Oi!!!
Bom, eu já deixei claro aqui várias vezes que não vou com a cara do Catolicismo Romano. Por uma série de motivos: pela destruição histórica que essa igreja já causou, por não concordar com a maior parte das ideias católicas romanas, pela hipocrisia com que essa igreja se comporta...
Mas em algumas vezes em que eu disse isso, apareceu alguém nos comentários pra tomar as dores principalmente dos padres...
Evidentemente, eu não tenho nada contra o fato de alguém discordar do que eu digo. Até porque é muitas vezes a discordância entre 2 pessoas que permite uma explicação melhor de ambas as opiniões. Uma pessoa só não pode achar que a outra é obrigada a concordar com a opinião dela ou a seguir o estilo de vida que ela vê como certo.
Mas enfim: achei interessante fazer um post sobre isso, já que algumas pessoas que passaram por aqui, como eu disse, seguem o estilo “Viva os padres!” ou “Coitadinhos dos padres!”.
Bom, eu já deixei claro aqui várias vezes que não vou com a cara do Catolicismo Romano. Por uma série de motivos: pela destruição histórica que essa igreja já causou, por não concordar com a maior parte das ideias católicas romanas, pela hipocrisia com que essa igreja se comporta...
Mas em algumas vezes em que eu disse isso, apareceu alguém nos comentários pra tomar as dores principalmente dos padres...
Evidentemente, eu não tenho nada contra o fato de alguém discordar do que eu digo. Até porque é muitas vezes a discordância entre 2 pessoas que permite uma explicação melhor de ambas as opiniões. Uma pessoa só não pode achar que a outra é obrigada a concordar com a opinião dela ou a seguir o estilo de vida que ela vê como certo.
Mas enfim: achei interessante fazer um post sobre isso, já que algumas pessoas que passaram por aqui, como eu disse, seguem o estilo “Viva os padres!” ou “Coitadinhos dos padres!”.
E como eu já expliquei em outras ocasiões, se você entra por livre e espontânea vontade numa instituição, é porque você concorda no mínimo com a maioria das ideias dessa instituição, né? E o Catolicismo Romano defende ideias contra os homossexuais e bissexuais. Portanto, quem é padre, em maior ou menor grau, concorda com ideias contra os bissexuais e homossexuais.
Mas se você disser a um padre que só é padre quem quer, pois não existe alguém que é obrigado a ser padre, ele vai responder alguma coisa mais ou menos assim:
“Nós não somos padres porque queremos, mas sim porque somos chamados por Deus para ser padres.”
Aí, entra o tal do discurso da vocação...
Vejam só: sinceramente, na maioria das vezes, eu duvido muito dessa história de vocação. O que a gente percebe com muito mais clareza é que a maioria dos padres só viraram padres pra fugir de algum problema da vida pessoal deles que eles não conseguiram enfrentar...
Vocês já devem ter ouvido muita gente dizendo que todo padre é um gay enrustido, né? Bom, eu acho que não é exatamente isso, mas passa perto disso. O que a gente percebe na maioria dos padres é que quase todos eles não sabem lidar com o assunto ‘sexo’. É ou não é? Tem alguns que têm um ataque histérico quando surge esse assunto; tem outros que chegam falando num tom de voz mais manso, mas ainda assim sempre fazendo condenações contra o sexo. Mas o ataque contra o sexo, em maior ou menor grau, de forma histérica ou de forma controlada, tá sempre presente quando um padre fala sobre esse assunto.
Então, o que a gente percebe é que a grande maioria dos padres têm algum problema mal resolvido relacionado a sexo, provavelmente ligado a alguma coisa que aconteceu no passado deles. Mas pode até ter sido com uma mulher. Então, nada impede que um padre seja um hétero frustrado.
Outra coisa que a gente percebe é que os padres falam muito em humildade, mas isso fica só no discurso: eles já partem do princípio de que você não tem como sobreviver sem eles. Aliás, pela própria doutrina católica, nem se comunicar com Deus você pode sem os padres: não adianta você confessar a Deus alguma coisa que você tenha feito de errado, mesmo que você tenha se arrependido do que fez; você tem que confessar ao padre e ele, se achar que o seu arrependimento é verdadeiro, pode ou não absolver você do que você fez de errado. E são sempre essas as ideias que um padre vai tentar fazer com que você acredite.
Já sei que tem gente que vai dizer:
“Ah, mas eu já conheço o padre fulano há 10 anos e ele nem nunca falou sobre religião comigo.”
Ué! E você pensa que esse tipo de declaração me surpreende?! Muito pelo contrário: era exatamente o que eu esperava ouvir. Porque a tática católica mais usada atualmente pra converter os outros é exatamente essa: não falar sobre religião logo no início, passar uma imagem de que não tem preconceito contra nenhum tipo de pessoa, esperar um tempo (às vezes anos) até ganhar a sua confiança e, só depois disso, tentar arrastar você pra igreja dele.
Qualquer padre desse grupinho que não se diz preconceituoso geralmente se aproxima de você com um sorriso, falando palavras agradáveis, querendo abraçar você... Mas não se deixe enganar por essa aparência acolhedora, porque é só aparência mesmo.
Bom, você já viu como uma naja dá o bote? Ela fica imóvel, dando a entender que não vai fazer nada, às vezes por vários minutos. Algumas chegam até a fingir que tão mortas e se deixam tocar pela pessoa ou animal que tiver por perto. E aí, quando essa pessoa ou animal sai da defensiva, pois conclui que ela não vai mesmo fazer nada, a naja dá o bote.
Simplificando: é só uma tática de conversão mesmo. As pessoas muitas vezes só não percebem isso logo de cara porque contrasta com a tática de conversão da maioria dos pastores evangélicos, de tentar arrastar você pra igreja deles logo de cara, sem esperar.
Outra coisa importante de se lembrar: os padres fizeram um voto de amar e perdoar as pessoas incondicionalmente, assim como fizeram um voto de não julgar as pessoas.
Agora responda com sinceridade: você vê eles cumprindo esses votos em tempo integral? Eu já vi aqueles que violam esses votos em tempo integral, mas não que cumprem em tempo integral.
Bom, lembrando que EU nunca fiz nenhum desses votos, eu posso impor que ninguém cobre isso de mim, certo? Mas todos nós podemos exigir isso dos padres, pois eles fizeram esses votos (e não vamos deixar de lembrar que por livre e espontânea vontade). Não é culpa nossa se eles são fracos demais pra não cumprir os votos que fazem. Mas é um direito nosso exigir que eles cumpram e julgar eles se eles não cumprirem (repito: NÓS não fizemos nenhum voto de não julgar).
Agora, falando abertamente sobre a questão da homossexualidade, é claro que vocês já ouviram aquele discurso (que nunca passou de discurso) vindo de alguns padres:
“Eu não tenho nada contra os homossexuais, mas sim contra o homossexualismo. A minha santa madre igreja acolhe maternalmente os homossexuais, mas condena os atos que eles praticam.”
É isso o que a gente vê? Não é preciso observar muito pra ver que os ataques que eles cometem geralmente são contra as pessoas homossexuais, e não contra os atos que elas praticam. Então esse discursinho é só uma forma de camuflar a homofobia.
Mas tem também os padres que são abertamente homofóbicos e fazem discursos abertamente contra nós, que nos julgam abertamente e tal, sem nem sequer disfarçar a homofobia. E muitas vezes com o apoio dos chamados “leigos”. Ou será que alguém aqui vai se fazer de desentendido e dizer que nunca ouviu alguma frase desse tipo:
“Um padre julga você?! E daí? Ele está apenas fazendo o trabalho dele! Pare de enganar a você mesmo e deixe essa vida imunda do homossexualismo!”
É claro que esse tipo de frase caberia perfeitamente na boca de um padre, de uma freira ou de qualquer outro membro do corpo eclesiástico (e não duvido nada que algum de vocês já tenha ouvido isso da boca de um deles). Mas eu, por acaso, já ouvi isso da boca de uma “leiga”. Pelo que eu pude entender, uma beata, ou outro nome que você queira dar a esse tipo de vagabunda católica.
Tem também aqueles leigos que não nos atacam, mas vêm na defesa, 100% parcial e tendenciosa, dos padres deles:
“Ah! Coitadinhos e pobrezinhos dos padres! São seres humanos iguais a qualquer outro! E têm todos os defeitos de um ser humano!”
“Coitadinhos dos padres! São humanos e falhos! Eles podem errar, assim como eu e você!”
“Se você não quer se aproximar dos padres, reze por eles: eles precisam de você!”
“Se você recebeu ódio por parte dos padres eu lamento muito por isso! Muito mesmo! Mas por que não dar às pessoas uma nova chance?”
É principalmente por esse último tipo de colocação que eu disse que essa defesa é tendenciosa e parcial, pra não dizer hipócrita: quando interessa dizer que os padres são seres humanos falhos e sujeitos a erros, é isso que a gente ouve da boca dos “leigos”; e quando interessa dizer que os padres são seres tão superiores que sem eles você não pode nem se comunicar com Deus (lembrem-se da historinha da confissão), também é isso que a gente ouve da boca dos “leigos”.
E tem também aqueles padres que fazem discursos homofóbicos ao mesmo tempo em que posar de santos. Esses falam coisas mais ou menos assim:
“Apesar da sua alma já estar condenada ao fogo do Inferno, eu vou rezar por você. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Amém!”
Mas isso a gente resolve de uma forma bastante fácil. É só responder na mesma hora:
“Em nome do meu livre arbítrio, eu rejeito essa bênção!”
De acordo com a própria mentalidade cristã em geral, o livre arbítrio de uma pessoa tem muito mais força do que qualquer bênção que qualquer sacerdote humano possa dar. Então, se um padre abençoar você e você rejeitar essa bênção, ele pode fazer o sinal da cruz quantos milhões de vezes ele quiser pra você, porque não vai surtir efeito nenhum. Qualquer bênção que ele queira dar só vai funcionar se você aceitar receber. E se você bloqueou bênçãos vindas dele com o seu livre arbítrio, você já jogou todas as bênçãos dele no chão, não importa o que ele faça.
E use isso pra confrontar ele mesmo! Diga abertamente:
“Vem pra cima! Vamos ver o que é que tem mais força: as suas bênçãos ou o meu livre arbítrio?”
Quero ver o que esse pobre coitado vai responder pra essa pergunta.
Outra coisa que eu não posso deixar de mencionar aqui são os padres homossexuais e bissexuais. Não faltam exemplos de padres que visitam bares e boates GLBT e sites GLBT em geral.
Muito provavelmente, vários já entraram aqui. E como essa página é aberta à visitação pública, eu não posso impedir que eles entrem. Mas, como eu já disse em outras ocasiões, deixo bem claro que eles não são bem-vindos aqui, tanto quanto eles deixam claro que nós não somos bem-vindos nas igrejas deles. Quem com ferro fere...
E com certeza não vou me rebaixar a bater boca com padres gays que vêm aqui, né? São só uns pobres coitados que têm que esconder até deles mesmos que são homossexuais pra poderem continuar fazendo parte dessa igreja! Esses não são dignos nem de ódio. São pouca coisa demais pra isso.
E quanto aos padres que vão a boates gays, deixem eles pra lá. Afinal, todo dia limpam o chão das boates, né? E provavelmente usam bons desinfetantes. Assim, não corremos o risco de sujar os sapatos pisando nos mesmos lugares onde esses padres pisaram.
E pra encerrar, quero lembrar aqui de uma coisa: existem, sim, ainda que numa quantidade baixíssima, alguns padres que não têm nada contra nós e que, em alguns casos, até entraram pra essa igreja pra tentar fazer alguma coisa a nosso favor e contra a homofobia. Mas são esses pouquíssimos padres de um lado tentando expor certas ideias e todos os outros do outro JUNTO COM O VATICANO impondo outras ideias. E qual é a mentalidade do Catolicismo Romano?
ROMA LOCUTA, CAUSA FINITA
Pra quem não sabe o que é isso, lá vai a tradução:
“Roma fala, causa encerrada!”
Depois dessa, não tenho mais o que comentar.
Ya dije muchas veces aquí que la Iglesia Católica Romana no me gusta nada. Por muchos motivos: por lo que esa iglesia hizo de mal al Mundo en todos los siglos de su historia, por su hipocresía, porque no estoy de acuerdo con casi nada de lo que dicen sus sacerdotes...
Pero en algunas veces en que yo lo dije, algunas personas fueron vistas en los comments del blog defendiendo los curas católicos...
Es claro que no hay problema cuando una persona no está de acuerdo con lo que digo. Hasta mismo porque algunas veces es la discordancia de 2 personas que les da la oportunidad de explicar mejor sus ideas. El único problema es cuando uno piensa que el otro tiene la obligación de estar de acuerdo con sus ideas o de tener su misma manera de vivir.
Como sea, este post aquí hablará un poquito de los sacerdotes católicos, pues que algunas personas que vienen aquí piensan cosas como “¡Viva los padres!” o “¡Pobrecitos de los padres!”.
Empezando, les hago aquella pregunta de que todos ya sabemos la respuesta: ¿un hombre tiene la obligación de ser un sacerdote católico? Es claro que no. Es una elección del propio hombre.
Como ya dije en otros posts, si tú te quedas miembro de un grupo porque tú mismo lo quieres, es porque estás de acuero por lo menos con la mayor parte de las ideas de ese grupo, ¿no es eso? Y el Catolicismo Romano tiene ideas contra los homosexuales y bisexuales. Así, si un hombre decide que será un sacerdote católico es porque, con más o con menos fuerza, él también tiene ideas contra los bisexuales y homosexuales.
Pero si tú dices a uno de esos sacerdotes que él es miembro de esa iglesia porque lo quiere y que nadie es obligado a serlo, él te dirá alguna cosa más o menos así:
“No somos sacerdotes porque lo deseamos, pero sí porque Dios nos llamó a serlo.”
Entonces, empiezan a hablar de su vocación...
En verdad, no creo que sus vocaciones sean verdaderas en la mayor parte de las veces. Lo que se ve muy más claramente es que casi todos ellos se quedaron sacerdotes para huir de algun problema de su vida personal que no les fue posible solucionar...
Es cierto que uds ya oyeron alguien decir que todos los curas son gays con problemas con su homosexualidad, ¿verdad? Bueno, no creo que sea propiamente eso, pero sí algo casi como eso. Lo que vemos es que la mayor parte de los sacerdotes tienen problemas con el tema “sexo”. Hay los que tienen ataques de histeria cuando se habla de sexo con ellos; y hay otros que hablan de modo un poco más calmo, pero también haciendo condenaciones contra el sexo. Pero hablar mal del sexo, con más o con menos intensidad, de modo histérico o de modo calmo, es lo que un cura hace siempre.
Así, lo que se ve es que la mayor parte de los sacerdotes de esa iglesia tienen problemas con sexo, posiblemente gracias a algo de su pasado. Pero es totalmente posible que haya sido con una mujer. Entonces, es cierto que muchos curas son heteros con problemas con su sexualidad.
Otra cosa muy vista es que los sacerdotes hablan de humildad, pero solamente hablan de eso, pues que están de acuerdo con la idea de que no se puede vivir sin ellos. Basta recordar que su iglesia dice que no se puede hablar con Dios sin los curas: si un católico romano hace algo malo, no puede confesarlo a Dios, mas tiene que hacerlo al cura, pues que solamente este, con el poder que dice que Dios le dio, puede absolverlo de lo que hizo... Y el sacerdote está de acuerdo con esas ideas y quiere que tú también lo estés.
Some people say:
“I was introduced to that catholic priest more than 10 years ago. And he’s never talked to me about religion.”
Well, I’m not surprised. Actually that’s what I was supposed to hear. Because those are the tactics which roman catholic priests use nowadays to convert people to their church. When a priest is introduced to you, he doesn’t speak immediately about religion, he says he isn’t against any kind of person, he waits (years, in some cases) for having your confidence... And only after that he tries to carry you to his church.
Priests of this kind usually smile to you, talk about pleasant things to you, try to hug you... But don’t let this friendly look fool you! It’s actually just a false friendly look.
Have you ever seen najas when they’re about to bite their victims? They stand still and pretend they won’t do anything. Occasionally they do that for many minutes. And some of them even pretend they’re dead and the person or animal which is near them can even touch them and they don’t do anything. So, when that person or animal stops paying attention to them, they attack viciously.
Priests of that mentioned kind have angels’ faces. But they’re actually najas waiting the best moment for attacking their victims.
Anyway, as I’ve said, these are only new catholic tactics to convert people. And some people don’t understand it because they’re different from most of the protestant tactics: pastors usually try to convert you to their church as soon as they’re introduced to you, really?
Another important thing: catholic priests take vows about loving people unconditionally and forgiving people unconditionally. And another of their vows is not judging people.
Tell me something: have you ever seen a priest doing that seriously? I’ve already seen the ones who violate all of these vows, but not the ones who follow all of them.
And don’t forget: I’ve never taken any of these vows. Then, don’t want me to do such things. But we can want catholic priests to do them. Because they took such vows by their own will. It’s not our fault if they’re so weak and can’t follow them. But it’s our right demanding this from them and judging them if they don’t do that (I’ll repeat: I, as well as most of you, have never taken any vow about not judging).
Now let’s talk a little about homosexuality. Of course you have already heard something like that from priests:
“I have nothing against homosexual people, but I have everything against homosexualism. My Holy Mother Church takes care of her homosexual children, but condemns their actions.”
Do you really see that? It’s not necessary paying so much attention to see catholic priests attacking homosexual people. And not homosexual actions. This speech is only a way of hiding the catholic homophobia.
And there are also the priests who are openly homophobic and speak openly against us, judge us openly... And in many of these cases, catholic lay people support their words. Haven’t you ever heard something like that?
“If a catholic priest judges you because you are homosexual he is only doing his job! Stop lying yourself and leave this dirty lifestyle!”
Of course a priest, a nun or any other creature of this kind would be able to say the very same thing (and you have already probably heard some similar thing from some of them). But I heard that from a catholic lay bitch once. It was a churchgoer. Well, I don’t know the best word to call this kind of catholic whore.
Ci sono i laici cattolici che non ci attaccano, ma dicono cose così parziali e tendenziose quando parlano di qualche sacerdote che ci attacca:
“Ah! Poveretto del sacerdote! È un essere umano uguale agli altri! Ed ha gli stessi difetti degli altri!”
“Ah! Povereti dei sacerdoti! Fanno sbagli come io e te!”
“Se tu non vuoi i sacerdoti vicino a te, devi almeno pregare per loro: hanno bisogno di te!”
“Se qualche sacerdote cattolico ti ha già dato odio, mi dispiace moltissimo saperlo! Ma perché non dare alle persone una nuova possibilità di fare bene a te?”
È questo ultimo tipo di frase che mi fa dire che i laici sono parziali e tendenziosi: alle volte, dicono che i suoi sacerdoti sono esseri umani uguali alle altre persone e che fanno sbagli; alle volte, dicono che i suoi sacerdoti sono esseri così superiori alle altre persone che queste non possono nemmeno parlare con Dio senza loro (basta ricordare la confessione).
Ci sono anche i sacerdoti che parlano contro noi allo stesso tempo che vogliono essere visti come santi. E dicono qualcosa così:
“La tua anima appartiene già all’Inferno perché sei omosessuale. Ma anche così pregherò per te. In nome del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo! Così sia!”
Ma questo è un problema semplice: dobbiamo soltanto rispondere a questo animale stupido:
“In nome del mio libero arbitrio, io rifiuto questa benedizione!”
Tutta la mentalità cristiana dice che il libero arbitrio di una persona è più forte che qualche benedizione di un sacerdote umano. Così, si un sacerdote cattolico ti da una benedizione e tu rifiuti tale benedizione, lui non può fare niente più. Le sue benedizioni avranno qualche potere nella tua vita soltanto se tu l’accetterai. E se tu l’hai bloccata con il tuo libero arbitrio, il sacerdote può fare tutto quello che vuole, ma anche così non riuscirà a darti questa benedizione.
Ed è buono che tu lo dica ad un sacerdote:
“Andiamo a vedere qual’è il più forte: le tue benedizioni od il mio libero arbitrio.”
Cosa questa bestia stupida risponderà se tu lo dirai?
Un’altra cosa di cui devo parlare qui è dei sacerdoti che sono omosessuali e bisessuali. Ci sono molti di questi che possono essere visti visitando i siti LGBT od i bar LGBT, vero?
È possibile che molti di questi abbiano già visitato questo blog. Ma questo, come lo sapete, è un sito pubblico e qualche persona può visitarlo. Non posso impedirlo. Però, come ho già detto in altre occasioni, dico che loro non sono benvenuti qui, tanto quanto loro dicono che noi non siamo benvenuti nelle loro chiese.
È certo che non litigherò con qualche sacerdote gay che venga qui. Loro sono dei poveri stupidi che hanno bisogno di nascondere di loro stessi che sono omosessuali per avere la possibilità di continuare ad essere membri di questa chiesa. Non li odio. Loro sono così stupidi che non meritano il nostro odio.
E parlando dei sacerdoti che sono visti nei bar gay, lascia perdere! Comunque sia, il piso di questi bar è pulito tutti i giorni, vero? E credo che sono usati dei disinfettanti molto buoni. Così, non siamo messi in rischio di contaminare le nostre scarpe camminando sullo stesso piso dove queste cose hanno camminato prima.
Bene, non posso finire questo post senza ricordare una cosa: ci sono, sì, alcuni pochi sacerdoti cattolici che non hanno niente contro noi e che, in alcuni casi, sono anche diventati sacerdoti di questa chiesa pensando di fare qualcosa a nostro favore e contro l’omofobia. Ma sono i pochissimi sacerdoti di questo tipo di un lato e gli altri tutti quanti dell’altro lato insieme al Vaticano. E qual’è la mentalità di questa chiesa?
ROMA LOCUTA, CAUSA FINITA
Dopo questo, ho bisogno di dire qualche altra cosa?
Bom, depois de tudo isso, quem achar que ainda tem algum argumento pra defender os padres, fique à vontade pra comentar.
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