Oi!!!
Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre o único príncipe assumidamente homossexual do Mundo no momento: o príncipe indiano Manvendra Singh Gohil.
Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre o único príncipe assumidamente homossexual do Mundo no momento: o príncipe indiano Manvendra Singh Gohil.
Como filho do Marajá Shri Raghubir Singhji Rajendrasinghji Sahib, ele é um membro da antiga Família Principesca de Rajpipla.
Ele ficou publicamente conhecido como Manvendra Singh Gohil.
Ele estudou na Scottish High School, em Maharashtra. E se formou em economia pelo Amrutben Jivanlal College.
O Manvendra sempre se sentiu sexualmente atraído só por homens, mas ao longo da infância, da adolescência e do início da juventude, nunca contou isso a ninguém.
Em 1991, ele se casou com a Chandrika Kumari, achando que viveria como heterossexual a partir dali.
Pouco depois, quando o Manvendra revelou à esposa que era homossexual e que nunca se sentiu atraído por mulher nenhuma (nem por ela, inclusive), o casamento entrou em processo de separação. E eles se divorciaram em 1992, sem dar nenhuma grande explicação a ninguém.
Em 2002, com 37 anos, o Manvendra teve um surto psicótico e teve que ser internado. E os médicos concluíram que o piripaque que ele teve foi causado pela pressão que ele sofreu por ter escondido por tantos anos que era homossexual. E aí contou aos pais dele o que aconteceu.
Mesmo assim, a princípio, o assunto ficou restrito aos membros da Família Principesca, sem ser comentado com mais ninguém.
Em 14 de Março de 2006, o Manvendra decidiu declarar em público que era homossexual.
Isso gerou uma grande rejeição contra ele nos grupos muçulmanos da Índia e nos grupos indianos influenciados por tradições vitorianas (ainda mais porque, naquela época, a homossexualidade ainda era considerada crime na Índia).
O Manvendra diz que já sabia que não vai ser nunca totalmente aceito por esses grupos, mas que não queria nem podia mais continuar fingindo que era heterossexual.
E a crise que ele teve foi por motivos legais e tradicionais, mas não religiosos, pois ele é praticante do Hinduísmo, que não é uma religião homofóbica.
A Família Principesca também não gostou da declaração pública da homossexualidade do Manvendra e ele foi simbolicamente deserdado dos títulos que tem por causa disso, mas isso não muda basicamente nada na prática. E inclusive, em 2008, ele anunciou que pretende adotar um filho, que vai ser o herdeiro dos títulos dele.
Em 2009, ele veio ao Brasil, pra participar da Parada Gay de São Paulo.
Pouco depois, em Julho, a homossexualidade deixou de ser crime na Índia.
No mesmo ano, o Manav, como é chamado pelos amigos, revelou que tá sozinho, mas tá à procura de um companheiro.

Pra quem não viu, eu fiz um post sobre a homossexualidade na Índia em Junho de 2009. Lá vai o link:
http://centrogb.blogspot.com/2009_06_01_archive.html
Today we’ll talk a little about the only openly homosexual prince in Modern World History: the Indian prince Manvendra Singh Gohil.
He was born in Rajasthan, on September 23rd, in 1965, as Manvendra Singh Raghubir Singh.
As a son of Maharana Shri Raghubir Singhji Rajendrasinghji Sahib, he is a member of the Royal Family of Rajpipla.
He’s become popularly known as Manvendra Singh Gohil.
He studied at Scottish High School, in Maharashtra. And he graduated in Commerce and Economics at Amrutben Jivanlal College.
Manvendra has always felt sexual desire only to men. But as a boy, as a teen, and even as a post-adolescent, he told that to nobody.
In 1991, he married Chandrika Kumari. He thought it would make him a hetero guy.
A little later, Manvendra told his wife he’s never felt sexual desire to any female (including her). And the marriage started finishing from that point. They divorced in 1992 and didn’t tell anything to anybody at that time (Manvendra would be openly gay only in 2006).
Nel 2002, quando aveva 37 anni, Manvendra è stato ospitalizzato dovuto a un tipo di impeto psicotico. I medici hanno capito che questo è stato dovuto alla pressione psicologica che lui riceveva mentre nascondeva la sua omosessualità per tutti quelli anni. E l’hanno detto ai suoi genitori.
Anche così, la famiglia non ha detto niente a nessuno in quell’epoca.
Nel 14 Marzo del 2006, Manvendra ha detto in pubblico che è omosessuale.
Così, i gruppi musulmani e vittoriani dell’India l’hanno ostilizzato (anche perché l’omosessualità era ancora un delitto nell’India in quell’epoca).
Manvendra dice che già sapeva che questi gruppi non l’accetterebbero, ma non voleva e non poteva continuare facendo finta di essere etero.
L’attacco psicologico che lui ha avuto è stato dovuto a dei problemi tradizionali e legali. Ma lui non ha avuto qualche problema religioso, visto che è membro dell’Induismo, che non è una religione omofobica.
Desde el momento en que Manvendra dijo en público que es homosexual, en Marzo de 2006, eso no gustó nada a la Familia Real de Rajpipla. Así, él fue simbolicamente desheredado de sus títulos principescos por cuenta de eso, aunque tal situación no cambie basicamente nada en verdad. Y dicho sea de paso, en 2008, él dijo en público que está pensando en adoptar un hijo, que será el heredero de sus títulos.
En 2009, él estuvo aquí en Brasil, en la Marcha del Orgullo LGBT de São Paulo.
Poco después de eso, en Julio del mismo año, la homosexualidad dejó de ser un delito en India.
También en 2009, Manav, como el príncipe es llamado por sus amigos, dijo que está solo, pero que también está en busca de un novio.
Casi siempre, él puede ser visto en muchas organizaciones de caridad. Y desde que habló en público de su homosexualidad por la primera vez, él también se cambió en uno de los principales activistas LGBT en India.
Si todavía no lo viste, hay un post en este blog hablando de la homosexualidad en India. Puedes clicar sobre el enlace arriba para verlo.
Até a próxima!
2 comentários:
Actitudes positivas y lucha por aquello en lo que se cree, aún a riesgo de enfrentarse a la gente que te importa y que debería apoyarte es el peaje que a veces se ha de pagar por ser uno mismo, y no todos están dispuestos a asumirlo.
¡Sin duda alguna!
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