terça-feira, 20 de janeiro de 2009

MATERNALISMO PATOLÓGICO NÃO COMBINA COM MERCADO DE TRABALHO

Oi!!!
Hoje eu vou falar sobre uma coisa que eu acho que tá se tornando meio preocupante em praticamente todos os países do Mundo...
Desde os anos 60, com o desenvolvimento do Movimento Feminista, a maioria dos países vêm lutando pra que a mulher passe a ter os mesmos direitos que o homem.
Até aí, nada mais justo. Acho que qualquer pessoa com bom senso vai concordar com esse posicionamento, né?
Só que, desde que essas idéias começaram a se desenvolver, todas as mulheres de todas as regiões do Mundo aonde essas idéias chegaram foram convocadas a deixar a vida doméstica e ir pro mercado de trabalho exercer funções que antes eram só dos homens...
A partir daí, a gente esbarra num problema sério que eu percebo que tá atrapalhando várias profissões de várias áreas: uma mulher que não pensa e não se comporta como uma profissional da área de trabalho dela não consegue exercer as funções que ela tem que exercer ali e ainda atrapalha os outros profissionais que exercem essas funções. E o caso mais grave entre esses que eu consigo observar é o das mulheres patologicamente maternais. Esse é um tipo específico de mulher que nunca vai tá preparada pra exercer função nenhuma no mercado de trabalho.
Acho que quase todo mundo já teve a má sorte de ter uma colega de trabalho que não quer ser profissional no ambiente de trabalho: ela quer ser mãe no ambiente de trabalho.
Quais são as consequências disso? Vamos ver:

1º- elas não desempenham as funções profissionais que elas têm que desempenhar durante o expediente e no local de trabalho.

Mais ou menos de 5 em 5 minutos, elas param o que tão fazendo e ficam ligando pra casa pra falar com a pessoa que ficou tomando conta dos filhos:

“Fica olhando se o fulaninho botou alguma coisa na boca!”

“Não deixa o fulaninho chegar perto da escada!”

“Passa álcool nos brinquedos do fulaninho antes dele pegar!”

É claro que, quando se trata de um bebê de 1 ano, ou alguma coisa assim, a gente até entende que haja esse comportamento. Mas a gente vê mulheres que já tem filhos até de 10 anos, e elas continuam se comportando dessa forma ridícula!
Se elas querem passar o tempo controlando o que os filhos tão fazendo, que vão fazer isso fora do local de trabalho e fora do horário de expediente, né?

2º (e mais grave)- elas não deixam os colegas de trabalho delas desempenharem as funções que eles têm que desempenhar durante o expediente e no local de trabalho.

Elas interrompem os colegas o tempo todo (ou tentam interromper) pra contar que elas tão muito preocupadas porque os filhos delas disseram isso ou porque não disseram aquilo, que elas tão muito preocupadas porque os filhos delas fizeram isso ou porque não fizeram aquilo, que elas sentiram isso e aquilo porque os filhos não prestaram atenção no que elas falaram...
Quando elas ficam sabendo que qualquer colega tá tendo qualquer tipo de desentendimento com a mãe, elas passam o resto do expediente fazendo um discurso, enchendo a cabeça da outra pessoa, pra ‘explicar’ por quê a mãe tá sempre certa (por mais errada que ela teja na verdade) e por quê a pessoa sempre tem que concordar com o que a mãe diz.
E ainda se consideram os anjos protetores dos colegas de trabalho por terem “aberto os olhos” deles.

3º (e mais grave ainda!)- elas tão tirando a vaga de outras mulheres (e de homens também) que poderiam tá ali desempenhando aquelas mesmas funções muito melhor e, sem dúvida, com muito mais profissionalismo.

O Movimento Feminista criou a falsa-impressão de que qualquer mulher pode (ou até deve) entrar no mercado de trabalho e que ela vai ter um comportamento profissionalíssimo ali. Mas, pelo que a gente vê, não é assim na prática.
É preciso entender que o mercado de trabalho foi feito pra ser habitado por pessoas (mulheres e homens) que se comportam como profissionais, e não por quem quer se comportar como mãe 24 horas por dia.
Então o que eu posso dizer é: se uma mulher tem esse maternalismo patológico e quer ser SÓ mãe em tempo integral e em qualquer lugar, é melhor não incentivar ela a ir pro mercado de trabalho mesmo, não. Ela não vai fazer falta nenhuma lá, garanto. O mercado de trabalho perde muito quando uma pessoa (homem ou mulher) que se comporta como profissional se retira dele, mas ganha muito quando uma mãe patológica se retira dele.
Já sei que alguém vai dizer:

“Ah! Mas as mulheres maternalóides também precisam do salário!”

Não tenho dúvida. Mas aí elas que façam jus ao salário que tão procurando. Não dá pra ser mãe no ambiente de trabalho, a não ser que a mulher queira, como já vimos acima, não trabalhar de verdade e ainda atrapalhar os homens e mulheres que tão lá pra trabalhar de verdade.

There’s something which has been getting a problem in every country in the World...
Since the 60s, as the Feminist Wave started spreading over the World, most of the countries have fighted to give women the same rights than men’s.
Well, of course it’s totally fair.
But as such ideas started developing, every female from every region of the World started being called to work in the same way which males have always done...
From this point, we have seen a serious problem happening in many different kinds of work: there are women who don’t think as workers, don’t behave as workers, and stay always in their colleagues’ way. I think the worst case of such women are the ones who are pathologically maternal.
Haven’t you ever seen a woman who wants to be a mother at work?
Let’s see the consequences of such situation:

1- they don’t do their job at their working hours.

They often call home and say something like that to the person who’s taking care of their children:

“See if the little thing has put something in his mouth!”

“Don’t let the little thing go near the stairs!”

“Clean the little thing’s toys before giving them to him!”

Of course if we’re talking about a 1-year-old baby, or something like that, it’s OK. But there are women who have 10-year-old children and ridiculously behave in this way at work!
If these women want to spend their time trying to control their children’s life, don’t do that at the place where they work and at their working hours, really?

2 (worse than 1)- they disturb their colleagues at their working hours.

They often want to tell their colleagues that they’re worried about something stupid which their children did or said.
And when they know about any kind of disagreement between a colleague and his mother they spend all their working hours making a speech to this colleague to “explain” why mothers are always right (even if they’re totally wrong) and why a person has always to agree with his mother’s opinion.

3 (the worst)- they’re at the place of other women (and men) who could work better than them and in a more professional way.

The Feminist Wave made us think that every female can (or have to) work and that she’ll behave as a worker much better than any male. But we can see things are not really like that.
Working is a function for males and females who are there to be workers, not for a creature who wants to be just a mother 24 hours a day.
So, if a woman wants to be ONLY a mother, don’t motivate her to work. Anyway, she’ll just disturb everybody and everything.
OK. Somebody will say:

“Pathologically maternal women need a salary too!”

Well, workers have a salary. If any person needs one, it has to be a worker, not a mother.


Hay una cosa que está generando problemas en todos los paises del Mundo...
Desde los años 60, como el Movimiento Feminista empezó a extenderse por el Mundo, la mayor parte de los paises empezaron a luchar para dar a las mujeres los mismos derechos que los hombres tienen.
Bueno, eso es totalmente justo.
Pero así como esos proyectos empezaban a crecer, las mujeres de todas las regiones del Mundo empezaban a ser llamadas a trabajar como los hombres...
A contar de ese punto, un problema empezó a ser visto en muchas profesiones: hay mujeres que no piensan como profesionales, no actuan como profesionales y perturban sus compañeros de trabajo. Y pienso que el peor caso de ese tipo son las mujeres que son patologicamente martenales.
¿No conoceste ya una mujer que quiere actuar como madre en su trabajo?
Vamos a ver como eso acaba:

1- ellas no trabajan en su horario de trabajo.

A todo instante ellas telefonan a sus casas y hablan algo así a la persona que está cuidando de sus hijos:

“¡Ve si el chico puso alguna cosa en su boca!”

“¡No abandones el chico cerca de la escalera!”

“¡Limpia los juguetes del chico antes de darlos a él!”

Es claro que, si estamos hablando de un bebé de 1 año, se puede comprender que ellas lo hagan. Pero hay mujeres que tienen hijos de 10 años y continuan haciendo y hablando esas cosas idiotas hasta mismo en su trabajo.
Si esas mujeres quieren tanto controlar la vida de sus hijos, que por lo menos no lo hagan en su trabajo, ¿verdad?

2 (peor que el 1)- ellas perturban sus compañeros en su trabajo.

Ellas siempre quieren decir a sus colegas que están preocupadas con alguna cosa idiota que sus hijos dicieron o hizieron.
Y cuando saben de algun tipo de divergencia entre un compañero de trabajo y su madre, pasan todo el horario de trabajo discursando para decir que la madre tiene razón (mismo que no tenga razón ninguna) y para decir que los hijos tienen siempre que estar de acuerdo con todo lo que sus madres dicen.

3 (el peor de todo)- están ocupando el lugar de otras mujeres (y de hombres) que trabajarían mejor que ellas y de modo más profesional.

El Movimiento Feminista nos hizo creer que toda mujer puede (o tiene que) trabajar y que trabajará de modo más profesional que cualquier hombre. Pero en verdad las cosas no son siempre así.
Trabajar es algo para hombres y mujeres que están allá para ser profesionales, mas no para una criatura que quiere ser una madre 24 horas por día.
Así, si una mujer quiere ser SOLAMENTE madre, ¡no hagas nada para cambiarlo! ¡Déjala! Trabando, ella solamente molestaría a todos y a todo.
Hay siempre una persona que dice:

“Pero una mujer patologicamente maternal también necesita salario”.

Bueno, profesionales tienen un salario. Si una persona necesita un salario, tiene que actuar como profesional, no como madre.


C’è una cosa che sta facendo dei problemi nei paesi tutti quanti del Mondo...
Dagli anni 60, come il Movimento Femminista si è sviluppato nel Mondo, la parte più grande dei paesi ha cominciato a lottare per dare alle donne gli stessi diritti degli uomini.
Bene, ovviamente questo è totalmente giusto.
Ma così come queste idee sono state sviluppate, le donne delle regioni tutte quante del Mondo sono state chiamate per lavorare come gli uomini...
Da questo punto comincia tale problema in molti lavori diversi: ci sono delle donne che non pensano come professionisti, non si comportano come professionisti e irritano i suoi colleghi nel lavoro. E penso io che il peggiore gruppo di donne di questo tipo sia quello delle donne che hanno una maternità patologica.
Non hai mai visto una donna che vuole essere madre anche nel suo lavoro?
Vediamo come finisce questo:

1- loro davvero non lavorano nel suo lavoro.

Sempre telefonano a casa e dicono qualcosa così alla persona che si occupa dei loro figli:

“Vedi se il bimbo ha messo qualcosa in bocca!”

“Non lasciare il bimbo vicino alla scala!”

“Non dimenticare di pulire il giocattolo del bimbo prima di darlo a lui”

Ovviamente, se stiamo parlando di un neonato di 1 anno, possiamo capire questa donna. Ma ci sono delle donne che hanno figli di 10 anni e continuano a fare questa cosa ridicola nel suo lavoro.
Se queste donne vogliono controllare la vita dei loro figli così, non sarebbe meglio che lo facessero almeno in un altro posto?

2 (peggio dell’1)- i suoi colleghi non riescono a lavorare grazie a loro.

Loro vogliono sempre dire ai suoi colleghi che sono preoccupatissime perché i suoi figgli hanno detto o fatto qualcosa stupida.
E quando sanno di qualche tipo di disaccordo fra un collega e sua madre, rimangono per tutto il tempo di lavoro facendo un discorso per “spiegare” perché la madre ha sempre ragione (anche se non l’ha) e per dire che i figli hanno l’obbligo di mettersi sempre d’accordo con quello che le loro madri dicono.

3 (il peggiore)- loro sono nel posto di altre donne (e di uomini) che lavorerebbero meglio di loro e si comporterebbero come professionisti meglio di loro.
Il Movimento Femminista ci ha fatto credere che ogni donna può (o deve) lavorare e che lavorerà meglio di qualche uomo. Ma la verità non è propriamente questa.
Lavorare è qualcosa per uomini e donne che si comportano come professionisti, ma non per qualcuno che vuole essere una madre 24 ore al giorno.
Così, se una donne vuole essere SOLTANTO madre, non fare niente per cambiarlo! Lasciala! Lavorando, lei soltanto irriterebbe a tutti quanti.
Lo so che qualcuno lo dirà:

“Ma anche le donne che hanno qualche tipo di maternità patologica hanno bisogno dello stipendio!”

Bene, professionisti hanno uno stipendio. Se una persona ha bisogno di uno stipendio, deve comportarsi come professionista, non come madre.

4 comentários:

Anônimo disse...

Faz sentido...

Leo Carioca disse...

Não é?

Anônimo disse...

Você precisa melhorar o seu Português querido!!! Seu texto está cheio de erros.

Leo Carioca disse...

Bom, antes de fazer esse tipo de comentário, dê uma olhada nos posts que eu fiz sobre Língua Portuguesa. Você vai ver que o texto não tem ´´erros`` de Português, mas sim que ele foi escrito em Português informal, pois usar linguagem informal é a intenção desse blog.
Mas eu entendo: a mensagem que o texto transmite deve ter passado uma verdade tão incontestável e que irritou tanto você que você me atacou com o 1º argumento que lhe veio à mente, né?
Fazer o quê? Quem fica histérico com as verdades desagradáveis que não pode contestar ataca da forma como consegue.
Mas veja se pelo menos consegue usar um pouquinho mais de inteligência da próxima vez, né?