Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no escritor, jornalista e ator chileno Pedro Lemebel.
Hoje a gente vai dar uma olhada no escritor, jornalista e ator chileno Pedro Lemebel.

Ao longo dos anos 80, ditadura do Augusto Pinochet passou a impor uma censura extremamente radical contra a Literatura no Chile. E assim, o Pedro e o escritor Francisco Casas fundaram uma espécie de grupo cultural chamado Yeguas del Apocalipsis, no qual eles passaram a fazer interpretações teatrais dos textos que eles mesmos escreviam, falando quase sempre sobre a forma como a homossexualidade e a transexualidade eram tratadas no Chile, ao mesmo tempo em que faziam apelos à defesa dos direitos humanos, sempre massacrados pelas ditaduras.
Entre 1987 e 1995, o Yeguas del Apocalipsis se apresentou em público por mais de 800 vezes.
Até onde eu pude me informar, o Pedro sempre disse em público que é homossexual. E em várias aparições públicas que fez, ele já apareceu vestido de mulher ou usando roupas de visual andrógeno. Aliás, na maioria das fotos dele que a gente encontra pela Internet é assim que ele tá.
Nos anos 90, ele namorou o escritor argentino Gonzalo Garcés (por sinal, outro ídolo homossexual dos países hispânicos da América do Sul), 19 anos mais novo do que ele, por cerca de 5 anos.
Além da carreira de escritor e autor e ator teatral, o Pedro tem colaborado também com jornais chilenos. E é frequentemente convidado a dar palestras sobre Literatura, já tendo se apresentado inclusive na Harvard University, Massachusetts.
Entre os livros dele, podemos destacar Los Incontables (1986), La Esquina Es Mi Corazón (1995), Loco Afán: Crónicas de Sidario (1996), De Perlas y Cicatrices (1998), Tengo Miedo Torero (2001), Zanjón de La Aguada (2003), Adiós, Mariquita Linda (2005) e Serenata Cafiola (2008).
Nos livros do Pedro, ele fala basicamente sobre o lado marginal da sociedade chilena. E as histórias, contadas quase sempre de forma irreverente e irônica, quase sempre têm também algumas passagens autobiográficas dele.
Today we’ll talk a little about the Chilean writer, journalist and actor Pedro Lemebel.
He was born in Santiago de Chile, in 1955, as Pedro Mardones Lemebel.
Along the 80s, Augusto Pinochet’s military dictatorship started imposing the strongest kind of censure against Literature in Chile. Then, Pedro and writer Francisco Casas founded a kind of a cultural group called Yeguas del Apocalipsis which gave them the opportunity to play their own texts as theater actors. Their stories used to be about how homosexuality and transexuality were seen in Chile. And they also tried to teach about the Human Rights which are usually so massacred at dictatorships at all.
Entre 1987 y 1995, el colectivo de arte Yeguas del Apocalipsis, fundado por Pedro, realizó alrededor de 800 eventos en público.
Por lo que me fue posible saber, él siempre dijo en público que es homosexual. Y en muchas de las veces en que fue visto en público, tenía ropas de mujer o por lo menos ropas que no pueden ser definidas como masculinas o femeninas. A propósito, la mayor parte de sus fotos que pueden ser vistas en Internet lo muestran así.
En los años 90, Pedro tuvo una relación de 5 años con el escritor argentino Gonzalo Garcés (otro que es visto como un ídolo por muchos homosexuales de América del Sur), que es 19 años más jóven que él.
Pedro ha una gran carriera como autore e attore teatrale, ma anche come giornalista è così. E quasi sempre l’invitano a parlare in delle conferenze di Letteratura. A proposito, lui è già stato nella Harvard University, nel Massachusetts per questo.
Tra i suoi libri più conosciuti, possiamo parlare di Los Incontables (1986), La Esquina Es Mi Corazón (1995), Loco Afán: Crónicas de Sidario (1996), De Perlas y Cicatrices (1998), Tengo Miedo Torero (2001), Zanjón de La Aguada (2003), Adiós, Mariquita Linda (2005) e Serenata Cafiola (2008).
Nei suoi libri, Pedro parla prima di tutto del lato più ripudiato della società cilena. E le sue storie, raccontate generalmente di modo ironico, quasi sempre ci mostrano delle parte della sua stessa vista personale.
Até a próxima!
2 comentários:
Eu nunca tinha ouvido falar nele.
É. Ele é pouco conhecido no Brasil.
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