Oi!!!
Bom, já que a gente tá em Novembro, acho que vale a pena lembrar que no dia 25 desse mês se comemora o Dia Internacional do Combate À Violência Contra A Mulher.
Da minha parte, nada contra. Eu digo o oposto: em princípio, sou a favor do combate a qualquer tipo de violência. Mas acho muito importante lembrar de um erro que vejo muita gente cometendo: quando se fala em violência doméstica, tratam do assunto como se o único tipo possível de violência doméstica que existe fosse a violência do homem contra a mulher!
Por que tanta neurose em retratar o homem sempre como agressor e a mulher sempre como agredida? Ou pior: o homem sempre como culpado e a mulher sempre como vítima?
Vamos ver se a coisa é realmente assim na prática, pelo menos na sociedade brasileira (por isso mesmo, decidi fazer esse post só em Português):
Num casal hétero, geralmente só falam que é difícil pra mulher aturar o homem, que é frustrante pra mulher não ter os sonhos dela realizados pelo homem, que o comportamento do homem é desagradável pra mulher, que o homem perde a paciência à toa com a mulher e coisas assim.
Antes de entrar na questão da violência doméstica na íntegra, vamos ver se só essa parte que eu mencionei acima é assim mesmo. Vamos ver como as coisas costumam acontecer num casamento hétero:
Em relação ao serviço doméstico, como é que funciona?
Se o homem não ajuda em casa, a mulher fala:
“Você é muito machista! Não me ajuda em nada e me trata que nem uma empregada!”
Se ele ajuda em casa, ele ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“Homem só faz merda quando se mete no trabalho de casa! Por isso que eu prefiro fazer tudo sozinha!”
Ou, no mínimo:
“Homem não tem a sensibilidade da gente! Não sabe fazer as coisas exatamente do jeito que a gente quer!”
E se o homem sozinho faz o trabalho da casa, a gente vê 2 reações básicas:
Se a mulher tá junto com outra mulher vendo o homem fazer o serviço da casa, tudo o que o cara tá fazendo é motivo de deboche e de ridicularização entre as 2 lá. Não importa se ele tá cozinhando, se ele tá lavando a louça, se ele tá varrendo ou se ele tá fazendo qualquer outro serviço doméstico. A forma como ele corta os legumes é motivo de deboche, a forma como ele lava os pratos é motivo de deboche, a forma como ele segura na vassoura pra varrer é motivo de deboche...
Elas podem até não falar isso abertamente. Mas você vê as 2 olhando pro cara e olhando uma pra outra com aquele ar de “Que cara idiota!”, “Que cara retardado!”, “Que cara babaca!”.
Já se a mulher tá sozinha vendo o cara fazer o serviço doméstico, ela chega junto e começa a dar palpite em cada centímetro que ele se mexe.
Se ele tá varrendo, ela quer dizer como é que tem que ser isso, como é que tem que ser aquilo, como é que tem que ser aquilo outro, como é que tem que ser não sei o quê, como é que tem que ser não sei mais o quê...
Se ele tá cozinhando, ela quer dizer como é que tem que ser isso, como é que tem que ser aquilo, como é que tem que ser aquilo outro, como é que tem que ser não sei o quê, como é que tem que ser não sei mais o quê...
Se ele tá lavando os pratos, ela quer dizer como é que tem que ser isso, como é que tem que ser aquilo, como é que tem que ser aquilo outro, como é que tem que ser não sei o quê, como é que tem que ser não sei mais o quê...
E por aí vai.
O pior é que esses palpites são tão fracos e tão inconsistentes que a própria mulher dá um palpite agora e, daqui a 15 minutos, dá outro palpite contradizendo o que ela mesma falou antes.
Aí vem aquela história de discutir relação...
Se a mulher quer discutir relação e o homem diz que não tá a fim, ele ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“O nosso relacionamento está descendo pelo ralo a baixo e você não faz nada pra salvar ele! Você nunca tem tempo pra mim!”
Se ela quer discutir relação e ele se dispõe a ouvir, aí tem 2 resultados possíveis: ou ela fica meia hora seguida falando sobre um monte de coisas diferentes até entrar no assunto que ela quer (e que geralmente é só um detalhe sem importância e que não interessa em nada ao homem); ou ela simplesmente responde alguma coisa mais ou menos assim:
“Ah! Deixa pra lá! Homem não tem a sensibilidade da gente! Não vai entender o que eu quero dizer!”
Bom, uma das coisas que a mulher quase sempre pergunta quando ela quer discutir relação é se ela tá gorda. E aí, se ele responde que não, ele ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“Você tá me elogiando pra disfarçar alguma coisa... Fala a verdade: você tem outra, não tem?”
Se ela pergunta a ele se tá gorda e ele responde que sim, o que é que ele ouve?
“Não se fala assim com uma mulher! Você me trata que nem um lixo!”
É bom lembrar que, quando é o contrário (quando o homem quer conversar sobre algum assunto tipicamente masculino), a mulher responde:
“Ai! Esse universo masculino é muito complicado! É muito difícil pra eu entender!”
Ou então, assim que o homem se aproxima da mulher pra falar alguma coisa, ela interrompe ele e começa a falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar... Porque ela parte do princípio de que ela já sabe o que ele vai falar e, portanto, ela já sabe muito bem o que tem que responder. E o pior é que, de toda essa diarréia verbal que ela solta, na maioria das vezes em que isso acontece, ela nem chega perto do assunto que o cara ia falar!
Por outro lado, se o homem nunca fala sobre algum assunto tipicamente masculino, ela diz alguma coisa mais ou menos assim:
“Vocês, homens, têm muita dificuldade em expressar os sentimentos de vocês! Não sabem ser comunicativos como nós, mulheres!”
Também não é difícil ver situações em que a mulher provoca o homem.
Por exemplo: se ele fala que tá com pressa, ela começa a fazer tudo mais devagar só pra sacanear.
Se eles tão na rua e ele fica apressando ela porque tá em cima da hora pra fazer alguma coisa, ela fecha a cara, cruza os braços e fica parando em tudo quanto é lugar pra ficar olhando coisas inúteis.
Se o homem tá saindo de casa, com pressa, quando ele já tá na porta, a mulher chama:
“Fulano! Você já viu não sei quê, não sei quê e não sei quê?”
E isso que ela pergunta é sempre alguma coisa que ela já perguntou mais de uma vez antes e que ele já respondeu!
Ou então, ela cisma que ele tem que fazer uma determinada coisa (quase sempre, um detalhe sem importância) e, se ele se recusa, ela insiste até ele concordar. Aí ela desiste.
Por exemplo: se o homem quer botar açúcar no café dele e ela cisma que ele tem que botar adoçante, ela insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste pra ele botar adoçante, até que, quando ele resolve botar o adoçante pra se ver livre dela, ela desiste e responde:
“Tá bom, fulano. Faça como achar melhor!”
Não pensem que eu tô inventando porque eu já vi tudo isso que eu tô dizendo aqui várias vezes!
Aí, nessas situações em que ela provoca, se ele reage, ela fala:
“Você é muito briguento! É muito machista! Detesto homem assim!”
Se ela provoca ele e ele não reage:
“O nosso relacionamento está descendo pelo ralo a baixo e você não faz nada pra salvar ele! Já não tem nem vontade de brigar comigo!”
E em relação a sexo?
Antes de transar, se o homem beija a mulher ou tenta criar qualquer clima romântico, é provável que ele ouça alguma coisa assim:
“Você tá sendo carinhoso comigo pra disfarçar alguma coisa... Fala a verdade: você tem outra, não tem?”
Se ele não faz nada de romântico:
“Você nunca é carinhoso comigo! O nosso relacionamento está descendo pelo ralo a baixo e você não faz nada pra salvar ele!”
Se o homem quer transar todo dia, ele escuta alguma coisa mais ou menos assim:
“Você só me vê como um pedaço de carne! Você quer apenas fazer as suas necessidades fisiológicas em mim!”
Mas se ele não quis transar no outro dia:
“Fala a verdade: você tem outra, não tem?”
Se na hora de transar, ele quer fazer uma coisa nova na cama:
“Você é um tarado! Você é um depravado! Você pensa que eu sou uma puta! Você acha que eu não me dou o devido respeito pra fazer isso?”
Mas se ele nunca quer fazer nada novo na cama:
“Você só vive na mesmice! Vocês, homens, não sabem ser criativos e pluralistas como nós, mulheres!”
Ou seja, pra mulher, nada tá bom nunca! Tudo o que o homem faz, em maior ou menor grau, é motivo de reclamação!
E depois ainda tem mulheres que não entendem por quê a maioria dos homens héteros fogem do casamento...
Diga-se de passagem, os únicos casamentos héteros que a gente costuma ver que duram muito tempo, tipo 50 anos, são aqueles em que o homem passou quase todos os dias do casamento saindo de manhã e só voltando de noite. Mesmo nos dias em que ele não trabalha, ele dá um jeito de sair pra fazer alguma coisa fora de casa, pra não ficar lá aturando certas coisas (já vi muito isso!). Aí sim. Aí o casamento costuma durar muitas décadas sem que ele nem ela pensem em se separar.
E quando é ao contrário? Quando é aquela situação em que o homem passa a maior parte do dia em casa junto com a mulher? Bom, aí, além de aturar tudo isso que eu já descrevi acima, ele também vai passar o dia inteiro aturando a mulher chorando por causa de detalhes, querendo que ele adivinhe as coisas que ela quer e ficando furiosa quando ele não adivinha, fingindo que não consegue fazer as coisas sozinha pra poder pedir ajuda a ele (o exemplo mais comum disso é a mulher que finge que não tem força pra destampar um pote e pede pro marido destampar pra ela, apesar de que ela SEMPRE destampa aquele pote com a maior facilidade quando ele não tá por perto).
Bom, simplificando: depois disso tudo que a gente viu, por mais compreensivo que o cara seja, vai chegar a um ponto em que ele vai se apurrinhar seriamente com isso. Imaginem aturar, todos os dias, a somatória dessas neuroses femininas todas juntas!
Que fique claro: eu não tô incentivando ninguém a bater em mulher nenhuma por causa disso. Mas perder a paciência mais cedo ou mais tarde é impossível não perder.
Mas tudo bem. Vamos supor que a mulher não faça nada disso que eu descrevi acima e o marido seja violento com ela assim mesmo.
Em 1º lugar, podemos fazer uma pergunta bem simples: se ele é violento com ela, por que ela se casou com ele?
Porque eu acho que tem 2 situações bem diferentes: uma coisa é ela ter se casado com ele numa época em que ele aparentava ser uma pessoa pacífica e, depois do casamento, ele se revelou violento; e outra coisa é ela já ter se casado com ele sabendo que ele era violento.
E por incrível que pareça, eu acho até que a 2ª situação que eu tô apresentando aqui é mais comum do que a 1ª. Nesse tipo de relacionamento, eu vejo mais mulheres se casando com caras violentos já sabendo o que vão encontrar e até já tendo sido agredidas alguma vez antes de casar!
Quando você questiona por quê ela se casou com ele nessas condições, você ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“Eu achava que ia transformar ele em outro ser humano... Eu achava que ia transformar ele numa pessoa mais sensível... Eu achava que ia ensinar ele a amar... Eu achava que ia mudar ele... Eu achava que ia tirar todos os defeitos dele...”
Bom, tudo bem. Em outras palavras, ela se casou com ele sabendo que ele era violento porque ela foi babaca o suficiente pra acreditar nessas fantasias que ela mesma inventou.
Mas depois que se casou e viu que não deu certo, por que ela não se separou?
Bom, pra essa pergunta, você ouve da mulher as respostas mais variadas possíveis, cada uma mais irracional e mais sem sentido do que a outra.
Se ela tem pelo menos 1 filho com ele, a justificativa que ela dá é sempre aquela frase feita:
“Não posso me separar dele porque ele é o pai do meu filho!”
Como se uma coisa dependesse da outra, né? Mas, como eu já disse, cada resposta que a mulher dá quando ela se encontra nessa situação é mais irracional e mais sem sentido do que a outra.
Se ela tem um filho de outro relacionamento, a resposta é mais ou menos a mesma:
“Eu não me separo dele porque o meu filho precisa de um pai! Ele não é o pai de verdade, mas é a figura paterna da vida do meu filho!”
Ou, em ambos os casos, você escuta alguma coisa mais ou menos assim:
“Se eu quiser, eu posso me separar! Eu posso me virar sem ele! Eu estou pronta pra ser pai e mãe ao mesmo tempo... Mas eu gostaria muito que essa criança tivesse um pai...”
Aí, ela abre o berreiro e começa com aquela choradeira ridícula. Ó! Que cute cute! Mô dêusi dú céusi! Como ela é sensível! Ela prefere levar porrada todo dia do que deixar o filho sem uma figura paterna, mesmo que essa figura paterna seja alguém que quebra a cara da mãe dele todo dia!
Bom, e quando não tem filho?
Aí também tem uma série de desculpas irracionais...
Tem aquelas que botam a culpa no tempo de relacionamento. Se ela tá casada com o cara há... 10 anos, por exemplo, ela fala alguma coisa mais ou menos assim:
“Eu sei que o meu casamento não foi muito feliz. Mas eu não posso mais me separar, porque não se joga fora assim um casamento de 10 anos!”
Só que, a mulher que faz esse tipo de discurso vai sempre dar a mesma justificativa, independente do tempo que o casamento tenha. Só o que vai mudar no discurso dela é o tempo.
Se ela tá casada com um cara violento há 5 anos, ela também vai falar:
“Não se joga fora assim um casamento de 5 anos!”
Se ela tá casada com um cara violento há 1 ano, ela também vai falar:
“Não se joga fora assim um casamento de 1 ano!”
Se ela tá casada com um cara violento há 6 meses, ela também vai falar:
“Não se joga fora assim um casamento de 6 meses!”
E por aí vai.
Mas também tem aquelas que simplesmente respondem com aquela frase feita:
“Mas eu gosto dele!”
Se você avisa a ela antes de casar que ele é violento...
“Mas eu gosto dele!”
Quando ela leva o 1º soco pelo meio da cara e você sugere que ela termine antes que a coisa fique pior...
“Mas eu gosto dele!”
Quando ele dá uma surra nela de quebrar ela toda realmente da cabeça aos pés e você fala alguma coisa...
“Mas eu gosto dele!”
Tá bom. Então que se foda com ele! Eu é que não insisto nesses casos.
Aliás, na maioria das vezes em que a gente vê uma mulher apanhando do marido, acho que a gente nem deve chegar lá e tentar intervir. Você pode até entrar em contato com algum site ou telefone de algum grupo especializado em resolver esse tipo de problema, mas você chegar lá e se meter pessoalmente não é uma boa. Nem tanto por causa do homem, mas por causa da mulher! Porque em 90% dos casos em que isso acontece, ela vai ficar a favor dele e contra você! E ela é até capaz de agredir você na hora pra defender o marido! Eu já vi isso!
E mesmo nas situações em que o homem vai preso por agredir a esposa e/ou os filhos, não é raro ver a mulher desesperada porque aquilo que ela chama de “homem da vida dela” vai ficar numa prisão.
Tudo bem: nem sempre é de uma forma tão explícita assim. Às vezes, quando o cara vai preso, na hora, a mulher fala alguma coisa mais ou menos assim:
“Isso tinha mesmo que parar! Eu não mereço isso! Ele não me merece!”
Na semana seguinte, com o cara ainda preso, você vê a mesma mulher, com a incerteza estampada na cara, falando uma série de frases incompletas, do tipo:
“Tá bom... Ele errou... Mas ele é o pai dos meus filhos... Ele é o homem com quem eu pretendia construir uma vida... Não acho certo que ele continue lá preso até agora...”
Aí, a gente ouve alguém dando aquele tipo de justificativa pra esse tipo de comportamento feminino:
“Ah, isso acontece porque a mulher é criada pra pensar assim.”
Não! Lamento, mas essa desculpinha não cola mais! Isso podia colar há uns 30 anos atrás. Mas hoje, em 2009, é impossível que uma mulher com menos de 60 anos de idade tenha sido criada de uma forma tão conservadora a ponto de pensar que ela tem que aturar violência física do marido e manter o casamento a qualquer preço! A não ser que ela tenha sido criada numa cidade do interior do interior do interior, sem nenhum contato com nenhum centro urbano.
Se uma mulher com menos de 60 anos, que tem acesso à vida urbana do Brasil, pensa assim nos dias de hoje, não é porque ela foi criada assim, não! Ela pensa assim porque faz parte da personalidade dela pensar assim. Faz parte da personalidade dela essa obsessão em manter o casamento a qualquer custo.
Mas temos que concordar que pensar dessa forma é muito mais comum na mentalidade feminina do que na masculina. Não faltam ditados que confirmam isso:
“Não importa que o fulano me traia ou me bata: o importante é que ele sempre volta pra mim!”
“Não sou feliz, mas tenho marido!”
“Ruim com ele, pior sem ele!”
Não apenas esses ditados existem, como existem também as mulheres que seguem eles ao pé da letra.
Mas você não vê um homem hétero dizendo:
“Não importa que a fulana me traia ou me bata: o importante é que ela sempre volta pra mim!”
“Não sou feliz, mas tenho esposa!”
“Ruim com ela, pior sem ela!”
Mesmo que você conheça meia dúzia de homens que pensam assim, eles são só as exceções que confirmam a regra. Essas ideias retardadas são tipicamente das mulheres! Mas, como eu já disse, não tem a ver com criação, não! Tem a ver com um posicionamento pessoal daquela mulher.
Bom, acho que com esses argumentos que apresentei aqui, eu já provei que a mulher não é sempre a única vítima das situações, a mulher não é sempre 100% inocente e desprovida de todos os tipos de culpa e não é sempre fácil conviver com uma mulher.
Então, por quê fingir que a violência doméstica se resume ao homem batendo na mulher, e sempre fazendo parecer que o homem é 100% culpado e a mulher é 100% vítima?
Por que não se preocupam mais em proteger as crianças que são vítimas de violência doméstica? Isso é muito mais importante do que tentar inocentar as mulheres ou retratar as mulheres sempre como vítimas.
Diferentes estatísticas mostram que, em 70% dos casos de violência doméstica grave contra crianças, o agressor é a mãe. Por que isso, que é muito mais sério, não é tão mencionado?
Fica aí algo pra refletir.
Agora, lá vão umas fotos bonitas pra serem admiradas pelos visitantes não falantes de Português do blog:
Bom, já que a gente tá em Novembro, acho que vale a pena lembrar que no dia 25 desse mês se comemora o Dia Internacional do Combate À Violência Contra A Mulher.
Da minha parte, nada contra. Eu digo o oposto: em princípio, sou a favor do combate a qualquer tipo de violência. Mas acho muito importante lembrar de um erro que vejo muita gente cometendo: quando se fala em violência doméstica, tratam do assunto como se o único tipo possível de violência doméstica que existe fosse a violência do homem contra a mulher!
Por que tanta neurose em retratar o homem sempre como agressor e a mulher sempre como agredida? Ou pior: o homem sempre como culpado e a mulher sempre como vítima?
Vamos ver se a coisa é realmente assim na prática, pelo menos na sociedade brasileira (por isso mesmo, decidi fazer esse post só em Português):
Num casal hétero, geralmente só falam que é difícil pra mulher aturar o homem, que é frustrante pra mulher não ter os sonhos dela realizados pelo homem, que o comportamento do homem é desagradável pra mulher, que o homem perde a paciência à toa com a mulher e coisas assim.
Antes de entrar na questão da violência doméstica na íntegra, vamos ver se só essa parte que eu mencionei acima é assim mesmo. Vamos ver como as coisas costumam acontecer num casamento hétero:
Em relação ao serviço doméstico, como é que funciona?
Se o homem não ajuda em casa, a mulher fala:
“Você é muito machista! Não me ajuda em nada e me trata que nem uma empregada!”
Se ele ajuda em casa, ele ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“Homem só faz merda quando se mete no trabalho de casa! Por isso que eu prefiro fazer tudo sozinha!”
Ou, no mínimo:
“Homem não tem a sensibilidade da gente! Não sabe fazer as coisas exatamente do jeito que a gente quer!”
E se o homem sozinho faz o trabalho da casa, a gente vê 2 reações básicas:
Se a mulher tá junto com outra mulher vendo o homem fazer o serviço da casa, tudo o que o cara tá fazendo é motivo de deboche e de ridicularização entre as 2 lá. Não importa se ele tá cozinhando, se ele tá lavando a louça, se ele tá varrendo ou se ele tá fazendo qualquer outro serviço doméstico. A forma como ele corta os legumes é motivo de deboche, a forma como ele lava os pratos é motivo de deboche, a forma como ele segura na vassoura pra varrer é motivo de deboche...
Elas podem até não falar isso abertamente. Mas você vê as 2 olhando pro cara e olhando uma pra outra com aquele ar de “Que cara idiota!”, “Que cara retardado!”, “Que cara babaca!”.
Já se a mulher tá sozinha vendo o cara fazer o serviço doméstico, ela chega junto e começa a dar palpite em cada centímetro que ele se mexe.
Se ele tá varrendo, ela quer dizer como é que tem que ser isso, como é que tem que ser aquilo, como é que tem que ser aquilo outro, como é que tem que ser não sei o quê, como é que tem que ser não sei mais o quê...
Se ele tá cozinhando, ela quer dizer como é que tem que ser isso, como é que tem que ser aquilo, como é que tem que ser aquilo outro, como é que tem que ser não sei o quê, como é que tem que ser não sei mais o quê...
Se ele tá lavando os pratos, ela quer dizer como é que tem que ser isso, como é que tem que ser aquilo, como é que tem que ser aquilo outro, como é que tem que ser não sei o quê, como é que tem que ser não sei mais o quê...
E por aí vai.
O pior é que esses palpites são tão fracos e tão inconsistentes que a própria mulher dá um palpite agora e, daqui a 15 minutos, dá outro palpite contradizendo o que ela mesma falou antes.
Aí vem aquela história de discutir relação...
Se a mulher quer discutir relação e o homem diz que não tá a fim, ele ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“O nosso relacionamento está descendo pelo ralo a baixo e você não faz nada pra salvar ele! Você nunca tem tempo pra mim!”
Se ela quer discutir relação e ele se dispõe a ouvir, aí tem 2 resultados possíveis: ou ela fica meia hora seguida falando sobre um monte de coisas diferentes até entrar no assunto que ela quer (e que geralmente é só um detalhe sem importância e que não interessa em nada ao homem); ou ela simplesmente responde alguma coisa mais ou menos assim:
“Ah! Deixa pra lá! Homem não tem a sensibilidade da gente! Não vai entender o que eu quero dizer!”
Bom, uma das coisas que a mulher quase sempre pergunta quando ela quer discutir relação é se ela tá gorda. E aí, se ele responde que não, ele ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“Você tá me elogiando pra disfarçar alguma coisa... Fala a verdade: você tem outra, não tem?”
Se ela pergunta a ele se tá gorda e ele responde que sim, o que é que ele ouve?
“Não se fala assim com uma mulher! Você me trata que nem um lixo!”
É bom lembrar que, quando é o contrário (quando o homem quer conversar sobre algum assunto tipicamente masculino), a mulher responde:
“Ai! Esse universo masculino é muito complicado! É muito difícil pra eu entender!”
Ou então, assim que o homem se aproxima da mulher pra falar alguma coisa, ela interrompe ele e começa a falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar... Porque ela parte do princípio de que ela já sabe o que ele vai falar e, portanto, ela já sabe muito bem o que tem que responder. E o pior é que, de toda essa diarréia verbal que ela solta, na maioria das vezes em que isso acontece, ela nem chega perto do assunto que o cara ia falar!
Por outro lado, se o homem nunca fala sobre algum assunto tipicamente masculino, ela diz alguma coisa mais ou menos assim:
“Vocês, homens, têm muita dificuldade em expressar os sentimentos de vocês! Não sabem ser comunicativos como nós, mulheres!”
Também não é difícil ver situações em que a mulher provoca o homem.
Por exemplo: se ele fala que tá com pressa, ela começa a fazer tudo mais devagar só pra sacanear.
Se eles tão na rua e ele fica apressando ela porque tá em cima da hora pra fazer alguma coisa, ela fecha a cara, cruza os braços e fica parando em tudo quanto é lugar pra ficar olhando coisas inúteis.
Se o homem tá saindo de casa, com pressa, quando ele já tá na porta, a mulher chama:
“Fulano! Você já viu não sei quê, não sei quê e não sei quê?”
E isso que ela pergunta é sempre alguma coisa que ela já perguntou mais de uma vez antes e que ele já respondeu!
Ou então, ela cisma que ele tem que fazer uma determinada coisa (quase sempre, um detalhe sem importância) e, se ele se recusa, ela insiste até ele concordar. Aí ela desiste.
Por exemplo: se o homem quer botar açúcar no café dele e ela cisma que ele tem que botar adoçante, ela insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste, insiste pra ele botar adoçante, até que, quando ele resolve botar o adoçante pra se ver livre dela, ela desiste e responde:
“Tá bom, fulano. Faça como achar melhor!”
Não pensem que eu tô inventando porque eu já vi tudo isso que eu tô dizendo aqui várias vezes!
Aí, nessas situações em que ela provoca, se ele reage, ela fala:
“Você é muito briguento! É muito machista! Detesto homem assim!”
Se ela provoca ele e ele não reage:
“O nosso relacionamento está descendo pelo ralo a baixo e você não faz nada pra salvar ele! Já não tem nem vontade de brigar comigo!”
E em relação a sexo?
Antes de transar, se o homem beija a mulher ou tenta criar qualquer clima romântico, é provável que ele ouça alguma coisa assim:
“Você tá sendo carinhoso comigo pra disfarçar alguma coisa... Fala a verdade: você tem outra, não tem?”
Se ele não faz nada de romântico:
“Você nunca é carinhoso comigo! O nosso relacionamento está descendo pelo ralo a baixo e você não faz nada pra salvar ele!”
Se o homem quer transar todo dia, ele escuta alguma coisa mais ou menos assim:
“Você só me vê como um pedaço de carne! Você quer apenas fazer as suas necessidades fisiológicas em mim!”
Mas se ele não quis transar no outro dia:
“Fala a verdade: você tem outra, não tem?”
Se na hora de transar, ele quer fazer uma coisa nova na cama:
“Você é um tarado! Você é um depravado! Você pensa que eu sou uma puta! Você acha que eu não me dou o devido respeito pra fazer isso?”
Mas se ele nunca quer fazer nada novo na cama:
“Você só vive na mesmice! Vocês, homens, não sabem ser criativos e pluralistas como nós, mulheres!”
Ou seja, pra mulher, nada tá bom nunca! Tudo o que o homem faz, em maior ou menor grau, é motivo de reclamação!
E depois ainda tem mulheres que não entendem por quê a maioria dos homens héteros fogem do casamento...
Diga-se de passagem, os únicos casamentos héteros que a gente costuma ver que duram muito tempo, tipo 50 anos, são aqueles em que o homem passou quase todos os dias do casamento saindo de manhã e só voltando de noite. Mesmo nos dias em que ele não trabalha, ele dá um jeito de sair pra fazer alguma coisa fora de casa, pra não ficar lá aturando certas coisas (já vi muito isso!). Aí sim. Aí o casamento costuma durar muitas décadas sem que ele nem ela pensem em se separar.
E quando é ao contrário? Quando é aquela situação em que o homem passa a maior parte do dia em casa junto com a mulher? Bom, aí, além de aturar tudo isso que eu já descrevi acima, ele também vai passar o dia inteiro aturando a mulher chorando por causa de detalhes, querendo que ele adivinhe as coisas que ela quer e ficando furiosa quando ele não adivinha, fingindo que não consegue fazer as coisas sozinha pra poder pedir ajuda a ele (o exemplo mais comum disso é a mulher que finge que não tem força pra destampar um pote e pede pro marido destampar pra ela, apesar de que ela SEMPRE destampa aquele pote com a maior facilidade quando ele não tá por perto).
Bom, simplificando: depois disso tudo que a gente viu, por mais compreensivo que o cara seja, vai chegar a um ponto em que ele vai se apurrinhar seriamente com isso. Imaginem aturar, todos os dias, a somatória dessas neuroses femininas todas juntas!
Que fique claro: eu não tô incentivando ninguém a bater em mulher nenhuma por causa disso. Mas perder a paciência mais cedo ou mais tarde é impossível não perder.
Mas tudo bem. Vamos supor que a mulher não faça nada disso que eu descrevi acima e o marido seja violento com ela assim mesmo.
Em 1º lugar, podemos fazer uma pergunta bem simples: se ele é violento com ela, por que ela se casou com ele?
Porque eu acho que tem 2 situações bem diferentes: uma coisa é ela ter se casado com ele numa época em que ele aparentava ser uma pessoa pacífica e, depois do casamento, ele se revelou violento; e outra coisa é ela já ter se casado com ele sabendo que ele era violento.
E por incrível que pareça, eu acho até que a 2ª situação que eu tô apresentando aqui é mais comum do que a 1ª. Nesse tipo de relacionamento, eu vejo mais mulheres se casando com caras violentos já sabendo o que vão encontrar e até já tendo sido agredidas alguma vez antes de casar!
Quando você questiona por quê ela se casou com ele nessas condições, você ouve alguma coisa mais ou menos assim:
“Eu achava que ia transformar ele em outro ser humano... Eu achava que ia transformar ele numa pessoa mais sensível... Eu achava que ia ensinar ele a amar... Eu achava que ia mudar ele... Eu achava que ia tirar todos os defeitos dele...”
Bom, tudo bem. Em outras palavras, ela se casou com ele sabendo que ele era violento porque ela foi babaca o suficiente pra acreditar nessas fantasias que ela mesma inventou.
Mas depois que se casou e viu que não deu certo, por que ela não se separou?
Bom, pra essa pergunta, você ouve da mulher as respostas mais variadas possíveis, cada uma mais irracional e mais sem sentido do que a outra.
Se ela tem pelo menos 1 filho com ele, a justificativa que ela dá é sempre aquela frase feita:
“Não posso me separar dele porque ele é o pai do meu filho!”
Como se uma coisa dependesse da outra, né? Mas, como eu já disse, cada resposta que a mulher dá quando ela se encontra nessa situação é mais irracional e mais sem sentido do que a outra.
Se ela tem um filho de outro relacionamento, a resposta é mais ou menos a mesma:
“Eu não me separo dele porque o meu filho precisa de um pai! Ele não é o pai de verdade, mas é a figura paterna da vida do meu filho!”
Ou, em ambos os casos, você escuta alguma coisa mais ou menos assim:
“Se eu quiser, eu posso me separar! Eu posso me virar sem ele! Eu estou pronta pra ser pai e mãe ao mesmo tempo... Mas eu gostaria muito que essa criança tivesse um pai...”
Aí, ela abre o berreiro e começa com aquela choradeira ridícula. Ó! Que cute cute! Mô dêusi dú céusi! Como ela é sensível! Ela prefere levar porrada todo dia do que deixar o filho sem uma figura paterna, mesmo que essa figura paterna seja alguém que quebra a cara da mãe dele todo dia!
Bom, e quando não tem filho?
Aí também tem uma série de desculpas irracionais...
Tem aquelas que botam a culpa no tempo de relacionamento. Se ela tá casada com o cara há... 10 anos, por exemplo, ela fala alguma coisa mais ou menos assim:
“Eu sei que o meu casamento não foi muito feliz. Mas eu não posso mais me separar, porque não se joga fora assim um casamento de 10 anos!”
Só que, a mulher que faz esse tipo de discurso vai sempre dar a mesma justificativa, independente do tempo que o casamento tenha. Só o que vai mudar no discurso dela é o tempo.
Se ela tá casada com um cara violento há 5 anos, ela também vai falar:
“Não se joga fora assim um casamento de 5 anos!”
Se ela tá casada com um cara violento há 1 ano, ela também vai falar:
“Não se joga fora assim um casamento de 1 ano!”
Se ela tá casada com um cara violento há 6 meses, ela também vai falar:
“Não se joga fora assim um casamento de 6 meses!”
E por aí vai.
Mas também tem aquelas que simplesmente respondem com aquela frase feita:
“Mas eu gosto dele!”
Se você avisa a ela antes de casar que ele é violento...
“Mas eu gosto dele!”
Quando ela leva o 1º soco pelo meio da cara e você sugere que ela termine antes que a coisa fique pior...
“Mas eu gosto dele!”
Quando ele dá uma surra nela de quebrar ela toda realmente da cabeça aos pés e você fala alguma coisa...
“Mas eu gosto dele!”
Tá bom. Então que se foda com ele! Eu é que não insisto nesses casos.
Aliás, na maioria das vezes em que a gente vê uma mulher apanhando do marido, acho que a gente nem deve chegar lá e tentar intervir. Você pode até entrar em contato com algum site ou telefone de algum grupo especializado em resolver esse tipo de problema, mas você chegar lá e se meter pessoalmente não é uma boa. Nem tanto por causa do homem, mas por causa da mulher! Porque em 90% dos casos em que isso acontece, ela vai ficar a favor dele e contra você! E ela é até capaz de agredir você na hora pra defender o marido! Eu já vi isso!
E mesmo nas situações em que o homem vai preso por agredir a esposa e/ou os filhos, não é raro ver a mulher desesperada porque aquilo que ela chama de “homem da vida dela” vai ficar numa prisão.
Tudo bem: nem sempre é de uma forma tão explícita assim. Às vezes, quando o cara vai preso, na hora, a mulher fala alguma coisa mais ou menos assim:
“Isso tinha mesmo que parar! Eu não mereço isso! Ele não me merece!”
Na semana seguinte, com o cara ainda preso, você vê a mesma mulher, com a incerteza estampada na cara, falando uma série de frases incompletas, do tipo:
“Tá bom... Ele errou... Mas ele é o pai dos meus filhos... Ele é o homem com quem eu pretendia construir uma vida... Não acho certo que ele continue lá preso até agora...”
Aí, a gente ouve alguém dando aquele tipo de justificativa pra esse tipo de comportamento feminino:
“Ah, isso acontece porque a mulher é criada pra pensar assim.”
Não! Lamento, mas essa desculpinha não cola mais! Isso podia colar há uns 30 anos atrás. Mas hoje, em 2009, é impossível que uma mulher com menos de 60 anos de idade tenha sido criada de uma forma tão conservadora a ponto de pensar que ela tem que aturar violência física do marido e manter o casamento a qualquer preço! A não ser que ela tenha sido criada numa cidade do interior do interior do interior, sem nenhum contato com nenhum centro urbano.
Se uma mulher com menos de 60 anos, que tem acesso à vida urbana do Brasil, pensa assim nos dias de hoje, não é porque ela foi criada assim, não! Ela pensa assim porque faz parte da personalidade dela pensar assim. Faz parte da personalidade dela essa obsessão em manter o casamento a qualquer custo.
Mas temos que concordar que pensar dessa forma é muito mais comum na mentalidade feminina do que na masculina. Não faltam ditados que confirmam isso:
“Não importa que o fulano me traia ou me bata: o importante é que ele sempre volta pra mim!”
“Não sou feliz, mas tenho marido!”
“Ruim com ele, pior sem ele!”
Não apenas esses ditados existem, como existem também as mulheres que seguem eles ao pé da letra.
Mas você não vê um homem hétero dizendo:
“Não importa que a fulana me traia ou me bata: o importante é que ela sempre volta pra mim!”
“Não sou feliz, mas tenho esposa!”
“Ruim com ela, pior sem ela!”
Mesmo que você conheça meia dúzia de homens que pensam assim, eles são só as exceções que confirmam a regra. Essas ideias retardadas são tipicamente das mulheres! Mas, como eu já disse, não tem a ver com criação, não! Tem a ver com um posicionamento pessoal daquela mulher.
Bom, acho que com esses argumentos que apresentei aqui, eu já provei que a mulher não é sempre a única vítima das situações, a mulher não é sempre 100% inocente e desprovida de todos os tipos de culpa e não é sempre fácil conviver com uma mulher.
Então, por quê fingir que a violência doméstica se resume ao homem batendo na mulher, e sempre fazendo parecer que o homem é 100% culpado e a mulher é 100% vítima?
Por que não se preocupam mais em proteger as crianças que são vítimas de violência doméstica? Isso é muito mais importante do que tentar inocentar as mulheres ou retratar as mulheres sempre como vítimas.
Diferentes estatísticas mostram que, em 70% dos casos de violência doméstica grave contra crianças, o agressor é a mãe. Por que isso, que é muito mais sério, não é tão mencionado?
Fica aí algo pra refletir.
Agora, lá vão umas fotos bonitas pra serem admiradas pelos visitantes não falantes de Português do blog:

2 comentários:
Puxa!!! Pura verdade!!!
Ótimo texto!
Beijos
Valeu!
E é por essas e por outras que a gente vê de que boa a gente se livrou sendo gay, né?rsrsrs
Olha a bomba que os homens héteros tem que segurar! Sem generalizar, é claro.
Beijos!
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