sábado, 31 de maio de 2008

O 1º PREFEITO ASSUMIDAMENTE GAY DE BERLIN

Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada num dos principais políticos da Europa e que é gay assumido: o Klaus Wowereit, Prefeito de Berlin.

Ele nasceu em Berlin, em 01 de Outubro de 1953.
O Klaus estudou na Ulrich-von-Hutten-Oberschule até concluir os estudos iniciais, em 1973. E depois ele fez o curso universitário de Direito da Freie Universität Berlin, se formando em 1984.
Enquanto isso, filiado ao partido alemão SPD, ele se candidatou a vereador, vencendo a eleição e se tornando o mais jovem vereador de Berlin (com 30 anos).
O Klaus exerceu a função de vereador por 11 anos.
Em 1999, ele foi eleito presidente do grupo parlamentar do SPD.
Nas eleições pra Prefeito de Berlin, em 2001, o Klaus se candidatou. E surpreendeu muita gente, assumindo durante uma convenção do SPD que era homossexual, dizendo:

“Ich bin schwul, und das ist auch gut so!”

A tradução é mais ou menos assim:

“Eu sou gay. E é bom ser isso!”

Quando o Klaus terminou de falar, a maioria dos que tavam presentes levaram um certo impacto com o inesperado. Mas, imediatamente depois, ele recebeu uma chuva de aplausos e o apoio dos colegas de partido.
O momento em que ele disse isso foi gravado e tá no YT. Tá aí o link pra quem quiser ver:

http://www.youtube.com/watch?v=g9VdhGr4pUc

O Klaus diz que o motivo principal de ter assumido foi o excesso de jornais e revistas de fofocas dando indiretas de que ele era gay. Assim, pra acabar com o ‘disse me disse’, ele simplesmente decidiu enfrentar abertamente esses jornais e revistas, dizendo que era mesmo e que isso não incomodava ele em nada.
Essa frase dele virou uma espécie de slogan da campanha dele. E ele ganhou a eleição, se tornando o 1º homossexual assumido a ser prefeito da capital da Alemanha.
Nas eleições mais recentes pra Prefeito de Berlin, em 2006, o Klaus foi reeleito. E desempenha essa função até hoje.
Em Setembro do ano passado, ele publicou a autobiografia dele, chamada ...Und Das Ist Auch Gut So!, como lembrança da famosa frase ativista dele na 1ª eleição pra prefeito.
Aliás, vários outros políticos alemães passaram a usar essa frase ao se assumirem em público.
Atualmente com 54 anos, o Klaus mora junto com o namorado Jörn Kubicki, com quem ele já tem uma relação de muitos anos.



Oggi parleremo un po’ di uno dei principali politici dell’Europa che è pubblicamente gay: Klaus Wowereit, il sindaco di Berlino.
Lui è nato a Berlino, nell’1 Ottobre del 1953.
Klaus ha studiato nell’Ulrich-von-Hutten-Oberschule al 1973. Ed ha fatto la facoltà di Legge della Freie Universität Berlin, finendola nel 1984.
Mentre la faceva, lui è stato eletto consigliere del partito SPD.
Klaus sarebbe stato consigliere per i prossimi 11 anni.
Lui è stato eletto Presidente della SPD a Berlino nel 1999.


Klaus was one of the candidates during the 2001 mayoral elections in Berlin. And during a convention of the Berlin SPD he said in public he’s homosexual.
“Ich bin schwul, und das ist auch gut so!” (“I am gay and it is good!”) was what he said then.
When Klaus finished, almost everybody had a little fright. But soon after everyone gave him a standing ovation and his friends supported him.
You guys can click on the link above to watch that at YT.
Klaus says he did that because of the tabloids and gossip magazines which used to mean he was gay. So, he decided to say something like “Yes, I am. And what’s the problem?”.


La frase que Klaus dijo cuando decidió declarar en público que es homosexual (“Ich bin schwul, und das ist auch gut so!”) se quedó un tipo de eslogan para él, que se quedó el alcalde de Berlín en 2001. Y fue el primer homosexual declarado a serlo.
En la elección para Alcalde de Berlín de 2006, él fue elegido por la segunda vez. Y está allá hasta hoy.
En Septiembre de 2007, Klaus publicó su autobiografía, llamada
...Und Das Ist Auch Gut So!, recordando su conocida frase.
Dicho sea de paso, esa frase también fue utilizada después por otros políticos alemanes que decidieron decir en público que son homosexuales.
Klaus vive con su novio Jörn Kubicki, con quien tinen una relación hay ya muchos años.


Bom, eu volto no mês que vem com a enquete nova.
Bom fim de semana e até lá!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

O PRÍNCIPE ATOR

Oi!!!

Antes de começar, quero divulgar aqui um abaixo-assinado que pede pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara Nº 122/2006, pra definir como crimes a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.
É bem fácil de assinar. Só precisa do seu nome, documento de identidade e cidade e Estado de origem.
Tá aí o link do site pra vocês assinarem:

http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=abaixo
Bom, hoje vamos dar uma olhada num ator que é também um príncipe: o Edward Windsor.

Edward Anthony Richard Louis Mountbatten-Windsor nasceu em Lodres, em 10 de Março de 1964.
Ele foi o 4º e último filho da Rainha Elizabeth II Windsor e do Príncipe-consorte Philip Glücksburgske slægt, da Inglaterra.
Como a mãe dele já era a rainha na época, no mesmo instante em que ele nasceu, já recebeu o título de “Sua Alteza Real, o Príncipe Edward, da Inglaterra”.
Até os 7 anos de idade, ele foi educado por professores particulares no palácio real. E depois disso, ele estudou na Gibbs School e depois na Heatherdown Preparatory School.
Depois disso, o Edward foi pra Escócia, onde estudou na Gordonstoun School, e pra Nova Zelândia, onde estudou na Collegiate School.
Voltando à Inglaterra, ele estudou na University of Cambrige, onde se formou em História. E depois ele se bacharelou em Artes.
Durante todo esse período, o Edward pensou em ser ator, se dedicando ao teatro sempre que tinha tempo. E ele trabalhou em várias peças como ator.
Considerado charmoso, mas não bonito, ele tem 1, 83m de altura.
Assim que terminou os estudos universitários, o Edward se alistou na Marinha Real Britânica. Mas achou a coisa muito pesada por lá e ‘se demitiu’ em Janeiro de 1987. Isso desagradou muita gente, inclusive alguns membros da Família Real, que viram essa desistência dele como uma imagem negativa que ele passava dos príncipes ingleses.
Depois de sair da marinha, ele passou a se dedicar quase por completo ao teatro, o que faz até hoje no tempo livre.
Como o Edward sempre teve amigos gays e raramente costumava ser visto com mulheres, começaram a surgir boatos de que ele era gay. Mas ele mesmo já disse em público que não é. Aliás, não tem realmente nada que prove que ele já teve relações com homem nenhum. Isso parece ter sido mais uma conclusão que tiraram devido à ausência quase absoluta de mulheres na vida dele.
Mesmo assim, os jornais sensacionalistas e as revistas de fofoca continuaram a vender a imagem pública dele como gay durante anos.
Em 1994, um movimento monarquista da Estônia enviou uma mensagem ao Edward dizendo que, se o país um dia se tornar uma monarquia, ele tava convidado a se tornar o Rei da Estônia. Ele nunca se pronunciou em público sobre esse convite. Mas isso parece ter sido mais uma homenagem a ele do que um convite de verdade, né? Até porque os movimentos monarquistas na Estônia nem têm essa força toda.
Em 1996, adotando o nome artístico de Edward Windsor, ele estreou como roteirista, no seriado Crown and Country, que ficaria no ar até 2002, se tornando uma presença constante na televisão inglesa.
No ano 2000, ele passou a ser também produtor de Crown and Country.
Ainda em Junho de 1999, já com 35 anos, o Edward se casou com a Sophie Helen Rhys-Jones.
Pela tradição inglesa, quando o filho mais novo do rei ou da rainha se casa, ele deve receber o título de “duque” nessa ocasião. Mas a rainha decidiu inovar dessa vez, procurando também não desagradar os conservadores: ela não nomeou o Edward duque, mas deu a ele 2 títulos de nobreza, “Conde de Wessex” e “Visconde de Severn”.
As esposas dos príncipes ingleses, também por tradição, recebem o título de “princesa” misturado com o nome do marido. Por isso, a Sophie recebeu o título de “Princesa Edward”. E como esposa dele, também ficou com os mesmos títulos de “condessa” e “viscondessa”.
Depois de passar a ser Conde de Wessex, parece que o Edward mudou o nome artístico de Edward Windsor pra Edward Wessex.
Apesar de ser um príncipe e filho de uma rainha, ficou determinado que os filhos dele não vão receber o título de “príncipe” e “princesa”, mas sim de “lord” e “lady”.
Em Novembro de 2003, nasceu a 1ª filha deles, a Lady Louise.
Em Dezembro de 2007, nasceu o 2º e até agora último filho deles, o Lord James.
Uma das coisas que fazem a monarquia inglesa se tornar mais desatualizada e ultrapassada é esse excesso de títulos e de tradições desnecessárias. Mas nota-se que algumas coisas já tão começando a mudar em relação a isso (ainda que a passos de tartaruga).
Bom, atualmente, o Edward é o 7º membro da Família Real com direitos sobre o Trono da Inglaterra. Mas pode ganhar uma posição ainda mais distante do trono se os 2 irmãos homens dele (o Charles e o Andrew) tiverem mais filhos ou se os filhos desses tiverem filhos. Simplificando: podemos dizer quase com 100% de certeza que ele nunca vai ser rei.



Today we’ll talk a little about an actor who’s also a prince: Edward Windsor.
He was born in London, on March 10th, in 1964. And his birth name is Edward Anthony Richard Louis Mountbatten-Windsor.
He’s the 4th and youngest child of Queen Elizabeth II of Windsor and Prince consort Philip Glücksburgske slægt.
As his mother was already the queen when he was born, Edward’s had the title of “His Majesty, Prince Edward” since then.
To the age of 7, he would be educated by a private governess. And after that he would study at Gibbs School and Heatherdown Preparatory School.
Later, Edward moved to Scotland (to study at Gordonstoun School) and to New Zealand (to study at Collegiate School).
Returning to England, he graduated in History by University of Cambrige. After that, he would graduate with a 3rd class Bachelor of Arts degree.
During all this time, Edward thought about being a theater actor. And he would be in many theater shows.
He’s a charming (not so handsome) 183-cm tall man.
After have left university, Edward joined the Royal Marines. But he left it in 1987. Many people (including some members of the Royal Family) were then against him and saw that as getting a bad impression of the English princes.


Después de haber dejado la Marina, Eduardo empezó a dedicarse casi totalmente al teatro, lo que hace hasta hoy.
El siempre tuvo muchos amigos homosexuales y era muy poco visto con mujeres. Por eso, empezaron los chismes de que era gay. Pero él propio ya dijo en público que no es gay. Y no hay nada que nos dé pruebas de que él ya tuvo relaciones con hombres. Tal vez la razón principal de esos chismes tenga sido solamente la ausencia casi total de mujeres en su vida cuando él era más jóven.
Como sea, las revistas de chismes continuaron a decirlo por muchos años.
En 1994, un grupo monarquista de la República de Estonia invitó Eduardo a ser el rey del pais, en el caso de ese quedarse una monarquía en el futuro. Mas él no habló nunca en público de lo que piensa de esa invitación. Pero lo más posible es que eso haya sido solamente un homenaje a él, pues que los grupos monarquistas de Estonia no tienen toda esa fuerza.
En 1996, con el apodo artístico de Edward Windsor, él tuvo su estreno como guionista, con el serial
Crown and Country, empezando a ser una presencia constante en la TV inglesa.
En 2000, él pasó a ser también el productor de ese serial.


Nel Giugno del 1999, quando aveva già 35 anni, Edoardo ha sposato Sophie Helen Rhys-Jones.
La tradizione inglese dice che, quando il figlio più giovane del re o della regina si sposa, deve allora ricevere il titolo do “duca”. Ma Elisabetta II ha deciso di fare un’altra cosa: lei ha dato a Edoardo i titoli di “Conte di Wessex” e “Visconte di Severn”.
La tradizione dice anche che le mogli dei principi inglesi devono ricevere il titolo di “principessa” insieme al nome del marito. Per questo, Sophie è la “Principessa Edoardo”. Ed anche “contessa” e “viscontessa”.
Dopo esser diventato il Conte di Wessex, Edoardo ha cambiato il suo nome artistico a Edward Wessex.
Anche essendo Edoardo un principe e filgio di una regina, è stato deciso che i suoi figli non saranno “principi” e “principesse”, ma sì “lords” e “ladies”.
Lady Louise (sua prima figlia) è nata nel 2003 e Lord James (suo secondo figlio) è nato nel 2007.
Questi troppi titoli non necessari fanno la monarchia inglese una cosa veramente antiquata. Ma si vede già che sta cambiando (almeno un po’).
Edoardo è adesso la settima persona con diritti sul trono. Ma può diventare ancora più lontano del trono se i suoi 2 fratelli uomini (Carlo e Andrea) avranno più figli e se anche questi avranno figli. Veramente, è quasi impossibile che lui sarà il re un giorno.


Até mais!

terça-feira, 27 de maio de 2008

MANUEL PUIG 1932-1990

Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada em mais um personagem histórico gay: o escritor argentino Manuel Puig.

Ele nasceu em Buenos Aires, em 28 de Dezembro de 1932.
Quando tinha 14 anos, o Manuel se mudou pro centro de Buenos Aires pra estudar.
Aos domingos, ele sempre corria pro cinema, pois tinha e sempre teria uma verdadeira fascinação por filmes.
Em 1950, o Manuel se inscreveu na Universidad de Buenos Aires. Ele fez o curso de Arquitetura, depois mudou pra Filosofia e depois mudou pra Letras... A verdade é que acabou não saindo nada dali. Até porque ele teve que deixar a faculdade pra se dedicar ao serviço militar obrigatório, só sendo liberado em 1956.
Pensando em se tornar um roteirista de cinema e televisão, ele conseguiu uma bolsa de estudos de uma instituição cultural italiana que tinha em Buenos Aires e se mudou pra Itália, pra estudar no Centro Sperimentale di Cinematografia di Roma.
Mas a ida do Manuel pra Itália foi um desastre! Como não conseguiu emprego, sem ter como se sustentar, ele se mudou pra França, se virando como podia por um tempinho com os trabalhos ocasionais que apareciam. Mas a situação lá também não foi nem um pouco confortável, obrigando ele a se mudar pra Inglaterra em 1958.
Achando que tinha chegado à pátria da língua do cinema, ele começou a escrever textos em Inglês.
Mas como também não conseguiu nenhum grande trabalho lá, o Manuel se mudou pra Suécia, onde passou a trabalhar lavando pratos num restaurante e dando aulas de Espanhol e Italiano pra se sustentar. Mas ele continuou escrevendo textos. Todos de caráter cinematográfico.
Por fim, depois de ter passado por esses 4 países da Europa sem ter conseguido nada demais, ele chegou à conclusão de que o melhor era voltar pra Argentina, indo pra lá em 1960.
Em 1962, o Manuel fez outra viagem à Itália, passando também pela Espanha. Mas aí ele já tava se desiludindo com as idéias cinematográficas, apesar de continuar escrevendo. E aí ele mostrou um texto que tinha escrito a um amigo, o diretor de fotografia Néstor Almendros. E esse mostrou o texto do Manuel a um amigo, o escritor Juan Goytisolo. Foi o 1º contato do Manuel com o mundo literário. E ele chegou à conclusão de que era por ali que ele devia seguir: embora ainda não soubesse, ele nunca seria o grande roteirista de cinema que sonhava em ser quando era mais novo; mas seria um dos maiores (ou talvez o maior) escritores da Argentina.

No ano seguinte, ele se mudou pros Estados Unidos, indo morar em New York, onde começou a escrever o que seria o 1º grande livro dele: La Traición de Rita Hayworth.
O livro ficou pronto em 1965, mas o Manuel só conseguiria publicar em 1968.
Ele nunca escondeu que era gay. Mas uma coisa que incomodava algumas pessoas é que ele acabava assumindo a homossexualidade ou bissexualidade de outros homens por eles, já que dizia sem problemas quem tinha tido experiências sexuais com ele. E na época em que morou nos Estados Unidos, ele contava que, entre os amantes que ele teve lá, tavam os atores Stanley Baker e Yul Brynner.
Ainda em 1967, ele voltou pra Argentina. Mas começou a ter sérios problemas com a censura e por se manifestar abertamente contra os sistemas de governo autoritários. Ele recebeu todo tipo de ameaça, desde ligações anônimas por telefone até ultimatos diretos e públicos do sistema ditatorial da época. Então, ele decidiu deixar a Argentina e ir pro México, pretendendo voltar um dia, quando a situação tivesse mais calma (mas ele nunca mais voltaria).
Em 1976, o Manuel publicou talvez o livro mais famoso dele aqui no Brasil: El Beso de La Mujer Araña.
Aliás, em 1981, ele se mudou pro Brasil, vindo morar aqui no Rio. Ele foi seduzido completamente pela beleza das paisagens e dos homens cariocas.
Em 1985, foi lançada a versão cinematográfica de El Beso de La Mujer Araña: a co-produção brasilo-estadunidense O Beijo da Mulher Aranha.
Em 1989, o Manuel decidiu deixar o Brasil e voltar pro México.
Como tava passando muito mal com problemas de vesícula, ele foi se operar num hospital de Morelos. Mas a cirurgia não terminou bem e ele morreu poucos dias depois, em 22 de Julho de 1990.
O Manuel foi cremado e as cinzas foram levadas pra Argentina.
Na época, ele tava escrevendo o livro Humedad Relativa: 95%, que ficou incompleto por causa disso.
O Manuel sempre deixou claro que TODOS os livros dele têm muito de situações reais que aconteceram na vida dele. E ele dizia que alguns personagens gays que aparecem nas histórias dele são ele mesmo, em forma de personagem.

Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico omosessuale: lo scrittor argentino Manuel Puig.
Lui è nato in Buenos Aires, nel 28 Dicembre del 1932.
Quando aveva 14 anni, Manuel è andato a vivere nella città di Buenos Aires per studiare.
Alle domeniche, lui sempre andava in cinema, perché amava i film.
Nel 1950, Manuel si è iscritto nell’Universidad de Buenos Aires. E lui ha studiato Architettura, Filosofia e Spagnolo. Ma non ha fatto niente di questo. Anche perché ha avuto bisogno di lasciare l’università per essere nel servizio militare obbligatorio. E lo lascerebbe solo nel 1956.
Lui pensava di essere un soggettista di cinema e TV nel futuro. Ed è riuscito ad avere una borsa di studio di un’istituizione italiana che c’era in Buenos Aires. Così, è andato in Italia per studiare nel Centro Sperimentale di Cinematografia di Roma.
Però Manuel è stato senza lavoro nell’Italia e, per questo, è andato a vivere nella Francia. Ma anche in questo paese non è riuscito a trovare un buon lavoro, andando a vivere nell’Inghilterra nel 1958.
Lui credeva che quel era il paese della lingua del cinema e, per questo, ha cominciato a scrivere in Inglese.
Comunque fosse, anche nell’Inghilterra Manuel non è riuscito a trovare buoni lavori. E per questo, lui è andato a viver nella Svezia, lavorando come lavapiatti e faccendo lezioni di Italiano e Spagnolo. Ma continuava sempre a scrivere.

After have lived in 4 European countries without having any very good occupation, Manuel decided it was time to go back to his country: he went back to Argentina in 1960.
In 1962, he went to Italy and Spain. And he started leaving his old dream of being a great scriptwriter. But he continued writing texts. And his friend Néstor Almendros showed one of these texts to a friend of his, writer Juan Goytisolo. Manuel dind’t know yet, but from that time it was decided he would never be the TV and cinema scriptwriter who he had intended to, but he would be one of the greatest writers of Argentina.
In 1963, he moved to the States to live in New York and start writing his 1st great book:
Betrayed by Rita Hayworth.
Manuel finished this book in 1965 and puslished it in 1968.
He was openly homosexual without any problem. But something about him bothered some people: some of his lovers became openly homosexuals or openly bisexuals without wanting it because he used to name with no problem the men who had sex to him. And at the time he lived in the States he said actors Stanley Baker and Yul Brynner were among his lovers.

Manuel regresó a Argentina por la última vez en 1967. Pero empezó a tener problemas con la censura y por hablar en público contra los sistemas de gobierno despóticos. El empezó a recibir todos los tipos de amenaza por eso, hasta mismo en público. Y decidió dejar el pais y irse a vivir en México, pensando en volver allá cuando la situación fuera ya más calma (pero no regresaría jamás).
En 1976, él publicó lo que es tal vez su libro más conocido aquí en Brasil:
El Beso de La Mujer Araña.
Dicho sea de paso, Manuel se vino a vivir en Brasil en 1981, se quedando en Rio de Janeiro. Le gustaban mucho la ciudad y los hombres cariocas.
En 1985, estaba hecha la película
O Beijo da Mulher Aranha, basada en El Beso de La Mujer Araña.
Manuel decidió regresar a México en 1989.
El tuvo problemas en su vesícula, teniendo una cirugía por eso en 1990. Pero la cirugía no fue bene y él se murió el 22 de Julio.
Manuel fue cremado y sus cenizas fueron llebadas para Argentina.
El estaba escribiendo el libro
Humedad Relativa: 95%,
que por eso se quedó inconcluso.
Manuel decía que TODOS sus libros tenian partes de su vida en la historia. Y algunos de los personajes homosexuales vistos en los libros eran él propio, como personaje.


Até mais!

domingo, 25 de maio de 2008

DIFERENÇAS ENTRE O CANDOMBLÉ E A UMBANDA

Oi!!!

Bom início de semana!
Antes de começar, só vou dar um toque rápido:
Como alguns de vocês já devem saber, a revista Junior fez uma matéria sobre o nosso amigo e blogueiro Passageiro do Mundo. Só que algumas informações de revista tão erradas. Então, ele fez uma errata no blog dele, corrigindo as informações que tinha que corrigir. Então, pra quem já leu a revista, dê uma passada lá no blog dele pra consertar uns errinhos que saíram.
Gente, sendo sincero com vocês, o tema do post de hoje não era esse. Mas, como eu não tive tempo de preparar o outro e esse aqui já tava mais ou menos pronto, terminei ele e mandei. Então, vamos em frente:
No post de hoje eu vou tentar desfazer uma pequena confusão cultural que se formou na nossa sociedade: a idéia de que Candomblé e Umbanda são a mesma coisa.
Eu já falei sobre essas 2 religiões nos meus blogs antigos. Então, não há necessidade de repetir minúcias aqui sobre uma e a outra. Assim, vou só esclarecer as 10 diferenças básicas entre uma e a outra. Até porque, como são 2 grupos religiosos que não perseguem os homossexuais e bissexuais, quanto mais eles forem divulgados melhor, né? Vamos lá:
1-O Candomblé começou a se formar na Bahia, por volta dos séculos XVIII e XIX, como uma mistura do Calundu, religião trazida da África pelos escravos, com o Catolicismo Romano, única expressão religiosa permitida aqui na época. Mas ele foi organizado de uma forma mais definitiva em meados do século XX, pelo Pierre Verger.

A Umbanda começou a se formar no Rio de Janeiro, no início do século XX, graças aos ensinamentos do Zélio Fernandino de Moraes, tendo como base o Kardecismo e adotando, depois, muitas características do Catolicismo Romano e algumas características do Candomblé.


2-Pelo fato de ser proibida qualquer manifestação religiosa que não fosse católica romana no Brasil, os escravos criaram um código, identificando cada orixá (divindade do Candomblé) com um personagem do Catolicismo Romano: Oxalá com Jesus, Iemanjá com Maria, Xangô com o Arcanjo Miguel, Iansã com Santa Bárbara, Exu com o diabo... E aí os escravos continuavam adorando as divindades do Candomblé, só que chamando cada uma pelo nome do personagem católico ao qual ela tinha sido identificada. E na maioria das vezes, ninguém desconfiava de nada.
Apesar de ter, até um certo ponto, seguido os mesmos passos do Candomblé em relação a esse sincretismo, o que a Umbanda mais adotou dos orixás foram os nomes, como apelidos das divindades católicas: os umbandistas oferecem culto a Jesus chamando ele de Oxalá, oferecem culto a Maria chamando ela de Iemanjá, oferecem culto a Santa Bárbara chamando ela de Iansã e por aí vai.

3-No Candomblé se acredita num Deus Supremo, Olodumare, e em deuses menos poderosos que ficam abaixo Dele, os orixás: é uma religião assumidamente politeísta.
Na Umbanda se acredita em Jesus como um Deus Único e, abaixo dele, nas divindades católicas, que nunca são chamadas de “deuses”, mas que geralmente, como eu já disse, são apelidadas com os nomes dos orixás do Candomblé: é uma religião que se considera monoteísta.

4-No Candomblé os orixás são considerados deuses menos poderosos que vivem abaixo do Deus Supremo.
Na Umbanda os orixás são considerados energias da Natureza, cada um com uma personalidade própria. Mas não chamados de “deuses”.

5-Os praticantes do Candomblé não acreditam no diabo, pois não há nessa cultura nenhuma divindade com o mesmo tipo de personalidade do diabo.
Os praticantes da Umbanda acreditam no diabo, por causa do sincretismo de Exu com o diabo e por causa da própria influência do Catolicismo Romano.

6-A maioria dos praticantes do Candomblé reconhecem como autoridade o sacerdote ou a sacerdotisa que dirige aquele grupo específico do Candomblé.
A maioria dos praticantes da Umbanda reconhecem como autoridade o papa e, muitas vezes, os demais membros do grupo eclesiástico católico também.

7-Os sacerdotes e as sacerdotisas do Candomblé fazem feitiços, encantos e simpatias se dirigindo sempre ao orixá a quem eles se dedicam e cantando hinos de louvor a esse orixá.
Os sacerdotes e as sacerdotisas da Umbanda fazem feitiços, encantos e simpatias invocando Jesus e santos católicos, e repetindo sempre a fórmula “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!”.

8-No Candomblé podemos encontrar grupos africanizados, que procuram seguir os rituais da forma mais próxima possível de como eram seguidos na África, antes dos africanos serem trazidos como escravos pro Brasil, evitando influências católicas.
Na Umbanda não existe nenhum grupo que queira evitar por completo a influência católica.

9-Os praticantes do Candomblé vêem as situações boas e más pelas quais eles passam apenas como determinações dos orixás a quem eles servem.
Os praticantes da Umbanda vêem as situações boas e más pelas quais passam como kharmas resultantes de encarnações anteriores, por causa da influência do Kardecismo.

10-No Candomblé é permitido que se sacrifiquem animais pra fazer a comida que vai ser servida nos rituais.
Na Umbanda não se sacrifica nenhum animal (a não ser em raríssimos grupos).

Eu percebi essas 10 diferenças observando o comportamento de várias correntes diferentes tanto de Candomblé quanto de Umbanda. E pelo que dá pra ver, são essas mesmas as 10 diferenças básicas entre as 2 religiões.
É claro que existem grupos tanto de Candomblé quanto de Umbanda que misturam essas características. Aí surge aquilo que se chama de Umbandomblé. Não tenho nada contra, mas é necessário lembrar que aí se trata de uma mistura dos 2, né?

Today I’ll try to solve a confusion. Some people think Candomblé and Umbanda are the same.
I’ve already posted about Umbanda and Candomblé at my 2 old blogs. So, I’ll just mention the 10 main differences between both religious expressions. Even because Candomblé and Umbanda don’t persecute homosexuals and bisexuals. So, it’s important to spread them as much as possible.

1-Candomblé started developing in Bahia, about the 1700s and 1800s. It’s a mixture of Calundu (which was the religion brought from Africa by the slaves) and Roman Catholicism (which was then the only allowed religious expression in Brazil). But it was really structured in the 20th century by Pierre Verger.
Umbanda started developing in Rio de Janeiro, in the early 1900s. It was founded by Zélio Fernandino de Moraes. And it’s based on Allan Kardec’s words and on Roman Catholicism. And there’s also some little influence of Candomblé.

2-At a time when it was forbidden having any kind of religiosity except the catholic one, the slaves created a code among them to identify each orisha (deity of Candomblé) to a catholic character: Obatala to Jesus, Yemaja to Mary, Shango to the Archangel Michael, Iansan to Saint Barbara, Eshu to the devil... So, the slaves continued to worship theis gods. But they called these gods using the names of the catholic characters to whom they were identified. And their “bosses” rarely paid attention to that.
Umbanda uses a little of this identification. But the umbandists used basically the names of the orishas as nicknames for the catholic characters: they worship Jesus calling him Obatala, they worship Mary calling her Yemaja, they worship Saint Bárbara calling her Iansan...

3-In Candomblé they believe in a Sovereign God, Olodumare, and in other less powerful gods under Him, the orishas: it’s a polytheistic religion.
In Umbanda they believe in Jesus as the Only God and, under him, in the catholic characters (but these ones are never called “gods”): it’s a monotheistic religion.

4-In Candomblé orishas are less powerful gods who stay under the Sovereign God.
In Umbanda orishas are energies of Nature who have personalities. But they are never called “gods”.

5-Candomblecists don’t believe in the devil, because there isn’t any deity in this culture with the devil’s mentality.
Umbandists believe in the devil, because of the catholic influence and because of the identification of Eshu to the devil.

6-The biggest part of the candomblecists accepts just the authority of the candomblecist priest or candomblecist priestess who manages that candomblecist group.
The biggest part of the umbandists accepts the authority of any catholic priest.

7-The candomblecist priests and candomblecist priestesses make spells under the orisha who they worship, singing hymns to praise this orisha.
The umbandist priests and umbandist priestesses make spells under Jesus and the catholic saints, while they say “In name of the Father, the Son, and the Holy Spirit”.

8-In Candomblé we can see africanized groups which try to follow the rituals as they were in Africa in the past and to avoid any catholic influence.
In Umbanda there isn’t any group which tries to avoid the catholic influences.

9-Candomblecists see all the situations in their lives as what their orishas ordered them to have.
Umbandists see all the situations in their lives as kharmas which they have from their other lives, because of the influences of Kardecism.

10-In Candomblé you may sacrifice animals to prepare the food which they have in the rituals.
In almost all the umbandist groups it’s forbidden to sacrifice any animal.

Well, basically these are the 10 great differences between both religions.
The groups which mix these dogmas are called Umbandomblé groups.

Hoy haré lo posible para solucionar una confusión de algunas personas. Muchos piensan que Candomblé y Umbanda son la misma cosa.
En mis 2 blogs antíguos ya hablé del Candomblé y de la Umbanda. Así, hoy hablaré solamente de las 10 grandes diferencias que hay entre esos 2 grupos religiosos. Hasta mismo porque los 2 no persiguen los homosexuales y bisexuales. Así, cuanto más sean divulgados, mejor.

1-El Candomblé empezó a desarrollarse en Bahia, entre los siglos XVIII y XIX, como una fusión del Calundu, religión traída de África por los esclavos, con el Catolicismo Romano, la única expresión religiosa permitida en Brasil en aquella época. Pero fue verdaderamente estructurado en el siglo XX, por Pierre Verger.
La Umbanda empezó a desarrollarse en Rio de Janeiro, cuando empezaba el siglo XX, gracias a Zélio Fernandino de Moraes. Sus fundamentos son la doctrina de Allan Kardec y del Catolicismo Romano. Y también tiene un poquito de influencia del Candomblé.

2-Como era prohibida cualquier expresión religiosa aquí que no fuera católica romana, los esclavos hicieron un código entre ellos, identificando cada orisha (divinidad del Candomblé) con un personaje del Catolicismo Romano: Obatala con Jesús, Yemayá con María, Shago con el Arcángel Miguel, Yansan con Santa Bárbara, Exu con el diablo... Así, los esclavos continuaban dando adoración a las divinidades del Candomblé, pero las llamaban por el nombre del personaje católico con quien estaban identificadas. En la mayor parte de las veces, los señores no sospechaban de nada.
La Umbanda tuvo también un poco de esa identificación de los personajes católicos con los orishas, pero fue más utilizando los nombres de los orixás como apodos para los personajes católicos: los umbandistas dan adoración a Jesús llamandolo de Obatala, dan adoración a María llamandola de Yemayá, dan adoración a Santa Bárbara llamandola de Yansan...

3-En el Candomblé se cree en un Dios Supremo, Olodumare, y en otros dioses menos poderosos que se quedan bajo Él, los osrishas: es una religión politeísta.
En la Umbanda se cree en Jesús como un Dios Único y, bajo él, en los personajes católicos, que no son nunca llamados “dioses” (mismo siendo apodados con los nombres de los dioses del Candomblé): es una religión dicha monoteísta.

4-E el Candomblé los orishas son dioses menos poderosos que están bajo el Dios Supremo.
En la Umbanda los orishas son energías de la Naturaleza que tienen mentalidad propia. Pero no son llamados “dioses”.

5-Los practicantes del Candomblé no creen en el diablo, porque no hay en esa cultura una divinidad con la misma mentalidad del diablo.
Los practicantes de la Umbanda creen en el diablo, por cuenta de la influencia del Catolicismo Romano y de la identificación del diablo con Exu.

6-La mayor parte de los practicantes del Candomblé aceptan la autoridad del sacerdote o sacerdotisa que administra aquel grupo específico del Candomblé.
La mayor parte de los practicantes de la Umbanda aceptan la autoridad de todos los sacerdotes católicos.

7-Los sacerdotes y sacerdotisas del Candomblé hacen hechizos y encantamientos bajo el orisha a quien sirven, cantando himnos de glorificación a ese orisha.
Los sacerdotes y sacerdotisas de la Umbanda hacen hechizos y encantamientos bajo Jesús y los santos católicos, diciendo siempre “En nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo”.

8-En el Candomblé podemos ver grupos africanizados, que hacen su posible para seguir los rituales del modo más semejante posible a como era en África y evitar influencias católicas.
En la Umbanda no hay grupos que evitan influencias católicas.

9-Los practicantes del Candomblé veen las situaciones buenas y malas por las cuales pasan como determinaciones del orisha a quien sirven.
Los practicantes de la Umbanda veen las situaciones buenas y malas por las cuales pasan como kharmas de lo que hicieron en sus vidas pasadas, por cuenta de la influencia del Kardecismo.

10-En el Candomblé se puede sacrificar animales para hacer la comida de los rituales.
En casi todos los grupos de la Umbanda es prohibido hacer cualquier sacrificio.

Bueno, son esas las 10 diferencias básicas entre Umbanda y Candomblé.
Los grupos que hacen la mezcla de esos dogmas son los llamados grupos de Umbandomblé.

Oggi farò il possibile per risolvere una confusione di alcune persone. Molti pensano che il Candomblé e l’Umbanda sono la stessa cosa.
Nei miei 2 altri blog ho già parlato del Candomblé e dell’Umbanda. Così, oggi parlerò solamente delle 10 grandi differenze che ci sono fra questi 2 gruppi religiosi. Anche perché i 2 non perseguitano gli omosessuali e bisessuali. Così, il migliore è sempre diffonderli.

1-Il Candomblé ha cominciato a svilupparsi in Bahia, fra i secoli XVIII e XIX, come una mistura del Calundu, la religione che gli schavi hanno portato dall’Africa, e del Cattolicesimo Romano, l’unica espressione religiosa permessa nel Brasile allora. Ma ha cominciato veramente a strutturarsi nel secolo XX, grazie a Pierre Verger.
L’Umbanda ha cominciato a svilupparsi in Rio de Janeiro, quando cominciava il secolo XX, grazie a Zélio Fernandino de Moraes. Ed è basata sulla dottrina di Allan Kardec e sul Cattolicesimo Romano. Ma c’è anche una piccola influenza del Candomblé.

2-Come era proibita qualche espressione religiosa qui che non fosse cattolica romana, gli schiavi hanno fatto un codice fra loro, identificando ogni orixà (divinità del Candomblé) con un personaggio del Cattolicesimo Romano: Obatala con Gesù, Yemaja con Maria, Shango con l’Arcangelo Michele, Iansã con Santa Barbara, Eshu con il diavolo... Così, gli schiavi continuavano a adorare i dei del Candomblé, ma chiamandoli per il nome del personaggio cattolico a cui ogni dio era identificato. Ed i signori non capivono quasi mai quello che c’era.
L’Umbanda ha anche un po’ di questa identificazione dei personaggi cattolici con i orixàs, ma è di solito per avere i nomi degli orixàs come soprannomi dei personaggi cattolici: gli umbandisti adorano Gesù chiamandolo Obatala, adorano Maria chiamandola Yemayá, adorano Santa Barbara chiamandola Yansan...

3-Nel Candomblé si crede in un Dio Sovrano, Olodumare, ed in altri dei meno potenti che restano sotto Lui, gli orixàs: è una religione politeista.
Nell’Umbanda si crede in Gesù come un Dio Unico e, sotto lui, nei personaggi cattolici, che non sono mai chiamati “dei”: è una religione che si vede come monoteista.

4-Nel Candomblé gli orixàs sono dei meno potenti che vivono sotto il Dio Sovrano.
Nell’Umbanda gli orixàs sono energie della Natura con personalità proprie. Ma non sono chiamati “dei”.

5-I candomblecisti non credono nel diavolo, perché non c’è in questa religione nessun dio con la stessa personalità del diavolo.
Gli umbandisti credono nel diavolo perché c’è l’identificazione di Eshu con il diavolo ed anche perché c’è l’influenza cattolica.

6-La parte più grande dei candomblecisti accettano l’autorità del sacerdote o della sacerdotessa che amministra quel gruppo del Candomblé.
La parte più grande degli umbandisti accettano l’autorità di ogni sacerdote cattolico.

7-I sacerdoti e le sacerdotesse del Candomblé fanno incantesimi sotto l’orixàs che adorano, cantando inni per glorificare questo orixà.
I sacerdoti e le sacerdotesse dell’Umbanda fanno incantesimi sotto Gesù ed i santi cattolici, dicendo “In nome del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo”.

8-Nel Candomblé possiamo vedere dei gruppi africanizati, che fanno il possibile per avere i rituali più simili a come erano nell’Africa e senza influenze cattoliche.
Nell’Umbanda non ci sono gruppi che non vogliono avere ifluenza cattolica.

9-I candomblecisti vedono le situazioni buone e male della loro vita come quello che gli orixàs vogliono per loro.
Gli Umbandisti vedono le situazioni buone e male della loro vita come i kharma che loro ricevono dalle loro altre vite, dovuto all’influenza del Kardecismo.

10-Nel Candomblé si può sacrificare animali per fare il cibo dei rituali.
Nei gruppi di Umbanda quasi tutti quanti non è permesso sacrificare nessuno animale.

Bene, sono queste le 10 grandi diversità fra l’Umbanda ed il Candomblé.
I gruppi che le mescolano sono i chiamati gruppi di Umbandomblé.


É isso aí. Até a próxima!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

O SERIADO COM UM FIM QUE VOCÊ NUNCA VIU (NEM VAI VER!)

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de mais um dos saudosos programas do início dos anos 80. É um seriado co-produzido pela Marvel Productions e pela TSR Inc de Setembro de 1983 até Dezembro de 1985. Trata-se de Dungeons & Drangons, que aqui no Brasil foi lançado com o título de Caverna do Dragão.
Esse desenho foi inspirado no jogo Dungeons & Drangons.
O desenho foi considerado muito violento e dramático pros padrões da época. Mas hoje talvez até passasse despercebido em relação a isso... Bom, sinceramente, não vejo nada demais de violência nesse seriado. Ele é tão violento quanto Jonny Quest (1964).
Mas enfim: a história conta as aventuras e desventuras de um grupo de 6 crianças e adolescentes que passam por uma estranha situação: indo a um parque de diversões, eles entram no trem-fantasma (chamado Dungeons & Dragons) e, enquanto tão lá dentro, se abre uma espécie de passagem no tempo e no espaço diante do carrinho deles, que transporta os 6 pra outro planeta, chamado Realm of Dungeons & Dragons (que na tradução brasileira foi chamado simplesmente de “o Reino”).
Na verdade, esse início da história aparece apenas na abertura do desenho, sem nunca ser mostrado de fato em nenhum capítulo. E o motivo deles terem sido transportados pra outro planeta nunca é explicado em momento nenhum da história.
Bom, eles chegam lá na hora em que um filhote de unicórnio tá sendo perseguido por um dragão de 5 cabeças. Eles salvam o bichinho, enquanto são observados por um mago anão. E esse, no mesmo instante, presenteia cada um dos 6 com um objeto mágico, que eles usam pra se defender do dragão. Mas, enquanto tentam se proteger, eles são surpreendidos por um mago estranho que ataca eles, mas acaba atingindo o dragão, sem querer, com um raio. O dragão avança nele e os 2 saem lutando e se afastam dos garotos.
Aí, finalmente, o mago anão se aproxima deles e, aparentemente, dá mais explicações sobre o lugar onde eles se encontram (a abertura acaba aí). Pra quem quiser ver essa abertura no YT, tá aí o link:

http://br.youtube.com/watch?v=WdBldma1WyE&feature=related
Bom, vamos ver melhor quem é quem, né?rs Então, começando pelos 6 garotos:

O Hank é, aparentemente, o mais velho dos 6. E por ser o mais racional, se torna o líder do grupo enquanto eles não conseguem sair de Realm.
O objeto mágico dele é um arco que dispara flechas de energia.
O Eric é o mais mala-sem-alça do grupo.rs Ele consegue passar as 24 horas do dia reclamando de tudo, satirizando os esforços que os amigos fazem pra tentar resolver os problemas que aparecem, duvidando da capacidade de qualquer um de fazer qualquer coisa que preste e fugindo quando aparece qualquer tipo de perigo. Mas, apesar da personalidade extremamente antipática, ele chega a salvar os amigos várias vezes.
O objeto mágico dele é um escudo capaz de criar um campo de força intransponível.
O Albert, apelidado pelos amigos de Presto, parece ser o 2º mais novo do grupo. Ele é o ‘ninguém me ama, ninguém me quer’ do grupo, com uma personalidade muito insegura e atrapalhada. Na maioria das vezes em que os garotos passam por situações de perigo, ele tenta ajudar os amigos, faz tudo ao contrário do que pretendia, mas acaba salvando a situação da forma como pode.
O objeto dele é um chapéu mágico do qual ele tira coisas ao acaso.
A Diana é a valentona do grupo. Aparentemente, ela é a 2ª mais velha. Ela não pensa muito antes de partir pro ataque quando encontra um inimigo e, com as habilidades acrobáticas que tem, geralmente luta mais com agilidade do que com força. Mas também é bastante racional.
O objeto dela é um bastão mágico que aumenta e diminui de tamanho.
A Sheila é a ‘mocinha’ do grupo. Muito sentimental, ela tenta manter o grupo unido, consolando os amigos nos momentos mais difíceis e tentando reconciliar os que se desentendem.
O objeto dela é uma capa mágica capaz de tornar ela invisível.
O Bobby é o mais novo do grupo. Ele tem um comportamento muito intempestivo e, como não pensa muito nas conseqüências do que faz, ataca os inimigos no muque (mesmo os que são bem maiores e bem mais fortes do que ele). É ele quem passa a cuidar do filhote de unicórnio que eles salvam quando chegam em Realm, dando a ela o nome de Uni. E ele é também o irmão mais novo da Sheila, que salva ele em várias situações.
O objeto mágico dele é uma clava de madeira super potente.
O mago anão que salva eles no início da história é o Dungeon Master (Mestre dos Magos, na versão brasileira).
Ele ajuda os garotos sempre que pode, mas nunca de forma direta. Geralmente, quando percebe que eles tão próximos de algum grande perigo, ele aparece pro grupo por um breve momento, fala através de metáforas sobre as coisas que eles tão pra encontrar e some sem deixar rastro logo depois (a forma como ele se materializa e se desmaterializa nunca é mostrada, pois ele sempre faz isso atrás de uma árvore, pedra e tal). E muitas vezes ele volta a aparecer no final da aventura, de novo só por um breve momento, só pra explicar melhor o que aconteceu.
O vilão principal da história é o mago que ataca eles no momento da chegada a Realm. Ele se chama Venger (mas ganhou o nome brasuca de Vingador) e, apesar de já ser dono de poderes sobrenaturais extremamente fortes, ele tenta de todas as formas roubar os 6 objetos mágicos dos garotos pra aumentar mais ainda o próprio poder.
Ele tem vários castelos espalhados por todo o planeta, nos quais mantém uma infinidade de criaturas de todos os tipos prisioneiras e/ou escravizadas. E algumas vezes, é com a ajuda de tais criaturas que ele arma os planos pra roubar os objetos mágicos ou (o 2º maior objetivo dele) destruir o Dungeon Master.
Outro personagem relativamente significativo, mas que aparece bem menos na história, é a Tiamat, o dragão contra o qual os garotos se deparam na hora da chegada.
Ela é um dragão-fêmea (mas que, no Brasil, foi apresentada como personagem masculino e dublada com voz de homem pelo falecido dublador Amaury Costa) dotado de poderes sobrenaturais ainda mais fortes que os do Venger, mas dos quais ela raramente faz uso. Aliás, ela parece ser a única criatura em Realm de quem o Venger tem medo (pode se dizer que o 3º maior objetivo dele é acabar com ela).
A Tiamat não chega a ser exatamente uma vilã, pois nunca trama nenhum plano pra fazer mal a ninguém. Mas quando é incomodada em seus momentos de descanso, ela ataca ferozmente qualquer criatura que faça isso, cuspindo um tipo de elemento destruidor diferente por cada uma das 5 bocas (ácido, fogo, gás, gelo e relâmpago).
Além desses personagens, tem vários guerreiros, magos e monstros de todos os tipos que vivem espalhados pelo planeta. Muitos deles, muito mal intencionados...
E é enfrentando essas condições que os 6 garotos percorrem Realm, procurando uma forma de voltar pra Terra. Quase sempre, eles tentam fazer isso através de processos mágicos que encontram pelo caminho. Mas uma vez também tentam voltar numa nave de um povo que era mantido prisioneiro pelo Venger e que eles conseguem libertar. Mas o vilão derruba a nave pouco depois que ela decola (ninguém morre com queda, evidentemente).
Em algumas vezes, eles até conseguem voltar pra Terra. Mas algum imprevisto na hora sempre faz com que eles dêem pra trás poucos segundos depois, voltando pra Realm.
O curioso é que, por várias vezes, o próprio desenrolar da história dá a entender que o Dungeon Master, com os grandes poderes que tem, pode transportar os garotos de volta pra Terra de uma forma bem mais simples. E que ele deixa eles passarem por todas aquelas aventuras de forma proposital, como uma espécie de teste ou pra fazer com que eles aprendam alguma coisa com tudo aquilo. E vendo por esse lado, alguns fãs do seriado supõem que foi ele mesmo quem transportou os garotos pra lá no início da história, pra que eles vivessem todas aquelas aventuras e adquirissem novas experiências.
Outros acham que, ao longo da história, o Dungeon Master tava juntando poder pra mandar os garotos de volta pra Terra quando tivesse oportunidade. E que ele faria isso no último capítulo do seriado.
Mas a conclusão da história nunca foi mostrada: o roteiro do último capítulo chegou até a ser escrito, mas, por motivos financeiros, nunca foi produzido.
Isso criou uma espécie de lenda urbana sobre o final da história. E se vocês procurarem aí pela Internet, vão encontrar vários roteiros diferentes, contando histórias diferentes sobre o destino final dos personagens. O mais famoso desses falsos-roteiros parece ser um que diz que, no último capítulo, depois de já terem passado por todos os perigos possíveis que aquele planeta oferecia, os garotos descobrem que morreram e que Realm na verdade é o Inferno! A Tiamat aparece pra eles e explica que o trem fantasma explodiu quando eles entraram lá, matando os 6 na hora! Por algum tipo de engano, eles foram pro Inferno. E o diabo, assim que viu eles chegarem no Inferno, resolveu submeter eles a uma tortura cruel: ele se dividiu em 2 partes (o Dungeon Master e o Venger), aparecendo pra eles nessas 2 formas diferentes e submetendo eles a uma tortura psicológica com isso, atacando eles abertamente em alguns momentos e dando falsas esperanças em outros. E aí a Tiamat revela ser um anjo que, apiedado com a tortura que o diabo impõe, vem ajudar eles a sair de lá e ir finalmente pro Céu.
Os produtores e roteiristas do desenho já fizeram questão de vir a público e dizer que tanto esse falso-roteiro quanto vários outros que se vê por aí são pura bobagem. E que definitivamente não era nada disso que tava previsto pra acontecer no último capítulo. Então, vamos ver o que era pra acontecer de verdade:
Como eu já disse, o roteiro do último episódio chegou até a ser escrito, ganhando até o título de Requiem. E dizia que, num determinado momento, o Venger desafia o Dungeon Master pruma competição: testar os 6 garotos. Pra isso, o Dungeon Master finge que abandona os garotos e o Venger finge que passa a ajudar eles. E aí ele consegue atrair eles prum mausoléu, onde ele diz que existe uma passagem de volta pra Terra.
Depois de uma rápida aventura, enfrentando alguns monstros, eles chegam ao mausoléu, onde encontram o Venger, que tá furioso: a intenção dele era só que os garotos se desentendessem e morressem tentando chegar lá! E eles conseguem realmente abrir uma porta mágica do mausoléu, imaginando que aquilo é a passagem pra Terra. Mas dessa porta sai uma energia que se espalha por todo o planeta. Nesse instante, várias criaturas começam a desaparecer dali e, felizes da vida, voltar aos seus planetas de origem (dando a entender que vários outros seres já passaram antes pela mesma experiência dos 6 garotos).
Atingidos pela luz, os castelos do Venger desmoronam. E segundos depois, também sob o efeito da luz, o próprio Venger muda de forma, se transformando num mago de aparência jovem e majestosa. E o Dungeon Master aparece e explica aos garotos que o Venger é o filho dele, que, mais de 1000 anos antes, tinha se colocado a serviço de um ser maligno de outra dimensão em troca de poder, ficando sob uma espécie de hipnose desse ser. E que o próprio Dungeon Master não tinha poderes pra quebrar essa hipnose. Mas que, soltando a energia do mausoléu, os garotos libertaram todos no planeta que eram vítimas de algum tipo de aprisionamento, inclusive o Venger.
Aí, aparece finalmente a passagem de volta pra Terra. E o Dungeon Master explica que chegou o momento deles fazerem a grande escolha da vida deles: podem voltar pra Terra e retomar a mesma vida que levavam antes; ou podem ficar em Realm e ajudar os habitantes de lá nas dificuldades que vivem. A escolha deles não é mostrada, ficando em aberto pro público entender o que quiser.
E assim acabaria a história. Pena que não saiu do roteiro, né?
Bom, pra quem não viu e pra quem quiser rever o 1º capítulo da história (dublado em Português), tá aí o link:

http://br.youtube.com/watch?v=_MM6eHamSQQ&feature=related

Today we’ll talk a little about another show of the 80s. It was a co-production of Marvel Productions and TSR Inc. And it was runned from 1983 to 1985. It was the TV series Dungeons & Drangons.
The series was based on Dungeons & Drangons game.
It was said the story was unusually violent and sad (at least if we compare it to other 80s shows). But I don’t think so.
Jonny Quest (1964) was as violent and sad as Dungeons & Drangons, which is much older than that.
Anyway, the series tells us the adventures of a group of 6 preteens and teens in a strange situation: when they go to a funhouse (which is called Dungeons & Dragons) at an amusement park, a strange magical energy sends all of them to another planet: the Realm of Dungeons & Dragons.
Actually, it can be seen only in the opening. There’s no episode which shows the beginning of the story. As it’s never said why they were sent to that planet.
Well, they arrive on the planet when a 5-headed dragon is attacking a baby unicorn to eat it. They rescue the cub while a dwarf magician watches them. And he gives a magical weapon to each one of them to defend themselves against the dragon. Then, a strange magician appears and attacks them. But he accidentally hits the dragon with a magical flash. The monster attacks him back and both go away fighting.
Then, the dwarf magician goes near them and (presumably) talks to them about the planet and its inhabitants.
You guys can watch this opening at YT if you click on the 1st link above.
Well, let’s talk a little about the 6 main heroes of the series.
Hank seems to be the oldest of the group. He’s the most rational and, because of that, the leader of the group.
His magical weapon is a bow which shoots energy arrows.
Eric is the most annoying member of the group. He complains all the time, ridicules his friends all the time, and runs away when he finds any kind of danger. But even so, he saves his friends in many occasions.
His magical weapon is a shield which can produce a force field.
Albert, named Presto by his friends, seems to be the 2nd youngest of the group. He’s a nerd with a very confused and insecure personality. He always tries to help his friends when they have any problem. And then, he does basically the opposite of what he intended to. But he always saves the situation somehow.
His weapon is a magical hat from which he pulls any kind of useful & useless things.
Diana is the “strong woman” of the group. She seems to be the 2nd oldest. She always attacks any kind of enemy who she meets. But in this occasions she uses agility rather than strenght. And she’s also very rational.
Her magical weapon is a pole which gets longer or shorter.
Sheila is the “sweet girl” of the group. She always comforts her friends during the most difficult situations in a very sensitive way.
Her magical weapon is a cloak which makes her invisible.
Bobby is the youngest member of the group. As a very impulsive boy, he never thinks about the consequences of his acts and attacks any kind of enemy (even the ones who are much stronger and bigger than him). He’s also Sheila’s brother. And he takes care of Uni, the baby unicorn who they saved.
His magical weapon is a super strong club.


Uno dei personaggi principali di Dungeons & Drangons è il Dungeon Master, un mago nano che da a ogni eroe principale un’arma magica. Lui gli aiuta molte volte, ma non lo fa mai direttamente. Di solito, quando vede qualche pericolo si avvicinando, lui parla al gruppo delle cose che loro troveranno utilizzando metafore e sparisce dopo questo. E quasi sempre è visto di nuovo quando finisce l’avventura, per raccontare meglio quello che è successo.
Il cattivo principale della storia è Venger, un altro mago. Lui ha già poteri magici molto forti. Ma vuole averne di più. E per questo, vuole rubare le arme magiche dei 6 eroi (è il suo primo obiettivo principale).
Lui ha molti castelli per tutto il Pianeta Realm of Dungeons & Dragons, dove ha molte creature di tutti i tipi come suoi schiavi. Ed utilizza alcune di queste creature per rubare le arme degli eroi o (il suo secondo obiettivo principale) uccidere il Dungeon Master.
Un altro personaggio importante della storia, ma che non si vede tanto, è un drago femmina con 5 teste chiamato Tiamat. Lei ha dei poteri magici più forti di quei di Venger, ma non gli utilizza molto. A proposito, lei è l’unica creatura nel pianeta che fa paura a Venger (il suo terzo obiettivo principale è ucciderla).
Tiamat non è veramente cattiva, perché non pensa di fare male a nessuno. Ma quando lei sta riposando e qualcuno la irrita, lei diventa un terribile mostro furioso e sputa un elemento distruttore (acido, fuoco, gas, ghiaccio e lampo) per ognuna delle sue 5 bocche su qualcuno che sia vicino a lei!
E ci sono anche molti altri guerrieri, maghi e mostri nella storia.
Bene, i 6 eroi fanno sempre il suo possibile per tornare a Terra, quasi sempre utilizzando qualche tipo di magia. Una volta, hanno utilizzato anche la nave di un gruppo che era schiavo di Venger. Ma questo ha distrutto la nave e nessuno ha lasciato Realm.
Alcune volte, loro riescono a tornare a Terra. Ma c’è sempre qualche problema che gli fa ritornare a Realm.
Alle volte si può capire che il Dungeon Master può farli tornare a Terra di un modo più semplice. Ma gli lascia avere quelle avventure per insegnarli qualcosa. E per questo alcuni fans del serial pensano che lui stesso ha portato i 6 a Realm utilizzando i suoi potere.
Altri credono che, mentre gli eroi avevano quelle avventure, il Dungeon Master sviluppava i suoi poteri per portali a Terra nell’ultimo episodio della storia.


El serial
Dungeons & Drangons (llamado Calabozos y Dragones en algunos paises de Lengua Española y Dragones y Mazmorras en otros) no tuvo su último capítulo producido por motivos financieros.
Por eso, hay algunos mitos sobre como sería el final del serial. Uds pueden procurar en algunos sitios y verán guiones diferentes diciendo que la historia acaba de modos diferentes. Pero el más conocido de esos falsos guiones parece ser uno que dice que, en el último capítulo, después de haber vivido todos los peligros del planeta de los Calabozos y Dragones, los héroes descubren que están muertos y que aquel planeta es el Infierno! El dragón hembra Tiamat les dice que, cuando estaban todavía en la Tierra en una feria y entraron en un juego llamado Dungeons & Drangons, hubo una explosión y todos en el carro se murieron. Mas, por cualquier tipo de equivocación, se fueron al Infierno. Y el diablo, cuando los vio, decidió hacerles una tortura psicológica: se separó en 2 partes (el Amo de Los Calabozos & el Vengador), siendo visto por ellos al mismo tiempo como alguien que los atacaba y alguien que les daba (falsas) esperanzas de volver a la Tierra. Y Tiamat les dice que ella es simplemente un angel que, compadecido con la tortura que el diablo les hacía, se fue al Infierno para conducirlos al Cielo.
Los propios productores del serial ya dijeron en público que ese guión (y muchos otros) es totalmente falso. El guión del último capítulo fue escrito y se llama
Requiem.
Pero, como ya dije, no fue producido. Vamos a ver como sería:
El Vengador hace un desafío al Amo del Calabozo: testar los 6 héroes. Para eso, el Amo del Calabozo finge para ellos que los abandona, al mismo tiempo en que el Vengador finge que empezará a ayudarlos. El les dice que deben de irse a un sepulcro donde hay un camino para la Tierra.
Después de una aventura en que luchan contra algunos monstruos, ellos llegan al sepulcro, donde encontran el furioso Vengador: en verdad, él deseaba solamente que ellos se muriesen antes de llegar al sepulcro y eso no sucedió. Ellos realmente consiguen abrir una puerta mágica que hay en el sepulcro, pensando que aquel es el camino para la Tierra. Pero lo que sale por la puerta es una luz muy fuerte que se disemina por todo el planeta. Y muchas creaturas tocadas por la luz se van de allá, volviendo a sus propios planetas.
Los castillos del Vengador desmoronan cuando son tocados por la luz. Y él propio se cambia en un mago de aspecto jóven y majestuoso. Entonces, el Amo del Calabozo aparece y dice a los héroes que el Vengador en verdad es su hijo, que, más de 1000 años antes, decidió servir a un ser maligno de otro mundo para tener más poder y, desde entonces, se quedaba hipnotizado por ese ser. Y el propio Amo del Calabozo no tenía poder para acabar con esa hipnosis. Pero los jóvenes héroes, abriendo la puerta y liberando la energía mágica que había allá, libertaron todos los seres que vivian en aquel planeta como prisioneros de alguna cosa (incluso el Vengador).
Entoces, aparece el camino para la Tierra. Y el Amo del Calabozo dice que es el momento en que los héroes tienen que hacer la gran elección de sus vidas: volver a la Tierra y continuar con la misma vida que tenían antes; o quedarse en el planeta de los Calabozos y Dragones para ayudar la creaturas nativas de allá en sus dificuldades. La elección no sería vista por el público, dejando cada un entender lo que quiera.
Y así acabaría la historia.
Uds pueden clicar sobre el segundo enlace arriba para ver el primer capítulo de la historia (dublado en Portugués).


É isso aí! Bom fim de semana e até mais!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

O QUASE XARÁ DO CHRISTOPHER LEE

Oi!!!

Vamos em frente!
Hoje a gente vai dar uma olhada no ator estadunidense Christopher Khayman Lee.

Christopher Lee Potts nasceu na Flórida, em 11 de Março de 1978.
Quando ele ainda era criança, a família se mudou pra Virginia, onde ele foi criado.
Na adolescência, o Christopher se mudou de novo pra Flórida.
Em 1995, ele começou a fazer cursos de interpretação, começando logo a trabalhar como ator. E no ano seguinte, ele já teve o 1º trabalho como ator na televisão, no seriado Hall Pass. E aí ele assumiu o nome artístico simplificado de Christopher Lee.
Em 1997, com 1, 78m de altura e tudo em cima, o Christopher se inscreveu na seleção de atores pra participar da 6ª temporada de Power Rangers, que seria gravada e iria ao ar no ano seguinte. E ele foi selecionado pra interpretar (acho que podemos dizer assim) o protagonista daquela temporada: o ranger vermelho.
Bom, como a gente sabe bem, já existe um grande ator inglês chamado Christopher Lee. Então, manter esse nome artístico, além de não pegar muito bem, também causava confusão entre ele e o ator inglês.
Assim, ele alterou o nome artístico pra Christopher Khayman Lee (Khayman era o nome de um personagem do seriado que ele resolveu aproveitar).
No ano seguinte, ele fez uma participação em 2 capítulos da 7ª temporada de Power Rangers, interpretando o mesmo personagem.
Em 2002, foi feito um capítulo especial do seriado no qual quase todos os rangers vermelhos que participaram da história até ali se reuniram. E o Christopher participou desse capítulo, evidentemente.
Ele teve até hoje 9 trabalhos como ator.
Em 2004, depois de participar de um capítulo do seriado That 70s Show, o Christopher deu um tempo na carreira de ator. Até que agora, em 2008, ele voltou à ativa: ele tá gravando o filme Another Sleepness Night.
Sinceramente: acho ele bonitinho, mas meio sem graça.

Let’s go ahead.
Today we’ll talk a little about American actor Christopher Khayman Lee.
He was born in Florida, on March 11th, in 1978. And his birth name is Christopher Lee Potts.
When he was still a little boy, his family moved to Virginia, where he would be raised.
When Christopher was a teen, he moved back to Florida.
In 1995, he started having acting courses and would start his acting career soonly. By the way, his 1st time on TV would be in
Hall Pass
(1996). And then he got Christopher Lee as his artistic name.

En 1997, todavía utilizando Christopher Lee como su apodo artístico, él se incribió en la selección de actores para estar en el año 6 de
Power Rangers, que sería rodada en el otro año. Y fue seleccionado para ser el ranger rojo de aquél año del serial.
Bueno, como sabemos muy bien, hay ya un gran actor inglés llamado Christopher Lee. Y por eso, no era bueno continuar con ese nombre artístico: no era elegante y hacía confusión entre los 2.
Así, él cambió su apodo artístico para Christopher Khayman Lee (Khayman era el nombre de un personaje de
Power Rangers
).

Dopo esser stato nell’anno 6 di
Power Rangers (1998), Christopher è stato in 2 episodi dell’anno 7 (1999), come lo stesso personaggio.
Nel 2002, c’è stato un episodio speciale dove sono visti insieme quasi tutti i ranger rossi che ci sono stati finno allora. E Christopher è stato in quell’episodio, chiaramente.
Lui ha avuto fino adesso 9 lavori come attore.
Dal 2004, quando è stato nel seriale
That 70s Show, Christopher aveva fermato un po’ la sua carriera d’attore. Ma adesso, nel 2008, lui sta lavorando in Another Sleepness Night.


Até a próxima!

domingo, 18 de maio de 2008

HENRI COIFFIER DE RUZÉ 1620-1642

Oi!!!

Bom início de semana!
Hoje a gente vai dar uma olhada em mais um personagem histórico homossexual: o Henri Coiffier de Ruzé, Marquês de Cinq-Mars.

Ele nasceu na França, em 1620. O dia, o mês e o local exato são desconhecidos.
Ele era filho do Marquês de Effiat.
Com a morte do pai, quando o Henri tinha 12 anos, ele passou a ser criado pelo Cardeal de Richelieu, que era o principal assessor do Rei da França, o Louis XIII de Bourbón. E esse cardeal, na mesma época, tratou de apresentar o Henri ao Louis XIII, com a esperança mesmo de que o rei comesse o garoto. É que ele esperava que o Henri fosse uma pessoa fácil de manipular. E manipulando o amante do rei, não seria difícil manipular o próprio rei.
Só que, na época, o Louis XIII parecia dar mais importância aos outros amantes que ele tinha, não prestando muita atenção no Henri logo de cara.
Ao que parece, só quando o Henri já tinha uns 20 anos é que ele começou a chamar a atenção do Louis XIII sexualmente. E o rei até deu a ele o título de Marquês de Cinq-Mars.
Mas, ao contrário do que o cardeal esperava, o Henri tentou abrir os olhos do rei contra ele, incentivando o Louis XIII até a mandar matar o cardeal pra se proteger, pois sabia o quanto esse cardeal era perigoso.
O Henri também tentou revoltar alguns nobres da corte contra o cardeal. Mas a conspiração fracassou e o Henri foi preso pelo cardeal.
Aproveitando o fato do Henri ser simpatizante dos espanhóis e de, na época, a França passar por desavenças políticas com a Espanha, o cardeal acusou o Henri de conspirar a favor do Rei da Espanha contra o Rei da França. E assim conseguiu que ele fosse condenado à morte por traição à pátria: levado a Lyon, o Henri perdeu a cabeça em 12 de Setembro de 1642, com 22 anos.
Esse foi só 1 entre dezenas de golpes políticos que esse cardeal deu. Mas ninguém se atrevia a se revoltar contra ele. Em 1º lugar, pelo poder político que ele tinha (mandava mais do que o rei, de acordo com a maioria dos historiadores); e em 2º, por ser um membro da Igreja Católica Romana.
O 2º motivo pode parecer superficial, mas é preciso lembrar que aquela era uma época em que a Inquisição era ainda mais forte do que na Idade Média. E matar (ou incentivar que alguém matasse) qualquer pessoa que se colocasse contra os membros do Catolicismo Romano era a regra geral seguida por essa igreja na época.
Além disso, os padres, cardeais e demais membros do corpo eclesiástico católico eram vistos todos como santos (ainda que não canonizados oficialmente). Então, o Cardeal de Richelieu era um “santo”.
Aliás, não há por quê se espantar com isso: sejamos francos, mesmo falando dos canonizados oficialmente, com algumas exceções, os santos católicos foram os grandes exemplos de egoísmo e hipocrisia que a Humanidade produziu, né? Mas, por terem tomado atitudes que beneficiaram essa igreja e por terem feito uma caridadezinha aqui e outra caridadezinha ali, eram (e ainda são) vistos como melhores do que os outros seres humanos por essa igreja.

Buona settimana!
Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico omosessuale: Enrico Coiffier de Ruzé, il Marchese di Cinq-Mars.
Lui è nato nella Francia, nel 1620. Il giorno, il mese ed il posto esatto dove lui è nato non sono conosciuti.
Enrico era figlio del Marchese di Effiat.
Suo padre è morto quando lui aveva 12 anni. E per questo, lui è andato a vivere insieme al Cardinale Richelieu, che era politicamente accanto al Re Luigi XIII di Borbone, di Francia. Ed il cardinale voleva che Enrico fosse il principale amante di Luigi XIII. Anche perché il cardinal esperava controllare l’amante del re e, così, controllare lo stesso re. E pensava che sarebbe facile controllare Enrico. Ma non sarebbe proprio così.
Veramente, il più possibile è che Enrico sia diventato amante di Luigi XIII solo quando aveva circa 20 anni.

Después que se quedó amante del Rey Luis XIII de Borbón, más o menos cuando tenía 20 años, Henri ganó de él el título de Marqués de Cinq-Mars.
El Cardenal Richelieu deseaba controlar el rey utilizando su amante. Pero Henri habló a Luis XIII del verdader peligro vivo que ese cardenal era. Y aconsejó el rey hasta mismo a condenar el cardenal a la muerte.
Henri organizó también una conspiración contra el cardenal. Pero todo fracasó y Henri fue preso por el cardenal.
Sabiendo que Henri simpatizaba con los españoles y, en aquella época, Francia y España eran paises que pasaban por problemas políticos, el cardenal dijo que Henri estaba en una conspiración a favor del Rey de España y contra el Rey de Francia. Y por eso, fue posible al cardenal conseguir que Henri fuera condenado a la muerte por “traicionar su patria”: conducido a Lyon, Henry fue decapitado el 12 de Septiembre de 1642, cuando tenía 22 años.

Henri Coiffier de Ruzé’s assassination was only 1 of the several dirty tricks by the Cardinal Richelieu. But nobody used to say anything against him. First because of his political power. And second because he was a member of the Roman Catholicism.
Perhaps the 2nd reason sounds a little strange nowadays. But don’t forget at that time the Inquisition was stronger than it had ever been before. And killing (or motivating the assassination of) any person who had said anything against the Roman Catholicism was this church main rule.
By the way, every member of this church was seen as a saint. Even the ones who haven’t been canonized officially. So, the Cardinal Richelieu was a “saint”.
Well, he wasn’t an exception: even talking about canonized catholic saints, most of them had lives full of hypocrisy and selfish whims (the exceptions were the ones who weren’t like this). But these hateful people did things in favor of this church and also did some few charities. So, they were (and still are) seen by this church as people superior to other people.


Bom, até mais!

sábado, 17 de maio de 2008

O GRANDE DESCAMISADO DOS ANOS 90

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator brasileiro Marcello Novaes.

Marcelo Tolentino Novaes nasceu aqui no Rio, em 13 de Agosto de 1962.
Desde criança, ele gostava de se apresentar pra família, imitando o Roberto Carlos com interpretações de improviso.
Ele se formou pelo Teatro Tablado, assumindo o nome artístico de Marcello Novaes e começando a trabalhar como ator de teatro.
Ainda nos anos 80, ele se casou com a administradora de empresas Sheyla Bepa.
A 1ª novela do Marcello foi Vale Tudo (1988), na Globo, quando ele tinha 26 anos.
Mas o 1º trabalho de mais destaque dele foi em 1994, na novela Quatro Por Quatro. Aí, ele interpretou o personagem Raí, que transformou ele talvez no maior símbolo sexual masculino brasileiro da época. Não só porque o Raí era um personagem completamente voltado pro sexo, mas também porque em 90% das cenas em que aparecia ele tava sem camisa.
A partir daí, o Marcello ganharia a fama de ‘ator descamisado’, porque, em quase todos os trabalhos seguintes que ele fez na televisão, as cenas dele sem camisa foram extremamente freqüentes. E esse tipo de personagem é chamado de “personagem descamisado”.
Bom, ainda em 1995, quando ele ainda gravava Quatro Por Quatro, nasceu o Diogo, filho dele com a Sheyla. Mas esse casamento não iria muito mais longe: o Marcello começou a ter um caso com a atriz Letícia Spiller, aparentemente sem que nenhum dos 2 procurasse esconder muito o que acontecia. E eles foram morar juntos no mesmo ano.
Em 1997, nasceu o Pedro, filho do Marcello com a Letícia. Mas isso também não iria muito mais longe, pois, de acordo com as fofocas globais, ele parecia ser quase tão promíscuo quando o personagem dele em Quatro Por Quatro. E no ano 2000, ele se separou da Letícia.
Ele admite que já foi mesmo muito promíscuo: trepava com todo mundo que desse oportunidade. Mas aos poucos, isso foi se acalmando, de uma forma que até ele observa uma grande diferença de antes pra agora. Hoje, ele diz que sente falta de uma coisa mais romântica. Mas ele admite que também “fica” com quem dá oportunidade.
O Marcello diz que gostaria de ter um relacionamento, mas que a felicidade dele também não chega a depender disso.
No final dos anos 90, quando os 40 anos começaram a se aproximar, ele diz que nunca passou pela crise dos 40, pois se sentia e ainda se sente jovem o suficiente pra fazer tudo que fazia antes, só que sem tanta resistência física quanto já teve.
Ele reconhece, por exemplo, que já não tem o mesmo fôlego que tinha há uns 20 anos pra praticar certos esportes.
O Marcello diz que não se importa com os sinais de velhice que surgem a cada dia: as rugas aparecendo no rosto, a careca se acentuando, a barriga já não sendo mais tão durinha quanto antes... Mas ainda tá com tudo em cima, né?

Aliás, ele já foi convidado mais de 1 vez pra posar pra G Magazine. Mas nunca aceitou.
O Marcello diz que os 2 piores trabalhos dele foram em
América (2005) e Malhação (2006).
O personagem dele em
América era pra ser um dos vilões principais da história, mas acabou não se desenvolvendo devido a uma reestruturação do roteiro que mexeu com quase todos os personagens da história. Mas o Marcello mesmo também admite que não soube fazer o personagem direito.
O que ele achou mais curioso é que também teve uma rejeição do público em relação a ele interpretar um vilão. E diz que, se ele puder escolher, não quer saber mais de fazer vilão.
Em
Malhação, o Marcello teve a 1ª oportunidade de interpretar o pai de um garotão. E foi uma experiência nova e muito válida pra ele. Mas ele acha que, exatamente por ser uma coisa não tava preparado pra fazer, acabou não saindo muito legal.
Em 2007, ele teve o 1º filme dele:
Sambando Nas Brasas, Morô?, do Elizeu Ewald.
Isso mesmo: até o ano passado, o Marcello nunca tinha feito cinema! Mas simplesmente porque nenhum diretor nunca tinha convido ele pra filme nenhum. Ele diz que sempre quis fazer um filme e, algumas vezes, até já se ofereceu abertamente pra alguns diretores, mas nunca tinha sido chamado.
Esse ano ele fez uma participação no seriado Guerra e Paz. Essa cena ele gravou na praia com o Marcos Pasquim:

Sugestiva, né?rsrsrs
Bom, o Marcello teve até agora 23 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Atualmente, ele mora na Barra da Tijuca, no Rio.
Pra manter a forma, o Marcello corre, faz natação, joga tênis e luta jiu-jitsu.
Ele também evita comer frituras. E como gosta muito de cozinhar, faz a própria comida.
No tempo livre, o Marcello gosta de fazer serviços domésticos e ficar com os filhos.

Today we’ll talk a little about the Brazilian actor Marcello Novaes.
Marcelo Tolentino Novaes was born in Rio de Janeiro, on August 13th, in 1962.
When he was a little boy, he already liked “acting” in family parties.
He graduated at Teatro Tablado and got Marcello Novaes as his stage name. Then, he started his career as a theater actor.
In the 80s, he married administrator Sheyla Bepa.
Marcello’s 1st telenovela was
Vale Tudo (1988), when he was 26.
But his 1st really famous character was Raí, at
Quatro Por Quatro, a 1994 telenovela. It made him the main male sex symbol in Brazil in the 90s. Because Raí was a completely sexual character and Marcello was shirtless in 90% of his scenes in this telenovela.
After that, he would be called “ator descamisado” (“shirtless actor”), because he would be seen shirtless in most of his scenes in almost all the telenovelas which he would be in.
When Marcello was still in
Quatro Por Quatro, his son with Sheyla was born: Diogo. But this marriage would finish soon. Marcello started having an affair with actress Letícia Spiller. And they went to live together in 1995.
Their only son was born in 1997: Pedro. But he would leave Letícia in 2000. It’s said he was as promiscuous as his character in
Quatro Por Quatro at that time.


La promiscuidad por la cual Marcello era conocido era muy verdadera, pues que sus 2 únicas relaciones más formales (con Sheyla Bepa y Letícia Spiller, las madres de sus hijos Diogo y Pedro) acabaron gracias a eso.
Y él mismo dice que tuvo una época de promiscuidad muy fuerte en su vida y follaba con cualquier mujer que lo dejara. Pero así como el tiempo fue pasando, eso se fue acabando. Y hoy él mismo dice que hay una gran diferencia de antes para ahora. Hoy él dice que siente falta de algo más romántico. Pero admite que pasa su tiempo con quien tiene la oportunidad.
Marcello dice que le gustaría tener una relación más seria, pero eso no es una condición para su felicidad.
Cuando acababan los años 90 y sus 40 años empezaban a aproximarse, él dice que no tuvo problemas con esa edad, como ocurre con muchos hombres, porque se sentía y todavía se siente tan jóven cuanto es necesario para hacer todo lo que hacía antes, pero ahora sin la misma resistencia que tenía antes.
Marcello reconoce, por ejemplo, que no tiene hoy el mismo aliento que tenía hay 20 años para hacer algunos deportes.
El dice que no tiene problemas por envejecer: admite que tiene arrugas, su cabeza ya está se quedando pelada y su barriga ya no es más tan musculosa cuando ya lo fue.
Marcello ya fue invitado por más de 1 vez para posar desnudo para la
G Magazine. Pero no lo aceptó nunca.

Marcello dice che le 2 volte che non ha lavorato bene come attore in TV sono state in
América (2005) e Malhação (2006).
Il suo personaggio in
América
dovrebbe essere uno dei grandi cattivi della storia. Ma la storia ha avuto bisogno di cambiare molto e lui stesso dice che non ha saputo lavorare come quel personaggio (che, per questo, non si è sviluppato).
Lui dice anche che il pubblico ha detestato vederlo come cattivo nella telenovela.
In
Malhação,
il personaggio di Marcello era il padre di un adolescente. Lui non aveva mai fatto niente così e dice che, forse per questo, non ha saputo farlo bene.
Solamente nel 2007, lui ha avuto il suo primo film:
Sambando Nas Brasas, Morô?
Prima di questo, Marcello non aveva mai lavorato in cinema. Ma soltanto perché i direttori non gli invitavano (lui ha sempre voluto farlo).
Nel 2008, lui è stato nel seriale
Guerra e Paz.
Questa foto sua sulla spiaggia che voi potete vedere sopra è di un episodio di questo seriale. L’uomo che è... accanto a lui è l’attor brasiliano Marcos Pasquim.
Marcello ha avuto fino adesso 23 lavori come attore in cinema e TV.
Adesso lui vive a Barra da Tijuca, in Rio de Janeiro.
Marcello nuota e fa jogging, jujutsu e tennis. E non mangia niente grasso (gli piace cucinare per sé stesso).
Quando non ha niente da fare, gli piace occuparsi della sua casa ed essere insieme ai suoi figli.

Bom fim de semana e até a próxima!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

PARENTALIZADORES

Oi!!!

Eu já tava pensando em fazer um post sobre esse assunto há um tempo, mas achei que ele se encaixaria melhor depois do post do Dia das Mães, até pra gente comparar uma idéia com a outra.
Bom, o meu objetivo principal em fazer esse post é protestar contra uma falha que muito frequentemente eu vejo os psicólogos cometendo, mas na qual parece que pouca gente presta atenção...
Com certeza, vocês já viram psicólogos vomitando aquelas 2 frases decoradas:

“Pai não tem que ser amigo do filho, ele tem que ser pai do filho”.

e

“Mãe não tem que ser amiga do filho, ela tem que ser mãe do filho”.

Tudo bem! Sem radicalizar, eu até concordo: não é pelo fato de você ser pai ou mãe de alguém que você tem que ser amigo desse alguém.
Mas por que os psicólogos só vêem a situação por esse lado? Quando é o contrário, ou seja, quando alguém quer se comportar como pai ou mãe de um amigo, os psicólogos nem abrem a boca pra criticar os parentalizadores.
Pra quem não conhece bem essa palavra, originalmente, ‘parentalizador’ ou ‘parentificador’ era o nome que se dava ao irmão mais velho que ficava com o pátrio-poder sobre os irmãos mais novos, geralmente quando os pais morriam. Essa situação era chamada de ‘parentalização’ ou ‘parentificação’.
Com o tempo, essa definição foi migrando pra outros tipos de situação da mesma espécie, quando uma pessoa que não é pai nem mãe da outra se sente no direito de agir como se fosse.
Na maioria das vezes, a parentalização acontece quando a pessoa tem um filho da mesma idade que você ou quase da mesma idade que você. Aí, de forma direta ou indireta, ela compara você ao filho dela, já que vocês têm a mesma idade (ou quase). E por causa disso, ela acha que pode cobrar de você as mesmas coisas que cobra do filho dela, que pode falar com você da mesma forma que fala com o filho dela e que pode tratar você no geral da mesma forma que trata o filho dela. Só que você não é filho dela. Então, seguindo a mesma linha de raciocínio que os próprios psicólogos dizem que seguem, ela não pode tratar você como se você fosse filho dela: se uma pessoa é sua amiga, ela não tem que ser seu pai nem sua mãe; ela tem que ser sua amiga e só sua amiga. Mas, na hora de ver isso, os psicólogos metem o rabo entre as pernas e não falam nada.
Outro exemplo de parentalizador é aquela pessoa que quer se redimir das falhas e dos fracassos que ela cometeu com o filho dela. E tenta usar você pra isso. Quase sempre, isso tá ligado às coisas que ela não conseguiu convencer o filho dela a fazer. Aí, ela tenta convencer você a fazer aquilo.
E tem também aqueles elementos bem desocupados que conheciam os seus pais há muitos anos. Então, quando os seus pais morreram ou se afastaram por algum motivo, esses elementos passaram a se sentir no direito de ocupar o lugar dos seus pais na sua vida durante a ausência deles (ou mesmo pra sempre). Esses elementos também são parentalizadores.
Mas enfim: seja de que origem for, um parentalizador tem sempre a tendência de olhar pra você de cima pra baixo, de superior pra inferior. Ele quer ser visto por você como um ser de sabedoria infinita e, ao mesmo tempo, ele vê você como uma coisa que ainda tá aprendendo a ser gente. Ele não desce do pedestal dele, não admite que você seja hierarquicamente igual a ele e não trata você de igual pra igual.
Ora essa! Uma amizade é uma relação entre 2 semelhantes. Não é uma relação em que um é superior e o outro é inferior. Assim, uma parentalização passa longe de ser uma amizade, né? Mas a gente vê críticas dos psicólogos contra isso? Eu não vejo! Eles atacam violentamente as situações em que acontece o contrário, como eu já disse. Mas a parentalização eles deixam passar numa boa.
Então, tá aí exposta uma grande falha dos profissionais da Psicologia.
Eu não vou traduzir esse post pra outras línguas porque a interpretação ia ficar meio complicada. Então, pra não deixar os visitantes não-falantes de Português aqui do blog a ver navios, lá vão umas fotos interessantes pra eles se distraírem.

5 naked males for you!

5 machos desnudos para ustedes!
5 maschi nudi per voi!





Até mais!