terça-feira, 8 de julho de 2008

ENTUSIASMO, SEM FALTA NEM EXCESSO

Oi!!!

Hoje eu vou falar aqui sobre uma coisa que sempre atrapalha, a não ser que venha na medida certa: o entusiasmo.
Sei que pode parecer estranho dizer que ele sempre atrapalha. Mas não é preciso observar muito pra ver que ele só satisfaz, só é agradável e só dá prazer quando vem na medida certa. Tanto a falta de entusiasmo quanto o excesso dele são bastante incômodos. Nem tanto pra quem sente, mas pra quem atura a pessoa que sente.
Nesse ponto, todo mundo costuma prestar atenção nas pessoas que não têm entusiasmo pra nada. Aquele tipo de pessoa que, não importa de qual assunto você teja falando com ela, ela tá sempre com aquele olhar de desânimo, tá sempre com os olhos entreabertos como se tivesse com um sono eterno, tá sempre dando aqueles suspiros como quem diz “Por que é que isso não acaba logo?” (seja qual for a situação em que ela se encontre), parece que nunca dá importância a nada e geralmente tá sentada como se tivesse jogada em algum lugar.
Bom, acho que pra qualquer um é muito chato conversar com uma pessoa assim ou ter que conviver a maior parte do tempo com uma pessoa assim, né?
Mas o contrário disso também é bem chato. Aliás, a meu ver, é bem mais chato e bem mais estressante. Aquela pessoa que trata TUDO com excesso de entusiasmo se torna uma apurrinhação ambulante pra todo mundo que tá em volta dela.
É claro que nós temos que prestar atenção nas coisas que nos cercam, dar o devido valor às coisas que nos cercam, parar pra observar o que tem que ser observado... Mas vamos com calma, né?
Uma pessoa exageradamente entusiasmada com tudo não só começa a exigir dos outros que eles tenham o mesmo nível de entusiasmo que ela (o que nunca acontece), mas também começa a ter crises existenciais porque não consegue convencer os outros a prestar atenção nas mesmas coisas que ela e com a mesma intensidade que ela.
Por exemplo, se ela gosta de alguma coisa (qualquer coisa) e pergunta se você gostou também, mesmo que você responda que sim, ela não aceita que você responda isso de uma forma mais simples. Ela quer, praticamente, que você faça uma dissertação de meia hora sobre aquela coisa explicando por quê você gostou daquilo.
Além disso, como todos os outros tipos de excesso, o excesso de entusiasmo também é desnecessário. Porque com entusiasmo num nível médio, você já consegue tudo que tem que conseguir, sem precisar ter crises emocionais por causa disso.
Um ótimo exemplo disso que eu posso mencionar aqui é o de 2 professores que eu tive na faculdade e os métodos que eles utilizam pra analisar um livro.
Um foi um professor de Oficina de Redação. Ele disse que, pra analisar um livro, você tem que ler ele pelo menos 3 vezes do início ao fim. Afinal, se você leu qualquer texto 1 vez só, você apenas tomou um conhecimento relativamente superficial do assunto ao qual o texto se refere. Na 2ª vez que você leu, como você já sabia do que se tratava, você já começou a prestar um pouco mais de atenção nos detalhes do texto do que no tema principal. E na 3ª vez em que você leu, aí já foi uma leitura voltada pros detalhes que você tinha percebido na 2ª leitura. Daí pra frente é que você passa a ter uma opinião pessoal (e consistente) sobre o texto e sobre as mensagens que ele transmite.
Ele até explicou que é o mesmíssimo processo de você assistir o mesmo filme 3 vezes: vão acontecer as mesmíssimas coisas que eu descrevi acima, quando você lê um livro 3 vezes.
E pronto. É assim que se faz a análise de um livro.
O outro professor que eu disse dava aula de Metodologia Científica. E durante uma aula, ele tava explicando como um livro deve ser lido (pelo menos, de acordo com ele). Vou tentar reproduzir mais ou menos o que ele disse:

“Quando eu vou ler um livro, eu pego um lápis e vou degustando o livro junto com o autor! A cada parágrafo, eu paro, analiso, penso, repenso e faço várias anotações a lápis, no próprio parágrafo, das idéias que me ocorreram quando eu li aquilo!”

Eu só fico pensando: tomara que eu nunca fique assim, né?
Pra quê botar essa sobrecarga emocional em cada parágrafo do livro que eu leio?
A forma de analisar o livro que o outro professor disse é bem mais fácil, bem mais simples e dá conta do recado sem problemas.
Bom, a lição que fica é que, apesar do entusiasmo ser necessário, pois sem ele não se vive, ele só tem realmente um valor construtivo e positivo quando se manifesta no nível médio e equilibrado. Entusiasmo, sim! A falta de e o excesso de, não!
Eu não vou traduzir esse texto pra outras línguas, porque a interpretação talvez fique meio difícil. Então, vão aí umas fotos interessantes pros visitantes do blog que não falam Português:





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Aquí están algunos machos desnudos para ustedes!

Qui sono alcuni maschi nudi per voi!


Até a próxima!

5 comentários:

Apenas Alguém disse...

hehehe
eu por um lado sou tranquilo até demais
hehehehe
as vezes até queria ser mais entusiasmado, mas so mto é tranquilo
hehe
grande abraço pra vc
té mais
Apenas Alguém

Marcos Freitas disse...

Eu caminho entre os dois extremos, para alguns assuntos sou extremamente entusiasmado, e para outros, eu não consigo me envolver, prefiro ficar mais de fora.

Leo Carioca disse...

Apenas Alguém→ Na maioria das situações eu também sou tranquilo durante a maior parte do tempo.
Grande abraço também!

Passageiro→ Eu prefiro ficar de fora principalmente quando eu já vejo uma pessoa entusiasmada demais com a situação!rs
Mas como eu disse ao Apenas Alguém, sou mais de não me entusiasmar aos extreeeeemos com a maioria das coisas.

Anônimo disse...

oi leo


adorei o cara da penúltima foto bela mangueira linda e os ovos perfeitos amei kkk

beijos kinho

Leo Carioca disse...

rsrs
Também achei legal essa foto!
Beijos!