Oi!!!
Hoje gente vai lembrar aqui de um dos principais ativistas GLBT da Índia: o jornalista indiano Ashok Row Kavi.
Hoje gente vai lembrar aqui de um dos principais ativistas GLBT da Índia: o jornalista indiano Ashok Row Kavi.
O Ashok nasceu em Mumbai, em 01 de Julho de 1947.
Ele estudou na Bombay Scottish High School.
O Ashok se formou em Química, pela University of Mumbai.
Ele decidiu se tornar um sacerdote hindu da Ramakrishna Mission, na qual estudou Teologia. E quando ele revelou aos sacerdotes mais antigos que era homossexual, ele recebeu o conselho de aceitar a homossexualidade como natural, pois, se ela vem da Natureza, ela é natural, apesar de ser menos comum que a heterossexualidade (essa é a visão dominante do Hinduísmo sobre a homossexualidade).
Concluindo que tinha vocação pra seguir a carreira jornalística mais do que a vida sacerdotal, o Ashok deixou o monastério hindu e seguiu por esse caminho, começando a trabalhar como jornalista em 1974.
Em 1986, ele deu uma entrevista à revista Savvy, na qual revelou que é gay, sendo a 1ª pessoa na Índia a falar isso numa entrevista.
Desde então, o Ashok tem se dedicado à conquista dos direitos GLBT na Índia. Assim, pode se dizer que ele foi o 1º grande ativista gay da Índia.
Em 1990, ele se aposentou como jornalista, mas continua fazendo trabalhos informais ligados a isso até hoje.
No mesmo ano, o Ashok começou a trabalhar na fundação da revista Bombay Dost, a 1ª revista gay da Índia. Mas ela foi censurada, já que a homossexualidade na Índia era crime naquela época.
Em Abril de 1994, ele fundou a Humsafar Trust, uma ONG dedicada a ajudar o público homossexual e sendo a 1ª grande instituição gay da Índia.
Um dos principais colaboradores do Ashok aí foi o diretor de cinema Sridhar Rangayan. Pra quem não viu, eu fiz um post sobre ele em Outubro.
Em Abril de 2009, o Ashok conseguiu finalmente lançar a Bombay Dost.
Em 02 de Julho de 2009, a homossexualidade deixou de ser crime na Índia. Mas o Ashok faz questão de lembrar que essa lei homofóbica já tava em decadência fazia um tempo entre vários grupos da sociedade indiana.
Já tinham inclusive os grupos que até aceitavam que as pessoas (principalmente os homens) vivessem relações homossexuais, desde que não deixassem de se casar e ter filhos e desde que tratassem o sexo homossexual como uma brincadeira sem compromisso.
Vamos lembrar que nas sociedades asiáticas, em geral, não ter filhos ainda é algo muito mal visto. E situações bem parecidas podem ser vistas na sociedade japonesa. Pra quem não viu, eu fiz um post sobre a homossexualidade no Japão em Abril de 2008. Esse é o link:
http://centrogb.blogspot.com/2008_04_01_archive.html
Bom, por isso mesmo, o Ashok acha que o preconceito mais forte que existe na Índia é contra as pessoas que não querem se casar e ter filhos, independente de serem homossexuais, bissexuais ou heterossexuais. Na sociedade indiana, um hétero que nunca se casou e nunca teve filhos por vontade própria é muito mais mal visto do que um gay que já se casou e já teve pelo menos 1 filho.
Ele acha que, nas cidades grandes e nos centros turísticos da Índia, as condições dos gays indianos de hoje podem ser comparadas às dos gays norte-americanos dos anos 50 e 60. Mas ele também lembra que, na maioria das vezes, o que já é aceito nas cidades grandes da Índia ainda nem passa pela cabeça dos habitantes de muitas cidades do interior da Índia como algo que possa ser aceito.
Bom, o Ashok é também um dos principais ativistas nos movimentos de incentivo à educação sexual e de prevenção contra a AIDS e DSTs em geral. E ele é o indiano que mais participa de conferências sobre o assunto pelo Mundo a fora.
Today we’ll talk a little about one of the main LGBT rights activists from India: journalist Ashok Row Kavi.
I mentioned him last June, when I posted about homosexuality in India.
Ashok was born in Mumbai, on July 1st, in 1947.
He studied at Bombay Scottish High School.
Ashok graduated in Chemistry from the University of Mumbai.
He decided to be a Hindu monk of Ramakrishna Mission, where he studied Theology. And when he told the older monks about his homosexuality, they answered him he should accept it as something natural. It isn’t as common as heterosexuality, but it comes from Nature as well (this is the basic mentality about homosexuality in Hinduism).
Anyway, Ashok understood he had no vocation to be a monk. And he left the Hindu monastery to start a career as a journalist, which he really started in 1974.
In 1986, he gave an interview to Savvy magazine and revealed he is gay. Then, he was the 1st person in India to say such thing at an interview.
Since then, Ashok has fought for the LGBT rights in India. And we can say he was the 1st great gay activist in India.
Ashok dejó su carrera de reportero desde 1990. Pero algunas veces todavía hace trabajos informales de ese tipo.
También en 1990, él empezó a trabajar en la revista Bombay Dost, que sería la primera revista para gays indianos. Pero tal revista fue censurada, pues que, en aquella época, la homosexualidad era todavía un delito en la India.
En Abril de 1994, Ashok logró hacer la fundación de Humsafar Trust, una ONG que ayuda el público homosexual y que es la primera gran institución gay de la India.
Uno de los principales colaboradores de Ashok en tal situación fue el director cinematográfico Sridhar Rangayan. Hay un post suyo aquí en el blog en Octubre.
En Abril de 2009, Ashok finalmente logró a publicar la revista Bombay Dost.
En 2 de Julio de 2009, la homosexualidad dejó de ser un delito en la India. Pero Ashok nos hace saber que las leyes homofóbicas indianas ya estaban en decadencia hacía tiempo en muchos grupos de la sociedad indiana.
Dicho sea de paso, algunos grupos aceptaban que las personas (en especial los hombres) tuvieran relaciones homosexuales, desde que no dejasen de casar y tener hijos y desde que viesen el sexo homosexual como nada más que un tipo de juguete.
Si può vedere che, nelle società asiatiche quasi tutte quante, non avere figli è una cosa molto mal vista. Un esempio può esser visto nella società giapponese. Se non l’avete ancora visto, c’è un post che parla dell’omosessualità nel Giappone nell’Aprile del 2008. Potete clicare sul link sopra per vederlo.
Bene, proprio per questo, Ashok crede che la discriminazione più forte che c’è nella società indiana è contro quei che non vogliono sposarsi ed avere figli, non importa se sono omosessuali, bisessuali od eterosessuali. Nella società indiana, un etero che non è mai stato sposato e che non ha mai avuto figli di propria volontà è molto più mal visto che un gay che è già stato sposato e che ha già avuto almeno 1 figlio.
Lui crede che, alle città più grandi e più turistiche dell’India, le condizioni dei gay indiani di oggigiorno sono quasi le stesse di quelle dei gay dell’America del Nord degli anni 50 e 60. Ma lui ci ricorda anche che, quasi sempre, quello che è già tollerato alle città grandi dell’India non è nemmeno pensato come tollerabile alle piccole città delle regioni rurali dell’India.
Bene, Ashok è anche uno dei principali attivisti nei movimenti di incentivo all’educazione sessuale e di prevenzione contro l’AIDS e le altre MST. E lui è l’indiano più presente nei simposi che ne parlano in molti paesi del Mondo.
Até a próxima!
2 comentários:
The greatest LGBT rights activists from India. For sure!
He is!
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