Bom, já que a gente tá lembrando aqui dos 120 anos da Lei Áurea, acho que vale a pena lembrar a letra de uma música que, há quase 20 anos, lembrou do centenário que não se apagará: Templo Negro Em Tempo de Consciência Negra.
Essa música foi composta pelo Alaor Macedo, pelo Arizão, pelo Demá Chagas, pelo Helinho do Salgueiro e pelo Rubinho do Afro. E foi usada com tema pelo Salgueiro no Carnaval de 1989, quando a Lei Áurea tava completando 101 anos.
Essa música menciona características da cultura negra por aqui: personagens negros da História do Brasil, como a Chica da Silva, o Chico Rei e a Escrava Anastácia; o culto de Xangô e dos demais deuses trazidos ao Brasil pelos africanos; e da luta pelos direitos dos negros na sociedade brasileira ao longo do tempo.
Livre ecoa o grito dessa raça
E traz na carta
A chama ardente da abolição
Oh! Que santuário de beleza!
Um congresso de beleza de raríssimo esplendor!
Revivendo traços da História
Estão vivos na memória
Chica da Silva e Chico Rei
Saravá, os deuses da Bahia!
Nesse quilombo tem magia
Xangô é nosso pai, é nosso rei
Ô Zaziê, Ô Zaziá
O Zaziê, Maiongolé, Marangolá
Ô Zaziê, Ô Zaziá
Salgueiro é Maiongolê, Marangolá
Vai, meu samba, vai!
Leva a dor, traz a alegria!
Eu sou negro, sim! Liberdade e poesia!
E na atual sociedade
Lutamos pela igualdade
Sem preconceitos sociais
Linda Anastácia sem mordaça!
O novo símbolo da massa
A beleza negra me seduz!
Viemos sem revolta e sem chibata
Dar um basta nessa farsa
É festa! É Carnaval! Eu sou feliz!
Eh, baianas...
O jongo e o caxambu vamos rodar!
Salgueirar vem de criança
O centenário não se apagará!
Essa música foi composta pelo Alaor Macedo, pelo Arizão, pelo Demá Chagas, pelo Helinho do Salgueiro e pelo Rubinho do Afro. E foi usada com tema pelo Salgueiro no Carnaval de 1989, quando a Lei Áurea tava completando 101 anos.
Essa música menciona características da cultura negra por aqui: personagens negros da História do Brasil, como a Chica da Silva, o Chico Rei e a Escrava Anastácia; o culto de Xangô e dos demais deuses trazidos ao Brasil pelos africanos; e da luta pelos direitos dos negros na sociedade brasileira ao longo do tempo.
Livre ecoa o grito dessa raça
E traz na carta
A chama ardente da abolição
Oh! Que santuário de beleza!
Um congresso de beleza de raríssimo esplendor!
Revivendo traços da História
Estão vivos na memória
Chica da Silva e Chico Rei
Saravá, os deuses da Bahia!
Nesse quilombo tem magia
Xangô é nosso pai, é nosso rei
Ô Zaziê, Ô Zaziá
O Zaziê, Maiongolé, Marangolá
Ô Zaziê, Ô Zaziá
Salgueiro é Maiongolê, Marangolá
Vai, meu samba, vai!
Leva a dor, traz a alegria!
Eu sou negro, sim! Liberdade e poesia!
E na atual sociedade
Lutamos pela igualdade
Sem preconceitos sociais
Linda Anastácia sem mordaça!
O novo símbolo da massa
A beleza negra me seduz!
Viemos sem revolta e sem chibata
Dar um basta nessa farsa
É festa! É Carnaval! Eu sou feliz!
Eh, baianas...
O jongo e o caxambu vamos rodar!
Salgueirar vem de criança
O centenário não se apagará!
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