terça-feira, 19 de agosto de 2008

O MONSTRO DA ILHA DOS CÃES

Oi!!!

Hoje eu vou falar aqui sobre mais uma produção dos anos 80: o filme canadense Humongous.


Mas, como esse filme não é muito conhecido no Brasil, decidi fazer uma coisa diferente dessa vez. Vou analisar o filme, em vez de apenas lembrar aqui da história e da produção dele.
Em 1º lugar, quero dizer que só tô afirmando que o filme é desconhecido no Brasil por um motivo muito simples: pelo que eu soube, ele só passou na televisão 2 vezes aqui no Brasil (pelo menos na TV aberta), no SBT.
Além disso, só saiu por aqui em VHS, mas não em DVD. E mesmo o VHS é meio difícil de achar. Se você for a uma locadora grande, daquelas que têm todo tipo de filme mesmo, talvez você encontre ele lá embaixo da prateleira de ‘Terror’ ou da prateleira de ‘Suspense’.
Bom, é um filme, a meu ver, de Suspense. Mas quase sempre ele é classificado como Terror. Provavelmente porque ele tem aquelas características bem marcantes dos slasher movies (que aqui no Brasil foram apelidados de “terror adolescente”) do início dos anos 80: depois de ficar presos num lugar isolado e onde não podem receber ajuda imediata, um grupo de jovens são perseguidos por um louco deformado que vai matando 1 por 1 do grupo, até ser morto pela heroína, no final do filme. O roteiro de qualquer slasher movie é 100% assim ou, no mínimo, 90% assim.rs
Nesse tipo de filme, os personagens do grupo de jovens são sempre os mesmos: um garoto bonzinho, uma garota boazinha, um garoto brigão, uma garota tarada que mostra as tetas em alguma cena e um garoto ou uma garota que faz o estilo ‘ninguém me ama, ninguém me quer’.
O cara deformado e louco que persegue eles também tem sempre como características bem repetidas a incapacidade de falar (quando muito, ele rosna e grita) e a força sobre-humana.
Bom, tudo isso tem em Humongous. Mas eu digo que não é um filme de Terror porque ele não tem cenas aterrorizantes. Todas as cenas violentas do filme acontecem em off ou sob má condição de visibilidade. Então, não dá pra ver detalhe nenhum. Você chamaria isso de “filme de terror”? O que tem de aterrorizante nisso?
Bom, já que eu mencionei a má condição de visibilidade, tenho que dizer que essa é a crítica principal que esse filme tem recebido ao longo dos anos: o excesso de cenas escuras. É que a história se passa quase toda de noite, e só isso já não ajuda muito, né? E algumas das cenas que se passam de dia são em lugares fechados e pouco iluminados. Conclusão: em muitas cenas você nem entende direito o que tá acontecendo por causa da escuridão.
A 2ª crítica principal que o filme recebe é que o monstro quase não aparece. Mas tem uma explicação pra isso: ele simplesmente não é tão importante assim. Os garotos tão naufragados numa ilha e a história gira em torno deles conseguirem sobreviver até encontrar um jeito de sair da ilha ou de serem tirados de lá por alguém. O monstro é apenas o obstáculo principal no caminho deles, mas não é o único. Eles também têm que se defender de um cão de guarda solto na floresta da ilha, pensar num jeito de fazer contato com alguém que resgate eles e botar isso em prática. O monstro é até relativamente pacífico: ele só mata pessoas pra comer os cadáveres (já que não tem mais comida quase nenhuma na ilha) ou quando se sente ameaçado ou entende que o território dele tá sendo invadido. Ou seja, ele é retratado durante a história toda como um predador selvagem que mata pra comer ou pra defender o próprio território. E ao contrário dos vilões de outros slasher movies oitenteiros, ele não usa uma máscara pra cobrir a cara deformada nem utiliza nenhum tipo de arma pra matar. Ele avança nos inimigos só com unhas e dentes mesmo.


Esse monstro é uma criatura tão animalesca e tão desprovida de características humanas que nem nome ele tem! No roteiro do filme, ele é chamado apenas de Ida’s Son, já que o nome da mãe dele é Ida. Mas ela mesma não parece ter dado um nome a ele e, pelo que o filme dá a entender, ela tratava ele muito mal.
A história parece deixar claro que ele nasceu de um estupro. Mas não tem explicação pra deformação e pros problemas mentais com os quais ele nasceu. A não ser que a gente suponha que, pelo fato de ter engravidado de um estupro, a mãe tentou abortar ele, o aborto falhou e o feto ficou gravemente afetado.
O nascimento, a infância e a adolescência do Ida’s Son não são mostrados em momento nenhum. Mas a história dá a entender que ele nunca saiu da ilha nem teve contato com nenhum ser humano além da mãe, o que potencializou os problemas mentais que ele já tinha. E a única referência que se dá da relação dele com a mãe é uma cena em que, quando ele se depara com a heroína da história fingindo que é ela, ele demonstra um medo terrível dessa figura.
Ele também passa a maior parte do tempo no porão da casa, mesmo podendo sair de lá quando bem entende. E isso dá a entender que ele foi acostumado a ficar lá (possivelmente, a mãe obrigava).
A gente observa muitas semelhanças entre o Ida’s Son e o Jason Voorhees: os 2 são loucos e deformados, os 2 têm força sobre-humana, os 2 não tiveram pais presentes e foram criados só por mães desequilibradas, os 2 viveram a maior parte da vida em ambientes selvagens e sem contato com ninguém além de suas mães desequilibradas... A diferença básica é que, como eu já disse, o Ida’s Son é totalmente animal e não-civilizado. O Jason já segue outra linha, né? Pra quem não viu, fiz um post sobre ele aqui no blog em Abril.
Bom, a tal de Ida não parecia ser propriamente louca, mas sim profundamente traumatizada por ter sido estuprada e, depois, parido um filho deformado e louco. E a obsessão dela em manter ele na ilha e afastado de qualquer outra pessoa parece ser mais uma demonstração de maternidade neurótica do que de loucura. Afinal, o sonho de consumo de toda mãe superprotetora parece ser manter o filho numa ilha pra sempre, onde ele vai ficar “seguro” infinitamente. Mas ela não pensa nas consequências disso... E quais são as consequências disso? Ela cria um monstro! Um monstro completamente despreparado pra conviver com outras pessoas e que vai levar a desgraça a outras pessoas no futuro.
Então, a interpretação psicológica da história desse filme é bem interessante, né?
Agora, vendo o lado mais técnico, chegamos à 3ª crítica principal que o filme recebe: ele tem muitas cenas e situações que parecem ter sido plagiadas de filmes de terror feitos 1 ou 2 anos antes.
Bom, Humongous foi todo gravado em 1981, mas só foi lançado em 1982. E se a gente der uma olhada em alguns filmes de terror de 1980, de 1981 e até mesmo de antes disso... Vamos ver algumas cenas e situações do filme pra exemplificar: um grupo de jovens chegam a uma ilha distante onde não tem quase mais nada vivo, porque um louco deformado devorou quase tudo o que tinha lá e agora quer devorar os recém-chegados (a mesma situação que se vê em Antropophagus, de 1980); em quase todas as cenas em que o monstro aparece, ele tá no escuro ou contra a luz, deixando visível apenas um vulto descontrolado e de aparência ameaçadora (tem várias cenas assim em The Funhouse, de 1981); quando tá sendo perseguida pelo monstro, a heroína do filme entra num cômodo escuro, finge que é a mãe dele e, com esse truque, consegue se salvar pelo menos momentaneamente (a mesmíssima cena pode ser vista em Friday The 13th-part II, de 1981); e até mesmo os personagens Eric, Sandy e Carla andando por um casarão abandonado e procurando por alguém lembram várias cenas de desenhos animados de mistério (principalmente se a gente pensar nas cenas do Fred, da Daphne e da Velma, de Scooby-Doo, Where Are You?, de 1969, né?rs).
Mas aí entra uma outra questão: os filmes de terror do início dos anos 80, principalmente os slashers, são montados do início ao fim a partir de clichês e a partir de cenas que a gente vê iguais (ou quase) em outros filmes. É ou não é? Então, não sei se dá pra dizer que isso é um ponto negativo. Eu diria que é simplesmente uma característica dos slashers. Se você assistir Hell Night (1981), que foi lançado no Brasil com o título de Noite Infernal, você vai ver muito mais clichês lá do que em Humongous. Aliás, a única coisa inovadora que tem em Hell Night é que no final é revelado que os jovens lá eram perseguidos por 2 loucos deformados em vez de 1 (qualquer dia vou falar sobre esse filme aqui).
Bom, eu não consegui a informação de onde exatamente Humongous foi gravado. Mas aparentemente não foi em nenhuma ilha, pois não aparece ilha nenhuma vista de fora e mostrada como um todo. Quando muito, aparece uma praia ou outra, mas sem mostrar detalhes.
E os efeitos especiais desse filme hoje nos parecem meio bobos. Mas eram os efeitos do início dos anos 80, né, gente? Tem que levar isso em conta.
O filme foi dirigido pelo inglês Paul Lynch, que tinha acabado de lançar, em 1980, o filme de terror Prom Night, que teve o nome traduzido aqui no Brasil pra Baile de Formatura (e que, por sinal, também recebeu muitas críticas por causa do excesso de cenas escuras). Prom Night foi o 3º filme que ele dirigiu e Humongous foi o 4º.
Quanto ao elenco, a maioria dos atores (nem todos, evidentemente) ainda tavam nos primeiros trabalhos ou mesmo no primeiro trabalho.
O ator canadense Page Fletcher, por exemplo, que mais tarde interpretou o personagem-título do seriado RoboCop, teve o 1º trabalho dele em Humongous (ele faz o estuprador que morre despedaçado pelos cães, no início da história).


E o próprio Garry Robbins, que interpretou o Ida’s Son, do alto dos 2, 16m de altura dele, também tava na estréia dele como ator.
Ele é um dos atores mais altos do Mundo e o homem mais alto do Canadá.


Pelo fato do monstro aparecer muito pouco no filme, a altura dele foi muito pouco explorada nas cenas. Mas, curiosamente, foi devido ao tamanho do personagem que o filme recebeu esse título (‘humongous’ é ‘gigante’ em Inglês).
Pensaram também em chamar o filme de Dog Island, porque o personagem Bert, quando dá as poucas informações que tem sobre a ilha, chama o lugar de “Dog Island” (“Ilha do Cão” ou “Ilha dos Cães”). Aliás, ele foi até lançado em Francês com o título de La Malédiction de L’île Aux Chiens (“A Maldição da Ilha dos Cães”). Mas no Canadá mesmo acabaram deixando Humongous.
Aqui no Brasil, ele foi lançado inicialmente com o título de O Monstro da Ilha, sendo exibido na televisão com esse nome. Mas, como eu já disse, parece que só passou na televisão 2 vezes por aqui, ambas no SBT.
Quando foi lançado o VHS do filme, o título brasuca foi mudado... pra tradução do nome que pensaram em dar no Canadá: A Ilha dos Cães.
Bom, pelo menos assim o título centra a atenção na própria ilha, o que era mesmo a idéia inicial. O Monstro da Ilha, a meu ver, fica parecendo título de filme infantil ou então daqueles filmes de aventura em que um grupo de biólogos e pesquisadores vão a uma ilha distante pra pesquisar alguma criatura desconhecida. Eu acho que A Ilha dos Cães já dá mais um certo ar de mistério ao filme. Bom, é apenas a minha opinião.
Aliás, quando foi lançado, ele foi classificado pra 18 anos em alguns países. Mas hoje poderia passar na Sessão da Tarde que não chocaria quase ninguém. E diga-se de passagem: numa das vezes em que ele passou no SBT (que foi exatamente quando eu vi a 1ª vez), passou de tarde, no falecido Cinema Em Casa, dos anos 90.
Bom, pra quem gosta de terror adolescente ou de filmes de ‘terror’ e/ou ‘suspense’ do início dos anos 80 em geral, Humongous é uma boa. Mas pra quem gosta de filmes com história mais movimentadas e efeitos especiais de última geração, aí eu já posso adiantar que não vai gostar desse filme.
A música The Island of Humongous, da banda Frightmare, foi inspirada nesse filme.
Ele foi colocado no YouTube há mais ou menos 1 ano atrás (eu revi ele lá), mas foi tirado logo depois.
De qualquer forma, pra quem ficou curioso ou achou interessante e não conseguiu encontrar o VHS do filme por aí em nenhuma locadora, vou deixar o plot do filme aí embaixo pra vocês darem uma lida:

PLOT→ Em 1946, uma mulher é estuprada pelo ex-namorado bêbado durante uma festa numa ilha. Logo depois, o tarado é feito em pedaços pela criação de cães de guarda que ela tem na ilha. E ela própria termina de matar ele, quebrando-lhe a cabeça com uma pedrada. Em 1982, um grupo de jovens tão passeando de iate por um lago. Eles se chamam Sandy (a boazinha), Eric (o bonzinho), Nick (o brigão), Donna (a tarada) e Carla (a ‘ninguém me ama, ninguém me quer’). Surpreendidos por um nevoeiro, eles acabam se perdendo pelo lago e, à noite, esbarram com uma lancha que tá à deriva. O único tripulante é 1 homem, que eles levam à bordo do iate. Ele diz que se chama Bert e que tava à deriva porque o casco da lancha dele se chocou contra as pedras que cercam uma ilha a poucas dezenas de metros dali, a qual eles veriam, se o nevoeiro não atrapalhasse. Os garotos se animam a desembarcar lá. Mas o Bert explica que, apesar da tal ilha ser o único ponto de terra daquele lado do lago, ir pra lá não é uma boa idéia: a única habitante da ilha é uma velha maluca que mantém uma criação de cães de guarda lá e ela não deixa ninguém desembarcar na ilha. Os garotos estranham a história e, enquanto ancoram o iate, pedem mais explicações. Mas o Bert diz que não se sabe quase nada sobre a tal velha, pois ela só sai da ilha 2 vezes por ano pra comprar mantimentos e nunca fala com ninguém. E há mais de 30 anos ela vive lá sozinha como eremita. Enquanto ele explica, todos começam a ouvir uivos e rosnados vindos da direção da ilha, mas supõem que devem ser os cães. Assustado com a história que acabou de ouvir somada ao barulho que vem da ilha, e ao mesmo tempo querendo posar de macho, o Nick decide assumir o controle do iate e sair dali do jeito que der. Isso faz todos entrarem em pânico, pois já viram que tem várias pedras submersas por ali e em poucos minutos o iate bateria numa delas! Aí começa uma briga na qual o Nick acaba incendiando o iate e obrigando todos a se jogar no lago e nadar até a tal ilha. Mas, quando chegam lá, percebem que a Carla sumiu. Se sentindo culpado pela aparente morte dela, o Nick começa a chamar ela aos gritos, sem obter resposta. Mas acaba atraindo a atenção de alguém ou alguma coisa, que começa a observar o grupo de longe enquanto rosna e anda entre as árvores da floresta da ilha. O Nick resolve entrar na floresta pra procurar a tal velha e pedir ajuda. E como todos tão muito putos com ele, ninguém se dispõe a ir junto. No caminho, ele é atacado por um pastor alemão, mas consegue fugir correndo pela floresta. O cachorro tenta ir atrás, mas é agarrado por um vulto que sai do meio das árvores e estrangulado por ele. Sem ver nada do que aconteceu, o Nick chega à casa de barcos da ilha, tranca a porta e se esconde lá dentro. Pouco depois, ele ouve uma coisa rosnando do lado de fora e vai até um buraco na porta pra ver o que é. E lá fora, ele vê metade de uma cara deformada olhando lá pra dentro pelo mesmo buraco. Logo depois, a porta é derrubada e o vulto de um homem enorme invade a casa de barcos. Quando amanhece e o Nick não volta, os outros na praia começam a se preocupar. Assim, o Eric e a Sandy resolvem entrar na floresta pra ver o que ocorreu, enquanto o Bert e a Donna esperam na praia. Pouco depois, a criatura que atacou o Nick chega à praia e mata a Donna e o Bert. Enquanto isso, o Eric e a Sandy andam pela floresta e encontram várias carcaças e esqueletos de cachorro, mas nem 1 único cachorro vivo. E estranham o silêncio absoluto da ilha: não parece ter nem 1 passarinho vivo lá! Eles chegam à casa de barcos, ao lado da qual fica uma placa de “não ultrapasse”. E lá dentro, encontram a Carla. Ela explica que chegou à ilha por uma outra praia e, encontrando a casa de barcos com a porta arrombada, entrou lá pra se abrigar. Eles estranham que todos os barcos tão com o tanque de combustível furado e, por causa disso, o chão da casa de barcos tá alagado de combustível. Os 3 saem andando pela ilha e encontram um velho casarão abandonado. E lá dentro, principalmente no 2º andar, percebem que tá tudo perfeitamente arrumado, apesar de coberto de poeira. Eles encontram o quarto que devia ser o da tal velha com várias fotos antigas dela (a mesma mulher que foi estuprada no início do filme) e descobrem que o nome dela é Ida. Nas fotos mais antigas ela aparece sorrindo. E nas mais recentes, do final dos anos 40, ela tem um olhar de ódio e segura um bebê no colo. Nessas últimas, ela sempre cobre totalmente o bebê, tentando esconder alguma coisa. No mesmo quarto, eles encontram o esqueleto da velha, sentada num sofá em posição de descanso. E aí os 3 concluem que, depois que ela morreu, os cachorros ficaram sem comida e acabaram morrendo de fome. Eles acham também o diário dela. E logo depois de encontrar o esqueleto, eles começam a ouvir a voz de um homem gritando e rosnando no porão. Concluindo que não tão sozinhos, eles saem da casa e entram no porão por uma porta externa. E lá eles encontram os cadáveres dos amigos, que parecem ter sido mortos a unhas e dentes! Os 3 entram em pânico e fogem dali, correndo de volta pra praia e levando o diário da Ida. A Sandy lê o diário e, depois, explica ao Eric o que conseguiu entender: em anotações confusas, a Ida conta que, há mais de 30 anos, ela teve um filho que nasceu deformado e com o cérebro afetado e, por causa disso, ela aparentemente manteve ele na ilha por todos esses anos. Ela nunca menciona o pai do filho, mas demonstra odiar homens. No ano anterior ela ficou doente e viu que ia morrer. Então, ela furou os tanques de todos os barcos pra que ele não fugisse e continuasse “seguro” na ilha depois da morte dela. E o Eric conclui que, depois da morte da mãe, pra sobreviver, ele teve que matar e comer todos os bichos da ilha. E que eles são a próxima refeição! O Eric chega à conclusão de que a única forma de escapar da ilha é incendiar a casa de barcos. Assim, alguma embarcação que teja passando no lago, ao ver o fogo, vai se aproximar da ilha pra ver o que houve. Pra isso, o Eric e a Sandy deixam a Carla na praia e voltam ao casarão pra procurar fósforos, armados com um galho de árvore afiado. Lá, eles são surpreendidos pelo Ida’s Son, que ataca e mata o Eric. A Sandy corre e se tranca no quarto da Ida. Como tá tudo muito arrumado lá, ela conclui que a Ida não deixava o filho entrar lá. Assim, ouvindo ele se aproximar, ela apaga quase todas as luzes do quarto, bota um casaco da Ida e fica de costas pra porta. Quando o Ida’s Son entra, a Sandy finge que é a Ida e enxota ele do quarto. Ela encontra uma caixa de fósforos no quarto e sai de lá. Mas no corredor ela dá de cara com o Ida’s Son, que aí vê que foi enganado e avança nela. Ela corre até a casa de barcos, sendo perseguida pela criatura. No caminho, ela passa pela Carla, que nem percebe o que tá havendo e é atacada e estrangulada pelo Ida’s Son. A Sandy consegue entrar na casa de barcos e, quando a criatura entra atrás dela, ela risca um fósforo e, jogando no chão cheio de combustível, incendeia tudo. Ela foge e deixa ele queimando lá dentro. Ela pensa que matou ele. Mas ele sai todo queimado lá de dentro e ataca de novo. Então, ela arranca a placa de “não ultrapasse” do chão e crava na barriga dele, matando ele finalmente. Profundamente traumatizada por tudo o que acabou de passar, a Sandy se senta nas docas da ilha e fica lá parada em estado de choque (supostamente, até ser vista por alguma embarcação que se aproxime da ilha por causa do fogo, como previu o Eric).

Today we’ll remember another production from the 80s: the Canadian movie Humongous.
Here in Brazil we don’t have it as DVD: it was released only as VHS. And even the VHS is a little difficult to be found, except if you go to a very great video club.
Well, I don’t see this film as a horror movie. I would say it’s a suspense thriller. But it’s usually genred as “horror”. Presumably because it has all the characteristics of the slasher movies which were produced in the early 80s: a group of post-adolescents gets trapped in a place where nobody will help them immediately, a crazy deformed man starts killing them one by one, and the “sweet girl” of the group kills him in the end of the movie. Every slasher movie has its script.
The post-adolescents of the group are always the same kind of people: a good boy, a good girl, a bad boy, a horny girl who shows her boobs in some moment, and a nerd.
And also the crazy deformed guy who attacks them has always the same characteristics. He doesn’t speak (at most he growls and shouts) and is extremely strong.
Well, you’ll see everything which I mentioned above in
Humongous. But I said it’s not a horror movie because it doesn’t have any horror scenes. All the violent scenes of this movie are off-screen or at least aren’t shown clearly. So, many times you just can’t understand what’s happening. Would you call it “a horror movie”? Where is its horror?
Well, as I told you, there are many scenes in which you don’t understand what’s happening. And that’s the strongest criticism which people make against this movie: it has many, many, many very dark scenes. Most of the story goes on at night (and just this really doesn’t help). And some scenes which go on in the daytime take place in dark closed places. Anyway: the darkness makes a large part of the story incomprehensible.
Presumably the 2nd strongest criticism which people make against
Humongous is about the monster: we never see him clearly. But that’s just because he insn’t so important. The boys and girls are shipwrecked on an island. And the main theme of the story is what they can do to survive and leave the island. The monster is the worst obstacle on their way, but it’s not the only one. There’s also a hound loose in the forest of the island, there’s also the impossibility to contact anybody to rescue them from the island... We can say even the monster is in some point peaceful. He kills people only to eat their dead bodies (there isn’t almost anything else to eat on the island) or to protect the area around his house. It means the story tells us he’s a predator (an animal, we can say) who kills to eat or to protect himself. And he’s very different from the villains of the other slashers of that time. He doesn’t mask his deformed face and he doesn’t use any kind of arm to kill (he does that with his own nails and teeth).
This nonhuman creature (or human who became a nonhuman) doesn’t have even a name. The script mentions him just as “Ida’s Son”, because his mother’s name was Ida. But it seems she herself never gave him a name. And she presumably mistreated him so much.
It’s implicit he was born from a rape. But no explanation is given as to why he was born deformed and crazy. Except if you suppose his mother tried to have an abortion (after all, he was a rape-baby), it didn’t work, and the fetus got brain-damaged and with physical problems.
His birth, childhood, and teenages aren’t shown. But we can understand he never left the island and never had any contact to another human being except his mother. Of course it made his mental problems get even stronger. And the only scene which shows us something about his relationship with his mother is when he goes in a dark room and sees Sandy playing Ida. And he gets extremely scared of her.
He stays in the basement of his house for most of the time. But he can go out from there any time he wants. So, he’s used to be there (perhaps his mother forced him to stay there).
We find many similarities if we compare Ida’s Son to Jason Voorhees: both are crazy and deformed, both are super strong, both didn’t have contact to their fathers and were raised by crazed mothers, both spent most of their lives in wildernesses and had no contact to other people... The basic difference between them is that Ida’s Son is just a beast and Jason is a serial killer. If you haven’t seen it, I posted about Jason here in April.
Well, Ida didn’t seem to be crazy, but deeply traumatized because she had been raped and given birth to a child like that. And her obsession with keeping the son on the island and far from other people seems to be some kind of obsessive motherhood. As you guys know, every overprotective mother wants to keep her child on an island, where he’ll be “safe” forever. But she never thinks about its consequences. And what are its consequences? She’ll create a monster! A monster who will not be able to live with any other person. And he’ll always damage other people in the future.
The psychological interpretation of this movie is very interesting.


Una de las grandes críticas contra
Humongous es que esa película tiene muchas escenas y situaciones iguales a las de otras películas de horror un poco más antiguas.
Humongous fue todo rodado en 1981, pero su estreno fue solamente en 1982. Y cuando vemos algunas pelís de horror de 1981 y 1980... Por ejemplo: un grupo de jóvenes llega a una isla distante donde no hay casi más nada vivo, porque casi todo allá fue comido por un loco desfigurado que ahora quiere comer los jóvenes (podemos ver la misma situación en Gomia, Terror En El Mar Egeo, de 1980); en muchas y muchas escenas en que el monstruo está, podemos ver solamente su bulto monstruoso contra la luz (lo mismo que hay en La Casa de Los Horrores, de 1981); hay una escena en que la heroína de la historia se vá a un cuarto oscuro y simula ser la madre del monstruo para salvarse (la misma escena puede ser vista en Viernes 13, 2ª parte, de 1981); y hasta mismo los personajes Eric, Sandy y Carla, caminando por una vieja casa abandonada nos hacen recordar de Fred, Daphne y Vilma en algunas escenas (de ¿Scooby-Doo Dónde Estás?,
de 1969 rsrs).
Pero podemos ver que las películas de horror del inicio de los años 80, principalmente las de cine slasher, eran hechas desde el inicio hasta el fín basadas en clichés, o más propiamente en escenas iguales (o casi iguales) a las de otras películas de horror. ¿No es eso? Así, ¿es posible criticar un slasher por utilizar clichés? Una de las principales características de los slashers son los clichés... ¿Y conoces una pelí de horror llamada
Hell Night (1981)? Esa tiene mucho más clichés que Humongous.
La única cosa un poco más diferente allá es que, en el fín de la película, sabemos que los jóvenes eran perseguidos por 2 locos desfigurados, y no por 1 solo. Tal vez un día yo hable aquí de esa película también.
Bueno, no me fue posible saber donde
Humongous
fue rodado. Pero pienso que no fue en una isla, porque no hay ninguna isla vista totalmente en la película. Solamente algunas playas, pero sin pormenores.
Los efectos especiales son vistos hoy como muy simples, pero eran los efectos de los años 80.
El director fue el inglés Paul Lynch, que había acabado de estrenar la película de horror
Noche de Graduación (1980), que, así como Humongous, tuvo muchas críticas por cuenta del exceso de escenas oscuras. Noche de Graduación fue su tercera película y Humongous
fue la cuarta.
Hablando de los actores, muchos (no todos, es claro) estaban todavía empezando sus carreras.
El actor canadiense Page Fletcher, por ejemplo, que después sería el personaje principal del serial
RoboCop,
tuvo su estreno en esa película.
Y el actor Garry Robbins, con sus 2, 16 m de altura, también estrenó como actor allá, como el monstruo Ida’s Son.
El es uno de los actores más altos del Mundo y el hombre más alto de Canadá.
Su altura no fue muy recordada en la película, porque su personaje no es muy bien visto en ninguna escena. Pero fue por la altura del personaje que la película fue llamada
Humongous
(“descomunal”, en Inglés).
Pensaron también en llamarla
Dog Island, porque el personaje Bert llama la isla donde la historia se pasa de “Dog Island” (“Isla del Perro” o “Isla de Los Perros”) en una escena. Dicho sea de paso, el nombre de la película en Francés es La Malédiction de L’île Aux Chiens
(“La Maldición de La Isla de Los Perros”).
Aquí en Brasil, la película estrenó en la televisión como
O Monstro da Ilha
(“El Monstruo de La Isla”), pero fue vista en la TV brasileña solamente 2 veces.
Cuando la pelí nos llegó como VHS, el nombre brasileño fue cambiado para la tradución de lo que pensaban en tener en Canadá:
A Ilha dos Cães.
Pienso yo que A Ilha dos Cães nos hace tener más atención en la isla, ¿verdad? O Monstro da Ilha nos hace pensar en una película para niños o alguna otra cosa como eso. Y A Ilha dos Cães
da cierta atmósfera de misterio a la historia. Bueno, es solamente lo que pienso yo.
En algunos paises, todavía en los años 80, la clasificación de esa película fue de 18 años. Hoy puede ser visto en la TV por la tarde y poca gente se impresionará.
La canción
The Island of Humongous,
del grupo Frightmare, fue basada en esa película.
Bueno, puedo decirte que, si te gusta el cine slasher y si te gustan las películas de horror de los 80, Humogous te gustará. Si ese tipo de película no te gusta nada, no veas esa película porque es cierto ya que no te gustará.

PLOT DI HUMONGOUS→ Nel 1946, una donna è stuprata dal suo ex-fidanzato ubriaco mentre c’era una festa nella sua isola. Dopo questo, i segugi che che lei teneva nell’isola uccidono lo stupratore e lei stessa finisce la morte dell’uomo, rompendo la sua testa con un sasso. Nel 1982, un gruppo di giovani sta attraversando un lago nel loro yacht. Loro sono Sandy, Eric, Nick, Donna e Carla. Una forte nebbia gli fa essere persi nel lago e, di sera, loro trovano un battello alla deriva. C’è soltanto 1 uomo nel battello e loro lo raccogliono. Lui dice che si chiama Bert ed il suo battello si è rotto perché si è scontrato con i sassi di un’isola vicino. E sarebbe possibile vederla da dove sono se non ci fosse la nebbia. I ragazzi pensano di andarci. Ma Bert dice che non sarebbe una buon’idea: l’unica persona che vive nell’isola è una vecchia pazza che tiene molti e molti cani feroci nell’isola e non lascia nessuno andarci. I ragazzi trovano la storia strana e vogliono sapere di più. Ma Bert dice che non si sa quasi niente della vecchia, perché lei lascia l’isola soltanto 2 volte all’anno per comprare approvvigionamenti e non parla mai con nessuno. E ci sono già più di 30 anni che lei vive così. Mentre lui parla, si può sentire qualcosa ringhiando ed ululando nell’isola. La storia che Bert racconta ed il rumore che viene dall’isola fanno paura a Nick. Ma lui vuole esser visto come il grande maschio e decide lasciare quel posto con l’yacht. Tutti cominciano a lottare contro lui, perché sanno che l’yacht si scontrerebbe con i sassi che ci sono intorno. Ma Nick comincia un incendio e tutti quanti saltano fuori dall’yacht e nuotano all’isola. Quando arrivano alla spiaggia, si accorgono che Carla è sparita. Nick comincia a gridare il nome di Carla, ma lei non gli risponde. Però qualcuno (o qualcosa) si avvicina e comincia a guardare i ragazzi mentre ringhia e si nasconde fra gli alberi dell’isola. Nick decide di entrare nella foresta dell’isola e cercare la vecchia per supplicare il suo aiuto. Nessuno va con lui, perché sono tutti molto arrabbiati. Mentre lui attraversa la foresta, un pastore tedesco l’attacca, ma lui è riuscito a scappare. Il cane lo segue per un po’, ma è morto per la cosa che stava in agguato fra gli alberi. Nick corre alla rimessa di barche dell’isola e ci è rimasto. Pochi minuti dopo, lui sente qualcosa ringhiando fuori della casa e va alla porta, guardando per un buco per vedere cosa c’era. E lui vede la metà di un viso deforme guardando per lo stesso buco. Allora, la figura di un uomo molto grande distrugge la porta e attacca Nick. Di mattina, tutti cominciano a preoccuparsi con Nick, che non è tornato. Così, Eric e Sandy entrano nella foresta per vedere cosa c’era, mentre Bert e Donna rimangono nella spiaggia. Dopo questo, la creatura che ha attaccato Nick arriva alla spiaggia ed uccide Donna e Bert. Eric e Sandy attraversano la foresta e trovano molti cani morti, ma non c’è nessun vivo. Ed il silenzio gli fa credere che non c’è nessun animale vivo nell’isola. Loro trovano la rimessa di barche con la porta distrutta ed un segnale di “NO TRANSPASSING!” accanto. E Carla era nella rimessa! Lei dice che è arrivata in un’altra spiaggia dell’isola ed è entrata nella rimessa perché ha trovato la porta distrutta. Loro possono vedere che i serbatoi delle barche sono distrutti ed il piso è diventato un vero lago di combustibile. Loro continuano a atraversare la foresta e trovano una grande casa vecchia dove non c’è nessuno. Si può vedere che è tutto organizzato nel secondo piso della casa. Loro trovano la camera della vecchia con molte foto sue (la donna che è stata stuprata) e scoprono che lei si chiamava Ida. Nelle foto più antiche lei è felice. Ma nelle altre si può vederla piena di odio, con un neonato fra le braccia. Lei sembra volere nascondere il neonato nelle foto. Loro trovano anche lo scheletro di Ida nella camera e decidono che lei è morta e, senza cibo, anche i cani sono morti tutti quanti. Loro trovano anche il diario di Ida. Allora, loro cominciano a sentire un uomo gridando e ringhiando nel seminterrato della casa. Loro si accorgono che non sono soli, lasciano la casa, entrano nel seminterrato per un’altra porta e trovano i cadaveri dei suoi amici! Loro si lasciano prendere dal panico e corrono alla spiaggia. Sandy legge il diario di Ida e, dopo, racconta a Eric quello che ha capito: Ida dice che, più di 30 anni fa, ha avuto un figlio deforme e con problemi nel cervello, che lei ha tenuto nell’isola per tutti questi anni. Lei non parla mai del padre di suo figlio, ma si vede che odia gli uomini. Lei ha avuto una malattia faceva 1 anno ed ha capito che morirebbe. Per questo, lei ha distrutto i serbatoi delle barche, volendo che il figlio non lasciasse l’isola dopo la sua morte e continuasse “sicuro”. Eric capisce che lui ha ucciso i cani per mangiarli, perché non ha più trovato cibo dopo la morte della madre. E adesso mangierebbe a loro! Eric capisce che c’è bisogno di incendiare la rimessa di barche. Così, se un’altra barca lo vedesse dal lago, si avvicinerebbe per vedere cosa c’era. Eric e Sandy si armano con un tronco e tornano alla casa per cercare fiammiferi. Ma Ida’s Son gli trova, attacca Eric e lo uccide. Sandy va in fretta alla camera di Ida per nascondersi. Lei capisce che, se è tutto organizzato nel secondo piso della casa, è perché Ida non lasciava il figlio andarci. Così, lei spegne la luce della camera, mette una camicetta di Ida e da la schiena alla porta. Quando Ida’s Son arriva, Sandy fa finta di essere sua madre e lo fa andare via. Dopo questo, lei trova una scatola per fiammiferi, la prende e lascia la camera. Ma quando lei arriva al corridoio, Ida’s Son la vede e l’attacca. Lei scappa in fretta per la foresta con la creatura correndo dietro lei. Sandy trova Carla vicino alla rimessa di barche. Ma lei non vede nemmeno cosa c’è e Ida’s Son la uccide. Sandy è riuscita a entrare nella rimessa di barche e, quando la creatura ci entra, lei lancia un fiammifero sul piso e comincia un incendio. Lei scappa e lascia Ida’s Son in mezzo al fuoco, pensando che lo uccirebbe così. Ma lui lascia la rimessa di barche totalmente bruciato e l’attacca di nuovo. Così, lei prende il segnale di “NO TRANSPASSING!” e l’uccide con questo. Totalmente traumatizzata dovuto a tutto quello che le è capitato, Sandy si siede sul bacino dell’isola e ci rimane senza dire o fare niente (forse fino a che qualcuno la andrà in aiuto, come pensava Eric).

Até mais!

9 comentários:

Jean Luiz disse...

Nunca vi esse filme, mas parece ser terror trash!
Já até passou a tarde no SBT? Caramba!

Tarco Rosa disse...

Infelizmente, amigo, não posso dizer nada sobre o filme. Não o assisti.
Um grande abraço

jahh disse...

Desconozco la película pero intentaré buscarla. Jo, cómo te trabajas los post!!!

Gracias, Leo.

Leo Carioca disse...

Jean→ O SBT até já foi mais liberal em relação aos filmes de terror. Nos anos 90 era comum ver filmes de terror passando de tarde lá. Com as cenas principais todas cortadas, né?

Tarco Rosa→ Eu já imaginava que ninguém (ou quase ninguém) tinha assistido isso. Por esse motivo falei desse filme de uma forma meio diferente, né?rs
Grande abraço também!

Jahh→ Lo más interesante que hago cuando hay un nuevo post es la pesquisa.
Gracias a tí!

Anônimo disse...

oi leo

amigooooooooooo perdão pela ignorancia mais nunca vi este filme kkkkk hui será que estou desatualizado?? bhá kk

bjos kinho

Leo Carioca disse...

Como eu esperava, a maioria das pessoas que fossem ler esse post nunca teriam ouvido falar no filme.
Por isso procurei dar mais detalhes, falar mais sobre ele do que sobre os outros filmes que já mencionei aqui e tal.
Beijos!

Anônimo disse...

Caro amigo, Há muito tempo que eu procurava o titulo em inglês desse filme, como eu gosto de filmes de terror, principalmente aqueles bem trashs, faz tempo que procuro para fazer download, assisti quando criança no sbt, agora você só se enganou ao dizer que foi apenas umas duas vezes que passou, pois foi no minimo umas 4 vezes... nunca me esqueço da cena clássica do casal que tentaram transar na ilha e foram mortos, (não lembro se pelo cachorro ou pelo monstro) pois na hora que eles são pegos não aparece quem foi... se me lembro bem eles foram os primeiros que morreram... muito show! você sab eonde eu poderia achar pra download, pois comecei a procurar pelo titulo original e mesmo assim está dificil de achar...

Leo Carioca disse...

Bom, até onde eu tinha ouvido falar, só passou 2 vezes. Mas se você chegou a ver mais do que isso, não duvido, é claro.
Bom, essa cena que você diz, se é a cena que eu tô pensando, não era uma cena de transa, mas sim uma cena em que o Bert tá passando mal com hipotermia e a Donna tira a camisa dele e deita contra o peito dele pra tentar esquentar ele. É depois que o Eric entra na floresta junto com a Sandy pra ver o que aconteceu. Aí o monstro chega, a Donna não tem tempo de ver ele (pois tá deitada por cima do Bert) até que olha pra trás no último segundo e é agarrada e jogada longe.
Só aparece o braço do monstro agarrando ela e depois matando o Bert. Mas realmente não dá pra ver quem fez isso na hora.
O cachorro não chega a matar ninguém, porque o monstro estrangula ele assim que os garotos chegam à ilha.
No início de 2007, eu lembro que esse filme tava todo no YouTube. Eu cheguei a assistir ele todo lá! Mas, infelizmente, ele foi removido logo depois.
De qualquer forma, ainda tem uma cena lá, mas muito curta.
É a parte em que a Sandy queima o monstro na casa de barcos e, depois, ele consegue fugir e vai atrás dela.
Se interessar a você, o endereço é esse:

http://www.youtube.com/watch?v=b521yZH6FaA

Bom, até mais!

Leo Carioca disse...

Eu descobri que, recentemente, esse filme foi recolocado todo no YouTube (em Inglês)!
Esse é o endereço:

http://www.youtube.com/watch?v=ROAwcQvqmU0

Corram pra ver porque talvez tirem de novo de lá daqui a pouco!