sábado, 27 de fevereiro de 2010

UM ATO DE CORAGEM NO MEIO FUTEBOLÍSTICO

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada num jogador de futebol e comentarista esportivo francês que é publicamente gay: o Olivier Rouyer.

Ele nasceu em Meurthe-et-Moselle, em 01 de Dezembro de 1955.
O Olivier começou a carreira em 1973, quando tava pra fazer 18 anos, no AS Nancy, time no qual ficaria como jogador até 1981.
Nesse meio tempo, em 1974 e 1975, ele jogou pro Chaumont Football Club, devido a um acordo feito entre esse time e o AS Nancy.
Com 1, 70m de altura, o Olivier jogava como atacante, se tornando um jogador reconhecido no meio futebolístico da França.


Em 1978, ele foi pra Argentina, pra participar da Copa do Mundo.
Em 1981, o Olivier foi pro Racing Club de Strasbourg, onde ficou por 3 anos.
Em 1984, ele foi pro Olympique Lyonnais, onde ficou por 2 anos.
Em 1986, o Olivier foi pro Football Club Neudorf, onde também ficou por 2 anos.
E em 1988, ele foi pro Football Club de Strasbourg, onde também ficou por 2 anos.
Depois disso, completando 17 anos de carreira, o Olivier se aposentou como jogador. Mas continuou, é claro, participando de eventos ligados ao futebol.
Em 1991, ele foi trabalhar como técnico do AS Nancy, ficando lá até 1994.
Quando deixou o time, o Olivier declarou numa entrevista que é gay. Uma atitude corajosa, é claro. Principalmente se a gente levar em conta que o meio futebolístico em quase todos os países, e mesmo na França, costuma ser homofóbico.
Em 1999 (mesmo ano em que foi reconhecida a união civil na França, tanto entre pessoas do mesmo sexo quanto entre pessoas de sexos diferentes), ele foi pra Suíça, onde trabalhou por 1 ano como técnico do FC Sion.
Atualmente, o Olivier trabalha como comentarista esportivo do Canal +.

Today we’ll talk a little about a French soccer player and sporting commentator who is openly gay: Olivier Rouyer.
He was born in Meurthe-et-Moselle, on December 1st, in 1955.
Olivier’s debut as a soccer player was in 1973, at the AS Nancy, when he was still 17. And he would be at that club as a player to 1981.
Before that, from 1974 to 1975, he was loaned to the Chaumont Football Club, due to a partnership between the 2 clubs.
The 170-cm-tall Olivier was playing positioned as a striker and his name was recognized among the French soccer groups.


En 1978, Olivier se fue a Argentina para jugar en el Campeonato Mundial.
En 1981, él llegó al Racing Club de Strasbourg, donde trabajó por 3 años.
En 1984, Olivier llegó al Olympique Lyonnais, donde trabajó por 2 años.
En 1986, él llegó al Football Club Neudorf, donde también trabajó por 2 años.
Y en 1988, Olivier llegó al Football Club de Strasbourg, donde también trabajó por 2 años.
En 1990, ya con 17 años de carrera, él se jubiló como jugador de fútbol. Pero continuó, es claro, a participar de hechos vinculados al fútbol.


Nel 1991, Olivier è diventato l’allenatore dell’AS Nancy. E lo sarebbe ancora fino al 1994.
Quando ha lasciato questo club, lui ha detto in pubblico che è omosessuale. Un atto coraggioso, chiaramente. Specialmente se pensiamo che i gruppi di calcio dei paesi quasi tutti quanti, ed anche nella Francia, sono pieni di omofobici.
Nel 1999 (lo stesso anno in cui l’unione civile fra persone dello stesso sesso è stata legalizzata nella Francia), Olivier è andato nella Svizzera, dove ha lavorato per 1 anno come l’allenatore del FC Sion.
Oggigiorno, lui è un commentatore sportivo del canale televisivo francese Canal +.


Até a próxima!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

OS PRAZERES DA MÚSICA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no músico e maestro brasileiro Carlos Prazeres.

Ele nasceu aqui no Rio, em 1974.
Quando tinha 2 anos, o Carlos ganhou um irmão: o futuro violinista Felipe Prazeres.
Como filhos do maestro português Armando Prazeres, desde crianças eles sempre receberam influências musicais. E, por várias vezes, eles passaram a tarde com o pai no Salão Nobre da Petrobrás.
Na escola, o Carlos diz que ele e o Felipe passaram por uma fase de esconder que gostava de música clássica, pra evitar a zoação dos colegas. Mas depois passou.
Mas ele deixa claro que o pai nunca forçou eles nada: sempre foram eles mesmos que gostaram de música.
Em 1992, com 18 anos, o Carlos se tornou o 1º oboísta da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música.
No ano seguinte, ele começou o Curso de Bacharelado em Música da Uni-Rio.
Em 1995, o Carlos se tornou o 1º oboísta da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1997, ele interrompeu o bacharelado pra ir pra Alemanha: ele foi estudar na Academia Karajan, em Berlin. E enquanto teve na Alemanha, ele fez parte de grandes orquestras de lá.
Em Janeiro de 1999, um inesperado baque tirou o Carlos do chão: horas depois de ser vítima de um sequestro relâmpago no bairro de Laranjeiras, o pai dele foi assassinado!
O Carlos voltou ao Brasil no ano 2000 pra dar continuidade aos projetos do pai, que ficaram abalados com a morte dele. E nisso foi ajudado pelo Felipe.
Ainda em Novembro do mesmo ano, o Carlos teve a estreia triunfal dele como regente, no aniversário de 40 anos do Museu da República do Rio de Janeiro.
No ano seguinte, ele reassumiu também o posto de 1º oboísta da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal, onde tá até hoje.
Pouco depois de voltar ao Brasil, o Carlos retomando o bacharelado, que concluiu em 2002.
Ele já trabalhou praticamente com todos os grandes maestros do Brasil.
Em 2009, o Carlos e o Felipe participaram de uma série de 3 concertos em homenagem aos 10 anos da morte do pai deles que a Petrobrás fez.
Pra quem quiser ver a entrevista deles no RJTV, dê uma clicada aí:

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1396108-9097,00-PETROBRAS+SINFONICA+HOMENAGEIA+ARMANDO+PRAZERES+MORTO+HA+ANOS.html

Today we’ll talk a little about the Brazilian musician and maestro Carlos Prazeres.
He was born in Rio de Janeiro, in 1974.
When Carlos was 2 years old, his brother was born: the future musician Felipe Prazeres.
Their father, the Portuguese maestro Armando Prazeres, influenced them musically when they were still boys. And for many times, they spent their days with their dad at Petrobras, where he used to work.
Carlos says he and Felipe didn’t tell anybody about their musical life at school. Actually they wanted to avoid the joking from the other boys. But after some time they left it at that.
Anyway, Carlos says their father never forced them to be musicians. They themselves have often liked music.
In 1992, the 18-year-old Carlos became the 1st oboist at Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música.


Nel 1993, Carlos ha cominciato il Corso di Bachelor di Musica dell’Unirio.
Nel 1995, lui è diventato il primo oboista dell’Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Nel 1997, Carlos ha lasciato il suo corso di bachelor per andare nella Germania: lui studierebbe nell’Accademia Karajan, in Berlino. E mentre era nella Germania, lui ha lavorato insieme a delle grandi orchestre tedesche.
Nel Gennaio del 1999, una tragedia è capitata a lui: dopo un sequestro lampo, suo padre è stato assassinato alla provincia di Laranjeiras, nel Rio de Janeiro!
Carlos è tornato in Brasile nel 2000, per continuare i lavori di suo padre dopo la sua morte. E suo fratello Felipe l’ha aiutato.


En Noviembre de 2000, Carlos se presentó por la primera vez como maestro, en el aniversario de 40 años del Museu da República do Rio de Janeiro.
En 2001, él volvió a su cargo como primer oboísta de la Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (ya lo había sido 6 años antes), donde se queda hasta hoy.
Desde 2002, Carlos ostenta el Título de Grado en Música.
El ya trabajó con casi todos los grandes maestros brasileños.
En 2009, Carlos y su hermano Felipe (que es violinista) estuvieron en 3 conciertos producidos por la Petrobras para homenajear su padre, muerto 10 años antes.
Uds pueden clicar sobre el enlace arriba para ver una entrevista de Carlos y Felipe en tal ocasión (en Portugués).


Até mais!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

LUIZ ARMANDO QUEIROZ 1945-1999

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico GLBT: o ator, diretor e apresentador brasileiro Luiz Armando Queiroz.

Ele nasceu em Pernambuco, em 1945.
A estreia do Luiz na televisão foi na novela Selva de Pedra (1972).
No ano seguinte, ele interpretou o Tuco na 1ª versão de A Grande Família (na versão atual do seriado, o personagem é interpretado pelo Lúcio Mauro Filho).
Aliás, foi nos anos 70 que o Luiz teve os trabalhos mais marcantes dele na televisão.
Em 1974, ele teve a estreia dele no cinema, com o filme As Alegres Vigaristas.
Mas foi no teatro que a carreira do Luiz realmente se desenvolveu mais, tanto como diretor quanto como ator.
Aparentemente, a carreira dele como galã televisivo não seguiu em frente por ele ter um jeito relativamente afeminado, o que demonstrava a homossexualidade dele. E um galã vive, antes de mais nada, da imagem de sedutor de mulheres, né?
Mas nunca se soube com clareza se o Luiz era homossexual ou bissexual, pois ele também não expunha isso publicamente.
Em 1989, ele começou a apresentar o programa Sem Limite, na extinta Rede Manchete.
Depois disso, o Luiz passou a se dedicar mais a dar aulas de interpretação pra iniciantes e participar de shows beneficentes.
Em 1995, ele estreou como diretor, na novela A Idade da Loba, da Rede Bandeirantes, na qual ele também trabalhou como ator.
A última vez do Luiz na televisão foi em 1 capítulo do Você Decide, em 1998.
Em Dezembro do mesmo ano, ele descobriu que tava com câncer nos gânglios linfáticos.
Logo depois, o Luiz começou a fazer uma quimioterapia. Mas não sobreviveu ao tratamento, morrendo em 16 de Maio do ano seguinte, depois de ter passado 2 meses internado.
Ele teve ao todo 39 trabalhos como ator no cinema e televisão e 3 como diretor.

Today we’ll talk a little about another LGBT historical character: the Brazilian actor, director, and showman Luiz Armando Queiroz.
He was born in Pernambuco, in 1945.
Luiz’s debut as a TV actor was in the telenovela Selva de Pedra (1972).
The next year, he portrayed Tuco, a character of the sitcom A Grande Família, known in the States as The Great Family (nowadays the actor Lúcio Mauro Filho portrays such character).
By the way, Luiz’s main TV characters were born in the 70s.
In 1974, he had his debut as a cinema actor, in As Alegres Vigaristas.


Luiz fue antes que todo un actor y director de teatro, aunque tuviera carreras también en TV y Cine.
Es posible que su carrera como galán televisivo no se haya desarrollado por cuenta de sus ademanes un poquito afeminados, que mostraban su homosexualidad. Y un galán vive, antes que todo, de su renombre como seductor de mujeres, ¿verdad?
Pero nadie nunca supo bien si Luiz era homosexual o bisexual, puesto que él no hablaba de eso en público.
En 1989, él empezó a trabajar como presentador del show Sem Limite, de la actualmente quebrada emisora de TV Manchete.
Después de eso, Luiz empezó a trabajar como profesor de actuación para nuevos actores y a presentar shows beneficientes.


Nel 1995, Luiz ha avuto la sua prima volta come direttore, nella telenovela A Idade da Loba, del network televisivo Bandeirantes. E lui è stato anche un attore di questa telenovela.
La sua ultima volta in TV è stata nel serial Você Decide, nel 1998.
Nel Dicembre dello stesso anno, Luiz ha scoperto che aveva un cancro nei linfonodi.
Dopo questo, lui ha cominciato una chemioterapia. Ma questo è stato troppo forte per lui: dopo esser stato 2 mesi in ospedale, lui è morto nel 16 Maggio del 1999.
Senza parlare dei suoi moltissimi lavori al teatro, Luiz ha avuto anche 39 lavori come attore e 3 come direttori in TV.


Até mais!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

VAMOS BOTAR O DOURADO PRA FORA!

Oi!!!

Gente, antes de ir ao tema principal de hoje, quero lembrar a vocês que tem um novo paredão formado no atual BBB. E um dos emparedados é o Dourado, um homofóbico assumido que já fez declarações como:

“Homem hétero não pega AIDS.”

Isso entre outras coisas que ele já disse!
Bom, chegou a hora de derrubarmos ele. Lá vai o link pro paredão do BBB:

http://bbb.globo.com/

Vamos acabar com ele!
E agora, no post abaixo desse, o post com o tema que eu escolhi pra hoje:

AFINAL, O QUE É VODU HAITIANO?

Bom, acredito que não seja novidade pra ninguém aqui a tragédia que aconteceu no Haiti no último dia 12 de Janeiro, quando um terremoto de 07 graus da Escala Richter destruiu várias regiões do país e matou mais de 200000 pessoas...
Até ali, o Haiti era uma país de pouca projeção pro resto de Mundo, ironicamente só passando a chamar mais atenção pela catástrofe que sofreu. E uma das coisas relacionadas ao Haiti que chamaram a atenção de muita gente do Brasil foi a questão de uma grande parte dos haitianos serem praticantes do Vodu.
Quando se fala a palavra “Vodu” (ou “Vudu”, como alguns chamam), a 1ª coisa que vem à mente da maioria das pessoas é alguém usando uma roupa estilo ‘curandeiro africano’ e enfiando alfinetes e agulhas num boneco, né?rs
Mas será que é mesmo isso?
Bom, com o post de hoje, vou tentar esclarecer aqui o que é o Vodu praticado no Haiti, apesar de que, mesmo me referindo ao Vodu que é praticado SÓ sob influências haitianas, ainda assim o assunto é meio complexo...
Talvez a 1ª coisa que se pense é que o Vodu Haitiano foi uma religião que os escravos africanos levaram pra lá, assim como os escravos que foram trazidos pro Brasil trouxeram com eles o Calundu, que se transformou no atual Candomblé.
Na verdade, apesar de ter acontecido lá uma situação parecida com o que aconteceu aqui, a coisa lá foi mais complexa do que aqui...
Africanos da atual República da Guiné foram levados pro Haiti como escravos e tiveram o Catolicismo Romano imposto a eles como religião. E lá eles encontraram os taínos, índios nativos da região, vivendo na mesma situação, devido à opressão dos colonizadores europeus.
Os africanos perceberam que os taínos, pra continuar adorando seus deuses, disfarçaram eles de santos católicos (a mesma coisa que os africanos trazidos pro Brasil fizeram com os orixás). E pensaram em fazer mais ou menos a mesma coisa pra manter os rituais religiosos deles.
Aparentemente, os africanos levados pro Haiti acreditavam num Deus Único. Mas, abaixo Dele, também ofereciam culto a uma multidão de espíritos. E pra manter o culto a esses espíritos, associaram cada um deles a um santo católico, o que acabou resultando na fixação de uma série de práticas católicas nos rituais deles.
Mas eles também adotaram uma série de práticas taínas nos rituais que começaram a praticar a partir dali. E isso foi criando vários grupos separados de Vodu: alguns com uma influência católica mais forte; outros com uma influência taína mais forte; outros tentando se manter mais fiéis aos ritos ancestrais africanos...
Até hoje, nos grupos voduístas mais católicos, uma das coisas que mais se vê nos rituais são imagens de santos católicos recebendo culto dos praticantes, que ao longo de cada ritual rezam várias vezes as orações do Pai Nosso e da Ave Maria.
Em alguns grupos voduístas mais africanizados, oferecem culto a uma entidade chamada Legba, que alguns teólogos supõem que é o deus Legba, adorado por tribos do Benin como deus protetor das construções (casas, templos...), representado em formato de pênis e associado ao Exu do Candomblé.

Seja o deus Legba ou seja apenas uma entidade com o mesmo nome, o Legba do Vodu é considerado um espírito, e não um deus.
Alguns grupos de Vodu tão divididos numa espécie de sistema de castas, parecido com o que existe na Índia, de acordo com os antepassados que eles acreditam que tiveram na África: grupos de descendentes de agricultores, grupos de descendentes de guerreiros, grupos de descendentes de sacerdotes... E cada grupo oferece culto aos espíritos desses antepassados.
Todos os grupos mantêm a crença no Deus Único, hoje chamado de Bondjê. Mas enquanto alguns grupos voduístas defendem a ferro e fogo que Bondjê é Javé, o mesmo Deus Único que os judaico-cristãos adoram, outros grupos voduístas defendem também a ferro e fogo que Bondjê não tem nada a ver com Javé.
De qualquer forma, os voduístas geralmente só se dirigem a Bondjê pra oferecer adoração a Ele. Mas pra interagir na vida cotidiana, eles se dirigem aos espíritos dos antepassados deles (e, no caso dos voduístas católicos, aos santos católicos). E geralmente chamam os antepassados mais antigos, que viveram na África, de “espíritos frios”, enquanto os espíritos dos antepassados mais recentes, que já nasceram no Haiti, são chamados de “espíritos quentes”.
Eles dizem que nenhum espírito é bom nem mau, mas que todos podem fazer tanto o bem quanto o mal aos vivos, dependendo da forma como forem tratados por eles.
Quando um praticante do Vodu morre, geralmente o corpo dele é enterrado no quintal da própria casa onde ele morava. E o espírito dele passa a ser cultuado pela família dele a partir daí.
Então, o ritual Vodu parece se centralizar basicamente nas honras prestadas aos espíritos dos antepassados.
É interessante observar algumas semelhanças aí com o Xintoísmo, religião japonesa que também tem por base louvar os espíritos dos antepassados mortos e que também tem uma entidade representada em formato de pênis: o deus Konseishin.


Na forma de tratar as outras pessoas, os dogmas voduístas parecem ser voltados pro sustento e proteção da comunidade (principalmente aos mais pobres), pra ideia de que o voduísta deve fazer favores a quem já fez favores a ele antes, pra reverência às pessoas mais velhas e pra ideia de que os rituais devem ser praticados sempre que possível em grupo (e só no mínimo indispensável das vezes pela pessoa sozinha).
Em relação ao corpo sacerdotal do Vodu, não existe um sacerdote supremo nem uma sacerdotisa suprema, com autoridade infalível nem inquestionável sobre todos os membros da religião. Cada grupo tem um houngan (sacerdote) ou uma mambo (sacerdotisa) que exerce autoridade só sobre aquele grupo específico.
Também não existe hierarquia de sexo nem de preferências sexuais no corpo sacerdotal: qualquer homem ou mulher que seja heterossexual, homossexual ou bissexual pode ser um sacerdote ou sacerdotisa do Vodu, sem que isso aumente nem diminua a autoridade nem os direitos e deveres sacerdotais dele.
Bom, como já vimos bem só até aqui, o Vodu tá dividido em vários e vários grupos diferentes, né? E apesar de ter alguns traços comuns entre todos os grupos, pode ser que você encontre por aí um grupo voduísta que só tenha 2 ou 3 das características que eu descrevi aqui e o resto seja todo diferente.
Em meados do século XX, muitos haitianos fugiram pros Estados Unidos, tentando escapar da ditadura no Haiti. E lá instalaram novos grupos de Vodu, que permanecem até hoje.
Em alguns grupos de Vodu da Louisiana, foram criados rituais em que feiticeiros voduístas espetam bonecos com agulhas ou mesmo dão facadas nesses bonecos (embora cada um pareça dar uma explicação diferente de por quê fazem isso). E embora essa prática não seja usada no Vodu Haitiano, imitações de bonecos desse tipo são feitas lá como suvenir, pra serem vendidas pra turistas. Mas aí não tem nenhum valor religioso. É só uma quinquilharia pra vender pros turistas mesmo.rsrs
Bom, antes de terminar, só vou repetir: tudo o que eu mencionei aqui foi sobre o Vodu HAITIANO. Mas é bom lembrar que escravos africanos também foram levados pra Cuba e pra República Dominicana, onde implantaram outros tipos de Vodu, com outras características.

Bueno, pienso yo que todos ya saben bien de lo que ocurrió en Haití el 12 de Enero, cuando un terremoto de magnitud 7,0 acabó con una gran parte del país y mató más de 200000 personas...
Hasta aquél momento, Haití era un país de que poco se hablaba en otras partes del Mundo. Pero eso cambió por cuenta de la tragedia que ocurrió allá. Y una de las cosas que más llamaron la atención de algunas personas fue el Vudú, una religión muy común allá.
Cuando uno habla la palabra “Vudú”, la primera cosa en que mucha gente piensa es en un hechicero africano enhebrando agujas en una muñeca, ¿verdad?
¿Pero es eso?
¡No! O por lo menos no es SIEMPRE eso. Y en este post aquí hablaré un poquito del Vudú de Haití para dar un poquito más de informaciones sobre esa religión y para dejar claro que sus dogmas no dicen solamente para enhebrar muñecas.
Cuando se habla en el Vudú de Haití, es cierto que muchos piensan que sea simplemente una religión llebada allá por los esclavos africanos, así como ocurrió con el Calundu, traído a Brasil por los esclavos y, actualmente, cambiado en el Candomblé.
En verdad, lo que ocurrió en Haití fue un poquito semejante a lo que ocurrió en Brasil, pero no fue propiamente lo mismo.
Los africanos de la actual República de Guinea fueron llebados allá como esclavos y obligados a cambiarse en católicos romanos. Y allá encontraron los taínos, nativos de aquella región, que también habían se cambiado, por obligación, en católicos.
A los africanos fue posible ver que los taínos, para continuar adorando sus dioses, los habían disfrazado de santos católicos (lo mismo que los esclavos traídos a Brasil hicieron con sus orixás). Y pensaron en hacer más o menos lo mismo para mantener sus rituales.
Según parece, los africanos llebados a Haití adoraban un Dios Único, arriba de una gran cantidad de espíritus de personas muertas. Y para mantener la adoración a tales espíritus, los asociaron a santos católicos, lo que acabó por dejar prácticas católicas en los rituales de Vudú.
Pero muchas prácticas taínas también se quedaron en los rituales de Vudú a contar de entonces. Y gracias a eso, fueron creados grupos diferentes de Vudú: algunos con inclinaciones más católicas, otros con inclinaciones más taínas, otros haciendo lo que pueden para mantener los rituales ancestrales africanos...


Ci sono diversi tipi di gruppi del Vudù...
Nei gruppi più cattolici, ci sono sempre le statue dei santi cattolici ed i vuduisti pregano il Padre Nostro e l’Ave Maria.
In alcuni gruppi più africani, si adora un’entità chiamata Papa Legba, che alcuni teologisti credono che sia il dio Legba, adorato nel Benin, caratterizzato come un pene (come si può vedere nella prima foto sopra) e associato al dio Eshu, del Candomblé.
Sia lui o no il dio Legba, non si vede il Legba del Vudù come un dio, ma come uno spirito.
Alcuni gruppi di Vudù sono un po’ simili alle caste dell’India, perché sono basate sugli ancestrali che quei gruppi credono che avevano nell’Africa: gruppi dei discendenti degli agricoltori, gruppi dei discendenti dei guerrieri, gruppi dei discendenti dei sacerdoti... Ed ogni gruppo adora gli spiriti dei suoi ancestrali.
I gruppi vuduisti tutti quanti adorano il Dio Unico del Vudù: Bondyè. Alcuni di questi gruppi gridano severamente che Bondyè è Geova, il Dio Unico degli ebraico-cristiani. Ma altri di questi gruppi gridano severamente che Bondyè non ha qualche relazione con Geova.
Comunque sia, i vuduisti generalmente soltanto adorano Bondyè, ma non Lo chiamano per risolvere i loro problemi di ogni giorno. In questo caso, chiamano gli spiriti. Questi possono essere gli “spiriti freddi” (quei che hanno vissuto nell’Africa) o gli “spiriti caldi” (quei che sono nato in Haiti).
Loro dicono che non ci sono spiriti buoni o spiriti cattivi, ma che gli spiriti tutti quanti possono essere buoni o cattivi. Questo dipende da quello che i vivi fanno a loro.
Quando un vuduista muore, quasi sempre il suo corpo è seppellito a casa sua, nel cortile. E da questo momento, la sua famiglia comincia a adorarlo.
Adorare gli spiriti degli ancestrali è il fondamento del Vudù.
È interessante ricordare che tutto questo è molto simile allo Scintoismo, la religione giapponese che, prima di tutto, adora gli spiriti degli ancestrali e che ha anche un’entità caratterizzata come un pene: il dio Konseishin (potete vederlo nella seconda foto sopra).


Haitian Voodoo dogmas about how to treat other people talk about supporting and protecting the community (especially the poor people of the community), doing favors to the people who have already done you favors before, honoring older people, and celebrating the rituals preferentially in group (you should not celebrate them alone).
About the Voodoo clergy, there is not a sovereign priest or a sovereign priestess with infallibility or with an unquestionable authority over the other members of the religion. Each Voodoo group has its own hougan (priest) or manbo (priestess). And he or she has authority only over the members of that specific group.
There isn’t either any kind of difference among the hougans and manbos about topics like gender or sexual orientation. Every heterosexual, homosexual, or bisexual man or woman may be a Voodoo priest or priestess. It doesn’t give him or her any kind of superiority or inferiority to the other priests and priestesses. And it doesn’t change his or her rights and obligations as a priest or priestess.
Well, as you guys can see, Voodoo has many and many different groups. There are some similarities among them. But perhaps one day you’ll find a Voodoo group which has very few characteristics like the ones which I mentioned here. And all the rest is different!
In the 60s, many people from Haiti went to the United States, trying to run away from the dictatorship in Haiti. And then they founded new Voodoo groups in the States.
In some Voodoo groups of Louisiana, the sorcerers thread needles, pins, and nails in dolls during their rituals. Or they even stab the dolls! But every Voodoo sorcerer gives a different explanation to what it is for. And in spite of such things aren’t done in the Haitian Voodoo, Haitians make souvenir dolls like those of Louisiana to sell them to tourists. But they don’t have any kind of religious value.
Before finishing the post, I have to remind you something: in this post I’m talking about the HAITIAN Voodoo. There are also different kinds of Voodoo in the Republican Republic and Cuba which have different dogmas and characteristics.


Até mais!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

OS “PSICÓLOGOS” (?!) DOS PROGRAMAS FEMININOS

Oi!!!

Hoje eu vou falar aqui sobre um assunto que tem desmerecido severamente a Psicologia: os psicólogos que se apresentam em programas femininos.
Eu me refiro àqueles programas que geralmente passam de tarde, na TV aberta, apresentando algum tipo de desentendimento familiar. O desenvolvimento desse tipo de programa geralmente é mais ou menos assim: a apresentadora do programa fala com uma das pessoas da família que tá se desentendendo com a outra, depois fala com a outra pessoa que também tá se desentendendo e geralmente no final do programa o dito psicólogo que dá “consulta” ali “analisa” a situação. Pelo menos, são essas as palavras que eles usam, né?
Mas vocês têm certeza de que aquilo é uma “consulta” e de que o que aqueles psicólogos fazem é “analisar” alguma coisa? Afinal, independente do tipo de desentendimento que tenha sido apresentado ali e independente de quem tenha feito o quê, o que esses psicólogos dizem nessas “consultas”?
Que faz parte da natureza da mulher fazer 10 mil coisas ao mesmo tempo e TODAS MUITO BEM (mas que homem sempre deixa a desejar, mesmo quando faz 1 coisa só), que conviver com homem é muito difícil, que homem SEMPRE tem que aturar mulher (por mais difícil que isso seja e mesmo que a mulher teja errada), que homem tem que aturar e entender todas as “crises emocionais” femininas (sem exceção), que homem não sabe lidar com mulher, que homem não sabe o que é melhor pra mulher (mas mulher sabe SEMPRE o que é melhor pra homem!), que a insensibilidade dos homens está arruinando a Humanidade (e por isso o Mundo seria perfeito se fosse mais “feminino”), que as mães estão sempre certas e nunca fazem nada por mal (no máximo, às vezes, elas cometem certos exageros por amor), que os filhos é que têm que entender as mães (mesmo quando eles têm mais razão do que elas), que as mães têm que ser sempre perdoadas (não importa que tipo de estrago elas tenham causado na vida dos filhos), que quando uma mulher age de uma forma mais racional e menos sentimental ela está violentando a feminilidade dela.
É tudo o que uma dona de casa que jogou a vida fora pra “cuidar” do marido e dos filhos quer ouvir, né? E não por acaso, 90% dos fãs desse tipo de programa são donas de casa que jogaram a vida fora pra “cuidar” dos maridos e dos filhos.
Eu escrevi “cuidar” entra aspas porque o que esse tipo de mulher faz na prática é ‘perseguir’ o marido e os filhos com base em exageros sentimentalóides, né? Mas, no entender dela, ela tá “cuidando da família dela”. E quer ser louvada por pensar e agir assim. E o discurso que esses psicólogos fazem é o próprio louvor que ela quer receber.
Portanto, só até aí, a gente já viu que o que tais psicólogos falam, muito antes de ser uma consulta, é uma simples babação de ovo de um determinado tipo de telespectador, que é o público alvo desse tipo de programa.
Agora, mesmo não levando isso em conta, vamos ver mais de perto como esses psicólogos se comportam...
Simplificando, o que eles dizem?
Que mesmo que a mulher sempre agrida o homem (verbalmente ou fisicamente) na convivência que ela tem com ele “não é desejável” que ele se afaste dela. Isso é a análise de um psicólogo sério?
Que qualquer ataque histérico que a mulher dê não pode ser visto pelo homem como futilidade nem como frescura e nem sequer como algo desagradável, mas sim como “crises emocionais da mulher”, que o homem não pode rejeitar, “porque mulher é assim”. Isso é a análise de um psicólogo sério?
Que qualquer homem tá muito despreparado pra conviver com o universo feminino só porque ele não entende TUDO o que a mulher pensa, TUDO o que a mulher sente, TUDO o que a mulher fala e TUDO o que a mulher faz. Então, ele “não sabe ser homem” por causa disso. Aí, diante disso, o psicólogo fica repetindo pro homem que tá lá no programa: “Seja homem!” “Seja homem!” “Seja homem!”. Isso é a análise de um psicólogo sério?
Se o homem não demonstra sensibilidade em relação à mulher, o psicólogo fala no mesmo instante:

“A gente vê logo de início que o fulano é um homem muito machista, né?”

Se o homem demonstra sensibilidade em relação à mulher, o psicólogo se limita a começar com aquilo:

“Seja homem! Seja homem! Seja homem!”

Isso é a análise de um psicólogo sério?
Quando é um casal hétero que tá sendo “analisado” e a mulher quer desistir do casamento, o psicólogo fala alguma coisa mais ou menos assim:

“A fulana já está estressada com essa situação. E quando a mulher diz ‘chega’, é chega mesmo!”

Quando é o homem que quer desistir do casamento, pelo mesmo motivo ou por um motivo até mais sério que seja, o psicólogo na mesma hora aponta o dedo pra ele e fala:

“Eu acho que você tem algum problema de convivência, hein!”

Isso é a análise de um psicólogo sério?
Quando uma mãe comete um erro brabo na vida do filho, que prejudicou ele seriamente mesmo e, por mais que tentem deturpar a história pra inocentar a mãe, não tem como negar que ela cometeu aquele erro, o psicólogo fala:

“Bom, é muito fácil culpar a mãe. O filho é que tem que entender a mãe e reconstruir a vida dele.”

Isso é a análise de um psicólogo sério?
E existe também sempre aquela tendência de afeminar o máximo possível tanto os homens quantos as mulheres que tão no programa, sempre dando a entender que a “forma feminina de se comportar” é sempre a que deve ser mais seguida e a “forma masculina de se comportar” deve ser sempre o mais abandonada possível.
Não é difícil ver esses psicólogos falando pros homens que tão presentes no programa:

“Eu conheço homens casados, com filhos, mas que aprenderam a ter aquele jeitinho feminino de se comportar... Aquela coisa que a mulher fala com o filho do tipo ‘Depois a gente fala com o seu pai’. Então, esses homens é que tã mandando bem”.

Ou falando pras mulheres que tão presentes no programa:

“Não é porque você faz, que você acontece, que você não pode ir pra cozinha preparar alguma coisa pro seu marido, levar café na cama pro seu marido...”

Isso é a análise de um psicólogo sério?

Bom, agora, me dirigindo aos psicólogos sérios, vocês não acham que o fato de vocês serem representados na TV aberta por esse tipo de profissional tá acabando com a imagem de vocês? Acho que vocês tão perdendo cada vez mais credibilidade graças a certas pessoas que aparecem em público sacudindo um diplominha de Psicologia e, graças a isso, achando que podem fazer esse tipo de análise psicológica, se é que isso é uma análise psicológica.
É quase a mesma coisa que aqueles psicólogos evangélicos que fazem uma pregação evangélica conservadora e chamam isso de “análise psicológica”.
Vocês, profissionais sérios da Psicologia, deviam se organizar mais pra punir essas criaturas que falam aberrações mega-hiper-ultra-tendenciosas em público e chamam isso de “análise psicológica”!

Be careful about the psychologists who “work” at talk shows which have housewives as their target audience!

¡Ten cuidado con los psicólogos que “trabajan” en los talk shows que tienen las amas de casa como su público-meta!

Sta attento agli psicologhi che “lavorano” ai talk show che hanno le casalinghe come il suo target di comunicazione!

Fica aí algo pra refletir.
Até mais!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

PRA QUEM QUER SABER MAIS SOBRE RELIGIÃO ROMANA...

Oi!!!

Na enquete desse mês, teve uma pessoa que viu o post do mês passado sobre o Helenismo em que eu anunciei que vou fazer posts sobre os Deuses Olímpicos e perguntou se eu vou falar aqui sobre a religião romana também.
Bom, até 2ª ordem, eu vou falar só sobre os 12 Deuses Olímpicos Maiores. E portanto, só sobre o Helenismo (religião grega).
Pelo menos por enquanto, não tenho planos de falar sobre a religião romana. Mas, pra quem quiser conhecer mais sobre o assunto, um livro que eu indico é o Dicionário Mítico-Etimológico de Mitologia e Religião Romana, do Junito Brandão.
E no post abaixo desse aqui vai o 2º da série que eu anunciei.

AFRODITE e ARES

AFRODITE


Essa deusa, claramente, não é de origem grega. A maioria dos historiadores concordam que ela é Astarté, a deusa fenícia da água, que recebeu o nome de Afrodite quando começou a ser louvada na Grécia.
Quando os mercadores fenícios desembarcavam nas praias gregas, faziam oferendas a Astarté pra agradecer pela proteção na viagem que tinham acabado de fazer. E os gregos, vendo isso, adotaram o culto dessa deusa, mudando o nome dela.
Como a água tem poderes férteis, Afrodite passou a ser vista como deusa da fertilidade também. Como a fertilidade tá ligada ao sexo e ao amor, ela passou a ser vista como deusa do sexo e do amor também. E esses são só alguns dos atributos que a deusa assumiu na Grécia, pois ela também foi deusa de várias outras matérias por lá. Até como deusa da guerra ela chegou a ser vista em algumas cidades gregas!
Tanto os mitos quanto as lendas populares contam que Afrodite teve muitos amantes, tanto imortais quanto mortais, que foram os pais de vários filhos dela. Mas, como ela se recusou a transar com Zeus, Ele Se vingou, obrigando ela a se casar com Hefesto, o mais horroroso de todos os deuses olímpicos. Apesar disso, nenhum mito ou lenda menciona filhos nascidos desse casamento, ao mesmo tempo em que todos concordam que Afrodite mal chegava perto do marido e continuava tendo várias relações extraconjugais.
Se essa deusa era vista assim pelos gregos, o que a gente pode concluir é que ela era o símbolo religioso da mulher de sexualidade livre, senhora das suas próprias decisões, que tem todos os relacionamentos que quiser e com quem quiser, não se relaciona com quem não quer e não se sente presa a casamento nenhum nem obrigada a ter filhos com marido nenhum.
É bom lembrar que, pros gregos antigos, a alegria e o sexo eram considerados sagrados, e não pecaminosos, como os grupos religiosos judaico-cristãos conservadores tentam impor hoje. O sexo só era sacrilégio pra quem tivesse feito algum voto de castidade, o que não era o caso dos adoradores de Afrodite: ela não proibia nenhum tipo de amor nem de prática sexual, mas, pelo contrário, incentivava. E quem pretendia conquistar o amor da pessoa amada, independente do sexo dessa pessoa, sempre se voltava pra Afrodite.
Consequentemente, ela também era considerada a protetora de todas as pessoas que tinham o sexo como atividade básica e necessária pra vida delas. As prostitutas da Grécia Antiga, principalmente, louvavam essa deusa com essa visão.
Assim, atualmente, Afrodite pode tranquilamente ser considerada a deusa protetora dos atores pornô, tanto quanto de todas as demais pessoas que trabalham com sexo.
Ela também era imaginada pelos gregos antigos como a mais linda de todas as deusas olímpicas, mais até do que Hera e Atena.
São vários os animais e vegetais que simbolizam Afrodite. Mas entre os mais comuns tão o pombo e o mirto.

Aphrodite is certainly a non-Greek goddess. Most of the historiographers agree she is Astarte, the Phoenician goddess of water, who was renamed Aphrodite when the Ancient Greeks started worshiping her.
When the Phoenician merchants disembarked on the Greek beaches they used to give some kind of offering to Astarte to thank her for the good voyage. And when the Greeks saw that, they adopted the goddess’ worship, but changing her name.
Water has fertility. Then, it made Aphrodite the goddess of fertility too. Fertility is associated to sex and love. Then, it made Aphrodite the goddess of sex and love too. And theses are only some of the possessions which this goddess received in Greece. She was seen even as the goddess of war in some Greek cities!
Her myths tell us she had many lovers, both divine and human ones, who gave her many children. But as she rejected having sex with Zeus, He forced her to marry Hephaestus, the ugliest among all the Olympian Gods, as a punishment. Even so, no child is mentioned to be born from this marriage. And Aphrodite rarely went near her husband, while she had many extramarital relations.
If the Ancient Greeks used to see this goddess in this way, she is the religious symbol of sexually free women, who make decisions over their lives by themselves, who have sex with who they want and as much as they want it, who don’t have sex with who they don’t want, and who don’t think they are obliged to live for a husband or to have children with such husband.
Don’t forget the Ancient Greeks saw happiness and sex as something holy and not as something sinful, as conservative jewish-christians see it. Sex was a sacrilege only for the ones who had made a vote of chastity. And Aphrodite’s worshipers weren’t among them. She’s never forbidden any kind of love or sex. Actually she’s always encouraged them. And every person who wanted to seduce the person who he/she loved begged it from Aphrodite.
In this way, she was also seen as the protector of all the people who had sex as a basic and necessary activity in their lives. Especially the Ancient Greek prostitutes worshiped the goddess in such conception.
Then, nowadays, Aphrodite can be seen with no problem as the protector goddess of the porn actors and actresses, as well as of all the other people who work with sex.
She was also seen as the most beautiful of all the Olympian Goddesses.
Many animals and vegetables symbolize Aphrodite. Doves and myrtles are among them.


Está claro que Afrodita no es una diosa griega. La mayor parte de los historiadores dice que ella es Astarté, la diosa fenicia del agua, que tuvo su nombre cambiado a Afrodita cuando los griegos antíguos empezaron a adorarla.
Cuando los comerciantes fenicios desembarcaban en las playas griegas, ellos hacían ofrendas a Astarté para agradecerle por el buen viaje. Y cuando los griegos lo vieron, pasaron a adorarla también, cambiándole el nombre.
El agua tiene fertilidad. Así, eso hizo Afrodita la diosa de la fertilidad también. La fertilidad está vinculada al sexo y al amor. Así, eso hizo Afrodita la diosa del sexo y del amor también. Y esas son solamente algunas de las posesiones que esa diosa recibió en Grecia. ¡Ella fue vista hasta mismo como la diosa de la guerra en algunas ciudades griegas!
Los mitos de Afrodita dicen que ella tuvo muchos amantes, tanto divinos cuanto humanos, que le dieron muchos hijos. Pero puesto que ella rechazó sexualmente a Zeus, El la forzó a casarse con Hefesto, el más feo de todos los dioses olímpicos, para castigarla. A pesar de esto, ningun hijo nació de tal casamiento. Y Afrodita casi nunca se acercaba se su marido, al mismo tiempo en que tenía muchas relaciones extra conyugales.
Si los griegos antíguos veían esa diosa así, ella es el símbolo religioso de la mujer sexualmente libre, que decide lo que quiere de su vida, que hace sexo con quien quiere y cuanto lo quiere, que no hace sexo con quien no lo quiere y que no se siente forzada a vivir para un marido o a tener hijos con ese marido.
Es bueno no olvidar que los griegos antíguos veían la felicidad y el sexo como algo sagrado y no como algo pecaminoso, como los judío-cristianos conservadores lo veen. El sexo era un sacrilegio solamente para las personas que habían hecho algun voto de castidad. Y los adoradores de Afrodita no estaban entre esos. Ella nunca fue contra cualquier tipo de amor o sexo. En verdad, ella los estimulaba. Y cualquier persona que deseaba seducir su amado/amada, lo rogaba a Afrodita.
Así, ella también era vista como la protectora de todas las personas que tenían el sexo como una actividad básica y necesaria para vivir. Principalmente las prostitutas griegas antíguas la adoraban en tal concepción.
Así, actualmente, Afrodita puede ser vista sin problemas como la diosa protectora de los actores porno, tanto cuanto de todas las otras personas que trabajan con sexo.
Ella también era vista como la más bella de todas las diosas olímpicas.
Muchos animales y vegetales simbolizan Afrodita. La paloma y el mirto están entre ellos.


È sicuro che Afrodite non è una dea greca. Gli storiografi quasi tutti quanti dicono che lei è Astarte, la dea fenicia dell’acqua, che ha avuto il suo nome cambiato a Afrodite quando i greci hanno cominciato a adorarla.
Quando i commercianti fenici sbarcavano sulle spiagge greche, facevano delle offerte a Astarte per ringraziarle per il viaggio. Quando i greci l’hanno visto, anche loro hanno cominciato a adorarla, cambiando il suo nome.
L’acqua ha fertilità. Così, questo ha fatto Afrodite la dea della fertilità. La fertilità è legata al sesso ed all’amore. Così, questo ha fatto Afrodite la dea del sesso e dell’amore. E queste sono soltanto alcune fra le molte possessioni che la dea ha ricevuto nella Grecia. Lei è stata vista anche come la dea della guerra a delle città greche!
I miti di Afrodite raccontano che lei ha avuto molti amanti, tanto divini quanto umani, che le hanno dato molti figli. Ma lei si è rifiutata di fare sesso con Zeus. E Lui, volendo così punirla, l’ha obbligata a sposare Efesto, il più brutto fra gli dei olimpici tutti quanti. Ma anche così, Afrodite non ha mai dato figli a Efesto e quasi mai si avvicinava a lui, allo stesso tempo che aveva molte relazioni extraconiugali.
Se i greci antichi vedevano questa dea così, lei è il simbolo religioso della donna sessualmente libera, che decide quello che vuole, che fa sesso con chi lo vuole e quanto lo vuole, che non fa sesso con chi no lo vuole e che non si sente obbligata a vivere per suo marito od a avere figli con tale marito.
Non dimenticare che nella Grecia Antica la felicità ed il sesso erano sacri e non peccaminosi, come lo vedono gli ebraico-cristiani conservatori. Il sesso era un sacrilegio soltanto se la persona avesse fatto un voto di castità. Ed i devoti di Afrodite non lo facevano. Lei non era contro qualche tipo di amore o sesso. Veramente, lei incentivava queste cose. E quando qualche persona voleva sedurre la persona che amava, lo supplicava a Afrodite.
Così, lei era anche vista come la protettrice delle persone tutte quante che avevano il sesso come un’attività basica e necessaria alla loro vita. Principalmente le prostitute greche antiche l’adoravano così.
Bene, oggigiorno, Afrodite può esser vista senza problemi come la dea protettrice degli attori porno, tanto quanto delle persone tutte quante che lavorano con sesso.
Lei era anche vista come la più bella delle dee olimpiche tutte quante.
Molti animali e vegetali sono simboli di Afrodite. La colomba ed il mirto sono fra essi.


ARES


A origem de Ares não é muito clara, mas ele já era louvado na Grécia, no mínimo, desde o século IX a.C.
Embora no Helenismo não existam demônios (no sentido judaico-cristão da palavra), o deus que mais se aproxima dessa conotação é Ares.
Nas obras do poeta Homero, ele é chamado de “o mais odioso de todos os deuses olímpicos” e “encarnação do mal”. E séculos depois, o teatrólogo Ésquilo determinou que Ares é o “deus que não é um deus de verdade”.
Embora já tenha sido mencionado por várias vezes em épocas diferentes e países diferentes como “deus da guerra”, na verdade Ares não é bem isso. É um deus guerreiro, evidentemente. Mas ele não controla a guerra nem vive em função dela. Ele é o deus da carnificina e da violência, praticadas dentro da guerra ou fora dela.
Ares era imaginado aparecendo nas lutas só pra participar dos atos de violência, destruindo quem encontrava pela frente da forma mais aleatória possível e soltando gritos aterrorizantes de satisfação a cada vez que derramava sangue.
Ele era visto pelos gregos antigos como filho de Zeus e Hera, o que fazia dele o legítimo Príncipe do Olimpo e deveria dar a ele uma posição de destaque entre as outras divindades. Mas os mitos e lendas populares dizem claramente que, devido à personalidade descontroladamente sádica e violenta que Ares tem, ele é desprezado até pelas outras divindades olímpicas. Inclusive pelos pais Zeus e Hera!
Só Afrodite era imaginada tendo alguma afeição por Ares. E foi só com ela, de acordo com alguns mitos, que ele teve um relacionamento romântico, do qual nasceram alguns filhos.
Ares também era imaginado como pai de vários e vários outros filhos, mas quase todos nascidos dos estupros que ele praticava frequentemente em várias mulheres. E quase todos esses filhos eram bandidos e malfeitores de personalidade quase tão sádica e sanguinária quanto o pai.
Diga-se de passagem, Ares é um deus 100% heterossexual: nenhum mito nem lenda menciona qualquer contato sexual dele com nenhum ser do mesmo sexo.
Apesar da violência com a qual ele lutava, as lendas sobre Ares geralmente mencionam esse deus levando a maior surra de guerreiros mortais (principalmente de Hércules) quando se metia a lutar contra um deles. E muitas vezes tendo que fugir da luta no final!
Se no imaginário popular os gregos antigos pensavam em Ares como um deus desprezado pelos outros deuses e ridicularizado pelos mortais, na prática a coisa não era nem um pouco diferente: ele era a divindade olímpica menos adorada pelos antigos gregos. Em Atenas, então, ele só tinha um altarzinho mixuruca.
Só nas cidades de Tebas e Esparta é que ele tinha templos realmente maiores e recebia um culto mais desenvolvido.
Mas será que todas essas características não são meio estranhas num deus? Ares não ajuda nem protege ninguém (todos os deuses e deusas, de qualquer religião, protegem no mínimo um grupo específico de pessoas), ele mata e destrói ao acaso o que encontra pela frente, ninguém gosta dele (com raríssimas exceções), ele é imaginado sendo sempre derrotado por meros mortais e a maioria das pessoas não oferecem louvores a ele.
E aí fica uma questão que nenhum historiador nunca conseguiu entender bem até hoje: por que uma divindade tão mal vista por todos foi elevada ao posto de filho do Casal Real do Olimpo e, graças a isso, Príncipe dos Deuses?
De qualquer forma, Ares pode ser visto como o símbolo religioso do homem bem nascido, que desde o início tinha tudo pra ter mais destaque do que os outros, mas perdeu tudo isso devido à sua personalidade negativa e aos seus atos maléficos.
Assim, ele deve ser visto pelos praticantes do Helenismo como o anti-exemplo: aquele em quem se deve pensar pra fazer tudo ao contrário do que ele faz.
Não consegui encontrar registro de nenhum vegetal consagrado a ares, mas o animal consagrado a ele é o abutre.

Ares’ origin isn’t very clear. But he’s been worshiped in Greece at least since the 9th century B.C.
Hellenismos doesn’t have demons (in the jewish-christian sense). But Ares is the most similar to that definition god.
In poet Homer’s works, he is called “the most odious among all the Olympian Gods” and “incarnation of evil”. And centuries later, playwriting Aeschylus called him “the god who is not a god”.
Ares has been called at different times and places “the god of war”. Actually that’s not the case. He’s a warrior god, of course. But he doesn’t control warfare and doesn’t live for that. He is the god of bloodbath and violence, both inside and outside warfare.
Ares was imagined at the battles just to take part in the violent acts. Then, he destroyed everybody who he met with no sense, while he shouted horrible exclamations every time he hurt or killed somebody.
He was seen by the Ancient Greeks as Zeus and Hera’s son. It would make him the Prince of Olympus and give him a superior position over the other deities. But thank to his sadistic and violent personality, Ares was hated even by the other Olympian Deities. Including his parents Zeus and Hera!
Only Aphrodite was imagined loving Ares in some way. And she was the only being who had a love affair with him and gave him children born from love.
It was believed he had many other children, but almost all of them were born from the women who he used to rape frequently. And almost all his spawns were criminals and evil people who had almost the same kind of personality than their father.
By the way, Ares is an 100% heterosexual god: no myth mentions him having affairs with any male being.
Even talking about a so violent god, Ares’ myths often mention him being spanked by human warriors (especially Hercules) when he dared to fight against them. And in many cases he had to run away from them!
You see, Ares was imagined being hated by the other gods and ridiculed by humans. And in the religious aspects, things weren’t different: he was the least worshiped olympian deity in the Ancient Greece. In Athens he had only a ridiculous little shrine.
Thebes and Sparta were the only Greek cities which had bigger temples of Ares and worshiped him in a stronger way.
Don’t you think such characteristics are some strange when you talk about a god? Ares helps and protects nobody (every god or goddess of every religion protects at least a group of specific people), he kills hit and miss everyone who he meets, nobody likes him (except for very few beings), he is imagined being defeated by simple humans, and most of the people never worship him.
Because of that, there’s a question which historians have never been able to answer well: why was a so badly seen deity imagined as a son of the King and Queen of Olympus?
Anyway, Ares can be seen as the religious symbol of the highborn man who had everything to be over the others, but lost everything because of his negative personality and his evil acts.
In this way, he should be seen by the members of Hellenismos as an anti-example: you should do the opposite of what he does.
I haven’t found any vegetal which symbolizes Ares, but vulture is his symbol among the animals.


El origen de Ares no es muy claro. Pero él ya era adorado en Grecia por lo menos desde el siglo IX a.C.
El Helenismo no tiene demonios (en el sentido judío-cristiano). Pero Ares es el dios más similar a eso.
En los textos del poeta Homero, él es llamado “el más odioso entre todos los dioses olímpicos” y “encarnación del mal”. Y algunos siglos después, el dramaturgo Esquilo lo llamó “el dios que no es dios”.
Ares ya fue llamado “dios de la guerra” en diferentes épocas y lugares. En verdad, no es eso. El es un dios guerrero, es claro. Pero no controla la guerra y tampoco vive para ella. El es el dios de la carnicería y de la violencia, tanto dentro cuanto fuera de la guerra.
Ares era imaginado en las luchas solamente para participar de los actos de violencia. Así, él destruía quien encontrara, sin ningun sentido, mientras que vociferaba gritos horribles cada vez que mataba o hería alguien.
El era visto por los griegos antíguos como hijo de Zeus y Hera, lo que lo haría Príncipe del Olimpo y le daría superioridad sobre las otras divinidades. Pero, gracias a su personalidad sádica y violenta, Ares era odiado por las otras divinidades olímpicas. ¡Incluso sus padres Zeus y Hera!
Solamente Afrodita era imaginada amándolo de alguna forma. Y ella fue el único ser con quien él tuvo una relación de amor y le dio hijos nacidos del amor.
Se pensaba que Ares tenía muchos otros hijos, pero casi todos nacidos de las mujeres que él estupraba siempre. Y casi todos sus hijos eran bandidos y personas perversas que tenían casi el mismo tipo de personalidad de su padre.
Dicho sea de paso, Ares es un dios 100% heterosexual: ningun mito habla de relaciones suyas con seres masculinos.
Mismo hablando de un dios tan violento, los mitos de Ares casi siempre hablan de él siendo vapuleado por guerreros humanos (principalmente Hércules) que él había desafiado. Y en muchos casos, ¡él tuvo que huirse de ellos!
Así, Ares era imaginado siendo odiado por los otros dioses y ridiculizado por los humanos. Y en situaciones religiosas no era diferente: él era la divinidad olímpica menos adorada por los griegos antíguos. En Atenas, él tenía solamente un pequeño y ridículo altar.
Tebas y Esparta eran las únicas ciudades griegas que tenían templos suyos mayores y le hacían una adoración mayor.
¿No crees que tales características son un poco extrañas en un dios? Ares no ayuda o protege nadie (todo dios o diosa de todas las religiones protegen por los menos un grupo específico de personas), él mata sin sentido a quien encuentra, nadie le tiene simpatía (salvo algunos poquísimos seres), él es imaginado siendo vencido por simples humanos y la mayor parte de las personas nunca le hace adoración.
Por cuenta de eso, hay una pregunta que nunca fue posible a ningun historiador responder bien: ¿por que una divinidad que era tan mal vista era imaginada como hijo de la Pareja Real Olímpica?
Como sea, Ares puede ser visto como el símbolo religioso del hombre de ilustre cuna que tenía todo para tener superioridad sobre los otros, pero perdió todo eso por cuenta de su personalidad negativa y de sus actos perversos.
Así, él debe ser visto por los miembros del Helenismo como un anti-ejemplo: se debe hacer lo opuesto de lo que él hace.
No me fue posible encontrar un vegetal que sea símbolo de Ares, pero el buitre es su símbolo entre los animales.


L’origine di Ares non è molto sicura. Ma lui era già adorato nella Grecia almeno dal secolo IX a.C.
L’Ellenismo non ha demoni (nel senso ebraico-cristiano). Ma Ares è il dio più simile a questo.
I testi del poeta Omero lo chiamano “il più odioso fra gli dei tutti quanti dell’Olimpo” e “incarnazione del male”. E secoli dopo, il drammaturgo Eschilo l’ha chiamato “il dio che non è dio”.
Ares è già stato chiamato “dio della guerra” in diversi posti ed epoche. Veramente, non è questo. Lui è un dio guerriero, chiaramente. Ma non controlla la guerra e non vive per essa. Lui è il dio della carneficina e della violenza, tanto fuori quanto dentro la guerra.
Ares era immaginato nelle battaglie solamente per partecipare alla violenza. Così, lui distruggeva quei che trovava, senza qualche senso, mentre vociferava degli urli orribili ogni volta che uccideva o feriva qualcuno.
I greci antichi lo vedevano come figlio di Zeus e Era, quello che lo farebbe Principe dell’Olimpo e gli darebbe qualche superiorità sulle altre divinità. Ma, grazie alla sua personalità sadica e violenta, le altre divinità olimpiche l’odiavano. E questo includeva i suoi genitori Zeus e Era!
Soltanto Afrodite era immaginata l’amando in qualche modo. E lei è stata l’unico essere con chi lui ha avuto una relazione di amore e gli ha dato figli nati dall’amore.
Si credeva che Ares aveva molti altri figli, ma quasi tutti quanti nati dalle donne che lui sempre stuprava. E quasi tutti quanti erano banditi o persone cattive quasi con lo stesso tipo di personalità di loro padre.
A proposito, Ares è un dio 100% eterosessuale: i suoi miti non parlano mai di qualche relazione sua con esseri maschili.
Anche parlando di un dio così violento, i miti di Ares quasi sempre parlano di guerrieri umani (principalmente Ercole) lo sculacciando, quando lui sfidava uno di loro. E frequentemente lui aveva bisogno di fuggire da loro!
Odiato dagli altri dei e beffato dagli umani. Così Ares era immaginato. E nella religione non era diverso: lui era la divinità olimpica meno adorata nella Grecia Antica. A Atene, lui aveva solamente un piccolo e ridicolo altare.
Tebe e Sparta erano le uniche città greche che avevano tempi suoi più grandi e gli facevano un’adorazione più forte.
Non credete che tali caratteristiche sono un po’ strane per un dio? Ares non aiuta o protegge nessuno (gli dei e dee tutti quanti delle religioni tutte quante proteggono almeno le persone di un gruppo particolare), lui uccide quei che trova senza qualche senso, nessuno gli vuole bene (eccetto dei pochissimi esseri), dei semplici umani lo vincono sempre e la parte più grande delle persone non gli fa qualche adorazione.
Così, c’è una domanda che gli storiografi non l’hanno mai risposta bene: perché una divinità che era così malvista era immaginata come figlio della Coppia Reale Olimpica?
Comunque sia, Ares può esser visto come il simbolo religioso dell’uomo nobile di nascita che aveva tutto per essere superiore agli altri, ma ha perso tutto questo dovuto alla sua personalità negativa ed alla sua condotta cattiva.
Così, i membri dell’Ellenismo devono vederlo come un anti-esempio: devono fare l’opposto di quello che lui fa.
Non ho trovato qualche vegetale che sia un simbolo di Ares, ma l’avvoltoio è un simbolo suo fra gli animali.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

VARRENDO E DANÇANDO

Oi!!!

E já que tamos em época de Carnaval, hoje vamos dar uma olhada num dos principais símbolos do Carnaval Carioca nos últimos 13 anos: o gari brasileiro Renato Sorriso.

Renato Luiz Feliciano Lourenço nasceu aqui no Rio em 1964.
De família pobre, ele começou trabalhando como camelô.
Em Dezembro de 1995, o Renato começou a trabalhar como gari da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana).
A partir de então, todos os dias, ele passou a cumprir a rotina de todo gari carioca: acordar às 4h da manhã e se preparar pra carga horária de trabalho diária de 7 horas, varrendo e empurrando o carrinho de lixo pelas ruas do Rio.
E foi exatamente nesse 1º ano trabalhando como gari que o Renato se tornou famoso meio por acaso...
No Carnaval daquele ano, enquanto varria a Avenida Marquês de Sapucaí no intervalo entre os desfiles de 2 escolas de samba, um amigo perguntou a ele se ele sabia sambar. Aí ele foi pro meio da pista e começou a brincar com a vassoura dele como se fosse uma porta bandeira sambando. E como chamou a atenção do público, ele começou a sambar. E o público começou a aplaudir no ritmo em que ele sambava.
O supervisor não gostou e mandou o Renato parar. Mas o público não gostou, vaiou o supervisor e começou a pedir pro Renato continuar a sambar. E assim, sob os aplausos do público, ele foi varrendo e sambando até chegar no fim da avenida.
Como isso foi televisionado, ele logo foi convidado pra dar entrevistas nos programas da Hebe Camargo e do Jô Soares.
Como tá sempre sorrindo, ele foi apelidado de Renato Sorriso. Ou simplesmente Sorriso.
Desde então, ele é presença garantida em todos os desfiles de Carnaval na Marquês de Sapucaí.
Fora do período de Carnaval, o Sorriso pode ser visto com frequência na Praça Xavier de Brito, no bairro da Tijuca, aqui no Rio.
Todo dia ele varre a praça e as 5 ruas que ficam em volta dela, além de limpar e tirar o mato dos ralos que tem ali.
Uma vez, a Comlurb pensou em transferir o Sorriso pra outra área da cidade, mas os moradores da Tijuca fizeram um abaixo-assinado exigindo que ele ficasse.
Além do trabalho de varredor, atualmente ele também dá palestras na Comlurb pros garis novatos.
O Sorriso percebe que, nos últimos anos, a forma como a sociedade vê os garis mudou. A própria palavra ‘lixeiro’, que há uns 10 anos atrás ainda era usada com a maior naturalidade por todo mundo, hoje é considerada até meio ofensiva. A palavra politicamente correta hoje é ‘gari’. E ele percebe que hoje é assim que as pessoas se referem mais a eles, o que já demonstra um certo respeito maior por esses profissionais.
Uma coisa que talvez tenha mudado isso é que hoje existem muitos garis com Curso Superior: advogados, médicos, professores..., que, desempregados nas áreas em que se formaram, tiveram que pegar a vassoura e ir pra rua. Então, quando você vê um gari hoje, já sabe que não é necessariamente um semianalfabeto ignorante e sem cultura.
Em 2006, o Sorriso foi um dos famosos que conduziram a Tocha Olímpica quando ela passou pelo Brasil.
Desde que se tornou conhecido pelo extremo entusiasmo que demonstra com o trabalho, ele tem sido convidado pra dar palestras nas mais variadas cidades do Brasil e até em alguns países da Europa exatamente sobre esse assunto: motivação no trabalho.
De acordo com o Sorriso, se você não agir com alegria e disposição e se você não gostar do que faz, você não vai pra frente no trabalho.
Embora não dê muitos detalhes sobre a vida pessoal, se sabe que ele já foi casado 2 vezes e tem 3 filhos.

È ancora il tempo del Carnevale. Così, oggi parleremo un po’ di uno dei personaggi più conosciuti del Carnevale Carioca: lo spazzino brasiliano Renato Sorriso.
Lui è nato nel Rio de Janeiro, nel 1964. Ed il suo nome vero è Renato Luiz Feliciano Lourenço.
La sua famiglia era povera e lui ha già lavorato come venditore ambulante.
Nel Dicembre del 1995, Renato ha cominciato a lavorare come spazzino della Comlurb.
Da quell’epoca, lui vive come gli altri spazzini tutti quanti a Rio de Janeiro: si sveglia alle 4h della mattina e comincia le sue 7 ore di lavoro di tutti i giorni, spazzando e spingendo il suo carretto a mano per le vie di Rio.
Renato è diventato famoso nel suo primo anno come spazzino...
Nel Carnevale di quell’anno, quando lui spazzava il Sambodromo di Rio fra le parate di 2 scuole di samba, un amico l’ha chiesto se lui sapeva ballare il samba. E lui ha cominciato a farlo con la sua scopa, imitando una portabandiera. Questo ha chiamato l’attenzione del pubblico e lui ha cominciato a danzare di più, mentre tutti quanti l’applaudivano.
Il supervisore di Renato gli ha detto di non continuare a danzare. Ma il pubblico ha fischiato il supervisore e chiesto a Renato di continuare con la sua danza. E lui l’ha fatto senza fermare mentre spazzava il sambodromo.


Renato’s dance at the Sambadrome Marquês de Sapucaí in 1995 made him famous. And he had interviews at Hebe Camargo’s and Jô Soares’ TV shows.
As a very smiling guy, Renato’s been nicknamed Renato Sorriso or only Sorriso (“sorriso” means “smile” in Portuguese).
Every Carnival, he’s been seen at the Sambadrome Marquês de Sapucaí since 1995.
During the rest of the year, Renato can often be seen at a square called Praça Xavier de Brito, in Tijuca, a hood of Rio de Janeiro.
Every day he sweeps the square and the 5 streets around it and cleans their drains.
Once, Comlurb decided to transfer Renato to another carioca neighborhood. But the people of Tijuca demanded them to let him staying.
Renato works also as an instructor to new sanitary workers of Comlurb.
In Portuguese there are 2 words which mean sanitary worker: “gari” and “lixeiro”. But gari is the politically correct word and lixeiro is seen as an offensive expression in Brazil. And Renato says almost nobody calls them “lixeiros” nowadays.


Una cosa ya un poco común aquí en Rio de Janeiro es ver basureros que son abogados, médicos, profesores... que se fueron a trabajar como basureros por cuenta del fuerte desempleo en sus antíguos trabajos. Así, cuando un carioca ve un basurero barriendo las calles actualmente, sabe ya que allá no está obligatoriamente una persona analfabeta y sin cultura.
En 2006, el basurero Renato Sorriso fue uno de los famosos que llevaron la Llama Olímpica, que estaba aquí en Brasil.
Desde que se quedó conocido por el gran entusiasmo que tiene con su trabajo, él ha sido invitado para hacer conferencias en muchas y muchas ciudades brasileñas y hasta mismo en algunos países de Europa, hablando propiamente de la cuestión de la motivación en el trabajo.
Así dice Renato, si una persona no actúa con alegría y disposición y si no le gusta nada lo que hace, esa persona jamás logrará a desarrollarse en su carrera.
Aunque él no hable mucho de su vida personal en público, se sabe que ya fue casado por 2 veces y tiene 3 hijos.


Até a próxima!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ALGUNS TOQUES PROS TURISTAS NESSE CARNAVAL

Oi!!!

Bom, tamos em época de Carnaval!
Como eu sei que o Rio é uma das cidades mais procuradas no Carnaval, o post de hoje vai ser dedicado aos turistas bis e gays que tão vindo pra cá: vou falar sobre Ipanema, que é considerado atualmente o grande bairro gay do Rio.

Até o final do século XIX, Ipanema era vista tão somente como mais uma das tantas praias da Zona Sul do Rio de Janeiro, terras que pertenciam ao Charles Le Blond.
Em 1878, o José Antônio Moreira Filho, Barão de Ipanema, se interessou pela praia e comprou ela. E 16 anos depois, ele decidiu criar ali uma vila, fundando então o bairro que ele chamou de Villa Ipanema, em homenagem ao título de nobreza dele mesmo.
E o bairro foi crescendo de lá pra cá...
Nessa foto, podemos ver bem o bairro:


Ocupando a maior parte da foto, vocês tão vendo a Lagoa Rodrigo de Freitas. E lá no final, o Mar. Ou seja, o bairro de Ipanema fica espremido entre a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Mar.
Agora vamos ver...
Na parte de cima da foto, à esquerda, vocês tão vendo o Morro do Cantagalo. E um pouco mais à direita na foto, entre os prédios, dá pra ver uma pequena área verde, né? É a Praça General Osório. Ali foi fundada a mais nova estação do metrô, no final do ano passado. Pra quem quiser chegar lá de metrô ou sair de lá de metrô pra ir pra outro bairro, esse é o caminho. A passagem de metrô aqui no Rio custa R$ 2,80.
Se vocês olharem um pouco mais pra direita na foto, vão ver outra área verde um pouco maior entre os prédios: é a Praça de Nossa Senhora da Paz. É um lugar legalzinho pra descansar, passar uma tarde batendo papo e jogando milho pros pombos e tal. Da última vez que eu tive lá, tinha um laguinho com uns patos... Enfim, é um lugar pra quem gosta de coisas mais tranquilas.
Seguindo mais pra direita, já no canto direito da foto, vocês tão vendo o Canal do Jardim de Allah, que liga a Lagoa Rodrigo de Freitas ao Mar e serve de fronteira entre os bairros de Ipanema e Leblon. E do lado da desembocadura do canal que fica virada pra lagoa, vocês tão vendo a Ilha dos Caiçaras.
Bom, a Praia de Ipanema, como vocês podem ver bem na foto mais acima, também é bastante bonita. E em frente a ela ficam as ilhas que formam o Arquipélago das Cagarras.


A parte da praia que é mais frequentada pelo público GLBT fica em frente à Rua Farme de Amoedo. E essa também é a rua que tem mais bares e restaurantes mais frequentados por gays, lésbicas e bis.
Fica pertinho da Praça General Osório.
É preciso lembrar que, quando Ipanema é chamada de “bairro gay do Rio”, vamos tomar um certo cuidado com essa expressão! Isso não quer dizer que lá só mora gay nem nada parecido com isso, hein, gente!rsrs Vamos com calma!
O que essa expressão quer dizer é que lá é o bairro carioca que tem mais estabelecimentos voltados pro público GLBT e tem a parte da praia em frente à Farme de Amoedo, que é uma espécie de grande ponto de encontro GLBT do Rio.
E a noite também é bastante animada em Ipanema.


Eu só recomendo que você não vá a nenhum lugar sozinho (até pra evitar de se perder), não fique andando a pé de noite perto do Morro do Cantagalo (porque tem uma favela lá) e feche os vidros sempre que parar de carro num sinal de trânsito durante a noite. Tirado isso, são os cuidados que a gente tem que tomar sempre que anda por qualquer metrópole.
Pra terminar, só pro pessoal se localizar melhor, vou deixar aqui um mapa de Ipanema:


Well, it’s Carnival time!
Rio de Janeiro is one of the cities which tourists look for most at this time. Then, this post is dedicated to the homosexual and bisexual tourists who are coming here now. Actually I’ll talk about Ipanema, the great gay neighborhood of Rio.
To the late years of the 19th century, it was seen only as one of the many beaches of Rio de Janeiro. And it belonged to Charles Le Blond.
In 1878, José Antônio Moreira Filho, Baron of Ipanema, bought it. And 16 years later he decided to build a village there. Then, the residential area called Villa Ipanema was born (the baron named the quarter like this to salute himself).
Ipanema has grown so much since then, of course.
At the 2 1st pictures above you guys can see the quarter better.
By the way, as you guys can see at these 2 pics, Ipanema stays between the Sea and Rodrigo de Freitas Lagoon. The quarter is a natural bridge, really?


Guardate la seconda foto sopra per conoscere Ipanema meglio.
A sinistra in alto, si vede la collina chiamata Morro do Cantagalo. Un po più a destra, si vede una piccola area verde fra i palazzi, vero? È la piazza chiamata Praça General Osório. La stazione del metrò carioca più nuova rimane in questa piazza. Così, se sei a Rio de Janeiro e vuoi andare a Ipanema in metrò, questa è la via. Il biglietto di metrò a Rio costa R$ 2,80.
Adesso, guardate un po’ più a destra nella foto. C’è un’altra area verde un po’ più grande fra i palazzi, vero? È la Praça de Nossa Senhora da Paz. È un posto buono se tu vuoi riposare, spendere un pomeriggio chiacchierando e dando mais alle colombe. L’ultima volta che ci sono andato c’era anche un piccolo lago con delle anatre... Bene, se ti piacciono i posti più tranquilli, questa piazza sarà piaciuta a te.
Un po’ più a destra nella foto, si vede il canale chiamato Canal do Jardim de Allah. È la frontiera fra le province di Ipanema e Leblon e unisce la Laguna Rodrigo de Freitas al Mare. Il suo lato che tocca la laguna resta insieme all’Isola Caiçaras.


Como se puede ver arriba, la Playa de Ipanema es muy bella. Y las Islas Cagarras se quedan delante de esa playa.
La parte de la playa donde se queda la mayor cantidad de homosexuales y bisexuales es delante de la calle Farme de Amoedo. Y esta es también la calle con la mayor cantidad de bares y restaurantes GLBT.
Tal calle se queda cerca da la plaza General Osório.
Pero atención: Ipanema es llamada “barrio gay de Rio de Janeiro”, ¡pero eso no significa que hay solamente gays allá!
Esa expresión significa que Ipanema es el barrio carioca con más establecimientos GLBT y que tiene la parte de la playa delante de la Farme de Amoedo, que es un tipo de lugar de reunión habitual GLBT en Rio de Janeiro.
La noche también es muy interesante en ese barrio.
Mas si te vas a Ipanema, tengo algunas recomendaciones a hacerte: no te vayas solo a lugares que no conoces (hasta porque puedes extraviarte), no te vayas por la noche y a pie cerca del Morro do Cantagalo (hay una favela allá) y cerra las ventanillas del coche si lo estás conduciendo por la noche. Y las otras cosas son las mismas precauciones que tenemos siempre cuando estamos en cualquier otra gran ciudad.
Puedes consultar el mapa de Ipanema arriba para conocer mejor el barrio.

HOMENS PELADOS E TRANSANDO NO CARNAVAL

Agora vamos a um pouco de diversão.
Nos carnavais de 2008 e 2009, eu postei algumas fotos interessantes de homens se divertindo pelos carnavais do Mundo a fora, né?
Então, esse ano vou fazer um apanhado geral dessas postagens.
Clique aqui pra ver umas coisas interessantes:

http://centrogb.blogspot.com/2008/02/sacanagens-de-carnaval-1.html

Gostou? Clique aqui pra ver mais:

http://centrogb.blogspot.com/2009/02/sacanagens-de-carnaval.html

Quer mais? Clique aqui:

http://centrogb.blogspot.com/2008/02/sacanagens-de-carnaval-2.html

Aguenta mais uma punheta? Clique aqui:

http://centrogb.blogspot.com/2009/02/sacanagens-de-carnaval-4.html

Agora, não se esqueça do mais importante, falando da forma mais explícita possível: se você quer sair por aí no Carnaval chupando tudo quanto é rola, comendo tudo quanto é cu ou qualquer outra coisa parecida com isso, desde que a outra pessoa seja adulta e concorde, vá em frente; MAS NÃO ESQUEÇA DA CAMISINHA! O que, aliás, vale pra qualquer época do ano, né? Não só pro Carnaval.

You guys can click on the links above to see some men having a good time.

Uds pueden clicar sobre los enlaces arriba para ver algunos hombres divirtiéndose.

Voi potete clicare sui link sopra per vedere alcuni uomini se divertendo.

Bom, até a próxima!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

OUTRO CLÁSSICO DOS FILMES DE LOBISOMEM

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outra produção dos anos 80: o filme de terror Silver Bullet.

Eu mencionei esse filme superficialmente no mês passado quando fiz um post sobre o Corey Haim, que interpretou o personagem principal (ele tinha 13 anos quando gravou esse filme).
Os fãs de filmes de lobisomens consideram esse aqui um dos clássicos do gênero, quase igual a An American Werewolf In London (Um Lobisomem Americano Em Londres), que é apenas 4 anos mais antigo. E pra quem não viu, eu fiz um post sobre esse exatamente há 1 ano, em Fevereiro de 2009. Lá vai o link:

http://centrogb.blogspot.com/2009_02_01_archive.html

Mas em An American Werewolf In London o personagem que se transforma em lobisomem é uma vítima total da situação: quando assume a forma de monstro, ele fica fora de si e sai por aí descontrolado, matando todo mundo completamente sem querer. Em Silver Bullet, muito pelo contrário, o cara sabe perfeitamente o que tá fazendo: ele é um fanático religioso que aproveita quando tá transformado em lobisomem pra matar as pessoas que ele considera pecadores.
Silver Bullet foi exibido várias vezes no SBT na virada dos anos 80 pros 90 com o título traduzido de Bala de Prata. Mas quando foi lançado em DVD, o título brasileiro foi mudado pra A Hora do Lobisomem.
Essa mudança aconteceu porque o filme foi inspirado num livro do Stephen King chamado Cycle of The Werewolf, que foi lançado no Brasil com o título de A Hora do Lobisomem. Então, só pra deixar claro que o filme é a versão cinematográfica do livro, fizeram essa alteração no título.
Aliás, foi o próprio Stephen King quem escreveu o roteiro do filme. E o diretor foi o Daniel Attias.
O filme foi gravado entre Outubro e Dezembro de 1984, em North Carolina. Mas só foi lançado 1 ano depois, em 11 de Outubro de 1985.
Como vocês sabem, são poucos os filmes de horror que mostram o monstro desde o início: a maioria, pelo contrário, não mostra a criatura pelo menos até a metade do filme. Muitos, inclusive, só mostram nas cenas finais.
E nesse aqui, curiosamente, o diretor não optou por nenhuma dessas alternativas.rs Tudo bem: só na cena final, que é uma luta entre o lobisomem e os heróis principais da história, é que vemos ele com um pouco mais de clareza. Mas o monstro já é mostrado mais ou menos desde o início, só que sempre em cenas muito rápidas, em que não dá pra ver basicamente nenhum detalhe. E não é feito nenhum segredo pro público de que o monstro da história é um lobisomem, mesmo quando os heróis do filme ainda não entenderam isso.
Não tem nada de extremamente especial na aparência da criatura: é um lobisomem preto, corpulento e bípede.


E quem tava dentro da fantasia era o próprio ator Everett McGill, que também interpretou a criatura na sua forma humana.

Pra quem quiser ver, o filme tá todo no YouTube (em Inglês). Esse é o link:

http://www.youtube.com/watch?v=4BeFKyuAzQo

O filme começa numa noite de lua cheia, na Primavera de 1976, numa cidade do interior do Maine chamada Tarker’s Mills.
Um homem meio bêbado tá cantando e limpando a linha do trem, sem ninguém por perto. E a câmera em 1ª pessoa se movendo entre as árvores próximas mostra que alguém (ou alguma coisa) tá observando ele e rosnando.
Segundos depois, o homem vê uma pegada estranha no chão e, olhando pro lado, vê uma grande pata preta indo na direção dele... E aí vemos a cabeça dele voando!
Logo depois, um sinistro uivo é ouvido por toda a cidade. E embora todos achem aquilo estranho, acabam deixando pra lá. Até porque a cidade toda é rodeada por uma floresta, o que torna comum que sejam ouvidos barulhos de animais de vez em quando.
Bom, quando o corpo do homem é encontrado, o xerife não dá maior importância a isso, pois, como o cara tava sempre bêbado, fica suposto que ele apenas bebeu até cair na linha do trem e teve a cabeça arrancada quando o trem passou.
No dia seguinte, toda a população da cidade se reúne na praça pruma festa local. E aí somos apresentados ao herói da história: um garoto cadeirante de 11 anos, chamado Marty. Ele é sempre cuidado, muito a contragosto, pela irmã, a Jane, de 14 anos. É que os pais deles sempre superprotegem o Marty e dão razão a ele, mesmo que ele teja errado, ao mesmo tempo em que cobram da Jane que ela tome conta dele em tempo integral.
Pra se locomover, o Marty usa uma espécie de cadeira de rodas misturada com moto, movida a gasolina, que o tio dele, chamado Red, construiu pra ele.
Naquela noite, uma garota que ficou grávida do namorado e foi abandonada por ele tá em casa, tentando se suicidar com uma overdose de remédios. E não percebe que alguma coisa com patas pretas e peludas (é tudo o que vemos da criatura) tá tentando arrombar a janela do quarto dela... Segundos depois, a criatura entra e ataca. E aí conseguimos ver que é um lobisomem, embora não dê pra ver muitos detalhes.


Atraída pelo barulho, a mãe da garota entra no quarto, mas só encontra o cadáver dela esquartejado a unhas e dentes em cima da cama.
Todos na cidade se assustam com o acontecido. Mas ninguém consegue entender o quê matou a garota, pois é evidente que não foi um ser humano que fez isso, apesar do xerife continuar alegando que foi.
Na noite seguinte, o pai de uma amiga do Marty, um caipira beberrão, ouve alguma coisa fazendo barulhos estranhos num barraco ao lado da casa dele. E sem saber exatamente o que é, ele pega uma espingarda e entra no barraco.
Vemos o lobisomem (ainda sem que nenhum detalhe seja mostrado) espreitando ele lá dentro e, logo depois, matando ele.
O xerife ainda não consegue explicar o que tá acontecendo. Mas decreta um toque de recolher na cidade às 17h (já que todas as vítimas foram atacadas de noite), ao mesmo tempo em que a loja de armas da cidade passa a vender mais espingardas e revólveres do que nunca.
No final da tarde seguinte, o Marty tá numa praça da cidade junto com o amigo Brady, que tá soltando pipa. Esse foi interpretado pelo recentemente falecido ator Joe Wright, que na época tinha 15 anos.
Bom, a Jane aparece lá pra buscar ele, pois já tá na hora do toque de recolher. Mas, apesar do Marty ir embora com a Jane, o Brady decide continuar lá brincando sozinho...
Poucas horas depois, o pai do Brady chega ao bar da cidade, preocupado porque o garoto não voltou pra casa e perguntando se alguém sabe dele.
Daí, corta pra praça onde os garotos tavam brincando e vemos um policial apavorado com alguma coisa que encontrou e rezando sem parar! Ele tá se afastando de alguma coisa que deixou no chão, coberta por um pano, e carregando a pipa que o Brady tava soltando, toda suja de sangue! E segundos depois, o pai do garoto chega à praça e, surdo aos apelos do policial pra ele não se aproximar da coisa que tá no chão, ele corre até ali e remove o pano... A câmera não mostra o que ele vê, mas as condições em que o garoto ficou fazem ele entrar em desespero!
No dia seguinte, depois do funeral do Brady, o Marty comenta com o Red que acha que não é um homem que tá fazendo isso, pois todas as pessoas que morreram foram despedaçadas de uma forma que desafia a força humana. E como tudo começou numa noite de lua cheia, ele começa a desconfiar que foi um lobisomem. Mas o Red não leva ele a sério.
No mesmo dia, metade dos habitantes da cidade resolvem se juntar com espingardas, porretes e cães de guarda pra pegar o suposto maníaco que tá cometendo esses crimes e fazer justiça com as próprias mãos.
O pastor da cidade tenta impedir que eles façam isso. Mas ninguém dá importância a ele e, ao anoitecer, todos vão pra floresta ao redor de Tarker’s Mills, onde supõem que o maníaco se esconde... Mas todos morrem massacrados pelo lobisomem enquanto tão lá!
Horas depois, ainda na mesma madrugada, o pastor tem um pesadelo, no qual ele vê todos os habitantes da cidade se transformando em lobisomens e acorda assustado na cama dele... Aí talvez seja a 1ª pista de quem é o lobisomem, né? Lembrem-se que ninguém além do Marty ainda tinha pensado no assunto ‘lobisomem’. Se o pastor já sabia de alguma coisa...
Bom, a tragédia faz com que uma queima de fogos que tava programada pro dia seguinte seja cancelada.
Pra tentar animar o Marty, o Red constrói uma moto adaptada pra ele e dá alguns fogos de artifício pra ele mesmo soltar naquela noite. Mas recomenda que ele não se afaste de casa quando fizer isso...
Bom, não é preciso muita imaginação pra saber o que vem depois disso, né?rs Naquela mesma madrugada, o Marty sai de casa sem ninguém perceber, coloca os fogos de artifício na moto e vai pra floresta, num lugar bem afastado de casa. E ele para sobre uma ponte, que atravessa um rio da floresta, onde começa a soltar os fogos.
Logo depois, vemos o lobisomem espreitando ele em uma das margens do rio. E o monstro não demora a se mostrar, aparecendo em um dos lados da ponte e caminhando na direção do Marty...
Mas o garoto, apesar de apavorado, não perde tempo e dispara um dos fogos na direção do monstro, ferindo ele no olho esquerdo. E depois, foge com a moto a toda velocidade e volta pra casa, enquanto o lobisomem arranca o troço do olho.
Assim que chega em casa, ele liga pro tio e conta o que aconteceu. Mas o Red acha que o garoto só teve um pesadelo e não dá importância a ele.
Na manhã seguinte, sem ter mais a quem pudesse recorrer, o Marty conta o que aconteceu à Jane. E diz a ela que, agora, já tendo voltado à forma humana, o lobisomem deve tá com o olho esquerdo ferido.
Apesar de achar a história incrível demais pra ser verdade, a Jane resolve andar pela cidade, batendo de porta em porta, sob o pretexto de recolher coisas pra reciclagem... Na verdade, ela tá vendo se tem alguém com o olho esquerdo ferido.
Depois de já ter passado por todas as casas da cidade sem ter visto nada fora do comum, ela leva as coisas que recolheu pra garagem da igreja, onde ficam estocadas pra serem recicladas. Ela sente que o lugar tem um cheiro de cachorro sujo, como se fosse a toca de um animal selvagem. E lá dentro, entre as coisas quebradas, ela encontra um dos porretes que o pessoal usou na noite em que entraram na floresta pra “linchar o maníaco”.
Logo depois, o pastor entra na garagem e a Jane vê que ele tá com um curativo no olho esquerdo!


Ela volta pra casa e conta ao Marty o que aconteceu. E sem saber ao certo o que fazer, eles escrevem 3 cartas anônimas pro pastor, dizendo que sabem quem ele é e aconselhando ele a se matar. E depois, contam ao Red o que aconteceu. Mas ele não dá a mínima.
Passados 3 dias do encontro com o lobisomem, o Marty observa os amigos jogando beisebol num campo e, depois, vai pra casa com a moto dele, sem perceber que o pastor tá seguindo ele de carro. Ele tenta jogar a moto do Marty pra fora da estrada várias vezes, chocando o carro contra a moto. Mas o garoto dá um jeito de escapar e se enfia dentro de um galpão abandonado, onde a moto acaba ficando presa.
O pastor entra logo depois dele e diz ao Marty que tudo o que ele fez foi pra servir aos “propósitos divinos”: ele matou 2 bêbados, 1 mulher que engravidou sem se casar e que tava pra se suicidar e 1 garoto que desobedeceu o pai ao não voltar pra casa na hora que o pai mandou, porque, de acordo com ele, essas pessoas acabariam indo pro Inferno e se condenando à danação eterna se continuassem vivas e pecando. E matou o pessoal na floresta porque eles pretendiam impedir ele de cumprir “a vontade de Deus”. E agora ele vai matar o Marty porque ele também tá tentando impedir que “a vontade de Deus” se cumpra.
Mas, no último instante, o Marty olha por um buraco na parede do galpão e vê um vizinho dele manobrando um trator lá fora. E ele grita pedindo socorro, fazendo o vizinho se aproximar e o pastor fugir.
Voltando pra casa, o Marty conta ao Red e à Jane o que aconteceu. E depois de ver os amassados na moto do Marty com marcas da mesma cor com que o carro do pastor foi pintado, o Red, apesar de ainda não acreditar na história do lobisomem, decide ir à delegacia e dar queixa do que aconteceu.
Na mesma noite, o xerife vai sozinho à igreja e encontra o carro do pastor cheio de amassados, concluindo que o ataque aconteceu mesmo. Mas quando o pastor recebe voz de prisão, ele se transforma em lobisomem e mata o xerife!
Como o xerife não voltou a ser visto depois de ter ido à igreja, o Marty e a Jane não têm dificuldades em entender o que aconteceu com ele. E concluem que a única alternativa agora é matar o lobisomem, antes que ele mate eles e o resto da população de Tarker’s Mills também.
Assim, eles entregam uma medalha e um crucifixo feitos de prata ao Red e pedem pra ele mandar fazer uma bala de prata com eles: de acordo com todas as lendas sobre lobisomens que eles conheciam, esses monstros só morriam quando eram feridos por balas de prata.
Apesar de ainda não acreditar em nada daquilo, o Red decide fazer o que os sobrinhos pedem.
Como os assassinatos mais violentos aconteceram em noites de lua cheia, o Marty conclui que o pastor tá esperando pela próxima noite de lua cheia pra ir atrás dele e matar ele da forma mais violenta possível.
Na 1ª noite de lua cheia seguinte, o Red dá um jeito de tirar os pais dos garotos de casa e diz que vai passar a noite tomando conta deles: de acordo com o Marty, só podia ser aquele o dia do ataque e, assim, era a única ocasião pra matar o lobisomem ou ser morto por ele.
Eles ficam reunidos na sala da casa e, de madrugada, a Jane vê o lobisomem na janela, olhando lá pra dentro!
Eles ficam em alerta, mas o monstro arrebenta a instalação elétrica da casa, cortando a luz e deixando a sala iluminada só pela lareira. E logo depois, ele arrebenta uma parede e invade a sala, fazendo o Red se assustar e deixar cair a bala de prata, que rola pra dentro de um ralo no chão.
O lobisomem dá uma porrada no Red e faz ele cair, atacando a Jane logo depois. Mas o Red se levanta e quebra uma cadeira nas costas do monstro. Ele solta a Jane e começa a lutar contra o Red, enquanto o Marty e a Jane conseguem pegar a bala de prata de volta e, colocando ela no revólver, o Marty, atira no lobisomem, agora acertando ele no olho direito dele.
O monstro cai no chão da sala agonizando e, segundos depois, volta à forma do pastor, terminando de morrer. E parece que é só aí que o Red acredita na história.
De qualquer forma, o tio e os sobrinhos se abraçam e se acalmam. E o filme acaba.

Oggi parleremo un po’ di un’altra produzione degli anni 80: il film dell’orrore Silver Bullet (chiamato in Italiano Unico Indizio La Luna Piena).
Ho parlato un po’ di questo film nel mese scorso, nel post di Corey Haim. Lui ha attuato come l’eroe principale del film (lui aveva 13 anni allora).
I fans dei film di lupi mannari vedono questo film come uno dei suoi classici, quasi uguale a An American Werewolf In London (Un Lupo Mannaro Americano A Londra), che è solo 4 anni più vecchio di questo. Se non l’avete ancora visto, c’è un post in questo blog parlando anche di questo film. Potete clicare sul link sopra per vederlo.
In An American Werewolf In London, l’uomo-lupo della storia è una vera vittima della situazione: quando diventa un lupo mannaro, lui diventa anche privo di sensi e, senza volerlo, va via uccidendo tutti quanti lui trova. In Silver Bullet, si vede l’opposto, visto che l’uomo sa quello che fa: è un bigotto religioso che, quando diventa un lupo mannaro, uccide le persone che vede come peccatori.
Qui in Brasile, questo film è stato visto tantissime volte nella rete televisiva SBT negli anni 80 e 90 con il nome di Bala de Prata (“silver bullet” in Portoghese). Ma il DVD brasiliano è stato messo in circolazione con il nome di A Hora do Lobisomem.
Il nome è stato cambiato dovuto al libro di Stephen King in cui il film è basato: Cycle of The Werewolf. È perché il nome di questo libro in Brasile è A Hora do Lobisomem. Così...
A proposito, lo stesso Stephen King è il soggettista del film. Il direttore è Daniel Attias.
Il film è stato fatto fra l’Ottobre e il Dicembre del 1984, nella Carolina del Nord. Ma è stato messo in circolazione solo 1 anno dopo, nell’11 Ottobre del 1985.
Come lo sapete, in pochi film dell’orrore si vede il mostro già dall’inizio: quasi sempre, si vede la creatura solo nella seconda metà del film. Ed alle volte, solo nelle ultime scene.
In questo film le cose sono un po’ diverse... Si vede il lupo mannaro totalmente soltanto nell’ultima scena, ma se lo vede già dall’inizio del film in delle scene molto rapide e senza dettagli. E gli spettatori vedono che il mostro della storia è un lupo mannaro prima degli eroi del film.
L’aspetto della creatura non è così speciale: è un lupo mannaro nero, corpulento e bipede. E l’attor Everett McGill l’ha avuto come personaggio nella forma umana ed anche nella forma di mostro.
Il film comincia in una notte di luna piena, nella Primavera del 1976, in una piccola città del Maine, chiamata Tarker’s Mills.
Un uomo alcolizzato sta cantando e pulendo la linea ferroviaria. Non c’è nessuno vicino a lui, ma si vede che qualcosa lo sta guardando mentre si nasconde fra degli arbusti e ruggisce.
Pochi secondi dopo, lui vede un’orma strana sulla terra e la cosa che lo guardava l’attacca e lo decapita!
Dopo questo, tutti quanti alla città sentono qualcosa ululando. Ma nessuno fa troppe storie per questo, visto che c’è una foresta intorno la città e, così, si sentono gli animali ululando quasi sempre.
Bene, quando si trova il corpo dell’uomo, lo sceriffo non fa troppe storie per questo, perché capisce che l’uomo è caduto sulla linea ferroviaria mentre era alcolizzato ed il treno l’ha decapitato.
Il giorno dopo, la gente della città tutta quanta arriva ad una piazza per una festa. E allora troviamo l’eroe della storia: un ragazzo diversamente abile di 11 anni, chiamato Marty. Sua sorella Jane, di 14 anni, si occupa di lui, ma senza volerlo, visto che i loro genitori superproteggono Marty, anche quando lui fa qualche sbaglio, ed esigono di Jane un comportamento sempre perfetto.
Marty usa un tipo di “seddia a rotelle-motocicletta”, che suo zio Red gli ha dato.
Nella stessa sera della festa, una ragazza incinta abbandonata dal fidanzato decide di suicidarsi a casa sua, con un’overdose di medicine. E non vede che una creatura con delle zampe coperte di peli neri (è tutto quanto si vede) sta cercando di forzare la finestra della sua stanza... Secondi dopo, la cosa entra nella stanza ed attacca la ragazza. E adesso si vede che è un lupo mannaro, nonostante non si veda qualche dettaglio della creatura.
La madre della ragazza sente tutto quel rumore ed entra nella stanza, ma trova soltanto una carogna violentemente smembrata sul letto.
Tutti quanto alla città impauriscono moltissimo. Ma nessuno riesce a capire che cosa ha ucciso la ragazza, visto che chiaramente un essere umano non lo farebbe. Ma lo sceriffo lo capisce ancora di meno.
E l’incubo appena cominciava...


Most of the fans of werewolf movies see Silver Bullet (1985) as one of their classics.
It starts with an unknown monstrous creature slashing people in Tarker’s Mills. And one of the 1st victims is a drunken uneducated man who listens to something making strange noises in a shed next to his house. He doesn’t know exactly what it is, but gets his rifle and goes in the shed.
Then, he meets a werewolf who kills him (but we see no details about the creature’s shape).
The sheriff doesn’t know what is killing the people. But he orders a curfew in the town at 5pm (because all the victims have been killed at night).
In the next evening, Marty (the 11-year-old hero of the movie) is playing at a square. The only person with him is his friend Brady, portrayed by late actor Joe Wright, who was 15 years old then.
Anyway, Jane (Marty’s sister) arrives to pick them up. But Brady decides to stay at the square to play with his kite...
A few hours later, Brady’s father arrives at the bar of the town asking if anybody has seen his boy, because he hasn’t come home yet.
Then, we see again the square where the boys were before. An almost catatonic policeman is praying desperately while he walks from something which he left covered on the ground. He’s holding Brady’s kite and it’s totally bloody! And seconds later, the boy’s father arrives at the square and runs to the thing on the ground, while the cop begs him not to look at that... He uncovered the thing (it’s his son, of course), but we don’t see what he sees. Anyway, he almost goes crazy when sees the dead body’s physical conditions!
The next day, after Brady’s funeral, Marty tells his uncle Red he supposes the thing who’s killed everybody in the town isn’t a man, because all the people who were killed were slashed in a non-human way. And everything started in a fool-moon night. So, he things it’s a werewolf. But Red treats his theory as unimportant.
On the same day, half of the townspeople, after have assembled, get clubs, rifles, and vicious hounds and leave the town to find the apparent maniac who killed Marty and the other people: they intend to have private justice.
The local pastor tries to prevent them to go ahead. But nobody pays attention to him and everybody goes to the forest around Tarker’s Mills, where they suppose the maniac stays... And the werewolf slashes all of them minutes later.
Hours later, at the same night, the pastor has a nightmare about all of the townspeople becoming werewolves and he wakes up in panic on his bed... Well, perhaps this is our 1st clue about who is the werewolf, isn’t it? Don’t forget nobody else (except for Marty) had ever even thought about werewolves to this point. If the pastor was thinking about such subject...
A firework event was fixed to be on the next day in the town. But it’s been obviously canceled.
As Marty can’t walk, Red gives him a wheelchair-motorcycle built by him in order to cheer the boy. And he also gives Marty some private fireworks. But he advises the boy to light the fireworks at that night, but not very far from his house...
Well, what do you think is happening after that? At the same night, Marty leaves his house alone and secretly, puts the fireworks on his wheelchair-motorcycle, and goes to the forest (actually to a place very far from his house). And he stops on a small bridge which stays over a forest stream. Then, he starts lighting the fireworks.
A little later, we see the werewolf prowling around him on a waterside. And seconds after that, the monster shows itself on a side of the bridge and starts walking to Marty...
The boy is in panic, of course. But he is fast enough to light one of his fireworks against the beast, hurting it in its left eye. And then, the boy runs away to his house as fast as he can, while the werewolf pulls the firework out of its eye.
As soon as Marty arrives at home, he calls his uncle and tells him what happened. But Red doesn’t pay attention to him.
The next morning, as Marty has nobody else to talk about what he saw, he tells Jane what happened last night. And he supposes the werewolf has certainly become a human being again, but it must have the left eye hurt.
Jane thinks such situation is so impossible to be real. Anyway, she starts walking around the town and tries to enter every house and shop, telling everybody she’s collecting recycling things... Actually, she’s looking for any person who has any injury in his left eye.
After have walked along all the town, Jane sees no person under such condition. Then, she carries all the things which she’s collected to a garage next to the church in order to store them. She feels the place smells like an animal lair and she sees, among some broken things, one of the clubs used by the townspeople at the night when they tried to have private justice against the “maniac”.
Seconds later, the pastor goes in the garage. And Jane sees he has a wound dressing on his left eye!
The worst part of their adventure begins from this point...
You guys can click on the 2nd link above to watch the full movie.

Así acaba la película de horror Silver Bullet (conocida en algunos paises de Lengua Española como Miedo Azul y en otros como La Bala de Plata), de 1985:
Los hermanos Marty y Jane descubren que el pastor protestante de su ciudad es un licántropo que está matando personas allá (él ya atacó Marty, pero el chico logró a escaparle). Así, sin que sepan bien lo que hacer, Marty y Jane escriben 3 cartas anónimas al pastor, diciéndole que saben quien él es y aconsejándole a cometer suicidio. Y después, dicen a su tío Red lo que ocurrió, pero él no hace caso de la historia.
Solamente 3 días después que Marty fue atacado por el licántropo, el chico se va a mirar sus amigos jugando en un campo de béisbol y, después, empieza a regresar solo para su casa con su “silla de ruedas-motocicleta” (él es discapacitado), sin ver, inicialmente, que el pastor lo está persiguiendo con su coche... El hace lo que puede para lanzar la moto de Marty fuera de la carretera, chocando su coche contra la moto del chico por muchas veces. Pero Marty logra a escapar y entra en un cobertizo abandonado, donde su moto se queda atrapada.
Poco después, el pastor entra en el galpón y dice a Marty que todo lo que él hizo fue para servir a los “propósitos de Dios”: él mató personas que, de acuerdo con él, estaban caminando para el Infierno y, si continuaran vivas y pecando, estarían condenadas a la perdición eterna. Y ahora matará Marty porque él está intentando de impedirlo de hacer la “voluntad de Dios”.
Pero poco antes que el pastor acabe de acercarse, Marty mira por un hueco en la pared del balcón y ve un vecino suyo conduciendo un tractor afuera. Y él empieza a gritar, haciendo con que el vecino se acerque y con que el pastor se vaya.
Después que regresa a su casa, Marty dice a Red y Jane lo que ocurrió. Y después que Red ve los abollados en la moto de Marty con el mismo color del coche del pastor, él, aunque todavía no crea en la historia de Marty sobre el licántropo, decide de dar parte al sheriff de lo que ocurrió con la moto de su sobrino.
En la misma noche, el sheriff va solo a la iglesia y encuentra el coche del pastor todo abollado, deduciendo que lo que Marty habló a su tío fue la verdad. Pero cuando da voz de prisión al pastor, ¡este se cambia en un licántropo y mata el sheriff!
Puesto que el sheriff no fue más visto después de haberse ido a la iglesia, Marty y Jane no tienen dificuldades para entender lo que ocurrió. Y deducen que la única cosa que tienen que hacer ahora es matar el monstruo, antes que él mate también todas las otras personas de la ciudad.
Así, ellos dan a Red un crucifijo y una medalla de plata y le piden para utilizarlos para hacer una bala de plata: de acuerdo con todas las historias de licántropos que ellos conocen, tales monstruos llegan a morirse solamente cuando son heridos por una bala de plata.
Aunque todavía no crea en la historia del licántropo, Red hace lo que sus sobrinos le piden.
Todos los asesinatos más agresivos ocurridos en la ciudad fueron en noches de luna llena. Así, Marty deduce que el pastor está esperando la próxima noche de luna llena para ir a su casa, pues que así lo matará del modo más agresivo posible.
Así, en la primera noche de luna llena siguiente, Red se queda solo con sus sobrinos en su casa: Marty le había dicho que el monstruo llegaría en aquella noche y, así, sería el momento de matarlo o de ser muerto por él.
Los 3 se quedan juntos en la sala de la casa y, cuando es alba, ¡Jane ve el licántropo mirándolos en la ventana de la casa!
Los 3 se quedan alerta, pero el monstruo destruye las instalaciones eléctricas de la casa, dejándola sin luz. Solamente la sala continúa alumbrada, gracias al fuego del hogar. Y poco después, la fiera destruye una pared de la sala y la invade, asustando Red y haciéndolo dejar caer la bala de plata, que se va rodando para dentro de una rejilla.
El licántropo golpea fuertemente Red y lo hace caerse, atacando Jane poco después. Pero Red se alza y rompe una silla contra la espalda del monstruo. Este deja Jane y empieza a luchar contra Red, mientras que Marty y Jane hacen lo que pueden para recuperar la bala de plata. Y cuando logran a hacerlo, Marty carga el revólver y dispara contra la fiera, heriéndola en el ojo derecho.
Pocos segundos después de caerse agonizando, el monstruo vuelve a su forma de pastor, acabando de morirse poco después. Y según parece, es solamente en ese momento que Red cree en la historia.
Como sea, tío y sobrinos se abrazan y se tranquilizan. Y la película acaba.

Até mais!