Oi!!!
Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre o rapper, compositor, escritor e ativista social brasileiro MV Bill.
Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre o rapper, compositor, escritor e ativista social brasileiro MV Bill.
Ele nasceu na Cidade de Deus, uma das favelas consideradas mais violentas do Rio.
Quando começou a carreira, o Alex pensou primeiro em ser sambista ou pagodeiro.
Quando decidiu ser cantor de rap, ele adotou o nome artístico de MV Bill.
Ele diz que o MV é a abreviação de Mensageiro da Verdade. E não era por acaso: as letras das músicas dele sempre foram extremamente realistas.
Eventualmente, ele também já usou o nome artístico de Alex Pereira Barbosa.
Em 1998, ele lançou o 1º CD, chamado CDD Mandando Fechado, relançado no ano seguinte com o título de Traficando Informação.
As músicas desse CD têm como característica básica as críticas sociais, ligadas principalmente à questão das classes mais pobres da sociedade, o que seria sempre a característica principal dos trabalhos do MV Bill.
Ele foi mal visto pela maior parte dos patrocinadores no início da carreira, principalmente por ter nascido numa favela e por ter músicas que falavam sobre favelas. Mas insistiu o quanto pôde nesse estilo e hoje ele é visto como o principal músico brasileiro que trata diretamente do problema das favelas.
Aliás, pra quem não viu, eu fiz um post sobre esse assunto em Março.
Bom, o MV Bill também é um dos fundadores da CUFA (Central Única de Favelas). E ele é uma presença bastante comum em qualquer programa da televisão brasileira que trate desse problema.
Em 2005, ele lançou o livro Cabeça de Porco.
O MV Bill também apoiou a Campanha Não Homofobia. E com esse depoimento, ele fez questão de lembrar que, se o homossexual for negro e/ou pobre e/ou favelado, parece que a homofobia contra ele se torna ainda maior:
“As pessoas não admitem a homossexualidade, piora se for preto, aumenta se for pobre e isola se for da favela. É um preconceito que sofre acréscimo de acordo com a realidade social do indivíduo...”

Alex Ebinaldo Barbosa è nato nel Rio de Janeiro, nel 3 Gennaio del 1974.
Lui è nato alla Cidade de Deus, una delle favelas più terribili di Rio.
Quando ha cominciato la sua carriera, Alex pensava di essere pagodeiro o sambista nel futuro.
Dal momento che ha deciso di essere un cantante di rap, lui usa il nome artistico di MV Bill.
Lui dice che l’MV significa Mensageiro da Verdade (“Messaggero della Verità” in Portoghese). E si vede bene perché: le parole delle sue canzoni sono totalmente basate nella realtà brasiliana.
Alle volte, lui ha usato anche il nome artistico di Alex Pereira Barbosa.
MV Bill released his 1st CD in 1998. It was called CDD Mandando Fechado. But it would be released again 1 year later as Traficando Informação.
Its lyrics tell us basically about Brazilian social problems. Especially about the social problems of the Brazilian lower classes. And this has always been the main characteristic of MV Bill’s career.
When he started his career, almost nobody wanted to patronize him. Before anything because he was born in a favela and his lyrics were about favelas. But he’s gone ahead with this musical style. And nowadays he is known as the main Brazilian musician who works directly to the favela problem.
By the way, if you haven’t seen it yet, I posted about the favela problem last March.
MV Bill es uno de los fundadores de la CUFA (Central Única de Favelas). Y es muy visto en casi todos los programas de la televisión brasileña que hablan del problema de las favelas.
Desde 2005, su libro Cabeça de Porco puede ser encontrado en las tiendas.
MV Bill está también a favor de la Campaña Não Homofobia. Y nos hace recordar que, si un homosexual es negro y/o pobre y/o vive en una favela, la homofobía contra él se queda todavía más fuerte:
“Si las peronas son contra la homosexualidad, eso se queda peor cuando el homosexual es negro, se queda mayor cuando el homosexual es pobre y aisla el homosexual cuando él viene de una favela. Es un prejuicio que tiene un aumento de acuerdo con la realidad social de la persona...”
Bom, até!
3 comentários:
Tá certo, um apoio como esse tem que ser comemorado, pois sabemos como os gays pobres e negros são segmentados.
Sinceramente, eu nem conheço um gay que more em favela (pelo menos que eu saiba), mas sem dúvida que existe.
E com certeza o preconceito aí é maior!
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