sábado, 26 de junho de 2010

DIA DE JULIANO

Oi!!!

Hoje a gente comemora uma data que, embora não seja muito conhecida no Brasil, deve ser bem lembrada por nós: o Dia de Juliano.
“Juliano, o Apóstata”, como foi apelidado pelos cristãos, ou “Juliano Magno”, como é chamado em algumas comunidades pagãs, é o Imperador Flavius Claudius Iulianus, que governou o Império Romano entre os anos de 360 e 363.

E como ele morreu, de acordo com a maioria dos historiadores, no dia 26 de Junho de 363, esse passou a ser o Dia de Juliano.
Mas por que esse imperador é importante pra nós?
Bom, embora tenha sido batizado e criado como católico (religião que vinha se tornando oficial no Império Romano desde o início do século), assim que assumiu o poder, ele se declarou seguidor de Júpiter, e não de Jesus, começando a tentar restaurar o mesmo poder que a religião romana tinha antes.
Apesar de ser vistos pelos cristãos como um perseguidor deles, na verdade ele concedeu liberdade de culto a todos os romanos: quem quisesse ser pagão podia ser, quem quisesse ser judeu também podia ser e quem quisesse ser cristão também podia ser. Ou seja: ele não foi contaminado pelo proselitismo dos cristãos, apesar de ter sido criado como um.
Depois da morte, ele foi divinizado pelos pagãos da época, passando a receber culto como um novo deus.
Por tudo isso, ele é visto por muitos grupos pagãos e neo-pagãos como o principal padroeiro ou patriarca deles.
Lembrando que as religiões às quais os pagãos pertencem (Budismo, Candomblé, Druidismo, Helenismo, Hinduísmo, Wicca, Xintoísmo...) não têm dogmas homofóbicos, e lembrando que, até um certo ponto, Juliano foi um mantenedor dessas religiões (ou pelo menos um mantenedor do direito delas de se preservarem até os dias de hoje, apesar da perseguição que todas elas sofreram por parte do Cristianismo), então ele também foi um mantenedor do direito dos homossexuais e bissexuais de terem uma religião que aceite eles. Pelo menos no Ocidente.
É claro que, ao longo do tempo, cada uma dessas religiões foi passando a ter seus próprios patriarcas. Mas, até um certo ponto, pode se dizer que a manutenção do Paganismo no Ocidente começou com Juliano.
É bom lembrar que essas religiões não trazem melhores condições apenas pros homossexuais e bissexuais, mas também pros heterossexuais que buscam uma conexão com o Divino mais repleta de liberdade e sem todas as ideias de repressão que o Cristianismo ensina.
Mas é claro: mirando-nos no exemplo do próprio Juliano, nós, pagãos, não podemos ser proselitistas. Assim, quem gosta de ser cristão, que continue sendo. E digo o mesmo a quem gosta de ser judeu e a quem gosta de ser muçulmano (apesar de que, pelo menos aqui no Brasil, é raro encontrar um judeu com ideias radicalmente repressoras).
E obviamente, quem gosta de ser ateu, que continue sendo também. A opção pela ausência de religião também tem que ser respeitada por nós, pagãos.
Então, se por algum motivo você tá pensando em se tornar pagão, ou seja, em se converter a uma das religiões em questão, sem dúvida nenhuma que uma das primeiras lições que você tem que aprender é não descer ao nível proselitista de certos cristãos fanáticos, que tentam sempre arrastar a outra pessoa pra igreja deles, queira a outra pessoa ou não. Você pode e deve divulgar a sua religião a quem se interesse por ela, explicar como ela funciona e tirar dúvidas que a outra pessoa tenha sobre o assunto. Mas nunca, jamais, de forma nenhuma, tentar obrigar outras pessoas a se tornarem membros da sua religião contra a vontade delas.
E como eu já sei que algum cristão radical vai tentar deturpar as minhas palavras aqui, quero lembrar que eu disse que CERTOS cristãos são fanáticos e proselitistas, mas não disse em momento nenhum que TODOS os cristãos são fanáticos e proselitistas. Portanto, se você é cristão e vestiu a carapuça, não posso fazer nada.
Bom, são esses os ensinamentos que Juliano nos deixou: restaurar o culto dos antigos deuses, abominar o proselitismo e aceitar que as outras pessoas sigam pelos caminhos religiosos ou ateístas que escolheram seguir. Então, temos que admitir que são ensinamentos muito produtivos, né?
Ave Juliano Magno!

Today, June 26th, is the Julian’s Day.

Hoy, el 26 de Junio, es el Día de Juliano.

Oggi, il 26 Giugno, è il Giorno di Giuliano.

Até mais!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

UM QUE SOBREVIVEU À CENSURA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no escritor, jornalista e ator chileno Pedro Lemebel.

Pedro Mardones Lemebel nasceu em Santiago de Chile, em 1955.
Ao longo dos anos 80, ditadura do Augusto Pinochet passou a impor uma censura extremamente radical contra a Literatura no Chile. E assim, o Pedro e o escritor Francisco Casas fundaram uma espécie de grupo cultural chamado Yeguas del Apocalipsis, no qual eles passaram a fazer interpretações teatrais dos textos que eles mesmos escreviam, falando quase sempre sobre a forma como a homossexualidade e a transexualidade eram tratadas no Chile, ao mesmo tempo em que faziam apelos à defesa dos direitos humanos, sempre massacrados pelas ditaduras.
Entre 1987 e 1995, o Yeguas del Apocalipsis se apresentou em público por mais de 800 vezes.
Até onde eu pude me informar, o Pedro sempre disse em público que é homossexual. E em várias aparições públicas que fez, ele já apareceu vestido de mulher ou usando roupas de visual andrógeno. Aliás, na maioria das fotos dele que a gente encontra pela Internet é assim que ele tá.
Nos anos 90, ele namorou o escritor argentino Gonzalo Garcés (por sinal, outro ídolo homossexual dos países hispânicos da América do Sul), 19 anos mais novo do que ele, por cerca de 5 anos.
Além da carreira de escritor e autor e ator teatral, o Pedro tem colaborado também com jornais chilenos. E é frequentemente convidado a dar palestras sobre Literatura, já tendo se apresentado inclusive na Harvard University, Massachusetts.
Entre os livros dele, podemos destacar Los Incontables (1986), La Esquina Es Mi Corazón (1995), Loco Afán: Crónicas de Sidario (1996), De Perlas y Cicatrices (1998), Tengo Miedo Torero (2001), Zanjón de La Aguada (2003), Adiós, Mariquita Linda (2005) e Serenata Cafiola (2008).
Nos livros do Pedro, ele fala basicamente sobre o lado marginal da sociedade chilena. E as histórias, contadas quase sempre de forma irreverente e irônica, quase sempre têm também algumas passagens autobiográficas dele.

Today we’ll talk a little about the Chilean writer, journalist and actor Pedro Lemebel.
He was born in Santiago de Chile, in 1955, as Pedro Mardones Lemebel.
Along the 80s, Augusto Pinochet’s military dictatorship started imposing the strongest kind of censure against Literature in Chile. Then, Pedro and writer Francisco Casas founded a kind of a cultural group called Yeguas del Apocalipsis which gave them the opportunity to play their own texts as theater actors. Their stories used to be about how homosexuality and transexuality were seen in Chile. And they also tried to teach about the Human Rights which are usually so massacred at dictatorships at all.


Entre 1987 y 1995, el colectivo de arte Yeguas del Apocalipsis, fundado por Pedro, realizó alrededor de 800 eventos en público.
Por lo que me fue posible saber, él siempre dijo en público que es homosexual. Y en muchas de las veces en que fue visto en público, tenía ropas de mujer o por lo menos ropas que no pueden ser definidas como masculinas o femeninas. A propósito, la mayor parte de sus fotos que pueden ser vistas en Internet lo muestran así.
En los años 90, Pedro tuvo una relación de 5 años con el escritor argentino Gonzalo Garcés (otro que es visto como un ídolo por muchos homosexuales de América del Sur), que es 19 años más jóven que él.


Pedro ha una gran carriera como autore e attore teatrale, ma anche come giornalista è così. E quasi sempre l’invitano a parlare in delle conferenze di Letteratura. A proposito, lui è già stato nella Harvard University, nel Massachusetts per questo.
Tra i suoi libri più conosciuti, possiamo parlare di Los Incontables (1986), La Esquina Es Mi Corazón (1995), Loco Afán: Crónicas de Sidario (1996), De Perlas y Cicatrices (1998), Tengo Miedo Torero (2001), Zanjón de La Aguada (2003), Adiós, Mariquita Linda (2005) e Serenata Cafiola (2008).
Nei suoi libri, Pedro parla prima di tutto del lato più ripudiato della società cilena. E le sue storie, raccontate generalmente di modo ironico, quasi sempre ci mostrano delle parte della sua stessa vista personale.


Até a próxima!

terça-feira, 22 de junho de 2010

THALES PAN CHACON 1956-1997

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outro personagem histórico bissexual: o ator e dançarino brasileiro Thales Pan Chacon.

Thales da Costa Pan Chacon nasceu em São Paulo, em 23 de Novembro de 1956.
Em 1974, ele começou o curso universitário de Arquitetura da Universidade de São Paulo. Mas deixou a faculdade sem chegar a se formar.
Na mesma época em que entrou pra faculdade, o Thales começou a estudar dança, acabando por decidir seguir a carreira de dançarino ou de ator.
Então, ele foi pra Bélgica, onde fez cursos de dança sob a direção do Maurice Béjart.
Assim, o Thales teve formação tanto de ator quanto de bailarino. E ele seguiu em frente com o nome artístico de Thales Pan Chacon.
A estreia dele na televisão foi no seriado Avenida Paulista (1982).
No cinema, a estreia do Thales foi no filme Elite Devassa (1984).
Em 1988, enquanto gravava a novela Fera Radical, ele começou a namorar a atriz Carla Camurati, que era colega dele na novela. E eles ficariam juntos por 6 anos.
Mesmo depois de terminar com a Carla, o Thales sempre continuou convivendo com ela. E, de acordo com ele mesmo, não dava pra definir exatamente se eles eram namorados, amigos...
Ainda em 1993, ele entrou pro elenco da novela Olho No Olho. O personagem dele tava previsto pra ficar até o fim. Mas, devido a uma pneumonia fortíssima que o Thales contraiu, ele teve que sair logo no início e o personagem só apareceu nos 3 primeiros meses da novela. Ele quase morreu na ocasião!
Enquanto se recuperava, ele aproveitou pra estudar bastante e viajar bastante. E também aproveitou pra se dedicar mais ao teatro, já que, na época, ele tava sem muito pique pra encarar o ritmo pesado de uma produção de televisão.
Muito provavelmente, ali ele já sabia que tava com o HIV, porque, pelo comportamento dele, dá a impressão de que ele queria aproveitar o tempo que ainda tinha, né? E alguns anos mais tarde, quando veio a público que ele tava com AIDS, ele disse que não sabia quando exatamente tinha sido contaminado, mas que deve ter sido no final dos anos 80.
Vamos lembrar que a geração dele (os que foram adolescentes nos anos 60 e 70) foi uma das que tiveram mais gente contaminada, porque é uma das gerações mais arredias ao uso da camisinha.
Bom, o Thales nunca declarou em público que era bissexual (na verdade, eu nunca encontrei nenhuma entrevista dele em que ele falasse sobre as preferências sexuais dele), mas sempre existiram fofocas sobre isso.
Ele nunca parou de trabalhar (inclusive ainda voltou à televisão) e continuou na ativa até o fim. E morreu em 02 de Outubro de 1997, faltando 1 mês pra completar 41 anos.
O último trabalho do Thales foi o filme La Serva Padrona, que só foi lançado em 1998, depois da morte dele.
Ele teve ao todo 19 trabalhos como ator de cinema e televisão, além de vários shows e peças de teatro.
Todos que conviveram com o Thales dizem só guardar lembranças boas dele.

Hoy hablaremos un poquito de otro personaje histórico bisexual: el actor y danzarín brasileño Thales Pan Chacon.
Thales da Costa Pan Chacon nació en São Paulo, el 23 de Noviembre de 1956.
En 1974, él empezó el curso de Arquitectura de la Universidade de São Paulo. Pero lo dejó sin formarse.
En la misma época en que llegó a la universidad, Thales empezó a estudiar danza. Y así decidió seguir por la carrera de danzarín o de actor.
Entonces, él se fue a Bélgica, donde estudió con Maurice Béjart.
Así, él tuvo desde siempre las formaciones de danzarín y actor al mismo tiempo. Y empezó su carrera con el nombre artístico de Thales Pan Chacon.
Su primera vez como actor de televisión fue en el serial Avenida Paulista (1982).
La primera vez de Thales como actor de Cine fue el la película Elite Devassa (1984).

In 1988, while he was in telenovela Fera Radical, Thales started having an affair with actress Carla Camurati, his colleague in the show. They would be together for the next 6 years.
Even after their “divorce” Thales and Carla continued as close friends. Actually, he himself used to say he didn’t know exactly if he was her friend or husband.
In 1993, he was in telenovela Olho No Olho. His character was supposed to be in the show to the finale. But a strong pneumonia forced him to leave the telenovela and the character was seen only in its 1st 3 months. He almost died then!
While Thales was recovering he studied and traveled as much as he could. And at the same time he worked as a theater actor because he had no state of health to go ahead in a television production.
He certainly already knew at that time he had the HIV virus. Because his behavior shows us he wanted to use all the time he still had as much as possible. And some years later, when it was finally said in public he had AIDS, he said he didn’t know exactly when he had received the virus. But he supposed it had been in the late 80s.


C’è bisogno di ricordare che la generazione di Thales (quei che sono stati adolescenti negli anni 60 e 70) è stata una di quelle che hanno avuto più gente con AIDS, visto che è una delle generazioni che più scarta il profillatico. E lui è stato una delle vittime di questo tipo di ignoranza.
Bene, lui non ha mai detto in pubblico che era bisessuale (veramente, non ho mai trovato qualche intervista sua parlando niente della sua sessualità), ma ci sono sempre stati dei pettegolezzi che lo dicevono.
Anche quando era già malato, Thales non ha mai lasciato la sua carriera di attore (e sarebbe ancora stato in delle telenovele) ed ha continuato a lavorare fino alla sua morte. E questa è arrivata quando lui aveva 40 anni, nel 2 Ottobre del 1997, 1 mese prima del suo compleanno.
Il suo ultimo lavoro è stato il film La Serva Padrona, che sarebbe messo in circolazione solo nel 1998, dopo la sua morte.
Thales ha avuto 19 lavori come attore in TV e Cinema e tantissimi show teatrali.
Le persone tutte quante che l’hanno conosciuto dicono che lui ha lasciato soltanto buoni ricordi.


Até a próxima!

domingo, 20 de junho de 2010

O PROTAGONISTA DE ‘ENTRE AMIGOS’

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator estadunidense Stephen Bogardus.

Ele nasceu na Virginia, em 11 de Março de 1954.
O Stephen estudou no Choate Rosemary Hall.
Depois, ele fez o curso universitário de Arte Dramática da Princeton University, se formando em 1976.
Enquanto teve na universidade, o Stephen cantou no grupo Princeton Nassoons e fez parte do grupo teatral Princeton Triangle Club.
Assim, ele começou a carreira como ator de teatro. E atuaria em várias e várias peças dali pra frente.
Em 1979, o Stephen se mudou pra New York, onde logo foi reconhecido como um grande ator teatral e ganhou vários prêmios da área.
A estreia dele na televisão foi em 1982, em 1 capítulo do seriado Cagney & Lacey. Mas foi ao teatro mesmo que ele sempre se dedicou mais.
O Stephen não revela muito sobre a vida pessoal dele em público. Mas se sabe que, ainda nos anos 80, ele se casou com a dançarina Dana Moore. E tão juntos até hoje.
A estreia do Stephen no cinema foi uma ponta no filme Life With Mikey (que no Brasil recebeu o título traduzido de A Vida Com Mikey), em 1993.
Em 1995, ele teve na peça teatral de temática gay Love! Valour! Compassion!, interpretando o protagonista Gregory.
Em 1997, foi feita uma versão cinematográfica de Love! Valour! Compassion! (lançado no Brasil com o título de Entre Amigos). E o Stephen tava lá de novo, interpretando o mesmo personagem.
Tanto a versão teatral quanto a versão cinematográfica da história foram escritas pelo Terrence McNally e dirigidas pelo Joe Mantello.
Desde 1999, o Stephen tem feito algumas participações eventuais no seriado Law & Order, interpretando o personagem Austin.
O Stephen teve até agora 22 trabalhos como ator no cinema e televisão.
E a quantidade de peças de teatro que ele já fez até hoje é meio incontável, né? Porque ele tá desde os anos 70 na ativa sem parar.

Today we’ll talk a little about the American actor Stephen Bogardus.
He was born in Virginia, on March 11th, in 1954.
Stephen studied at Choate Rosemary Hall.
Then, in 1976, he graduated from Princeton University.
During his Princeton years, Stephen was a member of the Princeton Nassoons and the Princeton Triangle Club.
So he started his acting career as a theater actor. And many, many theater shows would be in his curriculum from that time.
In 1979, Stephen moved to New York. And soon he would be recognized as a talented theater actor and win several theater awards.


La prima volta di Stephen in TV è stata in 1 episodio del serial Cagney & Lacey (1982).
La sua prima volta in Cinema è stata nel film Life With Mikey (Cercasi Superstar), del 1993.
Nel 1995, lui è stato nello show teatrale gay Love! Valour! Compassion!, nella parte del protagonista Gregory.
Nel 1997, è stata fatta una versione cinamatografica di Love! Valour! Compassion! (Le Stagioni dell’Amore, in Italia). E possiamo vedere Stephen anche in questo film, anche nella parte di Gregory.
Lui non parla molto della sua vita personale in pubblico. Ma si sa che è sposato dagli anni 80 con la ballerina Dana Moore.

Love! Valour! Compassion! Fue un show teatral de temática gay de 1995 que inspiró la película con el mismo nombre de 1997 (conocida en algunos países de Lengua Española como Amor, Valor, Compasión: Con Plumas y A Lo Loco).
Las 2 versiones tuvieron Stephen como actor principal, Terrence McNally como guionista y Joe Mantello como director.
Desde 1999, Stephen puede ser visto en algunos capítulos del serial Law & Order, actuando como el personaje Austin.
El tuvo hasta ahora 22 trabajos como actor tanto en Cine como en TV.
No se sabe bien la cantidad de shows teatrales en que Stephen ya estuvo, puesto que él ha trabajado sin parar como actor teatral desde los años 70.


Até a próxima!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A BEBIDA DESNECESSÁRIA MAIS CONSUMIDA DA SOCIEDADE

Oi!!!

Hoje vamos falar sobre um alimento que, embora seja frequentemente consumido na nossa sociedade, na verdade deve ser evitado: o leite.
Embora seja um dos tipos de alimento mais desaconselhados pela maioria dos nutricionistas, o leite ainda é um dos artigos alimentícios mais consumidos na sociedade brasileira. Principalmente, o leite de vaca.
Bom, até por uma questão de lógica, nenhum ser humano deveria beber isso. Afinal, leite de vaca foi feito pra alimentar bezerro, e não pra alimentar ser humano, né?rs
Vejam só: o organismo humano (principalmente o organismo humano adulto) tem uma dificuldade muito grande em digerir o leite, tem dificuldade em digerir outros alimentos que tenham sido ingeridos junto com o leite e, de acordo com algumas fontes, pode até provocar doenças (doença de crohn, diabetes, osteoporose...).
Que fique claro que eu não tô aqui me excluindo do grupo das pessoas que bebem leite. Eventualmente, eu também bebo. Mas sei que é uma coisa que não deve ser feita, pelo menos com frequência. E procuro evitar.
É bom lembrar que leite é um alimento do qual a gente não tem exatamente como fugir por completo, porque, mesmo que você não beba leite diretamente, muito provavelmente, você consome leite através de outros alimentos: iogurte, manteiga, margarina, queijo, requeijão... Sem falar que a massa da maior parte dos doces também leva leite. Se você consome qualquer uma dessas coisas, você tá consumindo leite.
Você só pode dizer que não consome leite se você também não come NADA disso.
Então, se a gente já consome leite em todos esses outros produtos, não precisa ainda por cima beber, né?
Claro que, além do leite de vaca, tem outros tipos de leite que também são consumidos, embora em menor quantidade: leite de búfala, leite de cabra e tal. Só que todos têm ainda mais gordura do que o leite de vaca. Então, os efeitos podem ser ainda piores!
Se você mora numa região rural ou tem acesso ao leite que vem direto de lá, evite beber principalmente leite de búfala, leite de ovelha e leite de porca. São os mais gordurosos que podem ser achados no Brasil... Eu sei que, pra quem mora numa região urbana, é meio bizarro ouvir falar no consumo de alguns desses tipos de leite. Mas, em certas cidades do interior do Brasil, é relativamente comum beber isso.
E o mais gorduroso que existe no Mundo é o leite de rena. Mas, se você não mora na Escandinávia ou na Rússia, provavelmente você nunca vai beber isso, né?rsrs
E se você gosta muuuuuito de leite, não consegue viver sem rs, aí o mais recomendável é comprar leite de soja. É um pouquinho mais caro, mas é bem mais saudável.

Drinking milk is not necessary.

Beber leche no es necesario.

Bere latte non è necessario.

Até mais!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

COM QUE INTENÇÃO ISSO É FEITO? E PRA QUÊ SERVE?

Oi!!!

Bom, como vocês sabem, a gente tá na época das paradas gays pelo Brasil.

Mas, independente de quem seja contra ou a favor delas, vamos ver umas coisinhas aqui...
Teoricamente, uma parada gay é uma manifestação pra lutar pelos direitos GLBT. Não é isso? Só que, na maioria das vezes, sejamos francos: a coisa não passa de um carnaval fora de época.
Obviamente, é um desfile alegre, festivo, colorido e tal. Mas, geralmente, não passa disso na prática.
Bom, não que eu seja contra a parada gay. Mas eu fico pensando em 2 coisas: quais são as intenções em fazer aquilo e pra quê aquilo serve?
Se a intenção é fazer uma festa, um desfile, uma grande reunião animada ou alguma coisa assim, aí tudo bem. Que continue do jeito que tá, porque realmente é isso o que se vê ali.
Mas se a intenção é fazer uma manifestação pra reivindicar os nossos direitos, aí a coisa tem que ser mais séria do que aquilo. Porque eu não vejo em quê uma multidão pulando e dançando no meio da rua tá reivindicando os direitos do que quer que seja.
Outra coisa: essas paradas são uma espécie de chamariz de famosos que são ‘falsos simpatizantes’ da comunidade GLBT.
É preciso lembrar que FALAR QUE É simpatizante é uma coisa, mas SER simpatizante é outra. E a gente vê isso claramente na Parada Gay.
Chega lá a atriz Fulana de Tal e fala:

“Eu sou simpatizante!”

Aí chega o ator Fulano de Tal e fala:

“Eu sou simpatizante!”

Aí chega a apresentadora Beltrana de Tal e fala:

“Eu sou simpatizante!”

Tá. Mas o que é que essas pessoas fazem na prática a nosso favor?
Bom, dos que fazem, eu acho ótimo! E muitos dos famosos que aparecem por lá realmente tomam atitudes a nosso favor em outras ocasiões fora dali. Mas vocês podem ver que a grande maioria que se diz “simpatizante” nem sequer menciona o assunto ‘homossexualidade’ durante o resto do ano. Eles são “simpatizantes” SÓ durante a parada gay.
Uma grande parte desses famosos que aparecem na parada gay só vão lá pra aparecer, pra serem fotografados, pra serem filmados, pra terem o nome publicado em revistas... Enfim: pra ficar na mídia. Mas o ‘lado simpatizante’ deles (se é que eles têm esse lado) se limita a isso.
É basicamente a mesma coisa que a gente vê em relação às chamadas “rainhas dos gays”. Pra quem não viu, eu fiz um post sobre isso em Dezembro de 2008. Esse é o link:

http://centrogb.blogspot.com/2008/12/rainhas-dos-gays-quem-so-as-falsas-e-as.html

Então, como eu disse, não sou contra as paradas gays, mas acho que certos princípios ali precisam ser repensados e reformulados. Inclusive em relação às ‘celebridades’ que aparecem por lá.
Pelo menos, se a intenção for reivindicar os nossos direitos.

Gay pride parades are important. But we have to think before making them.

Las marchas del orgullo gay son importantes. Pero tenemos que pensar antes de hacerlas.

Le parate dell’orgoglio gay sono importanti. Ma abbiamo bisogno di pensare prima di farle.

Pensem nisso! E até a próxima!

terça-feira, 15 de junho de 2010

ALGO PRA REFLETIR

Oi!!!

Bom, como todos os visitantes aqui do blog já devem ter visto, desde Janeiro, eu tenho feito posts sobre as 12 principais divindades do Helenismo. E isso se acaba aqui, porque agora eu terminei de falar sobre essas divindades.
Lembrando que o Helenismo, que voltou a ser reconhecido oficialmente como religião pelo Governo da Grécia em 1997, não tem dogmas homofóbicos, não proíbe que homossexuais e bissexuais façam parte dele e não proíbe que homossexuais e bissexuais tenham vida sexual ativa.
Pesquisando mais sobre as 12 divindades das quais eu falei aqui, você pode entender melhor o Helenismo. Lembrando que nós não somos rejeitados por essas divindades. Pra essas divindades, nós não somos aberrações. Pra essas divindades, nós não somos abominações. Enfim, é o oposto do que nós ouvimos quando entramos em várias igrejas cristãs e ouvimos os cristãos falarem sobre o deus deles.
Pra quem se interessou, fica aí um convite a conhecer melhor uma religião em que você vai ser aceito como é. Você não vai ser rejeitado, não vai ser xingado, não vai ficar ouvindo indiretas contra você... Bom, como eu disse acima, você vai encontrar o oposto do que encontra em várias igrejas cristãs.
E também é uma religião que permite uma integração maior com as forças da Natureza. O Fogo, a Água, o Ar e a Terra estão presentes em toda parte, ainda que de formas diferentes e se manifestando através de deuses e deusas diferentes.
Bom, fica aí algo pra pensar:

Khaire!

HÉSTIA e POSSEIDON

HÉSTIA


A maioria dos historiadores concordam que essa já era uma deusa louvada pelos primeiros habitantes da Grécia. E os gregos pareciam procurar manter essa imagem, já que costumavam mencionar ela como a mais velha de todos os deuses olímpicos.
Héstia faz parte quase exclusivamente da religião, já que são raríssimos os mitos e lendas que falam sobre ela.
Dentro dos templos de todos os outros deuses existia sempre um altar de Héstia. E se acreditava que até eles (os outros deuses) ofereciam louvores a ela.
Em todas as casas gregas existia um altar com uma lareira, onde era oferecido o culto aos deuses olímpicos. E esse ambiente da casa era sempre consagrado a Héstia. Mas apesar de ser uma presença tão constante nos templos e nas casas dos gregos, ela não era invocada pra interagir diretamente na vida das pessoas. Pelo contrário: ela ensinava as pessoas a se autocontrolar e a se manter intocadas por influências negativas ou que causassem o descontrole. Nesse ponto, a influência divina de Héstia é, guardando-se as devidas proporções de diferença, bem parecida com a de Buda, quando ele tenta ensinar as pessoas a chegar ao Nirvana.
Héstia é uma deusa virgem, já que na castidade, pelo menos teoricamente, se encontra um autocontrole maior do que no sexo. E por isso os sacerdotes e sacerdotisas dela tinham que fazer o voto de castidade.
Essa personalidade tão abstrata e tão autocontrolada inspirou muito pouco os artistas em geral a retratarem essa deusa, o que explica o número tão pequeno de pinturas e esculturas que mostram ela.
Não parecem existir animais nem vegetais que simbolizem Héstia, até porque poucas coisas no Mundo podem representar alguém que procura ficar afastada do Mundo (pelo menos durante o maior tempo possível).
Por ser uma presença constante nas casas de todos, ela é considerada a protetora das casas.

Most of the historiographers say Hestia was worshiped by the 1st inhabitants of Greece, because she was usually mentioned as the eldest among all the olympian deities.
She can be seen almost exclusively in the religious contexts and there are very few myths which mention her.
Inside the temples of all the other deities there was always a Hestia’s shrine. And she was believed to be worshiped even by the other deities.
Inside all the ancient Greek houses there was a shrine with a fireplace where the olympian deities were worshiped. And this part of the houses was dedicated to Hestia. But even as a so present deity in the Greek temples and houses she wasn’t called by people to solve their personal problems. Actually she used to teach people how to have their self-control and to be far from evil influences. If you want, it’s possible under such context to associate Hestia to Buddha, because he teaches basically the same to the ones who intend to attain Nirvana.
Hestia is a virgin goddess because a life without sex (presumably) gives you a stronger self-control. And because of that her priests and priestesses had to live without sex as well.
Her so abstract and self-controlled personality has never inspired many artists. And it explains why there are so few pictures and sculptures based on her.
Animals and vegetables which symbolize Hestia are unknown. You see: there are very few things in the World which can symbolize somebody who intends to be as far as possible from the rest of the World.
As the most present deity in every house, she is seen as the goddess who protects all the homes.


La mayor parte de los historiadores dicen que Hestia ya era adorada por los primeros habitantes de Grecia, porque ella era dicha casi siempre la más vieja de las divinidades olímpicas.
Ella hace parte casi solamente de la religión, puesto que hay poquísimos mitos que la mencionan.
Dentro de los templos de todas las otras divinidades había siempre un altar de Hestia. Y se creía que ella era adorada hasta mismo por las otras divinidades.
Dentro de todas las antíguas casas griegas había un altar con un hogar donde las divinidades olímpicas eran adoradas. Y esa parte de las casas era consagrada a Hestia. Pero aunque ella fuera una divinidad tan presente en los templos y casas griegos, las personas no le suplicaban la solución de sus problemas personales. En verdad, lo que ella siempre hacía era mostrar a la gente como tener el control de sí mismo y como quedarse lejos de influencias malévolas. Si quieres decirlo, se puede comprender que lo que Hestia enseña es en principio lo mismo que Buda enseña, cuando recordamos de lo que él habló en relación a alcanzar el Nirvana.
Hestia es una diosa virgen, puesto que una vida sin sexo (supuestamente) nos da un control de nosotros mismos más fuerte. Y por cuenta de eso, sus sacerdotes y sacerdotisas tenían que vivir sin sexo también.
Esta personalidad tan abstracta y controlada nunca ha inspirado muchos artistas. Y esa es la razón de que haya tan pocos cuadros y esculturas de Hestia.
Según parece, no hay animales o vegetales que la simbolizan, puesto que hay pocas cosas en el Mundo que puedan simbolizar un ser que hace todo lo que puede para quedarse lejos del Mundo.
Como la divinidad más presente en todas las casas, Hestia es vista como la diosa protectora de las casas.


La parte più grande degli storiografi dice che Estia era già adorata fra i primi abitanti della Grecia, perché quasi sempre si diceva che lei era la più vecchia delle divinità olimpiche.
Lei è parte quasi soltanto della religione, visto che ci sono pochissimi miti che la menzionano.
Dentro i tempi delle atre divinità tutte quante c’era sempre un altare di Estia. E si credeva che anche le altre divinità l’adoravano.
Dentro le antiche case greche tutte quante c’era un altare con un focolare dove si adorava le divinità olimpiche. E questo posto delle case era consagrato a Estia. Ma anche come una divinità così presente nei tempi e case greci, le persone non le supplicavano la soluzione dei suoi problemi personali. Veramente, quello che lei sempre insegnava alla gente era come avere l’autocontrollo e come rimanere lontano dall’influenze malevole. Se vuoi dirlo, si può capire che quello che Estia insegna è sostanzialmente lo stesso che Buddha insegna, quando si ricorda di quello che lui ha parlato su entrare nel Nirvana.
Estia è una dea vergine, visto che una vita senza sesso (presumibilmente) ci da un autocontrollo più forte. E grazie a questo, anche i suoi sacerdoti e sacerdotesse avevano bisogno di vivere senza sesso.
Questa personalità così astratta e autocontrollata non ha mai ispirato molti artisti. E questa è la ragione della poca quantità di quadri e sculture di Estia.
A quanto pare, no ci sono animali o vegetali che la simbollegiano, visto che ci sono poche cose nel Mondo che possono simbollegiare un essere che fa tutto quello che può per restare lontano dal Mondo.
Come la divinità più presente a casa di tutti quanti, Estia è la dea protettrice delle case.


POSSEIDON


As terras de origem de Posseidon, de acordo com a maioria dos historiadores, correspondem à atual Líbia. Isso faz bastante sentido, já que os próprios gregos antigos sempre relacionavam esse deus ao “lado de lá do Mediterrâneo”, contando inclusive lendas sobre um castelo submarino que ele tinha no Litoral da Líbia.
É um pouco difícil especificar a época em que o culto dele chegou à Grécia. Mas certamente foi há mais de 3000 anos, pois já existem registros dele no século IX a.C. como um deus já tradicionalmente visto como poderoso entre os gregos.
Teoricamente, Posseidon era visto como o Senhor do Mar no mesmo peso e na mesma medida em que Plutão era visto como o Senhor do Mundo Subterrâneo e Zeus era visto como o Senhor do Céu e da Terra. Mas os mitos e lendas mostram que não era bem assim: quando era preciso, a Autoridade de Zeus passava por cima das autoridades de Posseidon e de Plutão e Ele ditava ordens no Mar e no Mundo Subterrâneo também.
Apesar de terem essa visão de Posseidon, isso não impedia que os gregos antigos vissem ele como um dos deuses mais poderosos e tratassem ele com o devido louvor.
Portanto, Posseidon pode ser visto como o símbolo religioso do homem que não tem tanto poder quanto teoricamente deveria ter, mas nem por isso deixa de ser poderoso e, consequentemente, nem por isso deixa de ser valorizado.
Os mitos e lendas que mencionam Posseidon falam sobre inúmeras aventuras amorosas dele, tanto com homens quanto com mulheres. E em consequência disso, a quantidade de filhos que as lendas atribuem a ele também é gigantesca.
Além de ser a maior de todas as divindades do Mar, ele também é o deus dos terremotos e das fontes e nascentes. Por isso, todas as divindades helênicas ligadas à água (mesmo as que controlam as águas que correm longe do Mar) reconhecem a soberania dele sobre todas as águas. E todos os movimentos que o Mar faz, desde as ondas mais fraquinhas até os maremotos mais violentos, são vistos como manifestações do poder dele.
Quanto à personalidade de Posseidon, ela é vista como uma representação do próprio Mar: o Mar que produz a abundância sem a qual nada poderia viver nesse planeta, que gera energia, que alimenta, que é uma fonte inesgotável de novos nascimentos, que sempre abrigou e sempre abrigará eternamente incontáveis trilhões de seres vivos; mas também o Mar que invade a terra com os mais devastadores maremotos e tsunamis, que destrói, que mata, que afoga, que devora todos os corpos de quem está morto nele. Tudo isso junto é a essência de Posseidon.
Ele protege principalmente as pessoas que trabalham diretamente com o Mar ou que dependem do Mar pra sobrevivência imediata.
O tridente que Posseidon geralmente aparece segurando é um apetrecho de pesca, usado pelos antigos pescadores gregos, e representa a intimidade do deus com as pessoas que tiram seu sustento do Mar. Mas, durante a Idade Média, quando os padres católicos tentaram denegrir a imagem de deuses não-cristãos, colocaram o tridente de Posseidon no diabo em que eles acreditavam. Era uma tentativa de dizer que os deuses de outras origens e o diabo dos católicos são a mesma coisa.
Em Português, existe também a forma Poseidon, com 1 S só, pro nome desse deus. Ou mesmo Posídon.
O animal e o vegetal que simbolizam ele são o cavalo e o pinheiro.

About Poseidon’s origins, most of the historiographers say he’s from Libya. Such explanation works if you think the Greeks themselves used to tell myths about a Poseidon’s castle which stays under the Libyan Sea.
It’s a little difficult to say when his worship arrived to Greece. But it was certainly more than 3000 years ago, because in the 9th century B.C. he was already mentioned as a powerful Greek god.
In theory, Poseidon was seen as the Lord of Sea as well as Pluto was seen as the Lord of the Underworld and Zeus was seen as the Lord of Sky and Earth. But the myths show it wasn’t exactly like that: when it was necessary, Zeus’ Authority deposed Poseidon and Pluto’s authority and He ruled the Underworld and Sea too.
In spite of seeing Poseidon under such context, the ancient Greeks accepted him as one of the most powerful deities and worshiped him in this way.
Then, Poseidon can be seen as the religious symbol of the man who doesn’t have all the power which he should, but is still seen as very powerful.
His myths tell he had many sexual adventures with males and females. And such adventures produced several children.
Poseidon is not only the greatest deity of Sea but also the god of earthquakes and of all the water sources. That’s why all the connected-to-water Hellenic deities recognize his supremacy over all the waters. And all the maritime motions are seen as manifestations of his power.
About his personality, it’s a representation of Sea itself. Sea produces a kind of abundance which all our planet needs to survive, gives energy, feeds, gives birth to uncountable lives, and has always been the home of uncountable trillions of living beings. But Sea also invades islands and even mainlands with terrible seaquakes and tsunamis, destroys, kills, drowns, and devours every dead body which is in it. All these things together form Poseidon’s essence.
He protects before anybody the ones who work with Sea or need Sea to survive immediately.
Poseidon’s trident is a symbol of his intimacy with fishermen (the ancient Greek fishermen used tridents to work). But in the Middle Ages the catholic priests try to denigrate all the no-christian deities. And then they put Poseidon’s trident on their devil. It was a way to mean the deities from other origins and the catholic devil are the same.
The animal and vegetable which symbolize Poseidon are horse and pine.


Hablando de los origenes de Poseidón, la mayor parte de los historiadores dice que él viene de Libia. Hace sentido, puesto que los propios griegos tenían mitos que hablaban de un castillo suyo bajo el Mar de Libia.
Es un poco difícil decir cuando su culto llegó a Grecia. Pero es cierto que fue hay más de 3000 años, porque en el siglo IX a.C., él ya era visto como un gran dios griego.
En teoría, Poseidón era visto como el Señor del Mar tanto como Plutón era visto como el Señor del Subterráneo y Zeus era visto como el Señor del Cielo y de la Tierra. Pero los mitos muestran que no era propio eso: cuando era necesario, la Autoridad de Zeus deponía las autoridades de Poseidón y Plutón y El reinaba también sobre el Mar y el Subterráneo.
Aunque Poseidón fuera visto así por los antíguos griegos, ellos lo aceptaban como una de las divinidades más poderosas y lo adoraban como tal.
Así, Poseidón puede ser visto como el símbolo religioso del hombre que no tiene todo el poder que debería tener, pero todavía es visto como muy poderoso.
Sus mitos hablan de muchas relaciones sexuales suyas tanto con hombres como con mujeres. Y también de muchos hijos suyos.
Poseidón no es solamente la mayor divinidad del Mar, pero también el dios de los terremotos e de todas las fuentes de agua. Por eso, todas las divinidades acuáticas helénicas reconocen su supremacía sobre todas las aguas. Y todos los movimientos del Mar son vistos como mafinestaciones de su poder.
Hablando de su personalidad, es una representación del propio Mar. El Mar produce un tipo de abundancia que todo el planeta necesita para sobrevivir, da energía, alimenta, permite incontables nuevos nacimientos y ha sido siempre el domicilio de incontables trillones de seres vivientes. Pero el Mar también invade islas y continentes con terribles maremotos y tsunamis, destruye, mata, ahoga y devora todos los cuerpos muertos que están en él. Todas esas cosas juntas forman la esencia de Poseidón.
El protege más que todo la gente que trabaja con el Mar o que lo necesita para sobrevivir de inmediato.
El tridente de Poseidón es un símbolo de su intimidad con los pescadores (los antíguos pescadores griegos utilizaban tridentes para trabajar). Pero en la Edad Media, los sacerdotes católicos hacían lo que podían para difamar todas las divinidades que no fueran cristianas. Y pusieron el tridente de Poseidón en su diablo. Era un modo de decir que las divinidades de otros origenes y el diablo católico eran la misma cosa.
El animal y el vegetal que simbolizan Poseidón son el cavallo y el pino.


Parlando dell’origine di Poseidone, la parte più grande degli storiografi dice che lui viene dalla Libia. Questo è così possibile che i greci avevano miti che raccontavano di un castello suo sotto il Mare della Libia.
È un po’ difficile dire quando il suo culto è arrivato nella Grecia. Ma è certo che questo è successo più di 3000 anni fa, perché nel secolo IX a.C., già se lo vedeva come uno dei principali dei greci.
In teoria, vedevano Poseidone come il Signore del Mare tanto quanto Plutone come il Signore del Sotterraneo e Zeus come il Signore del Cielo e della Terra. Ma quello che i miti raccontano non è proprio questo: quando aveva bisogno di farlo, l’Autorità di Zeus deponeva quella di Poseidone e Plutone e Lui governava anche il Mare ed il Sotterraneo.
Nonostante Poseidone fosse visto in questo modo, i greci antichi l’accettavano come una delle divinità principali e l’adoravano così.
Si può vedere Poseidone come il simbolo religioso dell’uomo che non ha il potere tutto quanto che dovrebbe avere, ma che ancora lo vedono come molto potente.
I suoi miti raccontano di molte relzioni sessuali sue con uomini e donne. Ed anche dei suoi tantissimi figli.
Poseidone non è solo la principale divinità del Mare, ma anche il dio dei terremoti e delle fonti di acqua. Per questo, le divinità acquatiche elleniche tutte quante risonoscono la sua supremazia sopra le acque tutte quante. E si vede sempre i movimenti del Mare come manifestazioni del suo potere.
Parlando della sua personalità, è proprio un ritratto del Mare. Il Mare produce un tipo di abbondanza di cui il pianeta tutto quanto ha bisogno per sopravvivere, da energia, alimenta, permette infinite nuove nascite ed è sempre stato l’abitazione di infiniti trilioni di esseri viventi. Ma il Mare anche invade isole e continenti con terribili maremoti e tsunami, distrugge, uccide, annega e divora i corpi morti tutti quanti che ha dentro. Tutto questo insieme è l’essenza di Poseidone.
Lui protegge prima di tutto la gente che lavora con il Mare o che lo bisogna per sopravvivere immediatamente.
Il tridente di Poseidone è un simbolo della sua intimità con i pescatori (gli antichi pescatori greci usavano tridenti per lavorare). Ma nel Medioevo, i sacerdoti cattolici facevano quello che potevano per diffamare tutte quante le divinità che non fossero cristiane. Ed hanno messo il tridente di Poseidone nel suo diavolo. Era come dire che le divinità di altre religioni e il diavolo cattolico erano la stessa cosa.
L’animale ed il vegetale che simboleggiano Poseidone sono il cavallo ed il pino.

Até mais!