson interpretasse bem o mutante, ele não teria força física pra ferir ninguém da forma como aparece ali. Por isso mesmo, mais da metade das mortes acontecem em off.
Mas o pior mesmo fica por conta das atitudes retardadas que os personagens tomam ao longo da história e de algumas situações mostradas que acabam contradizendo outras. Sem falar da péssima iluminação de algumas cenas e da demora totalmente desnecessária no desenrolar de outras. Isso (que evidentemente é um erro de direção) acaba com o filme!
De qualquer forma, é claro que essas cenas demoradas são só pra encher linguiça, já que, mesmo com elas, o filme não conseguiu passar de 82 minutos.
Bom, apesar de ser uma produção italiana, a história se passa na República Dominicana... Provavelmente porque o Nelson de la Rosa era dominicano.
O filme foi lançado em 1988.
Começa mostrando um laboratório de fundo de quintal, mais sujo do que uma clínica de aborto clandestina e cheio de gaiolas com ratos presos. E ao fundo, ouvimos a voz de um cientista chamado Oben lendo uma carta que acabou de escrever prum colega, dizendo que vai apresentar num congresso de genética um híbrido que ele criou, colocando um espermatozóide de um rato no útero de uma macaca. Mas ele explica que a criatura tem as unhas e os dentes infectados com um tipo de super leptospirose, capaz de matar um ser humano em poucos segundos!
O cientista entra no laboratório logo depois junto com o assistente dele, chamado Tonio, e manda ele se livrar dos ratos no dia seguinte, pois não vai precisar mais deles. E aí ele se dirige pruma gaiola num canto do laboratório, dentro da qual, ainda com menos de 1 minuto de filme, vemos o macaco-rato (ou seria rato-macaco?) que ele criou.
A aparência da criatura, apesar de até conseguir ser meio nojenta e criar um certo espanto nos primeiros segundos em que você vê, não passa disso.


A cara dele passa um ar mais de deboche do que de ameaça e a fantasia que ele usa, representando (eu suponho) o corpo transfigurado do mutante, é a coisa mais ridícula do Mundo! Parece ter sido feita com tiras de panos de chão!

Depois de sacanear o mutante, batendo nas barras da gaiola, o Oben sai do laboratório junto com o Tonio, que adverte o cientista de que a gaiola onde o bicho tá preso é muito frágil e seria melhor colocar ele num lugar mais seguro. Mas o cientista não dá importância a isso e se afasta.
Segundos depois, no laboratório (não é preciso pensar muito pra saber o que vem a seguir, né?rs), vemos que a gaiola onde o mutante tava preso foi arrebentada de dentro pra fora e agora tá vazia...
Daí, corta pruma praia à beira de uma floresta, onde o fotógrafo Mark tá fazendo um ensaio com as modelos Marlis e Peggy.
Escondido atrás de uma moita, um garoto tá olhando o ensaio, sem perceber que alguma coisa tá se aproximando dele por trás... Apesar de que o público já viu o monstro, o diretor esconde ele aí: a cena só mostra a câmera se movendo em 1ª pessoa e fecha num dos olhos do mutante olhando pro garoto... Aliás, nem sei se dá pra dizer que o garoto foi um figurante, porque a gente nem vê a cara dele direito! E a forma como o mutante mata ele também não aparece direito.
Enquanto isso, os outros 3 encontram uma carcaça humana entre as pedras da praia... Parece ter sido devorada por um animal!
Mas, depois do susto inicial, eles decidem não contar o que viram a ninguém, pra não criarem problemas jurídicos... Aí é revelado que o país onde eles tão é a República Dominicana e que eles são dos Estados Unidos, mas que vão continuar lá pelo menos por mais 3 dias (por isso não querem problemas com a polícia). Menos a Peggy, que vai voltar pros Estados Unidos no dia seguinte.
De noite, a Peggy pega um vestido emprestado com a Marlis e vai dar um passeio de saideira pela cidade. Mas o pneu do táxi que ela pegou fura numa parte deserta da cidade. E o taxista diz que não pode continuar levando ela, pois tá sem step e já é o 3º pneu dele que fura naquele dia! Puts! Tá precisando trocar de borracheiro, hein!rs
Bom, o taxista diz à Peggy que eles quase chegaram: o lugar aonde ela quer ir é a uns 100 metros dali. Só que é preciso passar por uma rua totalmente escura, deserta e bem suja pra chegar lá... Mas ela vai assim mesmo.
A gente só fica pensando aonde ela queria ir, né? Em algum clube mega-hiper-ultra decadente de alguma favela da República Dominicana?rsrsrs
Bom, as cenas a seguir são tão escuras que a gente nem entende direito o que tá acontecendo!
No caminho, a Peggy ouve um animal estranho guinchando dentro de uma casa. E olhando pela janela, ela vê um cadáver ensanguentado sendo arrastado prum canto escuro lá dentro, apesar de não dar pra ver quem ou o quê tá puxando o cadáver!
Ao mesmo tempo, ouvindo um barulho lá no final da rua, ela olha pra lá e vê um homem andando na direção dela... Só que a rua tá tão escura que ela nem vê pra onde pode correr! E aí ela resolve entrar na própria casa onde viu o cadáver sendo arrastado e se esconder lá dentro... Uma atitude idiota, sem dúvida. Mas pra onde mais ela podia ir? Talvez essa seja a única atitude idiota justificável do filme.rs
Ela se esconde num armário dentro da casa, enquanto o maníaco entra e começa a andar lá dentro procurando ela e segurando uma faca, numa cena de desnecessários 4 minutos (essa parte podia passar em 15 segundos, né?).
Mas o colar de pérolas que ela tá usando arrebenta e as pérolas começam a cair no chão do armário! Só que, ao contrário do que se esperava, o barulho não atrai o maníaco, mas sim o mutante, que invade o armário e ataca a Peggy, enquanto o maníaco se assusta com os guinchos do bicho e os gritos da garota e foge.
Aliás, o que é que esse maníaco tem a ver com o resto da história? Só o diretor sabe, porque ele não aparece antes nem depois dessa cena.
Outra coisa: se o mutante tava lá numa floresta distante, como é que ele foi parar ali no centro da cidade?
Bom, no dia seguinte, a irmã da Marlis, chamada Terry, chega à República Dominicana pra reconhecer o corpo da irmã, que, de acordo com a polícia do país, tinha sido encontrada morta. Mas quando sai do aeroporto e chama um táxi, ela esbarra com um escritor chamado Fred, que tava chamando o mesmo táxi. Os 2 têm uma rápida discussão sobre quem vai ficar com o táxi e acabam dividindo o carro. E no caminho, a Terry começa a conversar com o Fred e conta o que aconteceu. E ele resolve ir junto com ela ao IML. Mas, chegando lá, a Terry vê que a mulher encontrada morta não é a Marlis (é a Peggy).
O comissário da polícia tenta justificar a mancada dizendo que a confusão se deveu à mulher ali não ter documentos e tá usando uma roupa com a qual a Marlis já tinha sido vista.
Bom, o Fred e a Terry saem dali obviamente bem irritados com a situação. Mas acabam ficando amigos. E o Fred sugere à Terry de ir ao lugar onde a polícia diz que achou o corpo da Peggy, já que ele achou que aquilo daria uma boa história pro próximo livro dele.
Eles encontram marcas de unhas de um animal estranho no armário onde tava o corpo da Peggy. E o Fred diz à Terry que viu o obituário dela, no qual dizia que ela morreu de um ataque cardíaco, decorrente de um susto ou de envenenamento...
Aí eles ouvem passos vindo na direção deles e se escondem. É o Tonio, que chega, dá umas olhadas no armário e vai embora logo depois, assustado com as marcas que encontrou lá... Podemos supor que o Oben soube do que aconteceu ali na casa e mandou ele lá pra ver se achava pistas do mutante, né?
Aliás, esse pardieiro onde a Peggy foi morta é uma casa da mãe joana: qualquer um entra lá na hora que quer, mesmo depois que um corpo foi achado lá...
Diga-se de passagem: o corpo da outra pessoa que foi morta na casa antes da Peggy nem é mais mencionado. Será que o mutante comeu ele até os ossos antes da polícia chegar?!rsrs
Bom, depois de terem se informado e descoberto que a Marlis tava numa floresta fazendo fotos com o Mark, o Fred e a Terry voltam a falar com o comissário pra ver se ele tem novas pistas dela. Mas a única novidade que ele encontrou foi o cadáver de outra garota, morta nas mesmas condições que a Peggy.
Por falar nessas conversas entre esses personagens, também tem uma coisinha estranha aí: são personagens estadunidenses falando com personagens dominicanos, mas todos falam a mesma língua! Bom, tudo bem que o filme seja falado em Italiano, porque é uma produção italiana. Mas as línguas que os personagens em questão falam teriam que ser Inglês e Espanhol. Então, os 2 lados não poderiam ser retratados como se tivessem falando a mesma língua.
Bom, enquanto isso, o Mark tá tirando fotos da Marlis no meio da floresta, acompanhado pela assistente dele, chamada Monique. E lá, eles encontram outra carcaça humana!
Agora concluindo que tem mesmo alguma coisa estranha ocorrendo, eles vão de carro a uma aldeia perto dali, mas afastada da cidade, pra pedir ajuda.
Assim que eles chegam, a Monique salta do carro e vai procurar um telefone, sem perceber que o mutante tá escondido atrás de uma parede a poucos metros do carro, espreitando eles... Como é que ele saiu da floresta, foi pro centro da cidade e depois voltou pra floresta, só o diretor sabe.rs
A Marlis começa a sentir uma sensação ruim ali e insiste pra eles irem embora. O Mark concorda e salta do carro pra procurar a Monique. Até porque, parece que nem tem mais ninguém na aldeia mesmo.
Enquanto o Mark anda pela aldeia abandonada fazendo coisas idiotas, tipo andar por um corredor cheio de entulho no chão (e evidentemente levar um tombo ali) e perder quase 1 minuto enfiando a mão dentro de uma grande caixa de papelão vazia procurando só o diretor do filme sabe o quê, ele vê que alguns lugares tão com manchas de sangue pelo chão, deixando claro que o povo da aldeia fugiu depois de outras mortes que ocorreram ali.
Enquanto isso, vemos que a Monique entrou num banheiro em ruínas (lugar meio esquisito pra procurar um telefone, né?rsrs), sem perceber que o mutante tá saindo de dentro da privada do banheiro... Ué! Mas ele não tava escondido atrás de um muro há poucos minutos? Como ele entrou na privada? Tudo bem: a gente entende que aí o diretor quis associar rato a esgoto e tal. Mas aí fica meio forçação de barra, né?
Bom, o mutante dá um tapinha ridículo na Monique e só isso já faz ela cair no chão sangrando. Depois, ele pula em cima dela e termina de degolar ela... Aliás, nessa cena dá pra ver direitinho o zíper atrás da fantasia dele.rs
Bom, o Mark ouve os gritos da Monique e corre pra porta do banheiro, tentando arrombar ela. Só que a porta tá tão bem trancada que nem dá pra entender como é que a Monique entrou lá antes do Mark chegar!rs E ele demora tanto pra conseguir arrombar a porta que dá tempo até da Marlis, ouvindo os gritos, ir correndo até lá e perguntar o que tá havendo!rs
Ele entra no banheiro, mas, depois que vê o que sobrou da Monique, pede pra Marlis não ir lá ver. E concluindo que tem algum tipo de fera selvagem à solta ali, os 2 fogem o mais depressa que podem.
Num parque, aparentemente não muito longe da aldeia, eles encontram a casa do Oben (que se oferece pra tratar dos ferimentos que o Mark conseguiu no tombo que levou). E ele conta ao cientista o que encontrou na aldeia, mas o cara se faz de desentendido.
Como o Oben (diz que) não tem telefone em casa e o telefone público fica longe dali, o Mark pergunta a ele se eles podem ficar na casa por aquela noite.
Mas, enquanto eles conversam, a Marlis vê uma sombra de uns poucos centímetros de altura passando ao lado de uma porta. E como o Oben chega a ver também, vai acordar o Tonio e avisa que o mutante voltou e tá andando pela casa, mandando ele capturar o bicho.
Mais tarde, quando todos já tão deitados, o mutante entra no quarto da Marlis e começa a andar pelo teto enquanto ela tá dormindo...
Ela acorda quando ouve um barulho estranho no teto do quarto escuro e, quando levanta da cama, o mutante pula em cima do colchão. Mas acaba se enrolando nos lençóis, o que dá tempo pra garota fugir.
Bom, assim como teve a cena desnecessária da privada pra mostrar o ‘lado rato’ do mutante, agora o diretor botou essa outra cena desnecessária do teto, pra mostrar o ‘lado macaco’ dele. Mas aí fica outra forçação. E se o bicho queria pegar a Marlis, por que não atacou ela enquanto ela tava dormindo?
Apesar disso, é uma das únicas cenas um pouco assustadoras do filme.
Bom, a Marlis corre pro quarto do Mark, mas encontra ele degolado em cima da cama e começa a gritar, atraindo o Oben e o Tonio pra lá.
Ao mesmo tempo, o mutante destrói as instalações elétricas da casa, deixando tudo no escuro.
O Oben leva a Marlis pruma sala, onde acha que ela vai ficar segura, e manda e Tonio continuar procurando o mutante. Mas, quando o cara chega ao laboratório, o bicho surpreende ele por trás. E depois de arrancar os olhos dele a unha, fazendo ele cair no chão, devora a garganta dele, enquanto ele agoniza!
Até que essa cena ficou mais ou menos bem feita, apesar de mal iluminada, e chega mesmo a impressionar um pouco.
Enquanto isso, na sala, o Oben explica à Marlis o que tá havendo. E ao contrário de outros cientistas de filmes de terror, que geralmente tão cagando e andando pro que os monstros que eles criaram fazem com a população, o Oben demonstra uma certa culpa pelo que a criação dele andou fazendo por aí.
Então, sem saber mais o que fazer, ele e a Marlis decidem fugir no carro dele... Por sinal, eles nem se preocupam em saber que fim levou o Tonio, né?
Eles fogem numa boa. Mas quando já tão dentro do carro, o Oben solta o clichê mais idiota do filme: ele esqueceu uma coisa lá dentro da casa e tem que voltar pra pegar.
Bom, nem vou perder o meu tempo de dizer o que acontece quando ele entra no escritório dele pra pegar o que ele esqueceu, né?rsrs
Ouvindo gritos lá dentro e entendendo o óbvio, a Marlis resolve ir embora sozinha. Mas aí ela vê que o Oben levou a chave do carro quando voltou pra dentro da casa... Aí realmente não tem saída, né? Se ela fugir a pé pela floresta com o mutante atrás dela, ela vai acabar igual aos cadáveres que viu nos últimos dias. O jeito é mesmo entrar na casa e pegar a chave do carro.
Ela encontra o Oben degolado e terminando de morrer no chão do escritório. Mas apesar de achar a chave e voltar correndo pro carro, ela encontra o mutante lá dentro, conseguindo escapar por pouco e correr de volta pra dentro da casa.
Os 8 minutos seguintes mostram cenas (bem escuras) da Marlis tentando fugir do mutante dentro da casa, num jogo de gato e rato... Só que, se tem um rato nessa história, é ele que tá caçando, né?rs
Mas, ao amanhecer, o mutante acaba encurralando a garota na cozinha e matando ela.
Minutos depois, o Fred e a Terry estacionam em frente à casa do Oben.
A Terry passou a madrugada procurando pistas da Marlis e o Fred acompanhou ela, aproveitando pra ver coisas interessantes sobre as quais pudesse escrever no próximo livro dele. E como eles foram informados de que um “médico” morava naquela casa no fundo do parque (pois é, por isso que o filme tem esse nome rs), pensaram em perguntar se ele viu alguma coisa por ali.
Dentro da casa, eles encontram os 4 cadáveres, mas não percebem que o mutante tá escondido em cima de um armário, espreitando eles. A Terry escuta uma respiração estranha, mas não consegue identificar de onde vem.
Daí corta pra delegacia, onde o Fred e a Terry tão reunidos de novo com aquele comissário bundão, exigindo explicações do que houve. Mas, apesar das marcas de unhas e dentes 100% não-humanas nos corpos das vítimas, o sujeito tá convencido de que foi um índio louco (?!) que matou todo mundo ali.
Se o ator que faz o comissário não tivesse já uma certa idade, a gente podia concluir que aquele era um estagiário que o comissário de verdade tinha deixado lá enquanto ia ver alguma outra coisa, né?rs Apesar de que nem um estagiário 100% inexperiente tiraria conclusões tão idiotas.
Uma bolsa encontrada na casa do Oben que supostamente contém os pertences da Marlis foi levada pra delegacia. Mas, enquanto o Fred e a Terry discutem com o comissário, só quem se dá ao trabalho de abrir o zíper da bolsa pra ver o que tem dentro é uma policial lá que tá sozinha na sala na hora... E o mutante sai lá de dentro e degola ela com uma patada!
Pouco depois, outro guarda entra, encontra a bolsa (fechadíssima) em cima da mesa, pega e leva pra Terry, sem chegar a ver a outra guarda morta caída ao lado da mesa.
Como é que o bicho conseguiu se fechar lá dentro de uma forma tão perfeita, só o diretor sabe!rs
A bolsa é entregue à Terry, que resolve voltar pros Estados Unidos no mesmo dia. Aliás, pelo que dá pra entender, parece que ela vai direto da delegacia pro aeroporto. E o Fred tá indo embora junto com ela.
Eles embarcam carregando a bolsa e, segundos depois que o avião decola, a imagem congela e a gente ouve um grito de pânico da Terry, seguido de gritos aterrorizados de todos os outros passageiros do avião...
E o filme acaba.
Fica um final meio sem sentido, né? Porque qual seria o único resultado possível aí? O mutante matou todo mundo no avião, o avião caiu e ele morreu também!rs Ou vocês conseguiriam imaginar outra coisa?

Hoy hablaremos de otra producción del horror ochentero: la película italiana Quella Villa In Fondo Al Parco.
Dardano Sacchetti fue su guionista y Giuliano Carnimeo, ya en el final de su carrera, fue su director.
Esta película no es una basura total, pero tampoco es un film que se pueda llamar “bueno”. El guión no es la peor parte, pero sí la dirección y la producción. Si hubiera tenido una dirección mejor y recibido más colocación en su producción, sería una película por lo menos aceptable.
Se puede ver, desde la primera escena, que es una producción de bajo costo. Y la dirección acabó de arruinar la cosa.
Hasta mismo el nombre original del film es una cosa que casi no tiene sentido: Quella Villa In Fondo Al Parco... Bueno, la palabra “villa”, en Italiano, puede ser traducida como “casa grande”, en Español. Así, la traducción en Español puede ser “Aquella Casa Grande En El Fondo del Parque”... Bien, dicha casa podría ser vista como una “casa grande” solamente si se quedara en una favela, puesto que era una casa común y muy sucia.
Pero no se puede olvidar que la palabra “villa” también puede significar “casa de campo”. Así, vamos a simular que es eso.
Y tampoco los nombres que el film recibió en Estados Unidos y Brasil tienen sentido: Ratman y O Rato Humano (“Hombre Ratón” y “El Ratón Humano”)... El monstruo visto en la película es un mutante, nacido del cruce artificial de un ratón con una mona. Por lo tanto, es claro que no puede ser llamado “hombre” o “humano”. Así, ¿por qué hay esos nombres para el film?
Bueno, hablando del mutante, fue un personaje del finado actor Nelson de la Rosa, ¡que tenía solamente 72 centímetros de altura! Y en 1990, estaba en el Guiness como el menor hombre del Mundo.
Es claro que, con menos de 80 centímetros, él tenía la mejor altura posible para actuar como un ser que es la mezcla de un ratón con un mono, pero el modo sanguinario como el personaje actúa no se adapta a la estructura física frágil que Nelson tenía.
La mayor parte de las escenas que muestran el mutante atacando los otros personajes no convencen nadie de nada. Porque, como es evidente, aunque Nelson tuviera una actuación estupenda, el mutante nunca tendría fuerza para herir y matar como se ve allá. Por eso, más de la mitad de las muertes ocurren en off.
Pero la peor parte son las actitudes idiotas que los personajes tienen a lo largo de la historia y algunas situaciones vistas allá que acaban por contradecir unas a otras. Eso sin hablar de la horrible iluminación de algunas escenas y de la demora totalmente innecesaria de otras. ¡Eso (un claro defecto de la dirección) destruye la película!
Como sea, es claro que las dichas escenas lentas existen solamente para tapar huecos, puesto que, hasta mismo con ellas, el film no tiene nada más que 82 minutos.
Bueno, aunque sea una producción italiana, la historia es toda en la República Dominicana... Posiblemente porque Nelson de la Rosa era dominicano.
La película fue lanzada en 1988.
Empieza mostrando un laboratorio muy precario, más sucio que una sala de aborto clandestina y llena de ratones presos en jaulas. Al mismo tiempo, escuchamos la voz de un científico llamado Oben leyendo una misiva que acabó de escribir a otro científico, diciendo que presentará en un congreso de genética un híbrido que le fue posible producir, poniendo un espermatozoo de un ratón en el útero de una mona. Pero dice que el mutante tiene sus uñas y dientes infectados con una super leptospirosis, ¡que puede matar un ser humano en pocos segundos!
Poco después, el científico y su asistente Tonio entran en el laboratorio. Y Oben dice a Tonio que se deshaga de los ratones en el día siguiente, puesto que no los necesitará más. Y se acerca de una jaula en un rincón del laboratorio donde está preso su ratón-mono (¿o sería mono-ratón?). Y todavía no hay siquiera 1 minuto de film.
Aunque el aspecto del monstruo sea un poquito asqueroso y espante en los primeros segundos en que lo vemos, eso es todo. Su cara tiene un aspecto de burla mucho más que de amenaza y sus ropas, que serían (así lo creo) el cuerpo alterado del mutante, ¡son totalmente ridículas! ¡Son semejantes a trapos!
Después de haber fastidiado un poco el monstruo, Oben deja el laboratorio junto a Tonio. Y este le dice que sería mejor poner el ser en otra jaula, puesto que aquella es muy frágil. Pero el científico no repara a sus palabras y se va.
Segundos después, en el laboratorio, vemos que la jaula del mutante ahora está rota y vacía...
La próxima escena nos muestra una playa que se queda junto a una floresta, donde el fotógrafo Mark está trabajando con las modelos Marlis y Peggy.
Oculto detrás de un arbusto, un chico los está mirando, sin ver que hay alguna cosa acercándose de él... Aunque ya se haya visto el monstruo, él se queda oculto en esta escena: la cámara se mueve un primera persona o nos muestra solamente 1 ojo del ser... Dicho sea de paso, tampoco el chico es visto claramente en la escena. Y tampoco el modo como el mutante lo mata.
Sin haber visto nada de eso, los otros 3 encuentran un cadáver humano entre las piedras de la playa... ¡Se puede ver que fue comido por un animal!
Después del primer susto, deciden no decir nada a nadie, puesto que no quieren tener problemas con la policía... Entonces es dicho que ellos son de los Estados Unidos y el país en que están es la República Dominicana.
Lo que ellos no saben es que las muertes en su camino están apenas empezando...

Quella Villa In Fondo Al Parco (Ratman) is an Italian movie. But it takes place in the Dominican Republic and the main characters are from the States.
At her last evening in the Dominican Republic before going home, Peggy decides to go downtown. And her friend Marlis lends her one of her dresses. But the taxi which she caught has a flat tire some minutes later. The taxi driver tells her he can’t go ahead because he has no other spare tire and that was the 3rd tire which he lost that day... Well, would it be possible?
Anyway, he tells Peggy they’re almost arrived. She just have to cross a very dark and dirty street to arrive at the place where she wants to go. And she really starts walking to there in spite of being at a deserted part of the city.
We just think: where does she want to go? To a Dominican slum?
Anyway, the next scenes are so dark that you almost can’t understand them!
Peggy hears a strange animal squeaking inside a house. She arrives at the window and sees something dragging a gory dead body away in the house! But the darkness makes impossible to see who (or what) is dragging it.
At the same time, she hears something on the other side of the street and sees a man walking toward her... But the street is so dark that she can’t see where she can run to! Then, she decides to go in the house where she saw the dead body to hide somewhere... It’s completely stupid of course. But where would she be able to hide? Perhaps this is the only acceptable stupid act in the movie.rs
Peggy hides in a closet while the bandit goes in the house holding a knife and starts looking for her. Just 4 minutes are wasted in this scene (for everything we see it could waste only 15 seconds with no problem).
But her pearl necklace breaks and the pearls start falling on the closet floor! Anyway, the noise doesn’t attract the bandit: it attracts a beast who goes in the closet and attacks Peggy. The bandit understands there’s some kind of monster inside the closet because of its squeaks and he runs away.
By the way, this bandit has no connection to the rest of the story... Well, perhaps he does. But the director’s forgotten to tell us about it!rs
And as we’ll see ahead the creature who killed Peggy stays in a forest. What was he doing downtown?
On the next day Terry arrives from the States. She’s Marlis’ sister and came to the Dominican Republic to recognize her corpse (according to the Dominican police she was killed last night). But when Terry leaves the airport and calls a taxi she meets a writer named Fred who’s calling the same taxi. They dispute the taxi for a while and then decide to go together. A little later, Terry tells Fred what’s happening and he decides to go to the morgue along her. But when they arrive, Terry sees the dead woman is not Marlis (it’s Peggy).
The captain tries to justify their fault saying Peggy was accidentally identified to Marlis because she had no documents with her and was wearing her dress (Marlis is a model and was already seen in public with that dress).
Obviously Fred and Terry leave the morgue really angry to the police. But they become friends after that. And Fred suggests Terry to go to the place where the police told them Peggy’s corpse was found. He supposes it’ll give him a good subject for his next book.
They see there are nail scratches left by a strange animal on the closet where Peggy was killed. And Fred tells Terry he saw Peggy’s obituary at the morgue. It says she was killed by a heart attack caused by some kind of poison...
Seconds later, they hear somebody arriving and hide quickly. A man arrives, takes a look at the closet, and goes out almost in panic... He’s the assistant of Oben, a scientist who created a ferocious and poisonous mutant (a rat-monkey hybrid) who is loose on the island. And now they can see what their pet is doing to people.
By the way, what kind of place is that house? Somebody was just killed there and everyone can enter there all the time!
In addition: what’s happened the other person who was killed there before Peggy? Nobody mentions that again. Did the mutant eat it completely?rs
Fred and Terry are told Marlis is in a forest posing for photographer Mark. Then, they talk to the captain again to see if he has new clues of her. But the only thing which he’s found is another girl killed in the same conditions of Peggy’s.
By the way, isn’t there anything strange in these dialogs among such characters? You see: some of these characters are American and others are Dominican. But all of them speak the same language! Well, of course in the original audio all of the actors and actresses speak Italian because this movie is an Italian production. But the characters themselves must speak English and Spanish as their native languages, really? Then the 2 groups couldn’t be shown speaking the same language so naturally.
Anyway, at the same time, Marlis is posing for Mark and Monique (Mark’s assistant) in the forest. And then they find a dismembered human dead body there!
They finally understand there’s something strangely dangerous at that place (they found another dead body a few days later). And they decide to go to a little town in the forest to look for help.
When they arrive, Monique leaves the car to look for a phone. And she doesn’t see the mutant hidden behind a wall and looking at them... Then, he was in the forest, went downtown, and went back to the forest... Hello, director! How did the little monster do that? You haven’t told us that!rs
Well, Marlis starts feeling lousy at that place and asks Mark to go away. He agrees and leaves the car to look for Monique. Even because the town seems to be abandoned.
Mark starts walking across the deserted town doing stupid things, like walking across a full of broken things corridor (and falling down on the things of course) and wasting almost 1 minute putting his arm inside a cardboard box... Do you want to know what he was looking for inside the box? Ask the director!
The only (a little) important thing which he does is finding bloodstains on the floor of some houses. So, he understands the people of that town ran away from something not very nice.
Anyway, also Monique is doing a stupid thing: she went to look for a phone in a ramshackle bathroom! And she doesn’t see the mutant leaving the toilet bowl and lurking her... But wasn’t he behind a wall some minutes ago? How did he go in the toilet bowl? OK. He’s a half-rat mutant. Then, the director did that to show us his rat side (connected to the sewage system). But the result was ridiculous, wasn’t it?
The monster almost kills Monique with a ridiculous slap on her face. And then he jumps over her and finishes slashing her neck with his nails... In this scene we can see the zipper in the actor’s costume.rs
Mark hears Monique’s screaming and runs to the place where her voice is coming from. He tries to force the bathroom door. But it’s so locked that we can’t understand how Monique was able to go in before.rs And even Marlis has time to leave the car and run to the bathroom door to see what’s happening before Mark opening it!
He goes in the bathroom and after have seen Monique’s pieces he asks Marlis to stay there. They understand there’s some kind of terrible beast at that place and decide to run away from there as soon as possible. But their nightmare is just beginning...


Così finisce il film Quella Villa In Fondo Al Parco (1988):
Mark e Marlis sono in una foresta della Repubblica Dominicana, dove hanno trovato delle persone morte ed hanno avuto un’amica morta. Un animale feroce l’ha fatto, ma loro non l’hanno ancora visto.
Loro trovano la casa dello scienziato Oben. Mark gli racconta quello che hanno visto, ma lui fa finta di non capirlo.
Oben (dice che) non ha un telefono a casa sua. Così, Mark gli chiede di restare lì per questa sera.
Mentre loro parlano, Malis vede una piccola ombra vicino ad una porta. Anche Oben la vede e, così, chiama il suo assistente Tonio e gli dice che ha bisogno di catturare la cosa che lui ha visto.
Dopo, mentre Marlis dorme, la cosa entra la sua stanza e comincia caminare per il soffitto mentre lei ancora dorme...
Lei si sveglia quando sente qualcosa nel soffitto della stanza scura e, quando lei si alza, la cosa salta sul suo letto. Ma si avvolge nei lenzuoli e, per questo, Marlis ha tempo di scappare via.
Bene, la “cosa” è un mutante ibrido, metà ratto, metà scimmia. E si vede che il direttore ha filmato questa scena solamente per ricordare il suo lato scimmia... Ma è un po’ stupido, vero? Se il mutante voleva attaccare Marlis, lo farebbe mentre lei dormiva.
Ma anche così queste scene sono fra le più inquietanti del film.
Bene, Marlis corre alla stanza di Mark, ma lo trova morto sul letto! Lei comincia a gridare e Oben e Tonio arrivano.
Allo stesso tempo, il mutante distrugge il complesso di fili elettrici della casa.
Mentre il buio domina la casa, Oben porta Marlis ad una sala dove sarà più sicura e Tonio continua cercando il mostro. Ma quando arriva al laboratorio della casa, il mutante l’attacca. Lui strappa gli occhi di Tonio e lo fa cadere sul pavimento. E dopo strappa la sua gola e la divora, mentre l’uomo muore!
Questa è una scena buona, nonostante l’illuminazione non lo sia. Spaventa un po’.
Nell’altra sala, Oben dice a Marlis che lui ha creato quel mutante. E lui è un po’ diverso della parte più grande degli scieziati dei film dell’orrore. Loro sono quasi sempre indifferenti a quello che i suoi mostri fanno alla gente. Ma Oben si mostra anche un po’ colpevole per quello che il suo mutante ha fatto.
Adesso lui non sa più cosa fare. Così, decide di scappare via con Marlis usando la sua macchina... A proposito, loro non si preoccupano di quello che è successo a Tonio, vero?
Loro lasciano la casa senza problemi. Ma quando sono già nella macchina, si vede il cliché più imbecille del film: Oben ha scordato una cosa dentro la casa ed ha bisogno di prenderla.
Bene, non ho bisogno di sprecare il mio tempo raccontando quello che succede a lui, vero?rs
Quando sente i gridi di Oben e capisce cosa succede, Marlis cerca di andare via con la macchina, ma vede che Oben ha portato le chiavi con lui... Adesso lei ha veramente bisogno di tornare alla casa e prendere le chiavi, visto che, se va via a piedi per la foresta, il mutante l’ucciderà presto.
Lei trova Oben finendo di morire sul pavimento e riesce a prendere le chiavi. Ma quando torna alla macchina, il mutante l’attacca. E Marlis quasi non ha tempo di correre di nuovo alla casa per proteggersi.
I prossimi 8 minuti del film ci mostrano delle scene (con un’illuminazione orribile) di Marlis facendo quello che può per scappare dal mutante dentro la casa, come gatto e ratto... Ma in questo caso il ratto è quello che sta cacciando, vero?rs
Però, di mattina, il mostro riesce a bloccare la ragazza nella cucina e l’uccide.
Minuti dopo, Terry, la sorella di Marlis, arriva alla casa insieme al suo amico Fred.
Terry ha cercato Marlis per tutta quella notte e Fred, cercando delle cose interessanti di cui vuole parlare nel suo prossimo libro (lui è uno scrittore), è stato insieme a lei. E qualcuno ha detto a loro che un “medico” abitava quella villa in fondo al parco (sì: il titolo del film è per questo). Così, loro decidono di chiedere al dottore se lui ha visto qualcosa.
Dentro la casa, loro trovano le 4 carogne, ma non vedono il mutante, nonostante sia nascosto vicino a loro. Terry sente dei respiri strani, ma non riesce a capire da dove vengono.
Dopo questo, Fred e Terry arrivano al commissariato di polizia, dove il commissario gli dice che è sicuro che un amerindio pazzo (?!) ha ucciso tutti quanti alla casa! Ma le “cicatrici” nelle carogne non sono ovviamente lasciate da un essere umano.
Se l’attore che ha la parte del commissario non fosse un uomo già un po’ vecchio, potremmo dire che quello era un apprendista che il vero commissario ha lasciato al suo posto mentre lavorava con un altro problema, vero?rs Ma a dirlo il vero nemmeno un apprendista 100% principiante direbbe delle cose così imbecilli.
Una borsa trovata alla casa di Oben che, così si credeva, aveva le cose di Marlis è stata portata al commissariato. Ma mentre Fred e Terry parlano con il commisario di polizia. E solamente chi si ricorda di aprire la chiusura lampo della borsa per vedere cosa ha dentro è una poliziotta che è sola nella sala... Il mutante lascia la borsa e uccide la poliziotta!
Minuti dopo, un altro poliziotto entra la sala, trova la borsa (totalmente chiusa) sul tavolo, la prende e la porta a Terry, senza vedere la poliziotta morta vicino al tavolo.
Come il mostro è riuscito a chiedersi dentro la borsa così perfettamente? Bene, il direttore lo sa!rs
Terry prende la borsa e decide di tornare a casa, negli Stati Uniti, nello stesso giorno. A proposito, si può capire che lei lascia il commissariato e va dritto all’aereoporto. E Fred va insieme a lei.
Loro entrano l’aeroplano con la borsa e, secondi dopo il decollo, c’è una pausa e si sente i gridi terrorizzati di Terry e degli altri passeggeri dell’aeroplano...
Così finisce.
Questo finale non ha molto senso, vero? Cosa succederebbe dopo questo? Il mutante ha ucciso tutti quanti nell’aeroplano, l’aeroplano è caduto ed anche lui è morto. O voi potete pensare a un altro finale?


Até mais!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

UM JORNALISTA COM TUDO EM CIMA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no jornalista e escritor brasileiro César Tralli.

Ele nasceu em São Paulo, em 23 de Dezembro de 1970.
O César nasceu numa família italiana.
Ele se mestrou em Ciências Sociais pela PUC-SP e se bacharelou em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero.
Depois de já ter trabalhado em jornais, revistas e programas de rádio, o César chegou à televisão no início dos anos 90, trabalhando na Record e no SBT. Até que, em 1993, ele chegou à Globo, onde tá até hoje.
Na Globo, ele começou trabalhando no hoje já extinto São Paulo Já.
No ano seguinte, o César foi selecionado pra ser transferido pra Londres, onde trabalhou como correspondente da Globo na Inglaterra (com 24 anos, ele foi, na época, o repórter mais jovem da Globo a ser escalado pra essa função). E embora tivesse Londres como base, ele passou por mais de 30 países, fazendo reportagens.
Ele voltou ao Brasil no ano 2000.
No mesmo ano, o César se casou com a modelo Cássia Ávila, de quem se separou 1 ano depois.
Desde que se casou, o César virou evangélico. Mas, até onde eu pude pesquisar, ele nunca falou nada em público contra os homossexuais nem contra os bissexuais.
Em 2001, ele lançou o livro Olhar Crônico, que conta a maior parte das histórias que ele viveu durante as reportagens que fez fora do Brasil.
No final de 2009, o César foi flagrado por um paparazzo passeando sem camisa e só de shortinho pela Praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio. Por sinal, com um peito e uma barriga incríveis, hein! Sem falar nas coxas!



Atualmente, ele tá na África do Sul, onde vai cobrir a Copa do Mundo de 2010. E ele só deve voltar pro Brasil quando terminarem todos os jogos.
Entre os prêmios que o César já recebeu ao longo da carreira jornalística, podemos mencionar o Grande Prêmio Rede Globo de Televisão, o Prêmio Comunique-Se, o Prêmio Embratel de Jornalismo e o Troféu Barbosa Lima Sobrinho.

Oggi parleremo un po’ del giornalista e scrittore brasiliano César Tralli.
Lui è nato in São Paulo, nel 23 Dicembre del 1970.
César è nato in una famiglia italiana.
Lui ha avuto il suo postlaureato in Scienze Sociali nella PUC-SP e il suo baccalaureato in Giornalismo nella Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero.
Dopo aver già lavorato in dei giornali, riviste e stazioni radio, César è arrivato alla televisione brasiliana nell’inizio degli anni 90, come giornalista dei network televisivi Record e SBT. E nel 1993, lui è arrivato al network Globo, dove ancora lavora.
Nella Globo, il suo primo lavoro è stato in São Paulo Já, uno show che non c’è più.


In 1994, Globo’s journalism direction started thinking about sending César to London to be their main correspondent in England (the 24-year-old César was then the youngest reporter of that television network to be in this charge). He went in 1995. And in spiting of living in London, he would be sent to more than 30 countries on business at that time.
He came back to Brazil in 2000.
In the same year, César married model Cássia Ávila, a protestant. But they divorced 1 year later.
Because of his marriage, César became a protestant too. Even so, I’ve never found any interview of César which shows him saying anything against LGBT people.


En 2001, César lanzó el libro Olhar Crônico, en que habla de la mayor parte de sus trabajos fuera de Brasil desde 1995 hasta 2000.
En el final de 2009, él fue paparazzado en el momento que caminaba sin camisa y vestido solamente con pequeños shorts por la Playa de Ipanema, en Rio de Janeiro. Y dicho sea de paso, es un macho con un bel pecho y un bel abdomen, ¿verdad? ¡Sin hablar de sus muslos!
Actualmente, César está en Sudáfrica, por cuenta de la Copa Mundial de Fútbol de 2010. Y regresará a Brasil solamente después del último partido.
Son esos algunos de los premios que él ya recibió a lo largo de su carrera periodística: Grande Prêmio Rede Globo de Televisão, Prêmio Comunique-Se, Prêmio Embratel de Jornalismo y Troféu Barbosa Lima Sobrinho.


Até mais!

terça-feira, 18 de maio de 2010

UM APOCALYPSE BONITINHO

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, cantor e dublador estadunidense Sam Witwer.

Samuel Stewart Witwer nasceu em Illinois, em 20 de Outubro de 1977.
Ele estudou na Glenbrook South High School.
Naquela época, o Samuel começou a se interessar por fazer aulas de teatro. Ao mesmo tempo em que começou a cantar num grupo musical da escola, chamado Love Plummer.
Depois disso, ele se mudou pra New York, onde estudou na Juilliard School.
Se mudando pra Los Angeles, ele seguiu em frente tanto com a carreira de ator quanto com a de cantor, passando a usar o nome artístico de Sam Witwer.
A estreia dele na televisão foi em 2001, em 1 capítulo do seriado ER, lançado no Brasil com o título de Plantão Médico.
Em 2004, ele mudou de nome artístico pra Simon Judas Raye. Mas depois mudou de volta pra Sam Witwer.
Em 2008, com a saída do vilão Lex Luthor de Smallville (o ator Michael Rosenbaum, que interpretava o personagem, não quis renovar o contrato), surgiu a ideia de trazer pro seriado o vilão Doomsday, conhecido no Brasil como Apocalypse. Só que o Doomsday é um monstro. E pra se adaptar ao universo de Smallville, ele precisava ter características que permitissem que ele vivesse na sociedade comum. Em outras palavras, ele precisava ter uma aparência humana com um comportamento humano durante a maior parte do tempo. E o Sam entrou no seriado interpretando a aparência humana do vilão.
Na aparência de monstro, não era ele que interpretava o personagem (era o ator Dario Delacio).


Afinal, tudo bem que o Sam tem um corpo bem cuidado de 1, 85m, mas ele também não é tão troncudo a ponto de ter o tipo físico pra interpretar um monstro assim.

Ele deixou o seriado no último capítulo da 8ª temporada (em 2009), quando o personagem dele matou e foi morto pelo personagem Jimmy, interpretado pelo ator Aaron Ashmore.
Essa cena tá no YT (em Inglês). Pra quem quiser ver, dê uma clicada aí:

http://www.youtube.com/watch?v=vjlxrE6Y21g

Eu falei sobre isso em Janeiro, quando fiz um post sobre o Aaron.
O Sam teve até agora 32 trabalhos como ator no cinema e televisão e 3 como dublador.
Tem também mais 3 filmes dele prontos, mas que ainda não foram lançados.
Sempre que pode, o Sam dispensa os dublês e faz as cenas de ação e de luta pessoalmente.

Hoy hablaremos un poquito del actor, cantante y doblador estadounidense Sam Witwer.
Samuel Stewart Witwer nació en Illinois, el 20 de Octubre de 1977.
El estudió en la Glenbrook South High School.
En aquella época, Samuel empezó a quedarse interesado por las clases de teatro de la escuela, tanto cuanto por cantar en un grupo musical hecho por los alumnos, llamado Love Plummer.
Después, él se fue a vivir en Nueva York, donde estudió en la Juilliard School.
Cuando se fue a vivir en Los Angeles, él fue adelante tanto con su carrera de actor como con la de cantante. Y desde entonces usa el nombre artístico de Sam Witwer.

La prima volta di Sam in TV è stata nel 2001, in 1 episodio del serial televisivo ER, conosciuto in Italia come Medici In Prima Linea.
Nel 2004, lui ha cambiato il suo nome artistico a Simon Judas Raye. Ma dopo, l’ha cambiato di nuovo a Sam Witwer.
Nel 2008, il cattivo Lex Luthor ha lasciato Smallville (veramente, il suo attore, Michael Rosenbaum, l’ha lasciato). Ed hanno deciso di portare a quella saga televisiva il cattivo Doomsday. Ma Doomsday è una creatura mostruosa e, per averlo nella storia di quello show, i direttori avevano bisogno di farlo vivere nella società comune. Si può anche dirlo: avevano bisogno di dare al mostro un aspetto umano ed un comportamento che fosse più umano e meno mostruoso. E Sam è arrivato a Smallville nella parte dell’aspetto umano di Doomsday.


In Smallville, Doomsday’s beastly form is portrayed by actor Dario Delacio, not by Sam (this one portrayed only Doomsday’s human form). You see: of course Sam has an interesting 185-cm-tall male body, but he’s not so stocky to portray a super-muscled monster like Doomsday, is he?
Sam left Smallville in the finale of the 8th year (2009). His character was killed by Jimmy, actor Aaron Ashmore’s character, and killed him at the same time.
You guys can click on the link above to watch this scene at YT.
Sam has been a TV and theater actor for 32 times and a voice actor for 3 times to now.
There are also 3 movies of his which are still post-productions.
Every time he can, Sam acts himself as a stunt in his fighting scenes.


Até a próxima!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

DIA MUNDIAL DO COMBATE À HOMOFOBIA

Oi!!!

Como muitos de vocês devem saber, hoje, 17 de Maio, é o Dia Internacional do Combate À Homofobia.

Então, acho que vale a pena lembrar umas coisinhas aqui.
Em Fevereiro de 2008, eu fiz um post no qual listei os 20 piores homofóbicos do Brasil. Pra quem não viu, esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008/02/os-20-piores-homofbicos-brasileiros.html

Como eu disse lá, se alguém simplesmente não gosta de homossexuais e não quer ser amigo pessoal de homossexuais, só isso não basta pra que essa pessoa seja considerada homofóbica. Afinal, ninguém é obrigado a gostar de ninguém, assim como ninguém é obrigado a ser amigo pessoal de ninguém.
No mesmo peso e na mesma medida, se alguém simplesmente não concorda com a homossexualidade, só isso também não caracteriza homofobia. Lembrando que, nesse último caso, a pessoa tem que demonstrar com atitudes, e não com palavras, que ela apenas não concorda com a homossexualidade. Porque tem muita gente que FALA que apenas não concorda com a homossexualidade, mas, NA PRÁTICA, o que faz é atacar homossexuais. Duvido que vocês ainda não tenham visto muitas e muitas criaturas assim.
Bom, além disso, o que é considerado homofobia?
Simples: atacar alguém (verbalmente e/ou fisicamente) por ser homossexual, incentivar a violência (física e/ou verbal) contra alguém por ser homossexual, expulsar alguém de um grupo só por ser homossexual, incentivar que terceiros expulsem alguém de um grupo só por ser homossexual, humilhar alguém por ser homossexual e tentar obrigar um homossexual à força a se converter a algum grupo religioso homofóbico.
Qualquer criatura que tome qualquer uma dessas atitudes É um homofóbico. E deve ser combatido.
A meu ver, outras atitudes que não envolvam nada disso que eu mencionei não podem ser chamadas tecnicamente de “homofobia”. E eu só tô lembrando disso porque a gente tem que tomar um certo cuidado antes de sair por aí chamando TUDO de “homofobia”, como certas pessoas ‘empolgadas’ acabam fazendo. Porque, se não, a gente acaba ficando igual àquelas mulheres neuróticas que saem por aí chamando TUDO de “machismo”!
Eu até fiz um post em Outubro de 2008 falando sobre isso. Esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008/10/machismo-o-que-isso.html

Feminismo, ou seja, lutar pra que as mulheres tenham os mesmos direitos e os mesmos deveres que os homens, é coisa séria. Não é pra ser desperdiçado com esses comentários ridículos de algumas mulheres e de alguns homens que querem fazer demagogia posando de “defensores das mulheres”. Porque, se você começa a chamar TUDO de “machismo”, a feminismo acaba perdendo a força. Vai deixando de ser levado a sério.
Da mesma forma, se você começa a chamar TUDO de “homofobia”, as lutas pelos direitos GLBT acabam perdendo a força. E vão deixando de ser levadas a sério.
Nós devemos lutar contra a homofobia. Sempre, sempre e sempre! Mas de forma séria! Mirando no alvo exato e disparando com força total. E não atirando pra todos os lados e fazendo a ideia perder a força.
Pensem nisso!

May 17: International Day Against Homophobia.

17 de Mayo: Día Internacional Contra la Homofobia.

17 Maggio: Giornata Internazionale Contro l’Omofobia.

Até mais!

sábado, 15 de maio de 2010

ALGUNS TOQUES QUE ELE NOS DÁ

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no professor, jornalista e escritor brasileiro Jean Wyllys.

Jean Wyllys Mattos Santos nasceu na Bahia, em 10 de Março de 1974.
Ele tem 3 irmãos e 2 irmãs.
O Jean estudou na Escola Maria José Bastos e no Colégio Polivalente.
Como era de família pobre, ele sempre trabalhou em serviços ocasionais desde criança, pra ajudar em casa.
O Jean nunca foi muito chegado em esportes e sempre gostou de ler e ver televisão. E as características que mais ficaram nele foram exatamente se dedicar à Literatura e se informar sobre o meio artístico.
Ele diz que sempre rolaram piadinhas sobre a sexualidade dele quando ele era criança, já que os hábitos dele não eram considerados “coisa de menino”. E aliás, ele acha que a família dele começou a entender ali que ele não era hétero. Mas ele tem um ditado próprio pra isso:

“Família é sempre a primeira a saber e a última a acreditar.”

Na adolescência, o Jean estudou no Internato José Carvalho. E ele sempre teve entre os melhores alunos.
Atração sexual, no sentido adulto da expressão, ele diz que só começou a sentir por volta dos 15 anos. Ali ele passou a olhar os meninos com desejo.
Quando era adolescente, o Jean teve um amor platônico por um amigo hétero. Mas nunca rolou nada de sexo entre eles (inclusive, hoje o cara é casado, tem um filho e o Jean é o padrinho do filho dele).
Quando deixou o internato, ele se mudou pra Salvador, pensando em se formar em Letras, pois queria ser jornalista.
O Jean se graduou em Letras e se pós-graduou em Comunicação Social pela UFBA.
Em 2001, ele conseguiu lançar o 1º livro dele: Aflitos.
Em 2004, o Jean se inscreveu pra participar do BBB5, que seria no início do ano seguinte.
Quando foi indicado pro 1º paredão, ele levantou a hipótese, ao vivo, de que o motivo da indicação poderia ser o fato de ele ser gay.
A partir dali, começou uma espécie de batalha anti-homofóbica no programa, pois toda a comunidade GLBT se mobilizou pra expulsar da casa os participantes que o Jean acusou de serem homofóbicos. E que demonstraram que eram mesmo, pelas brincadeiras e comentários que faziam. E os membros do grupo homofóbico foram caindo, praticamente 1 a cada semana, até que o programa se concluiu com a vitória do Jean.
Diga-se de passagem, ele entrou pra história do BBB como o 1º participante do programa a ganhar o prêmio de R$ 1000000,00.
Bom, apesar de, no início, ter dito que não era representante de grupo nenhum (afinal, ele não entrou no BBB5 com essa intenção), o Jean se tornou o principal nome GLBT do Brasil em 2005.
Ele acha que a imagem dele deu certo em grande parte porque os gays, bis e lésbicas buscavam uma figura ética GLBT que tivesse na mídia.
Uma coisa que criou algumas fofocas na época foi o relacionamento do Jean com o Alan Passos, que foi outro participante do programa, porque, embora o Alan, no início, ficasse com o grupo dos homofóbicos e tivesse feito algumas brincadeirinhas com a sexualidade do Jean, depois ele passou abertamente pro lado do Jean.
E aí, começaram a falar que ele teve ou tava tendo alguma coisa com o Alan. Mas, de acordo com o próprio Jean, nunca foi nada além de amizade.
Apesar de se considerar baixinho (tem 1, 68m) e feio (eu não acho), o Jean não ficou sexualmente esquecido pelos fãs. E desde que saiu da casa, ele foi convidado pela G Magazine pra posar nu. Mas, apesar de nunca ter aceitado, ele topou aparecer (totalmente vestido) na capa de Maio daquele ano, ao lado do ator Alê Mañas, que foi o que posou nu naquela edição.


Pouco depois, o Jean se tornou colunista da G Magazine. E esse foi só o início de vários trabalhos do mesmo tipo relacionados à comunidade GLBT.
Alguns meses depois de sair da casa, ele também lançou o livro Ainda Lembro, que conta as experiências dele no programa.


Desde que saiu da casa, o Jean se fixou aqui no Rio, pois fica mais próximo dos locais de trabalho dele aqui mesmo e em São Paulo. Mas, sempre que o tempo permite, ele vai a Salvador.
Em relação à sexualidade, ele já disse em entrevistas que teve experiências sexuais com mulheres, mas que se considera gay.
Em relação à religião, o Jean diz que tem uma religiosidade híbrida: metade candomblecista, metade católica. E ele lembra que, na Bahia, isso é mais do que comum.
Quanto à questão da homofobia, ele lembra que isso pode ser consciente ou inconsciente: tem pessoas que tem amigos GLBT e, explicitamente, não falam nada ou quase nada contra nós, mas, observando os atos delas, você vê que elas tratam os héteros de uma forma e os não-héteros de outra forma (esses são os homofóbicos inconscientes); e tem pessoas que são abertamente homofóbicas e falam frases homofóbicas da forma mais explícita possível (esses são os homofóbicos conscientes).
Um problema pro qual o Jean chama a atenção, é o preconceito que os gays másculos e bis másculos têm contra os gays afeminados e bis afeminados, pois alguns tentam excluir a imagem feminina da militância GLBT. E é preciso reconhecer também a militância que os travestis, hijiras, drag-queens e transformistas defendem. Mas ele lembra que isso talvez aconteça porque os afeminados da comunidade GLBT na verdade não formam um grande grupo organizado.
No início de 2010, durante a exibição do “BBB Dourado” (como foi apelidado o BBB10, devido ao tendencialismo do programa em defender o participante Marcelo Dourado), o Jean se manifestou abertamente contra o comportamento do participante homofóbico do programa. Ele lembrou que, além de usar uma suástica tatuada no corpo, o cara tem um comportamento instigador de violência e de preconceitos em geral. Entre outras pérolas, ele disse que heterossexuais não pegam AIDS (e o programa se prestou apenas a passar uma notinha muito rápida só 1 vez, sem mencionar que foi o Marcelo Dourado quem disse isso, dizendo que é possível contrair AIDS também através de relações sexuais entre pessoas de sexos opostos, ou seja, fica bem explícito que o programa tomou cuidado pra não arranhar a imagem de quem tava roteirizado pra ganhar).
Pra quem quiser visitar o site oficial do Jean, esse é o link:

http://bloglog.globo.com/jeanwyllys/

Oggi parleremo un po’ del professore, giornalista e scrittore brasiliano Jean Wyllys.
Lui è nato nella Bahia, nel 10 Marzo del 1974, come Jean Wyllys Mattos Santos.
Lui ha 3 fratelli e 2 sorelle.
Jean ha studiato nell’Escola Maria José Bastos e nel Colégio Polivalente.
La sua famiglia era veramente povera. Per questo, lui già lavorava da bambino.
Gli sport non sono mai piaciuti a Jean, ma gli piaceva moltissimo leggere e guardare la TV. E da quell’epoca, lui si è dedicato alla Letteratura ed alle informazioni legate allo show business.
Lui dice che, quando era bambino, c’erano già dei pettegolezzi parlando della sua sessualità, visto che non gli piacevano le “cose di uomo”. A proposito, crede che la sua famiglia ha capito allora che lui non era etero. Ma lui ha creato un proverbio che parla di questo:

“I parenti sono i primi che sanno che uno è gay, ma sono gli ultimi che lo credono.”
Quando era ragazzo, Jean ha studiato nell’Internato José Carvalho. Ed era uno degli alunni principali.
Lui dice che ha sentito il vero desiderio sessuale quando aveva circa 15 anni. Allora ha cominciato a guardare i ragazzi di modo diverso.
Lui si è innamorato di un ragazzo etero che era un amico suo. Ma non c’è mai stato sesso fra loro (oggigiorno il tipo è sposato, ha un figlio e Jean è il padrino di suo figlio).
Quando ha lasciato l’internato, lui è andato a abitare a Salvador, dove voleva laurearsi come giornalista.
Jean ha avuto la laurea in Lettere ed il postlaureato in Communicazione Sociale, nell’UFBA.
Nel 2001, lui ha messo in circolazione il suo primo libro: Aflitos.
Nel 2004, Jean si è scritto al BBB5 (il Gran Fratello di Brasile), che comincerebbe nell’inizio del 2005.
Quando è stato eletto per lasciare lo show per la prima volta, lui ha detto che gli altri partecipanti dello show gli hanno eletto, forse, perché lui è gay.
Da quel momento, è cominciata una guerra anti-omofobica nello show, visto che i gruppi LGBT brasiliani tutti quanti hanno cominciato a votare contro i partecipanti che Jean ha accusato di omofobia. E dopo abbiamo visto che erano veramente omofobici, dovuto agli scherzi e commenti che facevano. E da quel punto, ogni settimana uno di questi partecipanti era escluso dello show. E Jean ha vinto alla fine dello show.
A proposito, lui è il primo partecipante di un BBB che ha vinto il premio di R$ 1000000,00.


When Jean became famous, he said he wasn’t a representative member of any group (he became famous thanks to BBB5 and he hadn’t been there thinking about that). But even so he was the most famous LGBT person in Brazil in 2005.
He thinks it happened because the Brazilian LGBT people were looking for an ethical famous person to represent them at that time.
There were some gossips about a possible love affair between Jean and Alan Passos, another contestant who was at BBB5. When the show started Alan made some jokes about Jean’s sexuality. But after that he and Jean became very good pals at the BBB house (BBB is the abbreviation for Big Brother Brasil).
According to Jean himself they’ve always had only friendship (in addition Alan has never been seen in public with other males and he was married with a Brazilian actress).
Jean sees himself as a short (he’s 168 centimeters tall) and ugly (I don’t think so) man. But many of his fans show some sexual desire to him. And in 2005 he was invited to pose naked for G Magazine. He’s never accepted to do that. But as you guys can see above he accepted to appear at the magazine (completely dressed) alongside actor Alê Mañas, who posed naked in May of that year.
A little later, Jean became a columnist of G Magazine. And that was just the 1st of several of his works in favor of the Brazilian LGBT community.
Some months later, he released another of his books. This one is called Ainda Lembro. It tells about his experiences at the BBB house.
Jean is from Bahia. But he has lived in Rio de Janeiro since the end of BBB5. It’s because he works basically in Rio and São Paulo. And of course Bahia would be very far from his work. But every time he can he goes to Salvador (Bahia’s capital) to visit his friends and family.
About his sexuality, he said in some of his interviews he has already had sexual experiences with women too. But he sees himself as a homosexual guy.
About his religious side, Jean says he has some kind of hybrid religiosity: he is half condomblecist, half roman catholic. And he reminds us this kind of religiosity is very common in Bahia.


Hablando del problema de la homofobía, Jean nos recuerda que eso puede ser consciente o inconsciente: hay personas que tienen amigos homosexuales y bisexuales y, explícitamente, no hablan nada o casi nada contra nosotros, pero, si tú observas las actitudes de esas personas, puedes ver que ellas tratan los heterosexuales de un modo y los no-heterosexuales de otro modo (esos son los homófobos inconscientes); y hay personas que son claramente homófobas y hablan cosas llenas de homofobía de modo totalmente explícito (esos son los homóbobos conscientes).
Otro problema para el cual él llama nuestra atención es el prejuicio que muchos hombres gays y bis de comportamiento masculino tienen contra los hombres gays y bis de comportamiento afeminado, puesto que algunos hacen lo que pueden para dejar de fuera de las luchas por sus derechos lo que es femenino en comportamiento. Es necesario reconocer también las luchas de los travestíes, de los hijras, de las reinonas y de los transformistas. Pero él nos recuerda que eso tal vez sea así porque los afeminados de los grupos GLBT, en la mayor parte de los países, no tienen un gran grupo suyo organizado.
En el inicio de 2010, hubo el “BBB Dourado” (el BBB10 fue llamado así por cuenta del tendencialismo del show en proteger el participante Marcelo Dourado). Y Jean habló claramente contra el comportamiento de ese participante homófobo del show. El nos recuerda que ese participante tiene el tatuaje de una esvástica nazista en su cuerpo y que su comportamiento es instigador de violencia y prejuicios en general. Y entre otras cosas, Marcelo Dourado dijo que heterosexuales no tienen SIDA nunca (después de tal comentario suyo, todo lo que el show hizo fue mostrar un rápido comentario 1 sola vez, sin decir que Marcelo Dourado había hablado aquello, diciendo que es posible ser contaminado por el HIV también en relaciones sexuales entre personas de sexos opuestos, o sea, se quedó muy claro que el show hizo lo que puede para no perjudicar la imagen del participante que ya estaba decidido por el show que sería el vencedor).
Uds pueden clicar sobre el enlace arriba para visitar el sitio de Jean (en Portugués).

Até mais!