Oi!!!
Aproveitando que hoje é comemorado o Dia das Mães no Brasil, vou lembrar aqui de certas verdades sobre um determinado tipo de mulher.
Sabe aquela mulher que já perdeu um filho, associou você a esse filho que ela perdeu e, por causa disso, não só passou a grudar em você o máximo possível como também se sente no direito de falar horrores pra você da forma como bem entende (inclusive na hora que bem entende e na frente de quem bem entende) e de querer controlar a sua vida pessoal mais do que você mesmo?
Pois é. Depois que ela faz os piores tipos de merda com você (na frente de quem bem entende e na hora que bem entende), ela vem com aquele papinho:
“Eu só fiz aquilo pro seu bem! Eu só fiz aquilo porque você pra mim é o filho que eu perdi! Eu só fiz aquilo porque eu me sinto como sua mãe e mãe tem o direito de fazer tudo o que ela achar melhor pelo filho! Eu só fiz aquilo porque eu amo você tanto quanto se eu fosse a sua mãe! Eu só fiz aquilo porque você pra mim é o que sobrou do meu filho enquanto ele estava vivo!”
Bom, o mais indicado nesses casos é dar uma resposta bem à altura:
“Eu não sou, nunca fui e nunca serei seu filho! Menos ainda eu sou o que sobrou do seu filho enquanto ele estava vivo, porque o que sobrou do seu filho enquanto ele estava vivo é só um pedaço de carne podre e ossos secos enterrado no túmulo de um cemitério! Nada do que você possa fazer vai mudar isso! E menos ainda é através de mim que você vai mudar isso! E você não pode me proteger de nada, nem que você queira: você não conseguiu impedir nem sequer que o seu filho morresse; imagine se vai impedir que alguma coisa aconteça comigo!”
Já sei que alguém vai dizer:
“Ai! Você tá pegando muito pesado! Logo no Dia das Mães, você está ferindo os sentimentos dessas mulheres!”
Bom, ainda que eu esteja, estou apenas agindo com justiça. Porque esse tipo de mulher também não pensa se está ferindo ou agredindo alguém antes de falar tudo o que ela quer ou antes de fazer tudo o que ela quer, além de não se preocupar se é um dia importante ou não pra outra pessoa ou se ela vai estragar o dia da outra pessoa com o que ela vai falar ou fazer. Quem com ferro fere...
Quanto às associações que a mulher faz do filho dela com você, elas acontecem pelos mais variados motivos: pode ser porque você nasceu no mesmo ano que o filho dela, porque você tem a mesma idade que o filho dela tinha quando morreu, porque você é filho de uma amiga dela, porque você tem o mesmo nome que o filho dela, porque você se parece fisicamente com o filho dela... Ou outros motivos além desses.
Claro que não é qualquer mulher que embarca nessa. E claro que não é toda mulher que perdeu um filho que se comporta dessa forma escrota. Eu não tô generalizando. Eu tô falando especificamente das mulheres maternalóides.
Em Janeiro de 2009, eu fiz um post sobre algumas apurrinhações que esse tipo de mulher causa na vida dos outros. Pra quem não viu, lá vai o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/01/oi-hoje-eu-vou-falar-sobre-uma-coisa.html
E em Setembro de 2009, eu fiz outro post mostrando outros tipos de apurrinhação que esse tipo de mulher também causa na vida dos outros. Pra quem não viu, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/09/sanha-maternalizadora.html
Por aí, a gente vê bem o que é uma mulher maternalóide, né?
É bom lembrar que isso independe da idade que você tem. Você pode ter até 60 anos e a mulher em questão ter 80, que, se ela associar você ao filho dela da forma como eu disse aqui, ela vai se sentir no direito de se comportar dessa forma.
Aliás, é bom lembrar também que o fato de alguém ser alguns anos mais velho do que você não dá a essa pessoa o direito de cagar na sua boca do jeito que ela quiser, assim como não dá a você a obrigação de engolir a merda e achar gostoso. A não ser que você goste de ser tratado assim. Aí, não tenho nada com isso, o problema é exclusivamente seu, engula quantas toneladas de merda você quiser e achar melhor. Afinal, a gente vê até gays que falam frases do tipo:
“Ah! Eu me sinto compreendido e aconchegado quando uma mulher me superprotege e me trata como mãe.”
Bom, gosto é gosto, né? Mas é bom que certas idiotas levem pela cara a verdade de que não é TODO homossexual que pensa assim. Eu, por exemplo, não me enquadro na categoria dos que falam frases (toscas) como a do exemplo acima. E comigo não vai ter isso só porque a outra pessoa é mais velha. Ela pode até passar de certos limites comigo 1 vez quando ela for falar certas coisas, mas não vai ter a oportunidade de passar dos limites uma 2ª vez, porque não vai nem ter mais acesso a mim pra isso a partir da 1ª vez. Não importa que ela seja 150 anos mais velha do que eu.
Só esclarecendo: eu disse que ela pode passar dos limites comigo 1 vez porque ela pode armar uma situação em que, na hora, eu não deva responder nada (esse tipo de mulher é sempre mau caráter o suficiente pra armar situações desse tipo). Por exemplo, se tiver mais alguém junto na hora, provavelmente, eu não vou reagir, porque é exatamente isso que ela quer que eu faça: se eu, na frente da outra pessoa, me defender do que ela vai falar contra mim, ela vai deturpar tudo o que eu vou dizer pra poder se fazer de vítima na frente da outra pessoa. E como na atual sociedade brasileira é politicamente correto você dar razão à mulher mesmo que ela esteja errada, a outra pessoa, pra ser bem vista e pra ganhar status, vai ficar contra mim e a favor dela, mesmo que ela esteja falando aberrações contra mim.
Agora, vamos dar uma olhada na forma de reagir contra esse tipo de mulher: é importante lembrar que a forma de reagir contra esse tipo de criatura não é nunca partir pra violência física (a não ser que ELA, ANTES, ataque você fisicamente: aí, como direito seu, você se defende, é claro), mas sim dar uma resposta bem dada e bem merecida contra ela que vai doer mais do que uma facada no útero, como a resposta que eu usei como exemplo lá em cima.
Já sei que alguém vai tomar as dores das pobres “mamãezinhas zelosas” e dizer alguma coisa mais ou menos assim:
“Ah! Coitadinhas, pobrezinhas das mulheres que você chama de ‘maternalóides’! Elas não fazem por mal! O problema delas é que elas sentem um amor tão grande que elas mesmas não conseguem administrar!”
Bom, ESSE tipo de amor, fazendo parte da minha vida, eu sinceramente dispenso. Mas faço questão de repetir: se ela trata assim alguém que gosta de ser tratado assim, aí não tenho nada com isso. Eles que façam bom proveito um do outro, façam bom uso um do outro. Posso inclusive dizer que se merecem. Mas, se vier pra cima de mim, eu vou me defender. É um direito que me assiste.
E que fique claro que, com as minhas palavras nesse post, eu não tô esperando que esse tipo de mulher mude. Elas são casos perdidos e eu não luto por casos perdidos. Então, não me iludo que alguma delas vai deixar de se comportar assim só porque, eventualmente, leu esse post.
Mas elas que vão se comportar assim pra cima de quem gosta de ser tratado assim! E só! Isso não me inclui e sem sombra de dúvida também não inclui várias pessoas que tão lendo esse texto.
Pra quem quiser ver o 1º post que eu fiz sobre o Dia das Mães, há 2 anos atrás, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2008/05/dia-das-mes.html
Be careful against the women who think they’re your mother!
¡Ten cuidado con las mujeres que se creen tu madre!
Sta in guardia contro le donne che si credono tua madre!
Fica aí algo pra refletir.
Até a próxima!
Aproveitando que hoje é comemorado o Dia das Mães no Brasil, vou lembrar aqui de certas verdades sobre um determinado tipo de mulher.
Sabe aquela mulher que já perdeu um filho, associou você a esse filho que ela perdeu e, por causa disso, não só passou a grudar em você o máximo possível como também se sente no direito de falar horrores pra você da forma como bem entende (inclusive na hora que bem entende e na frente de quem bem entende) e de querer controlar a sua vida pessoal mais do que você mesmo?
Pois é. Depois que ela faz os piores tipos de merda com você (na frente de quem bem entende e na hora que bem entende), ela vem com aquele papinho:
“Eu só fiz aquilo pro seu bem! Eu só fiz aquilo porque você pra mim é o filho que eu perdi! Eu só fiz aquilo porque eu me sinto como sua mãe e mãe tem o direito de fazer tudo o que ela achar melhor pelo filho! Eu só fiz aquilo porque eu amo você tanto quanto se eu fosse a sua mãe! Eu só fiz aquilo porque você pra mim é o que sobrou do meu filho enquanto ele estava vivo!”
Bom, o mais indicado nesses casos é dar uma resposta bem à altura:
“Eu não sou, nunca fui e nunca serei seu filho! Menos ainda eu sou o que sobrou do seu filho enquanto ele estava vivo, porque o que sobrou do seu filho enquanto ele estava vivo é só um pedaço de carne podre e ossos secos enterrado no túmulo de um cemitério! Nada do que você possa fazer vai mudar isso! E menos ainda é através de mim que você vai mudar isso! E você não pode me proteger de nada, nem que você queira: você não conseguiu impedir nem sequer que o seu filho morresse; imagine se vai impedir que alguma coisa aconteça comigo!”
Já sei que alguém vai dizer:
“Ai! Você tá pegando muito pesado! Logo no Dia das Mães, você está ferindo os sentimentos dessas mulheres!”
Bom, ainda que eu esteja, estou apenas agindo com justiça. Porque esse tipo de mulher também não pensa se está ferindo ou agredindo alguém antes de falar tudo o que ela quer ou antes de fazer tudo o que ela quer, além de não se preocupar se é um dia importante ou não pra outra pessoa ou se ela vai estragar o dia da outra pessoa com o que ela vai falar ou fazer. Quem com ferro fere...
Quanto às associações que a mulher faz do filho dela com você, elas acontecem pelos mais variados motivos: pode ser porque você nasceu no mesmo ano que o filho dela, porque você tem a mesma idade que o filho dela tinha quando morreu, porque você é filho de uma amiga dela, porque você tem o mesmo nome que o filho dela, porque você se parece fisicamente com o filho dela... Ou outros motivos além desses.
Claro que não é qualquer mulher que embarca nessa. E claro que não é toda mulher que perdeu um filho que se comporta dessa forma escrota. Eu não tô generalizando. Eu tô falando especificamente das mulheres maternalóides.
Em Janeiro de 2009, eu fiz um post sobre algumas apurrinhações que esse tipo de mulher causa na vida dos outros. Pra quem não viu, lá vai o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/01/oi-hoje-eu-vou-falar-sobre-uma-coisa.html
E em Setembro de 2009, eu fiz outro post mostrando outros tipos de apurrinhação que esse tipo de mulher também causa na vida dos outros. Pra quem não viu, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009/09/sanha-maternalizadora.html
Por aí, a gente vê bem o que é uma mulher maternalóide, né?
É bom lembrar que isso independe da idade que você tem. Você pode ter até 60 anos e a mulher em questão ter 80, que, se ela associar você ao filho dela da forma como eu disse aqui, ela vai se sentir no direito de se comportar dessa forma.
Aliás, é bom lembrar também que o fato de alguém ser alguns anos mais velho do que você não dá a essa pessoa o direito de cagar na sua boca do jeito que ela quiser, assim como não dá a você a obrigação de engolir a merda e achar gostoso. A não ser que você goste de ser tratado assim. Aí, não tenho nada com isso, o problema é exclusivamente seu, engula quantas toneladas de merda você quiser e achar melhor. Afinal, a gente vê até gays que falam frases do tipo:
“Ah! Eu me sinto compreendido e aconchegado quando uma mulher me superprotege e me trata como mãe.”
Bom, gosto é gosto, né? Mas é bom que certas idiotas levem pela cara a verdade de que não é TODO homossexual que pensa assim. Eu, por exemplo, não me enquadro na categoria dos que falam frases (toscas) como a do exemplo acima. E comigo não vai ter isso só porque a outra pessoa é mais velha. Ela pode até passar de certos limites comigo 1 vez quando ela for falar certas coisas, mas não vai ter a oportunidade de passar dos limites uma 2ª vez, porque não vai nem ter mais acesso a mim pra isso a partir da 1ª vez. Não importa que ela seja 150 anos mais velha do que eu.
Só esclarecendo: eu disse que ela pode passar dos limites comigo 1 vez porque ela pode armar uma situação em que, na hora, eu não deva responder nada (esse tipo de mulher é sempre mau caráter o suficiente pra armar situações desse tipo). Por exemplo, se tiver mais alguém junto na hora, provavelmente, eu não vou reagir, porque é exatamente isso que ela quer que eu faça: se eu, na frente da outra pessoa, me defender do que ela vai falar contra mim, ela vai deturpar tudo o que eu vou dizer pra poder se fazer de vítima na frente da outra pessoa. E como na atual sociedade brasileira é politicamente correto você dar razão à mulher mesmo que ela esteja errada, a outra pessoa, pra ser bem vista e pra ganhar status, vai ficar contra mim e a favor dela, mesmo que ela esteja falando aberrações contra mim.
Agora, vamos dar uma olhada na forma de reagir contra esse tipo de mulher: é importante lembrar que a forma de reagir contra esse tipo de criatura não é nunca partir pra violência física (a não ser que ELA, ANTES, ataque você fisicamente: aí, como direito seu, você se defende, é claro), mas sim dar uma resposta bem dada e bem merecida contra ela que vai doer mais do que uma facada no útero, como a resposta que eu usei como exemplo lá em cima.
Já sei que alguém vai tomar as dores das pobres “mamãezinhas zelosas” e dizer alguma coisa mais ou menos assim:
“Ah! Coitadinhas, pobrezinhas das mulheres que você chama de ‘maternalóides’! Elas não fazem por mal! O problema delas é que elas sentem um amor tão grande que elas mesmas não conseguem administrar!”
Bom, ESSE tipo de amor, fazendo parte da minha vida, eu sinceramente dispenso. Mas faço questão de repetir: se ela trata assim alguém que gosta de ser tratado assim, aí não tenho nada com isso. Eles que façam bom proveito um do outro, façam bom uso um do outro. Posso inclusive dizer que se merecem. Mas, se vier pra cima de mim, eu vou me defender. É um direito que me assiste.
E que fique claro que, com as minhas palavras nesse post, eu não tô esperando que esse tipo de mulher mude. Elas são casos perdidos e eu não luto por casos perdidos. Então, não me iludo que alguma delas vai deixar de se comportar assim só porque, eventualmente, leu esse post.
Mas elas que vão se comportar assim pra cima de quem gosta de ser tratado assim! E só! Isso não me inclui e sem sombra de dúvida também não inclui várias pessoas que tão lendo esse texto.
Pra quem quiser ver o 1º post que eu fiz sobre o Dia das Mães, há 2 anos atrás, esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2008/05/dia-das-mes.html
Be careful against the women who think they’re your mother!
¡Ten cuidado con las mujeres que se creen tu madre!
Sta in guardia contro le donne che si credono tua madre!
Fica aí algo pra refletir.
Até a próxima!

2 comentários:
Oi, Leo.
Eu vi seu comentário, é porque meu blog é moderado e eu tenho que aprovar tudo antes, por isso que você não viu.
Então, eu tou na Europa com o namorado agora, e vou voltar ao Brasil lá pelo dia 24. Depois disso, vou para Campos visitar a família, e devo passar pelo Rio depois disso, ver uma prima que mora em Copa. Se rolar mesmo, vou passar um dia e voltar para Sampa. Ainda tou pra confirmar isso. Mas pode ser que eu passe um sábado ou um domingo por aí.
Deixa algum contato seu, tipo um celular ou seu e-mail que não seja do Yahoo. Aí eu te confirmo. Manda pro meu e-mail particular, gcampos1974@gmail.com
Forte Abraço.
Eu acabei de mandar um e-mail pra você pelo Yahoo mesmo. Lá eu deixei o meu outro endereço de e-mail.
A gente se fala, então! Divirta-se aí na Europa!rs
Abração!
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