quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O MAIOR DIRETOR DE LÍNGUA ESPANHOLA DA NOVA GERAÇÃO

Oi!!!

O site de utilidade pública que eu vou destacar esse mês é o da Unicef. Tá aí o link:

http://unicef.org.br/

Bom, hoje a gente vai dar uma olhada em outro homossexual assumido: o ator, diretor, roteirista e produtor chileno Alejandro Amenábar.

Alejandro Fernando Amenábar Cantos nasceu em Santiago, em 31 de Março de 1972.
O pai dele era chileno e a mãe era espanhola.
Quando o Alejandro tinha 1 ano, a família dele se mudou pra Espanha, pra escapar da situação política que tava se tornando cada vez mais perigosa no Chile.
Quando chegaram à Espanha, ele parou de falar! Os médicos não souberam explicar bem o motivo, mas sem dúvida foi algo psicológico. E ele ficou mudo por 1 ano, quando voltou a emitir sons.
Mas enfim: o Alejandro foi criado em Madri.
Ele foi fazer o curso universitário de Cinema da UCM (Universidad Complutense de Madrid), mas deixou a faculdade sem concluir o curso.
Em 1991, o Alejandro estreou ao mesmo tempo como roteirista, diretor e produtor no curta-metragem La Cabeza.
Em 1992, ele teve a estréia dele como ator no curta-metragem Himenóptero, no qual ele trabalhou também como diretor e roteirista. E foi a partir daí que ele realmente passou a usar o nome artístico simplificado de Alejandro Amenábar.
Em 1996, ele teve o 1º trabalho de mais destaque como produtor no filme de terror Tesis, do qual ele foi também diretor e roteirista.
Em Fevereiro de 2004, o Alejandro deu uma entrevista pra revista Shangay Express, na qual assumiu abertamente que é gay.
Ele teve até agora 9 trabalhos como roteirista, 7 como diretor, 5 como ator e 4 como produtor.
O Alejandro tá com um projeto pra outro filme em 2009, do qual ele vai ser diretor e roteirista.
Ele costuma dizer que não faz filmes pra dar respostas, mas sim pra levantar questionamentos sobre os assuntos ali tratados.
O Alejandro também faz questão de cuidar pessoalmente de trilha sonora dos filmes.
Ele é considerado um dos maiores diretores de Língua Espanhola do Mundo e o maior da geração dele.
Vou deixar aqui o link pro site oficial do Alejandro:

http://www.clubcultura.com/clubcine/clubcineastas/amenabar/index.htm

Hoy hablaremos un poco de otro hombre famoso que ya dijo en público que es homosexual: el actor, director, guionista y productor chileno Alejandro Amenábar.
El nació en Santiago, el 31 de Marzo de 1972, como Alejandro Fernando Amenábar Cantos.
Su padre era chileno y su madre era española.
Cuando Alejandro tenía 1 año, su familia se fue a vivir en España, por cuenta de la situación política que se quedaba muy peligrosa en Chile.
Cuando llegaron a España, él se quedó totalmente mudo. Los médicos no supieron decir propiamente el motivo de eso, pero es claro que fue por motivos psicológicos. Y él empezó a hablar otra vez solamente después de más 1 año.

Alejandro ha sempre vissuto a Madrid.
Lui ha studiato nell’UCM (Universidad Complutense de Madrid), ma non è stato laureato perché ha lasciato l’università.
Il primo lavoro di Alejandro come soggettista, direttore e produttore è stato il cortometraggio
La Cabeza (1991).
La sua prima volta come attore è stata nel cortometraggio
Himenóptero (1992), in cui ha lavorato anche come direttore e soggettista. E da quell’epoca lui ha il nome artistico di Alejandro Amenábar.
Lui è stato anche il produttore, direttore e soggetista del film dell’orrore
Tetis (1996).
Nel Febbraio del 2004, Alejandro ha detto nella rivista
Shangay Express che è omosessuale.


Alejandro has been to now a scriptwriter for 9 times, a director for 7 times, an actor for 5 times, and a procucer for 4 times.
He has a new cinema project for 2009. And he’ll direct and scriptwrite it.
Alejandro usually says his movies aren’t movies of answers, but movies of questions.
He often works also as the musical composer of his own movies.
Alejandro is seen as one of the greatest Spanish-speaker movie directors in the World and the greatest of his generation.
You guys can click on the link above to visit his official site (it’s in English & Spanish).


Eu volto no mês que vem com a piada nova e a enquete nova. Até lá!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

SÓ QUANDO SURGIU O ASSUNTO

Oi!!!

Bom, agora que o novo Prefeito do Rio já foi eleito, é o Eduardo Paes, quero dizer aqui que eu anulei o meu voto no 2º turno.
Eu até tava pensando em votar nele, mas achei desnecessário: o que tinha que acontecer de bom já aconteceu no 1º turno, que foi a derrota do senabispo. E sem um senabispo no poder, o que vier daqui pra frente é lucro.
Só tô dizendo isso aqui pra ninguém pensar que eu tô fazendo propaganda do Eduardo Paes, já que defendi a votação nele no 1º turno. Mas eu não defendi a vitória dele e sim a derrota do senabispo.
Também não tenho nada contra o Eduardo Paes. Só tô esclarecendo as coisas, certo?
Bom, hoje a gente vai dar uma olhada num dos principais representantes da arte no Brasil e também da comunidade GLBT brasileira: o ator, diretor e roteirista Sérgio Britto.

Sérgio Pedro Corrêa de Britto nasceu aqui no Rio, em 29 de Junho de 1923.
Ele foi criado com uma religiosidade católica muito repressora, como quase toda criança brasileira da época. E os padres do colégio onde ele estudava queriam até que ele se tornasse padre, tentando embutir na cabeça dele todas as culpas possíveis relacionadas ao sexo.
O Sérgio só começou a ver que as coisas não eram tão castas assim num dia em que, na hora do recreio, entrou na sala de aula e encontrou um padre comendo um garoto de 12 anos.
Por outro lado, em casa, ele ouvia aquele tipo de instrução:

“A esposa, a mãe dos filhos, é sagrada e tem que ser imaculada! Só as putas da rua é que foram feitas pra chupar pau e dar o cu.”

Bom, como eu já disse, essa era a mentalidade católica dominante na sociedade brasileira do início do século XX, né?
Devido a essa repressão sexual, o Sérgio só teve a 1ª relação sexual com 17 anos, com uma garota da mesma idade. E se cobrindo com todas as culpas do Mundo por fazer isso, né? Foi só lá pelos 22 anos que ele conseguiu se libertar dessas repressões sexuais que ensinaram a ele e passou a ter uma vida sexual sem culpa.
Ele diz que pai dele, pros padrões da época, era um homem até bastante liberal. E um dia perguntou a ele se ele era homossexual. O Sérgio respondeu que sim e os 2 nunca mais tocaram nesse assunto um com o outro.
Em 1948, ele se formou em Medicina. Mas nunca exerceu essa profissão. Eram as artes cênicas que realmente chamavam a atenção dele.
O 1º filme dele como ator foi O Comprador de Fazendas (1951). E aí ele passou a usar o nome artístico simplificado de Sérgio Britto.


O 1º trabalho dele como roteirista foi no filme Uma Vida Para Dois (1953), no qual ele também trabalhou como ator.
Na época em que a televisão começou no Brasil, tava na moda uma espécie de especial transmitido ao vivo que tinha o formato de uma peça de teatro. Era o chamado teleteatro. E o Sérgio chegou a participar de mais de 400 desses especiais.
Infelizmente, não há quase nenhum registro gravado disso, pois, como eu já disse, esses programas eram transmitidos ao vivo e, na época, ainda não existia VHS pra gravar isso (quando alguma coisa era gravada, era em película de filme mesmo).
O 1º trabalho do Sérgio como diretor na televisão foi no seriado A Morta Sem Espelho (1963), no qual ele também trabalhou como ator.
Em 1965, ele foi contratado pela Globo. Mas, devido a um desentendimento com o Walter Clark, que era um dos poderosos da Globo na época, o Sérgio foi despedido em 1967. E com exceção disso, ele nunca trabalhou como contratado de emissora nenhuma.
Depois disso, ele passou a se dedicar mais ao teatro do que à televisão.
Depois de alguns anos afastado das novelas, o Sérgio fez uma participação espacial nos primeiros capítulos de Pantanal, na extinta Rede Manchete, em 1990.
Em 1997, ele disse em público pela 1ª vez que era homossexual. E ele diz que nunca tinha falado isso em público antes simplesmente porque nunca tinha surgido o assunto e ele não se via na obrigação de declarar isso em público só por declarar. Mas muita gente que conhecia ele pessoalmente já sabia, até porque ele nunca fez muita questão de esconder os relacionamentos dele a 7 chaves. Apenas não saía gritando aos 4 ventos.
O Sérgio só diz que não gosta de ser chamado de “gay”, pois essa é uma palavra da Língua Inglesa que significa “alegre”, “festeiro”, “saltitante” e tal. E ele diz que não é nada disso. Então ele prefere ser chamado de “homossexual”.
Ele já escreveu e dirigiu várias peças com temática GLBT.
Uma coisa que o Sérgio acha curioso em muitas pessoas públicas quando dão entrevistas é que, apesar de dar pra perceber claramente que aquela pessoa não é hétero, pelas coisas que ela mesma acaba entregando nas entrelinhas da entrevista, ela acaba dizendo na mesma entrevista alguma coisa do tipo “Não tenho nada contra os homossexuais, mas eu não sou”. E ele vê esse tipo de pessoa como um homossexual que tem preconceito contra si mesmo.
Ao mesmo tempo, ele lembra que qualquer pessoa que assuma em público que é homossexual intimida algumas outras pessoas que vêem isso.
Pelo que o Sérgio já viu ao longo da vida, ele calcula que pelo menos 60% dos homens já tiveram algum tipo de experiência sexual com outro homem. Nem que tenha sido 1 vez só e só pra experimentar.
Ele acha que os 3 preconceitos maiores da sociedade brasileira são contra o homossexual, o negro e o índio.
Basta ver que, até o início dos anos 90, os atores negros só faziam papel de empregados e bandidos nas novelas. E os humoristas negros eram até considerados engraçados, desde que se limitassem a falar errado, desde que se apresentassem desdentados e mal vestidos, desde que se deixassem ser xingados de “macacos” e coisas do tipo... Ou seja: era um humor racista, porque a gente vê por essas situações que o que a sociedade considerava engraçado era humilhar o negro. Assim como, na mesma época, a mesma sociedade considerava engraçado humilhar o homossexual.
Mas com o homossexual o Sérgio percebe que ainda acontece o seguinte: a figura do gay não incomoda ninguém num programa de televisão, desde que ele teja ali como uma criatura engraçada que tem a única função de fazer o público rir. Mas quando se trata de um personagem homossexual mais dramático, já não é tão bem aceito. Até porque aí vai denunciar o preconceito dos héteros.
O Sérgio diz que também já teve algumas relações com mulheres, mas sempre meio superficiais.
Uma coisa contra a qual ele costuma se manifestar é contra a corrupção sexual de menores. Seja através de relações homossexuais ou heterossexuais.
No início de Outubro desse ano, o Sérgio foi condecorado pela Ordem do Mérito Cultural.
Ele teve até agora 47 trabalhos como ator no cinema e televisão (isso, evidentemente, sem contar os teleteatros), 11 como diretor e 3 como roteirista.
No teatro, não parece existir um registro exato de quantas peças o Sérgio já fez desde o início da carreira. Mas com certeza foram cerca de 200.
Ele faz questão de lembrar a todos os iniciantes que, na profissão de ator, só uns 10% dos que entram têm alguma possibilidade de fazer carreira.

Today we’ll talk a little about one of the most important names of Brazilian arts and LGBT community: actor, director and scriptwriter Sérgio Britto.
He was born in Rio de Janeiro, on June 19th, in 1923, as Sérgio Pedro Corrêa de Britto.
He was raised under a very strict roman catholic mentality, like almost every Brazilian child of the early 1900s. And the priests of the school where he studied wanted him to be a priest. And they used to teach him about sex as the most terrible kind of sin.
Sérgio understood priests weren’t so chaste people on the day when he arrived at his classroom earlier and found one of the priests having sex to a 12-year-old boy.
At the same time, the men of his catholic family used to say things like that:

“A man’s wife must be a chaste saint! But the street hookers are made to suck cocks and get their assholes fucked.”

Under this catholic lifestyle, Sérgio would be able to have his 1st sexual relation only at 17, with a girl of the same age. But he saw himself as the worst kind of person for having done that. Only at 22 he started having a free sexual life with no guilt.
Anyway, when he compares his father to other men of the same time, he sees him as a liberal man. And once his father asked him if he was homosexual. Sérgio said yes and both never talked about that again.
Sérgio graduated as a doctor in 1948. But he never worked in this job. He really wanted to be an actor.
His 1st movie as an actor was
O Comprador de Fazendas (1951). And then he got Sérgio Britto as his showname.
His 1st movie as a scriptwriter was
Uma Vida Para Dois (1953). He was in it also as an actor.
When television was starting in Brazil they used to produce a kind of a mixture of a TV show and a theater show. It was called teleteatro. And Sérgio was in more than 400 teleteatros.
Unhappily very few teleteatros were recorded and still exist.


El primer trabajo de Sérgio como director en TV fue en el serial
A Morta Sem Espelho (1963), donde él estuvo también como actor.
En 1965, él llegó a la emisora de televisión Rede Globo. Pero tuvo algunos problemas con Walter Clark, uno de los directores principales de la Globo. Y por eso, Sérgio dejó la emisora en 1967. Y antes y después de eso, él nunca tuvo contrato con una emisora de TV.
Cuando dejó la Globo, él pasó a trabajar basicamente como actor de teatro.
Después de años lejos de las telenovelas, Sérgio estuvo en los primeros capítulos de
Pantanal
(1990), de la Rede Manchete.
En 1997, él dijo por la primera vez en público que es homosexual. Y dijo que no lo había dicho antes solamente porque no hubo nunca la necesidad y la oportunidad de hacerlo. Pero las personas que hacían parte de su vida personal casi todas ya lo sabían.
No gusta a Sérgio solamente que lo llamen “gay”, porque esa es una palabra de la Lengua Inglesa que significa “alegre”, “divertido”, “festivo”... Y él dice que no es eso. Así, él prefiere ser llamado “homosexual”.
Muchos shows teatrales con temas GLBT ya fueron hechos por él.
Sérgio dice que es interesante recordar que muchas personas famosas, cuando hablan en entrevistas, hacen entender en muchas frases que dicen que no son heterosexuales, pero en las mismas entrevistas dicen alguna frase más o menos como “No tengo nada contra los homosexuales, pero no soy homosexual”. Y él dice que eso es un homosexual que tiene prejuicio contra sí mismo.
El recuerda también que siempre que un homosexual dice en público claramente que es homosexual, hay personas que sienten miedo de eso.
Sérgio supone que por lo menos 60% de los hombres ya tuvieron algun tipo de relación sexual con otro hombre. Por lo menos por 1 vez.


Sérgio dice che i 3 tipi di pregiudizio più forti della società brasiliana sono contro gli omosessuali, contro i neri e contro gli amerindi.
È importante ricordare che fino agli anni 90, gli attori brasiliani che sono neri erano visti nelle telenovele soltanto nella parte di banditi e dipendenti. E gli umoristi neri brasiliani erano visti come divertenti, ma soltanto se parlavano di modo sbagliato, se erano visti senza denti nei suoi show, se erano chiamati “scimmia” nei suoi show... O sia: piaceva alla società brasiliana vedere l’umiliazione dei neri. Ed alla stessa società piaceva vedere l’umiliazione degli omosessuali.
Ma con gli omosessuali, Sérgio vede che ancora c’è questo: alla società brasiliana piace vedere un personaggio gay negli show se lui è un personaggio divertente che ha soltanto la funzione di fare ridere il pubblico. Ma quando è un personaggio omosessuale più serio questo fa paura ad una grande parte del pubblico. Anche perché in questo caso si parlerà dell’omofobia degli etero.
Sérgio ha già avuto delle relazioni con donne, ma niente molto serio.
Lui sempre parla contro la corruzione di minorenni.
Nell’inizio di Ottobre, l’Ordem do Mérito Cultural ha fatto un omaggio a Sérgio.
Lui ha avuto fino adesso 47 lavori come attore alla TV (senza contare i suoi più di 400 teleteatri), 11 come direttore e 3 come soggettista.
Nel teatro, Sérgio è già stato in più di 200 show dall’inizio della sua carriera.
Lui sempre dice a chi sta cominciando adesso nella carriera di attore che soltanto 10% andranno avanti in questo tipo di lavoro.


Até mais!

domingo, 26 de outubro de 2008

UM TALVEZ PRÓXIMO GRÃO-DUQUE DE LUXEMBURGO

Oi!!!

E começa mais uma semana...
No mês passado eu fiz um post sobre o Grão-Duque Hereditário Guillaume, de Luxemburgo. E hoje vou falar sobre o irmão dele, o Príncipe Félix Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg.

Félix Léopold Marie Guillaume Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg nasceu em Luxemburgo, em 03 de Julho de 1984.
Ele recebeu esse nome em homenagem ao bisavô dele, o Príncipe-consorte Félix Marie Vincent de Bourbón, marido da Grã-Duquesa Charlotte I Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg, que ocupou o Trono de Luxemburgo de 1919 até 1964.
O Félix foi o 2º filho do (na época) Grão-Duque Hereditário Henri Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg e da Princesa-consorte Maria Teresa Mestre y Batista-Falla.
O Félix recebeu o título de Príncipe de Nassau.
Quem tava no Trono de Luxemburgo quando ele nasceu era o avô dele, o Grão-Duque Jean I Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg.
O Félix estudou na AISL (American International School of Luxembourg). Depois, ele foi pra Suíça, onde estudou no Collège Alpin Beau Soleil.
No ano 2000, ele passou 3 semanas no México junto com o irmão mais velho, o Guillaume, trabalhando como voluntário pra ajudar pessoas necessitadas.
Também no ano 2000, em 07 de Outubro, o Jean I abdicou ao Trono de Luxemburgo, entregando ele ao filho herdeiro. E esse passou a ser o Grão-Duque Henri I, de Luxemburgo.
Com isso, como a gente já sabe, o Guillaume passou a ser o herdeiro direto do Trono de Luxemburgo. E como a gente também já sabe, o Guillaume nunca se casou e nunca teve filhos. Assim, o herdeiro do trono depois do Guillaume é o Félix. E se ele chegar ao trono um dia, o que não é tão difícil que aconteça, ele vai receber o título de “Sua Alteza, o Grão-Duque Félix I, de Luxemburgo”.
Ele pretende se formar em Arquitetura. E atualmente ele tá morando em New York, onde tá estudando pra isso.
Ele fala fluentemente Alemão, Francês e Inglês. E um pouco de Espanhol.
No tempo livre, o Félix gosta de esquiar, jogar pólo e fazer serviços de carpintaria informalmente.
Assim como o irmão mais velho, ele nunca se casou e nunca teve filhos.


Nel mese scorso, ho fatto un post del Granduca Ereditario Guglielmo di Lussemburgo. Così, oggi parlerò un po’ di suo fratello: il Principe Felice Nassau-Weilburg.
Felice Leopoldo Maria Guglielmo Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg è nato nel Lussemburgo, nel 3 Luglio del 1984.
Lui ha ricevuto questo nome come omaggio a suo bisnonno, il Principe Consorte Felice Maria Vincenzo di Bourbón, marito della Granduchessa Carlotta I Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg.
Felice è il secondo figlio del Granduca Enrico Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg e da Principessa Consorte Maria Teresa Mestre y Batista-Falla.
Lui è il Principe di Nassau.


When Felix was born, his grand-father Jean I Nassau-Weilburg vu Lëtzebuerg was the Grand Duke of Luxembourg.
Felix studied at AISL (American International School of Luxembourg). After that, he studied at Collège Alpin Beau Soleil, in Switzerland.
In 2000, he stayed in Mexico for 3 weeks to help poor farmers along side his eldest brother Guillaume.
In the same year, on October 7th, Jean I abdicated and made his son the new grand duke. And this one has been Grand Duke Henri I of Luxembourg since then.
As we know, Guillaume has been the heir to the Throne of Luxembourg since then. And as we also know, he’s never been married and has never had children. So, Felix is his heir. And if one day he’ll be the head of state of Luxembourg, he’ll reign as Felix I of Luxembourg.


Félix piensa en licenciarse en Arquitectura en el futuro. Y ahora él vive en Nueva York, donde está estudiando propiamente para hacerlo.
Hasta mismo por ser un hombre de Estado, ese príncipe habla 4 lenguas: Alemán, Francés, Inglés y Español.
En su tiempo libre, a Félix gusta esquiar, practicar polo y hacer trabajos particulares de carpintería.
Así como su hermano más viejo Guillermo, él tampoco es casado o tiene hijos.


Até mais!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

O 1º PREFEITO ASSUMIDAMENTE GAY DE PARIS

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no atual Prefeito de Paris: o Bertrand Delanoë.


Ele nasceu na Tunísia, em 30 de Maio de 1950. E naquela época, a Tunísia era território da França, ficando independente como país só em 1956.
Quando o Bertrand tinha 13 anos, ele se mudou pra Aveyron, junto com a mãe.
Ele se formou em Economia pela Université de Toulouse.
Quando o Bertrand tinha 23 anos, ele começou a trabalhar como secretário da federação socialista de Aveyron. E desde o início da carreira política, ele é membro do Parti Socialiste (o Partido Socialista Francês).
Em 1977, com 27 anos, ele foi eleito membro do Conselho de Paris.
Em 1993, o Bertrand foi reconhecido como autoridade máxima do Parti Socialiste.
Em 1995, ele foi eleito senador, cargo que ocuparia até o início de 2001.
Ainda em 1998, quando o Bertrand dava uma entrevista prum programa da televisão francesa, ele declarou abertamente que era gay.
No início de 2001, ele foi eleito Prefeito de Paris, assumindo o posto em Março daquele ano. E como eu já disse, ele ocupa esse posto até agora.
E foi assim que Paris teve o seu 1º prefeito assumidamente homossexual na Idade Moderna. E vale a pena lembrar que, na mesma época, Berlim também teve o seu: o Klaus Wowereit (fiz um post sobre ele aqui em Maio).
Apesar de já ter declarado em público que é homossexual, o Bertrand não costuma ser uma das figuras mais participativas na luta pelos direitos GLBT.
Em Outubro de 2002, ele foi atacado e esfaqueado por um aparente deficiente mental. O Bertrand foi hospitalizado, mas teve alta depois de 2 semanas. O ferimento não chegou a ser sério e ele se recuperou bem.
O cara que esfaqueou ele, apesar de demonstrar um profundo ódio por ele, não parecia falar coisa com coisa. Ele foi submetido a tratamento psicológico, mas acabou fugindo.
Bom, dizem que o Bertrand pretende se candidatar a Presidente da França nas eleições de 2012. Se ele realmente se candidatar e vencer, provavelmente ele vai ser o 1º presidente assumidamente homossexual de um país europeu.

Oggi parleremo un po’ del Sindaco di Parigi: Bertrand Delanoë.
Lui è nato nella Tunisia, nel 30 Maggio del 1950. Ed in quell’epoca la Tunisia era parte della Francia, diventando un paese indipendente soltanto nel 1956.
Quando Bertrand aveva 13 anni, lui è andato a vivere nell’Aveyron, insieme a sua madre.
Lui è laureato come economista nell’Université de Toulouse.
Quando aveva 23 anni, Bertrand ha cominciato a lavorare come segretario della Federazione socialista dell’Aveyron. Ed è diventato membro del Parti Socialiste.
Nel 1977, lui è eletto consigliere comunale di Parigi.


Bertrand was named the chairman of the Parti Socialiste in 1993.
In 1995, he was elected senator. And he would be in this office to 2001.
In 1998, during a television interview, Bertrand announced that he was homosexual.
In the early 2001, he was elected Mayor of Paris. And he’s still in this office.
So, that was how Paris had its 1st openly homosexual mayor in Modern World History. And it’s important to remind you Berlin also had its 1st openly homosexual mayor in Modern World History at the same time: Klaus Wowereit (I posted about him in May).


La homosexualidad de Bertrand ya es publicamente conocida desde 1998, pero él no suele ser una de las personas más presentes en las luchas por los derechos de los homosexuales y bisexuales.
En Octubre de 2002, él fue atacado y apuñalado por un hombre con posibles problemas mentales. Bertrand fue hospitalizado, pero dejó el hospital después de 2 semanas. Sus heridas no fueron de las más terribles y él está bien desde entonces.
El tipo que lo atacó lo detestaba terriblemente, pero no parecía ter mucha percepción de lo que hacía. Le fue hecho un tratamiento psicológico, pero él se escapó y ahora todavía está desaparecido.
Bueno, se dice que Bertrand será candidato a Presidente de la República Francesa en 2012. Si eso es verdad y si él llegará a ganar las elecciones, es posible que será el primer presidente publicamente gay de un pais europeo.


Bom final de semana e até a próxima!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

ALEXANDRE III 356-323 a.C.

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada num dos maiores reis, guerreiros e conquistadores da Idade Antiga: o Alexandre III, da Macedônia.
No século IV a.C., pouco depois de ter subido ao Trono da Macedônia, o Rei Filipe II se casou com a Princesa Myrtale, que mais tarde teria o nome mudado pra Olímpia.
Como a poligamia era permitida entre os reis macedônios, são mencionadas, de forma incerta, 3 ou 4 outras mulheres com quem esse rei já era casado quando se casou com a Olímpia. Mas parece que só ela foi reconhecida como Rainha-consorte da Macedônia.
Apesar do Filipe II ter sido o maior dos reis da Macedônia até aí, a presença dele no trono era até ilegal, já que ele tinha usurpado o trono do sobrinho, o Rei Amintas IV. Mas ele manteve esse príncipe como membro da corte.
De qualquer forma, no dia 20 de Julho do ano 356 a.C., a Olímpia pariu um menino, a quem deram o nome de Alexandre.
Ele recebeu esse nome em homenagem ao Rei Alexandre II, um tio dele (o irmão mais velho do Filipe II), que tinha governado a Macedônia pelo curto período de 370 até 368 a.C.
É muito questionável que o Filipe II fosse mesmo o pai biológico do Alexandre, até porque a própria Olímpia dizia que não era! Dizia ela que, 9 meses antes do Alexandre nascer, um ser divino tinha aparecido pra ela exigindo que ela transasse com ele. Ela obedeceu e, como resultado, engravidou do Alexandre.
Essa lenda contada por ela se tornou conhecida pelo povo em pouquíssimo tempo, se ramificando em várias lendas populares: muitos começaram a dizer que tinha sido Zeus quem tinha aparecido pra ela, outros diziam que tinha sido o espírito de Aquiles quem tinha aparecido pra ela e outros ainda diziam que tinha sido Baco quem tinha aparecido pra ela (levando em conta que ela era uma devota de Baco, parece que essa foi a versão da lenda na qual os macedônios acreditaram com mais convicção).
De qualquer forma, pelo menos oficialmente, o pai do Alexandre era o Filipe II. E como 1º filho homem do rei, o ele era o herdeiro direto do Trono da Macedônia.
O garoto, além de ser muito esperto, logo se destacou como um cavaleiro incrível. E quando ainda era criança, ele conseguiu domar um potro selvagem que derrubava todos os cavaleiros que montavam nele.
Dizem que, quando o Filipe II viu o filho fazer isso, exclamou:

“Já vi que a Macedônia será pequena demais para ele!”

A História nos mostra que o rei não se enganou quando disse isso. Mas ele tinha preocupações maiores além do futuro do príncipe: o Filipe II observava claramente que os 2 povos vizinhos mais poderosos eram os gregos (pela cultura) e os persas (pelo poder militar). E logo pensou em dominar esses 2 povos e se tornar o maior soberano do Mundo conhecido na época.
A Grécia ele já tinha começado a invadir antes do nascimento do Alexandre. E agora o que mais interessava a ele era obter a aliança dos gregos contra os persas.
Enquanto o Filipe II se preocupava com isso, ele entregou a educação do filho a ninguém menos que o grande sábio grego Aristóteles. E esse cuidou do jovem príncipe dando a ele as instruções mais gregas possíveis.
O Alexandre foi educado pelo Aristófanes mais diretamente dos 13 aos 16 anos.
No século XIV, essa pintura foi encomendada pela Igreja Católica Romana, com a intenção de “retratar” a infância do Alexandre:

Ela mostra o Filipe II e a Olímpia como um rei e uma rainha medievais, o Alexandre como um príncipe medieval e o Aristóteles como um frade dominicano.
Já sei que alguém (com bom senso) vai se questionar:
“Um frade católico que viveu mais de 300 anos antes de Jesus nascer?!?!?!”
Se a gente pensar bem, isso nem é de se estranhar tanto: era uma forma de dizer que os únicos grandes sábios que podiam existir só podiam ser católicos. E essa era só mais uma das várias formas da Igreja Católica deturpar a História real de acordo com as próprias conveniências. E não é isso o que ela faz até hoje?
Mas enfim: o Alexandre era extremamente popular entre os soldados do Filipe II, que inclusive, dizem alguns historiadores, cantavam uma espécie de música com esse refrão:

FILIPE É NOSSO COMANDANTE
ALEXANDRE É NOSSO REI


É quase impossível que ele não tivesse relações com os soldados, já que esse era um hábito quase obrigatório entre os homens gregos que eram amigos. E ele foi criado, como eu já disse, da forma mais grega possível.
Já com o pai, pelo contrário, a relação era bem difícil. Eles viviam brigando. E o Alexandre chegou até a deixar o palácio em companhia da mãe depois de uma ocasião em que, na frente dos outros nobres da corte, ridicularizou o rei por ter levado um tombo depois de ter bebido muito.
Mas como representante do rei e guerreiro a serviço do rei, o jovem príncipe não deixou nada a desejar. Basta dizer que, com apenas 18 anos, ele liderou pessoalmente o exército do Filipe II num ataque contra Atenas, dominando a cidade.
Num dia incerto de Outubro de 336 a.C., o Filipe II foi traído e assassinado por um dos acompanhantes dele.
O assassino foi morto logo depois e o Alexandre mandou crucificar o cadáver dele. Mas, com a morte do pai, ele passou a ser o novo rei, com 20 anos, passando a se chamar Alexandre III, da Macedônia.
Sabedor de algumas conspirações contra ele, o novo rei mandou matar todos que representassem algum perigo pra permanência dele no trono, inclusive o primo dele Amintas, que alguns nobres conspiradores pensavam em recolocar no trono.
Ao mesmo tempo, com a morte do Filipe II, os gregos pensavam em se livrar definitivamente do domínio macedônico imposto pelo falecido rei. Assim, proclamaram a independência da cidade de Tebas, na Grécia.
O Alexandre III nem pensou antes de mandar destruir a cidade da forma mais violenta possível, poupando só as mulheres e as crianças. Aliás, por mais violenta que fosse a destruição que ele causava a outros povos, não tocar nas mulheres e nas crianças era uma ética que ele sempre procurava manter.
Bom, as ordens dele em relação a Tebas foram cumpridas. E pelo que se conta, a única construção que os soldados dele deixaram inteira em Tebas foi a casa do poeta Píndaro, de quem o Alexandre III era fã.
Finalmente, em 334 a.C., ele decidiu declarar guerra abertamente à Pérsia, invadindo essas terras à frente de um exército de 40000 homens, sob o pretexto de levar a eles a cultura grega, que era “mais desenvolvida” do que a cultura persa.
O Alexandre III seguiu em frente com o apoio dos exércitos gregos, como o Filipe II tinha planejado fazer antes.
Ele pessoalmente ia comandando o exército na linha de frente, inclusive na hora das batalhas.
Assim que os macedônios venceram a 1ª batalha contra os persas, o Alexandre III ordenou que os persas sobreviventes, feitos prisioneiros, fossem mandados pra Macedônia como escravos. E que as armas deles fosse mandadas pra Grécia e oferecidas em sacrifício à deusa Atena num ritual religioso.
Assim que desembarcou na Ásia Menor, o Alexandre III foi até um monumento conhecido como Túmulo de Aquiles, onde, supostamente, as cinzas desse herói teriam sido deixadas depois da cremação dele, na época da Guerra de Tróia.
Como muitos macedônios acreditavam que o jovem rei deles era filho biológico de Aquiles, como eu já disse, ele resolveu pedir proteção ao “pai”: depois de fazer sacrifícios aos deuses olímpicos, ele ficou nu e dançou uma dança fúnebre em volta do túmulo, pedindo a proteção de Aquiles.
O Alexandre III deu continuidade às conquistas nas terras asiáticas. Mas pra isso, apesar de divulgar a cultura grega ali, ele achou melhor não impor nada, deixando que os povos conquistados continuassem seguindo as suas próprias tradições, hábitos e costumes. E com essa atitude quase inédita na época ele ganhou um extremo respeito dos novos súditos que ele adquiriu ali. E aparentemente foi a partir daí que ele começou a ser chamado de “Alexandre Magno” ou “Alexandre, o Grande”.
O Rei da Pérsia, chamado Dario III, viu nele um inimigo impossível de combater. E acabou fugindo em pouco tempo pra regiões afastadas da Pérsia, deixando pra trás inclusive a mãe, a esposa e as filhas!
O Alexandre III capturou as mulheres da Família Real da Pérsia, mas proibiu sob pena de morte que qualquer dos guerreiros dele fizesse qualquer mal a elas. Ele manteve elas no acampamento dele dando a elas o tratamento de princesas e até colocando escravos à disposição delas.
Já o rei fujão caiu em total desprestígio junto ao povo persa. E alguns historiadores dizem que a própria mãe do Dario III deserdou ele e chegou a dizer:

“Eu tenho apenas um filho, chamado Alexandre, e ele é o rei de toda a Pérsia.”

Mas, mesmo assim, muitos persas ainda continuaram ao lado do Dario III (apesar de numa quantidade cada vez menor, é claro).
E as conquistas do Alexandre III continuavam sobre as terras persas. Mas talvez o território sob o domínio persa em que ele tenha sido mais bem recebido tenha sido o Egito, onde ele foi reconhecido pelos sacerdotes como sucessor dos faraós.
Aliás, ele fundou várias cidades pelos territórios persas às quais deu o nome de Alexandria. Mas a cidade com esse nome fundada por ele mais famosa e que mais se desenvolveu foi exatamente no Egito.
É claro que o Alexandre III não foi simplesmente ‘aceito’ em todos os territórios persas em que chegou: teve muita luta e mortes violentas (inclusive de guerreiros aprisionados por ele e que já não ofereciam mais perigo nenhum).
No ano 330 a.C., com 26 anos, ele se permitiu retratar pela 1ª vez. Sim: ele se recusava terminantemente a posar pra qualquer escultor, abrindo uma exceção apenas pro Lisipo naquele ano.
Só que essa estátua feita pelo Lisipo se perdeu. Mas chegou a ser copiada pelos romanos. Essa é a cópia:

Então, essa é a imagem mais próxima que a gente tem de como era o rosto do Alexandre III.
Bom, no mesmo ano, o Dario III só tinha 6 homens ainda fiéis a ele e que ajudavam ele a correr de um lado pro outro da Pérsia pra tentar escapar do Alexandre III. E esse já era reconhecido por todo o resto do povo persa como o novo rei deles.
Mas ao contrário do que era de se esperar, não foi pelas mãos dos macedônios que o Dario III foi derrotado de vez: naquele mesmo ano, um dos seguidores dele matou ele e se declarou Rei da Pérsia no lugar dele, assumindo o nome de Artaxerxes IV.
Mas ninguém reconheceu esse cara como sucessor do Dario III. E quem tinha esse direito, aos olhos de todos, era mesmo o Alexandre III, que passou inclusive a se vestir com roupas de rei persa.
Assim, poucos meses depois de se autodeclarar rei, o Artaxerxes IV foi deposto pelos próprios seguidores e entregue ao Alexandre III, que mandou arrancar as orelhas e o nariz dele e, depois, torturar ele até a morte. Com esse ato, ele dizia punir um usurpador e homenagear o Dario III, que tinha sido o último rei legítimo da Pérsia antes dele.
Alguns historiadores afirmam que, no tempo livre, o Alexandre III gostava de patrocinar grandes orgias nas quais ele se embebedava e transava com homens e mulheres.
No ano 327 a.C., ele se casou com uma nobre persa chamada Roxana, reconhecida como Rainha-consorte da Macedônia.
A mistura de guerreiros persas com guerreiros macedônios e guerreiros gregos no exército do Alexandre III não foi uma coisa simples: a diferença de mentalidades e de formas de agir provocaram uma série de brigas entre os guerreiros e até conspirações contra o próprio rei. E esse costumava resolver essa questão simplesmente condenando os rebeldes à morte (geralmente violenta).
Ele continuou avançando pro Oriente, fazendo mais e mais conquistas. Alguns historiadores acham que ele pretendia chegar ao Império Chinês. Mas, quando chegaram a um determinado ponto, o exército dele se intimidou com o tanto que já tinham se afastado da Macedônia e ninguém mais aceitou as ordens dele pra seguir em frente.
Com medo de que o exército se amotinasse contra ele naquelas terras desconhecidas, o Alexandre III achou melhor recuar e começar a voltar pro Ocidente.
Então, foi aí que os domínios dele chegaram à extensão máxima. Esse é o mapa dos territórios conquistados por ele até aí:


Bom, na volta, chegando à cidade de Susa, na Pérsia, no ano 324 a.C., o Alexandre III se casou com a Princesa Estatira, uma das filhas do Dario III. E ao mesmo tempo, mandou uma ordem à Grécia, exigindo que todas as cidades gregas construíssem altares dedicados a ele e passassem a realizar rituais religiosos oferecendo culto a ele como um novo deus.
Ao que parece, ele se tornou um grande contador de ‘causos’, nos quais dizia que já tinha lutado contra centauros, dragões, gigantes, grifos, porcos alados e outros monstros. E o mais curioso é que ele contava essas histórias com extrema seriedade e ninguém parecia duvidar muito de que elas fossem verdade.
Depois disso, o Alexandre III começou a manifestar interesse em conquistar a Arábia. Mas, dominado por uma forte febre (aparentemente causada por malária), ele morreu no dia 10 ou 11 de Junho de 323 a.C., faltando alguns dias pra completar 33 anos.
A Roxana tava grávida quando ele morreu. E sendo ela a rainha-consorte, o menino que ela pariu era o legítimo herdeiro do trono. E ele foi o novo rei, recebendo o nome de Alexandre IV.
Mas sem o Alexandre III, os domínios dele logo começaram a se desligar uns dos outros. Não que tenham entrado propriamente em decadência, mas a unidade acabou, passando cada um a ter seu próprio governo separado e não reconhecendo mais os reis da Macedônia como soberanos.
O Alexandre III foi sepultado em Alexandria, no Egito.
O túmulo dele foi destruído pelo Rei Ptolomeu X, no início do século I a.C. E o povo egípcio, furioso, depôs esse rei, demonstrando o quanto ainda viam o Alexandre III como um grande ídolo...
Visto como um herói por muitos e como um monstro por muitos outros, podemos dizer que ele foi as 2 coisas, já que teve atitudes perversas (com a extrema crueldade com que matou vários inimigos já dominados e tornados inofensivos) e também heróicas (protegendo as mulheres e crianças dos vencidos, respeitando as culturas alheias e mesmo honrando o nome de inimigos mortos).

Today we’ll talk a little about one of the greatest kings, warriors, and conquerors of the Antiquity: Alexander III of Macedon.
In the 4rth century B.C., King Philip II of Macedon married Princess Olympias.
Polygamy was usual to kings of Macedon. So, it’s said Philip II already had 3 or 4 wives before marrying Olympias. But it seems she was the only one named queen consort.
Philip II had been the greatest King of Macedon to then. But he was a usurper. The real king was his nephew Amyntas IV. Anyway, this one stayed in his court as a nobleman.
In July 20th, in 356 B.C., Olympias gave birth to a boy called Alexander.
He was named after King Alexander II of Macedon (Philip II’s eldest brother), who had ruled Macedon just for 2 years.
A few people thought Philip II was Alexander’s biological father. Even because Olympias herself used to say he wasn’t. She used to say a male deity had impregnated her 9 months before Alexander’s birth.
When the people of Macedon knew about that, many popular stories about the biological father of Alexander’s identity started appearing: some said it was Zeus, some said it was Bacchus, some said it was Achilles’ spirit.
Anyway, Alexander’s official biological father was Philip II. And as his 1st male child, Alexander was the heir to the Throne of Macedon.
He was a very smart boy and a wonderful rider. And still as a little boy he could break a vicious horse in.
It’s said when Philip II saw that he said:

“Macedon will be too small for him”

The future would show the king was right. Anyway, he had other things to think about. But before anything, he intended to be the king of Greeks and Persians (then the 2 most powerful peoples in the World).
Philip II started invading Greece before Alexander’s birth. And then he wanted to ivade Persia on the Greeks’ side.
While the king thought about that, he put the Greek philosopher Aristotle as Alexander’s mentor. And Aristotle educated Alexander basically as a Greek boy.
The main contact between Alexander and Aristotle was from his 13 to his 16 years old.
You guys can see above a catholic picture painted in the 14th century showing Alexander’s childhood.
It shows Philip II, Olympias and Alexander as medieval king, queen and prince. And Aristotle as a dominican friar.
You see: a dominican friar who lived about 300 B.C. It was a way of the Roman Catholic Church to say the only possible kind of wise people was the roman catholic. Well, what can we expect from this church? It does basically the same even nowadays!
Anyway, Alexander was really loved by his father’s soldiers. And some historians say they used to sing a kind of a song like that:

PHILIP IS OUR COMMANDER
BUT ALEXANDER IS OUR KING

It’s almost impossible Alexander didn’t have sexual relations to the soldiers, because Greek men were almost obliged to do that to his male friends. And as I’ve said, he was raised as a Greek guy.


Alejandro siempre tuvo problemas con su padre Filipo II. Y una vez él hasta mismo dejó el palacio junto a su madre por haberse burlado en público cuando el rey se cayó borracho.
Pero él era un gran guerrero cuando actuaba en nombre de su padre. Basta recordar que, cuando tenía 18 años, él dominó Atenas para su padre junto a un ejército.
Filipo II fue muerto en un día no muy claro de 336 a.C.
El asesino fue muerto poco después y Alejandro ordinó que su cuerpo fuera crucifijado. Pero, con 20 años, él también se cambiaba en el nuevo Rey de Macedonia, como Alejandro III.
Sabiendo que muchos no lo deseaban en el trono, el jóven rey ordinó la muerte de basicamente todos esos. Incluso el ex-Rey Amintas IV.
Al mismo tiempo, los griegos pensaban en utilizar la muerte de Filipo II para acabar con el poder de Macedonia sobre ellos. Y decidieron que la ciudad de Tebas era independiente a contar de entonces.
Alejandro III ordinó a su ejército que Tebas fuera detruida y que todos los hombres fueron muertos. Pero sin hacer nada contra las mujeres y los niños. Dicho sea de paso, proteger las mujeres y los niños sería siempre algo muy suyo.
Se dice que en Tebas solamente la casa del poeta Píndaro no fue destruida por el ejército de Alejandro III, pues que él era fan de ese poeta.
El decidió atacar el Imperio Persa en 334 a.C. Y lo hizo junto a un ejército de 40000 hombres.
Junto a Alejandro III se fueron muchos griegos.
El propio personalmente se quedaba delante del ejército en el momento de las luchas.
Después de haber ganado la primera lucha, él ordinó que los persas supervivientes fueron llevados para Macedonia como esclavos y sus armas donadas a la diosa Atena en sus rituales.
Cuando llegó en Asia Menor, él se fue al supuesto Túmulo de Aquiles, que muchos macedonios veían como su padre biológico gracias a una historia contada por su madre. Y así, Alejandro III se fue a pedir la protección de su “padre”. Y después de honrar los dioses, se quedó desnudo y danzó alrededor del túmulo.
El continuó a conquistar nuevas tierras en Asia. Pero, aunque empezara a divulgar la cultura griega allá, dejó que cada grupo conquistado por él continuara a seguir también sus propias tradiciones. Y entonces se quedó conocido como “Alejandro Magno”.
El Rey Dario III de Persia simplemente se escapó de él y dejó para tras hasta mismo las mujeres de su familia.
Alejandro III mantuvo esas mujeres junto a él y las trató como princesas, dándoles hasta mismo esclavos.
Dario III se quedó muy mal visto por hacerlo. Y hasta mismo su madre una vez dijo:

“Tengo solamente un hijo, llamado Alejandro, y él es el rey de toda Persia.”

Algunos pocos persas todavía se quedaron junto a Dario III (realmente pocos).
Alejandro III continuó con sus conquistas. Pero fue tal vez en Egipto que se quedó más bien visto.
Dicho sea de paso, de las muchas ciudades fundadas por él llamadas Alejandría, la más conocida y desenvolvida fue la de Egipto.
Es claro que no fue todo fácil: hubo muchas luchas terribles en muchas tierras persas que él conquistó.

Nel 330 a.C., è stata fatta la prima statua di Alessandro III, da Lisippo. Lui aveva allora 26 anni.
Questa statua è persa. Ma voi potete vedere sopra una copia sua. Così (o quasi così) era Alessandro III.
Nello stesso anno, il Re Dario III di Persia veniva ucciso da un usurpatore: Artaserse IV.
Ma nessuno vedeva questo tipo come il vero Re di Persia: questo doveva essere, secondo tutti, Alessandro III.
Poco tempo dopo esser diventato il re, Artaserse IV veniva ucciso da Alessandro, che così, lo diceva, puniva l’usurpatore e faceva la vendetta di Dario III, l’ultimo re vero di Persia prima di lui.
Alcuni storici dicono che Alessandro III faceva grandi orgie con uomini e donne insieme.
Nel 327 a.C., lui ha sposato la nobile persa Rossane.
I guerrieri dell’esercito di Alessandro III erano macedoni, greci e persiani. E questa mistura non era una cosa facile: c’erano sempre delle lotte fra loro dovuto alla loro mentalità diverse. Ed alcune volte c’erano anche quei che volevano fare qualcosa contro il re. Ma questi sempre venivano uccisi da lui.
Alessandro III continuava le sua conquiste verso l’Est. Si crede che lui pensava di arrivare nell’Imperio Cinese. Ma quando lui ed i suoi guerrieri sono arrivati ad un certo punto, questi hanno deciso che non continuerebbero le conquiste così lontano dall’Ovest.
Alessandro III ha avuto paura che il suo stesso esercito facesse qualcosa contro lui. E così ha deciso di tornare all’Ovest.
Allora il suo imperio era più grande che mai, come voi potete vedere sopra.
Loro sono arrivati a Susa nel 324 a.C., quando Alessandro III ha sposato la Principessa Statira, figlia di Dario III, ed ha ordinato alle città tutte quante della Grecia che gli facessero culto come un nuovo dio.
Lui sempre raccontava molti miti parlando di sé stesso lottando contro centauri, draghi, giganti, grifoni, maiali con ali e degli altri mostri. Lui raccontava questi miti come se fossero tutti quanti veri. E nessuno dubitava che lo fossero.
Dopo questo, Alessandro III ha cominciato a pensare di conquistare la Penisola Araba. Ma dopo aver avuto una febbre terribile (forse dovuto alla malaria), è morto nel 10 o 11 Giugno del 323 a.C., quando aveva ancora 32 anni.
Rossane era incinta. E come la regina consorte di Alessandro III, il suo figlio sarebbe l’erede del trono: Alessandro IV.
Ma senza Alessandro III, le regioni del suo imperio non hanno continuato insieme e non accetterebbero più l’autorità dei re di Macedonia.
La sepoltura di Alessandro III rimaneva all’Alessandria d’Egitto.
Il Re Tolomeo X d’Egitto ha distrutto la sepoltura nel secolo I a.C. E per questo è stato deposto per i suoi stessi cittadini. Così si vede come Alessandro III era ancora visto come un eroe nell’Egitto...
Un eroe fra alcuni ed un mostro fra altri, lui aveva fatto cose nella sua vita che giustificavano queste 2 visioni che avevano da lui: uccideva nemici di modo cattivo senza bisogno di farlo; ma anche proteggeva le donne ed i bambini e onorava i suoi nemici già morti.


Até mais!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

DRAMA, TERROR, FICÇÃO CIENTÍFICA e CRÍTICAS SOCIAIS

Oi!!!

Bom começo de semana!
Hoje a gente vai lembrar aqui de uma produção dos anos 70 que mistura elementos de ficção científica, terror e drama: The Incredible Melting Man, lançado aqui no Brasil com o título de O Incrível Homem Que Derreteu.

Alguns acham que esse título foi dado em homenagem a outro clássico da ficção científica, lançado exatamente 20 anos antes (1957): The Incredible Shrinking Man. E é bem possível, né?
O filme foi escrito e dirigido pelo William Sachs e lançado em Dezembro de 1977.
A maquiagem do monstro (incrível, se levarmos em conta os recursos da época) ficou por conta do Rick Baker.
Esse filme é considerado um clássico do terror moderno (vamos lembrar que era no final dos anos 70 que tava começando a última grande fase do Cinema de Terror, pelo menos até agora). Mas é também um filme que trás críticas sociais interessantes pra época (é claro que de lá pra cá essas críticas já foram batidas em centenas de filmes e, evidentemente, não são mais nenhuma novidade hoje). E a história é até mais desanimadora do que aterrorizante, mesmo porque a maioria das cenas de morte desse filme acontecem em off.
Não que seja tudo bom nesse filme. Tem alguns furos horríveis na história, como a gente vai ver. Mas as mensagens que ele passa são bem interessantes.
Bom, o filme conta a história de um grupo de astronautas que vão até os anéis de Saturno. Mas, atingidos por uma misteriosa radiação extraterrestre, quase todos morrem na hora, sobrevivendo apenas 1 (interpretado pelo ator Alex Rebar), que consegue voltar à Terra.


Só que mesmo esse chega aqui em estado de inconsciência e com o corpo todo cheio de feridas estranhas e gosmentas.
O Governo dos Estados Unidos decide manter o caso em sigilo absoluto, procurando a todo custo impedir que a imprensa e a população fiquem sabendo do fracasso da missão, da morte dos outros astronautas e das condições em que o único que sobrou chegou aqui. E pra isso, eles mantêm o cara internado em segredo num hospital isolado no meio de uma floresta.
Críticas à parte (aliás, até aí, sem nenhum exagero, né?), é nesse momento que surge o 1º furo brabo no roteiro: apesar do sigilo absoluto em que pretendiam manter a situação, foi deixada só 1 única enfermeira cuidando do cara e nenhum guarda vigiando o hospital! Aliás, tirando a tal enfermeira, parece que o hospital tava vazio.
Bom, o ex-astronauta acorda do estado de inconsciência e se vê preso numa cama do hospital com o corpo todo enfaixado. Aí ele arrebenta os cintos que prendiam ele à cama (com extrema facilidade, por sinal) e, começando a observar os sinais de deformação no próprio corpo, ele corre prum espelho próximo na parede e arranca os curativos do rosto pra ver como ficou... E o que ele vê não é nada agradável, é claro. Tanto que o cara tem um ataque de fúria e começa a quebrar tudo no quarto do hospital.
Bom, até quem não viu o filme já deve ter entendido o que vem a seguir, né? O cara mata a enfermeira, foge do hospital (ou melhor, sai andando, já que nem tinha ninguém de quem ele pudesse fugir) e se enfia na floresta.
Diga-se de passagem: a cena em que ele ataca a enfermeira é uma das que têm os piores erros de continuidade do filme... Aparece a enfermeira fugindo dele por um corredor enorme, e dá pra ver claramente que ele não tá atrás dela. Mas, poucos segundos depois, ele já tá alcançando ela!
Bom, essa cena tá no YT. Pra quem quiser ver, tá aí:

http://br.youtube.com/watch?v=1C1Y439RboQ

É claro que o ex-astronauta não atacou e matou a enfermeira num simples ataque de raiva: devido à destruição progressiva do cérebro que ele começou a sofrer, ele perde a capacidade de raciocinar com clareza e acaba matando também quase todo mundo que encontra pela frente a partir daí (a enfermeira só teve o azar de tá lá na hora em que ele acordou rs).
Mas enfim: assim como sugere o título do filme, não só o cérebro, mas todo o corpo do homem começou a derreter quando foi atingido pela tal radiação de Saturno. As feridas gosmentas que apareceram nele foram só o início do processo. E enquanto a criatura vaga pela floresta se contorcendo em dor, devido à destruição lenta que o corpo tá sofrendo, começa a se lembrar da tal missão espacial e das consequências que ela teve. E como eu já disse, vai matando quem encontra na floresta.
Aí vem, talvez, a pior cena do filme...
Um homem tá lá pescando sozinho no meio da floresta. Aliás, ele tá pescando num riachinho muito seco que deve ter menos de 50 cm de profundidade. Não sei que peixe que ele pretendia pegar lá, né?rs
Mas, acreditem, a parte mais ridícula não é essa! O tal pescador é atacado pelo monstro e aí muda de cena e aparece outra coisa. Até aí, nada demais. Mas, passadas algumas cenas, volta pra essa cena e a gente vê que o pescador teve a cabeça decepada pelo monstro (não aparece como ele fez isso e, se a gente lembrar que ele não tinha nenhum objeto cortante com ele, fica mais esquisito ainda), que atira a cabeça do cara no riacho. E aí muda de cena de novo pra outra coisa. Algumas cenas depois, volta a aparecer a cabeça do cara boiando na água. Até que, chegando a uma cachoeira, a cabeça cai e se arrebenta contra as pedras lá embaixo, soltando uma enxurrada de sangue. Aliás, é curioso como uma cabeça decepada que ficou tantas horas boiando num rio ainda tinha tanto sangue assim por dentro, né?rs
Enfim, é aquele tipo de cena em que o diretor quis impressionar e acabou se excedendo. Aí, devido a esse exagero, virou uma cena cansativa, ridícula e impossível de acontecer.
Mas, por incrível que pareça, essa foi uma das cenas que mais chocaram o público na época! Como o pessoal se impressionava fácil nos anos 70, né?rs
Tem um compacto dessas cenas do riacho no YT. Se quiser ver, tá aí:

http://br.youtube.com/watch?v=YQdnP3X-bMs&feature=related

Bom, ao mesmo tempo em que o monstro tem essas atitudes meio... psicoticamente assassinas, dá pra ver que ele mantém uma certa consciência. Por exemplo, ele não mata crianças quando encontra com elas. E mais tarde, já nas últimas cenas do filme, ele reconhece um amigo médico que tenta ajudar ele e ele ainda salva a vida do cara.
Bom, assim que ficam sabendo que o monstro fugiu (ou saiu, né?rs) do hospital, é claro que os poderosos políticos e militares envolvidos na fracassada missão espacial se mobilizam pra tentar capturar ou destruir o ex-astronauta. Não que tejam preocupados com ele ou com o que ele possa fazer solto por aí, mas sim pra que ninguém descubra o que aconteceu. E o tal amigo médico dele (interpretado pelo hoje falecido ator Burr DeBenning) tenta encontrar ele antes disso pra tentar impedir que acabem com ele e, pelo menos teoricamente, pra procurar uma cura pro processo de derretimento.
Acompanhado pelo xerife da cidade vizinha, ele consegue encontrar o ex-astronauta entrando numa fábrica à beira da floresta, à noite. E depois de uma perseguição pela fábrica toda, o xerife encurrala ele no último andar da fábrica, mas comete o erro de descarregar a arma nele. O monstro se enfurece, mata o xerife e avança no médico, empurrando ele de uma passarela lá em cima. Mas o cara fica pendurado numa grade e prestes a cair. E aí é que, com o pouco de sanidade que lhe restou, o ex-astronauta salva o amigo da morte.
Mas, poucos segundos depois, 2 policiais aparecem (provavelmente mandados por alguém) e descarregam as armas em cima deles. O médico tenta impedir que eles atirem, mas não resiste aos vários tiros que leva. E o monstro, agora mais furioso ainda pelo que os policiais fizeram, mata eles.
Depois disso, entendendo que não tem mais salvação (a única pessoa que talvez pudesse fazer alguma coisa por ele acabou de ser morta), ele se encosta numa parede da fábrica e espera que o destino se cumpra, ficando ali parado até terminar de derreter por completo.
Na manhã seguinte, o zelador da fábrica chega pra trabalhar e encontra as roupas do ex-astronauta misturadas com aquela grande massa de gosma derretida no chão (tudo o que sobrou dele). E com um certo nojo daquilo, mas também sem dar maior importância ao fato, o zelador recolhe tudo e joga na lata de lixo ao lado.
Essa cena é bem significativa, né? O homem não foi nada mais do que um material de consumo que foi usado, o uso dele não deu certo (e os poderosos responsáveis não tão nem aí pro fato de não ter dado certo) e, depois de ter sido usado, foi jogado no lixo sem ninguém dar importância a isso.
Ao mesmo tempo em que o zelador joga no lixo a ‘sujeira’ que encontra, vemos um foguete que decola em direção a Saturno, levando um novo grupo de astronautas, sem que os poderosos envolvidos na missão anterior avisem a ninguém sobre o que se passou antes e sem que se importem com a possibilidade da mesma situação (ou, quem sabe, algo ainda pior) voltar a acontecer dessa vez.

Buena semana.
Hoy recordaremos una producción de los años 70 que es al mismo tiempo una película de ciencia ficción, drama y horror:
The Incredible Melting Man, llamado Viscosidad en los paises de Lengua Española.
El nombre del filme en Inglés es un posible homenaje a otro conocido filme de ciencia ficción de 1957:
The Incredible Shrinking Man.
Viscosidad fue escrito y dirigido por William Sachs, estrenando en 1977.
El maquillaje del monstruo fue hecho por Rick Baker.
Vista como un clásico del horror moderno, esa película tiene muchas críticas sociales interesantes (y modernas para su época). Y su historia en verdad es mucho más triste que asustadora, hasta mismo porque la mayor parte de las muertes de personajes no son vistas de modo claro.
Hay también algunas escenas ridículas, es claro.
Bueno,
Viscosidad nos muestra un grupo de astronautas que se va a Saturno. Pero son tocados por una extraña energía de ese planeta, que mata a todos menos uno (el personaje del actor Alex Rebar), el único que regresa a la Tierra. Pero él llega aquí inconsciente y con su cuerpo lleno de heridas extrañas.
El Gobierno de los Estados Unidos decide esconder todo lo que pasó de cualquier publicación informativa. Y para eso decide mantener el ex-astronauta internado en un hospital en el medio de una floresta.
Hasta esa parte, tenemos la pura verdad de lo que pasaría si fuera una historia verdadera. Pero entonces tenemos un error de lógica horrible en la película: había solamente 1 única persona en el hospital siendo responsable de él (una enfermera). Si la intención era esconder todo de todos, ¿dejarían solamente 1 persona con el ex-astronauta?
Bueno, cuando despierta de su estado de inconsciencia y se ve en el hospital, el hombre puede ver que muchas partes de su cuerpo están desfiguradas. Y se va a un espejo en la pared para ver su cara... Cuando ve como está su cara, él se queda furioso y empieza a destruir todo en el cuarto del hospital.
Aun que no hayas visto la película, pienso yo que ya sabes lo que viene ahora: él mata la enfermera, se va del hospital y entra en la floresta. Y a contar de esa parte empieza a disolverse hasta acabarse (no antes de matar muchas otras personas).
Dicho sea de paso, la escena en que él ataca la enfermera es una de las más ridículas de la película, pues que se puede ver la enfermera corriendo por un gran pasillo sin nadie a perseguirla. Pero pocos segundos después, él ya está casi matándola.
Uds pueden clicar sobre el primer enlace arriba para ver esa escena.

If you click on the 1st link above, you’ll watch a scene of
The Incredible Melting Man in which the melting ex-astronaut kills a nurse. But he doesn’t do that just becase he’s angry. Actually he’s going crazy because his brain’s melting. And he’ll kill many other people due his mental condition. The nurse was just his 1st victim.
As we can understand by the movie’s title itself, not only the man’s brain starts melting, but all his body does. And while he walks in pain across the forest, he remembers his journey to Saturn and the Saturnian energy which caused his melting process. And as I have said, he starts killing people across the forest.
Then, we have maybe the most ridiculous scene of this movie...
A guy’s fishing alone in the forest. It’s OK, of course. But he’s fishing in a little, little, little stream. Is there any fish in such puddles?
But that’s not the worst part. See: the creature kills the guy, it changes to another scene, it changes back to the stream and we see the creature throwing the guy’s head in the stream (but we don’t see and can’t understand how he beheaded the guy), it changes to another scene, it changes back to the stream and we see the guy’s head floating on the stream and falling on some rocks. It blows up and spreads blood everywhere... By the way, how can a head which stayed floating on water for all those ours have so much blood inside?
It’s that kind of scene which was ruined by exaggeration. Presumably the director’s exaggeration.
But believe: that was seen as one of the scared scenes of the 70s! People got scared very easily at that time, really?
You can click on the 2nd link above to watch these scenes at YT.
Well, the ex-astronaut became a murderous monster. But we can see he still has some kind of conscience: he doesn’t kill children and in the end of the movie (before melting to death) he saves his best friend’s life.

L’Uomo di Cera ha molte critiche sociali interessanti. Una di queste ci mostra che, quando il mostro ha lasciato l’ospedale dove il Governo degli Stati Uniti lo teneva in arresto, quei che ce l’hanno lasciato hanno deciso di ucciderlo. Ma non l’hanno deciso perché si preoccupavano di quello che lui poteva fare contro altre persone. Soltanto volevono nascondere le situazioni che avevano prodotto il mostro (un ex-astronauta toccato dall’energia di Saturno che l’ha fatto sciogliere). Ed un amico suo che è medico (il personaggio del oggi già morto attor Burr DeBenning) cerca di salvarlo mentre questo sia possibile e forse cambiarlo di nuovo in un uomo normale.
Di notte, insieme allo sceriffo di una piccola città vicina alla foresta dove rimane l’ospedale, lui trova il mostro arrivando ad una fabbrica accanto alla foresta. Loro seguono il mostro per tutta la fabbrica, fino all’ultimo piso, dove lo sceriffo l’attacca. Ed il mostro, furioso, uccide lo sceriffo ed attacca il medico. Lui quasi lancia l’amico dall’ultimo piso della fabbrica. Ma dopo questo, decide salvarlo.
Allora, 2 poliziotti arrivano e fanno fuoco contro loro. Il medico fa il possibile per fermarli, ma è ucciso per loro in pochi secondi. Ed il mostro, ancora più furioso dovuto a quel che i poliziotti hanno fatto, uccide loro 2.
Dopo questo, lui capisce che ha soltanto la morte nel futuro (l’unica persona che forse potrebbe salvarlo è già morta) e l’aspetta, finendo di sciogliersi tutto quanto vicino al muro della fabbrica.
Di mattina, il portiere della fabbrica arriva per lavorare e trova il vestito dell’ex-astronauta sul suolo e pieno di “bava”. E con un po’ di ripugnanza, ma anche senza farci molta attenzione, lui butta via tutto quello in un bidone della spazzatura accanto.
Questa scena è una critica interessante: l’uomo è stato usato, il suo uso non è stato buono (e quei che l’hanno usato non si preoccupano per niente di questo) e, dopo esser stato usato, qualcuno l’ha buttato via in un bidone della spazzatura senza dargli nessuna importanza.
Allo stesso tempo che lui è buttato via nel bidone per il portiere, noi possiamo vedere un altro razzo lasciando la Terra e andando a Saturno, portanto dentro sé un nuovo gruppo di astronauti. Ed i responsabili per il gruppo che ci è andato prima non dicono niente di quello che è capitato allora, senza importarsi della possibilità di qualcosa anche peggiore che forse succederà.


Até a próxima!

sábado, 18 de outubro de 2008

RODOLFO VALENTINO 1895-1926

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico gay, que foi o 1º homem visto abertamente como símbolo sexual na História do Cinema: o ator, dançarino e produtor italiano Rodolfo Valentino.

Rodolfo Alfonzo Raffaello Piero Filiberto Guglielmi di Valentina d’Antonguolla nasceu na Puglia, em 06 de Maio de 1895.
Ele tinha 1 irmão e 2 irmãs.
O Rodolfo foi uma criança muito bagunceira e sempre dava trabalho aos pais.
O pai dele morreu quando ele tinha 11 anos.
Sendo filho de mãe francesa, o Rodolfo se mudou pra Paris pra procurar emprego quando tinha 17 anos. Mas, como não conseguiu nada demais, ele voltou pra Itália.
Em 1913, ele se mudou pros Estados Unidos, à procura de um trabalho melhor.
Chegando em New York, sem dinheiro nenhum e sem ter onde ficar, o Rodolfo chegou a ficar um tempo vivendo como mendigo nas ruas nova-iorquinas.
E eventualmente ele conseguiu os empregos de jardineiro, lavador de pratos e manobrista de carros.
Depois de algum tempo, o Rodolfo finalmente conseguiu um emprego como uma espécie de dançarino figurante nas apresentações do clube Maxim, passando a usar o nome artístico de Rodolpho Guglielmi.
E aí, em 1914, veio o 1º filme dele (e que muita gente desconhece, até porque o nome dele não foi creditado), no qual ele tem uma participação rápida interpretando um dançarino: The Battle of the Sexes.
Aí o Rodolpho conheceu a Blanca Errázuriz, de quem se tornou amigo. E como ela tava tendo problemas com o marido, o empresário John de Saulles, de quem acabou se divorciando, esse quis se vingar do Rodolpho depois do divórcio, por ter apoiado a Blanca. E através das influências que tinha, ele fez o Rodolpho ser preso sob a acusação de um crime que não cometeu. Mas, como ninguém precisou observar muito a situação pra ver que o Rodolpho era inocente, ele foi liberado da prisão depois de uns poucos dias. Só que, como resultado do escândalo por ter sido preso, ele ficou desempregado, pois ninguém queria se envolver com ele. E por isso ele decidiu não se meter mais nesse assunto (que terminaria com a Blanca matando o John em 1917).
Assim, o Rodolpho se juntou a um grupo musical que foi pra costa oeste dos Estados Unidos. E aí ele passou a usar Rodolpho di Valentina d’Antonguolla como nome artístico.
Aliás, além dessas formas que eu já mencionei, o nome dele seria creditado das mais variadas formas em filmes, peças de teatro e apresentações de dança ao longo da carreira dele: Mister De Valentina, Mister Rodolfo de Valentina, Mister Rodolpho de Valentina, R. de Valentina, Rodolfo di Valentina, Rodolfo di Valentini, Rodolfo Valentino, Rodolph Valentine, Rodolph Valentino, Rudi Valentino, Rudolf Valentino, Rudolfo Valentino, Rudolph DeValentino, Rudolph Valentine, Rudolph Volantino, Rudolpho de Valentina, Rudolpho de Valentine, Rudolpho de Valintine e Rudolpho di Valentina.
Bom, quando foi pra costa oeste, ele passou por Utah e pela Califórnia, tendo também algumas experiências como ator de teatro.
Aí o Rodolfo conheceu o ator Norman Kerry, de quem se tornou um grande amigo. Os 2 foram morar juntos em Los Angeles e o Norman convenceu ele a investir na carreira cinematográfica.
Vários biógrafos do Rodolfo afirmam que ele e o Norman não foram apenas amigos, mas também tiveram um romance. E é bastante possível, né?
Entre os outros possíveis amantes masculinos que o Rodolfo teve mencionados pelos biógrafos dele tão o Andre Daven, o Douglas Gerrad e o Jacques Herbertot.
Mas enfim: o Rodolfo investiu mesmo na carreira de ator de cinema dali pra frente. Mas ele também continuou dançando e se exercitando, adquirindo um corpo de 1, 78m com uma forma física que chamava a atenção de todo mundo na época.




Até aí, o ator masculino que mais chamava a atenção do público dos Estados Unidos era o Douglas Fairbanks. Mas o Rodolfo acabou se destacando mais do que ele. E se tornou o 1º grande símbolo sexual masculino da História do Cinema.

Isso até causou uma certa polêmica, já que o Douglas era visto como a imagem perfeita do homem dos Estados Unidos. E por isso, os fãs dele geralmente não iam muito com a cara do Rodolfo. Viam ele como uma espécie de usurpador do posto do Douglas.
Em Novembro de 1919, sem que ninguém entendesse muito o motivo, o Rodolfo se casou com a atriz Jean Acker. E até onde se sabe, nem se comentava em público que eles tavam namorando nem nada.
De qualquer forma, a Jean se trancou no quarto na noite de núpcias e não deixou ele entrar, se separando dele logo depois (apesar de ainda continuar oficialmente casada com ele). E mais tarde, ela declararia em público que nunca chegou a transar com ele.
Bom, isso tem toda cara de um casamento de fachada que foi usado pra esconder alguma coisa, né? E aparentemente alguma coisa que a Jean não sabia ou que ela sabia e depois de arrependeu de ter ajudado a esconder.
Como o público-alvo do Rodolfo eram as mulheres (até porque ninguém se preocupava em criar uma imagem pública voltada pro público gay), o mais provável é que ele ou alguém ligado a ele tenha tido a idéia de escancarar em público a imagem dele se casando com uma mulher pra acabar com as suposições que o público já fazia sobre a homossexualidade dele. Ou sobre as notícias que vazavam sobre isso, né?
De qualquer forma, depois de uma briga inicial com o fim do casamento, o Rodolfo e a Jean continuaram amigos.
Em 1921, ele teve no 1º grande filme dele e, provavelmente, o mais famoso de todos: The Sheik.
Ele foi até apelidado pelos amigos de Sheik, por causa do filme.
Na época, o Rodolfo conheceu o Paul Ivano, que era o responsável pela fotografia do filme. E a partir daí, começaram algumas fofocas dizendo que o Paul e o Rodolfo eram amantes. Mas o Paul chegou até a declarar em público mais tarde que tanto ele quanto o Rodolfo eram héteros... Aliás, algo estranho alguém se dar ao trabalho de vir a público pra afirmar que outra pessoa é hétero, né?
Em 04 de Março de 1923, o Rodolfo se divorciou oficialmente da Jean, se casando com a atriz Natacha Rambova 13 dias depois.
Ela tinha trabalhado com ele em The Sheik e parece que a imagem dos 2 juntos agradava o público. Assim, parece que esse foi um casamento mais usado pra chamar a atenção do público ou alguma coisa assim. Basta a gente ver as consequências... O Rodolfo acabou sendo preso por bigamia por se casar com ela: na época, no Estado da Califórnia, nenhuma pessoa divorciada podia voltar a se antes de completar 1 ano do divórcio oficial.
O casamento foi anulado e ele foi solto sob fiança depois de alguns dias. E os 2 esperaram até Março do ano seguinte pra voltar a ser casar.
Isso parece ter sido um escândalo planejado pra chamar a atenção do público pro fato do Rodolfo tá se casando com uma mulher, né?
Bom, ele teve o único trabalho dele como produtor num filme de 1925 (mas que só seria lançado em 1928): What Price Beauty?
Em Janeiro de 1926, ele se divorciou da Natacha.
No dia 15 de Agosto, o Rodolfo passou mal no Hotel Ambassador, onde tava hospedado em New York. E levado pruma policlínica às pressas, foi submetido a uma cirurgia de úlcera de emergência. A princípio, foi tudo bem. Mas complicações durante o procedimento fizeram com que ele não resistisse.
Ele ainda sobreviveu por mais alguns dias, mas morreu no dia 23, com 31 anos.
Logo depois da morte do Rodolfo, foi registrada uma grande quantidade de suicídios de mulheres que se diziam fãs dele, de tão forte que foi a imagem de sedutor de mulheres que passavam dele.
Ele teve ao todo 38 trabalhos como ator de cinema e 1 como produtor.

Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico gay, visto anche come il primo grande simbolo sessuale maschile della Storia del Cinema: l’attor, ballerino e produttor italiano Rodolfo Valentino.
Lui è nato nella Puglia, nel 6 Maggio del 1895, come Rodolfo Alfonzo Raffaello Piero Filiberto Guglielmi di Valentina d’Antonguolla.
Lui aveva 1 fratello e 2 sorelle.
Rodolfo era un bambino terribile.
Suo padre è morto quando lui aveva 11 anni.
Come sua madre era francese, Rodolfo è andato a Parigi e ci è restato per cercare lavoro. Ma non ha trovato niente molto importante e, per questo, è tornato nell’Italia.
Nel 1913, lui è andato negli Stati Uniti, anche per cercare lavoro.
Senza soldi, Rodolfo è rimasto come mendicante nelle vie di New York per qualche tempo.
Comunque sia, lui ha guadagnato qualcosa lavorando come cameriere e giardiniere.
Dopo questo, Rodolfo sarebbe riuscito a lavorare come taxi-dancer nel Night-Club Maxim, avendo Rodolpho Guglielmi come nome artistico.
Il suo primo film, quasi sconosciuto, è stato
The Battle of the Sexes (1914).
Allora, Rodolpho ha conosciuto Blanca Errázuriz, che sarebbe una grande amica sua. Ma lei aveva molti problemi con suo marito, John de Saulles, da cui ha divorziato in poco tempo. E John, per avere la sua vendetta contro Rodolpho, che era accanto a Blanca, l’ha fatto essere in arresto per un delitto che lui non aveva fatto. Ma tutti hanno visto in poco tempo che lui era innocente e, per questo, ha lasciato la prigione dopo pochi giorni. Ma dovuto allo scandalo, non ha più trovato lavoro. E per questo ha deciso di non continuare partecipando di questa situazione (che finirebbe con Blanca assassinando John nel 1917).
Così, Rodolpho è andato alla costa ovest insieme ad un gruppo musicale. Ed ha cambiato il suo nome artistico a Rodolpho di Valentina d’Antonguolla.
A proposito, lui avrebbe molti altri nomi artistici diversi nella sua carriera: Mister De Valentina, Mister Rodolfo de Valentina, Mister Rodolpho de Valentina, R. de Valentina, Rodolfo di Valentina, Rodolfo di Valentini, Rodolfo Valentino, Rodolph Valentine, Rodolph Valentino, Rudi Valentino, Rudolf Valentino, Rudolfo Valentino, Rudolph DeValentino, Rudolph Valentine, Rudolph Volantino, Rudolpho de Valentina, Rudolpho de Valentine, Rudolpho de Valintine e Rudolpho di Valentina.

When Rudolph was traveling across the West Coast, he went to Utah and California. And then he had some times as a theater actor.
At that time he met actor Norman Kerry, who became a great friend of his. Both went to live together in Los Angeles. And Norman convinced Rudolph to try a career in cinema.
Many of Rudolph’s biographers say he and Norman weren’t only friends, but also lovers. And of course it’s not impossible.
Some other Rudolph’s male lovers who are mentioned by his biographers are Andre Daven, Douglas Gerrad, and Jacques Herbertot.
Anyway, he really went ahead with his career in cinema from that time. But he also continued dancing and taking care of his body. By the way, he had a wonderful 178-cm-tall male body, as you guys can see above.
To that time, the great male American star (and the epitome of American manhood) had been Douglas Fairbanks. But Rudolph soonly got this place. And he became the 1st great male sex symbol of the History of Cinema.
Because of that most of Douglas’ fans didn’t like Rudolph at all. And they used to see him as a kind of a usurper of Douglas’ place.
In 1919, Rudolph married actress Jean Acker. Nobody understood why, even because nobody knew they were having an affair (if they actually were!).
Anyway, we can see Jean regretted this marriage, because she locked Rudolph out of their bedroom on their first night. And they left each other soon after (but they continued officially married). And later she would say in public she had never had sex to him.
Well, it seems to have been a “no real marriage”, doesn’t it? And presumably it was made just to hide something. Something which Jean hadn’t known or already knew and regretted to hide.
Don’t forget Rudolph was a made-for-women male star (even because there isn’t any made-for-gays male star at that time). So, he or somebody who was on his side presumably had the idea to show him to the World marrying a woman. Even because he was already supposed to be gay by many people.
Anyway, after their... marriage, Rudolph and Jean remained friends forever.

En 1921, Rodolfo estuvo en la película tal vez más importante de su carrera:
El Caíd (The Sheik, en Inglés).
Y por eso, era llamado Sheik por sus amigos.
En la misma época, Rodolfo conoció Paul Ivano, que trabajaba con la fotografía de esa película. Y desde entonces, empezaron los chismes diciendo que Paul era uno de los amantes masculinos de Rodolfo. Pero el propio Paul dijo en público que él y Rodolfo eran heteros... Es un poco extraño que una persona diga en público que otra persona es hetero solamente por eso, ¿verdad?
Bueno, Rodolfo se divorció de la actriz Jean Acker en Marzo de 1923, casándose con la actriz Natacha Rambova 13 días después.
Ella había trabajado con él en
El Caíd
y gustaba al público verlos juntos. Así, es posible que tenga sido un casamiento solamente para tener la atención del público. Basta ver lo que pasó después... Rodolfo fue detenido por ese casamiento, porque en California, en aquella época, una persona divorciada no podía casarse otra vez antes de pasarse por lo menos 1 año de su divorcio.
El casamiento se acabó y ellos esperaron por más 1 año para casarse otra vez.
Es muy posible que hayan pensado en todo eso antes de casar por la primera vez solamente para llamar la atención del público y decir que Rodolfo estaba casándose con una mujer.
Su único trabajo como productor fue en 1925, en la película
What Price Beauty?
En Enero de 1926, acabó el casamiento de Rodolfo y Natacha.
El 15 de Agosto del mismo año, él tuvo un malestar en el Hotel Ambassador, donde estaba en Nueva York. Y despúes de haber sido hospitalizado fue operado a causa de una úlcera perforada. Y por cuenta de complicaciones en su operación, él se murió el día 23 del mismo mes, con 31 años.
Después de la muerte de Rodolfo, muchas mujeres dichas sus fans se mataron, de tanto que él era visto como un seductor por ellas.
El tuvo 38 trabajos como actor en el cine y 1 como productor.

MEME

Bom, o Mariposo me convidou pra participar de um Meme.
Dessa vez, eu tenho que mencionar 8 coisas que eu quero fazer antes de morrer.
Então, vamos lá:

Quero fazer a minha pós-graduação em Letras.

Quero fazer a faculdade de História.

Quero adquirir cada vez mais conhecimento e cultura.

Quero aprender Japonês.

Quero sempre ganhar o suficiente pra nunca passar necessidades.

Quero continuar ajudando os que merecem sempre que eu puder.

Quero continuar aumentando cada vez mais o abismo que existe entre mim e os meus inimigos.

Quero morrer sem filhos.

Aliás, nesse último quesito, quero aproveitar pra divulgar aqui um vídeo que também vi pela 1ª vez no blog do Mariposo:

http://br.youtube.com/watch?v=1-0vnRmej0Q

É esse o futuro da Terra e da Natureza se as pessoas continuarem tendo filhos sem planejamento.

Bom, agora tenho que convidar 8 blogueiros pra brincadeira, né? Só vou reduzir pra 4, tá? Se não fica muita coisa.
Então lá vai:

Fantôme (do À Coeur Ouvert)
Kaká (do Viver Sem Fronteiras)
Kinho (do M4You-Kinho)
Marcos (do Passageiro do Mundo)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O MAIOR GINASTA MASCULINO DO BRASIL

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no maior nome masculino da Ginástica Olímpica do Brasil: o Diego Hypólito.

Diego Matias Hypólito nasceu em São Paulo, em 19 de Junho de 1986.
A irmã mais velha dele era a também futura ginasta Daniele Hypólito.
Quando era criança, o Diego nunca gostou de ginástica, mesmo com a Daniele já começando a se dedicar a isso.
Como ela insistia muito pra ele ir às aulas de ginástica que ela fazia, ele foi lá a 1ª vez quando tinha 7 anos. Mas mesmo assim, ele não gostou e, a princípio, não ficou. Mas, repensando um pouco as idéias, ele decidiu voltar 1 mês depois. E aí ficou.
O Diego seguiu os passos da Daniele. E 2 anos depois, ele foi pra Cuba, participar de um torneio infantil.
A partir daí ele passou a treinar em média 2 horas por dia. Mas depois, aumentando aos poucos, chegaria a 7 horas de treino diário, que ele mantém até hoje.


No início, até devido à projeção da Daniele, ninguém prestava muita atenção no Diego. Ele chamaria a atenção do público aos poucos...
Ele participou do Campeonato Mundial de Ginástica de 2002, ficando em 5º lugar nas finais. E voltou no Campeonato Mundial de Ginástica de 2003, ficando dessa vez em 4º lugar.
Em 2004, nas Olimpíadas da Grécia, o Diego ganhou 6 medalhas de ouro.
No início de 2005, ele sofreu uma fratura na perna direita, tendo que ficar 6 meses parado. Mas voltou com tudo, e no Campeonato Mundial de Ginástica de 2005, ele ganhou a Medalha de Ouro, sendo o 1º homem sul-americano a ganhar uma medalha de ginástica olímpica.
Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, aqui no Rio, o Diego ganhou 2 medalhas de ouro e 1 medalha de prata.
E no Campeonato de Ginástica Olímpica de Stuttgart de 2007, na Alemanha, ele ganhou a Medalha de Ouro.
No final do ano, o Diego teve pela 1ª vez em Maceió, descobrindo que tinha mais fãs em Alagoas do que imaginava.
Ele considera 2007 o ano mais importante da carreira dele até agora.
No início desse ano, o Diego teve que fazer uma cirurgia devido a uma pequena lesão no joelho direito. Mas não chegou a ser nada extremamente sério.
Em Maio, ele foi paparazzado enquanto se divertia com um skate aqui no Rio, junto com alguns amigos.


Dá pra ver que o Diego tem um corpo bem gostoso de 1, 70m, né?rs
Em Agosto, ele Participou das Olimpíadas da China. E tava ansioso pra trazer outra medalha de ouro pro Brasil. Mas, infelizmente, ele caiu durante a apresentação, ficando em 6º lugar na apresentação da qual participou.
Mas isso foi só um pequeno deslize e nada que desmereça o talento do Diego, é claro. Aliás, atualmente, ele é considerado o maior nome masculino da Ginástica Olímpica Brasileira. E nas apresentações solo (a especialidade dele), ele é considerado um dos maiores ginastas do Mundo.
Ele não costuma ser visto em público com mulher nenhuma, o que tem levantado uma série de suposições (fofocas, na verdade, né?) de que ele seria gay.
Vou linkar aqui o site oficial dele:

http://www.diegohypolito.com.br/

Oggi parleremo un po’ del principale nome maschile della Ginnastica Artistica del Brasile: Diego Hypólito.
Lui è nato in São Paulo, nel 19 Giugno del 1986. Ed il suo nome di nascita è Diego Matias Hypólito.
Anche sua sorella più vecchia lavorerebbe con la ginnastica artistica nel futuro. Lei è Daniele Hypólito.
Quando Diego era bambino, no gli piaceva per niente la ginnastica artistica, nonostante Daniele già avesse cominciato a studiarla.
Quando lui aveva 7 anni, lei gli ha invitato a andare alle lezioni di ginnastica che lei aveva. E lui ci è andato, ma le lezioni non gli sono piaciute e le ha lasciato. Ma ha deciso di tornarci 1 mese dopo. Ed allora ci è rimasto.
Diego ha seguito la carriera di Daniele. E dopo 2 anni, lui è andato a Cuba, per essere in una competizione.
Da quell’epoca, lui ha cominciato ad allenarsi 2 ore al giorno. Ma dopo lo cambierebbe a 7 ore al giorno. Ed è così fino adesso.

When Diego started his career, Daniele’s career (his sister) really eclipsed his. He would develop his career little by little...
He was in the 2002 World Gymnastics Championship and in the 2003 World Gymnastics Championship.
Diego won 6 gold medals at the 2004 Summer Olympics.
In the early 2005, he had to have a surgery in his right leg. So, he had to stop working and training and to be far from gymnastics at all for the next 6 months. But he would be back in the 2005 World Gymnastics Championship. And then he won the Gold Medal. So, he’s the 1st South-American male to win a medal in the artistic gymnastics.
In the 2007 Pan American Games, here in Rio de Janeiro, Diego won 2 gold medals and 1 silver medal.
In the 2007 Gymnastics Championship of Stuttgart, in Germany, he won the Gold Medal.
In the end of the year, Diego was for the 1st time in Alagoas, capital of Maceió. And he could see he has more fans in that city than he could think.
He says 2007 has been the most important year of his career to now.

En el inicio de 2008, Diego tuvo que tener una cirugía por cuenta de un problema en su rodilla derecha. Pero no fue nada muy terrible.
En Mayo, un paparazzo lo fotografó aquí en Rio de Janeiro jugando con su monopatín junto a algunos de sus amigos, como uds pueden ver arriba.
Podemos ver que el cuerpo de 1, 70 m de Diego es bellísimo, ¿verdad?
En Agosto, él estuvo en los Juegos Olímpicos de Pekín. Y pensaba mucho en traer una nueva medalla de oro para Brasil. Pero eso no le fue posible, pues que tuvo un pequeño accidente en su presentación.
Como sea, un pequeño accidente no esa nada que haga daño a su gran carrera, es claro. Dicho sea de paso, Diego es visto hoy como el principal nombre masculino de la Gimnasia Artística Brasileña. Y en las presentaciones solo (su especialidad), él es visto como uno de los principales gimnastas artísticos del Mundo.
El no es visto casi nunca con mujeres en público. Y por eso hay chismes de que es homosexual.
Uds pueden clicar sobre el enlace arriba para visitar el sitio oficial de Diego (en Portugués).


Até mais!