Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada num dos maiores reis, guerreiros e conquistadores da Idade Antiga: o Alexandre III, da Macedônia.
No século IV a.C., pouco depois de ter subido ao Trono da Macedônia, o Rei Filipe II se casou com a Princesa Myrtale, que mais tarde teria o nome mudado pra Olímpia.
Como a poligamia era permitida entre os reis macedônios, são mencionadas, de forma incerta, 3 ou 4 outras mulheres com quem esse rei já era casado quando se casou com a Olímpia. Mas parece que só ela foi reconhecida como Rainha-consorte da Macedônia.
Apesar do Filipe II ter sido o maior dos reis da Macedônia até aí, a presença dele no trono era até ilegal, já que ele tinha usurpado o trono do sobrinho, o Rei Amintas IV. Mas ele manteve esse príncipe como membro da corte.
De qualquer forma, no dia 20 de Julho do ano 356 a.C., a Olímpia pariu um menino, a quem deram o nome de Alexandre.
Ele recebeu esse nome em homenagem ao Rei Alexandre II, um tio dele (o irmão mais velho do Filipe II), que tinha governado a Macedônia pelo curto período de 370 até 368 a.C.
É muito questionável que o Filipe II fosse mesmo o pai biológico do Alexandre, até porque a própria Olímpia dizia que não era! Dizia ela que, 9 meses antes do Alexandre nascer, um ser divino tinha aparecido pra ela exigindo que ela transasse com ele. Ela obedeceu e, como resultado, engravidou do Alexandre.
Essa lenda contada por ela se tornou conhecida pelo povo em pouquíssimo tempo, se ramificando em várias lendas populares: muitos começaram a dizer que tinha sido Zeus quem tinha aparecido pra ela, outros diziam que tinha sido o espírito de Aquiles quem tinha aparecido pra ela e outros ainda diziam que tinha sido Baco quem tinha aparecido pra ela (levando em conta que ela era uma devota de Baco, parece que essa foi a versão da lenda na qual os macedônios acreditaram com mais convicção).
De qualquer forma, pelo menos oficialmente, o pai do Alexandre era o Filipe II. E como 1º filho homem do rei, o ele era o herdeiro direto do Trono da Macedônia.
O garoto, além de ser muito esperto, logo se destacou como um cavaleiro incrível. E quando ainda era criança, ele conseguiu domar um potro selvagem que derrubava todos os cavaleiros que montavam nele.
Dizem que, quando o Filipe II viu o filho fazer isso, exclamou:
“Já vi que a Macedônia será pequena demais para ele!”
A História nos mostra que o rei não se enganou quando disse isso. Mas ele tinha preocupações maiores além do futuro do príncipe: o Filipe II observava claramente que os 2 povos vizinhos mais poderosos eram os gregos (pela cultura) e os persas (pelo poder militar). E logo pensou em dominar esses 2 povos e se tornar o maior soberano do Mundo conhecido na época.
A Grécia ele já tinha começado a invadir antes do nascimento do Alexandre. E agora o que mais interessava a ele era obter a aliança dos gregos contra os persas.
Enquanto o Filipe II se preocupava com isso, ele entregou a educação do filho a ninguém menos que o grande sábio grego Aristóteles. E esse cuidou do jovem príncipe dando a ele as instruções mais gregas possíveis.
O Alexandre foi educado pelo Aristófanes mais diretamente dos 13 aos 16 anos.
No século XIV, essa pintura foi encomendada pela Igreja Católica Romana, com a intenção de “retratar” a infância do Alexandre:
Hoje a gente vai dar uma olhada num dos maiores reis, guerreiros e conquistadores da Idade Antiga: o Alexandre III, da Macedônia.
No século IV a.C., pouco depois de ter subido ao Trono da Macedônia, o Rei Filipe II se casou com a Princesa Myrtale, que mais tarde teria o nome mudado pra Olímpia.
Como a poligamia era permitida entre os reis macedônios, são mencionadas, de forma incerta, 3 ou 4 outras mulheres com quem esse rei já era casado quando se casou com a Olímpia. Mas parece que só ela foi reconhecida como Rainha-consorte da Macedônia.
Apesar do Filipe II ter sido o maior dos reis da Macedônia até aí, a presença dele no trono era até ilegal, já que ele tinha usurpado o trono do sobrinho, o Rei Amintas IV. Mas ele manteve esse príncipe como membro da corte.
De qualquer forma, no dia 20 de Julho do ano 356 a.C., a Olímpia pariu um menino, a quem deram o nome de Alexandre.
Ele recebeu esse nome em homenagem ao Rei Alexandre II, um tio dele (o irmão mais velho do Filipe II), que tinha governado a Macedônia pelo curto período de 370 até 368 a.C.
É muito questionável que o Filipe II fosse mesmo o pai biológico do Alexandre, até porque a própria Olímpia dizia que não era! Dizia ela que, 9 meses antes do Alexandre nascer, um ser divino tinha aparecido pra ela exigindo que ela transasse com ele. Ela obedeceu e, como resultado, engravidou do Alexandre.
Essa lenda contada por ela se tornou conhecida pelo povo em pouquíssimo tempo, se ramificando em várias lendas populares: muitos começaram a dizer que tinha sido Zeus quem tinha aparecido pra ela, outros diziam que tinha sido o espírito de Aquiles quem tinha aparecido pra ela e outros ainda diziam que tinha sido Baco quem tinha aparecido pra ela (levando em conta que ela era uma devota de Baco, parece que essa foi a versão da lenda na qual os macedônios acreditaram com mais convicção).
De qualquer forma, pelo menos oficialmente, o pai do Alexandre era o Filipe II. E como 1º filho homem do rei, o ele era o herdeiro direto do Trono da Macedônia.
O garoto, além de ser muito esperto, logo se destacou como um cavaleiro incrível. E quando ainda era criança, ele conseguiu domar um potro selvagem que derrubava todos os cavaleiros que montavam nele.
Dizem que, quando o Filipe II viu o filho fazer isso, exclamou:
“Já vi que a Macedônia será pequena demais para ele!”
A História nos mostra que o rei não se enganou quando disse isso. Mas ele tinha preocupações maiores além do futuro do príncipe: o Filipe II observava claramente que os 2 povos vizinhos mais poderosos eram os gregos (pela cultura) e os persas (pelo poder militar). E logo pensou em dominar esses 2 povos e se tornar o maior soberano do Mundo conhecido na época.
A Grécia ele já tinha começado a invadir antes do nascimento do Alexandre. E agora o que mais interessava a ele era obter a aliança dos gregos contra os persas.
Enquanto o Filipe II se preocupava com isso, ele entregou a educação do filho a ninguém menos que o grande sábio grego Aristóteles. E esse cuidou do jovem príncipe dando a ele as instruções mais gregas possíveis.
O Alexandre foi educado pelo Aristófanes mais diretamente dos 13 aos 16 anos.
No século XIV, essa pintura foi encomendada pela Igreja Católica Romana, com a intenção de “retratar” a infância do Alexandre:

Já sei que alguém (com bom senso) vai se questionar:
“Um frade católico que viveu mais de 300 anos antes de Jesus nascer?!?!?!”
Se a gente pensar bem, isso nem é de se estranhar tanto: era uma forma de dizer que os únicos grandes sábios que podiam existir só podiam ser católicos. E essa era só mais uma das várias formas da Igreja Católica deturpar a História real de acordo com as próprias conveniências. E não é isso o que ela faz até hoje?
Mas enfim: o Alexandre era extremamente popular entre os soldados do Filipe II, que inclusive, dizem alguns historiadores, cantavam uma espécie de música com esse refrão:
FILIPE É NOSSO COMANDANTE
ALEXANDRE É NOSSO REI
É quase impossível que ele não tivesse relações com os soldados, já que esse era um hábito quase obrigatório entre os homens gregos que eram amigos. E ele foi criado, como eu já disse, da forma mais grega possível.
Já com o pai, pelo contrário, a relação era bem difícil. Eles viviam brigando. E o Alexandre chegou até a deixar o palácio em companhia da mãe depois de uma ocasião em que, na frente dos outros nobres da corte, ridicularizou o rei por ter levado um tombo depois de ter bebido muito.
Mas como representante do rei e guerreiro a serviço do rei, o jovem príncipe não deixou nada a desejar. Basta dizer que, com apenas 18 anos, ele liderou pessoalmente o exército do Filipe II num ataque contra Atenas, dominando a cidade.
Num dia incerto de Outubro de 336 a.C., o Filipe II foi traído e assassinado por um dos acompanhantes dele.
O assassino foi morto logo depois e o Alexandre mandou crucificar o cadáver dele. Mas, com a morte do pai, ele passou a ser o novo rei, com 20 anos, passando a se chamar Alexandre III, da Macedônia.
Sabedor de algumas conspirações contra ele, o novo rei mandou matar todos que representassem algum perigo pra permanência dele no trono, inclusive o primo dele Amintas, que alguns nobres conspiradores pensavam em recolocar no trono.
Ao mesmo tempo, com a morte do Filipe II, os gregos pensavam em se livrar definitivamente do domínio macedônico imposto pelo falecido rei. Assim, proclamaram a independência da cidade de Tebas, na Grécia.
O Alexandre III nem pensou antes de mandar destruir a cidade da forma mais violenta possível, poupando só as mulheres e as crianças. Aliás, por mais violenta que fosse a destruição que ele causava a outros povos, não tocar nas mulheres e nas crianças era uma ética que ele sempre procurava manter.
Bom, as ordens dele em relação a Tebas foram cumpridas. E pelo que se conta, a única construção que os soldados dele deixaram inteira em Tebas foi a casa do poeta Píndaro, de quem o Alexandre III era fã.
Finalmente, em 334 a.C., ele decidiu declarar guerra abertamente à Pérsia, invadindo essas terras à frente de um exército de 40000 homens, sob o pretexto de levar a eles a cultura grega, que era “mais desenvolvida” do que a cultura persa.
O Alexandre III seguiu em frente com o apoio dos exércitos gregos, como o Filipe II tinha planejado fazer antes.
Ele pessoalmente ia comandando o exército na linha de frente, inclusive na hora das batalhas.
Assim que os macedônios venceram a 1ª batalha contra os persas, o Alexandre III ordenou que os persas sobreviventes, feitos prisioneiros, fossem mandados pra Macedônia como escravos. E que as armas deles fosse mandadas pra Grécia e oferecidas em sacrifício à deusa Atena num ritual religioso.
Assim que desembarcou na Ásia Menor, o Alexandre III foi até um monumento conhecido como Túmulo de Aquiles, onde, supostamente, as cinzas desse herói teriam sido deixadas depois da cremação dele, na época da Guerra de Tróia.
Como muitos macedônios acreditavam que o jovem rei deles era filho biológico de Aquiles, como eu já disse, ele resolveu pedir proteção ao “pai”: depois de fazer sacrifícios aos deuses olímpicos, ele ficou nu e dançou uma dança fúnebre em volta do túmulo, pedindo a proteção de Aquiles.
O Alexandre III deu continuidade às conquistas nas terras asiáticas. Mas pra isso, apesar de divulgar a cultura grega ali, ele achou melhor não impor nada, deixando que os povos conquistados continuassem seguindo as suas próprias tradições, hábitos e costumes. E com essa atitude quase inédita na época ele ganhou um extremo respeito dos novos súditos que ele adquiriu ali. E aparentemente foi a partir daí que ele começou a ser chamado de “Alexandre Magno” ou “Alexandre, o Grande”.
O Rei da Pérsia, chamado Dario III, viu nele um inimigo impossível de combater. E acabou fugindo em pouco tempo pra regiões afastadas da Pérsia, deixando pra trás inclusive a mãe, a esposa e as filhas!
O Alexandre III capturou as mulheres da Família Real da Pérsia, mas proibiu sob pena de morte que qualquer dos guerreiros dele fizesse qualquer mal a elas. Ele manteve elas no acampamento dele dando a elas o tratamento de princesas e até colocando escravos à disposição delas.
Já o rei fujão caiu em total desprestígio junto ao povo persa. E alguns historiadores dizem que a própria mãe do Dario III deserdou ele e chegou a dizer:
“Eu tenho apenas um filho, chamado Alexandre, e ele é o rei de toda a Pérsia.”
Mas, mesmo assim, muitos persas ainda continuaram ao lado do Dario III (apesar de numa quantidade cada vez menor, é claro).
E as conquistas do Alexandre III continuavam sobre as terras persas. Mas talvez o território sob o domínio persa em que ele tenha sido mais bem recebido tenha sido o Egito, onde ele foi reconhecido pelos sacerdotes como sucessor dos faraós.
Aliás, ele fundou várias cidades pelos territórios persas às quais deu o nome de Alexandria. Mas a cidade com esse nome fundada por ele mais famosa e que mais se desenvolveu foi exatamente no Egito.
É claro que o Alexandre III não foi simplesmente ‘aceito’ em todos os territórios persas em que chegou: teve muita luta e mortes violentas (inclusive de guerreiros aprisionados por ele e que já não ofereciam mais perigo nenhum).
No ano 330 a.C., com 26 anos, ele se permitiu retratar pela 1ª vez. Sim: ele se recusava terminantemente a posar pra qualquer escultor, abrindo uma exceção apenas pro Lisipo naquele ano.
Só que essa estátua feita pelo Lisipo se perdeu. Mas chegou a ser copiada pelos romanos. Essa é a cópia:
Mas enfim: o Alexandre era extremamente popular entre os soldados do Filipe II, que inclusive, dizem alguns historiadores, cantavam uma espécie de música com esse refrão:
FILIPE É NOSSO COMANDANTE
ALEXANDRE É NOSSO REI
É quase impossível que ele não tivesse relações com os soldados, já que esse era um hábito quase obrigatório entre os homens gregos que eram amigos. E ele foi criado, como eu já disse, da forma mais grega possível.
Já com o pai, pelo contrário, a relação era bem difícil. Eles viviam brigando. E o Alexandre chegou até a deixar o palácio em companhia da mãe depois de uma ocasião em que, na frente dos outros nobres da corte, ridicularizou o rei por ter levado um tombo depois de ter bebido muito.
Mas como representante do rei e guerreiro a serviço do rei, o jovem príncipe não deixou nada a desejar. Basta dizer que, com apenas 18 anos, ele liderou pessoalmente o exército do Filipe II num ataque contra Atenas, dominando a cidade.
Num dia incerto de Outubro de 336 a.C., o Filipe II foi traído e assassinado por um dos acompanhantes dele.
O assassino foi morto logo depois e o Alexandre mandou crucificar o cadáver dele. Mas, com a morte do pai, ele passou a ser o novo rei, com 20 anos, passando a se chamar Alexandre III, da Macedônia.
Sabedor de algumas conspirações contra ele, o novo rei mandou matar todos que representassem algum perigo pra permanência dele no trono, inclusive o primo dele Amintas, que alguns nobres conspiradores pensavam em recolocar no trono.
Ao mesmo tempo, com a morte do Filipe II, os gregos pensavam em se livrar definitivamente do domínio macedônico imposto pelo falecido rei. Assim, proclamaram a independência da cidade de Tebas, na Grécia.
O Alexandre III nem pensou antes de mandar destruir a cidade da forma mais violenta possível, poupando só as mulheres e as crianças. Aliás, por mais violenta que fosse a destruição que ele causava a outros povos, não tocar nas mulheres e nas crianças era uma ética que ele sempre procurava manter.
Bom, as ordens dele em relação a Tebas foram cumpridas. E pelo que se conta, a única construção que os soldados dele deixaram inteira em Tebas foi a casa do poeta Píndaro, de quem o Alexandre III era fã.
Finalmente, em 334 a.C., ele decidiu declarar guerra abertamente à Pérsia, invadindo essas terras à frente de um exército de 40000 homens, sob o pretexto de levar a eles a cultura grega, que era “mais desenvolvida” do que a cultura persa.
O Alexandre III seguiu em frente com o apoio dos exércitos gregos, como o Filipe II tinha planejado fazer antes.
Ele pessoalmente ia comandando o exército na linha de frente, inclusive na hora das batalhas.
Assim que os macedônios venceram a 1ª batalha contra os persas, o Alexandre III ordenou que os persas sobreviventes, feitos prisioneiros, fossem mandados pra Macedônia como escravos. E que as armas deles fosse mandadas pra Grécia e oferecidas em sacrifício à deusa Atena num ritual religioso.
Assim que desembarcou na Ásia Menor, o Alexandre III foi até um monumento conhecido como Túmulo de Aquiles, onde, supostamente, as cinzas desse herói teriam sido deixadas depois da cremação dele, na época da Guerra de Tróia.
Como muitos macedônios acreditavam que o jovem rei deles era filho biológico de Aquiles, como eu já disse, ele resolveu pedir proteção ao “pai”: depois de fazer sacrifícios aos deuses olímpicos, ele ficou nu e dançou uma dança fúnebre em volta do túmulo, pedindo a proteção de Aquiles.
O Alexandre III deu continuidade às conquistas nas terras asiáticas. Mas pra isso, apesar de divulgar a cultura grega ali, ele achou melhor não impor nada, deixando que os povos conquistados continuassem seguindo as suas próprias tradições, hábitos e costumes. E com essa atitude quase inédita na época ele ganhou um extremo respeito dos novos súditos que ele adquiriu ali. E aparentemente foi a partir daí que ele começou a ser chamado de “Alexandre Magno” ou “Alexandre, o Grande”.
O Rei da Pérsia, chamado Dario III, viu nele um inimigo impossível de combater. E acabou fugindo em pouco tempo pra regiões afastadas da Pérsia, deixando pra trás inclusive a mãe, a esposa e as filhas!
O Alexandre III capturou as mulheres da Família Real da Pérsia, mas proibiu sob pena de morte que qualquer dos guerreiros dele fizesse qualquer mal a elas. Ele manteve elas no acampamento dele dando a elas o tratamento de princesas e até colocando escravos à disposição delas.
Já o rei fujão caiu em total desprestígio junto ao povo persa. E alguns historiadores dizem que a própria mãe do Dario III deserdou ele e chegou a dizer:
“Eu tenho apenas um filho, chamado Alexandre, e ele é o rei de toda a Pérsia.”
Mas, mesmo assim, muitos persas ainda continuaram ao lado do Dario III (apesar de numa quantidade cada vez menor, é claro).
E as conquistas do Alexandre III continuavam sobre as terras persas. Mas talvez o território sob o domínio persa em que ele tenha sido mais bem recebido tenha sido o Egito, onde ele foi reconhecido pelos sacerdotes como sucessor dos faraós.
Aliás, ele fundou várias cidades pelos territórios persas às quais deu o nome de Alexandria. Mas a cidade com esse nome fundada por ele mais famosa e que mais se desenvolveu foi exatamente no Egito.
É claro que o Alexandre III não foi simplesmente ‘aceito’ em todos os territórios persas em que chegou: teve muita luta e mortes violentas (inclusive de guerreiros aprisionados por ele e que já não ofereciam mais perigo nenhum).
No ano 330 a.C., com 26 anos, ele se permitiu retratar pela 1ª vez. Sim: ele se recusava terminantemente a posar pra qualquer escultor, abrindo uma exceção apenas pro Lisipo naquele ano.
Só que essa estátua feita pelo Lisipo se perdeu. Mas chegou a ser copiada pelos romanos. Essa é a cópia:

Bom, no mesmo ano, o Dario III só tinha 6 homens ainda fiéis a ele e que ajudavam ele a correr de um lado pro outro da Pérsia pra tentar escapar do Alexandre III. E esse já era reconhecido por todo o resto do povo persa como o novo rei deles.
Mas ao contrário do que era de se esperar, não foi pelas mãos dos macedônios que o Dario III foi derrotado de vez: naquele mesmo ano, um dos seguidores dele matou ele e se declarou Rei da Pérsia no lugar dele, assumindo o nome de Artaxerxes IV.
Mas ninguém reconheceu esse cara como sucessor do Dario III. E quem tinha esse direito, aos olhos de todos, era mesmo o Alexandre III, que passou inclusive a se vestir com roupas de rei persa.
Assim, poucos meses depois de se autodeclarar rei, o Artaxerxes IV foi deposto pelos próprios seguidores e entregue ao Alexandre III, que mandou arrancar as orelhas e o nariz dele e, depois, torturar ele até a morte. Com esse ato, ele dizia punir um usurpador e homenagear o Dario III, que tinha sido o último rei legítimo da Pérsia antes dele.
Alguns historiadores afirmam que, no tempo livre, o Alexandre III gostava de patrocinar grandes orgias nas quais ele se embebedava e transava com homens e mulheres.
No ano 327 a.C., ele se casou com uma nobre persa chamada Roxana, reconhecida como Rainha-consorte da Macedônia.
A mistura de guerreiros persas com guerreiros macedônios e guerreiros gregos no exército do Alexandre III não foi uma coisa simples: a diferença de mentalidades e de formas de agir provocaram uma série de brigas entre os guerreiros e até conspirações contra o próprio rei. E esse costumava resolver essa questão simplesmente condenando os rebeldes à morte (geralmente violenta).
Ele continuou avançando pro Oriente, fazendo mais e mais conquistas. Alguns historiadores acham que ele pretendia chegar ao Império Chinês. Mas, quando chegaram a um determinado ponto, o exército dele se intimidou com o tanto que já tinham se afastado da Macedônia e ninguém mais aceitou as ordens dele pra seguir em frente.
Com medo de que o exército se amotinasse contra ele naquelas terras desconhecidas, o Alexandre III achou melhor recuar e começar a voltar pro Ocidente.
Então, foi aí que os domínios dele chegaram à extensão máxima. Esse é o mapa dos territórios conquistados por ele até aí:
Ao que parece, ele se tornou um grande contador de ‘causos’, nos quais dizia que já tinha lutado contra centauros, dragões, gigantes, grifos, porcos alados e outros monstros. E o mais curioso é que ele contava essas histórias com extrema seriedade e ninguém parecia duvidar muito de que elas fossem verdade.
Depois disso, o Alexandre III começou a manifestar interesse em conquistar a Arábia. Mas, dominado por uma forte febre (aparentemente causada por malária), ele morreu no dia 10 ou 11 de Junho de 323 a.C., faltando alguns dias pra completar 33 anos.
A Roxana tava grávida quando ele morreu. E sendo ela a rainha-consorte, o menino que ela pariu era o legítimo herdeiro do trono. E ele foi o novo rei, recebendo o nome de Alexandre IV.
Mas sem o Alexandre III, os domínios dele logo começaram a se desligar uns dos outros. Não que tenham entrado propriamente em decadência, mas a unidade acabou, passando cada um a ter seu próprio governo separado e não reconhecendo mais os reis da Macedônia como soberanos.
O Alexandre III foi sepultado em Alexandria, no Egito.
O túmulo dele foi destruído pelo Rei Ptolomeu X, no início do século I a.C. E o povo egípcio, furioso, depôs esse rei, demonstrando o quanto ainda viam o Alexandre III como um grande ídolo...
Visto como um herói por muitos e como um monstro por muitos outros, podemos dizer que ele foi as 2 coisas, já que teve atitudes perversas (com a extrema crueldade com que matou vários inimigos já dominados e tornados inofensivos) e também heróicas (protegendo as mulheres e crianças dos vencidos, respeitando as culturas alheias e mesmo honrando o nome de inimigos mortos).
Today we’ll talk a little about one of the greatest kings, warriors, and conquerors of the Antiquity: Alexander III of Macedon.
In the 4rth century B.C., King Philip II of Macedon married Princess Olympias.
Polygamy was usual to kings of Macedon. So, it’s said Philip II already had 3 or 4 wives before marrying Olympias. But it seems she was the only one named queen consort.
Philip II had been the greatest King of Macedon to then. But he was a usurper. The real king was his nephew Amyntas IV. Anyway, this one stayed in his court as a nobleman.
In July 20th, in 356 B.C., Olympias gave birth to a boy called Alexander.
He was named after King Alexander II of Macedon (Philip II’s eldest brother), who had ruled Macedon just for 2 years.
A few people thought Philip II was Alexander’s biological father. Even because Olympias herself used to say he wasn’t. She used to say a male deity had impregnated her 9 months before Alexander’s birth.
When the people of Macedon knew about that, many popular stories about the biological father of Alexander’s identity started appearing: some said it was Zeus, some said it was Bacchus, some said it was Achilles’ spirit.
Anyway, Alexander’s official biological father was Philip II. And as his 1st male child, Alexander was the heir to the Throne of Macedon.
He was a very smart boy and a wonderful rider. And still as a little boy he could break a vicious horse in.
It’s said when Philip II saw that he said:
“Macedon will be too small for him”
The future would show the king was right. Anyway, he had other things to think about. But before anything, he intended to be the king of Greeks and Persians (then the 2 most powerful peoples in the World).
Philip II started invading Greece before Alexander’s birth. And then he wanted to ivade Persia on the Greeks’ side.
While the king thought about that, he put the Greek philosopher Aristotle as Alexander’s mentor. And Aristotle educated Alexander basically as a Greek boy.
The main contact between Alexander and Aristotle was from his 13 to his 16 years old.
You guys can see above a catholic picture painted in the 14th century showing Alexander’s childhood.
It shows Philip II, Olympias and Alexander as medieval king, queen and prince. And Aristotle as a dominican friar.
You see: a dominican friar who lived about 300 B.C. It was a way of the Roman Catholic Church to say the only possible kind of wise people was the roman catholic. Well, what can we expect from this church? It does basically the same even nowadays!
Anyway, Alexander was really loved by his father’s soldiers. And some historians say they used to sing a kind of a song like that:
PHILIP IS OUR COMMANDER
BUT ALEXANDER IS OUR KING
It’s almost impossible Alexander didn’t have sexual relations to the soldiers, because Greek men were almost obliged to do that to his male friends. And as I’ve said, he was raised as a Greek guy.
Alejandro siempre tuvo problemas con su padre Filipo II. Y una vez él hasta mismo dejó el palacio junto a su madre por haberse burlado en público cuando el rey se cayó borracho.
Pero él era un gran guerrero cuando actuaba en nombre de su padre. Basta recordar que, cuando tenía 18 años, él dominó Atenas para su padre junto a un ejército.
Filipo II fue muerto en un día no muy claro de 336 a.C.
El asesino fue muerto poco después y Alejandro ordinó que su cuerpo fuera crucifijado. Pero, con 20 años, él también se cambiaba en el nuevo Rey de Macedonia, como Alejandro III.
Sabiendo que muchos no lo deseaban en el trono, el jóven rey ordinó la muerte de basicamente todos esos. Incluso el ex-Rey Amintas IV.
Al mismo tiempo, los griegos pensaban en utilizar la muerte de Filipo II para acabar con el poder de Macedonia sobre ellos. Y decidieron que la ciudad de Tebas era independiente a contar de entonces.
Alejandro III ordinó a su ejército que Tebas fuera detruida y que todos los hombres fueron muertos. Pero sin hacer nada contra las mujeres y los niños. Dicho sea de paso, proteger las mujeres y los niños sería siempre algo muy suyo.
Se dice que en Tebas solamente la casa del poeta Píndaro no fue destruida por el ejército de Alejandro III, pues que él era fan de ese poeta.
El decidió atacar el Imperio Persa en 334 a.C. Y lo hizo junto a un ejército de 40000 hombres.
Junto a Alejandro III se fueron muchos griegos.
El propio personalmente se quedaba delante del ejército en el momento de las luchas.
Después de haber ganado la primera lucha, él ordinó que los persas supervivientes fueron llevados para Macedonia como esclavos y sus armas donadas a la diosa Atena en sus rituales.
Cuando llegó en Asia Menor, él se fue al supuesto Túmulo de Aquiles, que muchos macedonios veían como su padre biológico gracias a una historia contada por su madre. Y así, Alejandro III se fue a pedir la protección de su “padre”. Y después de honrar los dioses, se quedó desnudo y danzó alrededor del túmulo.
El continuó a conquistar nuevas tierras en Asia. Pero, aunque empezara a divulgar la cultura griega allá, dejó que cada grupo conquistado por él continuara a seguir también sus propias tradiciones. Y entonces se quedó conocido como “Alejandro Magno”.
El Rey Dario III de Persia simplemente se escapó de él y dejó para tras hasta mismo las mujeres de su familia.
Alejandro III mantuvo esas mujeres junto a él y las trató como princesas, dándoles hasta mismo esclavos.
Dario III se quedó muy mal visto por hacerlo. Y hasta mismo su madre una vez dijo:
“Tengo solamente un hijo, llamado Alejandro, y él es el rey de toda Persia.”
Algunos pocos persas todavía se quedaron junto a Dario III (realmente pocos).
Alejandro III continuó con sus conquistas. Pero fue tal vez en Egipto que se quedó más bien visto.
Dicho sea de paso, de las muchas ciudades fundadas por él llamadas Alejandría, la más conocida y desenvolvida fue la de Egipto.
Es claro que no fue todo fácil: hubo muchas luchas terribles en muchas tierras persas que él conquistó.
Nel 330 a.C., è stata fatta la prima statua di Alessandro III, da Lisippo. Lui aveva allora 26 anni.
Questa statua è persa. Ma voi potete vedere sopra una copia sua. Così (o quasi così) era Alessandro III.
Nello stesso anno, il Re Dario III di Persia veniva ucciso da un usurpatore: Artaserse IV.
Ma nessuno vedeva questo tipo come il vero Re di Persia: questo doveva essere, secondo tutti, Alessandro III.
Poco tempo dopo esser diventato il re, Artaserse IV veniva ucciso da Alessandro, che così, lo diceva, puniva l’usurpatore e faceva la vendetta di Dario III, l’ultimo re vero di Persia prima di lui.
Alcuni storici dicono che Alessandro III faceva grandi orgie con uomini e donne insieme.
Nel 327 a.C., lui ha sposato la nobile persa Rossane.
I guerrieri dell’esercito di Alessandro III erano macedoni, greci e persiani. E questa mistura non era una cosa facile: c’erano sempre delle lotte fra loro dovuto alla loro mentalità diverse. Ed alcune volte c’erano anche quei che volevano fare qualcosa contro il re. Ma questi sempre venivano uccisi da lui.
Alessandro III continuava le sua conquiste verso l’Est. Si crede che lui pensava di arrivare nell’Imperio Cinese. Ma quando lui ed i suoi guerrieri sono arrivati ad un certo punto, questi hanno deciso che non continuerebbero le conquiste così lontano dall’Ovest.
Alessandro III ha avuto paura che il suo stesso esercito facesse qualcosa contro lui. E così ha deciso di tornare all’Ovest.
Allora il suo imperio era più grande che mai, come voi potete vedere sopra.
Loro sono arrivati a Susa nel 324 a.C., quando Alessandro III ha sposato la Principessa Statira, figlia di Dario III, ed ha ordinato alle città tutte quante della Grecia che gli facessero culto come un nuovo dio.
Lui sempre raccontava molti miti parlando di sé stesso lottando contro centauri, draghi, giganti, grifoni, maiali con ali e degli altri mostri. Lui raccontava questi miti come se fossero tutti quanti veri. E nessuno dubitava che lo fossero.
Dopo questo, Alessandro III ha cominciato a pensare di conquistare la Penisola Araba. Ma dopo aver avuto una febbre terribile (forse dovuto alla malaria), è morto nel 10 o 11 Giugno del 323 a.C., quando aveva ancora 32 anni.
Rossane era incinta. E come la regina consorte di Alessandro III, il suo figlio sarebbe l’erede del trono: Alessandro IV.
Ma senza Alessandro III, le regioni del suo imperio non hanno continuato insieme e non accetterebbero più l’autorità dei re di Macedonia.
La sepoltura di Alessandro III rimaneva all’Alessandria d’Egitto.
Il Re Tolomeo X d’Egitto ha distrutto la sepoltura nel secolo I a.C. E per questo è stato deposto per i suoi stessi cittadini. Così si vede come Alessandro III era ancora visto come un eroe nell’Egitto...
Un eroe fra alcuni ed un mostro fra altri, lui aveva fatto cose nella sua vita che giustificavano queste 2 visioni che avevano da lui: uccideva nemici di modo cattivo senza bisogno di farlo; ma anche proteggeva le donne ed i bambini e onorava i suoi nemici già morti.
Até mais!
6 comentários:
Oi, Léo.
Amigo, sua capacidade de produzir é soberba!!! Nossa, quanto texto bom, quanta informação...
Amigo, parabéns mil vezes. Dizer que sou fã do Super CECG&B é chover no molhado. Todos sabem disso.
Passei um tempo sem acessar nada por decisão pessoal. Voltei hoje a freqüentar meus blogs preferidos e estou navegando há seis horas (risos)...
Um abraço enorme pra você do seu fã incondicional,
Mister Man
Oi! Obrigado!
Bom, eu tô meio sem acessar os blogs dos amigos por falta de tempo mesmo.
Esse post aqui, aliás, era pra ter sido mandado na 4ª feira. Mas e o tempo?
Mas vamos em frente.
Um abraço enorme também!
e pensar que ele só tinha 1,52 de altura
pena que voce deixou o romance dele com o amigo de infancia hefestion de fora, foram amantes até o triste fim
Como eu não dispunha de muito tempo, nem deu pra fazer um post muito grande. Então não entrei em muitos detalhes sobre a vida dele.
oi leo
resta saber se ele era "GRANDE" mesmo kkkkk
bjos
kinho
Eu acho que era, sim.rs
Beijos!
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