Oi!!!
Como já tava claro desde o final do mês passado, acabei não linkando nenhum site de utilidade pública. Então, esse mês vou linkar 2.
O 1º é pra quem quiser tirar dúvidas sobre a questão do aquecimento global e ver o que, dentro do possível, se pode fazer. Pode visitar o site Aquecimento Global: Mudanças Climáticas. Lá vai o link:
http://www.aquecimentoglobal.com.br/
E o outro é mais um toque sobre um assunto que eu já mencionei esse mês. Já que algumas mulheres (e eventualmente homens também) acham que têm o direito de converter as pessoas que não querem casar e ter filhos à obrigação de casar e ter filhos, “porque família NUNCA passa”, eu faço uma sugestão: em vez de ficar falando merda, por que não vão ajudar as pessoas das quais a família passou? Porque, podem crer, tem muitas pessoas de quem a família passou.
Então, vou deixar aqui o link do asilo Lar do Idoso, um dos vários asilos que podem ser ajudados exatamente porque, pra muita gente que tá ali, a família passou.
http://www.leitequente.com/index.php?pgID=5129
Bom, hoje a gente vai dar uma olhada num judeu homossexual que sobreviveu à 2ª Guerra Mundial: o escritor Gad Beck.
Como já tava claro desde o final do mês passado, acabei não linkando nenhum site de utilidade pública. Então, esse mês vou linkar 2.
O 1º é pra quem quiser tirar dúvidas sobre a questão do aquecimento global e ver o que, dentro do possível, se pode fazer. Pode visitar o site Aquecimento Global: Mudanças Climáticas. Lá vai o link:
http://www.aquecimentoglobal.com.br/
E o outro é mais um toque sobre um assunto que eu já mencionei esse mês. Já que algumas mulheres (e eventualmente homens também) acham que têm o direito de converter as pessoas que não querem casar e ter filhos à obrigação de casar e ter filhos, “porque família NUNCA passa”, eu faço uma sugestão: em vez de ficar falando merda, por que não vão ajudar as pessoas das quais a família passou? Porque, podem crer, tem muitas pessoas de quem a família passou.
Então, vou deixar aqui o link do asilo Lar do Idoso, um dos vários asilos que podem ser ajudados exatamente porque, pra muita gente que tá ali, a família passou.
http://www.leitequente.com/index.php?pgID=5129
Bom, hoje a gente vai dar uma olhada num judeu homossexual que sobreviveu à 2ª Guerra Mundial: o escritor Gad Beck.
Ele nasceu em Berlin, em 1923. E junto com ele, a irmã gêmea dele, chamada Margot.O pai deles era imigrante judeu da Palestina e a mãe era uma alemã ariana convertida ao Judaísmo.
Eles moravam num bairro judaico da cidade.
Quando o Gad tinha 5 anos, a família dele se mudou pra Weißensee. Mas, como ele começou a ser atacado na escola por ser judeu, os pais decidiram transferir ele pruma escola judaica.
Mesmo assim, ele não pôde concluir os estudos, pois, como a família era pobre, ele teve que começar a trabalhar pra ajudar a sustentar a casa. E com 11 anos, ele teve que deixar a escola e começar a trabalhar como balconista numa loja.
Na mesma época, o domínio nazista começou a expulsar os judeus da Alemanha. Mas, como só os antepassados paternos do Gad eram judeus, ele era visto como um judeu parcialmente ariano. E esses, de modo geral, tinham o direito de ficar em Berlin.
Assim, ele ficou lá. E por causa disso mesmo, apesar da perseguição aos judeus ir ficando cada dia mais intensa, ele não deu muita importância. Mas, ainda na adolescência, ele começou a namorar um rapaz que era judeu por parte de pai e de mãe. E esse foi preso num campo de concentração pouco depois.
O Gad conseguiu, através de um plano, tirar o namorado, sozinho, do campo de concentração. Mas quando explicou ao rapaz que ia dar um jeito de fugir só com ele, ele respondeu que não podia fazer isso, pois a família dele ia ficar presa lá sem ele. E ele disse que nunca poderia ser livre se abandonasse a família lá.
Assim, ele voltou lá pra dentro e os 2 nunca mais se viram. E o Gad diz que foi naquele momento, enquanto via o rapaz voltar lá pra dentro, que caiu realmente a ficha dele e ele entendeu o que tava acontecendo.
Depois disso, já em plena 2ª Guerra Mundial, ele se juntou a um grupo que ajudava judeus a se esconderem dos nazistas. Mas em 1945, quando ele tinha 22 anos, as ações dele foram descobertas e ele foi preso num campo de concentração em Berlin. E só não chegou a morrer porque a guerra acabou alguns meses depois.
Depois da guerra, o Gad fez o que pôde pra ajudar judeus de outros países e que tinham sido presos na Alemanha a voltar pros seus países de origem.Em 1947, ele se mudou pra Palestina, terra de origem da família paterna dele. Aí ele tinha 24 anos.
Em 1979, o Gad voltou pra Alemanha, onde se fixou.No ano 2000, ele publicou a autobiografia dele: An Underground Life: Memoirs of a Gay Jew In Nazi Berlin.
Oggi parleremo un po’ di un ebreo omosessuale che ha sopravvissuto alla Seconda Guerra Mondiale: lo scrittor Gad Beck.
Lui è nato a Berlino, nel 1923. Ed insieme a lui, sua sorella gemella, Margot.
Loro padre era un immigrato ebreo dalla Palestina e loro madre era una tedesca ariana convertita al Giudaismo.
La famiglia abitava una provincia giudaica di Berlino.
Quando Gad aveva 5 anni, loro si sono traslocati in Weißensee. Ma alla scuola, lui è cominciato ad essere attaccato perché era ebreo. Così, i suoi genitori l’hanno trasferito ad una scuola giudaica.
Anche così, lui non ha continuato a studiare, perché ha avuto bisogno di cominciare a lavorare, visto che la sua famiglia era povera. Ed ha lasciato la scuola quando aveva 11 anni, cominciando a lavorare in un negozio.
Cuando los nazis empezaron a expulsar los judíos de Alemania, en general era dado a los que eran parcialmente arios el derecho de quedarse en Berlín. Y puesto que Gad era judío solamente por la parte de su padre, le fue posible quedarse allá.
Pero, por cuenta de eso, aunque la persecución contra los judíos se quedara cada día más fuerte, él no lo veía como una cosa muy importante. Pero, cuando era un muchacho, empezó a tener una relación con otro joven que era judío por parte de padre y de madre. Y este fue detenido en un campo de concentración poco más tarde.
Utilizando un plan, fue posible a Gad sacar su novio, pero solamente él, del campo. Mas cuando dijo al muchacho que solamente a ellos 2 sería posible escapar, él le dijo que no podía hacerlo, puesto que su familia se quedaría detenida sin él. Y que no le sería posible ser libre si abandonara su familia allá.
Así, él regresó al campo y los 2 no se encontraron nunca más otra vez. Y gad dice que, mientras que miraba el chico alejándose, finalmente comprendía la situación de los judíos en Alemania.
After have lost his boyfriend to the nazis during the World War II, Gad joined an underground effort to help jewish people to escape from nazis. But in 1945, when he was a 22-year-old guy, his job was discovered and he was interned in a jewish transit camp, in Berlin. Presumably he wasn’t killed then just because the war ended some months later in the same year.
After that, he helped organize efforts to emigrate jewish survivors back to their birthplaces.
In 1947, Gad moved to Palestine, the birthplace of his father’s family.
In 1979, he went back to Germany and he’s been there since then.
In 2000, Gad published his autobiography: An Underground Life: Memoirs of a Gay Jew In Nazi Berlin.
Bom, eu volto no mês que vem. Até lá!

7 comentários:
parabéns pelo blog! muito bem escrito, cheio de informações bacanas!
Combina com as camisetas GLS super divertidas e inteligentes do site www.vicamisetas.com.br, vai lá ver!
Obrigada, Laene
historia interessante e o amor eh lindo, mas a intolerância faz mal.
Olá, Leo!!!
Quanto tempo! Estou morrendo de saudades de você!
Bom.. queria ter um pouco da coragem deste homem!
Uma ótima páscoa pra vc, meu amigo!
Beijo
Laene→ Falou!
Depois eu passo lá, com certeza!
Leandro→ É mesmo.
Kaká→ Oi, amigo!
Tava sumido você, hein!rs
Vou passar lá no seu blog, com certeza!
Feliz Páscoa!
Leandro, a intolerância realmente só faz mal, é burra, estúpida, autoritária e rígida.
vc gostou das minhas camisetas GLS lá do www.vicamisetas.com.br?
quero sua opinião sincera, estou começando agora. Adoro uma camiseta 100% algodão, inteligente e divertida.
Gostei, sim.
Desculpe ter demorado a comentar lá.
Como eu disse, achei aquela camiseta que eu mencionei criativa sem ser escandalosa. Isso é bom!
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