segunda-feira, 30 de junho de 2008

OS GAYS SÃO DE MARTE E AS MULHERES SÃO DE VÊNUS

Oi!!!

Bom início de semana!
O site de utilidade pública que eu vou divulgar esse mês é o do Napes (Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado). Tá aí o link:

http://napes.skyrock.com/

O Napes se propõe a estimular e facilitar a inclusão de alunos com necessidades físicas e/ou mentais nas instituições de ensino regular aqui do Rio.
Pra quem quiser conhecer melhor ou divulgar o trabalho do Napes, vale a pensa dar uma passada lá no site.
Bom, no post de hoje, eu vou me manifestar contra um dos preconceitos homofóbicos mais espalhados pelo Mundo: a associação dos gays com as mulheres.
O título que eu dei ao post, inspirado no livro do John Gray, é pra frisar que nós e as mulheres NÃO SOMOS a mesma coisa.

Que fique claro: ninguém aqui tá dizendo que o gay é superior à mulher nem vice-versa. Tô apenas lembrando (apesar disso ser óbvio) que gay é uma coisa e mulher é outra. Porque eu percebo muitas cobranças sem sentido feitas a nós que se originaram dessa idéia deturpada. Vamos tentar desmistificar algumas:
Um gay não tem que concordar com tudo o que uma mulher faz só porque ele é gay e ela é mulher.
Muitas pessoas têm a idéia de que todo gay, só por ser gay, tem a obrigação de ficar sempre do lado das mulheres em qualquer situação. Mas principalmente quando surge uma discordância entre uma mulher e um homem hétero.
Quando uma mulher toma qualquer atitude que não tem bons resultados e um homem hétero critica isso de alguma forma, se um gay reconhecer que ela fez mesmo uma besteira, muitas vezes ela acha um absurdo! Mesmo tando errada, ela acha que o gay tinha que dar razão a ela de qualquer forma.
Ora essa! Se alguém disser que uma mulher tá sempre certa em qualquer situação só por ser mulher, isso é tão errado quanto dizer que um homem tá sempre certo em qualquer situação só por ser homem, que um negro tá sempre certo em qualquer situação só por ser negro, que um judeu tá sempre certo em qualquer situação só por ser judeu, que um índio tá sempre certo em qualquer situação só por ser índio e até mesmo dizer que um gay tá sempre certo em qualquer situação só por ser gay. Ou seja: acaba criando outro tipo de preconceito.
Só que, além disso, no caso dos gays, existe essa cobrança de cumplicidade das mulheres. Ou melhor, uma cobrança de ‘obrigação’ de cumplicidade das mulheres.
E achar que um gay, só por ser gay, vai pensar da mesma forma que uma mulher ou ver o Mundo da mesma forma que uma mulher acaba sendo também uma forma de preconceito, tanto contra o gay quanto contra a mulher.
Talvez essa mentalidade tenha a ver com aquela idéia estereotipada de que toda mulher e todo gay são poços sem fundo de fragilidade e sensibilidade. Algumas mulheres e alguns gays podem até ser. Mas generalizar e estereotipar é preconceito.
E é importante lembrar que existem gays mais sensíveis, sim! Assim como também existem héteros mais sensíveis. Achar que TODO homem hétero é um casca-grossa xucro e sem modos também é preconceito.
Se alguém quer saber como uma mulher vê o Mundo, tem que perguntar isso a uma mulher, e não a um gay. O que o gay sabe é como um gay vê o Mundo.
Outra idéia completamente sem sentido é dizer que, se o Mundo fosse mais feminino, não existiria homofobia, porque homofobia é coisa de homem, e não de mulher.
É! Vocês já devem ter ouvido essa pérola ou alguma coisa muito parecida com isso, né? Bom, não é preciso procurar muito pra encontrar algumas centenas de exemplos de mulheres homofóbicas. Vá a qualquer grupo judaico-cristão conservador, seja ele uma sinagoga, uma igreja ou uma reunião de mulheres muçulmanas, e só naquele pequeno ambiente, naqueles poucos metros quadrados ao redor do lugar onde você tá, você já vai ver algumas dezenas e dezenas de mulheres homofóbicas.
E fora dali, em outros tipos de ambiente que nem são religiosos, também tem centenas de mulheres homofóbicas, é claro.
Não se esqueçam que tem até uma certa quantidade de mulheres que são homofóbicas exatamente porque esdruxulamente elas vêem os gays como uma espécie de concorrentes delas.
Tem também a idéia mais preconceituosa ainda de que o gay é uma mulher que tem corpo de homem... Bom, eu nem deveria perder o meu tempo comentando uma idéia tão idiota, mas vamos lá: um gay é um HOMEM que sente atração sexual por outros homens; mas ele não é, nunca foi e nunca será uma mulher. Ele pode se sentir mais feminino do que masculino, ele pode fazer todas as operações de mudança de sexo que ele puder, ele pode ser o maaaaais afeminado que ele conseguir ser... Enfim, ele pode ser até a Rainha das Coquetes. Mas ele nunca vai deixar de ser um homem e passar a ser uma mulher.
Isso provavelmente é uma forma de tentar colocar os homossexuais como homens de 2ª classe, já que, na mentalidade dos grupos judaico-cristãos conservadores, a mulher é sempre vista como um ser humano de 2ª classe. É o único ponto que eu vejo em que tentam abertamente colocar os gays e as mulheres no mesmo saco.
Quanto à amizade entre gays e mulheres, é evidente que ela existe. Mas ela é uma possibilidade, e não uma obrigação, como fazem questão de pensar alguns homofóbicos. Afinal, os gays não têm a OBRIGAÇÃO de gostar das mulheres e as mulheres, no mesmo peso e na mesma medida, também não têm a OBRIGAÇÃO de gostar dos gays, né? Talvez alguns gays digam que sempre se dão com qualquer mulher só pra não parecer machistas e/ou pra parecer politicamente corretos. Como eu disse no post do Dia das Mães, no mês passado, na nossa sociedade, atualmente, pega bem você inocentar as mulheres de qualquer culpa, sempre falar bem delas em público e tal.


I know it’s very ridiculous reminding that. But it’s necessary reminding some things to some people: a gay isn’t obliged to agree with women just because he’s gay and they’re women, a gay isn’t obliged to pretend women are always right just because he’s gay and they’re women, a gay isn’t obliged to think like women just because he’s gay, a gay isn’t obliged to understand the World just because he’s gay, a gay isn’t obliged to back any woman up if she has some kind of problem with a hetero man just because he’s gay and she’s a woman, a gay isn’t obliged to have female friends, a gay isn’t obliged to have female sensibility just because he’s gay, there are also homophobic women (not only homophobic men), there are also women who see gays as their enemies. And the most important: A GAY AND A WOMAN ARE NOT THE SAME THING!!!

Sé que es muy ridículo recordar esas cosas. Pero recuerdo todo eso a algunas personas: un gay no tiene la obligación de estar de acuerdo con las mujeres solamente porque él es gay y ellas son mujeres, un gay no tiene la obligación de hacer de cuentas que las mujeres tienen siempre razón solamente porque él es gay y ellas son mujeres, un gay no tiene la obligación de pensar como las mujeres solamente porque es gay, un gay no tiene la obligación de entender el Mundo como una mujer solamente porque es gay, un gay no tiene la obligación de amparar una mujer que tiene un problema con un hombre hetero, un gay no tiene la obligación de tener amigas mujeres, un gay no tiene la obligación de tener sensibilidad femenina solamente por es gay, hay también mujeres homofóbias (y no solo hombres homofóbicos), hay también mujeres que ven los gays como sus enemigos. Y lo más importante: UN GAY Y UNA MUJER NO SON LA MISMA COSA!!!

Lo so che è molto ridicolo ricordare tutto ciò. Ma ricorderò alcune cose ad alcune persone: un gay non ha l’obbligo di essere d’accordo con le donne soltanto perché lui è gay e loro sono donne, un gay non ha l’obbligo di fare finta che le donne hanno sempre la ragione soltanto perché lui è gay e loro sono donne, un gay non ha l’obbligo di pensare come pensano le donne soltanto perché è gay, un gay non ha l’obbligo di capire il Mondo come lo capisce una donna solatnto perché lui è gay, un gay non ha l’obbligo di essere accanto ad una donna che ha qualche problema con un uomo etero, un gay non ha l’obbligo d’avere amiche donne, un gay non ha l’obbligo d’avere la sensibilità di una donna soltanto perché lui è gay, ci sono anche donne omofobiche (non solo uomini omofobici), ci sono anche donne che vedono i gay come i loro nemici. Ed il più importante: UN GAY ED UNA DONNA NON SONO LA STESSA COSA!!!
Bom, eu volto no mês que vem com a enquete nova, a piada nova (rs) e mais uma coisinha.
Até lá!

sábado, 28 de junho de 2008

O PRÍNCIPE TARADO

Oi!!!

Bom, no mês passado eu falei aqui sobre o Príncipe Edward, da Inglaterra. E o post de hoje vai ser sobre um dos sobrinhos dele (e que tá mais próximo do que ele do Trono Inglês), o Príncipe Harry.

Henry Charles Albert David Mountbatten-Windsor nasceu em Londres, em 15 de Setembro de 1984.
Ele foi o 2º e último filho do Príncipe Charles Windsor e da hoje falecida Princesa Diana Spencer e único irmão do Príncipe William Mountbatten-Windsor.
Quando nasceu, ele recebeu o título de “Sua Alteza Real, o Príncipe Henry, de Gales”. E também desde que nasceu, ele tem ocupado o posto de 3º herdeiro direto do Trono da Inglaterra, depois do Charles e do William. Mas o Henry vai assumir uma posição mais distante ainda do trono se o irmão dele se casar e tiver filhos.
Desde criança, ele foi apelidado de Harry, se tornando conhecido assim pelo próprio povo da Inglaterra. E algumas vezes, em solenidades, ele também é chamado de “Henry of Wales”.
Sempre existiram fofocas de que o pai biológico dele na verdade é o Capitão James Hewitt, com quem a Diana admitiu que teve um romance. Mas tanto ela quanto o James sempre disseram que só começaram a ter relações de que o Harry já tinha nascido. E a Diana sempre afirmou categoricamente que o Harry é filho biológico dela com o Charles.
Desde criança, o Harry sempre foi visto como o ‘patinho feio’ da Família Real Inglesa, já que o William, além de ser o herdeiro do trono antes dele, também seria mais bonito do que ele durante a infância e adolescência.
Assim como o William, o Harry teve os estudos iniciais na Mrs. Jane Mynors’s Nursery School. Depois, os 2 juntos também estudaram na Wetherby School e na Ludgrove School.
Desde adolescente, o Harry parece manter uma relação a 2 com a milionária zimbabuana Chelsy Davy. E parece que eles tão juntos até hoje. Mas as informações que chegam sobre esse assunto são tão desencontradas (e quase todas são muito mais fofocas não-confirmadas do que informações) que fica difícil saber o que é verdade e o que não é sobre isso.
Também desde adolescente, o Harry sempre foi ligado em esportes. Principalmente futebol, pólo, rapel e rugby. E o corpo dele foi se moldando com esses esportes.
Em 1996, depois de uma série de escândalos e adultérios recíprocos, o Charles e a Diana se divorciaram oficialmente (apesar de já terem se separado na prática fazia muitos anos). Mas em 31 de Agosto do ano seguinte, a Diana e o então amante dela, o Emad El-Din Mohamed Abdel Moneim Fayed, foram perseguidos de carro por Paris por um grupo de aparentes paparazzi. E ao entrar num túnel, o carro deles, aparentemente, foi empurrado contra um dos pilares, provocando um acidente fatal pros 2.
Ninguém tem muita dúvida de que foi um assassinato encomendado. Mas a dúvida é: por parte de quem e pra matar qual dos 2? Afinal, parece que tinha muita gente interessada na morte dos 2, né?
Bom, em 2002, o Harry chocou a opinião pública ao admitir que era usuário esporádico de maconha. Mas o Charles, pra resolver o problema, disse em público que ele faria um tratamento de reabilitação pra usuários de drogas.
Essa não foi nem de longe a única atitude transgressora do Harry: diferente da maior parte da sóbria Família Real Inglesa, ele é conhecido por ir a festas nas quais ele enche a cara e se exibe de forma meio vulgar.
Dizem as fofocas que a Highgrove House, um dos palácios do Charles, é frequentemente usada pelo Harry como um local onde ele reúne os amigos pra fazer grandes orgias. E dizem que rola de TUDO lá!
É claro que não tem nada que prove isso. Mas também não é nada impossível que seja verdade, se a gente levar em conta certas coisas que ele foi visto fazendo por aí. Esse flagra, por exemplo, foi quando ele tava em férias na Namíbia:


Bom, que o Harry é meio tarado e que ele tá sempre excitado, não há dúvida. Isso pode ser visto claramente em algumas vezes em que ele foi flagrado.

Aliás, sejamos francos: ele pode até não ser bonito, mas tem a maior cara de tarado, né?rsrsrs
Quando terminou os estudos, em 2003, o Harry foi passar 1 ano fora da Inglaterra, primeiro na Oceania e depois na África. Enquanto teve na Oceania, ele trabalhou numa instituição criadora de gado na Austrália. E quando foi pra África, ele trabalhou num orfanato no Lesoto.
Em Janeiro de 2005, o Harry foi a uma festa a fantasia usando uma roupa de soldado nazista. Isso provocou um escândalo tanto entre a comunidade judaica mundial quanto entre os ingleses em geral, pois a Inglaterra foi uma inimiga mortal do nazismo durante a 2ª Guerra Mundial. E ele foi obrigado a se desculpar em público por ter aparecido em público vestido daquele jeito.
Em Maio do mesmo ano, ele entrou pra Royal Military Academy Sandhurst. E tá lá até hoje. Ele é conhecido lá como “Cadete Wales”.
Enquanto servir como militar, o Harry vai ficar dispensado quase completamente das funções de príncipe, só voltando a exercer essas em casos de extrema necessidade.
Em Fevereiro de 2007, ele foi mandado secretamente pro Iraque pra se colocar à disposição do Exército Inglês lá. Mas, pouco depois, chegou-se à conclusão de que era perigoso demais manter ele lá, sendo exigido que ele voltasse em Maio.
Essas fotos foram feitas, aparentemente, enquanto ele teve lá:



Dá pra ver que, apesar de não ser bonito, ele tem um corpo muito bem cuidado de 1, 88m, né?
Interessante: um corpo bem cuidado e, pelo relevo que a gente vê nas fotos, uma mandioca grande. E além da mandioca ser grande, aparentemente também tá sempre em uso, né?rsrsrs
De Dezembro de 2007 até Fevereiro de 2008, o Harry também serviu o Exército Inglês no Afeganistão.

Last month I posted here about Prince Edward of England. And today I’ll talk a little about one of his nephews (who’s much nearer to the English Throne than him), Prince Harry.
He was born in London, on September 15th, in 1984. And his full name’s Henry Charles Albert David Mountbatten-Windsor.
He was the 2nd and younger son of Prince Charles Windsor and late Princess Diana Spencer. And his older brother is Prince William Mountbatten-Windsor.
At his birth, he received the title of “His Royal Highness Prince Henry of Wales”. And since then he’s been the 3rd in the line of succession to the British Throne. But he’ll be farther than that to the throne if his brother get married and have any child in the future.
He’s usually referred to as “Prince Henry of Wales”. But his nickname since his childhood has been Harry.
There have always been gossips saying his father is Captain James Hewitt, who was Diana’s lover for some years. But both James and Diana have said they became lovers after Harry’s birth. And Diana always said Harry is Charles’ son.
During his childhood and even later during his teens, Harry was often seen as “the ugly prince” of the British Royal Family (but not THE UGLIEST, let’s be honest!rs). But it was because of William, who besides preceding him as the heir to the throne was also much more handsome than him.
As well as William, Harry attended Mrs. Jane Mynors’s Nursery School. Both princes studied also at the Wetherby School and Ludgrove School.

Desde que Enrique era un adolescente, se dice que mantiene una relación con Chelsy Davy. Pero hay mucho más chismes que certezas sobre eso.
También desde adolescente que le gustan los deportes. Principalmente el fútbol, el polo, el rápel y el rugby.
En 1996, después de muchos escándalos y chismes, los padres de Enrique, Carlos y Diana, se divorciaron oficialmente. Pero Diana y su amante Emad El-Din Mohamed Abdel Moneim Fayed se murieron en un accidente con su coche, en Paris, el 31 de Agosto de 1996.
Todo el Mundo piensa que ellos fueron muertos en un atentado. El problema es saber quien quiso matar quien, porque los 2 tenían enemigos.
En 2002, Enrique crió un escándalo cuando dijo en público que usaba marijuana. Pero para acabar con el escándalo, Carlos dijo que él tendría un tratamiento para toxicómanos.
Esa no fue la única transgresión de Enrique. El es siempre visto en fiestas donde se embriaga y tiene un comportamiento un poco vulgar.
Hay chismes de que él utiliza Highgrove House, uno de los palacios de su padre, como un lugar para sus orgías sexuales con sus amigos.
No se sabe si eso es verdad. Pero es posible. Principalmente cuando vemos las cosas que él hace algunas veces... En las fotos arriba, por ejemplo, donde Enrique es visto embriagado y lamiendo las tetas de un... amigo (¿solo amigo?). Eso ocurrió cuando él estuvo en Namibia en sus vacaciones.
Bueno, hay certeza de que él tiene una sexualidad muy activa, como uds pueden ver en la otra foto (qué pinga grande, ¿verdad?).
Dicho sea de paso: Enrique no es bonito, pero tiene cara de maníaco sexual.rsrs

Dopo aver finito i suoi studi, nel 2003, Enrico ha lasciato l’Inghilterra ed è andato nell’Australia (dove ha lavorato in una stazione di bestiame) e nel Lesotho (dove ha lavorato in un asilo per bambini).
Nel Gennaio del 2005, lui è andato in un party in maschera vestito come un soldato nazista. E questo non è stato soltanto un faux pas, ma anche sembrava uno scandalo per le comunità ebraiche di tutto il Mondo e per gli inglesi tutti quanti (l’Inghilterra è stata uno dei grandi nemici nei nazisti quando è stata la Seconda Guerra Mondiale). Così, lui ha avuto bisogno di fare una dichiarazione pubblica di scuse per quello che ha fatto.
Nel Maggio dello stesso anno, lui è entrato nell’Accademia Militare Reale di Sandhurst, dove è rimasto fino adesso (lui è il “Cadetto Wales”).
Mentre sarà un cadetto, Enrico non avrà nessun obbligo come principe. Eccetto se ci sarà uno stremo bisogno di lui come membro della Famiglia Reale Inglese.
Nel Febbraio del 2007, l’Esercito dell’Inghilterra l’ha mandato nell’Iraq. Ma poco tempo dopo questo, hanno deciso che era troppo pericoloso tenercelo. E l’Esercito ha esatto il suo ritorno nell’Inghilterra nel Maggio dello stesso anno.
Bene, sono quasi sicuro che le sue 2 foto senza camicia che voi potete vedere sopra sono state fatte in quell’occasione. Così, si vede che Enrico ha un bel corpo di 1, 88 m, vero?
Possiamo dire che lui ha un bel corpo ed anche un bel cazzo, non l’ha? Almeno se vediamo l’altra foto sua sopra, dove lui è stato paparazzato con il cazzo duro.rsrs
Dal Dicembre del 2007 al Febbraio del 2008, Enrico è stato nell’Afghanistan.


Bom fim de semana e até mais!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

HOMOFOBIA NO CRISTIANISMO

Oi!!!

Hoje eu vou falar aqui sobre a questão da homofobia dentro do Cristianismo.
Apesar do Cristianismo ser considerado uma religião homofóbica por muitas pessoas, acho que a gente tem que tomar um certo cuidado antes de fazer essa afirmação. Porque o Cristianismo, apesar de ser uma religião só, tá muito longe de ser um grupo só. Pelo contrário: ele tá dividido em vários grupos que tão divididos numa infinidade de subgrupos. E apesar de todos esses grupos pretenderem seguir a vontade de Jesus, cada um deles faz uma interpretação diferente do que é a vontade de Jesus. E os subgrupos que provêm desses grupos também fazem interpretações mais diferentes e por aí vai. Conclusão: às vezes você encontra um grupo cristão que consegue ser 100% diferente de outro grupo cristão, né?
Bom, em consequência disso, existem grupos cristãos que são homofóbicos e outros que não são. Assim, não dá pra dizer que o Cristianismo todo é homofóbico, mas também não dá pra dizer que que não existe homofobia lá. Tudo vai depender do grupo do qual você tá falando. E já que os 2 maiores grupos do Cristianismo são o Catolicismo Romano e o Protestantismo, vamos ver isso mais de perto (e vai aí um esclarecimento pra quem diz que eu falo SÓ contra os católicos aqui no blog):
O Catolicismo Romano É decididamente homofóbico e não há problema em generalizar.
Essa afirmação pode parecer questionável, já que a gente vê uma meia dúzia de padres que demonstram não ter um comportamento homofóbico. Mas é preciso lembrar que o Vaticano é que manda no Catolicismo Romano e que o Vaticano, ainda que de forma indireta, respira homofobia. E mesmo a maioria das divisões católicas que são semi-independentes do Vaticano fazem, pelo menos de vez em quando, manifestações homofóbicas em maior ou menor grau.
Portanto, a maior parte dos católicos romanos são homofóbicos. E só por isso, a gente já pode, até um certo ponto, generalizar.
Não se esqueçam de que até mesmo se 1 único padre comete um erro, é certo culpar todos os outros padres do Catolicismo Romano pelo mesmo erro. Afinal, aí você tá seguindo a própria ética dessa igreja, que diz que ela é Una. E os próprios padres defendem que todos eles fazem parte de um corpo único. Portanto, se qualquer padre católico se coloca contra nós, não estamos errados se passarmos a tratar todos eles como alguém que está contra nós.
No caso do Protestantismo, não vamos tapar o Sol com a peneira: a maior parte das igrejas protestantes, algumas de forma mais direta e outras de forma mais indireta, também se manifestam contra nós.
Agora eu pergunto uma coisa. Vocês já me viram defender a IURD aqui? Já me viram defender a IIGD aqui? Já me viram defender a Vinacc aqui? Já me viram defender a Assembléia de Deus aqui? Já me viram defender a Comunidade Vida Cristã aqui?
Se viram, eu exijo que me mostrem onde foi que eu disse isso!
Bom, essas e várias outras igrejas protestantes são claramente homofóbicas. E vendo a forma como elas se manifestam, acho que ninguém tem muita dúvida disso, né? E sendo homofóbicos, os membros dessas igrejas devem ser tratados como tais por nós.
Só que, no caso do Protestantismo, ao contrário do Catolicismo Romano, não tem como a gente generalizar. Porque aí existe uma autonomia que não existe entre os católicos romanos. Cada igreja protestante faz uma interpretação diferente e própria da Bíblia. E algumas dessas interpretações são extremamente homofóbicas, outras apresentam uma homofobia moderada, outras apresentam uma homofobia superficial e outras não apresentam homofobia nenhuma. Eu sei que essas últimas são minoria, mas elas existem. Por exemplo: a Igreja Acalanto, a Igreja Metropolitana Cristã, a Igreja Nova Esperança e a Igreja Para Todos.
Então, a partir daí, tirem as conclusões que quiserem. Mas cuidado antes de chamar alguém de “homofóbico” só porque é cristão e sem antes analisar a situação.

Christianism is said to be a homophobic religion. But be careful before saying that! Christianism is 1 only religion, but it’s not 1 only group. It’s split in many groups. And each one of these groups is split in many subgroups. All of them worship Jesus as a deity. But each one follows and interprets Jesus’ words in a different way. So, there are homophobic AND non-homophobic christian groups. But it’s impossible to say Christianism is completely homophobic or completely non-homophobic.
Well, the 2 great christian groups seem to be Catholicism and Protestantism. So, let’s talk a little about both of them before deciding if they’re homophobic or not.
I can say Catholicism IS homophobic. And there’s no problem if we generalize here.
OK. I’m sure you have seen some non-homophobic catholic priests. But don’t forget Vatican rules the Roman Catholicism. And Vatican is completely homophobic. And even the roman catholic groups which are semi-independent of Vatican have some homophobic manifestations sometimes.
And remember: if only 1 catholic priest does a mistake, we can say it’s all of the catholic priests’ fault. It’s the roman catholic ethics itself: roman catholic people say their church is 1 only thing and roman catholic priests say all of them are parts of the same body. So, if most of the roman catholics are against us, it’s not wrong to say ALL of them are against us.
About Protestantism, let’s be honest: most of the protestant groups are homophobic. But these ones are homophobic at different levels: some of them are openly homophobic, others have a moderate homophobia, and others have a superficial homophobia.
But unlike Roman Catholicism, Protestantism is not 1 only church and protestants are not parts of a same body. So, in this case, we can’t generalize. If you talk about Protestantism, you’re talking about many different churches, which follow the bible in many different ways. And some of these churches have no homophobia and say nothing against LGBT people. OK. These ones are the minority. But they exist.
So, be careful before calling somebody homophobic just because he’s a christian.


Se dice que el Cristianismo es una religión homofóbica. Pero ojo antes de decirlo! El Cristianismo es 1 religión sola, pero no es 1 grupo solo. Está dividido en muchos grupos diferentes. Y cada uno de esos grupos está dividido en muchos subgrupos diferentes. Todos tienen el culto a Jesús, pero cada uno entiende y sigue las palabras de Jesús de un modo diferente. Así, hay grupos cristianos homofóbiocos Y no-homofóbicos. Pero no es posible decir que el Cristianismo es todo homofóbico o todo no-homofóbico.
Podemos entender que los 2 grandes grupos cristianos son el Catolicismo y el Protestantismo. Así, vamos a hablar un poquito de cada uno para después tentar decidir si son homofóbicos o no.
Yo puedo decir que el Catolicismo ES homofóbico. Y no hay problemas en generalizar aquí.
Muy bien. Estoy cierto de que uds conocen algunos sacerdotes católicos que no son homofóbicos. Pero es necesario recordar que el Vaticano gobierna el Catolicismo Romano. Y el Vaticano es homofóbico. Y hasta mismo los grupos católicos que no son 100% dependientes del Vaticano hacen algunas veces manifestaciones homofóbicas.
También es necesario recordar que si 1 sacerdote católico hace cualquier equivocación, podemos decir que la culpa es de todos los sacerdotes católicos. Esa es la propia ética católica romana: los católicos dicen que su iglesia es 1 cosa sola y los sacerdotes católicos se dicen partes de 1 único cuerpo. Así, si la mayor parte de los católicos romanos son contra nosotros, podemos decir también que TODOS lo son.
Hablando del Protestantismo, sabemos lo obvio: la mayor parte de los grupos protestantes son homofóbicos. Pero esos son homofóbicos de modos diferentes: algunos lo son totalmente, otros lo son de modo más comedido y otros lo son de modo superficial.
Mas, diferente del Catolicismo Romano, el Protestantismo no es 1 iglesia sola y los protestantes no son partes de 1 único cuerpo. Así, en ese caso no es posible generalizar. Cuando se habla del Protestantismo, está hablandose de muchas iglesias diferentes, que siguen la biblia de modos diferentes. Y algunas de esas iglesias no tienen ninguna homofobía y no dicen nada contra los homosexuales y bisexuales. Muy bien. Esas son la minoría. Pero ellas existen.
Así, ojo antes de decir que una persona es homofóbica solamente porque es cristiana.


Il Cristianesimo è detto una religione omofobica. Ma stai attento prima di dirlo! Il Cristianesimo è 1 religione sola, ma non è 1 gruppo solo. È diviso in molti gruppi diversi. Ed ognuno di questi gruppi è diviso in molti sottogruppi diversi. Tutti quanti adorano Gesù. Ma ognuno segue e capisce le parole di Gesù al suo modo. Così, ci sono dei gruppi cristiani omofobici ED ANCHE ci sono dei gruppi cristiani che non lo sono. Però è impossibile dire che il Cristianesimo è tutto omofobico o tutto non-omofobico.
Bene, i 2 grandi gruppi cristiani sono il Cattolicesimo ed il Protestantesimo. Così, andiamo a parlare un po’ dei 2 per dopo decidere se sono omofobici o se non lo sono.
Io posso dire che il Cattolicesimo È omofobico. Ed in questo caso non c’è problema se si generalizza.
Va bene. Sono sicuro che avete già conosciuto alcuni sacerdoti cattolici che non sono omofobici. Ma c’è bisogno di ricordare che il Vaticano governa il Cattolicesimo Romano. Ed il Vaticano è tutto omofobico. Ed anche i gruppi cattolici che non sono 100% legati al Vaticano fanno le sue manifestazioni omofobiche alle volte.
C’è bisogno di ricordare anche che se 1 solo sacerdote cattolico fa uno sbaglio, possiamo dire che la colpa è dei sacerdoti cattolici tutti quanti. Questa è la propria etica cattolica romana: i cattolici dicono che la loro chiesa è 1 cosa sola ed i sacerdoti cattolici si dicono tutti quanti parti dello stesso corpo. Così, se la parte più grande dei cattolici romani è contro noi, non è sbagliato dire che TUTTI QUANTI sono contro noi.
Parlando del Protestantesimo, dirò soltanto la verità: la parte più grande dei gruppi protestanti è omofobica. Ma questi sono omofobici di modi diversi: alcuni lo sono assolutamente, altri lo sono moderatamente ed altri lo sono superficialmente.
Ma diversamente del Cattolicesimo Romano, il Protestantesimo non è 1 chiesa sola ed i protestanti non sono parti dello stesso corpo. Così, in questo caso, non si può generalizzare. Quando si parla del Protestantesimo, si parla di molte chiese diverse, che sono seguaci della bibbia di modi diversi. Ed alcune di queste chiese non hanno nessuna omofobia e non dicono niente contro gli omosessuali e bisessuali. Va bene. Queste sono la minoranza. Ma esistono.
Così, attenzione prima di chiamare qualcuno omofobico soltanto perché è un cristiano.


Bom, reflitam sobre isso e, como sempre, falem o que quiserem.
Até a próxima!

terça-feira, 24 de junho de 2008

O ETERNO SPECTREMAN

Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no judoca, carateca e ex-ator japonês Tetsuo Narikawa.

Ele nasceu em Tokyo, em 15 de Abril de 1944.
Desde adolescente, o Tetsuo se dedicava ao judô e ao karatê. E seguiria nessa área pra sempre.
No final dos anos 60, surgiu o projeto da P-Productions de fazer um novo seriado de aventura. E pra interpretar o herói principal, precisavam de um ator que tivesse conhecimento de artes marciais. Assim, o Tetsuo foi selecionado pra interpretar o personagem, chamado Spekutoruman (mas, curiosamente, as habilidades caratecas dele foram muito poucos exploradas durante o seriado).
Os roteiros ficaram por conta do hoje falecido Ushio Shoji.
Pra quem não se lembra, em 1970 tinha sido lançado nos Estados Unidos o filme Beneath the Planet of The Apes (que aqui no Brasil foi chamado de De Volta Ao Planeta dos Macacos). Então, como a figura do homem-macaco tava na moda na época, ficou decidido que os vilões principais da história seriam homens-macacos.
Esse seriado foi uma produção de baixíssimo custo. E isso renderia várias esquisitices, é claro.rs
Mas talvez o mais esdrúxulo ali tenha sido a troca de nomes do próprio seriado: do capítulo 1 ao 20, o seriado se chamou Uchuu Ejin Gori; do capítulo 21 ao 39, se chamou Uchuu Ejin Gori Tai Spekutoruman; e do capítulo 40 ao 63, se chamou só Spekutoruman. Mas nos Estados Unidos e aqui no Brasil seria lançado com o nome de Spectreman.
O Gori, que apareceu no nome original japonês, era o nome do vilão principal do seriado: um homem-macaco loiro de cara preta, que sacudia os braços umas 10 vezes a cada frase que falava... Bom, temos que admitir que era diferente, né?rs


O objetivo da criatura, um cientista fugitivo de um planeta de homens-macacos, era conquistar a Terra e se vingar dos terráqueos por poluírem o seu próprio planeta. E pra isso, ele usava a própria poluição como matéria prima pra criar monstros horrorosos... Horrorosos de mal feitos, inclusive!rs Mas sem exagero, esse foi mesmo um dos seriados japoneses que tiveram os monstros mais mal feitos de todos.
Mas acho que o seriado conquistou fãs exatamente por causa dessas ‘gafes’ tão comuns.
Bom, como herói da história, a função do Spekutoruman (um cyborg que obedecia as ordens de distantes e incorpóreas autoridades espaciais) era defender a Terra contra o Gori, matar os monstros esquisitos que ele mandava quase todo dia, alertar os terráqueos que eles tavam destruindo o próprio planeta com poluição e ainda lutar contra alguns outros vilões espaciais além do Gori que apareciam por aqui de vez em quando.


Até que ele matava os vilões de forma mais violenta do que a maioria dos outros heróis: frequentemente, ele arrancava cabeças, braços e pernas das criaturas durante a luta.
Outra diferença dele em relação a outros heróis é que ele crescia e encolhia, podendo lutar tanto contra monstros gigantes quando contra vilões de tamanho humano.
Pra poder viver na sociedade sem despertar suspeitas, o Spekutoruman assumiu uma identidade humana: Jooji Gamou (que na tradução brasileira teve o nome alterado pra Kenji Gamou).
O que era mais diferente nesse seriado é que quase todos os capítulos eram duplos: tinham parte 1 e parte 2. Ou seja, o Spekutoruman batia e apanhava de um monstro num dia e batia e apanhava do mesmo monstro no dia seguinte, mas aí ele conseguia matar o monstro.
O fim da história também é relativamente diferente: em vez de matar o vilão principal no último capítulo (como 99% dos heróis japoneses fazem), o Spekutoruman se dispõe a perdoar o Gori, quando esse sacrifica seus últimos monstros e usa os últimos recursos que tinha pra matar o herói. Mas o macaco loiro não quer saber de conversa e se suicida na frente do herói! Aliás, de uma forma bem esquisita: ele se atira de um penhasco e explode sem explicação do meio da queda.
Essa cena tá no YT (dublada em Português). Vou deixar o link aqui pra quem quiser ver:

http://br.youtube.com/watch?v=80SSXCgdCuU

Mas sejamos francos: apesar do Gori cometer atos extremistas e destruidores, não dá pra chamar ele de “Vilão” com V maiúsculo, pois ele só quer combater a poluição e punir os poluidores da Terra (no caso, nós!rs).
O seriado terminou de ser gravado em Março de 1972, sendo lançado nos Estados Unidos logo depois disso, mas aqui no Brasil só seria exibido em 1979. E nos anos 80, chegou à França, chamando a atenção do público por ser completamente diferente de tudo o que já tinha sido exibido por lá.
Depois do seriado, o Tetsuo não deu continuidade à carreira de ator, passando a se dedicar só ao judô e ao karatê.
Ele também foi fazer o curso universitário de Divisão Econômica da Universidade de Hosei. Mas ele largou o curso no meio e não chegou a se formar.
Hoje o Tetsuo é o Presidente da Seidokai Gensei-Ryu, uma federação internacional de karatê. E ele ainda dá aulas de karatê até hoje.


Mesmo assim, ele continua participando de eventos ligados ao seriado que acontecem ocasionalmente.
Em Abril de 2001, por exemplo, o Tetsuo participou de um encontro na França que reuniu os atores de alguns seriados japoneses dos anos 70 e 80. Outros 2 atores japoneses conhecidos nossos que tiveram lá na mesma ocasião foram o Hiroshi Watari (protagonista de Uchuu Keiji Sharivan e Jikuu Senshi Spilban) e o Kenji Ohba (protagonista de Uchuu Keiji Gyaban).
Nesse encontro, o próprio Testsuo se surpreendeu em como ele ainda podia ter tantos fãs franceses por causa de um seriado que tinha sido gravado fazia 30 anos no Japão!
Existem projetos (e nada além de projetos, por enquanto) de alguns diretores japoneses de fazer um seriado que seria a continuação de Spekutoruman. A história se passaria nos dias de hoje, mostrando o herói voltando à Terra e sendo ajudado por um esquadrão de terráqueos a lutar contra vilões espaciais. Se o projeto sair do papel, o lugar do Tetsuo já tá guardado: ele vai interpretar o chefe do tal esquadrão.

Today we’ll take a look at Japanese judoka, karateka and ex-actor Tetsuo Narikawa.
He was born in Tokyo, on April 15, in 1944.
In his teens, Tetsuo was already a judoka and karateka. And judo and karate would be his life forever.
In the late 60s, P-Productions decided releasing a new adventure TV series. And they needed an actor who was also a karateka and judoka to play Spectreman, the main hero. And Tetsuo was the one to do that. But actually there were very few karate and judo scenes during the series.
Late Ushio Shoji was the scriptwriter.
At that time, man-like apes were fashionable because of the movie
Beneath the Planet of The Apes (1970). So, it was decided that the main villains would be man-like apes.
The production was semi-trash. And it caused some funny situations.
The title of the series changed twice. It started as
Uchuu Ejin Gori. Than, it changed to Uchuu Ejin Gori Tai Spekutoruman. And finally, it changed to Spekutoruman (Spectreman, in the States and Brazil).
The Gori of the original title was the main villain’s name. He is a man-like monkey with blond hair and a black face.
Gori is a scientist who wants our planet. And he also wants to punish us because of the pollution which we have caused to the planet since the 1st human being’s birth. So, he uses the pollution itself to create horrible monsters. Well, we can say “horribly done” monsters!
Spectreman was one of the Japanese TV series which had the most badly done monsters!
But I think the series (released in 1971) has all its fans even because of these blunders.

Spekutoruman es el protagonista del serial con el mismo nombre. Y así, bajo órdenes de distantes y ausentes autoridades de otro planeta, él tiene que defender la Tierra contra Gori, matar los monstruos creados por él casi todos los días, decir a nosotros que estamos destruyendo nuestro propio planeta con muchas contaminaciones y también luchar contra otros villanos de otros planetas además de Gori.
Durante las luchas, él mata los villanos de modo más violento que la mayor parte de los otros héroes.
Otra diferencia es que él puede cambiar su tamaño de humano para gigante, podiendo así luchar contra enemigos de los 2 tamaños posibles.
Para vivir sin problemas en la sociedad, él pasa a tener una forma humana Jooji Gamou (el personaje de Tetsuo Narikawa).
Lo más diferente en ese serial es que casi todos los episodios tienen 2 partes, en las quales él lucha contra el mismo monstruo (siempre mata el monstruo en la segunda parte).
El final es también diferente: él no mata el villano principal en el último episodio, como lo hacen casi todos los héroes japoneses, pero sí dice a Gori que puede perdonarlo. Pero el villano no quiere saber de eso y mata a sí propio delante del héroe. Uds pueden cilcar sobre el enlace arriba para ver esa escena en YT (dublada en Portugués).
En verdad, Gori no era un villano tán terrible. Deseaba solamente acabar con las contaminaciones que hacemos contra la Tierra y castigar a nosotros porque las hacemos.


Spekutoruman è finito nel Giappone nel Marzo del 1972, essendo uscito negli Stati Uniti dopo questo. Ma sarebbe uscito nel Brasile solamente nel 1979. E negli anni 80, è stato uscito nella Francia, dove avrebbe molti fans (anche perché era completamente diverso di tutto quello che i francesi avevano in quell’epoca).
Quando il serial è finito, Tetsuo non ha continuato nella carriera d’attore. Ha preferito di continuare con la sua carriera nel judo e nel karate.
Lui è andato anche a studiare Divisione Economica nell’Università Hosei. Ma ha lasciato l’università e non si è laureato.
Adesso, Tetsuo è il Presidente della Seidokai Gensei-Ryu, una federazione internazionale di karate. E lui fa lezioni di karate fino adesso.
Anche così, lui può esser visto sempre quando c’è qualche festività di
Spekutoruman.
Nell’Aprile del 2001, per esempio, Tetsuo è stato in una festività nella Francia dove ci sono stati degli attori principali dei seriali giapponesi degli anni 70 e 80. E 2 altri attori giapponesi che allora sono stati insieme a lui erano Hiroshi Watari (di Uchuu Keiji Sharivan e Jikuu Senshi Spilban) e Kenji Ohba (di Uchuu Keiji Gyaban).
Quando c’è stata questa festività, Tetsuo ha detto che era sorpreso per avere tanti fans francesi grazie ad uno show che è stato filmato nel Giappone faceva già 30 anni!
C’è chi dice (e per adesso soltanto lo dicono) che alcuni direttori giapponesi pensano di fare un nuovo serial per continuare la storia di
Spekutoruman. La storia sarebbe oggigiorno e racconterebbe che l’eroe ritorna alla Terra per lottare contro dei mostri cattivi di altri pianeti. E ci sarebbe un gruppo che l’aiuterebbe a farlo. Se questo serial sarà uscito, Tetsuo ci sarà come il capo di questo gruppo.


Até mais!

domingo, 22 de junho de 2008

O MAIOR COMEDIANTE GAY DO CANADÁ

Oi!!!

Bom início de semana!
Hoje a gente vai dar uma olhada num comediante canadense que é gay assumido: o ator e roteirista Gavin Crawford.

Ele nasceu em Alberta, em 02 de Abril de 1971.
O Gavin se formou em Arte Dramática pela University of British Columbia.
Antes de ir pra televisão e pro cinema, ele se apresentava em shows de humor em clubes de Toronto.
O 1º filme do Gavin foi My Dog Vincent (1998).
Em Junho do ano 2000, ele estreou o 1º trabalho mais popular dele: o seriado de esquetes humorísticas The Gavin Crowford Show.
Esse foi um programa que entrava no ar de uma forma meio ocasional: só teve 4 capítulos no ano 2000, não foi apresentado em 2001, teve 9 capítulos em 2002 e 13 capítulos em 2003.
Ao longo desses 26 capítulos, o Gavin interpretou vários personagens (masculinos e femininos), já que era um programa de esquetes, como eu já disse.
Vou linkar um dos capítulos aqui pra vocês verem:

http://br.youtube.com/watch?v=t0Jfy6GvK00

E essa foi também a estréia dele como roteirista.
O trabalho de maior destaque do Gavin até hoje começou em 2003. Foi o seriado This Hour Has 22 Minutes.
Ele trabalhou nesse seriado como ator, mas muito mais como roteirista, atuando em 15 capítulos e chegando a escrever 49 até agora.
Na verdade, o Gavin entrou como ator nesse programa meio por acaso. É que a atriz Mary Walsh tinha se ausentado pra fazer um tratamento de saúde em 2003. E aí ele mesmo criou várias participações dele interpretando diferentes personagens pra suprir a ausência da personagem da Mary. Mas a partir do ano seguinte, o Gavin acabou sendo incorporado ao elenco fixo do programa, ficando lá até 2006. Como roteirista, ele tá lá até hoje.
Em 2003, ele ganhou o Canadian Comedy Award de Melhor Humorista Masculino de Televisão, pela atuação em The Gavin Crowford Show.
Em 2004, o Gavin ganhou o Gemini de Melhor Cena Solo Cômica, pela atuação em This Hour Has 22 Minutes. E em 2006, ele ganhou outro Gemini, agora de Melhor Ator Cômico, também pela atuação em This Hour Has 22 Minutes.
E agora, em 2008, ele ganhou o WGC Award de Variedade, pela atuação em This Hour Has 22 Minutes.
O Gavin teve até agora 17 trabalhos como ator no cinema e televisão e 3 como roteirista.
Ele também já teve vários trabalhos como ator de teatro.
O Gavin é homossexual assumidíssimo e é uma das personalidades GLBT mais famosas da televisão canadense. Mas ele não costuma falar muito sobre a vida pessoal em público.
Ele tem uma casa em Halifax e outra em Toronto. E toda semana ele passa alguns dias em uma e alguns dias na outra.

Have a nice week!
Today we’ll talk a little about the Canadian actor and scriptwriter (and openly homosexual) Gavin Crawford.
He was born in Alberta, on April 2nd, in 1971.
Gavin graduated in the BFA Acting Program at the University of British Columbia.
Before starting his TV and cinema career, he did stand-up in comedy clubs in Toronto.
Gavin’s 1st movie was
My Dog Vincent
(1998).
The 1st of his most popular TV shows was
The Gavin Crowford Show.
Actually, this show was on TV just occasionally: there were 4 episodes in 2000, no episode in 2001, 9 episodes in 2002, and 13 episodes in 2003.
Gavin played various characters in these 26 episodes.
You guys can click on the link above to watch one of them.

El primer trabajo de Gavin como guonista fue en el serial
The Gavin Crowford Show (2000).
Su gran y más conocido trabajo en la televisión canadiense empezó en 2003. Fue el serial
This Hour Has 22 Minutes.
Gavin trabajó en ese serial como actor (en 15 episodios), pero mucho más como guionista (en 49 episodios hasta hoy).
En verdad, él entró por casualidad como actor en el serial: la actriz Mary Walsh tuvo que salir del elenco por cuenta de un problema de salud en 2003 y, por eso, Gavin tuvo participaciones en el serial para suprir su ausencia. Mas a contar de 2004, Gavin se quedó parte del elenco fijo del serial. Y se quedaría allá como actor hasta 2006. Pero como guionista él está allá hasta hoy.

Nel 2003, Gavin ha vinto il Canadian Comedy Award di Miglior Attor Maschile di Televisione, per
The Gavin Crowford Show.
Lui ha vinto 2 Gemini (2004 e 2006), per This Hour Has 22 Minutes.
Nel 2008, Gavin ha vinto il WGC Award di Varietà, per This Hour Has 22 Minutes.
Lui ha avuto fino adesso 17 lavori come attore alla TV ed al cinema e 3 come soggetista.
Gavin è stato anche in molti show teatrali.
Lui è pubblicamente omosessuale ed uno dei gay più popolari della TV canadese. Ma non parla molto della sua vita personale in pubblico.
Gavin ha una casa a Halifax ed un’altra a Toronto. E tutte le settimane rimane dei giorni ad una e dei giorni all’altra.

Até mais!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

NERO 37-68

Oi!!!

Tô de volta!rs
Hoje a gente vai dar uma olhada num personagem sobre o qual existem poucas certezas, mas que teve a imagem popular extremamente degradada ao longo dos últimos 2 milênios devido a lendas cristãs infundadas: o Imperador Nero.

Ele nasceu em 15 de Dezembro do ano 37, ou seja, mais ou menos 4 anos depois da morte de Jesus.
Sobre o nome que o Nero recebeu quando nasceu, existe uma discordância dos historiadores: alguns dizem que ele se chamava Lucius Domitius Ahenobarbus, outros dizem que ele se chamava Lucius Domitius Claudius Nero e outros ainda dizem que ele se chamava Nero Claudius Caesar Germanicus.
De qualquer forma, ele era o único filho do Cônsul Gnaeus Domitius Ahenobarbus e da Princesa Iulia Agrippina.
Quando o Nero nasceu, quem tava no Trono do Império Romano era o Caligula, irmão da Iulia e, portanto, tio dele. Assim, teoricamente, o Nero era um possível herdeiro do trono.
Só que, no ano 39, a Iulia foi exilada de Roma pelo irmão, aparentemente por tentar armar uma revolta pra derrubar ele do trono. E por causa disso, o Caligula deserdou o Nero.
Em Janeiro do ano 41, o Caligula foi assassinado por um bando de conspiradores, que entregaram o trono ao tio dele. E esse se tornou o Imperador Claudius I.
O novo imperador permitiu que a Iulia voltasse do exílio e, no ano 49, ele se casou com ela, fazendo dela a Imperatriz de Roma.
Depois do casamento, a Iulia convenceu o Claudius I a adotar o Nero, fazendo dele o herdeiro direto do Trono de Roma. E pra garantir esse direito, em Junho do ano 53, o Nero se casou com a Princesa Claudia Octavia, filha do Claudius I.
Com a morte do pai adotivo, envenenado misteriosamente em 13 de Outubro do ano 54, o Nero, quando tava pra fazer 17 anos, passou a ser o novo Imperador de Roma. Portanto, ele foi o imperador mais jovem até aquela época.


A maioria dos historiadores acham que foi a Iulia quem envenenou o marido pra, com a morte dele, passar o poder pro filho. Bom, não é impossível que tenha sido isso, mas também não há provas disso.
Mas enfim: quando se tornou imperador, ele mudou o próprio nome pra Nero Claudius Caesar Augustus Germanicus. E a esposa dele teve o nome alterado pra Octavia Neronis.
Como a bissexualidade era o comportamento sexual mais comum na época, e o imperador, principalmente, tinha todos os amantes homens e mulheres que quisesse, o Nero teve algumas dezenas de amantes de ambos os sexos e de todas as classes sociais (de políticos poderosos até escravos).
No início do ano 59 (não se sabe nem sequer o dia e o mês exatos), a Iulia foi presa e condenada à morte por conspirar contra o filho.
No ano 62, uma das amantes do Nero, chamada Poppaea Sabina, ficou grávida. Assim, ele decidiu anular o casamento com a Octavia, alegando que ela era estéril e não produziria herdeiros pro trono. Ele exilou a Octavia de Roma e mandou ela pra Ilha de Pandateria, onde, em Junho, ela foi encontrada morta com os pulsos cortados. Ninguém nunca soube se foi suicídio ou assassinato.
Poucos dias depois, o Nero se casou com a Poppaea. E em Janeiro do ano 63, nasceu a única filha deles: a Claudia Augusta. Mas ela morreu de causas naturais com apenas 4 meses de idade. E dominado por um profundo luto pela morte da filha, o Nero canonizou ela como uma nova deusa da religião romana.
Na noite de 18 de Julho do ano 64, um incêndio começou no Sudeste de Roma, fugindo totalmente ao controle e só sendo apagado depois de 6 dias destruindo a cidade!
Nunca se soube o que causou esse incêndio. Mas foi a maior catástrofe acontecida durante o reinado do Nero.
No ano 65 (não se sabe ao certo o dia e o mês), a Poppaea morreu de parto junto com o 2º filho que esperava do Nero.
Ele foi o 1º dos imperadores de Roma a demonstrar uma certa devoção a Javé, o Deus Único dos israelitas. E no ano 66, quando tava pra fazer 29 anos, ele se converteu ao Judaísmo. Ele só não simpatizava com o Cristianismo, recém-fundado e visto na época como uma seita judaica de 2ª classe.
No mesmo ano em que se converteu, o Nero se casou com uma nobre romana chamada Statilia Messalina, viúva de um cônsul.
Durante todos os anos em que ficou no trono, o Nero lutou contra várias conspirações de políticos que cercavam ele. Mas a mais braba foi no ano 68, quando todos os poderosos de Roma se voltaram contra ele, querendo colocar um novo imperador no trono. E vendo que seria pego em pouco tempo, ele decidiu morrer antes disso. Mas nunca ficou claro se ele se suicidou ou mandou um escravo matar ele.
De qualquer forma, ele morreu em 09 de Junho daquele ano, faltando 6 meses pra completar 31 anos.
Quando o Nero morreu, também faltavam só 4 meses pra ele completar 14 anos de reinado sobre o Império Romano.
Bom, o que se sabe com certeza sobre ele é basicamente só isso. Daí pra frente, as lendas tomam conta.
Durante séculos, os historiadores cristãos se esforçaram pra diabolizar a imagem do Nero o máximo possível. E alguns padres chegaram mesmo a defender que ele era o anticristo, ou seja, um filho biológico do diabo.
A maioria dos historiadores católicos (e, mais tarde, muitos historiadores protestantes também), defendem que foi ele quem mandou envenenar o Imperador Claudius I ou, no mínimo, ajudou a mãe a fazer o serviço.
Sobre a morte da própria Iulia, esses historiadores contam as lendas mais contraditórias e mais diferentes possíveis falando de tentativas do Nero de matar ela até que conseguiu.
Sobre o casamento dele com a Octavia, muitos desses mesmos historiadores dizem que frequentemente ele avançava nela e tentava estrangular ela. E que foi ele quem mandou cortar os pulsos dela, fazendo parecer que foi um suicídio.
Sobre o casamento do Nero com a Poppaea, também esses mesmos historiadores contam que ela morreu no parto devido a um chute que o Nero deu na barriga dela durante a gravidez, num momento de sadismo.
E a lenda cristã que costuma ser mais espalhada sobre o Nero pra caluniar a imagem dele é a de que foi ele quem mandou incendiar Roma em Junho de 64, também num ataque de sadismo. E que depois, colocou a culpa nos cristãos, querendo dar a eles a fama de terroristas, já que não simpatizava com eles.
Historiadores mais racionais e menos parciais, pelo contrário, reconhecem que ele foi um imperador muito popular, principalmente entre os povos que habitavam a parte oriental do império; que o início do reinado dele foi o período de maior paz em Roma no século I; e que ele criou leis a favor das classes mais pobres da sociedade.
Em seu livro Nerone, 2000 Anni di Calunnie (1993), o historiador italiano Massimo Fini procura desmistificar todas as lendas anti-Nero que foram criadas pelos cristãos.

I’m back!
Today we’ll talk a little about a character who’s been extremely slandered for the last 2 millennia: Emperor Nero of Rome.
He was born on December 15th, in 37. It means about 4 years after Jesus’ death.
Different historians say his birth name was Lucius Domitius Ahenobarbus, Lucius Domitius Claudius Nero, or even Nero Claudius Caesar Germanicus.
Anyway, his father was Consul Gnaeus Domitius Ahenobarbus and his mother was Princess Iulia Agrippina.
When Nero was born, the Emperor of Rome was Caligula, his uncle as Iulia’s brother. And it made Nero one of the heirs to the Roman Throne.
In 39, Iulia was exiled from Rome because she had been in a conspiracy against Caligula. And the emperor also seized Nero’s inheritance because of that.
In 41, Caligula and his wife and child were killed by conspirators. And these ones made his uncle the new emperor: Claudius I.
This emperor allowed Iulia to come back to Rome. And he would also marry her in 49.
Iulia was able to convince Claudius I to adopt Nero and make him his heir. And to assure that, Nero married Princess Claudia Octavia (Claudius’ daughter) in 53.
Claudius I was poisoned in 54, on October 13th. So, the 17-year-old Nero became the new Emperor of Rome (and the youngest emperor to that time).
Most of the historians suppose Claudius I was killed by Iulia, who intended to give the throne to her son in this way. Well, it’s possible. But we’ll never be totally sure about that.
Anyway, as the emperor, Nero changed his name to Nero Claudius Caesar Augustus Germanicus and his wife’s to Octavia Neronis.

La bisexualidad era totalmente común en los tiempos de Nerón. Y él, como el emperador, tuvo todos los amantes hombres y mujeres (y también de clases sociales diferentes) que deseaba.
En 59 (el día y mes son desconocidos), su madre Agripinila fue condenada a la muerte por haber conspirado contra él.
En 62, una de las amantes de Nerón, llamada Popea Sabina, se quedó embarazada. Así, el emperador decidió acabar con su casamiento con Claudia Octavia, diciendo que ella no le daría herederos. Y la desterró para Pandataria, donde, en Junio, ella fue encontrada muerta con los pulsos rompidos. Nunca se supo si fue asesinada o si ella propia se mató.
Pocos días después, Nerón se casó con Popea, que le dio su única hija, Claudia Augusta, en Enero de 63. Pero la niña se murió a los 4 meses de edad. Y después de un tiempo de luto, Nerón la hizo una nueva diosa de la religión romana.
En Julio de 64, un incendio de 6 días arruinó Roma.
No se supo nunca como el fuego empezó. Pero fue la más terrible desgracia de Roma mientras Nerón era su emperador.
En 65, cuando Popea estaba para tener su segundo hijo, ella y el niño se murieron en el parto.
Nerón fue el primer de los emperadores de Roma a ser devoto de Yahveh, el Dios Único de los judíos. Y él propio se convertió en judío en 66. Solo no le gustaba el Cristianismo, visto en la época como un tipo de Judaísmo inferior.
En el mismo año que se convertió, él se casó con Estatilia Mesalina.
Por todos los años en que estuvo en el trono, Nerón tuvo que luchar contra conspiraciones. Pero la más terrible fue una de 68, cuando él entendió que no podía escapar. Y por eso decidió morirse. Pero no se sabe si él propio se mató o si obligó un esclavo a matarlo.

Nerone è morto nel 9 Giugno del 68, 6 mesi prima di compiere 31 anni e 4 mesi prima del suo anniversario di 14 anni di regno.
C’è poco di lui che si sa con certezza. Ma gli storici cristiani hanno fatto il loro possibile per cambiarlo nel proprio anticristo.
La parte più grande degli storici cattolici e protestanti dicono che lui ha assassinato l’Imperator Claudio I o, almeno, ha aiutato sua madre a farlo.
Gli stessi storici raccontano storie contraddittorie di Nerone facendo di tutto per uccidere sua madre fino a quando è riuscito a farlo.
E gli stessi storici parlano di lui facendo di tutto per uccidere sua prima moglie Claudia Ottavia e, dopo esser riuscito a farlo, facendo credere a tutti quanti che c’è stato un suicidio.
Anche gli stessi storici dicono che Poppea, sua seconda moglie, è morta perché Nerone l’ha dato un calcio sulla pancia quando lei era incinta.
Ma quello che questi storici dicono di più fino adesso è che lui ha incendiato Roma nel Luglio del 64.
Storici meno parziali e più razionali dicono che Nerone è stato un imperatore popolare, che Roma ha avuto la sua miglior epoca di pace del secolo I quando lui è diventato il suo imperatore e che, basicamente, lui ha fatto bene al popolo romano.
Nel suo libro
Nerone, 2000 Anni di Calunnie (1993), Massimo Fini ne parla un po’.

É isso aí.
Bom fim de semana e até a próxima!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O 1º JASON

Oi!!!

Bom início de semana!
Gente, essa é a minha semana de provas na faculdade. Então, provavelmente, o próximo post vai ser só no final da semana.
E hoje a gente vai dar uma olhada no ator e músico estadunidense Ari Lehman.

Ari Ben Moses nasceu em New York, em 02 de Maio de 1965.
Ele estudou Música Clássica e Jazz na Berklee School. E se destacou tanto na área musical que recebeu um reconhecimento especial do Professor Doutor Billy Taylor.
Ele também demonstrou desde cedo um interesse pelo teatro, participando de várias peças. E aí ele se inscreveu na seleção de atores pro filme Manny’s Orphans, conseguindo passar e assumindo o nome artístico de Ari Lehman.
O filme foi lançado em 1978, quando ele tinha 13 anos.
Devido ao destaque que o Ari teve nesse filme, ele chamou a atenção dos diretores e produtores de Friday The 13th (que teve o nome traduzido no Brasil pra Sexta-Feira 13), que tava em fase de produção na época. Eles tavam procurando um adolescente pra interpretar o Jason, que deveria ter a aparência de um garoto de 11 anos grande. E aí chamaram o Ari pra esse papel.
O filme foi lançado em 1980.
Bom, pra quem não viu, eu falei sobre esse filme em Abril aqui no blog. E como eu disse lá, o vilão desse filme não é o Jason, mas sim a mãe dele. Assim, o Jason só aparece em 2 cenas: a 1ª é uma alucinação que a mãe dele tem com ele se afogando no lago; e a 2ª, também uma alucinação, é quando a garota que a mãe dele tenta matar no final enxerga ele puxando ela pra dentro do lago.
Vou deixar aqui o link pro final do filme, que tá no YouTube. Lá tem a cena final em que ele aparece:

http://br.youtube.com/watch?v=4_NyyDWmZww

Como o Ari só participou dessas 2 cenas do filme, e todas as 2 muito rápidas, ele só gravou por 4 dias.
Depois de Friday The 13th, ele desistiu de ser ator. E aí passou a se dedicar só à música.
O Ari nunca interpretou o Jason em nenhum dos outros 10 filmes em que esse personagem apareceu. Mas, mesmo assim, ele ficou marcado pra sempre como “O Primeiro Jason”. E ele também nunca se incomodou com isso. Pelo contrário: ele aproveitou essa fama nos projetos musicais dele, fundando uma espécie de estilo musical chamado FirstJason, que mistura rock com figuras de filmes de terror. Pra quem quiser conhecer o site dele (em Inglês), onde ele fala mais sobre isso, tá aí o link:

http://www.firstjason.com/home.html

Na carreira musical, ele usa o nome verdadeiro dele.
Em Maio de 1993, o Ari se casou com a Elaine Campos-Moya.
Em 2006, ele retomou a carreira de ator com o filme de terror ThanXgiving. Aliás, ele demonstra querer trabalhar como ator só em filmes de terror daqui pra frente, ainda aproveitando a fama de Jason que ele carrega até hoje.
Em ThanXgiving, ele fez questão de dispensar o dublê nas cenas mais perigosas e fez tudo pessoalmente.
Atualmente, o Ari tá gravando o filme de terror Hell-Ephone. E assim que terminar, ainda esse ano, ele deve entrar em outro filme de terror, chamado Black Friday.
Mas até agora, como ficou 26 anos parado, ele só teve 4 trabalhos como ator no cinema.
Atualmente, o Ari mora em Illinois.
Ele tem 1, 77m de altura.

Buena semana!
Esa es mi semana de pruebas en la universidad. Así, es posible que el próximo post sea solo en el fín de la semana.
Hoy hableremos un poquito del actor y músico estadounidense Ari Lehman.
Ari Ben Moses nació en Nueva York, el 2 de Mayo de 1965.
El estudió Música Clásica y Jazz en la Berklee School. Y su destaque en la música fue tal que él tuvo un reconocimiento especial del Profesor Doctor Billy Taylor.
Ari empezó a interesarse desde niño por el teatro y estuvo en muchas piezas. Por eso él se inscribió en la selección de actores para la película
Manny’s Orphans,
en la cual estaría con el nombre artístico de Ari Lehman.
La película estrenó en 1978, cuando él tenía 13 años.
Su destaque en
Manny’s Orphans llamó la atención de los directores y productores de Viernes 13,
que empezaba a ser producida. Ellos procuraban un adolescente para actuar como Jason, que debería tener el aspecto de un niño de 11 años de gran tamaño. Y así invitaron Ari a hacerlo.
Esa película estrenó en 1980.
El villano de esa película no es Jason, mas sí su madre. Y por eso Jason está en solamente 2 escenas de la película: la primera es una alucinación de su madre, que lo ve ahogandose en el lago; la segunda es también una alucinación, ahora de la muchacha que su madre deseaba asesinar, que lo ve tragandola para el lago.
Uds pueden clicar sobre el primer enlace arriba para ver el fín de esa película y la última escena donde Jason es visto allá.

Ari è stato in solamente 2 piccole scene di Venerdì 13. E per questo ha filmato solo per 4 giorni.
Dopo questo film, lui ha deciso di lasciare la carriera d’attore. Ed ha cominciato ad occuparsi solo della sua carriera musicale.
Ari non è mai stato negli altri 10 film dove Jason è visto. Ma anche così, lui è sempre chiamato “Il Primo Jason”. E non ha mai avuto problemi per questo. È stato l’opposto: lui ha usato Jason come parte della sua carriera musicale, cominciando un nuovo stile musicale chiamato FirstJason, che mescola rock con orrore.
Come musicista, lui usa il suo nome vero: Ari Ben Moses.
Nel Maggio del 1993, lui ha sposato Elaine Campos-Moya.
Ari è tornato a lavorare come attore nel film
ThanXgiving (2006). E da quella volta ha lavorato solo in altri film dell’orrore.
Lui stesso ha anche lavorato como stuntman in questo film.
Adesso, Ari sta filmando
Hell-Ephone. E tra alcuni mesi, lui sarà anche in Black Friday.
Ma lui ha avuto fino adesso soltanto 4 lavori come attore nel cinema (anche perché non ha fatto niente per 26 anni).
Ari abbita nell’Illinois.
Lui ha 1, 77 m.


You guys can click on the 2nd link above to visit Ari’s site.


Bom, até a próxima!

sábado, 14 de junho de 2008

ANTES DE MAIS NADA, UM ATOR DE TEATRO

Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no ator brasileiro Flávio Bauraqui.

Ele nasceu no Rio Grande do Sul, em 1966.
O Flávio tinha 6 irmãos e a família dele era muito pobre.
Mas, como a mãe dele trabalhava como empregada doméstica e, às vezes, tinha que levar ele pra casa onde trabalhava, ele sempre conviveu com pessoas de classes sociais diferentes.
O Flávio começou a carreira de ator no teatro amador, em Porto Alegre, quando tinha 15 anos. E seria mesmo no teatro que ele firmaria as raízes da carreira dele.
Em 1993, ele decidiu se mudar aqui pro Rio pra investir na carreira de ator.
Naquela ocasião, o Flávio tinha só uns poucos cruzeiros reais no bolso e nem tinha um lugar fixo pra dormir.
Pra se sustentar, ele conseguiu um emprego de porteiro num condomínio da Barra da Tijuca. E como ele deixava o material de trabalho de ator na portaria do prédio, as crianças que moravam lá viram aquilo e acharam interessante. Aí, por causa disso, surgiu a oportunidade dele dar aulas de interpretação pras crianças.
Com isso, o Flávio foi conhecido pelo Beto Simas, que apresentou ele ao André Paes Leme, que tava procurando atores negros pra trabalhar numa peça dirigida por ele. E daí pra frente, o Flávio foi fazendo novos contatos e se firmando mais na carreira de ator.
O início não foi tão fácil, porque, no início dos anos 90, os personagens dados a atores negros, principalmente na televisão, eram bem limitados: motorista, empregado, favelado, bandido... As coisas só começaram a mudar no final da década.
E é importante lembrar que o preconceito contra os negros no Brasil não vem só dos brancos: uma coisa que o Flávio percebeu claramente na sociedade brasileira é que negro discrimina negro que se encontra em posição de submissão a ele. Em vez do negro bem sucedido ajudar o outro negro que tá em posição de desvantagem, ao contrário: ele pisa mais ainda nesse outro negro. Uma vez ele foi parado numa blitz e o policial, que era mais negro do que ele, xingou ele de “macaco” pra baixo!
Bom, nada demais, se a gente pensar na quantidade absurda de homossexuais brasileiros que discriminam outros homossexuais, né? Tá aí o Clodovil Hernandez, como maior exemplo disso.
Mas enfim: em 2002, o Flávio estreou no cinema, com o filme Madame Satã. E como nesse filme ele deveria interpretar um travesti, o problema principal foi que ele não sabia como se movimentar com uma roupa feminina. Então, pra tentar chegar a uma conclusão de como fazer isso, ele se trancou no quarto com um vestido, ficou pelado e começou a se olhar no espelho, tentando andar, sentar e se mover como um todo da forma mais feminina possível, mas sem partir pra caricatura. E só 8 horas depois desse ensaio solitário ele decidiu botar o vestido e ver como ficava.
O resultado ficou muito bom.


Aliás, esse filme foi também o 1º grande trabalho de destaque do Flávio. E ele chegou a se incomodar um pouco com os resultados: ele sempre adorou ser ator, mas a aproximação direta do público parecia tão estranha que ele, algumas vezes, fingia que não era ele quando era reconhecido na rua. Ele falava que era só parecido com o ator do filme, que todo mundo confundia e tal.
Em 2004, ele teve no filme Quase Dois Irmãos. Dessa vez, o personagem era um bandido. E pra saber interpretar esse personagem, ele conviveu por um tempo com traficantes de verdade da Favela do Vidigal, observando como eles se comportavam.
Mas se misturar com o povo nunca foi um problema pro Flávio, que sempre gostou de andar na rua e ir de um lugar pro outro de ônibus (ele nunca se interessou muito em aprender a dirigir). E ele sempre achou que era assim que conhecia pessoas interessantes.
Em 2006, ele começou a fazer algumas participações na televisão. Mas o 1º trabalho de mais destaque dele lá foi na novela Paraíso Tropical (2007).
Como o personagem dele é assassinado pela vilã no meio da novela, ele já foi escalado pra entrar na novela seguinte, Duas Caras, no mesmo ano. O personagem dele lá, chamado Ezequiel, era um motorista (e foi só aí que ele se viu mesmo obrigado a aprender a dirigir, comprando o 1º carro dele pouco depois), mas que já tava previsto que cresceria ao longo da história, o que de fato aconteceu. E lá pelo meio da história, ele passa a ser o pastor de uma igreja evangélica.
A maioria dos evangélicos gostaram do personagem, que mostrou um equilíbrio entre a fé e a vida comum. O Ezequiel não era aquele evangélico fanático que pensava que tinha que converter todo mundo e atacar quem ele não conseguia converter.
Muita gente, inclusive, perguntava ao Flávio se ele era evangélico na vida real... Bom, ele até já teve contato com evangélicos. Mas nunca foi praticante. Ele já foi católico, kardecista e umbandista. Mas hoje não segue religião nenhuma, apesar de reconhecer a importância de todas.
O equilíbrio do Ezequiel contrastava com o comportamento fanático da personagem Edivânia, interpretada pela atriz Susana Ribeiro, que também fazia parte do núcleo evangélico da história.
Teve até um capítulo em que essa personagem liderou a invasão de uma casa e o linchamento dos moradores, que, de acordo com ela, mereciam isso porque não tavam levando um estilo de vida cristão.
Muitos evangélicos fanáticos reclamaram da cena. Provavelmente porque se viram retratados de uma forma muito real ali, né? A crentalhada podre disse que era um absurdo mostrar aquilo porque aquilo nunca ia acontecer e tal.
Bom, no último dia 02 de Junho, o Centro Espírita Cruz de Oxalá, no Catete, aqui no Rio, foi invadido por um bando de evangélicos que se denominam Geração Jesus. Esses evangélicos depredaram o lugar e xingaram e agrediram os frequentadores. A justificativa foi a mesma da personagem da novela: eles mereciam isso porque não tavam levando um estilo de vida cristão.
Pra vocês verem como a Edivânia é uma personagem real, né?
Pra quem quiser mais informações sobre o assunto dê uma olhada nesses links:

http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=139250

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/06/02/jovens_depredam_templo_religioso_no_catete_insultam_frequentadores_pastor_se_diz_surpreso-546628812.asp

Bom, o Ezequiel, representando os evangélicos do bem, se manifestou completamente contra isso, é claro.
Dessa vez, o Flávio não se inspirou em ninguém da vida real pra compor o personagem. Ele decidiu fazer isso exatamente pra não criar uma caricatura de evangélico.
No final de Maio, ele teve uma forte crise de dores nos estômago e ficou internado por 3 dias. Mas, como não foi diagnosticado nenhum problema mais sério, os médicos concluíram que foi por motivos psicológicos.
De qualquer forma, a ausência do Flávio nas gravações nesse período acabou comprometendo um pouco o final do personagem dele na novela, que apareceu bem menos do que deveria. Mas acabou tudo bem.
Além de várias e várias peças de teatro, ele teve até agora 16 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Daqui pra frente, o Flávio também pretende se dedicar à carreira de sambista.
Ele diz que quando é desafiado, quase sempre aceita o desafio, mas vai morrendo de medo.rs
O Flávio é solteiro e nunca teve filhos. Mas pensa em ter um em breve.

Oggi parleremo un po’ dell’attor brasiliano Flávio Bauraqui.
Lui è nato in Rio Grande do Sul, nel 1966.
Flávio aveva 6 fratelli e la sua famiglia era molto povera.
Ma visto che sua madre lavorava come colf e, alcune volte, aveva bisogno di portarlo alla casa dove lavorava, lui ha conosciuto ricchi e poveri da bambino.
Flávio ha cominciato la sua carriera nel teatro, a Porto Alegre, quando aveva 15 anni. E sarebbe per sempre un atore teatrale.
Nel 1993, lui è andato a vivere in Rio de Janeiro pensando nella carriera.
Quando l’ha fatto, Flávio non aveva quasi niente di soldi e nemmeno sapeva dove dormirebbe!
Lui è riuscito a lavorare come portiere di un palazzo di Barra da Tijuca. E come lasciava le sue cose di attore nel salone del palazzo, i bambini che ci abbitavano l’hanno trovato interessante. Così, lui ha cominciato a lavorare come insegnante di teatro dei bambini.
Allora, l’attor Beto Simas ha conosciuto Flávio ed ha parlato di lui a André Paes Leme, che cercava attori neri per uno show teatrale suo. E dopo questo, Flávio ha conosciuto più e più persone del teatro brasiliano ed è andato avanti colla sua carriera.
L’inizio non è stato facile, perché, fino alla metà degli anni 90, gli attori neri di solito non avevano grandi personaggi nel Brasile.
C’è bisogno di dire che non sono soltanto i bianchi che hanno pregiudizi contro i neri nel Brasile: Flávio ha visto molte volte qualche nero con una buona qualità di vita avendo pregiudizi fortissimi contro altri neri che non l’hanno. C’è stata anche una volta quando lui è stato aggredito per un poliziotto che era più nero di lui. E questo poliziotto l’ha chiamato “scimmia” ed altre cose!
Bene, ricordate che ci sono omosessuali che hanno pregiudizi contro gli altri omosessuali. Clodovil Hernandez è uno di questi in Brasile.


Flávio’s 1st movie was Madame Satã (2002). And his character was a transvestite. But he really didn’t know how to act dressing as a woman. So, he decided to rehearse by himself. He got a female piece of clothes, carried it to his bedroom, got naked, and started watching himself on the mirror, trying to act as a woman. And 8 hours later, he dressed the female clothes to see how it would be.
After that, he could do a good job (as you guys can see above).
This was Flávio’s 1st famous moment as an actor. But actually he didn’t like it so much. Of course he’s always loved acting. But people’s reaction seemed to be very strange to him. Suddenly, everybody in the country knew who he was! And sometimes he even said he wasn’t himself when some fan went to talk to him. He used to say he looked like that actor. But it wasn’t him.
When he was in
Quase Dois Irmãos (2004), his character was a drug dealer. And to know how to act as a person of this kind, he met some real criminals who lived in Vidigal (a favela of Rio de Janeiro), to watch how they live.
Well, living near every kind of people has never been a problem to Flávio. He’s always liked walking on the street and even going by bus from a place to the other (he didn’t know how or want knowing how to drive). And he says that’s the best way for meeting interesting people.
In 2006, he was occasionally in some TV shows. But his 1st great time on TV was in the telenovela
Paraíso Tropical (2007).
Flávio’s character in this telenovela was killed by the villainess before the end of the story. So, he could be in the telenovela which succeeded
Paraíso Tropical. It was Duas Caras. Then, his character was a driver (so, he had to learn driving and bought his 1st car) who later became a protestant minister.
Most of the Brazilian protestants liked his character, who had a normal life even being a minister. He wasn’t that kind of proselytist and bigoted protestant who tries to force everybody to be in his church and attacks the ones who he can’t convince to do that.
Many people asked Flávio if he was a protestant because of his character... Well, he’s already had some kind of contact to protestants. But actually he’s never been one of them. To now, he’s been a roman catholic, a kardecist, and an umbandist in different moments of his life. But he respects every religion anyhow.


El personaje de Flávio en la telenovela Duas Caras, llamado Ezequiel, era lo reverso de Edivânia, el personaje de la actriz Susana Ribeiro, mismo siendo ellos 2 personajes protestantes.
Hubo un momento de la historia cuando Edivânia encabezó un allanamiento de morada y el linchamiento de los moradores, que, decía ella, tenían el merecimiento de eso porque no tenían una vida cristiana.
Muchos protestantes brasileños fanáticos hablaron contra esa escena. Tal vez porque vieron a ellos mismos allá, ¿verdad? Muchos dijeron que la escena mostraba una cosa imposible, que aquello nunca sería verdad...
Bueno, hablando así de la vida real, el 2 de Junio de 2008, el Centro Umbandista Cruz de Oxalá, en el barrio de Catete, en Rio de Janeiro, fue invadido por un grupo protestante llamado Geração Jesus. Y esos devastaron el lugar e insultaron y agredieron las personas que estaban allá. Y dijeron que lo hizieron por el mismo motivo de Edivânia: aquellas personas (lo dijeron los protestantes) tenían el merecimiento de eso porque no tenían una vida cristiana.
Así, uds pueden ver como Edivânia es un personaje real.
Si quieren saber más, basta clicar sobre los enlaces arriba para ver sitios que hablan de eso (en Portugués).
Como un protestante bueno, Ezequiel se puso totalmente contra lo que hizo Edivânia en la telenovela.
Para hacer ese personaje, Flávio no se inspiró en nadie real.
En el final de Mayo, él tuvo terribles dolores en su estómago y tuvo que ser hospitalizado por 3 días. Los médicos no encontraron grandes problemas y, por eso, decidieron que su problema fue solo psicológico.
Pero, debido a eso, el personaje de Flávio no estuvo muy presente en los últimos capítulos de
Duas Caras. Por lo menos, no tanto cuanto lo debería. Pero acabó bien.
El tuvo hasta ahora, sin hablar de sus muchos trabajos en el teatro, 16 trabajos como actor de cine y televisión.
Ahora, Flávio quiere seguir adelante también con su carrera de sambista.
Le gustan los desafíos, pero él los acepta siempre con miedo.
Flávio es soltero y no tiene hijos. Pero piensa en tener un.


Bom fim de semana e até mais!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

UMA SÁTIRA DE TERROR E AS LENDAS QUE ELA GEROU

Oi!!!

Relembrando mais algumas produções dos anos 80, hoje a gente vai dar uma olhada na história de um filme que causou uma certa polêmica, devido aos mitos que foram criados a partir dele: Poltergeist.
O filme foi dirigido pelo Tobe Hooper, que no ano anterior tinha dirigido outro filme de terror famoso: The Funhouse (chamado no Brasil de Pague Para Entrar... Reze Para Sair!).

A produção e o roteiro ficaram por conta do Steven Spielberg, que informalmente também ajudou na direção.

E o filme foi lançado em Agosto de 1982.
A história nos apresenta a Família Freeling, que se mudou há poucos anos pruma casa na pequena cidade de Cuesta Verde, na Califórnia. A família é composta pelo pai Steve, pela mãe Diane, pela filha mais velha Dana e pelo filho mais novo Robbie, até que, depois que eles se mudam pra lá, nasce na própria casa deles a última filha, chamada Carol Anne.
Eles levam uma vida comum, até que coisas estranhas começam a acontecer na casa: objetos começam a se mover sozinhos, cadeiras se empilham sozinhas umas sobre as outras, eletrodomésticos começam a sofrer interferências inexplicáveis ou ligar e desligar sozinhos... E ao mesmo tempo, a Carol Anne começa a ouvir alguém falando com ela através da televisão, que se liga sozinha num canal sem sintonia. Mas, apesar dos ocasionais sustos que essas situações causam, a família acha até graça da situação.
As coisas só ficam sérias quando, numa noite de tempestade, uma árvore plantada ao lado da casa se transforma num monstro e, invadindo a casa, ataca a família, tentando agarrar todos com seus galhos e raízes. Mas o monstro é arrastado pelo próprio vento da tempestade e sai voando pelo ar, desaparecendo em segundos.
Nesse meio tempo, eles percebem que a Carol Anne sumiu sem deixar rastro. E pouco depois, começam a ouvir a voz dela... saindo da televisão!
Sem saber o que fazer, a família pede a ajuda de uma parapsicóloga. Mas essa, quando chega na casa e dá de cara com os fenômenos estranhíssimos que tão acontecendo lá, nem sabe por onde começar. E resolve pedir a ajuda de uma conhecida paranormal chamada Tangina, já acostumada a lidar com manifestações sobrenaturais. E essa explica que, por algum motivo, o lugar onde a casa foi construída é cheio de espíritos, que conseguiram se comunicar com a Carol Anne pelo fato dela ter nascido na casa. E fascinados com a energia vital dela (que eles não têm mais, por já terem morrido), os espíritos raptaram ela, levando ela pruma dimensão intermediária entre essa em que vivemos e a outra pra onde se deve ir depois da morte.
Mas a Tangina explica que o problema principal não é esse, pois os espíritos não querem fazer mal à garota (embora queiram manter ela lá, pra continuar usufruindo dessa energia): ela consegue sentir que, junto com a Carol Anne e com os espíritos, tem alguma outra coisa, que é extremamente perversa! Essa coisa sabe que os espíritos querem ficar perto da garota e, por isso, pretende usar ela pra controlar eles. A própria Tangina diz que nunca sentiu antes a presença de uma criatura tão carregada de ódio e energias negativas! E diz que a coisa pode ser definida simplesmente como “a Besta”!
A Tangina explica também que existe uma luz dentro daquela dimensão que é onde os espíritos devem entrar pra seguir adiante na sua evolução espiritual. E a única forma de trazer a Carol Anne de volta é alguém entrar nessa dimensão, buscar a garota e convencer os espíritos a entrar na luz, pra que não tentem pegar ela de novo depois (quem entra na luz passa pra outra dimensão pra sempre). E isso tudo realmente é conseguido através de um ritual ensinado pela Tangina, que finalmente declara que a casa foi ‘exorcizada’.
Bom, ela tinha razão, mas só até um certo ponto: os espíritos realmente tinham ido embora pra sempre, mas “a Besta” ainda ficou lá, esperando outra chance pra pegar a garota.
De um jeito ou de outro, a família resolve se mudar de lá o quanto antes. E na véspera da partida deles, “a Besta” ataca de novo, transformando um palhaço de brinquedo das crianças num monstro (deixando implícito que ele foi o responsável pela transformação da árvore antes) e abrindo uma passagem no quarto delas, que aparentemente leva à dimensão onde a Carol Anne tava antes e que tenta engolir a garota. Mas a Diane, depois de lutar contra uma figura fantasmagórica, que, por dedução, só pode ser “a Besta”, consegue salvar a garota.
A casa começa a tremer e túmulos com velhos esqueletos começam a sair do chão e da piscina da casa. E isso deixa finalmente claro por quê o terreno era cheio de espíritos: aquilo tinha sido um cemitério e os restos mortais de todos que foram enterrados lá tinham ficado lá!
A família mal tem tempo de fugir, enquanto a casa toda acaba sendo engolida pelo portal que se abriu no quarto, e desaparece por completo.
Embora o filme tenha obviamente um caráter de terror, não é de jeito nenhum um terror cascudo e pesadão. Inclusive, nenhum personagem é morto pelos espíritos nem pela “Besta”. E a maioria dos críticos vêem esse filme como uma sátira de terror.
Realmente, assistindo o filme, você vê muitas cenas cômicas do início ao fim. A própria cena final, em que, depois do sumiço da casa, a família vai se abrigar num hotel e bota a televisão pra fora antes de fechar a porta do quarto é indiscutivelmente pra rir.
Só que, pouco depois do filme ser lançado, em Novembro daquele ano, a atriz Dominique Dunne, que interpretou a Dana, foi brutalmente assassinada pelo ex-namorado, conhecido como um marginal violento. E aí começaram as lendas de que a história do filme tava amaldiçoada e que o que aconteceu com a Dominique foi uma conseqüência da maldição.
Bom, em 1986, foi lançada a continuação do filme: Poltergeist II: The Other Side (que teve o nome traduzido no Brasil pra Poltergeist 2: O Outro Lado), dirigido pelo hoje falecido Brian Gibson.

Apesar de não ter feito o mesmo sucesso do 1º filme, esse procura explicar a origem da “Besta”. E logo no início nos mostra a Tangina escavando o terreno onde ficava a casa da Família Freeling (que sumiu no 1º filme) pra tentar descobrir pistas do que aconteceu ali.
Ajudada por um amigo chamado Taylor, um feiticeiro índio, ela descobre uma caverna subterrânea embaixo do cemitério sobre o qual a casa foi construída. Mas essa caverna, apesar de ter vários restos de esqueletos, não tinha nenhum túmulo. E eles concluem que, o que quer que tenha acontecido naquele terreno, começou ali.
Enquanto isso, a Família Freeling, agora sem casa, vive com a mãe da Diane.
São os mesmos personagens interpretados pelos mesmos atores do 1º filme. A única personagem que não aparece mais nem volta a ser mencionada em momento nenhum da história é a Dana. Provavelmente porque o diretor não quis criar polêmica com o assassinato da Dominique Dunne e achou melhor deixar o destino da personagem em aberto.
Bom, a mãe da Diane é uma clarividente poderosa. E ela parece deixar claro que esse dom é passado às mulheres da família de uma geração pra outra. Portanto, a Diane também é clarividente e a Carol Anne também é.
Depois da morte da mãe, de causas naturais, a Diane passa a ter visões descontroladas de situações estranhas do passado. E com a ajuda da Tangina, ela consegue organizar essas visões, enxergando uma situação do início do século XIX, em que um grupo de fanáticos religiosos se enclausuraram numa caverna no Deserto da Califórnia. O chefe do grupo, aparentemente um pastor quaker, chamado Henry Kane, disse a eles que o Fim do Mundo era por aqueles dias e, portanto, eles deveriam ficar na caverna e aguardar isso... O Mundo não acabou e todos morreram lá dentro de fome e de sede. E o espírito do tal pastor, de uma forma não explicada, acoplou os espíritos dos seguidores dele a ele mesmo, se transformando na “Besta”. Mas ficou preso na caverna, sobre a qual, depois, foi construído um cemitério. E sobre esse cemitério, ainda mais tarde, foi construída Cuesta Verde e, mas especificamente, a casa da Família Freeling.
Quando a Carol Anne começou a fazer contato com os espíritos, “a Besta”, tendo conseguido escapar da caverna de alguma forma, aproveitou a situação pra controlar os espíritos através da garota. E aparentemente queria continuar fazendo a mesma coisa.
Enquanto tem sua origem descoberta, a criatura volta a tentar raptar a Carol Anne e atacar a Família Freeling. E até aparece 2 vezes pra eles na forma de pastor que teve em vida e, depois, atacando eles abertamente na forma de um monstro.
No final, ele consegue levar a garota de novo pra outra dimensão. Mas, com a ajuda da Tangina e do Taylor, a família vai atrás deles e consegue derrotar o monstro (pelo menos momentaneamente). E com a ajuda do espírito da mãe da Diane, que aparece pra eles e impede que caiam na tal luz que leva a outra dimensão pra sempre, a família volta à nossa dimensão.
Algumas passagens desse filme dão a entender que o Taylor já lutou contra “a Besta” em alguma outra ocasião do passado. Mas isso nunca é explicado com clareza em nenhum filme.
Nesse filme também nenhum personagem é morto pela “Besta”.
O ator Julian Beck, que interpretava “a Besta” na forma de pastor, foi morto por um câncer no estômago quase 1 ano antes das filmagens terminarem. E isso, evidentemente, fortaleceu a lenda de que a história tava amaldiçoada.
A imagem da “Besta” em forma de monstro foi criada pra substituir ele em algumas cenas que ele não chegou a gravar.
O ator Will Sampson, que interpretava o Taylor, também morreu, vítima de uma cirurgia mal sucedida, em Junho de 1987. E isso botou mais lenha na fogueira com a lenda da maldição da história.
Na mesma época da morte do Will, começou a ser preparado o filme seguinte, que receberia o título de Poltergeist III e seria dirigido pelo Gary Sherman.


A atriz Heather O’Rourke, que interpretou a Carol Anne nos 3 filmes, tava fazendo um tratamento intestinal de saúde na época. E no dia 02 de Fevereiro de 1988, quando as filmagens já tavam bastante adiantadas, ela passou mal e foi internada às pressas, sendo submetida a uma cirurgia de emergência. Mas morreu na mesa de operação.
Isso fez com que as lendas populares sobre a maldição da história do filme ficassem mais fortes do que nunca. E as fofocas decorrentes dessas lendas começaram a fantasiar mais ainda a situação, dizendo que muitos outros atores além desses tinham morrido ao terminar os filmes, que todos que morreram foram atacados por forças sobrenaturais e tal. Mas só quem morreu, na época, foram mesmo esses 4 atores que eu mencionei. E nenhum foi atacado por forças sobrenaturais.
Bom, mesmo assim, o 3º filme terminou de ser gravado, sendo lançado em Junho daquele ano.
Pra dizer a verdade, esse filme não acrescenta nada à história, com exceção de, aparentemente, dar um fim a ela.
O filme começa mostrando a Carol Anne morando com a tia (irmã da Diane), com o atual marido dela e com a filha dele. E o motivo disso é que, aparentemente, “a Besta” voltou a perseguir a Família Freeling com a intenção de pegar a garota. E eles mandaram ela prum lugar seguro longe deles, onde não pudesse ser encontrada... Pelo menos, eles pensavam. “A Besta” começa a aparecer várias vezes pra ela na sua forma de pastor, agora interpretado pelo ator Nathan Davis (devido, evidentemente, à morte do Julian Beck).
Pressentindo que “a Besta” encontrou a garota, a Tangina corre pra perto dela, pra tentar resolver o problema do jeito que der.
Curiosamente, as intenções da criatura agora são bem diferentes: ele quer ir embora da nossa dimensão e seguir a evolução espiritual dele, mas, como não consegue encontrar o caminho da luz, quer a Carol Anne pra guiar ele até lá. Só que, como a gente já viu, quem entra na luz, não volta mais pra essa dimensão.
Ele manifesta também um novo poder nesse filme, podendo se dividir em várias partes. E assumindo a aparência de amigos e parentes da garota (e dela própria), ele faz todos caírem em várias armadilhas. E pela 1ª vez na história contada nos 3 filmes, ele mata alguém (um psicólogo) através de uma dessas armadilhas.
Ele também dá a falsa impressão de matar a Tangina, transportando ela pra outra dimensão e deixando um cadáver decomposto no lugar dela. Mas ela consegue se libertar na última cena do filme e se oferece em sacrifício, dizendo que vai guiar ele até a luz e entrar lá com ele, mas exigindo que ele deixe a Carol Anne e a Família Freeling em paz. Ele não responde nada. Mas, dando a mão à Tangina, se deixa guiar até a luz, desaparecendo lá dentro junto com ela. E poucos segundos depois as energias dele desaparecem por completo dessa dimensão e a família aparece reunida no quarto da Carol Anne. Mas o filme se encerra mostrando o prédio onde eles moram sendo envolvido por uma energia estranha, acompanhada de uma sinistra gargalhada...
Pode se entender que, já que agora “a Besta” pode se dividir em partes diferentes, só 1 parte pode ter entrado na luz, enquanto as outras ficaram nessa dimensão. Ou mesmo que, quando a Tangina entrou na luz junto com ele, algum efeito colateral libertou algum outro ser sobrenatural, que passaria a ser o vilão da história dali pra frente.
De qualquer forma, nenhum 4º filme foi feito até agora continuando a história. Então, até 2ª ordem, o fim foi esse mesmo.
Quanto às lendas sobre a maldição da história, como a gente já viu, é simplesmente um monte de ‘disse me disse’ falando até de coisas que não aconteceram. Mas, cada um acredita no que quer, né?

Let’s continue remembering some productions of the 80s. Today I’ll talk a little about a horror movie which caused some... “popular legends” after it: Poltergeist.
This movie was directed by Tobe Hooper, who had directed another famous horror movie, The Funhouse, 1 year before.
And Steven Spielberg was in
Poltergeist as its producer and scriptwriter. But he was also on Tobe Hooper’s side as the director.
The movie was released in 1982.
The story tells about the Freelings, who moved some years ago to Cuesta Verde, a small town of California. And after they have moved, they had a daughter named Carol Anne.
They have a normal life to when some strange things start beginning: objects move by themselves, chairs stack on each other by themselves, electrical appliance turn on and turn off by themselves... And Carol Anne listens to someone’s voice talking to her from the TV set. But the family doesn’t care about that. They even think it’s funny!
One night, there’s a strong storm and a tree which stays outside the house becomes a monster with no explanation. The monster attacks the Freelings, but the storm itself drags the creature and throws it to the sky.
Suddenly, the family realizes that Carol Anne’s disappeared. And they hear her voice coming from the TV set!
As nobody knows what to do, they ask for a parapsychologist’s help. But when she arrives at the house and sees the phenomena which take place there, she doesn’t know what to do either. And then she asks for the help of a clairvoyant named Tangina. This one explains the place where the Freelings’ house stays for some reason is full of spirits, who can talk to Carol Anne because she was born there. And they have some kind of pleasure when they feel her life energy, because they don’t have it anymore. So, they carried her to another dimension, between ours and the dimension where spirits have to be after their death.
Tangina says also this is not the main problem, because the spirits don’t want to do anything against the girl. But she feels there’s somebody else or something else near Carol Anne and the spirits. And this thing’s terribly evil! This thing knows the spirits want the girl near them and intends to use her to control them because of that. Tangina says she’s never felt the presence of a so full of hate and evil energies creature. And she says the thing can be known just as “the Beast”.
Tangina explains there’s a light inside that dimension and the spirits have to go into this light to pass to there real dimension. So, somebody has to go into the dimension where they’re now, get Carol Anne back, and urge the spirits to go into the light. Everything is done with Tangina’s help. And she declares the house is clean (if you go into the light, you’ll never be able to come back).
Well, she wasn’t completely right: actually the spirits had gone away forever, but “the Beast” hadn’t. Ant it still wants to get Carol Anne back.
The family decides to leave that house as soon as possible. But the day before their move, “the Beast” attacks and changes a clown in a monster (showing it was the responsible for what happened to the tree) and creates a hole among the dimensions in the girl’s bedroom to get her. A monster (who must be “the Beast”) appears in front of Diane. Anyway, she can save the girl.
The house starts collapsing and some coffins with old skeletons inside jump out from the ground. It shows that place was a cemetery in the past and the ashes were still there (that’s why there were so many spirits there).
The family barely has time to run away from the house, while the hole created by “the Beast” devours all the house.
Well, for sure it’s a horror movie. But it isn’t any terrible horror. By the way, “the Beast” and the spirits don’t kill anybody. And it can be seen as a horror parody.
When you watch the movie, you can see many comedy scenes. For example, the very final scene, when the Freelings go to an inn and, before closing the room, put a TV set outside the room.

En Noviembre de 1982, poco después de la película Poltergeist, Los Juegos Diabólicos haber estrenado, la actriz Dominique Dunne fue asesinada por su ex-novio, conocido como un hombre violento. Y entonces empezaron los mitos de que había una maldición sobre la historia de la película.
Bien, en 1986, estrenó la segunda parte de la historia:
Poltergeist II,
de Brian Gibson.
Mismo no siendo tan bueno como el primer film, ese nos muestra el origen del villano (la Bestia). Y empieza con Tangina excavando el lugar donde se quedaba la casa de la Familia Freeling (desaparecida en el otro film).
Junto a su amigo Taylor, un mago indio, Tangina encuentra una caverna subterránea llena de viejos esqueletos. Y decide que, lo que hubo en aquella casa, empezó por cuenta de lo que tenía habido antes en aquella caverna.
Sin casa, Diane Freeling y su familia viven ahora con su madre.
La única de la familia que no es más vista o mencionada es Dana, el personaje de Dominique Dunne. Tal vez porque el director no quiso hacer polémicas con la muerte de la actriz.
La madre de Diane es una clarividente poderosa. Y nos hace entender que todas las mujeres de su familia también lo son (incluso Diane y Carol Anne).
Después de la muerte de su madre, Diane empieza a ver situaciones del pasado que no entiende bien. Y ayudada por Tangina, ella ve una situación del comienzo del siglo XIX, cuando un grupo de fanáticos religiosos se cerró en una caverna del Desierto de California. Henry Kane, el jefe del grupo, dijo que el Mundo estaba para acabarse en aquellos días. Y que ellos tenían que esperar el fín dentro de la caverna... Y se quedaron allá hasta que se murieron todos de hambre y sed. Y su jefe agrupó sus espíritus al suyo, cambiandose en la Bestia. Pero él se quedó preso en la caverna, sobre la cual, después, fue hecho un cementerio. Y sobre eso, después, fue hecha la ciudad de Cuesta Verde y, especialmente, la casa de la Familia Freeling.
Cuando Carol Anne empezó a tener contacto con espíritus, la Bestia, después de haber escapado de la caverna, pensó en controlarlos utilizando la chica. Y ahora todavía quiere hacerlo...
Mientras que la Familia Freeling conoce mejor su enemigo, él continua a atacarlos. Y se acerca de ellos 2 veces en la forma de pastor protestante que tuvo en vida y, después, como un monstruo.
En el final del film, la Bestia consigue llevar Carol Anne para otra dimensión. Pero, ayudados por Tangina y Taylor, los Freeling van a buscar la chica y consiguen derrotar la Bestia por ahora. Y el espíritu de la madre de Diane les aparece y los ayuda para que no se caigan en la luz que lleva a otra dimensión para siempre.
Algunas partes de ese film nos hacen pensar que Taylor y la Bestia ya son enemigos antíguos.
Como en la primera película, en esa la Bestia también no mata a nadie.
Las escenas que muestran la Bestia como un monstruo fueran hechas para substituir otras donde debería estar el actor Julian Beck (la Bestia en su forma de pastor), que se murió casi 1 año antes de la película estrenar.
El actor Will Sampson (Taylor) también se murió en 1987, haciendo más fuertes los mitos de la maldición sobre la historia.
En la misma época de la muerte de Will, empezó a ser hecha la tercera parte de la historia:
Poltergeist III, de Gary Sherman.
Pero la actriz Heather O’Rourke (Carol Anne), que estaba con problemas de salud, también se murió en 1988, dando más fuerza al mito de la maldición.

Ci sono state molte leggende popolari parlando di una maledizione sul film Poltergeist, Demoniache Presenze e le sue 2 continuazioni. Ed i pettegolezzi venuti di queste leggende dicono che quasi la metà degli attori dei 3 film sono morti, che tutti quanti sono stati attaccati per forze soprannaturali... Veramente, Dominique Dunne, Julian Beck, Will Sampson e Heather O’Rourke sono morti nell’epoca dei film. Ma solo questi 4. E nessuno è stato attaccato per forze soprannaturali.
Però, ognuno crede a quello che lo vuole, vero?
Il terzo film è stato finito nel 1988.
Veramente, questo film soltanto finisce la storia.
Esso ci racconta che Carol Anne vive adesso con sua zia (che viveva prima solo con suo marito e sua figliastra). Forse perché la Bestia ha continuato ad attaccarla, facendo i suoi genitori mandarla a vivere coi zii per essere più sicura... Almeno lo credevono. Ma la Bestia la trova e comincia ad avvicinarsi da lei nella forma di pastore protestante che aveva quando era vivo.
Tangina capisce che la Bestia ha trovato Carol Anne e va a vedere cosa può fare.
Diversamente degli altri 2 primi film, adesso la Bestia vuole andarsene per sempre da questa dimensione. Ma non riesce a trovare il cammino da farlo. E per questo, lui vuole Carol Anne per portarcelo. Ma chi va per questo cammino non potrà mai tornare in questa dimensione.
In questo film, lui ha anche un altro potere: può separarsi in molte parti. E come può avere l’apparenza degli amici e parenti di Carol Anne (ed anche la sua propria), lui riesce a prendere i personaggi quasi tutti quanti in trappola. Ed anche uccide uno di questi (per l’unica volta nei 3 film).
Lui anche fa finta di uccidere Tangina. Ma veramente la porta in altra dimensione. Però lei riesce a tornare nell’ultima scena, dicendo a lui che lo porterà alla dimensione dove vuole andarci, se lui lascerà Carol Anne e la sua famiglia in pace per sempre. Lui non risponde niente. Ma lascia Tangina portarlo all’altra dimensione e ci sparisce insieme a lei. Dopo questo, Carol Anne e la sua famiglia sono visti insieme nella sua camera, mentre le forze della Bestia se ne vanno. Ma il film finisce con una forza strana apparendo intorno al palazzo dove loro vivono...
Si può capire che, come la Bestia ha adesso molte parti, soltanto 1 è andata via con Tangina e le altre sono rimaste in questa dimensione. O che un altro essere soprannaturale è venuto in questa dimensione quando la Bestia se ne è andata.
Fino adesso, nessuno ha fatto altro film con questa storia. Così, questa è stata la fine.

Até mais!