Oi!!!
O post de hoje vai ser sem nenhuma palavra em outras línguas e também sem figura nenhuma, não só porque ele é voltado pra quem mora no Brasil, mas também porque a intenção é passar a mensagem mais clara e mais objetiva possível.
O site de utilidade pública que eu vou destacar esse mês é o do Disque Denúncia. Tá aí:
http://www.disquedenuncia.org.br/
Se você não conseguir acessar o site ou se acessar e tiver alguma dificuldade pra usar, vou deixar aqui também bem destacado o telefone do Disque Denúncia:
2253-1177
Se você tiver alguma dificuldade pra entrar em contato com esse telefone específico, eu vou deixar outros 2, também bem destacados, que tão associados ao Disque Denúncia e que têm a ver com o assunto do post de hoje:
100
ou
190
Todos esses 3 telefones e mais o site podem ser usados pra fazer denúncias de violência contra crianças. E o post de hoje vai ser exatamente sobre isso.
Como vocês sabem muito bem, muita gente, principalmente em igrejas conservadoras, procura associar homossexualidade a violência sexual contra crianças. Não faltam padres e pastores conservadores dando a entender que todo homossexual é um estuprador de crianças ou, no mínimo, que os homossexuais são os principais culpados pela erotização das crianças. E não faltam imbecis que frequentam as igrejas deles e que divulgam ainda mais esse tipo de ideia.
Bom, vamos ver um outro lado da moeda pro qual muitos homofóbicos, comodamente, fecham os olhos. Ou, no mínimo, tentam abafar.
Em 1º lugar, eu não vim aqui pra dizer que não existe nenhum homossexual que por acaso também seja corruptor de menores. Porque se eu fizer isso, eu tô me rebaixando ao mesmo nível dos padrecos e pastorecos que gritam em altos brados que NENHUM cristão comete esse tipo de ato. Não é preciso pesquisar muito pra ver o quanto esses pastorecos e padrecos mentem quando dizem isso, né?
Então, eu, como já disse, pra não me rebaixar ao nível deles, não vou dizer que NENHUM homossexual nunca fez isso. Mas posso afirmar, sim, que a maioria das pessoas que cometem violência sexual contra crianças, que têm relações sexuais com crianças ou que incentivam esse tipo de relação sexual não são homossexuais. E posso provar.
Vamos ver:
Até não muitas décadas atrás, era comum que, quando um homem tinha um filho homem, levasse o garoto pra transar com uma prostituta quando ele chegasse no final da infância (ou seja, por volta dos 10 anos de idade). E o garoto tinha que transar, pra “provar que era macho”.
Embora essa ‘tradição’ tenha diminuído extremamente, ela não se extinguiu. E em alguns casos, ela apenas mudou: a mulher adulta que tira a virgindade do menino deixou de ser uma prostituta e passou a ser alguma outra mulher...
Não é difícil encontrar garotos que dizem que perderam a virgindade com a empregada, ainda no final da infância ou início da adolescência. E na maioria das vezes em que isso aconteceu, foi o pai quem incentivou o garoto a ficar se chegando na empregada. Ou pelo menos a ficar passando a mão na empregada ou a ficar escondido vendo a empregada tomar banho.
Também não é difícil encontrar pai que faz assinatura de revista de mulher pelada pra dar pro filho com menor de 10 anos ver. E ainda conta pra todo mundo que faz isso, se orgulha de fazer isso e se orgulha de dizer que o filho com menos de 10 anos de idade já tem acesso direto a material erótico.
Então, os maiores incentivadores da erotização da criança são os homens héteros que têm filhos homens, e não os homossexuais.
No caso das meninas que sofreram um estupro ou algum outro tipo de violência sexual durante a infância ou a adolescência, diferentes estatísticas mostram que, em cerca de 80% dos casos, o estuprador era um homem adulto que morava na mesma casa que elas. E quase sempre era o pai biológico ou o padrasto. Ou seja: um homem heterossexual ou, forçando muito a barra, bissexual (pois ele é casado com uma mulher e formou uma família com ela). E não um homem homossexual.
Aí tem sempre alguém que é muito ingênuo (ou está se fazendo de) e diz alguma coisa mais ou menos assim:
“Mas como é que a mãe não percebia que o marido tava fazendo aquilo com a filha dela?!?!?!”
Bom, vocês realmente acham que, na maioria das vezes em que isso acontece, a mãe não percebe NADA?
Se você responder que sim, eu vou ter que repetir o que eu acabei de dizer: você é muito ingênuo (ou tá se fazendo de).
O comportamento típico da “imaculada mãe de família” quando acontece um caso desse tipo é, mesmo que ela já saiba de tudo, ser cega, surda e muda. Às vezes pra sempre, às vezes até alguém de fora perceber o que tá acontecendo e ir falar com ela.
E é possível até escrever um roteiro do comportamento da mulher quando alguém vai falar com ela sobre esse assunto:
1º Ela finge que não tá entendendo o que você tá dizendo.
2º Quando chega a um ponto em que não dá mais pra fingir que não tá entendendo, ela acha um absurdo você sequer levantar aquela hipótese, pergunta de onde você pode ter tirado aquelas idéias sem sentido, que o marido dela nunca faria isso e tal.
3º Depois de tudo, ela diz frases do tipo: “É. Ele faz isso às vezes quando fica nervoso... Mas ele é um pai muito bom!!!”, “É. Ele faz isso... Mas não é por maldade!!! É que ele é muito nervoso!!!”, “É. Ele faz isso... Mas ele não sabe bem o que tá fazendo!!! Ele não faz isso por maldade!!!” e por aí vai.
E por que tantas “imaculadas mães de família” se comportam assim?
Acho que não é novidade pra ninguém aqui a obsessão feminina em manter a família unida a qualquer preço. Por mais lesiva que seja convivência entre as pessoas ali, por mais negativo que seja o relacionamento entre as pessoas ali, por mais que uma das pessoas ali cause danos à outra, se são pessoas da mesma família, a mulher que ocupa o posto de mãe daquela família, na maioria das vezes, tem a tendência de achar que aquelas pessoas têm que ficar presas uma à outra, custe o que custar, passando por cima do que tiver que passar e, se for o caso, fazendo mal a quem tiver que fazer. O importante pra mulher com esse tipo de mentalidade é a família ficar unida não importando o que isso cause de positivo ou de negativo.
Se a mulher em questão for praticante de alguma religião judaico-cristã, aí então é que essa forma de pensar e se comportar é levada a todos os extremos possíveis.
Ninguém aqui tá dizendo que TODAS as mulheres pensam e se comportam dessa forma. É claro que não. Mas eu duvido que vocês nunca tenham visto pelo menos algumas mulheres assim.
No mínimo em situações menos difíceis do que essas, aí eu posso afirmar com certeza que todos vocês já viram algumas dezenas de “santas mães de família” assumindo esse posicionamento. É ou não é?
Mas enfim: nesses casos que a gente viu, o pai ou padrasto (presumivelmente um homem heterossexual) corrompeu sexualmente uma criança; e a mãe (presumivelmente uma mulher heterossexual) foi cúmplice de tal crime. Então, cadê os homossexuais envolvidos na história? Não vi!
E como eu já disse, é isso o que acontece em 80% dos casos de estupro de crianças. Então, menos de 20% dos casos é que podem ter algum homossexual envolvido na história.
Depois do que eu já expus aqui, acho que não tenho muito mais a dizer, né? Ficam essas ideias aqui pra vocês refletirem e divulgarem pra certas pessoas que se fazem de desentendidas.
Até mês que vem!
O post de hoje vai ser sem nenhuma palavra em outras línguas e também sem figura nenhuma, não só porque ele é voltado pra quem mora no Brasil, mas também porque a intenção é passar a mensagem mais clara e mais objetiva possível.
O site de utilidade pública que eu vou destacar esse mês é o do Disque Denúncia. Tá aí:
http://www.disquedenuncia.org.br/
Se você não conseguir acessar o site ou se acessar e tiver alguma dificuldade pra usar, vou deixar aqui também bem destacado o telefone do Disque Denúncia:
2253-1177
Se você tiver alguma dificuldade pra entrar em contato com esse telefone específico, eu vou deixar outros 2, também bem destacados, que tão associados ao Disque Denúncia e que têm a ver com o assunto do post de hoje:
100
ou
190
Todos esses 3 telefones e mais o site podem ser usados pra fazer denúncias de violência contra crianças. E o post de hoje vai ser exatamente sobre isso.
Como vocês sabem muito bem, muita gente, principalmente em igrejas conservadoras, procura associar homossexualidade a violência sexual contra crianças. Não faltam padres e pastores conservadores dando a entender que todo homossexual é um estuprador de crianças ou, no mínimo, que os homossexuais são os principais culpados pela erotização das crianças. E não faltam imbecis que frequentam as igrejas deles e que divulgam ainda mais esse tipo de ideia.
Bom, vamos ver um outro lado da moeda pro qual muitos homofóbicos, comodamente, fecham os olhos. Ou, no mínimo, tentam abafar.
Em 1º lugar, eu não vim aqui pra dizer que não existe nenhum homossexual que por acaso também seja corruptor de menores. Porque se eu fizer isso, eu tô me rebaixando ao mesmo nível dos padrecos e pastorecos que gritam em altos brados que NENHUM cristão comete esse tipo de ato. Não é preciso pesquisar muito pra ver o quanto esses pastorecos e padrecos mentem quando dizem isso, né?
Então, eu, como já disse, pra não me rebaixar ao nível deles, não vou dizer que NENHUM homossexual nunca fez isso. Mas posso afirmar, sim, que a maioria das pessoas que cometem violência sexual contra crianças, que têm relações sexuais com crianças ou que incentivam esse tipo de relação sexual não são homossexuais. E posso provar.
Vamos ver:
Até não muitas décadas atrás, era comum que, quando um homem tinha um filho homem, levasse o garoto pra transar com uma prostituta quando ele chegasse no final da infância (ou seja, por volta dos 10 anos de idade). E o garoto tinha que transar, pra “provar que era macho”.
Embora essa ‘tradição’ tenha diminuído extremamente, ela não se extinguiu. E em alguns casos, ela apenas mudou: a mulher adulta que tira a virgindade do menino deixou de ser uma prostituta e passou a ser alguma outra mulher...
Não é difícil encontrar garotos que dizem que perderam a virgindade com a empregada, ainda no final da infância ou início da adolescência. E na maioria das vezes em que isso aconteceu, foi o pai quem incentivou o garoto a ficar se chegando na empregada. Ou pelo menos a ficar passando a mão na empregada ou a ficar escondido vendo a empregada tomar banho.
Também não é difícil encontrar pai que faz assinatura de revista de mulher pelada pra dar pro filho com menor de 10 anos ver. E ainda conta pra todo mundo que faz isso, se orgulha de fazer isso e se orgulha de dizer que o filho com menos de 10 anos de idade já tem acesso direto a material erótico.
Então, os maiores incentivadores da erotização da criança são os homens héteros que têm filhos homens, e não os homossexuais.
No caso das meninas que sofreram um estupro ou algum outro tipo de violência sexual durante a infância ou a adolescência, diferentes estatísticas mostram que, em cerca de 80% dos casos, o estuprador era um homem adulto que morava na mesma casa que elas. E quase sempre era o pai biológico ou o padrasto. Ou seja: um homem heterossexual ou, forçando muito a barra, bissexual (pois ele é casado com uma mulher e formou uma família com ela). E não um homem homossexual.
Aí tem sempre alguém que é muito ingênuo (ou está se fazendo de) e diz alguma coisa mais ou menos assim:
“Mas como é que a mãe não percebia que o marido tava fazendo aquilo com a filha dela?!?!?!”
Bom, vocês realmente acham que, na maioria das vezes em que isso acontece, a mãe não percebe NADA?
Se você responder que sim, eu vou ter que repetir o que eu acabei de dizer: você é muito ingênuo (ou tá se fazendo de).
O comportamento típico da “imaculada mãe de família” quando acontece um caso desse tipo é, mesmo que ela já saiba de tudo, ser cega, surda e muda. Às vezes pra sempre, às vezes até alguém de fora perceber o que tá acontecendo e ir falar com ela.
E é possível até escrever um roteiro do comportamento da mulher quando alguém vai falar com ela sobre esse assunto:
1º Ela finge que não tá entendendo o que você tá dizendo.
2º Quando chega a um ponto em que não dá mais pra fingir que não tá entendendo, ela acha um absurdo você sequer levantar aquela hipótese, pergunta de onde você pode ter tirado aquelas idéias sem sentido, que o marido dela nunca faria isso e tal.
3º Depois de tudo, ela diz frases do tipo: “É. Ele faz isso às vezes quando fica nervoso... Mas ele é um pai muito bom!!!”, “É. Ele faz isso... Mas não é por maldade!!! É que ele é muito nervoso!!!”, “É. Ele faz isso... Mas ele não sabe bem o que tá fazendo!!! Ele não faz isso por maldade!!!” e por aí vai.
E por que tantas “imaculadas mães de família” se comportam assim?
Acho que não é novidade pra ninguém aqui a obsessão feminina em manter a família unida a qualquer preço. Por mais lesiva que seja convivência entre as pessoas ali, por mais negativo que seja o relacionamento entre as pessoas ali, por mais que uma das pessoas ali cause danos à outra, se são pessoas da mesma família, a mulher que ocupa o posto de mãe daquela família, na maioria das vezes, tem a tendência de achar que aquelas pessoas têm que ficar presas uma à outra, custe o que custar, passando por cima do que tiver que passar e, se for o caso, fazendo mal a quem tiver que fazer. O importante pra mulher com esse tipo de mentalidade é a família ficar unida não importando o que isso cause de positivo ou de negativo.
Se a mulher em questão for praticante de alguma religião judaico-cristã, aí então é que essa forma de pensar e se comportar é levada a todos os extremos possíveis.
Ninguém aqui tá dizendo que TODAS as mulheres pensam e se comportam dessa forma. É claro que não. Mas eu duvido que vocês nunca tenham visto pelo menos algumas mulheres assim.
No mínimo em situações menos difíceis do que essas, aí eu posso afirmar com certeza que todos vocês já viram algumas dezenas de “santas mães de família” assumindo esse posicionamento. É ou não é?
Mas enfim: nesses casos que a gente viu, o pai ou padrasto (presumivelmente um homem heterossexual) corrompeu sexualmente uma criança; e a mãe (presumivelmente uma mulher heterossexual) foi cúmplice de tal crime. Então, cadê os homossexuais envolvidos na história? Não vi!
E como eu já disse, é isso o que acontece em 80% dos casos de estupro de crianças. Então, menos de 20% dos casos é que podem ter algum homossexual envolvido na história.
Depois do que eu já expus aqui, acho que não tenho muito mais a dizer, né? Ficam essas ideias aqui pra vocês refletirem e divulgarem pra certas pessoas que se fazem de desentendidas.
Até mês que vem!
































