Oi!!!
Bom, acredito que todo mundo aqui saiba que hoje, 08 de Março, é comemorado o Dia Mundial da Mulher. É por isso mesmo escolhi o dia de hoje pra fazer um post sobre um problema tipicamente feminino: o proselitismo em relação à ideia de ter filhos.
Agora vou me dirigir a todas as pessoas que tão lendo esse texto e que, como eu, fizeram a opção de não ter filhos, independente de serem homossexuais, bissexuais ou heterossexuais. Com certeza, em algum momento em que vocês declararam em público que não queriam ter filhos por opção, vocês ouviram alguma coisa mais ou menos assim:
“Não ter filhos não é opção! É covardia! Eu respeito as opções, mas não a covardia!”
Vocês já ouviram ou não ouviram alguma coisa assim? Isso é: se é que não ouviram coisas mais agressivas do que isso?
E quem falou isso, provavelmente, foi uma mulher, não foi?
É aí que entra a questão: a obsessão feminina em casar e ter filhos muitas vezes não para na mulher que sente essa obsessão, mas começa a ser usada por essa mulher pra atingir as pessoas ao redor dela!
É relativamente raro encontrar um homem obcecado pela ideia de casar, ter filhos e manter a família unida a qualquer custo. Mas mulheres obcecadas pela ideia de casar, ter filhos e manter a família unida a qualquer custo você vê em toda parte! É ou não é?
Bom, eu não tenho nada contra a questão da família unida, mas até onde isso for humanamente possível.
Só que, pra algumas mulheres, parece que o humanamente possível não basta quando o assunto é ‘família unida’. Quando elas se dirigem a outro membro da família, elas cobram que ele se aproxime sempre mais, querem que ele se aproxime sempre mais, exigem que ele se aproxime sempre mais... Conclusão: nunca basta, nunca é o suficiente e, não importa o que esse outro membro da família faça, elas continuam cobrando. Se a questão é a pessoa se aproximar mais da família, o resultado final nunca tá bom, não importa o que seja!
Como eu já comentei aqui em outros posts, em Julho e Outubro do ano passado, essa obsessão da mulher por manter a família unida custe o que custar, muitas vezes, torna ela culpada por situações ligadas à violência contra crianças e à pornografia infantil.
Pra quem não viu os posts que falam sobre isso, pode dar uma clicada aqui:
http://centrogb.blogspot.com/2009/07/violencia-contra-criancas-coisa-de.html
E outra aqui:
http://centrogb.blogspot.com/2009/10/de-quem-e-culpa.html
E se você encosta uma mulher dessas na parede e tenta extrair uma explicação de por quê essa neurose em casar, ter filhos e depois ficar infernizando os membros da família com essas cobranças de aproximação que nunca são satisfeitas, ela mesma não explica racionalmente por quê ela pensa e se comporta assim. Ela pode cacarejar meia dúzia de ‘explicações’ sem nexo, mas que vão contradizer as atitudes dela muito mais do que explicar.
Bom, acredito que todo mundo aqui saiba que hoje, 08 de Março, é comemorado o Dia Mundial da Mulher. É por isso mesmo escolhi o dia de hoje pra fazer um post sobre um problema tipicamente feminino: o proselitismo em relação à ideia de ter filhos.
Agora vou me dirigir a todas as pessoas que tão lendo esse texto e que, como eu, fizeram a opção de não ter filhos, independente de serem homossexuais, bissexuais ou heterossexuais. Com certeza, em algum momento em que vocês declararam em público que não queriam ter filhos por opção, vocês ouviram alguma coisa mais ou menos assim:
“Não ter filhos não é opção! É covardia! Eu respeito as opções, mas não a covardia!”
Vocês já ouviram ou não ouviram alguma coisa assim? Isso é: se é que não ouviram coisas mais agressivas do que isso?
E quem falou isso, provavelmente, foi uma mulher, não foi?
É aí que entra a questão: a obsessão feminina em casar e ter filhos muitas vezes não para na mulher que sente essa obsessão, mas começa a ser usada por essa mulher pra atingir as pessoas ao redor dela!
É relativamente raro encontrar um homem obcecado pela ideia de casar, ter filhos e manter a família unida a qualquer custo. Mas mulheres obcecadas pela ideia de casar, ter filhos e manter a família unida a qualquer custo você vê em toda parte! É ou não é?
Bom, eu não tenho nada contra a questão da família unida, mas até onde isso for humanamente possível.
Só que, pra algumas mulheres, parece que o humanamente possível não basta quando o assunto é ‘família unida’. Quando elas se dirigem a outro membro da família, elas cobram que ele se aproxime sempre mais, querem que ele se aproxime sempre mais, exigem que ele se aproxime sempre mais... Conclusão: nunca basta, nunca é o suficiente e, não importa o que esse outro membro da família faça, elas continuam cobrando. Se a questão é a pessoa se aproximar mais da família, o resultado final nunca tá bom, não importa o que seja!
Como eu já comentei aqui em outros posts, em Julho e Outubro do ano passado, essa obsessão da mulher por manter a família unida custe o que custar, muitas vezes, torna ela culpada por situações ligadas à violência contra crianças e à pornografia infantil.
Pra quem não viu os posts que falam sobre isso, pode dar uma clicada aqui:
http://centrogb.blogspot.com/2009/07/violencia-contra-criancas-coisa-de.html
E outra aqui:
http://centrogb.blogspot.com/2009/10/de-quem-e-culpa.html
E se você encosta uma mulher dessas na parede e tenta extrair uma explicação de por quê essa neurose em casar, ter filhos e depois ficar infernizando os membros da família com essas cobranças de aproximação que nunca são satisfeitas, ela mesma não explica racionalmente por quê ela pensa e se comporta assim. Ela pode cacarejar meia dúzia de ‘explicações’ sem nexo, mas que vão contradizer as atitudes dela muito mais do que explicar.

“Trabalho passa, dinheiro passa, casa passa... A ÚNICA coisa que SEMPRE fica é a família!”
Bom, a idiota que fala isso tá precisando dar umas voltinhas pelos asilos da vida. Quase todos os velhos que tão lá abandonados têm filhos. E os filhos nem se lembram mais que eles existem.
Esse é um pequeno e simples exemplo de que não existe nenhuma garantia absoluta de que família não passa. Mas não adianta tentar explicar isso a certas babacas de merda, né? Elas são retardadas demais pra entender certas verdades, por mais óbvias que essas verdades sejam.
E aí vem, talvez, a pior parte: esse tipo de mulher não aceita que alguém possa viver e ser feliz de outra forma! E quando ouvem alguém falando que é feliz sem filhos, elas atacam, como no exemplo que eu dei lá em cima.
Quem é que nunca escutou uma mulher desse tipo fazendo um discursinho de merda mais ou menos como esse?
“Ninguém pode ser feliz solteiro e sem filhos! A pessoa que pensa que é feliz solteira e sem filhos é porque ainda não encontrou o seu príncipe encantado ou a sua princesa encantada.”
Bom, se você disser que é feliz solteiro ou sem ter constituído uma família ‘tradicional’ (num sentido idealizado da palavra), isso já faz esse tipo de mulher olhar pra você meio de lado. Mas se você disser que não teve filhos porque não quis, e que é feliz sem eles, isso detona o ódio dessa mulher contra você!
Como eu disse no início, elas são proselitistas em relação à ideia de ter filhos: acham que têm que obrigar todo ser humano a concordar que ter filhos é indispensável e que é impossível ser feliz sem eles!
Já sei que alguém vai dizer:
“Ah! Mas tem homens que falam isso também!”
Evidentemente. Mas olha a diferença de quantidade! Você quase conta nos dedos os homens que fazem esse tipo de cobrança. Já a quantidade de mulheres que fazem esse tipo de cobrança é 10 vezes maior.
Outra coisa: na maioria das vezes, quando um homem faz esse tipo de cobrança, ele fala alguma coisa relacionada a isso 1 ou 2 vezes e, se não produzir resultados práticos, ele deixa pra lá; já na maioria das vezes em que uma mulher faz esse tipo de cobrança, mesmo que não produza resultado prático nenhum, ela insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste...
Já sei que alguém também vai dizer:
“Você está generalizando! Nem toda mulher é assim!”
E por acaso eu disse que toda mulher é assim? Onde eu disse isso? O que eu disse é que se percebe uma diferença, ÓBVIA, na quantidade de homens e na quantidade de mulheres que têm essa neurose e que fazem esse tipo de cobrança.
Então, pra todos esses proselitistas idiotas que ficam querendo converter as pessoas à ideia de OBRIGAÇÃO de ter filhos, tá aqui, num dia especialmente bem escolhido, a resposta de alguém que não teve filhos porque não quis e que tá muito feliz assim.
E podem ter certeza de que existem alguns milhões iguais a mim!
Nobody can be obliged to have children!
¡Nadie puede ser fozardo a tener hijos!
Nessuno può essere obbligato ad avere figli!
2 comentários:
Uma tradução pra sua lista:
"Personne peut être forcé à avoir des enfants."
Acho que, em parte, isso tudo que você falou vem daquela criação que toda mulher teve na vida. Ela é sempre orientada, desde que nasce, a casar, ter filhos, formar família, etc. E quando vêem isso em outras mulheres, rapidamente querem isso pra elas. E tem algumas que têm filhos mas não têm o menor instinto materno, usam as crianças para exibí-las como se fossem um troféu, e na hora de criar deixam com o pai ou a avó.
Eu já ouvi esse tipo de coisa de um homem, casado e com dois filhos. Ele ficou falando comigo sobre como é legal ter filhos, de chegar em casa depois do trabalho e eles estarem lá pra abraçá-lo, de vê-los crescer, de como ele apesar de ser uma pessoa comum é um herói para eles, etc. Daí eu rebati, dizendo o quanto filho pode ser legal mas tira a liberdade da gente: é despesa com educação, médico, tem que sair e passear com eles no fim de semana, etc. A gente já trabalha que nem burro para ganhar uma merreca, e quando ela vem eu quero tudo pra mim, e não ter que pagar despesa de filho.
Para quem me perguntar, eu simplesmente digo que prefiro manter minha liberdade. Por exemplo, eu estou para viajar nas minhas férias, imagina ter que carregar mulher e filho junto. E criar um cachorro é muito mais fácil.
Forte abraço.
Bom, como eu disse no texto, é claro que também tem homens assim. Mas numa quantidade bem menor. Nota-se que é um problema muito mais feminino do que masculino.
E homem quando vem com essa e você dá um fora (como você fez), geralmente ele fica na dele. Já mulher quando vem com essa (principalmente quando é uma mulher que conhece você há muito tempo) você pode dar 10 foras que ela continua insistindo.
Mas claro que cada caso é um caso.
Quanto ao que você disse do cachorro, é por aí mesmo!rsrs
Um abraço também.
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